segunda-feira, 19 de outubro de 2015

SHAALOM - O FILHO DE HOMÃ - O Deus das Águas (2015) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR




SHAALOM
O FILHO DE HOMÃ
O Deus das Águas




19/10/2015





SHAALOM – O FILHO DE HOMÃ – O Deus das Águas (2015).
Osny Mattanó Júnior.


CAP. 1

         Num tempo em que só havia águas e em que elas eram divididas em um mundo dividido por águas, em um Reino Atlântico, outro Índico, outro Pacífico, outro Polar e outro Mediterrâneo onde habitavam incríveis seres das águas, escravos e Reis capazes de incitar suas comunidades a prática de guerras e de conflitos com os outros Reinos, porém sobre todos os Reinos estava o Filho de Homã, ele Shaalom das Águas, o Príncipe herdeiro do Mundo Oceânico inteiro.
         Shaalom das Águas era forte e robusto, tinha um cedro e uma lança capazes de ajuda-lo a se defender e de atacar aos seus inimigos e  monstros submarinos. Monstros submarinos que nem sempre eram apenas do seu Mundo Oceânico pois vinham de outros planetas em companhia de Extra-terrestres que os depositavam para destruir o mundo marinho de Homã e de Shaalom das Águas.
         Foi numa dessas que Shaalom das Águas teve que enfrentar o terrível Putrefato Monstro das Águas Geladas que costumava congelar tudo que rondava ao seu redor até apodrecer e definhar a morte... o Filho de Homã se viu num imenso desafio e entrou num grande combate com uma luta gigantesca contra o frio e o gelo até que o Monstro se mostrou abatido e ele o venceu e com o cerdo erguendo-o para as Estrelas Azuis formou um Portal ao qual mandou o terrível Monstro para longe de seu planeta e de sua vida aquática, nota-se que o Filho de Homã defendia a vida aquática, os peixes, algas, e plantas, os corais, e os seres inteligentes que não tinham poder mas tinham inteligência e amor, por isso o Filho de Homã os defendia. Muita água ainda ia rolar nessa história...

CAP. 2

         O Reino do Mediterrâneo estrou em guerra com o Reino Atlântico por causa das Borboletas Marinhas, uma espécie tesouro que era capaz de fertilizar a consciência dos aristocratas de cada Reino, eram tão importantes que ambos os Reinos saíram em caça as Borboletas Marinhas até que elas se tornaram extintas num dos Reinos, bem no Reino do Mediterrâneo onde imperavam os Reis e Rainhas mais fortes do Mundo Oceânico, em vista disto ocorreu uma grande guerra onde milhares de algas e plantas foram extintas devido ao poder da artilharia que despejava uma fórmula líquida escura para confundir aos que eram do Reino Atlântico que ficava no escuro e nada podia fazer a não ser esperar passar essa tinta escura do seu mar. As Borboletas Marinhas que estavam aprisionadas no Reino Atlântico acabaram morrendo e a guerra acabou, porém os filhos do Mediterrâneo conseguiram resgatar algumas Borboletas Azuis que voltaram para seu Reino. Depois de muito tempo a colônia de Borboletas Azuis voltou ao normal, inclusive as do Reino Atlântico pois o poder dos Reis e Rainhas do Mediterrâneo era orientado para o amor, e quem ama ajuda e perdoa, convive e partilha. Muita água ainda ia rolar nessa história...


CAP. 3


      Os ventos vieram e com eles as vespas vermelhas no primeiro mês do outono no Mundo Oceânico, muitas pestes surgiram  e a água começou a ficar turva por causa do voo acidental das vespas vermelhas em torno do Buraco de Areia que ficava no fundo do Oceano, a areia começava a se esparramar pelo mar confundindo os seres aquáticos, até que do fundo do Buraco de Areia surgiu um Monstro de Areia que era tão enorme e poderoso e capaz de destruir tudo ao seu redor com a força das areias. Esse Monstro de Areia saiu enfurecido pelo Reino Índico e fez das praias submarinas desertos sem fim e sem vida pois sua areia não suportava a existência de vida, era estéril, portanto virgem. Começaram a surgir pequenos Monstros de Areia e se fez então um Exército de Monstros de Areia, contra o qual Shaalom, o Filho de Homã teria que lutar heroicamente no futuro. Muita água ainda ia rolar nessa história...


CAP. 4



         Eis então que vieram do sul os Tubarões-Indígenas, criaturas aquáticas capazes de formarem tribos em meio a flora marinha, esses Tubarões-Indígenas avançaram rumo ao Reino Índico e cruzaram com o Exército de Monstros de Areia ao qual teve uma reação inesperada devido a ação do poder de incendiar as criaturas com as quais esses Tubarões-Indígenas cruzavam, assim aqueles Monstros de Areia se transformaram em Monstros de Vidro que por sinal tornaram-se inimigos dos mesmos Monstros de Areia pois os represavam acumulando-os como que em aquários no fundo do Oceano confundindo os seres vivos que nada podiam fazer quando eram aprisionados nesses aquários ou Monstros de Vidro, o Exército de Monstros de Areia recuou e se dispersou esperando os Tubarões-Indígenas irem embora do seu meio ambiente.   Muita água ainda ia rolar nessa história...

CAP. 5



         Com os tempos surgiram vermes no Reino Atlântico que começaram a sugar o açúcar das águas mais profundas, provocando doenças e pestes em todo o Reino Atlântico,  Shaalom, o Filho de Homã, viu seu povo adoecer e perder a saúde, o bem-estar, começaram a mudar de cor e a perder peso, a ter alterações fisiológicas graves que os impediam de se reproduzirem, então Shaalom desceu até  as águas mais profundas e descobriu que com amor os vermes não conseguiriam mais sugar o açúcar dessas águas, então os seres vivos do Reino Atlântico passaram a ser mais amorosos e calorosos, combateram as injustiças e a violência com amor e não mais com punição e covardia violenta que só reciclava a violência neste Reino, o açúcar era a doçura que estava indo embora, que os vermes da morte já começavam a comer para vencer a vida e o amor com loucura e violência.  Muita água ainda ia rolar nessa história...

CAP. 6

         O Reino Atlântico ia indo bem até que recebeu a visita das Algas Azuis que vinham do cosmos, viajaram pelo espeço em asteroides resfriados que as continham e toda a sua beleza e poder, elas tinham o poder de purificar a água  tornando-a acessível as criaturas que viviam sobre a terra, mas ainda não havia  terra nesse mundo, havia apenas vulcões que derramavam lava e assim iam criando ilhas no meio do planeta, mas não havia nada ainda, a terra ainda não existia, apenas os vulcões e as erupções, e agora as Algas Azuis, este mundo iria sofrer grandes mudanças, iria evoluir com o universo, com as Algas Azuis do cosmos. Mas o que iria acontecer? Só a história da evolução desse lugar para explicar tais fenômenos!


CAP. 7

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