Osny Mattanó Júnior
PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS
Especulações Sobre A Arte Maia, Inca e Asteca
A Trajetória dos Heróis
27/08/2016
ÍNDICE:
1. Introdução
2. Psicanálise Lacan-Mattanoniana
3. Psicologia Cognitiva Transcendental Social
4. Psicologia da Gestalt
5. Behaviorismo
6. Psicanálise
7. Psicologia Analítica
8. Psicologia Social
9. Psicologia Escolar
10. Psicologia Humanista
11. Psicologia da Personalidade
12. Cognitivismo
13. Fenomenologia
14. Psicologia da Espécie
15. Psicobiologia
16. Psicologia Sócio-interacionista
17. Psicologia Individual
18. Psicologia Institucional
19. Psicologia do Trabalho
20. Biopsicosociofilosofia
21. Esquizoarte Perceptiva Tecnocultural
22. Cultura Psicomanifesto Comportamental
23. Psicofilosofia Mattanoniana
24. Biopsicoantropologismo
25. Movimento Psicoanalítico Cultural
26. Psicoarte Mattanoniana
27. Psicotradução Mattanoniana
28. Psicologia da Vulnerabilidade
29. Psicologia das Regras
30. Psicologia da Sensibilidade – Movimento
sensível
31. Psicologia das Sociedades (contextualizando
a Humanidade)
32. Psicotelepatia Instrumental (Psicologia e
Telepatia)
33. Análise Tecnopsicológica
34. Psicoarte Residual
35. Movimento Cognitivo Mattanoniano
36. Enfoque Contextual
Biopsicosociofiloespiritual
37. Psicologia Matemática Niilista
Existencialista
38. Niilismo Existencialista
39. Multiculturalismo Autoclítico
Biopsicosociofiloespiritualizado
40. Dialética Morfo-Mattanoniana
41. Psicodrama Comportamental de Mattanó
42. Psicologia das Massas, dos Públicos e das
Multidões
43. Psicologia de Protesto
44. Psicologia Eclética Educativa
45. Teoria Suja da Psicanálise Psicótica
Existencialista
46. Considerações Finais
Osny Mattanó
Júnior.
Professor e
Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas Teorias:
Epistemologias sobre a Arte Maia, Inca e Asteca: a Trajetória dos Heróis.
- Introdução
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos
de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
A Evolução
ordenada e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no crescimento quanto na
decadência do organismo, resultante de fatores inatos, hereditários e
maturativos, como também de influências ambientais chama-se crescimento. Este
crescimento não é só do organismo biológico, mas também do psicológico, social,
filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do organismo químico e
físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as atividades consideradas
como motivos da obtenção de certos resultados, como a liberdade e as
Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos para a obtenção de
resultados envolvem gasto de energia que entre os seres humanos estão entregues
a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e atenção gerando trabalho e
produtos materiais e imateriais como a força de trabalho e a qualificação para
a tarefa e o trabalho que geram Economia, incluindo bens e serviços, inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
As descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca
segundo Mattanó levam e estão
associadas a liberdade ou o que conhecemos por liberdade que acompanha-nos
desde o início de nossa vida adaptada e/ou inteligente na Terra e levam-nos ao
trabalho e geram economia, saem e levam-nos a miséria, a fome, a pobreza, a
caridade, ao trabalho, a exploração e a violência e aos monstros, fazem parte da
vida do ser humano, seja ela, sexual, moral, física, psicológica, política,
artística, social, filosófica, espiritual, afetiva, naturalística, lingüística,
interpessoal, intrapessoal, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical,
espacial, artificial, cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal,
escolar, trabalhista, desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a
adaptação leva a transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas
somente adaptação. A adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas
da vida. O trabalho e a economia também existem e constroem e constituem nossa
memória e a pertencem aos nossos processos de adaptação fisiológica,
morfológica e comportamental. Todo este percurso obedece a um caminho, a Trajetória
dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se viver e ensinar
a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A
concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em
relação a figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo
momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
O
mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo
desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha
um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o
processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser
recusada.
O
levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o
poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se
como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior
das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou
um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros
fluidos e polimorfos, tormentos
inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser
cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente
benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de
todos os cantos do planeta.
- O chamado pode ser recusado
É sempre
possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos frequência em mitos. A recusa
transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um
deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua
casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para
si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da
proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e
vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com
sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da
infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com
medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento
para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que
outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
- As forças se unem para o bem-aventurado
As forças se
unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e
a ele será entregue amuletos e
objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a
jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem
eventos e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos
de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o
próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário
será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão a seu favor,
nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.
- A travessia: se consumir
A vida do herói
possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará sua força para ir além
dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um
oceano sem limites
As
regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto,
selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A
energia sexual incestuosa e a destruição
do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da
floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento
como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa
durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura
está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido
do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com
elas envolvem riscos, porém aqueles que tem talento, competência e coragem
verão o perigo se dissipar como a água no mar.
- Ser engolido e consumido
Ser engolido e
consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do limiar mágico, uma
esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o
herói é assim lançado no desconhecido.
O
desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será
revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no
ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e
nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de
demônios com espadas desembanhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são
guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem
incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São
encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os
limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram
uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa
para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da
baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não
pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao
ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada
teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá
para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.
- O caminho obtuso
Este caminho
cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e com este evento ele deve
sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por
conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia
encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem
sobre-humana.
Em
seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade,
percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde depara-se com
ossos de outros que sucumbiram a aventura e acaba encontrando uma abertura na
terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem
diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do
Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a
habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas
oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
O
herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade
comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a
realidade.
O
segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos
são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas
transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou transmutação
de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os
perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar
sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito
efetiva, são eles revivificados em nosso sonhos.
A
terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de
vitórias preliminares ou êxtase.
- O encontro com a deusa
A aventura do
herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A
Mãe Universal imputa ao cosmo a
presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já
que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com
relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também
numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem
arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza
do mundo visível.
A
mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O
herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta
iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela
jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue
compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o
prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A
mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância a
banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder
considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentiliza e
segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo
criado.
O
encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a
própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
- A mulher como tentação
Agora com o
casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do pai, ele e seu pai são um
só.
As
guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do
psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada
após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os
primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de
horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A
dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas
concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos
esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da
célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de
nós, pertencem desagradavelmente a outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando
percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de
frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande
símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do
herói em sua aventura.
- A relação com o pai
A pura Vontade
de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a misericórdia
divina, a poderosa força do Espírito de
Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é
protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de
Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais
dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a
flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
É
a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela
magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se
então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e são essencialmente a mesma
coisa.
A
iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e
prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional
com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e
representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai
agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de
porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma
experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em
paz no entendimento da revelação do ser.
O
problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num
grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas
tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O
herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio,
ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e
compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para
o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da
provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas,
gemidos e dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da
Presença.
- A apoteose
No momento em
que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional, do mundo, dos arquétipos,
compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz
e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em
demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um símbolo
mais democrático que a bandeira.
Aqueles
que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.
- A última graça
O sofrimento
agonizante da ultrapassagem dos limites
pessoais é a agonia do
crescimento pessoal. A arte, a
literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos
destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a
alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar
limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele
convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a
esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as
experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção
do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são
crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério
inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.
- A difícil volta
Ao fim da busca
do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando com seu troféu
transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e
transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou
feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da
comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
- A magia nas decisões
Se o herói em
seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração da sociedade sua
aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural,
contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado
dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não
aceitação e fuga é encarada através da magia.
- O resgate sobrenatural
O herói pode ser
resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que vai ao seu encontro para
recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará
para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a
aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno
que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda
externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que
penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se
completos mas que na realidade não passam de frações.
- Os limites da volta
Os mundos,
divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As aventuras do herói se
passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa
sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma
do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os dragões
em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência enigmática
entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser eficaz no
mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as pessoas
comuns.
- Agora são dois mundos
A liberdade de
ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente apresentam numa
única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a
ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por
vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras
vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras
insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
O campo de
batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra. Somos passageiros dos
fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o
patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.
A descobertas da
vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
associadas à liberdade constróem a memória que é adaptação comportamental como consolo
e o luta ou trabalho, que começam quando
há luta, fracasso, vitória e/ou morte, geram através das batalhas desde as
sociedades primatas esses sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com
os hominídeos e existe até hoje com os seres humanos que se especificam pela
condição de família e de eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos.
Existem chimpanzés que apresentam dados que correspondem aos comportamentos de
luta, consolo, fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e
talvez, acredito que sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o enfrentamento
físico, o consolo seria o abraço, a vitória o mando, a morte o desfalecimento e
o luto o ritual (individual ou grupal), o discurso e a linguagem (comportamento
verbal) de despedida. Entre o ritual, o discurso e a linguagem existe o
conhecimento próprio do ser humano, codificado e decodificado por ele mesmo. O consolo e a luta ou trabalho. O ser humano adulto faz descobertas e é adaptado
e tende a ser livre porém preso a sociedade, é inteligente e é essa
inteligência adaptada ou somente adaptação que gera e mantêm a vida e a luta e
o trabalho, a família, os grupos sociais, o caos, a ordem, o progresso, a
civilização e a humanidade, a fraternidade e a irmandade, e até mesmo o
puritanismo, fruto da indecência e que dela também depende para que o ser
humano no outro se perpetre e a vida tenha um significado, um sentido e um
conceito de amor a Deus e de ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o repouso geram
contentamento e o bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos do sofrimento
quanto a paz vinda do contentamento dependem sempre da Educação, mesmo que não
haja saúde, a Educação resolve o problema com respostas claras e insights que
permitam reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e global. As
descobertas levam a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao repouso,
geram a transcendência diante da miséria, através da caridade e do trabalho e
da diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e afetivos ou
sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como a sexual e
a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante de uma vida
Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso planeta e da
vida neste planeta.
As descobertas
da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
na Trajetória dos Heróis mantêm a liberdade que gera adaptação e violência na
maior parte das vezes, pois há lugar para ela em nosso meio consentido e que
assim a aceita como felicidade e amor, família e Estado que a ampara e protege
por obrigação da e à indecência política e sexual. Quem não é indecente não é
gente e quem é gente não é indecente - ¨independência ou morte!¨ Ou somos
inteligentes ou somos invariavelmente inteligentes – todos somos inteligentes,
a relatividade está no modo de usá-la, está na adaptação, na forma como nos
adaptamos, comportamentalmente, fisiologicamente e/ou morfologicamente..
As
descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó constroem a liberdade e constroem
a inteligência e a memória, constroem a luta ou o trabalho e o descanso e o
repouso, a transcendência ou mesmo a
adaptação durante a Trajetória dos Heróis que está na inteligência genética
transcendental; na percepção e na totalidade; no comportamento e na sua relação
com o meio ambiente; na interioridade do ser humano; nos complexos, na libido,
no processo de individuação; na interação social; nas relações entre alunos,
professores e equipe-técnica; na auto-realização; na auto-atualização; no desenvolvimento
infantil e nos processos cognitivos; nos fenômenos que se apresentam a
percepção; no inconsciente e no comportamento; nas relações entre fisiologia e
comportamento; no desenvolvimento infantil; na motivação e na inferioridade;
nas relações que ocorrem nos grupos e organizações; nas relações trabalhistas;
nos movimentos e transformações biopsicosociofilosóficos; na arte descabida; na
cultura comportamental e na tecnologia; no antes, durante e depois da
existência e essência; na biologia psicológica antropológica; na origem da
Psicologia e Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por sua vez é
o das artes; nas realidades literal, residual, consciente, inconsciente,
simbólica, ideal e real; na vulnerabilidade genética que se dá pelo medo; no
desenvolvimento das regras: linguagem, brinquedo, sexualidade, social,
novidades, moral, psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências, desejo,
neurológicas, consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na
sensibilidade, sentir e decifrar sensações; na cultura que molda a
personalidade; na hipótese da telepatia e do sofrimento oriundo dela; na
análise tecnopsicológica ou instrumental tecnológico; no novo psico-residual;
nos estágios cognitivos mattanonianos; na noção de que você é você e o contexto
e não a biologia, a psicologia, a sociologia, a filosofia, ou a
espiritualidade; na negação e na afirmação de verdades; no multiculturalismo
que tudo desconstrói e constrói a todo momento de modo autoclítico; na
semelhante valorização das faces da moeda na dialética morfo-mattanoniana; na
passagem do ato contextualizando-o dramaticamente; no ecletismo social reunindo
diferentes teorias para o encontro social e a socialização; no estudo do que
for protestável; no formação de conhecedores e ¨xamãs¨ para a paz e a
Democracia, Justiça e sentimento de religiosidade; na função do pensamento que
é fazer existir e fazer não existir, etc., a indecência luta pela independência e pela
sua morte, produz sentimentos conflituosos e ambíguos, vive de máscaras e papéis
desempenhados e prescritos, é a sombra, é a miséria, é a falta, é a marca, é a
vida e sua organização que a quase todo momento se descortina como indecente e
não-reveladora, pois produz medo, vergonha, humilhação e violência como o
bullying – é o terror, primeiro, pelo não-terror, e depois pelo terror. As
descobertas da vida propiciam liberdade que
gera adaptação e produz tanto lutas e trabalho quanto paz, descanso e repouso
depende da Educação e do aprendizado, ou seja, das regras que aprendemos, da liberdade,
do que adquirimos na família, na escola, na Igreja, no trabalho, na
afetividade, nos nossos relacionamentos, etc., na nossa Trajetória e na
Trajetória dos Heróis, devemos sim, é estar adaptados e prontos para continuar
adaptados, senão nos desadaptamos e poderemos causar guerras, mortes e
violência moral, sexual, psíquica, física, social, econômica, trabalhista,
política ou até bullying e terror!
A Trajetória dos
Heróis começa na concepção e continua com a vida do Herói e vai até a liberdade
para se viver e ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a liberdade é fruto
das descobertas ou existe em função das descobertas da vida, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, a liberdade existe
graças as lutas e ao trabalho que exigem descanso e repouso, a liberdade atinge-nos
como liberdade para escolhermos o nosso trabalho, o trabalho é livre, trabalho
não é só emprego, é uma coisa indefinida, não pode ser definido ou totalmente
controlado, é amigo da dispersão e do sofrimento, este que nos definiu como
corpo e mente, comportamento, e modos de relação social, a indecência é o
niilismo existencial como as inteligências que compreendemos e lidamos uma(s)
com a(s) outra(s) para lidarmos com a indecência de nossas vidas pobres, podres,
ricas, criminosas, delinqüentes e ensimesmadas, para lidarmos com a indecência
criamos compensações e até supercompensações que dão ordem aos padrões atuais
de vida, ou ao momento sócio-histórico, ou até mesmo, contextual, porém a
indecência não depende do contexto mas pode ser dessensibilizada e
reinterpretada de acordo com o modelo de distanciamento compreensivo dela mesma
em relação ao ser humano. A indecência é indecente seja qual for o contexto?
Não! De acordo com a informação e não de acordo único com a sua auto-produção
que agora deixa de ser auto-reguladora instintivamente, nossos comportamentos
permitem-nos reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas vidas particulares e
sociais com um novo significado, sentido e conceito contextuais que se transformam,
mas não mais transformam o ser humano após a última transformação, a da
dessensibilização contextual, onde a indecência não incomoda e não transforma
mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à fome, ao abrigo, ao novo, ao
frio, ao calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e
da ansiedade, ao amor e a pertinência, a realização ou a individuação. O velho
xamã ainda existe e agora sua mensagem é contextual, o processo de individuação
leva a contextualização com significado e sentido únicos e individuais, e um
conceito partilhado coletivamente também contextualizado em cada momento
sócio-histórico que não dominam mais o ser humano e deixam de ter poder
literal, controlador ou de razões para isto ou aquilo – é o desenvolvimento da
indecência já que dependemos do sexo, e o sexo é indecente! A indecência também
atinge a luta e o trabalho, os ritos e a Trajetória da Vida e a Trajetória dos
Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio, o calor, a segurança, a proteção, a
liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, o amor e a pertinência, a
realização e a individuação são indecentes por terem um fundo de falta, desejo
e marca! Para vivermos em meio a estes eventos necessitamos de Heróis! Os
Heróis podem estar escondidos em nosso interior! Indecência ou morte
filogenética, ontogenética e cultural! Podemos ser mais inteligentes ou menos
inteligentes se também aprendermos os mecanismos de dessensibilização da
inteligência mas nunca faremos a dessensibilização da adaptação, ela jamais cessa,
jamais se esgota, jamais entra em extinção, como método de não-aprisonamento,
de liberdade, de descobertas, intelectual, sexual, moral, mental, social,
público, físico, etc., para a nossa libertação e liberdade, já que não
precisamos de exércitos mas sim de homens livres e felizes libertados do
aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra e conflito – isto
pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar aprisionado e
acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente! Precisamos viver
o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e falecer, destruindo a
própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a concepção somos
indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em Evolução, o que
somos hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não somos hoje! Não
conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a Adaptação, não
conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou adaptativos por
causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou facilita, induz
a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao sofrimento e as
doenças.
