OSNY MATTANÓ JÚNIOR
O TRÁFICO HUMANO
VIOLÊNCIA
E
CONTROLE FORA DE CONTROLE
05/03/2014
CAP. 1
Maguro era o cara. Ele
vivia com dificuldades de se aceitar e com dificuldades de aceitar o novo e
isso influenciava a sua sociedade e as mudanças sociais, pois Maguro era um
doente importante na sociedade londrinense desde os anos 90. Ele era violento
mas também combatia a violência. A violência para ele era um gênero de força
que visa romper a resistência pelo terror e é crime quando praticada contra o
ser humano, neste caso os mais pobres e desfavorecidos como os moradores das
periferias onde enfrentam problemas como as drogas e o tráfico de drogas e de
pessoas, mas isso não era culpa dos traficantes e nem das drogas mas sim das
Autoridades que eram incompetentes no modo de lidar, gerenciar e mandar nas
Escolas de Londrina. Essa violência era a escolha deliberada de atingir um fim
seja qual for o meio, neste caso, político.
A violência política é a
brutalidade, a coerção, o escárnio, o medo, a vergonha, a humilhação, a força,
a crueldade, a guerra, o combate, a batalha, a fome, o desamparo, o
desrespeito, a desigualdade social, o assédio moral e sexual, a exploração
sexual e do trabalho, a escravidão, o abuso de incapazes, a agressividade, o sofrimento,
o bullying, a doença desprezada e mal tratada, a morte, o poder, etc.. Maguro
fazia tudo isto mas também combatia tudo isto! Maguro era fruto de uma cisão
entre o indivíduo e o Estado, mas como e porquê? E desde quando?
Talvez por obra de um controle fora de
controle e seus modos de dominação, maneiras e modos que empregamos e que são
empregadas para dominação da pessoa ou grupos de pessoas, ou outros seres
vivos. Maguro era um doente que não se lembrava de seu nome verdadeiro e que
era conhecido assim por viver sozinho.
Mas a mais relevante
característica de Maguro era de lutar pelos seus direitos e pela cidadania,
direito de todos, como o direito a paz, a vida, a saúde, a liberdade, ao patrimônio e a locomoção
dentre alguns dos mais conhecidos direitos dos brasileiros e brasileiras, mas
Maguro era um doente e isso o fazia ser diferente? Isso era o bastante para que
ele fosse considerado diferente como ser humano? Ele até poderia ser diferente
legalmente por ser doente e estar protegido por leis contra abuso e exploração
de doentes e de incapazes, mas não era diferente como ser humano! Eram poucas
as pessoas que conheciam e aceitavam este destino de Maguro, um bravo lutador
contra o tráfico, a violência e o controle fora de controle.
CAP. 2
O
problema agora para Maguro era o problema nos presídios e nas cadeias onde em
vez de recuperarem as pessoas melhorando-as e ressocializando-as acabavam
torturando e escravizando e até traficando esses seres humanos com ajuda de parcela
da sociedade e dos Mass Mídia que associavam-se somente neste contexto
sócio-histórico para divulgar imagens e sons onde havia violência, desrespeito,
degradação, humilhação, tortura, perseguição, tráfico, abuso, exploração,
doença sem dignidade humana, e esquecimento dos valores sociais e da família
como a fraternidade e a caridade que levam a convivência, a paz, ao bom
ajustamento psicológico e social, filosófico e espiritual, propiciando assim
saúde orgânica aos indivíduos através da fraternidade e da caridade difundidos
pelos líderes da Igreja Católica em Londrina.
Os
detentos eram escravizados, torturados e traficados pelos detentores da
informação, do saber e do poder de forma indireta para alimentar a máquina ou o
Estado e a política e a vida política que também era traficada por outros
criminosos através de ameaças e associações criminosas que também eram
controlados pelo poder e pelo controle fora de controle do Estado, uma forma de
burocracia que leva a desordem organizando-a e gerenciando-a de modo a
criminalizá-la mas também a aceitá-la através da corrupção. A Igreja Católica
tinha agora um papel bastante difícil pela frente... o tráfico de humanos
estava apenas sendo desvendado...
CAP. 3
Mas
porquê a Igreja Católica teria este papel? Respondeu o povo: ¨Por causa da
fraternidade e da caridade!¨
Então
Maguro contava com o apoio da Igreja mas a Igreja se dispersou em meio a seu
caminho e Maguro seguiu outro caminho...
Porém
o tráfico de humanos e a violência e o controle fora de controle ainda eram os
objetivos de ambos.
