sábado, 21 de fevereiro de 2015

CRIME CONTRA O DIREITO E A SAÚDE EM LONDRINA!!!! (2015) OSNY MATTANÓ JÚNIOR

CRIME CONTRA O DIREITO E A SAÚDE!!!!!


O MEU CASO E DE MINHA FAMÍLIA NÃO É DIFERENTE, NO NOSSO CASO, CORTARAM O SIGILO TERAPÊUTICO, O DIREITO AO NOVO CÓDIGO CIVIL E AO CÓDIGO PENAL, O DIREITO A CONSTITUIÇÃO DO BRASIL, O DIREITO A INTIMIDADE E A PRIVACIDADE, O SILÊNCIO, O DIREITO A IGUALDADE E A LIBERDADE, O DIREITO  A SEGURANÇA, O DIREITO AO TRABALHO OU A APOSENTADORIA, O DIREITO A SAÚDE, O DIREITO AO PATRIMÔNIO, O DIREITO A RELIGIÃO,  O DIREITO A VIDA! JÁ SÃO MAIS DE 15 ANOS ASSIM! E A JUSTIÇA?!


VEJAM O EXEMPLO ABAIXO:

A médica urologista Myriam Priscilla Rezende de Castro, 34, condenada a seis anos de prisão no regime semiaberto por ter mandado cortar o pênis do ex-noivo, é considerada foragida pela Suapi-MG (Subsecretaria de Administração Prisional do Estado de Minas Gerais).





Relembre o caso

O crime  contra o ex-noivo ocorreu em Juiz de Fora (278 km de Belo Horizonte), em 2002. A médica foi condenada em abril de 2009, mas não foi presa imediatamente em razão dos diversos recursos impetrados pelos seus advogados.
Ela só veio a ser presa em abril do ano passado, em Pirassununga (211 km de São Paulo), após expedição de mandado da prisão pela Justiça.
De acordo com o processo, à época do rompimento do casamento, a médica teria se revoltado contra o homem e passado a ameaçá-lo. Ele teve sua casa e um automóvel incendiados.
Em seguida, ainda de acordo com o processo, Myriam, com a ajuda do pai, teria contratado dois homens para mutilar o ex-noivo.
Por causa de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante o julgamento, o pai cumpre pena em regime domiciliar.
Segundo o Ministério Público, no dia do crime, a vítima foi dominada por dois homens dentro do apartamento onde morava. Conforme a denúncia, os autores da agressão se passaram por técnicos de uma empresa de telefonia. O irmão da vítima também foi agredido.
O MP disse que os dois foram dominados, amarrados e ainda teriam sido obrigados a cheirar éter. Parte do pênis da vítima foi cortada e levada como prova da execução do serviço. Um dos executores está preso.
"Os executores usaram uma faca para cortar o pênis do rapaz e fizeram questão de dizer que estavam agindo a mando da ex-noiva e do pai dela na ocasião", informou a Polícia Civil de Minas Gerais à época da prisão da médica. A vítima sobreviveu e vive anonimamente. 

Osny Mattanó Júnior.
Londrina, 21 de fevereiro de 2015.

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