domingo, 15 de novembro de 2015

O AZUL (2015) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR






O AZUL











2015




O AZUL.



CAP. 1
         Estamos num tempo de pragas e tempestades, provações e provocações, horrores, calamidades e guerras, tsunamis  e terremotos, catástrofes e terremotos e muita marginalidade numa terra que até pouco tempo era sinônimo de berço, morada, refúgio, casa e acolhida àquele que a ela recorre, os políticos são na maioria corruptos e trapaceiros, as autoridades abusam do poder e a Justiça é impraticável. Mas nesse contexto existem cientistas num laboratório fazendo pesquisas sobre seu tempo e modos para reverter essa calamidade existencial ao qual seu país e sua gente está subordinada. Porém suas pesquisas fogem ao controle por causa de dois cientistas que foram omissos e falsos em seus relatórios prejudicando o andamento e o restante das pesquisas. Isto causou num dos experimentos um problema emocional e psicológico inapagável que seqüelou este sujeito experimental que acabou se tornando um monstro com poderes telepáticos psicóticos do mal e poderes santificados do bem, ele  se transformou no Poder.
         Este monstro terá que lutar contra os cientistas para escapar do laboratório e depois terá que lutar contra o Azul e a humanidade. O Poder tem uma luta contra o saber, o sobrenatural e o racional.
         Os cientistas começaram a manipular a informação e os Mass Mídia em suas jornadas de trabalho até que o monstro se revoltou e mesmo sem saber com seu Poder ludibriou aos cientistas que começaram a se agredir e a se revoltarem uns contra os outros insanamente, tudo por causa dos poderes telepáticos psicóticos do mal do monstro, mas esse monstro foi criado e desenvolvido, mantido, por esses cientistas que no futuro se revelaram mais insanos do que o próprio monstro, pois espalharam as sementes desse monstro pela sociedade e as ajudaram a germinar e florescer, frutificar e foram colher em benefício próprio o que plantaram no mundo sem se importarem com o mundo, as pessoas, o monstro e sua família. Mesmo que os cientistas venham um dia abusar, explorar, violentar ou mentir sobre alguém, algo e/ou a humanidade em benefício de si mesmos ou de uma ciência a moral reparará esse ato criminoso!

CAP. 2

         Em vista dos fatos os cientistas se organizaram em células de força para derrotarem o monstro, o Poder,  e aí começou uma longa e duradoura batalha onde os cientistas influenciavam as comunidades com mentiras declaradas através de histórias científicas amedrontadoras e temíveis a respeito do monstro, surgiram aprendizes dos cientistas que colaboraram com suas doutrinas e jogos de foça na  tentativa de destruir o monstro, uma luta alienadora e cheia de dor, medo, mentiras e muita, muita covardia por parte dos cientistas que recrutavam aprendizes colaboradores para, certamente, fracassarem em suas lutas e vidas, pois a ciência não tolera mentiras.

CAP. 3

         Um jovem aprendiz de mágicos ficou instigado pelos cientistas que falavam muito da vida do monstro, de suas fraquezas e isso o levou a colaborar com os cientistas para derrotarem o monstro. Primeiro o jovem lançou um feitiço mágico para adormecer o monstro mas seu primeiro feitiço mágico nada fez, depois tentou transformá-lo num sapo e também não conseguiu, depois pôs-se a ler os pensamentos do monstro para derrota-lo mas não conseguiu compreende-lo de fato... só depois de muito tentar é que ele descobriu que nada poderia fazer pois ele tinhas os poderes telepáticos da santidade do bem que impediam os feitiços mágicos, então o jovem acabou morrendo de tristeza e dor por ter fracassado em sua missão. E o monstro revelou sua outra face, a do bem que lhe protegia do mal. O Poder pode salvar e proteger contra o perigo! A ciência não admite truques mágicos, ela não mente jamais!