Segundo a
Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade
que é mobilidade, eu concordo com isto
pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio
diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver
problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem
ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é
liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim da habilidade e da mobilidade diante de
problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo
dia-a-dia, pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e
a adaptação é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e
socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre,
libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e
ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A transcendência
é pura liberdade, é pura adaptação, depende das descobertas da vida, inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, não depende da inteligência
e nem da memória mas sim da capacidade do organismo de se adaptar e processar
informações a seu favor maximizando sua existência e suas essências também a
favor de sua espécie, assim a transcendência depende da adaptação em primeiro
lugar e para entende-la temos a nosso favor como instrumento a linguagem e a
inteligência, ela, a transcendência, vem da miséria, da caridade e do trabalho
do homem e só existe pois podemos nomeá-la de ¨transcendência¨, fato que os
outros seres vivos não conseguem! A transcendência depende de ritos e de nossa
vida e da Trajetória dos Heróis! A transcendência vem do trabalho e da luta, do
descanso e do repouso que reabilitam o homem para uma nova jornada e carga de
trabalho para a produção de bens e de serviços e de economia que afeta também
os processos da globalização da economia, da tecnologia, da informação, por
exemplo. Assim a transcendência vem de
nossas misérias, de nosso não entendimento e não assimilação de nossas
descobertas, através da adaptação
fisiológica, morfológica e comportamental gerando caridade e trabalho como
também economia, informação, tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e
guerras, devemos transcender e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos
educando as pessoas e os povos de modo a combater o abuso, a exploração, a
violência, os crimes e as guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos
transcender e a Educação tudo resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva
ao renascimento, seja ele interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de
re-encarnação, falamos de Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da
Eternidade, o Amor é Eterno e possui vários deuses e uma Santíssima e
Augustíssima Trindade, Santos, Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor
também pode ser eterno enquanto durar,
ele pode ser passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e
Augustíssima Trindade ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria
e continuar eterno propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos então da
liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos do mal e de nós mesmos,
de nosso interior de uns dos outros, de nossos conflitos e de nossos pecados,
do nosso sofrimento e de nossas doenças, de tudo que castra e tira-nos a
liberdade. Falamos da liberdade diante de nossas descobertas da vida e da
adaptação, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó – falamos da Trajetória dos Heróis.
De acordo com os
princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles: atenção,
discriminação, controle instrucional e ordem, posso teorizar que através das
Teorias de Distanciamento Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para
o descanso e repouso ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas
descobertas e diante de nossas escolhas e procedimentos, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, lidando com ritos e a
Trajetória dos Heróis e a própria vida e o contexto diante das regras oriundas
da literalidade, das razões e do controle, acrescento que as regras que são
contingências do tipo ¨se isto..., então aquilo...¨, podem interferir de acordo
com novas regras contextuais e autoclíticas que levem o comportamento verbal do
falante a reflexão e reorganização ou reordenação do tipo: o que era
discriminação eu posso ter agora consciência que aprendi com meus repertórios
básicos do comportamento que é imitação, ou o que era imitação é atenção, ou o
que era controle instrucional é ordem e atenção, ou o que é atenção é atenção e
discriminação, etc., invariavelmente gerando liberdade diante do contexto, das
regras contextuais deixando de se apegar a literalidade, as razões e ao
controle, mas sim ao contexto propiciando liberdade, insight e saúde
psicológica, bem-estar através das regras agora, também, autoclíticas! O
comportamento verbal do falante levado a reflexão e reorganização ou
reordenação com novas regras contextuais e autoclíticas deve-se funcionalmente
ao Episódio Verbal Incompleto e ao Episódio Verbal Completo Mattanonianos. No
Episódio Verbal Incompleto atribuiremos novos significados, novos sentidos e
novos conceitos invariavelmente as palavras; e no Episódio Verbal Completo
poderão emergir respostas novas em meio as conceituais e invariáveis e jamais
invertidas, trocadas e/ou aglutinadas nos jogos de linguagens, por exemplo,
assim conhecidas literalmente quanto a seu significado, sentido e conceito
neste Episódio Verbal Completo, havendo mútuo entendimento na comunicação entre
emissor e decodificador, o que não ocorre no caso do Episódio Verbal
Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como Inteligência Artificial
ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto as nossas descobertas da
vida e a liberdade: as nossas
descobertas da vida e a liberdade creio estar associada ao poder da Educação
que dissolve a ignorância e o não saber que os detêm aprisionando-nos no
passado infantil e desconhecido sem marcharmos para o futuro e para o avanço e
progresso da humanidade e das ciências, aqui está a liberdade, neste contexto
ou no contexto sócio-educacional em que estamos inseridos atualmente e onde
desenvolvemos nossos trabalhos como os científicos, a ciência pode gerar
liberdade através do conhecimento e de seus trabalhos humanitários e
progressistas – O Episódio Verbal Completo é exemplo de uma sociedade mais
avançada, mais educada, mais técnica e culta – o que gera bem-estar e
assertividade? O Episódio Verbal Completo ou o Episódio Verbal Incompleto? A
Adaptação depende de qual Episódio Verbal para ser obtida com sucesso? Seja a Adaptação
fisiológica, morfológica e/ou comportamental? Qual Episódio Verbal, Completo ou
Incompleto assegura uma boa Adaptação e assim a perpetuação de nossa espécie?
Qual Episódio Verbal é mais importante para assegurar a boa filogênese, a boa
ontogênese e a boa cultura? Qual assegura verdadeiramente e seguramente a vida?
O Episódio Verbal Incompleto ou o Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade?
No contexto sócio-educativo e no trabalho das ciências, por exemplo, também há
liberdade por meio das artes e das religiões, da espiritualidade, no descanso e
no repouso, na luta e no trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos
Heróis. A liberdade depende de nossas descobertas e de todos estes fatores para ser criada, mantida,
usufruída, modificada, transformada e mortificada, senão sê-la renascida num
processo cíclico mítico-ritual primitivo, espiritual, epistemológico, artístico, científico, humano
contemporâneo pois somos humanos devido a liberdade! Somos filogeneticamente descobridores
e livres! Somos ontogeneticamente descobridores e livres! E somos culturalmente descobridores e
livres! Nossa origem e nossa natureza são de descobridores e livres e rumam
para a contínua marcha de descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda
não estamos preparados o suficientemente o bastante para sermos livres e
lidarmos com toda essa liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma
nossa natureza de descobridores pois somos inventivos e destrutivos e
auto-destrutivos, por isso nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso
nos destruímos e destruímos aos outros! Devemos buscar novas descobertas em
nossas vidas e das vidas e melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem
nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e devemos melhorar nossa conduta de liberdade
pública sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e sem nos
prejudicarmos também naturalisticamente, ecologicamente e biologicamente! Não
precisamos de homens presos e de exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou
de grades para nossos antepassados, precisamos de homens livres! Precisamos de uma
Humanidade Santa! Deus nos deu a liberdade! E agora sabemos disto! Podemos
tê-la, depende de nós! Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir
e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos
positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação
morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos
antepassados, frutos de nossos ritos como os de iniciação e de passagem, frutos
da Trajetória da vida e da Trajetória dos Heróis.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Amanhã
seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós – já
somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus
pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó! Devido a como evolui e é meu corpo e
meu cérebro!
Toda a riqueza
de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e repouso, férias, recompensas
pelo trabalho e pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos, profissões e
aprendizes, ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó depende de nossa
história filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do
universo, depende da Evolução de nossa espécie, de cada indivíduo e da
sociedade, do espírito, da vida e do cosmos, Evoluir é se deixar aprender e
viver!
Evoluir é
experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó!
(Osny Mattanó Júnior – 27/08/2016).
- Psicanálise
Lacan-Mattanoniana
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Jacques-Marie Émile Lacan (Paris,
13 de abril de 1901 — Paris, 9 de setembro de 1981) foi um psicanalista
francês.
Formado em Medicina, passou da
neurologia à psiquiatria, tendo sido aluno de Gatian de Clérambault. Teve
contato com a psicanálise através do surrealismo e a partir de 1951, afirmando
que os pós-freudianos haviam se desviado, propõe um retorno a Freud. Para isso,
utiliza-se da linguística de Saussure (e posteriormente de Jakobson e
Benveniste) e da antropologia estrutural de Lévi-Strauss, tornando-se
importante figura do Estruturalismo. Posteriormente encaminha-se para a Lógica
e para a Topologia. Seu ensino é primordialmente oral, dando-se através de
seminários e conferências. Em 1966 foi publicada uma coletânea de 34 artigos e
conferências, os Écrits (Escritos). A partir de 1973 inicia-se a publicação de
seus 26 seminários, sob o título Le Séminaire (O Seminário), sob a direção de
seu genro, Jacques-Alain Miller.
Sua primeira intervenção na
psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de
alienação, sede do narcisismo. É o momento do Estádio do Espelho. O Eu é
situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor e ódio. É
o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do
Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito,
pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do
Inconsciente que deveríamos situar a ação da psicanálise.
Esse registro é o do Simbólico, é o
campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss afirmava que "os
símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e
determina o significado" , no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a
autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito,
que só se constitui através deste - "o inconsciente é o discurso do
Outro", "o desejo é o desejo do Outro".
O campo de ação da psicanálise
situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos
falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de sonhos, enfim, naqueles
fenômenos que Lacan nomeia como "formações do inconsciente". A isto
se refere o aforismo lacaniano "o inconsciente é estruturado como uma
linguagem".
O Simbólico é o registro em que se
marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de
Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan, "a lei e o desejo
recalcado são uma só e a mesma coisa". Lacan pensa a lei a partir de
Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do
maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada
na interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo
enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o
Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas.
É na década de 1970 que Lacan dará
cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em sua tópica de três registros,
Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe aquilo que resiste a
simbolização, "o real é o impossível", "não cessa de não se
inscrever". Seu pensamento sobre o Real deriva primeiramente de três fontes:
a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia, de Bataille, e dos conceitos de
realidade psíquica e de pulsão, de Freud. O Real toca naquilo que no sujeito é
o "improdutivo", resto inassimilável, sua "parte maldita",
o gozo, já que é "aquilo que não serve para nada". Na tentativa de
fazer a psicanálise operar com este registro, Lacan envereda pela Topologia,
pelo Nó Borromeano, revalorizando a escrita, constrói uma Lógica da Sexuação
("não há relação sexual", "A Mulher não existe"). Se grande
parte de sua obra foi marcada pelo signo de um retorno a Freud, Lacan considera
o Real, junto com o Objeto a ("objeto ausente"), suas criações.
No Brasil, um dos principais
pioneiros da psicanálise lacaniana é MD Magno, fundador do Colégio Freudiano do
Rio de Janeiro, em 1975, bem como Célio Garcia, um dos primeiros a introduzir o
pensamento de Lacan na Universidade, em Minas Gerais. O trabalho de Lacan
exerce forte influência nos rumos do tratamento psíquico, inclusive na
definição de políticas de saúde mental, especialmente no Brasil.
Ao lidar com um parceiro substituto
do objeto paterno, trata-se, para ele, como frequentemente aparece nas
fantasias e sonhos dos homossexuais, de desarmá-lo, de humilhá-lo. Por outro
lado, a exigência de encontrar no parceiro o órgão peniano, corresponde à
posição primitiva ocupada pela mãe, que dita a lei ao pai. O homossexual
desafia seu parceiro para saber se o pai tem ou não tem. Na medida em que o pai
se mostra verdadeiramente apaixonado pela mãe, ele fica sob a suspeita de não
ter.
Enfim, o medo pavoroso de ver o
órgão da mulher deve ser entendido, segundo Lacan, para além da idéia de
castração que ele sugere. O que os paraliza diante do órgão da mulher é
precisamente a suposição de que ele ingeriu o falo do pai. O que é temido na
penetração é justamente o encontro com esse falo paterno. Para além do perigo
da vagina dentada, que também existe, trata-se da vagina temida por conter o
falo hostil, absorvido pela mãe, cuja potência ela detém no órgão feminino.
Trata-se pois de uma situação
estável, não dual, cheia de segurança, a três. É por considerá-la uma relação
dual que, segundo Lacan, os analistas não chegam a elucidá-la. Mesmo havendo as
mais estreitas relações com a mãe, a situação só tem importância pela relação
com o pai. O que deveria ser a mensagem da lei é justamente o contrário, e
mostra estar nas mãos da mãe. A mãe detém a chave, porém de um modo muito mais
complexo do que a noção da mãe provida de um falo. Se o homossexual se
identifica com ela não é por ela ter ou não ter o falo, mas por deter as chaves
da situação que prevalece na saída do Édipo, onde se julga quem detém o poder
do amor, diz Lacan.
A homossexualidade masculina é
então um disfuncionamento do segundo tempo do Édipo, que é essencialmente a
inversão da metáfora paterna: é a mãe que dita a lei ao pai. O pai como
privador da mãe fracassa. O que tem como resultado: "é a mamãe que o
tem" (recusa da castração).
Esses
sonhos e fantasias homossexuais de desarmá-lo e de humilhá-lo e a exigência de
encontrar o órgão peniano faz do futebol um meio propício ao homossexualismo
segundo esta teoria lacaniana.
Já
segundo Mattanó, o futebol vai mais além e é construído pelas Inteligências
Emocional, Psicomotora, Interpessoal, Intrapessoal, Naturalística, Lingüística,
Corporal e Territorial de modo que o homossexualismo torna-se apenas efeito da
Evolução da Estruturação do Inconsciente como uma linguagem. O Futebol deve-se
as Inteligências e ao Inconsciente e o homossexualismo deve-se a linguagem que
estrutura o Inconsciente.
O Futebol é um esporte coletivo.
Este esporte exige esforço físico, afetivo e mental. Seus participantes,
equipe-técnica e jogadores, devem se adequar as suas regras padronizadas
universalmente para o sucesso de suas tarefas. Seus objetivos são marcar gols
ou ganhar pontos na tabela de pontuação dos Campeonatos ou se manter líder ou
classificado e avançar as fases até a grande final e decisão do título. Podemos
ver o Futebol como o esporte onde há grande esforço físico e mental, depois
afetivo, a afetividade é sentida em casos de Campeonatos Internacionais e ou
Grandes Decisões. A afetividade também é explorada no início e no fim da
carreira dos atletas, é como se isso também fossem ¨grandes decisões¨ que vão
marcar as suas vidas e histórias e de suas famílias, seus povos e nações. O
esforço físico é a exigência para ser atleta, correr, saltar, disputar um lance
ou jogada, cobrar um falta, etc.. E o esforço mental é aquele que recai sobre a
vida e a saúde-mental do atleta sobretudo nas Grandes Decisões e nas outras
¨grandes decisões¨ da vida inclusive o casamento e a família, o prazer e o
sofrimento oriundo do seu trabalho e esforço.
