quarta-feira, 19 de abril de 2017

6 IRMÃOS E 1 CAMINHO (2017) OSNY M JNR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR





SEIS IRMÃOS E UM CAMINHO







25/02/2017
SEIS IRMÃOS E UM CAMINHO.

CAP. 1
         E lá vai ela, dona Astéia, com seus seis filhos debaixo do braço, em busca de seu caminho; o caminho que Deus lhes preparou...
         Dona Astéia sempre educou seus seis filhos com a melhor educação do mundo e com muito amor, foi assim que eles cresceram e também se tornaram amor.
         Dona Astéia ensinou o amor ao seu filho Osi que se tornou muito amoroso com o tempo, aprendendo a cuidar de seus irmãos e de sua família durante a guerra.
         Foi na guerra que Osi se decidiu lutar pela paz e defender sua família que também participou da guerra bravamente e heroicamente como defensores da paz.
         Li(li), a jovem irmã de Osi, filha da dona Astéia, se casou com Neson e tiveram três filhos que também tiveram que lutar na guerra, um deles acabou morrendo, os outros sofreram muito e continuaram lutando, Li(li) gostava de tomar café com leite quente no frio, e Osi ficava  todo abatido e tristonho com a situação de seus sobrinhos.
         Dona Astéia dizia sempre para Li(li) e sua família ¨é lutando na guerra que a gente vai perdendo a esperança,  e é lutando contra a guerra que  a gente vai adquirindo e ganhando, cada vez mais, a esperança!¨
CAP. 2
         Seu irmão, Noé, dizia, ¨bá-pá-fú, a guerra está dentro da gente¨, e sua esposa dizia ¨ele é assim mesmo, meio de lua e de vez¨ e explicava que não gostava de ouvir essa palavra, ¨guerra¨, pois ela tem sua guerra pessoal contra a insanidade de seu marido, e ela acredita que saiu ganhando pois vive com amor e longevidade ao seu lado, o amor é para sempre e chegou para ficar nessa família, e tiveram seus filhos..., dona Astéia dizia sempre ¨ter filhos é coisa do amor, começa dentro da gente e se espelha pelo mundo!¨
CAP. 3
         Noé foi se espalhando pelo mundo através de suas viagens de navio no Porto de Paranaguá, onde ele embarcava clandestinamente, escondido, e só em alto-mar se anunciava à tripulação que tinha que acolhê-lo, fez isso, por vários anos e conheceu o mundo..., ficou sabendo que o mundo é coisa de louco, que tudo é tão lindo que até parece loucura e delírio, as tripulações dos navios percebiam que ele era doente e por isso o mandavam de volta para Paranaguá na próxima viagem, até que Noé mudou e passou a ficar em sua casa com sua família, dona Astéia dizia ¨é viajando que a gente chega lá!¨ Sua esposa dizia ¨o amor sempre reconcilia e volta para sua casa¨, ele era um amor.
CAP. 4
         Então seu outro irmão, Orlan, disse para sua família em sua casa ¨estamos em tempos de necessidades, temos que economizar e trabalhar muito¨, sua família    concordou e o ajudou, mas passaram fome e mais necessidades, mas perceberam que Orlan era amoroso e que isso era contagioso e os influenciava e foi só através do amor que perceberam que poderiam fazer mais, que poderiam estudar, voltar a estudar e se formar, estavam descobrindo o amor, estavam descobrindo seu pai..., dona Astéia dizia ¨o amor só vale a pena se ele é puro!¨
CAP. 5
         Xia com sua família na praia descansando de férias não tirava os olhos do computador para saber as notícias de última hora a respeito da Igreja,  era uma época onde havia muita violência e imoralidade na Igreja Católica, sobretudo na televisão, por causa de Nossa Senhora e da guerra, ela esperava por notícias sobre o Sinal Permanente em Medjugorje! Xia desligou o computador pois nada ficava sabendo e começou a rezar o Santo Rosário, tudo porque havia amor nela! Dona Astéia dizia ¨rezar é como pedir prô Céu, cai alguma coisa boa quando a gente menos espera!¨
CAP. 6
