OSNY MATTANÓ JÚNIOR
HISTÓRIAS DE
UMA CÂMERA DE TORTURA E ESCRAVIDÃO
11/04/2016
CAP. 1
Histórias
de uma câmera de tortura e escravidão começa quando nos encontramos divagando,
pensando sobre nossos interesses e mundos sob o olhar de uma câmera de
televisão, capaz de registar imagens, sons e capturar pensamentos, sonhos,
delírios e alucinações, foi a partir daí que começaram histórias de consolo e
de consolação onde as pessoas se reuniam para discutir e decidir o que era
preciso para se combater a invasão da intimidade e da privacidade naquele
local, desencadeou-se então outra história, uma história de tortura e
escravidão que ainda não chegou ao seu fim e se esparramou pelo mundo a fora.
D´Vidja
era um cara que foi raptado quando era jovem em sua cidade, ele gostava de se
reunir com seus compadres num clube escondido para discutirem os rumos de uma
conspiração contra o Estado que tentava dominar a República e o mundo através
de cientistas e professores que ludibriavam os comunicadores, os artistas, os
religiosos, os professores e a população escravizando a todos, impondo-lhes
modos de conduta sexual e imoral, até mesmo jogos de violência e morte
premeditada, roubo e satanismo, D´Vidja discutia esses assuntos veementemente
com S´Ódyos Olhos, outro conspirador que nunca faltava as reuniões e que se
dizia ser pura alegria e força de vontade para combater contra o Estado e seus
seguidores, também estavam lá L´oucura, o homem mais destemperado do grupo, que
gostava de mulheres, mas não assumia aos seus filhos e filhas, era apenas um
touro reprodutor, La´Mort aquela que assistia tudo de longe e ficava a espreita
no caminho dos conspiradores e daqueles que entravam no seu caminho, La´Mort
criava morcegos e gostava muito disso, e para finalizar lá estava o grande
Me´céu, um jovem e hábil conspirador, muito rico, ele financiava o grupo de
conspiradores e organizava os encontros sempre em locais diferentes para que
não chamassem a atenção das autoridades e assim nunca fossem denunciados e
presos.
CAP. 2
A
luta desses conspiradores era difícil, ninguém os seguiam nem os apoiavam nesse
momento da história, eram bravos combatentes contra a força esmagadora do Estado
que dominava as famílias com seus funcionários controladores de comportamento e
da escravidão, sem falar da tortura psicológica, que também era empregada e
causava na sociedade uma dependência patológica muito severa e grave que foi
capaz de levar a maioria da população a um estado de dependência dos Mass Mídia tão intenso que
ninguém mais conseguia viver sem consultar a televisão antes de tomar uma
decisão, os conspiradores sabiam que isso era muito grave pois era uma forma de
dependência psicológica e emocional ao qual submetiam a população com o intuito
de domina-los, mas faziam mais aqueles que se misturavam as sombras dos Mass Mídia
aproveitavam para espalhar suas sementes do mal quando começavam a contaminar a
sociedade com ideologias de cunho sexual e imoral com o intuito de controlar as
famílias e os jovens, ou seja, para escraviza-los e pô-los ao seu domínio e
serviço absoluto, nada poderia dar errado para essa gente escravagista, foi o
que relatou num Diário de Notícias subversivo o escritor de sua época S´Omor,
que acabou decidindo-se por se juntar ao grupo de conspiradores..., agora o
grupo tinha mais um membro.
O
objetivo deles era vencer o Estado e seu plano de dominação da República e do
mundo, de escravização das pessoas, dos doentes, dos desempregados, dos idosos,
dos inválidos e incapazes, dos presos e alienados, pois o Estado estava com um
novo problema, a população de delinquentes e criminosos estava crescendo e o
governo não conseguia mais absorve-la, processa-la administrativamente, ou
seja, produzir, trabalho, escola, saúde, justiça, ordem social, cidadania para toda
aquela gente e a sociedade estava em conflito, o plano do Estado era justamente
escravizar essa gente e não dar oportunidade a ela! Então os conspiradores
pensaram sobre a questão e decidiram criar um plano para mudar a consciência
política e escravagista do seu Estado, para isto continuaram se reunindo
clandestinamente e escrevendo para o Diário de Notícias a fim de somar
participantes...