O
Futebol pode ser visto como um Campo Espiritual onde o Campo é um parte da
Terra e os jogadores são os escolhidos para uma missão, no campo os jogadores
dispõem-se organizadamente para defenderem suas metas e alcançarem seus
objetivos, vencer a partida! O Técnico é o líder ¨espiritual¨ e os atletas seus
seguidores, o goleiro é o homem da porta do Céu e dos Infernos, os zagueiros
são os Anjos Guardiões ou a base da sociedade espiritual cristã, o meio-campo
são os Anjos Mensageiros ou aqueles que fazem a ligação entre os dois extremos
do campo, e os atacantes são os Anjos Vingadores ou aqueles que empenham
Espadas para derrotar o homem da porta do Céu e dos Infernos, o goleiro! Quando
enfrentamos zagueiros enfrentamos Anjos Guardiões ou mesmo Grandes Montanhas e
quando atacamos sem que haja zagueiros pela frente enfrentamos Grandes
Desertos, devemos aprender a enfrentar Montanhas e Desertos, Obstáculos e
Facilidades, ambos os casos são problemáticos e exigem esforço e trabalho,
consciência, precisamos de um líder ¨espiritual¨, mas precisamos muito mais do
que isto, precisamos de Deus. Pois precisamos todos nos defendermos desde o
início da prática dos esportes, e em particular, do Futebol. Como as crianças
se defendem?
No Futebol podemos deslumbrar um
Campo de Força donde cada atleta representa um Vetor que se movimenta e que
movimenta o jogo e os outros atletas comunitariamente para vencer, perder ou
empatar a Partida e o Campeonato em disputa. Esse Vetor é Individual através da
Força e Movimento de cada atleta e Coletivo através da Gestalt ou
Forma/Configuração que se forma e se orientam os atletas de cada equipe. São os
Vetores Individual e Coletivo em grande parte os responsáveis pelo sucesso ou
pelo fracasso de cada equipe, pois eles determinam o Movimento físico e da
psique ou da consciência e da socialização inclusive da filosofia e
espiritualidade, vida e universo a quem pertencem cada atleta e cada equipe.
Com o Movimento nota-se que melhor é o atleta que tem melhor Movimento físico,
psíquico, social, filosófico, espiritual, da vida e do universo pois é mais
Inteligente e age psicomotoramente e pensa mais rápido e com mais eficiência e
precisão. Futebol depende do Movimento do atleta e do jogo e da bola, depende
do Vetor Individual e Coletivo e de sua Força e da Capacidade de cada atleta e
de cada equipe de lidar com o Vetor Individual e Coletivo de sua equipe e da
equipe adversária.
Como se defendem as crianças
desde a vida intra-uterina? Como se
desenvolvem essas defesas? Como pode ser essa defesa? Porque as crianças se
defendem assim e não de outros modos e maneiras? Afinal, como é isso? As
crianças crescem e aprendem a se defender desde a vida intra-uterina até a
adolescência através da ingenuidade. A ingenuidade pode se desenvolver através
de 5 Fases, elas:
1ª)
Biológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
orgânicos, das respostas sensório-motoras, da imunidade, dos sinais vitais;
2ª)
Psicológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
psíquicos, através da passividade e da atividade, da consciência e do
inconsciente, da inteligência intrapessoal;
3ª)
Sociológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
sociais, das formas de domínio e poder entre os indivíduos e grupos sociais;
4ª)
Filosófica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos de
querer se conhecer e a sua origem, quando ainda não teve formação Espiritual
como o Catecismo;
5ª)
Espiritual: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
espirituais, quando já há uma formação da Espiritualidade como o Catecismo.
Mas
o que é a ingenuidade? A ingenuidade é estar desligado, ou não conseguir
captar, assimilar e acomodar determinadas informações, seja reprimindo, se
distanciando, fugindo, se esquivando, ou simplesmente não conseguindo compreender parcialmente ou
coisa alguma, não conseguindo vencer ou efetuar determinados processos
biológicos (como em casos de vírus), psicológicos (como no caso do medo e do
ódio), sociológicos (como em caso de problemas sociais como guerras e
revoltas), filosóficos (como em caso de filosofias destrutivas e proibidas), e
espirituais (como no caso de seitas que levam a morte ou degradação dos valores
sociais, familiares e da vida e paz).
A
ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, atravessa ou afeta os fenômenos da
alfabetização através da Ingenuidade Biológica, Psicológica, Sociológica,
Filosófica e Espiritual, a alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e
de seus modos de utilização como código
de comunicação. A alfabetização é definida como um processo no qual o indivíduo
constrói a gramática e em suas variações. Esse processo não se resume apenas na
aquisição dessas habilidades mecânicas (codificação e decodificação) do acto de
ler, mas na capacidade de interpretar, compreender, criticar, resignificar e
produzir conhecimento. Todas essas habilidades citadas anteriormente só serão
materializadas se os alunos tiverem acesso a todos os tipos de portadores de
textos. O aluno precisa encontrar os usos sociais da leitura e da escrita. A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e
seus processos, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó, cerca também o desenvolvimento de novas formas de compreensão e uso da
linguagem de uma maneira geral.
A alfabetização e a prática dos
esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, fenômenos de uma pessoa que promovem
sua socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas
simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades
oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do
exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um
todo.
A incapacidade de ler e escrever é
denominada analfabetismo, enquanto que a incapacidade de interpretar textos
simples é chamada analfabetismo funcional ou semianalfabetismo.
A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, os seus processos são afetados pelos
processos da Ingenuidade Biológica,
Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual que ajudam a construir e a
elaborar a adaptação e a memória do ser humano.
A
ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, marca a adaptação através das marcas
durante a psicossexualidade.
A adaptação e a memória que se faz
pela adaptação e a prática dos esportes e do Futebol
e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o
Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e
Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como
reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do
homossexualismo, os Vetores Educam, seus
processos, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó, na infância e no Desenvolvimento da Ingenuidade Biológica,
Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual marcam a alfabetização e seus
processos, a adaptação biológica, psicológica, sociológica, filosófica e
espiritual, e assim sugere a
transcendência pela Psicanálise que não está vinculada ao id que é o componente
arcaico e inconsciente do nosso sistema
de energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, apenas em casos de
psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à gratificação direta ou
indireta, mas o mais bastante possível e imediato do instinto sexual (libido),
vinculado estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a fome, a
sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais profunda da
mente. Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único de interesses é o corpo,
sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de vida e de
auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de forma direta
(beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória (através de
fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra alucinatória. A
fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação do prazer pode ser
imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou indiretamente, entendo adaptação
às necessidades primárias da pessoa quando crianças antes da castração ou em
psicóticos, aqui a transcendência pode ser direta ou indireta, a adaptação e a
transcendência dependem dos fenômenos biológicos, psicológicos, sociológicos,
filosóficos e espirituais. Com o
desenvolvimento do ego, o indivíduo acaba se tornando consciente das exigências
da realidade (princípio de realidade); e quando se estabelece o superego, a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter
consciência das satisfações ideais. Mas há Eros, a pulsão total de vida
(auto-conservação), e Tanatos, a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo
lidamos com Eros e Tanatos e o id, o ego e o superego em nossas relações
inconscientes e conscientes conosco e com os outros objetos de desejo e
satisfação através da marca e de como isso fica arranjado, organizado na vida
mental, na unidade mental e comportamental da pessoa, isto é o que prevalece
para cada sujeito, nestes casos a transcendência é consciente.
A adaptação é a linguagem do
inconsciente e que dá forma ao inconsciente e aos anseios instintivos da
libido. Assim surgem grandes e pequenos monstros que aprendemos a domar durante
o desenvolvimento psicossexual da libido da pessoa. Esta adaptação evoca a
transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros
monstros grandes ou pequenos que dependem da infância e a prática dos esportes
e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e
sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor
Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol
e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do
homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para entendermos
a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, e do Desenvolvimento da Ingenuidade
e da alfabetização e de seus processos.
A
adaptação faz o neurótico, o psicótico, o boderline, o psicopata. Ela faz parte
do desenvolvimento da personalidade oral: característica prepotente,
dominadora, voraz, cobiça, inveja e otimismo; da personalidade anal:
característica de vaidade, desconfiança, ambição, generosidade sem amor
(ligadas à evacuação), meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação,
avareza (ligadas à retenção das fezes); da personalidade fálica: característica
de ostentação, prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas,
necessidade de afiliação, narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições
esportivas, concursos de beleza, etc.); período de latência: característica de
declínio e extinção do complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o
intervalo entre o estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal
adulta; e da personalidade genital: característica de potência fisiológica e
capacidade de amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável.
A
cada estágio psicossexual lidamos com a adaptação, com a infância, com a
linguagem e talvez muito com a alfabetização e a prática dos esportes e do
Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante
a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para entendermos
a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, e o Desenvolvimento da Ingenuidade
biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, e assim com a
memória e a transcendência que se
caracteriza pela pulsão de morte ou de autodestruição, a morte, e com a
decência ligada ao amor, a Eros, a pulsão de vida. Esta é à base da organização
da personalidade e da humanidade! Como lidamos com a indecência e com a
decência ligadas a vida e a morte, a auto-preservação e a autodestruição,
processos evolutivos e selecionados naturalmente.
Já
o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a
adaptação e com sua infância, suas memórias e marcas, com sua alfabetização e a
prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e seus processos,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, e seu
Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica
e espiritual, não consegue transcender, tornando-se desadaptado e assim pode se
tornar um viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou ensimesmado
e possuir ainda as outras características de sua personalidade lidando com
monstros que surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades
primárias ou instintivas do id.
Abordarei os aspectos psicanalíticos
ligados aos nossos Monstros através da explicação da fantasia que é uma
formação de imagens mentais de cenas e de seqüências de cenas ou experiências
que não existiram no mundo real ou que
se passaram de modo diverso do fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem
tais pressupostos, conforme Álvaro Cabral e Eva Nick:
1. ¨As fantasias são o conteúdo
primário dos processos mentais inconscientes e representam anseios instintivos
em relações objetais;
2. São representantes psíquicos dos
instintos da libido e, no início do desenvolvimento da criança, passam a ser
elaboradas como defesas, realizações de desejos e conteúdos de ansiedade;
3. O conceito, postulado por
Freud, de ¨realização alucinatória de
desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a ¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem
a base da vida da fantasia;
4. Através da experiência externa,
as fantasias tornam-se suscetíveis de expressão, mas não dependem dessa
experiência para existir, nem das palavras, embora possam exprimir-se por
palavras, em certas condições;
5. As fantasias primitivas são
experimentadas através das sensações; mais tarde, assumem forma de imagens
plásticas e representação dramáticas;
6. Têm efeitos psíquicos e
corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no caráter e personalidade,
nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7. As fantasias inconscientes
constituem o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego. (apud
Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim nossos Monstros constituídos
através das fantasias representam anseios instintivos da libido em nossas
relações objetais, no início da vida é uma defesa, realizações de desejos e
conteúdos de ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma
representação primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem
realizadas através da experiência externa, mas podem serem realizadas através
das palavras, porém para existir não dependem da realidade externa e das
palavras, primeiramente são sensações e depois assumem formas e representações
dramáticas, produzem efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre
os instintos e os mecanismos do ego. Nossos Monstros são um mergulho profundo
em formas e representações dramáticas das profundezas da nossa vida mental
instintiva que visa nos defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador
das energias mentais do id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo
sobre a realidade externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados
dolorosos, ansiedades e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros
instintivos durante nossa vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros.
Monstros e fantasias se
relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo e a realização
de desejos instintivos. Referem-se a estados da infância como na alfabetização
e seus processos e ao Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica,
sociológica, filosófica e espiritual.
Monstros surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias
ou instintivas como a fome, a sede, o ar, a atividade, o sexo, os cuidados maternos,
as secreções, urina e fezes, evitar a dor, o calor e o frio, a segurança. E
assim se não conseguimos transcender surgem grandes e pequenos Monstros que nos
atormentam e nos destróem com lutas invencíveis e guerras, horrores e
holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e privilégios
assegurados pela organização humana.
O sofrimento causa-nos sentimentos
de perda e de reparação levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição
e/ou a auto-destruição como nas guerras e nas violências, a paz é a
reorganização social humana desse processo de sofrimento unicamente humano e
afetivo, pois o homem é um animal emocional, as guerras e violências só existem
por causa das nossas emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o
animal mais evoluído na escola filogenética por isso temos mais afetos e
devemos aprender a lidar com eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade
e esperança num futuro melhor que pode e é construído diariamente,
momento-a-momento com a Educação.
Deste
modo a adaptação a psicossexualidade e a
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para entendermos
a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, ao Desenvolvimento da Ingenuidade
biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual leva a
transcendência oriunda dos modos de miséria, caridade e trabalho, forças que
impelem o ser humano a atividades de abuso, força, violência e exploração,
senão outrora também, guerras, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes,
horrores contra a humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas,
psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo
a impelir o ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de
Amor e de Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga
seu rumo evolutivo naturalmente e socialmente.
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal poderá
ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o
nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo!
A
psicossexualidade está em desenvolvimento até a fase genital e o
desenvolvimento das sublimações, porém o Desenvolvimento da Ingenuidade começa
na vida intra-uterina e continua por toda a vida, ela e a Ingenuidade em
desenvolvimento, biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual,
desde a Concepção e o Herói até a
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver onde a Ingenuidade assume outra
representação oriunda do desenvolvimento das sublimações após a fase genital,
assim o Desenvolvimento da Ingenuidade não para e está em constante movimento.
A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para entendermos
a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, fenômenos que devem alcançar a
liberdade. Somente através da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é
que alcançaremos a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver em nossos
processos da alfabetização livrando-nos do poder do id e do superego que
ampliam e trazem sofrimento as pessoas nos processos da linguagem e da
alfabetização, a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver envolve uma Educação
Bancária, Educação Libertadora,
Contextualização e um distanciamento compreensivo associado de um
Niilismo Educativo ou mesmo através da Educação por Episódio Verbal Incompleto
ou Educação por Episódio Verbal Completo ou mesmo uma Educação Plástica para a
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e
sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor
Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol
e de como reagirão os atletas durante o jogo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para entendermos
a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, fenômenos de nossas pessoas,
adultos, jovens e crianças, ou seja, em qualquer momento da vida se já
estivermos desenvolvidos e crescidos, amadurecidos e mielinizados, preparados
organicamente para a educação, assim podemos ser alfabetizados e ter melhores condições
para alcançar a Liberdade ou a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver. Sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam e asseguram a Liberdade
para Se Viver e Ensinar a Viver, garantido assim as regras ou contingências do
jogo ou partida de futebol e o seu pleno acontecimento, preparação, início,
meio e fim, e os Direitos, Deveres, Obrigações e Privilégios do Público, da
Massa, da Multidão, Telespectadores, Ouvintes, da Opinião Pública, dos Atletas,
dos Árbitros e de toda a Equipe-técnica, e dos Comunicadores, Autoridades e Policiais.
Lacan
deixou a análise Biológica para a análise da Linguagem e Mattanó passou para a
análise Universal, inclusive abordando a Telepatia como fenômeno da Evolução
Bio-Psico-Cultural, Espiritual, da Vida e do Universo, otimizando as contingências filogenéticas,
ontogenéticas, culturais, espirituais, da vida e do universo.
Sujeito
e Significante:
Temos, portanto, diante de nós os
termos sujeito e significante. Tratemos de definir cada um deles a fim de
posteriormente analisarmos a relação atávica que Lacan defende que exista entre
ambos.
Sujeito como lugar vazio
O conceito de sujeito, como
qualquer estudante de ciências humanas deveria saber, não é uma noção unívoca,
ou seja, comporta uma diversidade de interpretações e definições. No campo
filosófico, o termo sujeito é elevado ao estatuto de conceito a partir do
pensamento de René Descartes. Como foge aos nossos propósitos, analisar o
conceito de sujeito em Descartes em todas as suas particularidades, serei
bastante sucinto ao falar dele, mesmo correndo o risco de simplificá-lo
demasiadamente.
Assim, o sujeito cartesiano poderia
ser identificado ao eu, realidade supostamente irredutível, pois, segundo
Descartes, sua existência não poderia ser posta em dúvida, já que o próprio ato
de duvidar pressuporia um sujeito. No domínio da linguística, diz-se que
sujeito é o elemento de uma sentença que sofre a predicação. Em outras
palavras, o sujeito é aquilo ao qual atribuímos ou negamos determinadas
características.