         E Luci que se lembrava de seu esposo separado dela e de seus filhos por amor, que também lutou na guerra e ajudou seu país a superar seus problemas por causa dela, ele  continua vivo até hoje em cada memória como um herói ou super-herói que defendeu sua família, estado e nação, um grande homem que conheceu o amor, Luci, o próprio amor. Dona Astéia dizia sempre ¨conhecer o amor é conhecer o interior, é conhecer a família, o estado e a nação!¨
CAP. 7
         E foi assim que essa família conheceu a guerra e aprendeu que na guerra tudo muda, o mundo muda, os pensamentos mudam, os afetos mudam, as ideias mudam, as referencias mudam, os conhecimentos também mudam,... aprenderam que as palavras adquirem significado e sentido trágico e violento, de sofrimento e de holocausto, de morte e as ações também, inclusive as relações sociais e familiares, mas se salvam todas as relações onde prevalecem a humanidade, o socorro e o amor, a fuga e a esquiva da guerra e da violência, do aprisionamento, aprenderam que é injusto cobrar padrões normais de comportamento de pessoas e de grupos de pessoas que estão submetidas a estas contingências aversivas
e destrutivas, pois estão traumatizadas e em ruínas, suas vidas precisam primeiro ser restauradas com amor e depois justiça para que possam por um ponto final em cada história de dor e de perdas, dona Astéia disse ¨a guerra é veia!¨
CAP. 8
         E a televisão começou a noticiar que a guerra dividiu o mundo e o mundo dividiu as pessoas e assim os artistas e os grupos sociais.  Os artistas, por exemplo, do Brasil se juntaram para lutar contra o Cientista e os artistas do mundo se juntaram para lutar contra o Brasil e a favor do Cientista, a guerra       dividiu o Brasil que começou a se manifestar e a protestar e a ter problemas sociais e políticos, dona Astéia dizia ¨que a guerra era como jogar futebol e só marcar gol contra!¨
CAP. 9
         A Igreja então se manifestou a favor do Cientista que era também Santo e a população do Brasil entrou em choque, uns ficaram com medo e outros com ódio, preocupados com o seu futuro pois negar a vida a um enviado de Deus pode ser a mesma coisa que negar a vida a Deus, os políticos que queriam se aproveitar da oportunidade de serem também chamados de ¨santos¨ queriam matar e roubar o Cientista para dar de graça para a população pobre e desinformada que era manipulada por cobras venenosas capazes de envenenar até mesmo aos Santos com suas influências degenerativas e aterrorizantes pois mantinham o Cientista como refém de uma guerra que ele nunca participou e nem criou com sua família! Dona Astéia dizia ¨política é como pó de mico, só atrapalha!¨ Os políticos que mantinham a população sob pressão eram os mesmos que eram réus em processos federais e a população sabia disso, a população era corrupta e só queria roubar e roubar e roubar, era corrupta e ladra!
CAP. 10
         Essa família descobriu que as autoridades as controlavam por causa dos seus atos políticos e administrativos observando plenamente todas as suas vidas, inclusive os sonhos e o sono e a intimidade e a privacidade por meio de tecnologias secretas de espionagem e de controle de comportamento, gastavam fortunas com fenômenos que não eram crimes, que eram normais e apenas doenças mentais, mas não usavam essas tecnologias de controle em presídios, cadeias, delegacias, favelas para controlar, espionar e conter criminosos e traficantes, nem mesmo em Bancos onde se vivia uma explosão de assaltos em todo o país, e paralelamente outras autoridades descobriam e investigavam outros casos assustadores de corrupção e de violência no Brasil e no mundo! Dona Astéia dizia ¨é melhor essas autoridades estarem certas senão eu estou errada!¨
CAP. 11
