OSNY MATTANÓ JÚNIOR
O AZUL
2015
O AZUL.
CAP. 1
Estamos num tempo de pragas e
tempestades, provações e provocações, horrores, calamidades e guerras,
tsunamis e terremotos, catástrofes e
terremotos e muita marginalidade numa terra que até pouco tempo era sinônimo de
berço, morada, refúgio, casa e acolhida àquele que a ela recorre, os políticos
são na maioria corruptos e trapaceiros, as autoridades abusam do poder e a
Justiça é impraticável. Mas nesse contexto existem cientistas num laboratório
fazendo pesquisas sobre seu tempo e modos para reverter essa calamidade
existencial ao qual seu país e sua gente está subordinada. Porém suas pesquisas
fogem ao controle por causa de dois cientistas que foram omissos e falsos em
seus relatórios prejudicando o andamento e o restante das pesquisas. Isto
causou num dos experimentos um problema emocional e psicológico inapagável que
seqüelou este sujeito experimental que acabou se tornando um monstro com
poderes telepáticos psicóticos do mal e poderes santificados do bem, ele se transformou no Poder.
Este
monstro terá que lutar contra os cientistas para escapar do laboratório e
depois terá que lutar contra o Azul e a humanidade. O Poder tem uma luta contra
o saber, o sobrenatural e o racional.
Os
cientistas começaram a manipular a informação e os Mass Mídia em suas jornadas
de trabalho até que o monstro se revoltou e mesmo sem saber com seu Poder
ludibriou aos cientistas que começaram a se agredir e a se revoltarem uns
contra os outros insanamente, tudo por causa dos poderes telepáticos psicóticos
do mal do monstro, mas esse monstro foi criado e desenvolvido, mantido, por
esses cientistas que no futuro se revelaram mais insanos do que o próprio
monstro, pois espalharam as sementes desse monstro pela sociedade e as ajudaram
a germinar e florescer, frutificar e foram colher em benefício próprio o que
plantaram no mundo sem se importarem com o mundo, as pessoas, o monstro e sua
família. Mesmo que os cientistas venham um dia abusar, explorar, violentar ou mentir
sobre alguém, algo e/ou a humanidade em benefício de si mesmos ou de uma
ciência a moral reparará esse ato criminoso!
CAP. 2
Em
vista dos fatos os cientistas se organizaram em células de força para
derrotarem o monstro, o Poder, e aí
começou uma longa e duradoura batalha onde os cientistas influenciavam as
comunidades com mentiras declaradas através de histórias científicas amedrontadoras
e temíveis a respeito do monstro, surgiram aprendizes dos cientistas que
colaboraram com suas doutrinas e jogos de foça na tentativa de destruir o monstro, uma luta
alienadora e cheia de dor, medo, mentiras e muita, muita covardia por parte dos
cientistas que recrutavam aprendizes colaboradores para, certamente,
fracassarem em suas lutas e vidas, pois a ciência não tolera mentiras.
CAP. 3
Um
jovem aprendiz de mágicos ficou instigado pelos cientistas que falavam muito da
vida do monstro, de suas fraquezas e isso o levou a colaborar com os cientistas
para derrotarem o monstro. Primeiro o jovem lançou um feitiço mágico para
adormecer o monstro mas seu primeiro feitiço mágico nada fez, depois tentou
transformá-lo num sapo e também não conseguiu, depois pôs-se a ler os
pensamentos do monstro para derrota-lo mas não conseguiu compreende-lo de
fato... só depois de muito tentar é que ele descobriu que nada poderia fazer
pois ele tinhas os poderes telepáticos da santidade do bem que impediam os
feitiços mágicos, então o jovem acabou morrendo de tristeza e dor por ter
fracassado em sua missão. E o monstro revelou sua outra face, a do bem que lhe
protegia do mal. O Poder pode salvar e proteger contra o perigo! A ciência não
admite truques mágicos, ela não mente jamais!