Observe que tanto do ponto de vista
cartesiano quanto linguístico, o termo sujeito é um lugar vazio. Com efeito,
para Descartes, tudo o que se diz a respeito de alguém pode ser colocado em
dúvida pelo próprio sujeito. Qualquer atributo que sobre ele recaia não pode
lhe servir como representante último, pois o próprio sujeito possuiria a
capacidade de colocar o mérito do qualificativo em xeque e, se necessário,
descartá-lo. Nesse sentido, o sujeito constitui-se em um lugar a priori vazio.
Ocorre o mesmo com a noção linguística de sujeito: a palavra “Pedro”
considerada isoladamente não possui sentido algum. Só adquire significação
quando atribuímos a ela algum predicado, como na sentença “Pedro é um aluno.”.
Portanto, o sujeito “Pedro” considerado em si mesmo é um lugar inicialmente
vazio a ser preenchido com predicados.
Signo, significante, significado:
Ora, o que são predicados senão
palavras, significantes? A noção de significante utilizada por Lacan é
proveniente de Ferdinand de Saussure, um linguista que propôs uma visão
estruturalista da linguagem. Para Saussurre, a linguagem seria formada por
elementos chamados signos. Esses, por sua vez, seriam compostos de duas
dimensões, unidas arbitrariamente, ou seja, em função do acaso, a saber: o
significante e o significado. O significante seria a parcela material do signo
linguístico (o som da palavra, por exemplo). Já o significado seria o conceito,
o sentido, a ideia associada ao significante. A teoria da linguagem de Saussure
é estrutural porque pressupõe que o valor de um determinado signo não é dado a
priori, mas depende da relação com os demais signos do sistema linguístico.
Lacan, guiado pela experiência com
as formações do inconsciente (sonhos, lapsos, chistes, atos-falhos, etc.)
reinventa a proposta original de Saussure, argumentando que a linguagem seria
constituída essencialmente de significantes e não de signos e que o significado
não teria – ainda que arbitrariamente produzida – uma relação fixa com o
significante. Para Lacan, a experiência psicanalítica teria demonstrado que o
significado é extremamente volátil, evanescente, como um fluido que desliza ao
longo da cadeia de significantes. Nesse sentido, a noção de signo deveria ser
relativizada, já que uma relação mais ou menos fixa entre significante e
significado estaria restrita a um dado contexto. Por outro lado, na linguagem
como um todo, isto é, no lugar do Outro, só existiriam significantes. Aliás,
Lacan define o Outro precisamente como “tesouro dos significantes”.
Percebemos
que no lugar do Outro só existiriam significantes que são justamente o som da
palavra e o significado estaria associado ao som da palavra, seria o conceito
da palavra, o Outro seria o objeto. Assim um ¨resíduo auditivo¨ seria e teria o
poder de um significante que geraria um novo significado no lugar do objeto ou
do Outro, está explicada a Teoria da
Pulsão Auditiva de 1995 de Osny Mattanó Júnior.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
2.
Psicologia Cognitiva Transcendental Social
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo e
da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
As descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca
segundo Mattanó ligadas ao trabalho
e a produção de bens e de serviços geram economia e globalização em nossos
tempos da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e do comércio e da
liberdade mas também geram liberdade e ritos de iniciação e de passagem e
também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e imprecisas, livres e
multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez produz a transcendência
que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento, nascimento,
desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da adaptação que está
ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida inteligente e
as 16 inteligências, somados aos estados de consciência, atividade, identidade,
alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição, maturação,
desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A memória e a
adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.
As
descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó associadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram
economia e globalização porém a liberdade faz fluir a adaptação e a memória que
se transformam, se transmutam em ritos de passagem e de iniciação e na
Trajetória dos Heróis, assim em escândalo, mediocridade, bandidagem,
miséria e pobreza, drogas,
tráfico de pessoas e de sexo,
prostituição, alcoolismo, tabagismo,
educação, escravização e servidão,
fome, sede, falta de higiene, não ter roupas, mortes e
violências, bullying, palavrão,
monstros, amor e ódio,
doença, deficiência, moral,
destruição do outro, sabedoria e
vida, espécies e mundo natural, processos corporais, gases,
urina, fezes, sexo e
masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar
vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação
de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções ,
pensamentos e estados de consciência
fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela
felicidade, está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num
futuro melhor não indecente, os mundos natural, artificial, biológico,
psicológico, sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da
indecência por isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante,
ganhamos e perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e
gastamos nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo este
percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o
herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ser
livre é estar adaptado, é possuir um
processo de liberdade oriundo das descobertas que a vida proporciona e produz, é
estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da Vida e pela Trajetória
dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas adaptação, é
trabalhar, ter economia e globalização, inclusive ter os meios para entendermos
a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, ser adaptado com sucesso é passar
pelas 9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 16 inteligências e
transcender.
As
9 fases da vida inteligente são:
1.
(antes de nascer): inteligência dual sensório-motora
2.
(0 – 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3.
(2 – 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4.
(4 – 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5.
(7 – 11 anos): inteligência do período de latência
concreta
6.
(12 – 18 anos): inteligência genital formal
7.
(19 – 29 anos): inteligência do período de privacidade
8.
(30 – 59 anos): inteligência do período de
produtividade
9.
(60 anos em diante): inteligência da crise final
As 16 inteligências
são:
1.
Espacial
2.
Territorial
3.
Corporal
4.
Lingüística
5.
Musical
6.
Matemática
7.
Interpessoal
8.
Intrapessoal
9.
Espiritual
10. Emocional
11. Naturalística
12. Psicomotora
13. Lúdica
14. Narcísica
15. Computacional
16. Agrícola
A inteligência
é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam que
Trajetória dos Heróis e da Vida,
dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem estar grupal, e em
parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo e marca, contudo
não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A inteligência como um
Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a economia e a
globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o florescer da
falta, do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que há de
prender-se e que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais, mas a
base da aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
Domar
as descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó é domar a liberdade, pode ser domar a inteligência, é também
dominar o trabalho, a economia e a globalização, é domar a si mesmo e uma seqüência de monstros
até a crise final, Monstros que nos atingem também através de ritos, de ritos
de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida e dos Heróis. Para aqueles
que defendem o aborto o filho no ventre é um monstro, um monstro não domado e
inteligente, repelente e que só trará infelicidade, assim não estamos prontos
para a educação através do Estado. O respeito humano é uma incapacidade por
causa da inteligência! Por causa da inteligência temos descobertas na vida! Por
causa da inteligência temos o trabalho, a economia e a globalização, mas podemos reinterpretar
nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.
Devemos
transformar o conceito inteligência em adaptação e aceitar as diferenças
individuais e grupais otimizando-as para as transformações sociais sem destruir
o passado e os nossos antepassados, ou seja, nossas memórias, nossa adaptação
sócio-histórica gravada em documentos e gravada em nossos cérebros e mentes
gerando conhecimento para a melhor e otimizada adaptação, sucesso para nossa
existência, se tivéssemos que considerar apenas a inteligência para o nosso
sucesso talvez fracassaríamos pois os inteligentes que não se adaptam morrem antes dos mais
adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro vem a adaptação as
descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois vem a inteligência ou
a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o espermatozóide se adapta
ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a fecundação e ela continua por
toda a vida até a morte. Esta inteligência também é livre pelo ¨crossing-over¨
e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem da liberdade ocorre em função
das descobertas da vida. As descobertas da vida muitas vezes nos aparecem em
ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Amar ou odiar a sua própria vida ou de
seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de
indivíduos a se perderem em seus mundos
obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento
pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser.
Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9
fases da vida inteligente e as 16 inteligências, mais estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização.
Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar
revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a
globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó são nossas regras que
produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas
descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de
Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e fantasias de
horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós conhecemos isto,
todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios as urgências da
vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois
somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não
existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos
nossos Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao
mesmo tempo que impede causa novas descobertas como as Biológicas e
Psicológicas.
Os Monstros, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó surgem durante as 9 fases da vida inteligência
e são domesticados
pela
inteligência genética transcendental e as 16 inteligências. As profundezas do
ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos, cavernas,
galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos, florestas e
desertos onde muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão e
isolamento com a perda do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram
sentimentos monstruosos de revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou
dos outros. Nossos Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a
globalização. Os modos, figuras e objetos não são mais os de felicidade e de prazer com os
mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico (organismo),
psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações sociais), filosófico
(especulações sobre sua origem e vida) e espiritual (relações com a salvação,
imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem a ritos onde nos
entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem e de iniciação para alcançarmos a liberdade
dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
A transcendência é se superar se perpassar
e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua
comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental,
fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó. Quantos
jovens e adultos se perdem em suas famílias no mundo das drogas, falta de
educação, alcoolismo, prostituição, tráfico de pessoas, escravização, servidão,
fome, sede, falta de higiene, falta de roupas, doenças, roubo, mortes,
violências e sexo desregrado perpetuando a destruição humana, e àqueles que se
tornam lideranças e só trazem desespero e destruição dos seus e dos seus
semelhantes humanos com guerras, tragédias e holocaustos, grandes desgraças e
sofrimentos como pegadas no barro que não se apagam. Estas são as pessoas que
foram engolidas pelas profundezas da natureza humana com seus Monstros que
surgem e não reconhecem sua existência por serem diferentes ou feios – domar a
si é domar uma seqüência de Monstros até a crise final e assim prosperar
com o uso das 16 inteligências e o
respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser o que não somos –
perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar aos Monstros e não
conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem implicam em morte,
morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde mental ou de corpo,
problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a Educação e a Saúde,
a Liberdade e a Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação
de nossa liberdade para vivermos! Precisamos
de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos descobertas! Precisamos
desde o nascimento de rituais de iniciação como o parto e de passagem como o Batismo em nossa
Trajetória de Heróis.
Transcender depende da adaptação e de como
ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se
manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do
trabalho e das necessidades do trabalho, de sua regras e obrigações, dos bens e
serviços e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação,
consumo, comércio, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó, com o uso da Educação e
das 16 inteligências e do respeito humano perante nossas falhas e deficiências
ou mesmo incapacidades para conosco, com os outros e com a natureza e com a
Ecologia e o Universo, a inteligência se faz presente com o uso da linguagem e
da comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a superação das
adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo ou não, viver é
enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros e assim com a
miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime e a guerra,
também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao sentimento de
renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e descobrir, e ajudar a
descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A Educação e o Amor geram memória, assim também Adaptação,
trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação! Tudo começou pela e
através da Adaptação, seja no Universo,
na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia
ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela Adaptação, seja no
Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na
Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O
Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode
acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que
conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque
com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo
pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for, no princípio, no meio ou no fim, gerando
outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus continuarão existindo, eles não se
acabam!
As descobertas da vida, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó levam a adaptação que produz liberdade
para nosso meio ambiente individual,
social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para
vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos
processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso
produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e
maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da
liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através do ritos de iniciação e de passagem e com a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência
Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se descobrir é
poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da globalização e
dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na promoção da
Justiça Social, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó!
Se descobrir é descobrir-se em meio
a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
28 de agosto de 2016.
3.
Psicologia da Gestalt
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
As descobertas
da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
associadas a liberdade configuram o trabalho que gera economia, bens e
serviços, também globalização do consumo, do comércio, da tecnologia, da
informação, do mercado, da liberdade, e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis segundo eu mesmo, está na configuração, no todo, na
forma, na Gestalt, na morfologia das coisas, depende dos princípios da
organização perceptiva e dos princípios gestaltistas da aprendizagem. Ele, o
trabalho depende da adaptação que gera a economia, bens e serviços como a
globalização, depende de como e do que
fazemos com as gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as
Trajetórias da Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e
no que ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades
humanas como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de
amor e de realização. As descobertas da vida ligadas a liberdade e os seus
rituais fazem a nossa curiosidade que
faz parte do processo que modela a forma ou a configuração associadas as nossas
necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo
insight, por exemplo, ou em coisas que nos trazem felicidade como a
religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz
formas de transcendência que se configuram pela Educação da gestalt pela
memória, ou seja , pela adaptação oriundas das descobertas da vida que promovem
a atividade, o trabalho, a economia, e a globalização, promovem a descoberta e
a imersão em ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa
forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou
mais ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os princípios da aprendizagem
segundo os gestaltistas são a Introvisão
ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente espontânea e imediata
das relações; Pensamento produtivo,
onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a criatividade e
produtividade; Princípio do isomorfismo,
o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos ativos interagem num
dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou modificar ativamente os
elementos sensoriais que recebe, e a percepção é idêntica (iso) em forma
(morfo) àquilo que representa.
Somos incapazes de fugirmos
da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade, influencia o trabalho, a
economia, os bens e serviços e a globalização, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó que por sua vez ligada aos fenômenos
dos estímulos configuram descobertas como os rituais de iniciação e de
passagem, e também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, pois ela obedece à organização perceptiva e a
aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso cérebro é incapaz de
modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais que recebe e responde
de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a falta e o querer em
meio às necessidades de nossos organismos incompletos, porém completos pela
morfologia ou totalidade da percepção decente ou indecente. A adaptação produz
memória que por sua vez faz parte dos processos da adaptação, ela, a memória, é
adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os fenômenos das descobertas da vida,
da Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis e em seus rituais.
Nossos
Monstros, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
segundo minhas contribuições estão nos rituais que estão na forma, na
configuração ou morfologia das coisas, no como de configura nossos processos
oriundos da liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da
aprendizagem, dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas. Os
Monstros podem estar no que percebemos e no que ocultamos no trabalho gerando
economia e Monstros econômicos que ¨são do bem¨ e outros que ¨são do mal¨. Eles
nos revelam a nossa natureza ancestral e primitiva do sofrimento posto como
linguagem, Cruz, fardo e demônios
persecutórios que se revelam quanto mais fundo fomos em nós mesmos, em nossas
aventuras em nossos oceanos e cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó são os Monstros da
curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta determinar a
totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da curiosidade. A
curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos princípios
gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a mergulhar e
ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia, bens e
serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da tecnologia, da
informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência biológica,
psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas de
Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo,
pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia,
fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores,
compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição
dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e
sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros dependem de
nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos
Monstros, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
expressam gestalts, configurações ou formas que estão sob efeito da organização
perceptiva e da aprendizagem que se apresentam também em rituais para o nosso
bem se nos aperfeiçoarmos nos valores humanos e pautados na Educação que vence
tudo, vence ódio, guerras, violência, destruição, medo, humilhação, vergonha,
temor, qualquer perigo ou ameaça, a Educação constrói o homem e o verdadeiro
homem constrói a humanidade e a vida, a sociedade e a paz na Terra, construímos
assim a nossa liberdade! A Educação é feita pela memória, ou seja, pela
adaptação, pela liberdade! A Educação se dá pelas gestalts dos fenômenos das
descobertas da vida. Dentre as descobertas da vida estão o trabalho, a
economia, os bens e serviços, o trabalhador, o mercado, a globalização da
economia, do consumo, do comércio, da informação, da liberdade, do trabalho, da
tecnologia.
As
descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó podem formar gestalts de liberdade? A liberdade leva ao
trabalho e o trabalho a economia que formam a Educação, a Educação hoje que leva
a adaptação mas não somente a Educação pois a adaptação é constituída de
natureza fisiológica, morfológica e comportamental (esta implica em forma,
configuração ou gestalt), a adaptação permite a transcendência, a
transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros e Heróis, que por sua vez
originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que renderam e rendem até
hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras, niilismo e paralisias,
holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou gestalt que é a
transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao sentimento de
renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é construída a
partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da adaptação
que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência para um mundo
mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal, Biológico,
Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou Espiritual através
do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do Desconstrutivismo Físico
Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a continuidade e o fim da
vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo
jamais deixarão de existirem. Pelo Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida
e o Universo deixarão de existirem seja pela Adaptação por meio de outros
¨big-bangs¨ ou por outros meios como por ação de Deus ou outros meios ainda não
descobertos ou ainda não pensados, existindo no fim somente Deus e o Reino de
Deus e nada mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do
passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução
filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a
Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual
também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como
impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a
destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz.
A
Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da globalização mas pode
continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia e da globalização para
crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e culturalmente, espiritualmente,
pela vida e pelo universo, de acordo com o princípios da Educação!