CAP. 4
Tiveram uma
ideia de levantar uma emissora de televisão e compraram algumas câmeras de
filmar, mas para sua surpresa essas câmeras eram capazes de mais coisas, eram
capazes de torturar e escravizar, e a muita gente..., mas como?
Essa história é
inacreditável, começa com o John Lennon em 1975 num programa de televisão
escutando vozes e nomes que citavam ¨Osny¨ e lá foi ele, o próprio John Lennon
compor uma música para sua experiência, foi ela, # 9 Dream, depois o Paul McCartney fez Let´em´in,
e em 1980 John Lennon fez seu último álbum com canções que falavam da família
do Osni e sua esposa Luiza em Woman (será isto verdade ou delírio?) ou uma
experiência louca sem fundamento e razão?
Experiências
loucas vieram depois com The Final Cut do Pink Floyd, um álbum feito para o
Osny?! O primeiro álbum do Pink Floyd que falava do Osny já em 1983!? Eu preciso
ficar livre disse-me a canção que eu estava escutando!
A escravidão
estava apenas dando seus primeiros passos, suas correntes estavam apenas sendo
compradas e as algemas somente cobiçadas, a tortura estava por começar anos à
frente...
CAP. 5
Não mais, não menos, eis que pelos anos
1984 artistas brasileiros do rock nacional decidem-se fazer o que já é o que já
foi um movimento cultural e de opinião a favor da liberdade de sua gente,
inclusive das famílias que eram alvo
desse tipo de salvamento cultural, mas não deu certo e tudo se
transformou em tortura anos depois, talvez porque o tipo de salvamento era
criminoso e ilícito, havia crianças sendo abusadas e exploradas sexualmente e
agora sendo alvo de câmeras de tortura e escravidão, depois deste destempero a
tortura piorou, passou a ser feita numa Universidade e a câmera de tortura e
escravidão continuou agindo na clandestinidade, foram se envolvendo artistas,
funcionários públicos, professores, alunos, atletas, políticos, comunicadores e
empreendedores, nossos conspiradores teriam muito trabalho, muita luta pela
frente.
CAP. 6
Foi aí então
que S´Omor, o escritor, foi raptado e forçado a escrever para O Papelão, um
jornal local decidido em defender a escravidão e para tanto contava com a ajuda
de garotas sensuais que faziam propaganda da sua política aumentando o poder de
força e domínio dos escravocratas, S´Omor teve que escrever textos sob forma de
códigos sexuais orientados para pratica de lavagem cerebral, e ele era bom
nisso, foi seduzindo toda a sua localidade, que foi seguindo toda a classe
dominante, e assim se aproveitaram para começar a roubar os bens dos
empresários que se negassem a pagar propina para eles, a violência só foi
aumentando, a classe empresarial queria a garantia de que isso jamais seria
revelado mas S´Omor ficava sabendo de tudo, porém estava aprisionado nas mãos
dos escravocratas, e a desordem só foi aumentando, envolvendo cada vez mais e
mais gente, numa tentativa de aniquilarem aos conspiradores que lutavam contra
o Estado.
CAP. 7
E foi numa
grande batalha onde D´Vidja liderou seu grupo de conspiradores que eles
conheceram as crianças de Londrina, aquelas crianças que eram alvo de atentados
terroristas sexuais violentadores de conteúdo pedófilo e assassino juntamente
com o desencadeador desses processos psíquicos violentos que lhe eram reorganizados
e transformados por meio da violência e da lavagem cerebral roubando-lhe a
vida, a saúde e a paz com a revivência de seus traumas infantis, pobre coitado
vítima de seu tempo, ele S´Omor, o escritor, era alvo de atentados terroristas
por ser esquizofrênico e por ter sofrido abuso sexual na infância e agora ter
traumas que nunca se apagam, que só perturbam a consciência e corroem a vida, o
terrorismo era justamente a tortura pela luta contra a telepatia e o domínio do
Estado com o extermínio de seus compadres conspiradores, as crianças de
Londrina acompanhavam tudo nas Escolas e em casa com seus pais e irmãos, com
seus familiares e amigos, mas continuavam sendo exploradas e os conspiradores
decidiram-se lutar pela liberdade dessas crianças desde o início da violação
dos direitos negando a sua participação em violações de intimidade e de
privacidade quaisquer que sejam, e permitiram-se lutar contra essa dominação
pelo bem de seus ideais morais, pois as crianças de Londrina eram vítimas de
lavagem cerebral para que os escravagistas continuassem no poder e tendo-as
como escravas e marginais com o resto da população toda endemôniada por
acreditarem nos Mass Mídia, ou seja, na televisão, no rádio e no jornal.