CAP. 4



         O tempo foi passando e os cientistas fundaram uma Universidade onde colocaram seus alunos no meio da briga e do problema forçando-os a se calarem diante dos planos dos cientistas contra o monstro, então todos os alunos da Universidade entraram na briga e no problema, uns ativamente e outros passivamente, foi a maior confusão, isso gerou muitos problemas e confusões para a cidade e depois para seu país, isto acabou afetando o resto do mundo, os cientistas eram mesmo é muito corruptos e violentos envolvendo tanta gente em seus problemas e confusões. Com o tempo os problemas só foram aumentando pois cada vez mais, mais gente se envolvia nos problemas, talvez num apelo desesperado e interminável de derrotar o que eles mesmos criaram, um monstro, o Poder. A ciência não admite associações ilícitas e desorganizadas com o intuito de prejudica-la, ela penaliza esse tipo de organização criminosa tornando falsos seus princípios, métodos e resultados.

CAP. 5


         Então os alunos enlouqueceram e começaram a perseguir e a discriminar como que racistas ao monstro por ele ter e ser feito de Poder... alunas começaram a seduzi-lo para incrimina-lo, alunos tentavam envolve-lo nas drogas e os cientistas iam mapeando a vida e o comportamento do monstro para derrota-lo. Foi aí então que um canal de televisão ficou sabendo do que estava acontecendo e foi até lá para entrevista-los. Os cientistas, todos, mentiram sobre o monstro dizendo que foi ele mesmo quem se criou, se desenvolveu e atacou a cidade... a rede de televisão passou isso na televisão e foi uma grande repercussão vieram exércitos, policiais, juízes e promotores, autoridades, políticos e religiosos, advogados, artistas a atletas, curiosos, todo mundo se mobilizou contra o monstro, o Poder. Mas num grande acontecimento milagroso onde deram-se aparições da Mãe de Deus vieram mensagens para toda a humanidade diante de todos milagrosamente, que diziam que o monstro era uma pessoa Santa do Paraíso e que seu Poder, o telepático psicótico do mal e o santificado do bem vinham de Deus, do amor e da loucura, do ódio na Cruz contra o Filho de Deus. Essas aparições mudaram toda a história e a vida, salvaram vidas e a vida do monstro, o Poder. A ciência não vai bem num ambiente com perseguição e propagandas falsas e imorais como uma tentativa de destruí-la pois ajudam nisto e ela, a ciência, torna-se impotente diante do milagre sobrenatural.

CAP. 6


         Então o monstro, o Poder, volta para casa, volta para o laboratório para destruí-lo e chegando lá encontra um de seus criadores que instantaneamente consegue injetar uma substância paralisante no monstro que cai subitamente no chão. O cientista chama sua equipe que prontamente o leva numa maca totalmente amarrado para uma sala no interior do laboratório. Lá o cientista faz exames clínicos e laboratoriais no monstro que desperta depois de 12 horas desacordado. Nesse momento ele ficou tão furioso pois sabia que estava sob domínio de um mentiroso e falsário que saiu de dentro dele um extra-terrestre, um ser de luz brilhante, que com sua luminosidade cegou temporariamente a todos facilitando a fuga do monstro do laboratório, o ser de luz ainda atrapalhou a compreensão e a conscientização de todos no laboratório. A ciência realmente não deve mentir nem brincar com seus experimentos científicos pois eles podem se voltar contra ela e atrapalha-la, prejudica-la ou estraga-la.

CAP. 7


         Em fuga, o Monstro, faz amizade com a Esperança, força que virá motiva-lo a partir de agora a permitir-se em seus atos e pensamentos. Com a Esperança o Monstro, o Poder, tornou-se sonhador. Começou a desejar a liberdade, a fraternidade, a solidariedade, a igualdade, a justiça e a comunhão. Sua vida e sua história tornaram-se outras. Nota-se que até ele parou de fugir e começou a discursar e debater suas idéias e ideais. O Poder agora vestia outra camisa, trocou a camisa de força pela de empreendedor, da comunidade, da escola e do trabalho. A ciência traz a esperança para sua comunidade  através dos seus estudos e trabalhos, motivos para a transformação social.