A
Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma trajetória:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Depois da
concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros nosso
Herói encontra a liberdade para se
viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
4.
Behaviorismo
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da cultura
e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas Trajetórias
da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do poder
e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus Heróis,
Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de cada um e
da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Para o
Behaviorismo Mattanoniano as descobertas da vida, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó evocam a liberdade
que evoca e estimula a adaptação que
é comportamental, fisiológica e/ou morfológica em tempos de trabalho e de ter
que trabalhar para que desejemos a economia e a paz, ou para que passemos do
sofrimento ao contentamento através de rituais e da Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, é apenas questão de regra e de mudança contextual para
esta regra para um melhor padrão de vida daquele que sofre por causa de regras
desadaptadas, já a memória é comportamental e encoberta, faz parte das regras,
da adaptação às regras. Regras são contingências que especificam relações do
tipo ¨se..., então...¨, elas podem acabar fazendo com que o indivíduo
generalize seus comportamentos pois quem segue regras cegamente não consegue
discriminá-las, o que não permite uma relação satisfatória e de boa adaptação
com o meio ambiente gerando sofrimento para si mesmo e/ou para os outros. O
sofrimento e o sofrimento no e do trabalho que gera economia que também gera
sofrimento é causado em função da liberdade e das regras aprendidas por causa
da liberdade. O sofrimento é conseqüência das descobertas da vida e de seus
processos comportamentais encobertos como as emoções e os sentimentos. O
sofrimento é evocado em rituais com sua regras e com as regras da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis que se relacionam invariavelmente.
As
descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó evocam a liberdade que estimula a adaptação às regras e leva a
transcendência, ao trabalho e gera a economia, os bens e os serviços e a
globalização da informação, da tecnologia, do consumo, da economia, do
trabalho, da liberdade e aparece em nossos comportamentos antes da mudança
contextual deles por causa de nossas regras reforçadas e associadas aos estímulos
ligados as nossas necessidades como a água, o alimento, o amor e a afeição, o
ar, a atividade, a atividade materna, o calor, o sexo e o sono, acrescento o
traje limpo e em bom estado de conservação, a higiene diária e o frio em
ambientes onde há muito calor, e finalmente o abrigo. As descobertas da vida
evocam a liberdade e isto nos permite
escolher mesmo sendo nós produtos de esquemas de reforços, pois há liberdade
através da linguagem com o trocadilho e com o Enfoque Contextual seja também
nos rituais ou na Trajetória da Vida, dos Monstros ou dos Heróis,
paradoxalmente há a globalização da liberdade e da linguagem.
As
descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó evocam a liberdade que
evoca e estimula os ritos da adaptação às regras que evoca a transcendência, o
trabalho, a economia, os bens e serviços, a globalização, também a Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis, a Trajetória dos Heróis apresenta as
seguintes fases:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ela, a
Trajetória dos Heróis, aparece em comportamentos encobertos e em comportamentos
manifestos, ela é aprendida através dos repertórios básicos de comportamento
como a imitação, a atenção, a discriminação e a ordem instrucional e promove
mudanças e constantes transformações no dia-a-dia de cada pessoa
diante de cada uma dessas necessidades já comentadas, pode assim ser saciada ou
privada, aumentada, ou aumentado o seu valor reforçador e de saciação através
dos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida. As nossas descobertas da vida, inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó evocam aos
comportamentos respondentes e operantes da Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis, evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação às regras e tem
um limiar e também pode se de acordo com a estimulação provocar a fadiga, fuga
ou esquiva, pode ser extinta ou condicionada com estímulos antecedentes que
nada tinham a ver com ela. A educação psicoterapêutica pode extinguir a
adaptação não somente pela extinção, mas também pela mudança contextual onde o
indivíduo aprende a distanciar-se dela mesmo com ela presente não provocando
reações de desconforto ou de sofrimento mas sempre se adaptando contextualmente
melhorando sua saúde mental e a sua adaptação ao trabalho e a economia, e a
globalização. A mudança contextual ensina a lidar com esses fenômenos
comportamentais evitando a propagação do sofrimento oriundo do processo de
adaptação, entendida como carência e escândalo ou até mesmo como mediocridade e
violência, bullying físico, sexual, moral, social, político, psicológico,
espiritual, filosófico, contra o organismo individual e social quando a
violência é praticada contra um determinado grupo de pessoas. A mudança
contextual leva a liberdade. A mudança contextual leva a novas descobertas da
vida e para a vida ajudando-nos ou enriquecendo ou mesmo ampliando o nosso
repertório comportamental para lidarmos com a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Durante
a vida sem mudança contextual sempre haverá sofrimentos e processos adaptativos
morfológicos, fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir,
somos frutos desses processos evolutivos e de seleção natural. Falo da
transcendência comportamental. A transcendência é liberdade. Liberdade para
mudarmos nossos comportamentos durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Contudo
entendendo que somos o contexto, de acordo com Steven C. Hayes, e se pararmos de dar razões, controle
e literalidade, deixarmos de sermos governados por regras como o rastreamento,
o acedimento e o aumentamento, entendermos que somos o contexto, trocarmos o
¨mas¨ por ¨e¨ e nos afirmarmos pelo tato, e finalmente entendermos que nossas
afirmações são somente comportamentos verbais e não causas literais ampliando
nossos horizontes, vivendo assim a dessensibilização viveremos melhor e a
inteligência não mais nos controlará e deixará de trazer conflitos penosos aos
comportamentos encobertos e aos comportamentos manifestos transmutando-se
somente em adaptação e como conseqüência da adaptação em inteligência. Primeiro
vem a adaptação e depois a inteligência, às regras e a memória. Assim
transcendemos!
Assim
o Estímulo (som) tem uma Resposta (ouvir) e uma Primeira Conseqüência
(adpatação ao som) e uma Segunda Conseqüência (inteligência). Todo Estímulo tem
uma Resposta e duas Conseqüências quase que instantâneas, a 1ª é a adaptação e
a 2ª a inteligência. A inteligência pode ser segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Os
eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida estão associados as inteligências citadas a
cima, tudo é conseqüência, primeiro a primeira (adaptação) e depois a segunda
(inteligência), são eventos conseqüentes, isto acontece a partir de determinada
etapa do desenvolvimento da criança com o aprendizado e condicionamento, é tudo
encadeamento comportamental, a segunda conseqüência é imediatamente a que surge
logo após a primeira, sentidas como coisa única por causa do condicionamento,
mas são duas conseqüências, uma resposta e um estímulo. O que devemos aceitar e
viver o contexto e não sermos escravos de nós mesmos com comportamentos que
induzam ao sofrimento como o da literalidade, o de dar razões e o de controle,
seja no trabalho ou nas nossas relações econômicas e sociais como também na
globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó. Somos o contexto. A transcendência pode ou não ser evocada
comportamentalmente, depende da história de vida de cada organismo. Depois da
inteligência vem às regras e a memória.
O Behaviorismo compreende que a existência
de Monstros em nossos comportamentos, encobertos e manifestos no trabalho e nas
relações com a economia e nas da globalização, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó como nos rituais de iniciação e de
passagem nas Fases em que o Herói pode Ser Engolido e Consumido, e tem O Caminho
Obtuso, depende diretamente da qualidade de nossas regras, e da qualidade de nossas descobertas da vida e
para a vida, estes Monstros nos tiram
mas podem nos levar a liberdade como através dos trocadilhos e das inversões,
aglutinações e trocas associadas à Psicologia e a Psicanálise, contingências
que especificam relações do tipo ¨se... então...¨, se rastreamos há uma
correspondência entre as regras e as contingências do meio ambiente, a pessoa
rastreia os estímulos no sentido de ¨testar¨ as contingências descritas pelo
mesmo; se acedemos o comportamento fica sob controle das conseqüências sociais;
e no aumentamento o comportamento aumenta a probabilidade de ser controlado por
estímulos verbais antecedentes, aumentando a motivação do ouvinte em relação a
uma conseqüência. Estes 3 tipos de comportamentos revelam o modo como lidamos
com os Monstros no trabalho e na economia e na relações globalizadas segundo
tais regras ou princípios, rastreando-os, acedendo a eles ou aumentando-os
diante do imenso sofrimento psíquico individual. Estas são as categorias do
comportamento verbal do ouvinte, já o falante sugere de acordo com as 8
categorias do comportamento verbal que: ecoar diz respeito a alguém dizer medo
do Monstro e o falante diz medo do Monstro; copiar respeito a alguém escrever
pavor do Monstro e o emitente escreve pavor do Monstro; tomar ditado diz
respeito a alguém dizer Monstro enorme e o emitente escrever Monstro enorme;
tatear diz respeito a alguém diante de um Monstro dizer o nome dele; mandar diz
respeito a alguém mandar um mando e o emitente responder vocal ou motoramente
medo do Monstro; ler diz respeito a alguém ver um Monstro e emitir a
vocalização Monstro; intraverbalizar diz respeito a alguém ter um conjunto de
associações verbais do emitente e dizer pânico do Monstro; e articular /
rearticular / organizar / reordenar diz respeito a alguém se auto-reforçar,
onde o falante da palavra Monstro é o ouvinte de si mesmo. Estas 8 categorias
do comportamento verbal do falante revelam-nos modos de lidar com contingências
associadas aos nossos ritos e nossos Monstros, medos, pavores, pânico, e
nomeações dos Monstros que surgem durante a vida encoberta e manifesta.
Monstros são adversidades do meio ambiente econômico e não somente os que já
abordei, são também o PIB, a inflação, os impostos, os investimentos, os custos
e os benefícios, etc., e os da globalização os Monstros que se relacionam com a
tecnologia como as pesquisas, os investimentos, os equipamentos, etc., com o
consumo como o mercado, o comprador, a mercadoria, o valor, etc., com a
informação como as emissoras de rádio e de televisão, os jornais e revistas, a
internet, etc., com a liberdade como as decisões, os conselhos, as atitudes, a
consciência, a introspecção, a saúde, etc., e reagir a tais adversidades é assim, se
adaptar. A adaptação não pode implicar em sofrimento para si ou para os outros
na maior parte das vezes mas esta tarefa é quase impossível por sermos seres
com falhas e repertórios comportamentais deficientes manifestos ou encobertos,
jamais alcançaremos a totalidade e estamos em constantes transformações nos
eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida. E durante a vida sempre há sofrimento e
processos adaptativos morfológicos, fisiológicos e/ou comportamentais que
jamais deixarão de existir. Conclui-se que a adaptação nunca cessará pois somos
frutos dela, da Evolução das Espécies e da Seleção Natural. Como ela jamais
cessará também a transcendência nunca acabará. Deste modo também as descobertas
da vida e para a vida, as regras, as novas regras, contextuais, e os rituais na
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis também não deixarão de existirem.
Mas podemos emergir das profundezas das
habitações dos nossos Monstros com uma mensagem de esperança e de solução de
medos e conflitos se redirecionarmos nossos comportamentos e ritos enfraquecendo
segundo Steven C. Hayes e raciocínios meus 3 contextos, de literalidade, de dar
razões e de controle; depois entender que não devemos seguir regras pois é
contra-produtivo, causa insensibilidade e generalização; depois entender que a
melhor escolha é entender e aceitar que você é o contexto, devemos trocar o
¨mas¨ por ¨e ¨ e parar de lutar com nossos Monstros; e viver a dessensibilização,
se afastar das regras, dos pensamentos, dos afetos, sentimentos e emoções e
deixar de sermos controlados por esses comportamentos que só produzem e trazem
Monstros para dentro de nossas vidas e de nossos relacionamentos sociais, ou
seja, que só prejudicam com monstruosidades as nossas descobertas da vida e para a vida também no trabalho, na economia
e na globalização. O rito agora passa a ser a dessensibilização e você passa a
ser o contexto após o ritual de iniciação e de passagem. Você é Engolido e
Consumido, passa por Um Caminho Obtuso, chega a Apoteose, alcança a Última
Graça, tem uma Difícil Volta, Magia nas Decisões, vive os Limites da Volta,
Agora são Dois Mundos, e tem a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver.
Assim
as lutas e o sofrimento no trabalho e na economia, na globalização, inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó deixarão de ser
problema para a humanidade e perderão valor reforçador, não terão mais ganhos,
e a humanidade poderá ter um sentimento de contentamento e paz que ainda não
experimentou pois ainda não se permitiu e ainda não se permite com suas lutas,
batalhas, violências, guerras e holocaustos, e sua criatividade associada a
destrutividade a auto-destrutividade poderá deixar de ser problema para a
humanidade através da liberdade, pois não precisamos de ¨homens¨ presos e de
exércitos e de reféns, mas sim da liberdade, a liberdade proporciona a
gratidão, o respeito e o amor e não as armas que aprisionam e tiram a liberdade
de todos, tiram talvez, até mesmo, parcela da transcendência. Precisamos da
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver. Precisamos de rituais para viver.
Precisamos de regras para viver.
Concluo
que as descobertas da vida e para a vida, inclusive para entendermos a Arte Maia,
Inca e Asteca segundo Mattanó asseguram nossa adaptação que evoca a
transcendência, o trabalho, a economia e a globalização, rituais e nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que por sua vez selecionam
repertórios comportamentais e modelam comportamentos para lidar com padrões de
comportamentos associados a miséria como os que levam a caridade e ao trabalho
que por sua vez podem levar ao abuso e a exploração como também a violência, ao
crime, a tortura, a guerra, a catástrofe, ao holocausto, a barbárie, a falta de
humanidade, ao tratamento degradante, a proliferação de doenças biológicas e
ecológicas, psicológicas, sociais, físicas, químicas, filosóficas e/ou
espirituais, etc., só a Educação como conhecimento e o Amor de Deus que se
renova com o sentimento de renascimento pode nos ajudar e solucionar,
atualmente, unindo-nos como humanidade estes problemas atuais de nosso planeta
Terra. Isto é a Liberdade da Vida para viver e ensinar a viver.
Só
com a Educação e o Amor de Deus aprenderemos e teremos como lidar com o
Universo, a Biologia, a Psicologia, a Sociologia, a Química, a Física,
Filosofia e a Espiritualidade, com seu começo, meio e fim! A Adaptação nos
revela que poderá haver o fim do Universo e das demais categorias da vida:
Biologia, Psicologia, Sociologia, Quimica, Fisica, Filosofia, Espiritualidade;
se juntarmos a Adaptação as Teorias de Osny Mattanó Jùnior sobre o
Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo,
e sobre o Descontrutivismo Físico Mattanoniamo onde haverá através de outros
¨big-bangs¨ criando talvez outros Universos que se chocarão com os nosso
Universo destruindo-o e assim não haverá mais vida e nem Universo. Devemos
respeitar nossos saberes, conhecimentos, lições, artes, educadores, ciências e
religiões se desejamos evoluir e progredir constantemente e mutuamente – Deus
sempre será objeto de estudo e de pesquisas para estudiosos e pesquisadores
sérios que crêem e também para aqueles que não crêem pois Ele existe e só Ele e
Seu Reino continuarão existindo após o fim, após o Apocalipse!
As
descobertas da vida e para a vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca
e Asteca segundo Mattanó evocam rituais para o trabalho, a adaptação, a
economia, a globalização, os bens e serviços e as Ciências e Religiões que tem
como conseqüência liberdade para nosso meio ambiente individual, social e
patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para vivermos, como
a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos processos adaptativos
fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso produz liberdade com o
nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e maturação. A cada dia de
nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da liberdade! Vivemos para
morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está no Reino de Deus e não no
cemitério!
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Devemos
preservar nossa história e compreender os nossos ritos e história de Trajetória
da Vida, de Monstros e de Heróis de nossa espécie e de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e
foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa!
Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é
aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução humana filogenética é
mantenedora do trabalho e da economia, dos rituais; a Evolução ontogenética é
neutra, depende da filogenética e da cultural, depende dos rituais, depende da
aprendizagem e da estimulação de genes; e a Evolução cultural tende a ser
mantenedora do trabalho e da economia em sua maioria, depende dos rituais. A Evolução espiritual é mantenedora do
trabalho e tende a reprimir a economia, também depende dos rituais. O homem
trabalha e economiza mas não sabe o porquê?
Talvez para praticar seus rituais de iniciação e de passagem?! Talvez para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
28 de agosto de 2016.
5.