CAP. 8
Osny Mattanó Júnior.
Os Mass Mídia
para não perderem o poder e o controle da situação, mas pelo contrário para
aumentarem seu poder de fogo, de controle e de comando sobre a sociedade agora
endemôniada começaram a produzir novelas e programas de televisão, rádio e
jornal voltados para a destruição de Deus que era o mais Sagrado, aquele que no
íntimo dos conspiradores poderia aliviar suas dores e sofrimentos, guiando-os na escuridão da
luta e das batalhas pela liberdade contra o Estado, estes conspirados liderados
por D´Vidja tinham uma bandeira branca simbolizando paz, enquanto que o Estado
uma bandeira vermelha e preta simbolizando sangue, morte e luto, o Estado
lutava contra a paz, as Novelas e os programas dos Mass Mídia também lutavam
contra a paz, eram orientados e voltados para a confusão, para a desordem e o
descontrole das pessoas, usavam escravos e famílias inteiras de escravos para
enganar a população dizendo que não podiam fazer nada contra a violência, mas
podiam fazer a favor da violência, violência ou paz é uma questão de escolha
escrevia S´Omor e continuava escrevendo que eles não lutavam pela paz por causa
do seu patrimônio e do dinheiro que teriam que abrir mão indenizando as
famílias escravizadas e violentadas por eles e pelo Estado, isto seria um
grande golpe fatal, cruel e indesejado para qualquer corrupto, aceitar a
justiça e a verdade, nenhum corrupto aceita a justiça e a verdade terminou S´Omor...,
S´Omor publicou este texto novamente no Diário de Notícias, para conseguir
fazer isto ele o escreveu numa carta para Me´céu que ao recebe-la percebeu a
necessidade de publica-la e de ir ajudar ao seu compadre raptado, mas os conspiradores eram poucos e o
bando que o raptou era muito grande, o que fazer?
CAP. 9
Me´céu decidiu
pagar pela liberdade de seu amigo, mas para isto o Estado teria que aceitar!
Chegando lá Me´céu perguntou quanto eles queriam para soltarem S´Omor, o líder
do bando disse que não queria nada, mas ele insistiu, e o líder pediu 300
pratas, era muito dinheiro, quase metade da fortuna de Me´céu que acabou
pagando para ter se aliado solto novamente..., solto, S´Omor relatou os
horrores que lhe fizeram como a tortura, a sede e a fome, o isolamento e o
desrespeito a sua humanidade tratando-o como um animal perigoso, contou que
havia uma câmera de tortura e escravidão que o acompanhava em todos os lugares
e ambientes por onde esteve, até quando esteve a beira da morte sendo
torturado, S´Omor voltou traumatizado para sua casa, mas voltou, isso já era
alguma coisa normal.
CAP. 10
Começou então
um projeto da Universidade da Cidade com o objetivo de melhorar a situação dos
seus funcionários, alunos e professores corruptos e criminosos através da
aplicação de golpes e burlar leis como as de respeito a verdade e ética profissional
pois pessoas que eram vítimas de crimes de alunos, professores e funcionários
eram passadas para trás, ou seja, eram enganadas por outros funcionários,
professores e alunos como que numa corrente ou numa pirâmide onde havia um
líder, um mentor que comandava toda a quadrilha, um caso chocante foi o do
aluno e funcionário que foi vítima de tentativa de estupro, erro médico e
curandeirismo por conta de toda a universidade durante 11 anos, mesmo lutando
para fazer justiça, pois era enganado, e depois descobriram que estavam todos
mentindo e com ajuda dos Mass Mídia e de
autoridades, e que por causa disto ainda tentavam mata-lo e a sua família inteira!
Esse projeto da Universidade foi muito pouco debatido mas foi implantado na
clandestinidade e com brutalidade levando todos a loucura e ao sofrimento
bio-psico-social, mas ninguém sabia a verdade sobre o assunto!