CAP. 8

         O Poder ou o Monstro agora empreendedor começou a sofrer alterações genéticas, morfológicas, fisiológicas e comportamentais e assim começou a sonhar. Primeiro começou a ter sonhos diurnos notáveis carregados de esperança e depois sonhos noturnos que revelavam uma dualidade em sua vida e mente, o amor e o ódio, através da esperança e da desesperança ou dos sonhos e dos pesadelos que nem sempre conseguia se recordar e muito menos entender... a mente do Monstro começava a fica cada vez mais e mais complexa. A ciência torna-se progressivamente cada vez mais e mais complexa e capaz de explicar a mente e seus fenômenos.

CAP. 9

         Com uma mente cada vez mais complexa o Monstro começou a operar o meio ambiente transformando-o. Foi a partir daí que ele começou a Trabalhar e a usar Instrumentos para seu próprio bem. Deste modo ele criou e desenvolveu utensílios que facilitaram e otimizaram sua vida e suas relações com o meio ambiente, como por exemplo, um utensílio da caça e corte que o ajudou a sobreviver no meio da floresta, para onde fugiu, onde aprendeu a caçar coelhos e a dividir sua carne para se abastecer e se alimentar, o Monstro, o Poder, conheceu o Trabalho e seus Instrumentos e sua importância para a sua sobrevivência, inclusive afetiva e psíquica. A ciência é um trabalho com instrumentos que garantem sua existência e a nossa sobrevivência física, afetiva, psíquica e social.


CAP. 10


         Trabalhando, o Monstro, descobriu que necessitava descansar e de alguma recompensa pelo seu trabalho. Foi a partir daí que ele criou a carga horária e a jornada de trabalho, o descanso e as férias, além do pagamento pelo seu esforço, uma gratificação. Contudo o Monstro, o Poder, sentiu-se despersonalizado e começou a se agredir e a agredir seu sistema de trabalho, criando o movimento sindical que defendia os segredos do trabalhador que sempre chorava no mesmo lugar aceitando a mentira e a destruição de seus sonhos. Com o movimento sindical, o Monstro, o Poder, criou alternativas para a carga horária e para a jornada de trabalho tornando-as flexíveis e plásticas, melhorando o Trabalho e a vida do trabalhador. A ciência com seu método cria novos meios e novos métodos de sobrevivência para o ser humano que cria para as outras formas de vida, inclusive para as extra-terrestres, não devemos exclui-las, são formas de vida, são seres vivos.


CAP. 11

         Para organizar seu movimento sindical e seu Trabalho o Monstro viu-se obrigado a criar a Política que também organizaria suas relações sociais, foi assim que ele se viu no trabalho público com um poder que se emanava do povo e para o povo, o Monstro, o Poder, agora tinha outro poder, um poder legítimo voltado para a sociedade e para o povo, ele aprendeu que este poder humaniza o Poder monstruoso que ele tem. A ciência tem seu poder e pode e deve estar voltada para a sociedade, para o povo, pois o poder está na Política que depende do povo, a ciência em sua razão depende do povo de muitas maneiras, não devemos excluir o povo das razões da ciência e dos seres vivos.

CAP. 12

         Assim o Monstro, o Poder, na Política teve que lidar com a legitimação e portanto com o Direito, com o direitos, deveres, obrigações e privilégios. A partir daí ele compreendeu o Direito assimilando-o ao seu modo de vida e de relação com liberdade para se viver e ensinar a viver com base no Direito, no respeito e no cumprimento mesmo que contextual do Direito, o Monstro mostrou-se progressista com seu Poder. A ciência deve respeitar e cumprir  o Direito seja qual for a realidade sócio-histórica do momento e seguir seu papel progressista e desenvolvimentista para o bem de todos e da humanidade.

CAP. 13

          A partir daí o Monstro, o Poder, foi tendo contato e conhecendo a Educação, um complexo conjunto de contingências formado por muitas áreas do saber e do conhecimento para a reprodução dos modos de relação entre os seres humanos, o Monstro teve acesso a esse meio e método de experiências e compreendeu melhor sua vida tornando-se mais apto a conviver do que a arruinar, agredir e destruir. O Monstro, o Poder, pôs sua força a serviço da convivência domesticando-a. A ciência pode e deve servir a convivência entre as pessoas e os povos domesticando seus problemas a ponto de tentar soluciona-los da melhor forma possível.


CAP. 14



















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