Psicanálise
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo e
da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
As descobertas
da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó associadas a liberdade marcam a adaptação e a memória que
se faz pela adaptação ou mesmo é adaptação
e assim sugere a transcendência e o
trabalho e seus frutos como a economia, os bens e serviços, e a globalização da
economia, da tecnologia, da informação, do consumo e da liberdade expressada e representada em
ritos e assim na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que pela
Psicanálise que está vinculada ao id que é o componente arcaico e inconsciente do nosso sistema de energias mentais que dá
forma aos nossos comportamentos, não apenas em casos de psicose. Do id emanam
os impulsos cegamente devotados à gratificação direta ou indireta, mas o mais
bastante possível e imediato do instinto sexual (libido), vinculado
estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a fome, a sede, o sexo,
etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais profunda da mente. O id
começa como pura liberdade e marca a nossa atividade e o nosso trabalho e a
economia, começamos a economizar com o processo do pensamento secundário
substituindo a gratificação e diminuindo nossa primitividade psicológica, e
assim os fenômenos da globalização e ela mesma, mas com as marcas fica marcado
em seu niilismo, condensamento e deslocamento, as 3 leis do inconsciente
segundo Mattanó. Ele ignora o mundo
exterior, seu objeto único de interesses é o corpo, sendo dominado pelo
princípio do prazer, o instinto de vida e de auto-preservação. A gratificação
pelo princípio do prazer se dá de forma direta (beber água, por exemplo), ou
indireta como a alucinatória (através de fantasias), falo de uma transcendência
de forma direta e outra alucinatória. A fantasia não se distingue da realidade,
portanto, a satisfação do prazer pode ser imediata. Assim a adaptação pode ser
direta ou indiretamente, entendo adaptação às necessidades primárias da pessoa
quando crianças antes da castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode
ser direta ou indireta. Com o desenvolvimento do ego vão se dando novas
descobertas e o contato com o trabalho e novas economias como a da fase anal, que realmente nos educa para
gastarmos ou pouparmos, o indivíduo
acaba se tornando consciente das exigências da realidade (princípio de
realidade) o que diminui sua liberdade mas também constrói modos de relação que
a mantêm e a reapropriam, lidando assim com seus rituais e a sua Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis; e quando se estabelece o superego, a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter
consciência das satisfações ideais, com o superego a liberdade se esgota ou se
torna moralista, com o superego moralizamos nossa Trajetória na Vida, dos Monstros
e dos Heróis. Mas há Eros, a pulsão total de vida (auto-conservação), e Tanatos,
a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e Tanatos e o
id, o ego e o superego em nossas relações inconscientes e conscientes conosco e
com os outros objetos de desejo e satisfação através da marca e de como isso
fica arranjado, organizado na vida mental, na unidade mental e comportamental
da pessoa, isto é o que prevalece para cada sujeito, nestes casos a
transcendência é consciente, de acordo com as suas marcas e descobertas da vida
que geram marcas no e para o trabalho e seus frutos como os bens e serviços, a
economia, e a globalização em função de nossos rituais.
Podemos
falar de Pulsões Fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), Pulsões de
Garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da
ansiedade), Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor, e Pulsões de
Auto-realização.
As
Pulsões Fisiológicas são as do olhar, a oral, a anal, a fálica, o período de
latência, a genital e o desenvolvimento das sublimações.
As
Pulsões de Garantia são as da coordenação motora e da afetividade, do esquema
sensório-motor, do esquema sensório-afetivo, do esquema motor-afetivo.
As
Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor são da afetividade e da sociabilidade,
são as do desenvolvimento emocional e social.
E
as Pulsões de Auto-realização são as da auto-realização, auto-atualização,
processo de individuação, êxtase e deslumbramento, crise-final, consciência,
produtividade no trabalho, etc.. Para alcançarmos esta fase devemos satisfazer
as fazes anteriores. Assim fazemos nossas descobertas da vida e nos adaptamos
continuamente e progressivamente, inconscientemente!
As descobertas
da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
associadas a liberdade são a adaptação,
a linguagem do inconsciente e que dá forma ao inconsciente e aos anseios
instintivos da libido. Assim surgem grandes e pequenos monstros que aprendemos
a domar durante o desenvolvimento psicossexual da libido da pessoa,
desenvolvimento marcado por muitas descobertas da vida que englobam as pulsões
de vida e de morte, pulsões que também marcam os rituais como os de iniciação e
de passagem e a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. Esta liberdade
marca a adaptação e evoca a transcendência pela linguagem do inconsciente que
acaba por evocar outros monstros grandes ou pequenos que afetam nosso trabalho
e nossa economia e nossa globalização econômica, tecnológica, das informações e
de consumo, da liberdade.
As descobertas da vida, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó associadas a liberdade
da adaptação fazem o neurótico, o psicótico, o boderline, o psicopata. Elas fazem
parte do desenvolvimento da personalidade oral: característica prepotente,
dominadora, voraz, cobiça, inveja e otimismo; da personalidade anal:
característica de vaidade, desconfiança, ambição, generosidade sem amor
(ligadas à evacuação), meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação,
avareza (ligadas à retenção das fezes); da personalidade fálica: característica
de ostentação, prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas,
necessidade de afiliação, narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições
esportivas, concursos de beleza, etc.); período de latência: característica de
declínio e extinção do complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o
intervalo entre o estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal
adulta; e da personalidade genital: característica de potência fisiológica e
capacidade de amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável.
Elas fazem as Pulsões de Vida e de Morte.
No
enfrentamento de nossas descobertas da vida lidamos com a Trajetória dos
Heróis:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
A cada estágio
psicossexual lidamos com as descobertas da vida, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó e com a liberdade e as marcas da adaptação
e assim com a memória e a transcendência
e deste modo com o trabalho, a economia, e a globalização que se caracteriza
pela pulsão de morte ou de autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao
amor, a Eros, a pulsão de vida, oriundas das descobertas da vida e nossas
Trajetórias da Vida, dos Monstros e dos Heróis. Esta é à base da organização da
personalidade e da humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência
ligadas a vida e a morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos
evolutivos e selecionados naturalmente.
Já
o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a
liberdade e a marca da adaptação, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca
e Asteca segundo Mattanó, não consegue transcender, tornando-se desadaptado e
assim pode se tornar um viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente
ou ensimesmado e possuir ainda as outras características de sua personalidade
lidando com monstros que surgem com a não satisfação adequada de nossas
necessidades primárias ou instintivas do id. Esse adulto vai se tornar também
desiquilibrado no trabalho, nas suas relações econômicas e na sua estrutura
diante da globalização se ferindo e se auto-destruindo, talvez, muito
provavelmente sim.
Ao
lidarmos com as descobertas da vida associadas a liberdade também lidamos com nossas
Inteligências para lidarmos com nossos problemas e/ou nossos Monstros. Nossas
Inteligências são segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Nossas Inteligências são
trabalhadas pelo ego, emanam do id e são controladas moralmente pelo superego,
tudo começou através da Inteligência Naturalística, seguiram-se as demais e os
nossos Monstros.
Abordarei os aspectos psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através
da explicação da fantasia que é uma formação de imagens mentais de cenas e de
seqüências de cenas ou experiências que não existiram no mundo real ou que se passaram de modo diverso do
fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem tais pressupostos, conforme
Álvaro Cabral e Eva Nick:
1.
¨As fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e
representam anseios instintivos em relações objetais;
2.
São representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do
desenvolvimento da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações
de desejos e conteúdos de ansiedade;
3.
O conceito, postulado por Freud, de ¨realização
alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a ¨introjeção¨ e a
¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4.
Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de
expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras,
embora possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5.
As fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde,
assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6.
Têm efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no
caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7.
As fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim
nossos Monstros constituídos através dos ritos e das fantasias representam
anseios instintivos da libido em nossas relações objetais, de nossas
descobertas, no início da vida é uma defesa, é constituída de liberdade, realizações de desejos e conteúdos de
ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma representação
primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem realizadas através
da experiência externa, mas podem serem realizadas através das palavras, porém
para existir não dependem da realidade externa e das palavras, primeiramente
são sensações e depois assumem formas e representações dramáticas, produzem
efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre os instintos e os mecanismos
do ego. Nossos Monstros no trabalho e nas relações com a economia e com a
globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó são um mergulho profundo em formas e representações dramáticas das
profundezas da nossa vida mental instintiva que visa nos defender e proteger
pelo ego, mediador, intermediador das energias mentais do id e do superego. É
através do ego que aprendemos tudo sobre a realidade externa e nos orientamos
no sentido de evitarmos estados dolorosos, ansiedades e punições e é deste modo
que lidamos com os Monstros instintivos durante nossa vida e evitamos a nossa
destruição e a dos outros com nossos rituais e a nossa Trajetória de Vida, dos
Monstros e dos Heróis.
Monstros
e fantasias, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó se relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo e a
realização de desejos instintivos. Monstros surgem com a não satisfação
adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas também em meio a
rituais frustrados de iniciação e de passagem como com a fome, a sede, o ar, a
atividade, o sexo, os cuidados maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a
dor, o calor e o frio, a segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem
grandes e pequenos Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas
invencíveis e guerras, protestos, movimentos, vandalismos, atentados, horrores
e holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e
privilégios assegurados pela organização humana. Monstros e fantasias dependem
também de nossas descobertas da vida.
O sofrimento,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó causa-nos
regras e ritos que fazem aflorar sentimentos de perda e de reparação
levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição e/ou a auto-destruição
da liberdade como nas guerras e nas violências, a paz é a reorganização social
humana desse processo de sofrimento unicamente humano e afetivo, pois o homem é
um animal emocional, as guerras e violências só existem por causa das nossas
emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o animal mais evoluído na
escola filogenética por isso temos mais afetos e devemos aprender a lidar com
eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade e esperança num futuro melhor
que pode e é construído diariamente, momento-a-momento com a Educação, deveria
ser assim no Trabalho e na globalização.
Deste
modo a liberdade marca a adaptação que leva a transcendência oriunda dos modos
de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a atividades
de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também, guerras, movimentos,
protestos, lutas, vandalismos, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes,
horrores contra a humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas,
psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo
a impelir o ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de
Amor e de Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga
seu rumo evolutivo naturalmente e socialmente. A Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver, é esta a liberdade que alcançamos com nosso desenvolvimento,
rituais e atividades educativas.
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo! O Trabalho aliado a Educação pode nos salvar e alterar esta
realidade?! Dependemos dos nossos rituais Sagrados para continuar existindo!
Deus pode nos salvar! Os rituais são imprescindíveis a existência humana hoje!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. O Trabalho e a Educação devemos levar-nos a
poupar ou economizar bens e serviços a serviço da Humanidade e de seu progresso
e Evolução, para a continuidade da Vida na Terra!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos pois não se compreende ainda,
ainda tenta se compreender e se explicar; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução tem uma ordem, objetiva a
vida, porém se destrói e mantêm uma certa ordem, vive disto, do caos e da
ordem, para que haja vida e paz, o ser ontológico ainda não sabe o porquê que
existe e de onde veio?! O Homem não consegue se explicar satisfatoriamente pois
a todo momento está encarando a vida e a morte, ou a morte e a vida! E prefere
não acreditar em Deus, pois Deus lhe rouba tudo, principalmente o coração. O
Homem contemporâneo não deixa Deus atingir o seu coração! O Homem ainda não
prefere a vida e a paz, mas a busca! O Homem busca e precisa da Moral para
trabalhar, ter economia e ter sua globalização, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó!
O Homem necessita da Moral para sua
Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis! O Homem busca e precisa da Moral
para agir e ter atividades e ter a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
28 de agosto de 2016.
6.
Psicologia Analítica
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
As descobertas
da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó e a liberdade como
também os processos da transcendência
oriundos da adaptação e da memória
referentes ao desenvolvimento e ao trabalho e seus frutos como os bens e
serviços, e a economia e a globalização
e seus rituais e toda a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis estão vinculadas
nesta abordagem ao processo de individuação, processo pelo qual uma parcela do
todo se torna progressivamente distinta e independente, tornando essas parcelas
cada vez mais independentes, processo que faz parte da Educação e da
aprendizagem individual e coletiva. Essas partes emergem dos todos, o todo é
temporalmente anterior às suas partes, estes fenômenos pertencem as descobertas
da vida. É um processo onde a pessoa se destaca como coisa única distinta no
grupo e assim essas mudanças na própria pessoa influenciam como ela é percebida
pelos outros. O processo de individuação envolve um processo de concepção
naturalística da consciência. Deste modo a adaptação que é a memória forma a
consciência do indivíduo. Deste modo a transcendência pode formar a consciência
do indivíduo. Assim o podre, o feio, o absurdo, o sujo, o bandido, o vagabundo,
etc., pertencem primeiro ao todo e depois
com a particularização da essência do indivíduo essa essência do todo se
diferencia do todo se tornando única e singular. Essa essência é tanto o
decente quanto indecente, ambas pertencem primeiro ao todo e depois ao
particular diverso ao todo. Nascemos decentes e indecentes, devemos situarmos
no ambiente de trabalho e nas relações econômicas e globalizadas de modo que
nossos rituais e a nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis sejam de modo adaptativo e favorável a adaptação ou
ao contexto e assim o futuro que depende do processo de individuação e de como
nos lidamos com suas fases, a urubórus, a matriarcal, a patriarcal, o ciclo de
alteridade, e a cósmica, que moldarão nossas características e nossas atitudes
e afetos, nosso pensamento, sentimento, intuição e sensação, deste modo nosso
tipo de personalidade. O objetivo do processo de individuação é o
desenvolvimento da personalidade individual e suas descobertas, ou seja, as
descobertas da vida e a liberdade como o trabalho, a economia e a globalização.
Grupos sociais que através de normas que possam impedir o processo de
individuação normal e saudável acabam por atrofiar o indivíduo impedindo sua
máxima liberdade possível, estes grupos impedem o processo de individuação
também através de rituais, por exemplo, com o uso da Teoria dos Símbolos de
Mattanó, símbolos que atrapalham a vida. Por não ser o indivíduo uma peça só do
jogo da vida, já que precisa conviver e se relacionar com outros indivíduos destacamos
a importância do coletivo e assim da consciência coletiva atribuída aos
conteúdos coletivamente inconscientes, deste modo herdado como estrutura
cerebral. Assim vemos que também herdamos cerebralmente aspectos dos nossos
antepassados, coisas filogenéticas oriundas de nossa espécie animal. Aparecem
nos arquétipos como o sombra nossos Monstros onde nos projetamos outros todas
as coisas que nos pertencem como ruins ou más, intoleráveis, criminosas,
violentas, bandidas, agressivas, inaceitáveis e cruéis, isto faz parte do
processo de individuação e só compreenderemos nossos problemas com a indecência
com a decência ou aceitação de nossos limites e necessidades e as dos outros
como coisa do processo de individuação. E finalmente as inteligências (descobertas
por Gardner) e completas por Osny Mattanó Júnior (Espiritual, Emocional e
Psicomotora), as inteligências satisfazem a Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
que nos auxiliam e determinam como
nos comportamos contextualmente, intelectualmente (inteligentemente), como
aprendizes e a nossa própria adaptação e memorização ao que se refere ao meio
ambiente e as interações do indivíduo com o ambiente durante o processo de
individuação efetuando as descobertas da vida, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó e a liberdade no trabalho e para o
trabalho, na economia, e na globalização da economia, da tecnologia, do
consumo, da informação, da liberdade através também de rituais.
A
Trajetória dos Heróis visa desenvolver a Liberdade e os Ensinamentos, passa
pelos estágios:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Deste modo trabalhamos
as descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó, a liberdade, o contexto, a aprendizagem, a inteligência, a adaptação e a memória, e também com o
trabalho, a economia e a globalização e os rituais de iniciação e de passagem,
como a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
As
monstruosidades e os Monstros surgem durante o processo de individuação de cada
sujeito por causa das descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte
Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó e da liberdade individual e do
aprisionamento coletivo assujeitado ao coletivo e ao individual, ambos,
inconscientes, e assim aos arquétipos como o sombra onde depositamos nossa
carga agressiva e destrutiva negando-as de nossa constituição e destinando-as
aos outros, jamais a nós mesmos também no trabalho e nas relações que o
trabalho proporciona, na economia e suas relações como as de poder, e na
globalização, também por meio de rituais como os de iniciação e de passagem.