CAP. 4
O
tempo foi passando e os cientistas fundaram uma Universidade onde colocaram
seus alunos no meio da briga e do problema forçando-os a se calarem diante dos
planos dos cientistas contra o monstro, então todos os alunos da Universidade
entraram na briga e no problema, uns ativamente e outros passivamente, foi a
maior confusão, isso gerou muitos problemas e confusões para a cidade e depois
para seu país, isto acabou afetando o resto do mundo, os cientistas eram mesmo
é muito corruptos e violentos envolvendo tanta gente em seus problemas e
confusões. Com o tempo os problemas só foram aumentando pois cada vez mais,
mais gente se envolvia nos problemas, talvez num apelo desesperado e
interminável de derrotar o que eles mesmos criaram, um monstro, o Poder. A
ciência não admite associações ilícitas e desorganizadas com o intuito de
prejudica-la, ela penaliza esse tipo de organização criminosa tornando falsos
seus princípios, métodos e resultados.
CAP. 5
Então
os alunos enlouqueceram e começaram a perseguir e a discriminar como que
racistas ao monstro por ele ter e ser feito de Poder... alunas começaram a
seduzi-lo para incrimina-lo, alunos tentavam envolve-lo nas drogas e os
cientistas iam mapeando a vida e o comportamento do monstro para derrota-lo. Foi
aí então que um canal de televisão ficou sabendo do que estava acontecendo e
foi até lá para entrevista-los. Os cientistas, todos, mentiram sobre o monstro
dizendo que foi ele mesmo quem se criou, se desenvolveu e atacou a cidade... a
rede de televisão passou isso na televisão e foi uma grande repercussão vieram
exércitos, policiais, juízes e promotores, autoridades, políticos e religiosos,
advogados, artistas a atletas, curiosos, todo mundo se mobilizou contra o
monstro, o Poder. Mas num grande acontecimento milagroso onde deram-se
aparições da Mãe de Deus vieram mensagens para toda a humanidade diante de
todos milagrosamente, que diziam que o monstro era uma pessoa Santa do Paraíso
e que seu Poder, o telepático psicótico do mal e o santificado do bem vinham de
Deus, do amor e da loucura, do ódio na Cruz contra o Filho de Deus. Essas
aparições mudaram toda a história e a vida, salvaram vidas e a vida do monstro,
o Poder. A ciência não vai bem num ambiente com perseguição e propagandas
falsas e imorais como uma tentativa de destruí-la pois ajudam nisto e ela, a
ciência, torna-se impotente diante do milagre sobrenatural.
CAP. 6
Então
o monstro, o Poder, volta para casa, volta para o laboratório para destruí-lo e
chegando lá encontra um de seus criadores que instantaneamente consegue injetar
uma substância paralisante no monstro que cai subitamente no chão. O cientista
chama sua equipe que prontamente o leva numa maca totalmente amarrado para uma
sala no interior do laboratório. Lá o cientista faz exames clínicos e
laboratoriais no monstro que desperta depois de 12 horas desacordado. Nesse
momento ele ficou tão furioso pois sabia que estava sob domínio de um mentiroso
e falsário que saiu de dentro dele um extra-terrestre, um ser de luz brilhante,
que com sua luminosidade cegou temporariamente a todos facilitando a fuga do
monstro do laboratório, o ser de luz ainda atrapalhou a compreensão e a
conscientização de todos no laboratório. A ciência realmente não deve mentir
nem brincar com seus experimentos científicos pois eles podem se voltar contra
ela e atrapalha-la, prejudica-la ou estraga-la.
CAP. 7
Em
fuga, o Monstro, faz amizade com a Esperança, força que virá motiva-lo a partir
de agora a permitir-se em seus atos e pensamentos. Com a Esperança o Monstro, o
Poder, tornou-se sonhador. Começou a desejar a liberdade, a fraternidade, a
solidariedade, a igualdade, a justiça e a comunhão. Sua vida e sua história
tornaram-se outras. Nota-se que até ele parou de fugir e começou a discursar e
debater suas idéias e ideais. O Poder agora vestia outra camisa, trocou a
camisa de força pela de empreendedor, da comunidade, da escola e do trabalho. A
ciência traz a esperança para sua comunidade
através dos seus estudos e trabalhos, motivos para a transformação social.