Deste
modo Maguro ainda doente foi defender os direitos das pessoas quanto aos modos
de dominação... os modos de dominação estão e se manifestam no cotidiano das pessoas
através de alguns mecanismos como a colaboração, a eqüidade, a legitimidade, a
justiça, a hierarquia, o consenso, a lealdade, a educação, o trabalho, a
religião, o esporte, o lazer, a economia, o direito, a saúde, o transporte, a
comida, a informação, a dependência psicológica, moral, sexual, física, social
e pública, eles determinam nossos modos de relação e de dominação, também
através da imitação, atenção, controle instrucional e discriminação por meio de
aproximação sucessivas para a modelagem de nossos comportamentos e relações
sociais e domínio político, como modos de dominação de massas que a incorpora e
a reproduz em seus relacionamentos
breves e/ou duradouros, primários ou secundários interferindo na afetividade,
e na racionalidade e em todas as inteligências, elas: matemática; lingüística;
interpessoal; intrapessoal; corporal; musical; espacial; naturalística; moral;
emocional; psicomotora; espiritual e lúdica. Maguro conhecia bem o que defendia
e pelo que lutava. Todos estes conhecimentos o ajudavam a investigar e tomar
decisões quanto ao tráfico de humanos e a violência e o controle fora de
controle mesmo estando, ele, doente, muito doente.
Maguro
se embrenhou num novo tipo de enfrentamento, agora político e ideológico,
temático e didático, discursivo e criativo para abordar e defender todos os
grupos sociais, vítimas e criminosos, e assim otimizar a vida e a vida social
dessas pessoas de modo a lhes oferecer idéias inovadoras para o bom convívio.
CAP. 4
Deteve-se
então Maguro em novos estudos e novas teorias como a Biopsicosociofilosofia que
compreendia o tráfico humano, a violência e o controle fora de controle como
questões da Biologia, Psicologia, Sociologia e Filosofia numa tentativa de
transformar a realidade de seu contexto e de sua vida, mas também das Ciências
pois Maguro era Psicólogo e acreditava que só o saber através do conhecimento
ou do instinto trás o poder.
Todas
estas questões no mundo biológico através da agressividade seria ser agressivo
e atacar e se defender como indivíduo e espécie no tráfico humano, na violência
e no controle fora de controle, no mundo psicológico seria ser agressivo a ponto
de dirigir para fora sua agressividade e destruir o outro no tráfico humano, na
violência e no controle fora de controle, na sociologia refere-se a morte, domínio
e expulsão de indivíduos e grupos de seus grupos no tráfico humano, na
violência e no controle fora de controle, e na filosofia seria não saber lidar
com conjecturas agressivas e violentas de modo não agressivo e não violento e com a
morte filosófica no tráfico humano, na violência e no controle fora de controle.
CAP. 5
Maguro
ainda fixado nas novas teorias e epistemologias descobriu a Esquizoarte
Perceptiva Tecnocultural e buscou respostas para suas perguntas no tocante ao
tráfico humano, a violência e ao controle fora de controle.
Deste
modo a liberdade ante ao tráfico humano, a violência e ao controle fora de
controle e os modos de dominação e a percepção residual da arte que leva a
individualidade e a singularidade diante dos Monstros e os modos de dominação
que nos servem para dominarmos esses Monstros e outros também, a percepção
residual controla ou faz emergir o sofrimento oriundo da violência e dos modos
de dominação gerando um controle fora de controle. A liberdade é a convivência
diante da violência e dos modos de dominação e a arte nos ensina e deixa isto, seja
ela qual for e em qual época ou em que contexto estiver e for. Maguro começou a
encontrar novas teorias e conhecimento novo que o levaram a novas perguntas e
investigações posteriores, isto era muito interessante para Maguro.
CAP. 6
Voltando
pra casa Maguro conheceu Mirséia por quem se apaixonou e com quem teve um
namoro adulto, Mirséia engravidou logo nos primeiros meses, porém Maguro não a
abandonou e continuou estudando agora como Docente de um Colégio dando aulas de
Psicologia, notadamente o assunto do momento era o Tráfico de Humanos, a
Violência e o Controle fora de Controle e as novas maneiras de enfrentá-los e
de compreendê-los. Assim Maguro aproveitou o que já conhecia de Novas Teorias e
Epistemologias e de continuidade ao seu investimento...
Abordou
na Biblioteca do Colégio a Cultura Psicomanifesto Comportamental que vê a
violência como não permitir ao sujeito Cultura e tecnologia para que venha a
ter seus desejos e felicidade, produto da tecnologia. A Cultura ensina e produz
desejos, inteligências, pensamentos, linguagens e afetos tanto no meio do
tráfico de humanos, na violência ou no controle fora de controle, e a partilha
desses bens como por exemplo o novo e as novidades tecnológicas. A violência
atinge o sujeito impedindo de ter acesso a Cultura e as tecnologias causando
conflitos e diferenças desumanas. O bem-estar está aqui associado a Cultura que
fabrica tecnologias como o computador, o iPod, o MP6, o papel, os CDs, os DVDs,
o cinema, a TV, etc., e o não acesso a Cultura pode interferir na vida afetiva
da pessoa levando-a a um falso amor e ao ódio por sofrer sem acesso a esses
objetos de satisfação e de desejos e de conforto e liberdade. Devemos promover
a liberdade e não o impedimento a Cultura e a tecnologia para o bem da pessoa,
da família, da sociedade e da civilização, ou seja, da humanidade. Maguro era
um bom Docente e um grande pesquisador, ele sabia o que fazia. O que ele fazia
ele fazia por Mirséia seu grande amor.
CAP. 7
Osny Mattanó Júnior
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