Deste modo a
Humanidade já destruiu e criou Monstros através de suas descobertas da vida,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó e de sua
liberdade individual e de seu
aprisionamento coletivo, como pelo arquétipo sombra durante sua evolução
da civilização como na Inquisição, na 2ª Guerra Mundial, nas Ditaduras
Militares, nos Grupos Terroristas, nos Grupos de Extermínio, no crescimento e
desenvolvimento da Igreja Católica, nas Intifadas, na Guerra do Vietnã, na
Guerra do Iraque, na Guerra do Afeganistão, no combate ao Terrorismo, na
prática dos crimes sexuais e de toda a ordem como a pedofilia, a prostituição,
as drogas, a discriminação racial, a escravização, o tráfico de pessoas, a
servidão, a fome, a miséria, a despersonalização, no Darwinismo, no
Freudianismo, no Lacanismo, no Comportamentalismo, as Artes, as Culturas de
Morte, como nas disputas eleitorais e políticas, etc., e continuará a
destruí-los pois originam-se das origens da vida na Terra, da luta e da guerra
pela sobrevivência e bem-estar e perpetuação de sua espécie, somos uma espécie
como tantas outras que também lutam contra as adversidades do meio ambiente
como as sexuais onde os mais fortes vencem e derrotam muitas vezes cruelmente adversários
sexuais através da Seleção Natural, dependem ontogeneticamente também do
trabalho, da economia, da globalização, do poder, da Saúde, da Educação, e
culturalmente dependem década sociedade e grupo social com sua cultura e modos
de relação social. Sempre encontraremos Monstros e a sombra reconhecida e
assumida através da projeção de nossa carga hostil em outros objetos em nossos
caminhos até a Salvação, a fase Cósmica do Processo de Individuação, durante
nossas descobertas da vida.
A Educação,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó resolve
nossos problemas com a sombra e nossos Monstros internos que projetamos nos
outros com no trabalho, na economia, na globalização e nas guerras, movimentos,
protestos e conflitos e vandalismos em busca de paz justamente porque não
conhecemos ainda a paz, porque não fomos e não somos educados ainda o
suficiente seja pelos nossos pais, cuidadores, professores, políticos,
religiosos, amigos, amores e romances, policiais, profissionais da saúde,
psicólogos, médicos, psiquiatras, artistas, filósofos, comunicadores, cientistas,
etc.. A Educação tudo resolve. A Educação educa nossos Monstros e evita nossas
monstruosidades melhorando nossos processos de descobertas da vida e de
liberdade individual e aprisionamento coletivo através do Processo de
Individuação. A liberdade individual é experimentada nos rituais porém com o
aprisionamento coletivo na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A nossa sombra
sofre mudanças durante o dia mas nós não, somos os mesmos, ela ora é menor ora
é maior ou é distorcida ou se mistura a outras sombras, nós, o self, não nos
misturamos, para compreender a sombra precisamos aceita-la e reconhece-la como
parte de nós e que ela sofre transformações, ora é ¨bonita¨ ora é feia, não há como lutar com a sombra,
ela nunca fugirá de nós, precisamos conhece-la e aceita-la como parte de nosso
mundo psíquico sem nos ¨machucarmos¨, precisamos fazer nossas descobertas da
vida, dos monstros, dos heróis e dos escravos para lidar bem com a nossa sombra
arquetípica.
Eu acredito que
as descobertas da vida, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó ajudam na adaptação da memória que produz a transcendência que
assim gera a miséria, a caridade e o trabalho a fim de servir à vida e à Evolução, mas surgem adversidades
com o sombra que se personificam como violência, guerras, crimes, holocaustos,
barbáries, atentados, terrorismo, deturpação, difamação, conflitos, abuso e
exploração, movimentos, protestos e vandalismos, etc., que são resolvidos
através da Educação e do Amor Fraterno que nos auxilia com o sentimento de
renascimento que vem do Estado e de cada família e emerge de cada indivíduo, só
este Amor nos permite isto durante nossas vidas, mas nada na vida! Pense nisto!
Deus faz bem! Eu posso acreditar em Deus, no Pai, no Filho e no Espírito Santo,
Amém!
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno
resistirá ao Apocalipse Universal que poderá ocorrer se existirem outros
¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação
Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo
através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo, ou através da
Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar se ele entrar em
conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na Bíblia com outras
palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado
pelo aprisionamento coletivo.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida, compreende seus ritos e os absorve
mantendo-os e os perpetra; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para
ser destrutiva em nossos tempos, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os
e os perpetra; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra; a Evolução
espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução depende da transmissão de
conhecimento, seja celular, genético, molecular, atômico, arquetípico,
inconsciente ou qualquer outra forma de transmissão de conhecimento como as
Escolas de hoje. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito,
a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! A
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó é voltada para a convivência pois
educa, informa e socializa! Temos leis que punem discriminadores, racistas e
perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a exclusão e
discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização também são
voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução
cria e depende de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A
Evolução precisa do Processo de Individuação e de todos os seus elementos
constitutivos como os arquétipos e as fases. O Processo de Inidividuação
segundo Mattanó começa com a Concepção e
o Herói (Fase Urubórus), o Chamado que Pode ser Recusado, as Forças se Unem
Para o Bem-aventurado,... o Encontro com a Deusa (Fase Matriarcal),... a
Relação com o Pai (Fase Patriarcal),... a Magia nas Decisões (Ciclo de
Alteridade)...e vai até A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase
Cósmica). O Processo de Individuação tem por finalidade a Liberdade da Vida e
dos Ensinamentos da Vida numa relação Cósmica de maravilhamento e
contentamento, deleite profundo a favor do Cosmos, do Universo, do Universal, da
Universalidade, da amplidão experiencial e do descortinar do caminho rumo ao
infinito e mais belo, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
7. Psicologia Social
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo e
da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Para
falarmos sobre o trabalho, a economia e a globalização, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó através de rituais e da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis precisamos não somente dos
conceitos sobre a consciência, a identidade, a atividade e a alienação, devemos
acrescentar a afetividade (sendo esta sentimentos e emoções) descolando-a da
identidade pois esta agora pode englobar aspectos do passado, presente e futuro
enquanto que a afetividade pertence somente ao contexto do aqui e agora, mesmo
que haja uma memória afetiva esta pertencerá à identidade e não a
afetividade, a afetividade somente o
aqui e agora como por exemplo aceitável o que sentimos quando nos recordamos
aqui e agora de aspectos do passado, coisas do presente ou aspectos que
planejamos para o nosso futuro. E há também o inconsciente, processo pelo qual
algo não se passa nem se processa
conscientemente como perceber uma coisa ou outra ao mesmo tempo, diferentemente
do inconsciente freudiano. Este inconsciente está ligado à percepção que afeta
a consciência, a identidade, a atividade, a alienação e a afetividade. Então a
adaptação sexual, moral, física, mental, social e/ou pública dependem do
contexto sócio-histórico sendo ela na maior parte das vezes violência por não
aceitar e exogrupo a partir de suas concepções endogrupais e etnocêntricas onde
pela força você domina, castiga, transforma, tipifica, descaracteriza, mata o
outro que não lhe pertence a sua estrutura grupal e assim a sua consciência,
identidade, atividade, alienação, afetividade e inconsciência, seja no
trabalho, nas relações econômicas e na economia e na globalização da economia,
da tecnologia, do consumo, da informação e da liberdade através ou não dos
rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. O outro e seu grupo
são o indecente que não possuem virtudes nem qualidades onde até a
terminalidade lhe são fatais, ou seja, não há vida para o outro nem
independência, só há morte! O papel dos grupos é defender seus membros da fome,
do frio, da terminalidade, dos perigos, ameaças e adversidades do meio ambiente
assim o outro é condenado a ser domado ou morto para ser o ou não ser consumido
como comida para o corpo, a alma ou para o imaginário e simbólico, somos
animais, ou até mesmo para o nosso sentimento e desejo de escravizar o próximo
no trabalho, na economia e através da economia e na globalização e através da
globalização! E estamos fadados a nunca deixarmos nesta vida a deixarmos de
sermos animais e sobrevivermos da morte das outras coisas vivas para a própria
coisa chamada vida e assim também a escravidão no trabalho, na economia e na
globalização por causa dos nossos rituais. A indecência hoje seria a violência,
a escravidão, a alienação, o futuro é difícil de predizer, talvez com base em
outras vivências e experiências grupais, novas tecnologias deixe de ser
violência à morte do outro e o próprio outro o aceitando e acolhendo-o pacificamente
sem dualismo amor e ódio, guerra e paz por causa de monstros internos de
pessoas e grupos violentos e assim indecentes, será que um dia a indecência
haverá se de se esgotar? A indecência depende de como encaramos a terminalidade
e de seus rituais de luto e de consolo, de passagem, e deste modo, o consolo e
o luto, depende do trabalho, da economia, da globalização, da adaptação que é
por sua vez mantenedora da memória ou mesmo, a própria memória afetiva ou não
afetiva! A indecência é a violência, as guerras, o protesto, o movimento, o
vandalismo, o sofrimento, e a decência seria então a paz, o contentamento, a
Educação é a decência, onde há decência há Educação e onde há indecência não há
Educação, basicamente Educação é isto e serve para resolver este tipo de
problema! A Educação se faz através de rituais de iniciação e de passagem,
precisamos dos rituais. Precisamos de rituais para nossa identidade,
consciência, atividade, alienação, inconsciente e afetividade desde a iniciação
até a passagem pelos limiares até a liberdade. Por isso devemos Educar nossos
filhos, e a nós mesmos continuamente em todos os ambientes de nossas vidas, em
todos os nossos relacionamentos sociais, para que nossa consciência, atividade,
identidade,
inconsciência, alienação e afetividade
sirvam-nos ao nosso bem-estar social e nossos Monstros não nos dominem.
Precisamos alcançar a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver através da
Trajetória dos Heróis, ela:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Nossos Heróis enfrentarão na Trajetória da
Vida os Monstros.
Para esta abordagem os Monstros são
produtos da atividade, da consciência, da identidade, da alienação e do
inconsciente nas relações entre sujeitos sociais também no trabalho, na
economia e na globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó através ou não de rituais.
Pela atividade o sujeito se apropria
do mundo e se expressa pela consciência processo da sua identidade e do que não
consegue ter totalmente pela alienação e pelas coisas que não se processam
conscientemente como perceber mais de uma coisa ao mesmo tempo, o inconsciente
que condensa e desloca informatividade, saber.
Se
compreendemos a linguagem dos Monstros, inclusive para entendermos a Arte Maia,
Inca e Asteca segundo Mattanó, falaremos com eles mas se não obtivermos êxito
não nos comunicaremos com eles e serão processos obscuros e menos acessíveis em
nossas vidas sociais causando coisas incompreensíveis como coisas falsas que
por serem falsas não têm valor de existência por não existir, mesmo existindo
falsamente? Se não compreendemos a linguagem dos Monstros ela será falsa porém
nossa
atividade diante de uma coisa falsa é difícil e dolorosa, causa sofrimento à
consciência e à identidade por estar alienada e sob processos inconscientes
incompreensíveis.
E
assim lidamos com nossos Monstros!
Nossos Monstros, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó devem ser abordados no
trato social através de rituais de iniciação e da passagem e da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis também em movimentos, protestos, vandalismos,
agitadores, criminosos, baderneiros, curiosos, de nossos meios com Educação, pois como vimos
a Educação tudo resolve, tudo socializa, desde o nascimento até a morte, ou
seja, por toda a vida, durante todo o período relacional social e suas
implicações educativas, não mais nem menos, só educativas, a vida é uma
constante Educação, não deve ser vista como outra coisa, como violência, como
trabalho, como luta, como dever, como qualquer outra coisa, deve ser vista como
Educação para hoje e para a amanhã, para o futuro e assim para a eternidade,
deste modo a vida na Terra estará perpetuada e a salvo dos males da
criatividade associada a destrutividade e auto-destrutividade da humanidade. A
vida é uma constante e transformante Educação!
Concluo
que a adaptação propicia a atividade de memorizar que por sua vez leva a
atividade, a consciência e a identidade, afetividade, inconsciência e alienação
de miserável que produz nas relações sociais os ritos e a Trajetória da Vida,
dos Monstros e dos Heróis, a caridade e o trabalho, economia e globalização da
economia, da informação, da tecnologia e do consumo, e da liberdade que
ajudaram a fazer surgir na humanidade a violência, a exploração e o abuso, o
crime, a desordem, o caos, a crueldade, a criação e proliferação social de
doenças biológicas, psicológicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais, as
guerras, toda sorte de maldades que conhecemos e que cometemos uns contra os
outros por não termos Educação suficiente para lidarmos com nossos Monstros e
assim transcender e lidar com o sentimento de renascimento que vem do Alto!
Este sentimento só vem da nossa relação para com Deus! Podemos Amar a Deus e
temos uma área no nosso cérebro para isto! Deus faz bem!
Mas
para finalizar podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há
continuidade da vida e do Universo e assim das Ciências, das Artes e dos
Saberes e o Descontrutivismo Físico
Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a
Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a
Espiritualidade, pondo fim às Ciências Biológicas, Humanas, da Saúde, Exatas, Sociais,
da Computação, etc., acabando com as Ciências que descobrimos e que criamos e
desenvolvemos, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram
para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno resistirá ao Apocalipse Universal que
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo, ou através da Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar
se ele entrar em conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na
Bíblia com outras palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
Abordamos novamente nossos rituais religiosos de iniciação e da passagem e
também seus ensinamentos agregados a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado
pelo aprisionamento coletivo e social, de nossas relações sociais primárias na
família e secundários, fora da família. A liberdade solitária e individual é
ritualizada internamente e a liberdade partilhada e coletiva é ritualizada
internamente e externamente.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações
sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não
precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu
escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa! A Evolução educa nossa Vida, nossos Monstros
e nossos Heróis através dos rituais de iniciação e de passagem pela Escola,
Religião, Trabalho, Sexo e Sexualidade, e outros aprendizados e manifestações
comportamentais sociais.
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito,
a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! A
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó é voltada para a convivência pois
educa, informa e socializa! Temos leis
que punem discriminadores, racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para
a convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da
economia e da globalização também são voltadas para a convivência e não para a
exclusão e discriminação! Exclusão social e discriminação tendem hoje a serem
crimes no Brasil e no mundo! A Evolução do trabalho, da economia e da
globalização dependem e caminham a passos mais rápidos do que aos da filogênese
e da ontogênese, a Cultura Evolui mais rápido entre os Humanos! Estamos
caminhando rapidamente para a união e para os fenômenos positivos da
globalização como a integração, a derrubada de fronteiras, a educação, a
economia, a tecnologia, o consumo, a informação, a liberdade e a política! A
Evolução cultural produz política e depende hoje da política para se governar e
se sustentar, política é a arte de bem-governar! Bem-governar é poder ter e
poder oferecer Saúde, Educação, Trabalho, Liberdade, Lazer, Locomoção e
Ir-e-vir, Política, Vida, Propriedade Intelectual e Propriedade Material,
Religião, Alimentação e Água, Renda, Teto, Vestimenta, Afetividade, Cultura, Sexualidade,
Família, Transporte, Saneamento, Segurança e Justiça como Direitos básicos a
população se houvesse uma Reforma Política no Brasil!