CAP. 8
O
Poder ou o Monstro agora empreendedor começou a sofrer alterações genéticas,
morfológicas, fisiológicas e comportamentais e assim começou a sonhar. Primeiro
começou a ter sonhos diurnos notáveis carregados de esperança e depois sonhos
noturnos que revelavam uma dualidade em sua vida e mente, o amor e o ódio,
através da esperança e da desesperança ou dos sonhos e dos pesadelos que nem
sempre conseguia se recordar e muito menos entender... a mente do Monstro
começava a fica cada vez mais e mais complexa. A ciência torna-se progressivamente
cada vez mais e mais complexa e capaz de explicar a mente e seus fenômenos.
CAP. 9
Com uma mente cada vez mais complexa
o Monstro começou a operar o meio ambiente transformando-o. Foi a partir daí
que ele começou a Trabalhar e a usar Instrumentos para seu próprio bem. Deste
modo ele criou e desenvolveu utensílios que facilitaram e otimizaram sua vida e
suas relações com o meio ambiente, como por exemplo, um utensílio da caça e
corte que o ajudou a sobreviver no meio da floresta, para onde fugiu, onde
aprendeu a caçar coelhos e a dividir sua carne para se abastecer e se
alimentar, o Monstro, o Poder, conheceu o Trabalho e seus Instrumentos e sua
importância para a sua sobrevivência, inclusive afetiva e psíquica. A ciência é
um trabalho com instrumentos que garantem sua existência e a nossa sobrevivência
física, afetiva, psíquica e social.
CAP. 10
Trabalhando,
o Monstro, descobriu que necessitava descansar e de alguma recompensa pelo seu
trabalho. Foi a partir daí que ele criou a carga horária e a jornada de
trabalho, o descanso e as férias, além do pagamento pelo seu esforço, uma
gratificação. Contudo o Monstro, o Poder, sentiu-se despersonalizado e começou
a se agredir e a agredir seu sistema de trabalho, criando o movimento sindical
que defendia os segredos do trabalhador que sempre chorava no mesmo lugar
aceitando a mentira e a destruição de seus sonhos. Com o movimento sindical, o
Monstro, o Poder, criou alternativas para a carga horária e para a jornada de
trabalho tornando-as flexíveis e plásticas, melhorando o Trabalho e a vida do
trabalhador. A ciência com seu método cria novos meios e novos métodos de
sobrevivência para o ser humano que cria para as outras formas de vida,
inclusive para as extra-terrestres, não devemos exclui-las, são formas de vida,
são seres vivos.
CAP. 11
Para organizar seu movimento sindical
e seu Trabalho o Monstro viu-se obrigado a criar a Política que também
organizaria suas relações sociais, foi assim que ele se viu no trabalho público
com um poder que se emanava do povo e para o povo, o Monstro, o Poder, agora
tinha outro poder, um poder legítimo voltado para a sociedade e para o povo,
ele aprendeu que este poder humaniza o Poder monstruoso que ele tem. A ciência
tem seu poder e pode e deve estar voltada para a sociedade, para o povo, pois o
poder está na Política que depende do povo, a ciência em sua razão depende do
povo de muitas maneiras, não devemos excluir o povo das razões da ciência e dos
seres vivos.
CAP. 12
Assim
o Monstro, o Poder, na Política teve que lidar com a legitimação e portanto com
o Direito, com o direitos, deveres, obrigações e privilégios. A partir daí ele
compreendeu o Direito assimilando-o ao seu modo de vida e de relação com
liberdade para se viver e ensinar a viver com base no Direito, no respeito e no
cumprimento mesmo que contextual do Direito, o Monstro mostrou-se progressista
com seu Poder. A ciência deve respeitar e cumprir o Direito seja qual for a realidade
sócio-histórica do momento e seguir seu papel progressista e desenvolvimentista
para o bem de todos e da humanidade.
CAP. 13
A partir daí o Monstro, o Poder, foi tendo
contato e conhecendo a Educação, um complexo conjunto de contingências formado
por muitas áreas do saber e do conhecimento para a reprodução dos modos de
relação entre os seres humanos, o Monstro teve acesso a esse meio e método de
experiências e compreendeu melhor sua vida tornando-se mais apto a conviver do
que a arruinar, agredir e destruir. O Monstro, o Poder, pôs sua força a serviço
da convivência domesticando-a. A ciência pode e deve servir a convivência entre
as pessoas e os povos domesticando seus problemas a ponto de tentar
soluciona-los da melhor forma possível.
CAP. 14
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