terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

ISTO PODERIA TER ACONTECIDO COMIGO!!! JUSTIÇA!!! (2014) Osny Mattanó Júnior.

ISTO PODERIA TER ACONTECIDO COMIGO!!! JUSTIÇA!!! (2014)

Desde 1992 e 1993 que eu vinha tendo surtos de esquizofrenia no trabalho, na Igreja, na Faculdade, nas ruas, em todos os lugares e não me ajudaram, eu busquei ajuda, eu e minha família pagamos muito dinheiro por ajuda para Psicólogos, Psiquiátras, Médicos, Advogados e ninguém deu um passo a frente para nos ajudarem, nos negligenciaram e omitiram socorro me deixando sofrendo horrores até mesmo no trabalho a ponto de em 1997 tentar o suicídio no CLCH/CDPH - as Autoridades competentes tem que explicar porque tamanha covardia? A de quem errou desde 1988 e 1992 na UEL! E a de quem se omitiu e me usa e usa a minha família violentamente a ponto de deixar-nos todos a beira de surtos esquizofrênicos como estes - quando algo não agrada uma ou um grupo de Autoridades que tem poder isso muda! Não querem que eu mude mas não querem que eu seja incapaz desde 1993 mesmo já estando com problemas até mesmo desde janeiro de 1989 (já ouvia vozes em 1989 - alguém me perseguia para me estuprar e me roubar) - este caso abaixo poderia ter acontecido comigo na UEL a partir de 1992/1993 - é isto que uma ou mais Autoridades da UEL ou do Estado do Paraná que tem responsabilidades por seu funcionário deseja para ele e para sua família? Para o seu futuro? Um caso destes é inquestionável! Eu não consigo mais trabalhar como qualquer pessoa trabalha, só tenho ocupações  e trabalhos diferenciados sem horários, nem roteiros, nem obrigações ou normas de empregado e não tenho renda nem renda fixa ou contrato de trabalho, ninguém me empregaria diante de tantos problemas de saúde! Por isso peço respeito as Autoridades que ao menos prendam os criminosos e aqueles que nos ameaçam o patrimônio, a vida e a saúde pois isto é crime! Já são uns 20 anos desta prática imoral e ilícita, violenta que vem furtando o patrimônio, a vida, a paz e a saúde dos brasileiros e de parte do mundo!


Osny Mattanó Júnior
Londrina, 04 de fevereiro de 2014.



04/02/2014 12h39 - Atualizado em 04/02/2014 15h14

Filho de Eduardo Coutinho confessa assassinato, diz polícia do Rio

Daniel Coutinho foi ouvido no Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Segundo a polícia, ele alegou que 'não queria deixar os pais desamparados'.

Do G1 Rio
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O filho do cineasta Eduardo Coutinhoconfessou à polícia ter matado o pai a facadas e esfaqueado também a mãe, Maria das Dores Coutinho, de 62 anos, que permanecia hospitalizada na tarde desta terça-feira (4). As informações são do titular da Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa, como mostrou o RJTV. 
Daniel Coutinho, de 41 anos, foi ouvido pela Polícia Civil na noite de segunda-feira (3), com a presença do inspetor e psicólogo da Divisão de Homicídios, Gilvan Ferreira. O depoimento durou pouco mais de duas horas e foi prestado no Hospital Miguel Couto, na Gávea, na Zona Sul do Rio, onde Daniel está internado sob custódia, já que teve a prisão preventiva decretada pela Justiça do Rio. No entanto, detalhes do depoimento não foram revelados pela polícia.
Eduardo Coutinho foi morto em casa no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio, na manhã de domingo (2). Para a polícia, Daniel matou o pai, esfaqueou a mãe, Maria das Dores Coutinho, e depois atingiu a própria barriga com facadas durante um "surto psicótico". Ele e a mãe passaram por cirurgia no Hospital municipal Miguel Couto. Maria das Dores foi transferida para uma unidade particular na segunda-feira (3), mas o nome do hospital não foi divulgado.
"Ele confessou o crime e, na verdade, explicou que tinha medo constante de viver e o objetivo era se suicidar, mas ele disse que não queria deixar os pais desamparados", afirmou o delegado Rivaldo Barbosa.
Sobre a informação de que Daniel sofreria de esquizofrenia, o delegado reafirmou que apenas a perícia judiciária poderá confirmar isso e frisou que não há como estabelecer relação entre os fatos. "Não dá para comprovar [que ele seja esquizofrênico]. Não tem relação direta entre doença mental e prática de crime. O que importa é que o crime foi esclarecido pela Divisão de Homicídios", disse Barbosa.
Segundo o inspetor de polícia e psicólogo Gilvan Ferreira, Daniel demostra arrependimento. Ele está estável e lúcido.
Enterro
O corpo de Coutinho foi enterrado às 16h20 desta segunda-feira (3). O velório começou às 10h30, na Capela 3 do Cemitério São João Batista, em Botafogo, também na Zona Sul. Dezenas de parentes, amigos e colegas de profissão se despediram de um dos principais documentaristas do país. Uma salva de palmas de quase cinco minutos marcou o adeus a Coutinho.
Vale este: Cronologia de Eduardo Coutinho  (Foto: Arte/G1)
'Palavras desconexas'
Logo após o crime, Daniel teria batido na porta de um vizinho, "não concatenando as ideias" nem "falando palavras corretas", em um aparente surto, contou o delegado Rivaldo Barbosa, diretor da Divisão de Homicídios.
A mãe de Daniel, Maria das Dores, levou dois golpes de faca nos seios e três na barriga, além de sofrer uma lesão no fígado.
De acordo com o delegado, Maria das Dores se salvou porque conseguiu se trancar no banheiro após ser ferida. De lá, ligou para o outro filho do casal, o promotor Pedro Coutinho.
O delegado contou que Daniel primeiro golpeou o pai, até matá-lo. Em seguida, atacou a mãe. Ele, então, aplicou dois golpes de faca na própria barriga, foi até a porta do vizinho e pediu para o homem avisar o porteiro sobre o ocorrido. Daniel voltou para o apartamento e ficou lá até a chegada dos bombeiros.
"Ele abriu para os bombeiros voluntariamente. O porteiro bateu, ele abriu", explicou Barbosa, acrescentando que uma vizinha disse ter ouvido gritos.
Duas facas sujas de sangue foram apreendidas no quarto de Daniel e encaminhadas para perícia no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE).
Carreira
O paulistano Eduardo Coutinho ganhou em 2007 a estatueta Kikito de Cristal, do Festival de Cinema de Gramado (principal premiação do cinema nacional), pelo conjunto de sua obra. Entre seus principais filmes, estão "Edifício Master", "Jogo de cena", "Babilônia 2000" e "Cabra marcado para morrer".
Em junho do ano passado, ele e o também cineasta José Padilha (autor dos filmes "Tropa de elite" e "Tropa de elite 2: O inimigo agora é outro") foram convidados a integrar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (Ampas, na sigla em inglês), responsável pela premiação do Oscar.

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