OSNY MATTANÓ JÚNIOR
A FAMÍLIA MATTANÓ
03/07/2016
CAP. 1
A
família Mattanó era composta de 5 membros e um amigo. Um pai, o Desenhista, uma
mãe, a Filósofa, e três filhos, o primeiro, Psicólogo, a segunda, Bióloga, e o
terceiro, Luthier, e o amigo da família era justamente o Papai Noel.
É
1974 e eles estão numa festa julina onde o Psicólogo tem uma crise psicológica
pessoal traumática e resolve tentar jogar sua irmã no lixo, a Bióloga que por sua vez é salva pela sua mãe mesmo sendo
evolutivamente a mais amada naquele
momento de suas vidas íntimas, sua mãe, a Filósofa, foge ao niilismo e repensa
seus valores como sua consciência e
identidade, inclusive sua família levando-a a um ato heroico diante dos
horrores do Psicólogo, este aprende um estilo de vida que se mantem por muito
tempo.
O
Luthier só pensa em consertar violões e guitarras para que um dia fabrique sua
própria guitarra com sua marca própria e original, ele e o Desenhista trabalham
juntos por alguns anos até decidirem criar
e fabricar suas próprias guitarras, foi a partir daí que eles fizeram uma harpa
cristã e duas guitarras Mattano, que foram consideradas pelos seus usuários
melhores que as melhores do mundo
existentes até agora. O Desenhista não perdia a traço e o Papai Noel disse ¨tô
de saco cheio!¨
O
Psicólogo dizia para a Bióloga: bons sonhos você pode ter mas cuidado...
Ela
respondia: tenha uma noite melhor e refaça sua vida, e porque você me persegue?
Ele
dizia par ela: eu não estou te perseguindo, é que você não me entende!
A
Filósofa diz: assim não! Vai tirando as
mãos de cima dela! O que você estava fazendo?
Ele
diz: eu não...
Ela
diz: não tem desculpas, já prô quarto!
Com
seu novo estilo a família Mattanó aprendeu valores sociais como respeito
humano, retratação, misericórdia, perdão, conflito, trabalho, educação, amor,
dedicação, união, convivência, fraternidade, arte, religião e humor.
CAP. 2
O
Desenhista pega sua família e a leva para Curitiba em pleno inverno para
visitarem seus familiares, lá encontram a Mãe e as irmãs do Desenhista com seus
maridos e filhos, o Psicólogo nunca teve medo de Curitiba até 1995 quando
voltou já adulto para Curitiba até seus familiares que o receberam, foram
traídos pela mentira intencional da RPC que mandou minha família me vigiar para
poderem mentir em Tribunais e ajudar ao Estado e a UEL a mentir em Tribunais
ocasionando perdas irreparáveis em minha família tempos depois por causa dessas
mentiras da RPC e das autoridades que me seguiam para me causarem dano. Há uma
funcionária da UEL, a Amália, da Editora, que já declarou por duas vezes que o
erro das autoridades foi não terem me matado no início dessa confusão e
problema, nos anos 80 ou 90! Hoje em 2016 o Psicólogo tem medo e trauma de ir
para Curitiba por causa da RPC e das autoridades que faltam com a verdade!
CAP. 3
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