CAP. 11
As autoridades
entraram em conflito e começaram desordens e problemas sociais onde famílias
começaram a ser usadas para serem cobaias e ¨bois de piranhas¨ para que a
boiada passasse ou seja que o experimento desse certo, mas os cientistas
começaram a trabalhar e um cientista tomou a iniciativa e denunciou que os
líderes desses movimentos e protestos que incitavam invadir as casas, atear
fogo e roubar os bens dessas famílias para o bem de um suposto ¨país¨ sem
governo, pois se há governo o justo seria que essas pessoas que se manifestam e
protestam fossem até as autoridades e clamassem atitudes políticas e de governo
para solucionar tais desordens pois quem tem o poder não é o povo mas as
autoridades, já que depois de destruídas aquelas famílias as autoridades terão
que trabalhar e sair das sombras, o papel de uma autoridade e bem-governar seu
povo sem discriminar cidadão algum e em virtude disto este cientista efetuou
esta denúncia, a responsabilidade para resolver estes problemas não é do povo
mas das autoridades, se há outras pessoas influentes fazendo com que as pessoas
e os povos se reúnam para cometerem crimes devem serem presos, pois não são
autoridades, autoridades tem poder para dialogar com o Presidente do Brasil,
dos Estados Unidos, com as lideranças mundiais, com a ONU e então resolverem
estes problemas, se nossas autoridades sabem disto e não tomam a iniciativa
devem explicações! Mas já vi a Presidenta Dilma com as medidas certas do poder
no Brasil e na ONU em abril de 2016, por isso confio nas autoridades!
CAP. 12
Era isto o que se ouvia nos movimentos e
protestos que surgiam contra a dominação da República e do mundo por parte do
Estado, as pessoas já haviam absorvido as mensagens que publicavam nos Mass
Mídia dos conspiradores que lutavam contra o Estado, foi a partir daí que o
país ficou dividido e três partes, uma a favor dos conspiradores, outra a favor
do Estado e outra sem opinião, muitos horrores sucederam-se como revoltas e
desordens sociais, o salário mínimo teve uma queda brusca e o nível de
desemprego aumentou bruscamente, começou a faltar comida nos mercados e a água
ficou mais cara, a energia também ficou mais encarecida e os impostos se
multiplicaram, e a corrupção no país subiu a níveis alarmantes em todos os
segmentos públicos e privados, a ganância imperava, era a doutrina para quem
queria vencer aquela guerra de três! Todos se tornaram escravos uns dos outros,
inclusive a câmera de tortura que sempre estava presente em todos os momentos
de todos eles!
CAP. 13
E foram se
sucedendo acontecimento cada vez mais chocantes que se reproduziam nos Mass
Mídia daquela região, então os Jornais começaram a veicular que tudo o que
estava acontecendo era mentira, que nada estava acontecendo, que tudo estava
como era antes, que não havia movimentos e nem protestos, nem desemprego, nem
problemas com a educação, a saúde, o trabalho e a justiça, com a paz e a ordem
social, mesmo diante de falantes exaltados que ouviam apenas que ¨eram loucos¨,
¨vocês são loucos!¨ E verdadeiramente saíam cada vez mais exaltados dos Jornais
onde buscavam informações e espaço para denunciar suas adversidades e
necessidades, mas ¨eram loucos!¨ E isso os incomodava muito pois não havia
remédio bom para essa doença, apenas internação, e eles saíam desesperados e
gritando que não eram loucos de lá....
CAP. 14
De fato o
escritor escreveu ¨estava reclamando apenas o homem que morreu baleado na nuca,
o homem com o pó branco nas mãos, o homem com pólvora nos trajes, o jornalista
corrupto e violento, o cientista manipulador e maníaco, o administrador leviano
e corrupto, o atleta violento e provocador, o empresário ganancioso e poderoso,
o profissional da saúde que matava seus clientes e a autoridade irresponsável!¨
Escreveu isto por que compreendeu assim a atitude dos Jornais que chamavam de
loucos aqueles que estavam loucos mas dentro do princípio de Estado de direito!
De fato eram apenas histórias de uma câmera de tortura e escravidão que
acometiam a todos sem exceção alguma!
CAP. 15
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