OSNY - VERDADE E HUMILHAÇÃO! (2015)
A partir de 1995 comecei a acreditar e a pensar do nada que a letra ¨a¨ significava ¨amor¨, ¨b¨ significava ¨buceta¨, ¨c¨ significava ¨cú¨, que os números 1 eram (cú), 2 (dor), 3 (tem), 4 (ficar de quatro), 5 (sem cú), 6 seios), 7 (sexo), 8 (coito), 9 (noiva) e 10 (nota dez), que as palavras estrangeiras significavam sexo e que as formas geométricas como o quadrado significava (bunda quadrada), redondo (cúzinho), triângulo (buceta), etc., que palavras como dopamina significavam ¨do prá mina¨ e outros conteúdos violentos e imorais como racistas em função de minha história de vida com palavras como ¨negócio¨; fui obrigado a trabalhar na UEL entre 1995 e 1997 sem ter direito a tratamento de saúde necessário e adequado que levasse em consideração todo minha condição, fui discriminado e hoje tenho problemas por causa disto e por que a UEL cortou meu atestado médico de 1996 donde eu estava incapacitado para o trabalho me obrigando a retornar ao trabalho o que culminou em minha exoneração em 1997 e agora em minha luta judicial pela aposentadoria; eu dormia no trabalho, não tinha condições psíquicas e nem físicas ou orgânicas para trabalhar a partir de 1996. Porém o problema começou já em 1993 como já foi testemunhado... em 1993 eu já fazia estas associações com palavras nas aulas com a Professora Marcia e com a ¨transferência¨ e a ¨transparência¨ como já relatado em outro documento, era tudo muito difícil, pior do que hoje, pior do que agora, mais doloroso e mais sofrido, eu precisava de medicação para me acalmar e descansar, para parar de pensar na Marcia e no Prof. Ricardo, na Igreja, na UEL, no trabalho, nos meus amigos e amigas, no sexo, na cidade,...
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 23 de janeiro de 2015.
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