         Então do nada autoridades do Estado do Paraná invadiram a casa da família de dona Astéia e a ameaçaram de vários crimes e propuseram para ela se associar ao Estado para fazer lavagem cerebral no Estado do Paraná, no Brasil e no mundo, mas dona Astéia disse ¨cobra gorda a gente mata com linguiça dura!¨ e não aceitou essa oferta, então começaram a torturar sua família e o pior sabendo que sua família já vinha sendo torturada por instituições do Estado do Paraná já há 7 anos e vítima de lavagem cerebral por parte de artistas por mais de 15 anos, a lavagem cerebral deixou marcas em toda a sua família, todos ficaram doentes e insanos, dona Astéia disse ¨insano é o louco que não é louco!¨ E a guerra continuou, outra guerra, contra sua família por parte do Estado do Paraná que jamais se desculpou por ter torturado essa família no passado!
CAP. 12
         E no meio da guerra havia um grupo de pessoas que controlavam a família de dona Astéia que se comportavam como psicopatas pois controlavam todos os horários e comportamentos, inclusive relacionamentos deles, a ponto de usarem essas informações para torturá-los e fazer lavagem cerebral neles através dos meios de comunicação e das artes como as novelas, pois havia na televisão uma programação definida e em série para tal propósito há vários anos como que numa guerra moral, sexual e psicológica por meio da violência, tortura, difamação, violação da intimidade e da privacidade, violação da liberdade, exploração sexual e lavagem cerebral, havia até declarações em um canal de televisão onde confessavam que a intenção era matar uma pessoa dessa família que morava em outra cidade. Dona Astéia dizia ¨televisão é como ter visão e não enxergar coisa alguma, ver tudo embaçado!¨
CAP. 13
         Osi disse para Noé ¨nunca se misture a sua imaginação pois senão tu se confundirás com os absurdos da imaginação dos filmes, das novelas, das canções, da pornografia, das histórias em quadrinhos, dos contos de fadas, etc.¨, Noé disse ¨difícil é imaginar que não existe imaginação e mais difícil é saber quando estou imaginando!¨ Noé tinha o hábito de assistir televisão, de ler livros e histórias e de acreditar que tudo existia, que tudo era verdade, que até mesmo ele pertencia aos filmes e histórias, aos livros, quando ele via um filme de extraterrestres ele acreditava que ele também era um extraterrestre e que lutava com extraterrestres, tudo por causa da sua imaginação que ele não compreendia, tinha problemas e seus irmãos sabiam, dona Astéia dizia ¨imaginação é como leite de criança, começa bom e termina azedo!¨
CAP. 14
         Dona Astéia começou a se lembrar de quando era criança e escreveu no muro de sua casa ¨abre casinha que a porta bate e fecha não tem quem mexe¨,  e começou a delirar e a sonhar acordada saindo falando alto ¨casinha do meu pai e da minha mãe é igual a minha que não tem parede e nem porta¨, de repente dona Astéia voltou para o presente e disse ¨bota bosta no ventilado que sai voando por favor¨, Noé escutou isto e disse ¨será que eu estou entendendo o que está acontecendo com o eletrodoméstico? Tá fedendo...¨. Então Osi disse ¨quanto antes acabar o vento melhor¨, Noé disse ¨essa é a nossa melhor oportunidade personalizada pra repirar¨, dona Astéia terminou a conversa dizendo ¨eu fiz tudo de cabeça!¨
CAP. 15
CAP. FINAL
         Dona Astéia descobriu em sua jornada e caminhada pela vida, em seu caminho, que o melhor da vida é saber como agir, mesmo que tudo pareça impossível e sem lógica, sem ordem, sem organização, ou uma loucura, mesmo que tudo esteja no fim  ou acabado, pois a caminhada é aprender que a cada passo recomeçamos tudo de novo e levamos nossas vida adiante buscando um novo horizonte, novas experiências, novas vivências, novas respostas, novas relações sociais, uma nova vida. Dona Astéia antes de morrer deixou este legado para seus filhos e filhas que aprenderam o segredo do caminho.



Osny Mattanó Júnior

Londrina, 19 de abril de 2017.

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