OSNY MATTANÓ JÚNIOR
EMBRIO
28/11/2015
EMBRIO.
CAP. 1
Embrio
era um tipo solitário que vivia na escuridão, vivia em meio a vida de herói e
de bandido, mas nunca roubou ninguém, era depravado pois sua condição era
embrionária e por isso vivia no meio do sangue sujo ¨da sociedade¨. Com duas
semanas conheceu as artérias do seu coração, razão pela qual dedicou sua vida,
Embrio era um cara sentimental e decidido, jamais se revelava, ele era o
mistério da lua e da sombra que esconde o ladrão. Embrio costumava pensar num
mundo do seu jeito, cheio de sangue sujo, e de brincadeiras alegres, saltos e
rodopios. Nada lhe atrapalhava ou lhe incomodava, sua vida era uma aventura nas
entranhas escuras do tubarão. Embrio fumava cigarros Hotel pois sonhava com um
quarto de hotel depois dos acontecimentos.
Na
véspera dos acontecimentos Embrio descobriu um método para matar sua mãe e se
casar com seu pai, mas nunca deu certo pois ainda lhe faltavam os órgãos
sexuais em seu desenvolvimento embrionário.
Então
Embrio no meio do sangue sujo encontrou no tubarão o motivo de sua vida e se
revoltou a ponto de sacar uma arma no meio da multidão e depois atirar no bandido
que roubava o Banco no meio do calçadão, Embrio tinha coração, tinha coragem,
nem a Polícia percebeu sua operação.
CAP. 2
Certa
vez Embrio acordou ligado em sua mãe e disse ¨essa vida é uma sujeira, mas é
doce...¨, ele queria dizer que em seu interior e onde se encontrava havia muita
sujeira, muita maldade, coisas que nem mesmo ele suportava de dor e de medo
como o sangue sujo, as tripas e os ossos, havia algo bem que era o coração que
o alegrava com seu ritmo contente e feliz, porém as vezes agitando e
desorganizado, ele achava que essa desordem era uma desordem que vinha do
coração de sua amada muito mal compreendida pois ele era também, bandido.
Embrio herdava a loucura de seu pai!
CAP. 3
Nenhum comentário:
Postar um comentário