Para uma Reforma Política no Brasil dependemos
do conhecimento e da Educação de nossas Vidas, Monstros e Heróis! Precisamos
descortinar o alvorecer do Sol! Precisamos, segundo Osny Mattanó Júnior, ser
Concebidos e Viver (Fase do Nascimento e da Vida); Precisamos nos Encontrar com
a Deusa (Fase das Primeiras Relações Sociais); Precisamos da Relação com o Pai
(Fase da Transferência de Conteúdo das Primeiras Relações Sociais); Precisamos
da Magia nas Decisões (Fase da Educação e do Trabalho); e para obtermos sucesso
e realização, Precisamos da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase do
Trabalho, da Produtividade e da Nova
Família), inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
- Psicologia Escolar
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
No âmbito
escolar a Psicologia Escolar entende que o trabalho, a economia e a
globalização, e a adaptação, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó, que levam a
transcendência oriundos das situações em que vivemos experiências de
aprendizado em experiências de conflitos e de paz e assim a adaptação
estão ligados aos processos de
aprendizagem e assim aos problemas e distúrbios de aprendizagem que devem ser
tratados, podendo isto levar ao bullying, já que o bullying é bastante presente
nas Escolas, este bullying pode ou não ser ritualizado e pertence a história da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis na e da Escola. A escola tem este
papel de formação e de transformação para a convivência entre as pessoas e os
povos, formação da Trajetória da Vida e de Heróis tendo assim um papel
pacificador se ela não for vítima de bullying (Trajetória dos Monstros) e
prejudicada em seu papel de formação e transformação, para o futuro no
trabalho, agora na economia e no futuro das relações econômicas como e geração
de renda e de capital e a globalização da economia, da tecnologia, da informação,
do consumo, da liberdade. A violência ou bullying pode ser transformada através
da escola com o trabalho do Psicólogo Escolar atuando junto aos alunos,
professores e equipe-técnica, levantando propostas e tomando decisões para
otimizar a dinâmica da Escola e sua função social como educadora para o
trabalho, a economia e a globalização. Então em caso de morte e perdas o
consolo e o luto em momentos e períodos de guerras na Escola seriam abordados
pelos professores e equipe-técnica, e pelo próprio Psicólogo Escolar de modo a
facilitar a elaboração do luto mediante o papel do consolo, ou seja, através do
consolo a criança ou o aluno adquiriria repertório comportamental para elaborar
o luto em quaisquer ambientes para sua adaptação e diminuição do sofrimento
mental e até físico, seria este o papel da Escola quanto ao consolo e o luto e
a adaptação, pura memória ou processos de Educação e de memorização. E em
momentos e períodos de paz o papel do Psicólogo Escolar seria de mantenedor e difusor de idéias e projetos
pacificadores para melhorar e otimizar os relacionamentos na Escola entre os
seus de modo que seus Monstros não voltem a incomodar-lhes, sabemos que o
Psicólogo Escolar ajudará na formação da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis e que ele também poderá representar para sua clientela tanto um Monstro
quanto um Herói na Trajetória da Vida, mas...
Na Escola os
Monstros, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
estão ligados as formas de violência na Escola como o bullying sexual, moral e
psicológico onde as diferenças não são toleradas e são meios ou canais para a
descarga agressiva e destrutiva com ofensas, humilhações, amedrontamentos,
envergonhamentos, assédios, brigas, discussões e palavras grosseiras e pesadas
que podem levar a uma série de diversas conseqüências penosas para o violentado
e para o violentador lesando a vida do trabalhador e do futuro trabalhador, da
economia e das suas relações e da vida globalizada, assim o Psicólogo Escolar
deve ouvir e observar rituais, decifrando ganhos primários e secundários e
perdas a curto, médio ou longo prazo como doenças mentais e seqüelas profundas
inapagáveis que se transcendenditas impulsionarão as vítimas a se tornarem
pessoas melhores que as outras que não conseguem transcender à violência e
mergulharem em dores oceânicas que podem levar essas pessoas a deficiências
mentais ou sociais como psicóticos, doentes sexuais, transtornos alimentares,
delinqüentes, criminosos ou ensimesmados, poderemos assim deslumbrar nossos
Heróis e nossos Monstros em meio aos rituais da Escola.
Esses nossos
Monstros, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó,
os problemas trabalhistas e no trabalho, os problemas com a economia como as
dívidas e a compulsão para o consumo, e a globalização e seus frutos e
fenômenos são aprendidos em parte na Escola e são em parte também resolvidos em grande parte na Escola, são
ritos incorporados na Escola, por isso a Educação tudo resolve, evita grandes
tragédias e pequenas desgraças sociais ou humanas como as guerras e os grandes
horrores, evita também os movimentos e protestos desorganizados, vandalismos e
crimes. Por isso a Educação nunca deve parar, devemos estudar a vida toda, não
na Escola somente, mas no trabalho, na Igreja, no clube social, na casa de
nossos pais, de nossos romances e de nossos filhos, de nossos parentes, devemos
continuar o debate acadêmico e ler a vida toda, a informação deve ser direito
de todos, ela deve ser consciente e justa, não manipuladora, devemos ter o
direito de ter acesso a internet e aos mass mídia para nos atualizarmos
constantemente, pois nossa consciência se atualiza constantemente, visto que
está em constante movimento e transformação momento-a-momento, a consciência
deve ser direito de todos assim como a Educação que tudo resolve. A Educação
melhora nossos afetos e estados de consciência em meio aos rituais de iniciação
e de passagem na e da Escola.
Assim
o trabalho, a economia e a globalização, inclusive para entendermos a Arte
Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó levam a adaptação e a transcendência que é o produto final dos ritos
de iniciação e de passagem na e da Escola durante a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que favoreceu ao surgimento dos
modos de lidar com a miséria como a caridade e o trabalho, a exploração e o
abuso, mas também a violência, os crimes, as guerras, os holocaustos, as
barbáries, as tragédias, as catástrofes, as degradações, os vandalismos, os
protestos e movimentos hediondos, as
difamações, as distorções, os vandalismos, as agressões, as explosões e
propagações de doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psicológicas,
sociais, filosóficas e/ou espirituais que somente a Educação e o Amor de Deus que
tem lugar em nosso sentimento de renascimento para existir e ter função em
nossa luta contra as adversidades contra o meio ambiente.
Então
podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, o conhecimento é o
produto dos rituais de iniciação e de passagem da e na Escola e assim
continuamos por toda a vida criando e gerando o conhecimento como o de poder
haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e
das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas
através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a
vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de
Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da
Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia
arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se
afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de
existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte
do nosso tempo e da minha vida.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos isto aos rituais de iniciação e de passagem da e na Escola
série após série, ou ano escolar após ano escolar, devemos nos entregar aos
processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e
adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e
do trabalho, da economia e até dos fenômenos associados a globalização de
nossos antepassados e de suas relações sociais que marcaram a História da
Humanidade e da Civilização. Nossa História carrega em si toda a Nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Nossos Heróis
obedecem uma seqüência evolutiva de estágios, são eles:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10. A
apoteose
11. A
última graça
12. A
difícil volta
13. A
magia nas decisões
14. O
resgate sobrenatural
15. Os
limites da volta
16. Agora
são dois mundos
17. E
a liberdade para se viver e ensinar a viver
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não
precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu
escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente! Já podemos
provar da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver através da Escola e da
Educação.
A Evolução filogenética é um processo
crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais
para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora
da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e
mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos.
A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança
seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A
Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e
ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e globalizadoras
em função de nossas descobertas e do avanço Científico e Tecnológico, e do
crescimento da população mundial – a Evolução educa e preserva a Educação e o
ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais, sociais e coletivas –
estamos sendo Educados a vida inteira -
a Educação não termina, não tem fim e a Evolução também! Evoluir pode
ser também se Educar que é aprender a conviver! A Evolução leva a convivência!
Para conviver dependemos de nossa carga filogenética, ontogenética e cultural,
espiritual, da vida e do universo! A Evolução faz evoluir a espécie, o
indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito, a vida e o cosmos, ela é
voltada para a convivência e não para a exclusão! A Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó é voltada para a convivência pois educa, informa e socializa!
Temos leis que punem discriminadores, racistas e perseguidores! A Evolução é
voltada para a convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução do
trabalho, da economia e da globalização também são voltadas para a convivência
e não para a exclusão e discriminação! Exclusão social e discriminação tendem
hoje a serem crimes no Brasil e no mundo! A Evolução do trabalho, da economia e
da globalização dependem e caminham a passos mais rápidos do que aos da
filogênese e da ontogênese, a Cultura evolui mais rápido entre os Humanos!
Estamos caminhando rapidamente para a união e para os fenômenos positivos da
globalização como a integração, a derrubada de fronteiras, a educação, a
economia, a tecnologia, o consumo, a informação, a liberdade e a política! A
Evolução caminha lentamente como caminha lentamente a Evolução dos nossos
rituais de iniciação e de passagem na Escola e na Educação. A Evolução cultural produz política e depende
hoje da política para se governar e se sustentar, política é a arte de
bem-governar! Bem-governar é poder ter e poder oferecer Saúde, Educação,
Trabalho, Liberdade, Lazer, Locomoção e Ir-e-vir, Política, Vida, Propriedade
Intelectual e Propriedade Material, Religião, Alimentação e Água, Renda, Teto,
Vestimenta, Afetividade, Cultura, Sexualidade, Família, Transporte, Saneamento,
Segurança e Justiça como Direitos básicos a população se houvesse uma Reforma
Política no Brasil!
A
Evolução cultural depende da Educação que promove o bem-estar e a convivência entre as diferenças
e igualdades, a Educação pode ser Bancária que é depositária do saber e
inquestionável; Educação Libertadora que é livre onde o saber é construído com
a participação do aluno ativamente; e a Educação Dessensibilizadora Contexual
onde aprendemos a não nos prendermos mais ao saber dessensibilizando-o e
compreendendo-o como fenômeno do Contexto, de sua época sócio-histórica
deixando ele passar através de seu conhecimento causando conhecimento mas não
sensibilizando o aluno a mover-se por ideologias.
O
Trabalho, a Economia e a Globalização podem assim ser Bancárias, Libertadoras
e/ou Dessensibilizadoras Contextuais. O Homem trabalha para ter economia,
guardá-la, compreendê-la e depois livrar-se dela através de seus rituais
educativos de iniciação e de passagem na Escola e fora da Escola trabalhando
assim suas regras oriundas da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
O indivíduo é
Concebido e Vive (A Concepção e o Herói: vive fantasticamente aprendendo a
aprender mesmo sem ter aprendido a aprender, vive instintivamente desde a
concepção com sua mãe na vida intra-uterina), se Encontra com a Deusa (Se
Relaciona com sua Mãe), tem Sua Relação com o Pai (Aprende a Viver com o Pai),
tem A Magia nas Decisões (Aprende conhecimento nas Escolas), e tem A Liberdade
para Se Viver e Ensinar a Viver (Compreende o Valor de sua Vida e o de seu
Mundo) – esta última fase só é alcançada por meio de regras de auto-conhecimento
ou por meio de experiências culminantes e de deleite e deslumbramento intensos,
pois a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é intensa, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
- Psicologia Humanista
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
A incapacidade de transcender advinda das guerras, crimes e violências
dos
eventos que repercutem falta de paz
em nosso interior e em nossas sociedades estão ligados as deficiências em
nossos trabalhos, ofícios e profissões, como no que geram como a economia e a
globalização da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e da
liberdade, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó, à incapacidade de satisfazer nossas necessidades e de nos adaptarmos, fazendo
dos nossos rituais de iniciação e de passagem verdadeiros fracassos e
frustrações que daí nos tornamos destrutivos e auto-destrutivos com problemas
adaptativos em aceitar as diferenças, a liberdade e a capacidade de criação e
independência com privacidade e autonomia, livre-arbítrio, naturalidade e
simplicidade, trabalho e percepção objetiva da realidade impulsionando as
experiências místicas e culminantes, êxtase e deleite intensos, afeição e
empatia para com a humanidade, resistência ao conformismo e um elevado grau de
interesse social numa relação destrutiva com a Trajetória da Vida e dos Heróis
e nos vencendo as capacidades nossos Monstros . Não aceitar e não saber lidar
com o luto no trabalho, com as perdas, com as dívidas e com as conseqüências
pós-morte da globalização, através dos nossos rituais e de nossos Monstros,
como o luto ligado a economia (parar de gastar ou se fechar e economizar), a
tecnologia (se abrir ou se fechar as tecnologias), ao consumo (se abrir ou se
trancar ao consumo) e ao da informação (se isolar ou se abrir para o mundo de
relações e informações) é problema adaptativo oriundo dos processos do consolo
da singular dificuldade em se aceitar e às suas necessidades, sejam
fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança,
estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade), de
pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de auto-realização.
A cada necessidade mal elaborada pelo sujeito e pela sociedade aparece a
indecência reorganizada e transformada em decência através da convivência, da
paz e do amor, da naturalidade e simplicidade, do trabalho (como dos
profissionais da saúde, educação, política, artes, etc.), da percepção objetiva
da realidade, da afeição e da empatia por toda a humanidade, a decência é aqui
ritualizada na Trajetória da Vida e dos
Heróis. Assim o consolo e o luto vão sendo organizados e reorganizados através
da indecência e da decência que permite ao sujeito convivência, paz, amor,
naturalidade, simplicidade, trabalho, objetividade, afeição, empatia pela
humanidade, ou seja, um retorno a vida saudável e assim à auto-realização.
Assim lidamos com o consolo, o luto, (a terminalidade) e a adaptação, e agora
também com a memória, a economia e a globalização através de ritos e de nossos
Heróis. A adaptação que é memória pois não existe memória mas sim somente
adaptação, isto evoca a transcendência, trabalho, economia, e globalização.
Assim lidamos com o sofrimento das guerras e buscamos paz e contentamento para
superar nossos erros e fracassos humanos e pessoais, nossas tragédias
existenciais para sempre lembradas em processos adaptativos mas que não sei
porque teimamos em alguns períodos da história esquecer, em começar outras
guerras e depois lamentar e começar a chorar e a pedir desculpas não sei por
quê, a história sempre revela que toda guerra poderia ter sido evitada, a
Educação tudo resolve!
Não aceitar as diferenças no trabalho, na
economia, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó,
não tolerar erros se necessário, e na globalização ou seja, nossos Monstros é
cortar uma das veias do coração humano e deixar sangrar até o morte das
diferenças ou Monstros, é dar um tiro num animal, seja perigoso ou não, depende
de como o entendemos e de como lidamos em relação a ele e a nós mesmos, com ou
sem segurança e o porquê dessa atitude segura ou destrutiva, amável ou hostil?
Saber lidar com as diferenças ou Monstros é aceitar a liberdade e a
individualidade e sua capacidade de criação e independência com privacidade e
autonomia, livre-arbítrio, agindo com naturalidade e simplicidade, e tendo
capacidade para algum tipo de trabalho com uma percepção objetiva da realidade
levando-o a experiências místicas e culminantes, êxtase e deleite intensos, com
afeição e empatia pela humanidade, apresentando resistência ao conformismo e
alto grau de interesse social. Saber lidar com os nossos Monstros nos ajuda a
lidar com a Trajetória dos Heróis, ela:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10. A
apoteose
11. A
última graça
12. A
difícil volta
13. A
magia nas decisões
14. O
resgate sobrenatural
15. Os
limites da volta
16. Agora
são dois mundos
17. E
a liberdade para se viver e ensinar a viver
No final da
Trajetória dos Heróis alcançamos nossa Liberdade.
Não aceitar e não saber lidar com as
diferenças ou Monstros, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó é não aceitar e não lidar com nossas próprias necessidades e
liberdades, sejam fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), de garantia
(segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade),
de pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de
auto-realização.
A auto-realização é a plena Educação. A
auto-realização é saber o que você mesmo pensa, sente, fala, mostra, ouve, vê e
faz, é ser Educado para os rituais e pelos rituais de iniciação e de passagem
para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Quando falamos de auto-atualização também falamos de adaptação e assim
de transcendência e de memória e meios de lidar com regras e rituais ligados a
miséria como a caridade e o trabalho, o lucro, a exploração, o abuso, a
violência, o controle, o mercado, as guerras, os conflitos, os horrores, as
tragédias, as brigas, as perdas, os crimes, etc., para evocar a Educação e o
Amor Fraterno de Deus e assim nosso sentimento de renascimento. A Educação
prepara o indivíduo para o trabalho e para a economia e a globalização,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó. A
Educação prepara o indivíduo para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, pois nascemos num mundo já Educado ou que já existe com modelos de
Educação que serão internalizados.
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da Adaptação e assim ao um
poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos
Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico
Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará
havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros
¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou
mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o
Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também
a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo
deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal
fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser
transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o
Universo, o Apocalipse Universal!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações
sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não
precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu
escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
O Homem Trabalha
e Economiza para satisfazer suas necessidades, sejam fisiológicas (comida,
água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e
libertação do medo e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos
outros e de si mesmo, e de auto-realização através de ritos para sua Educação
já pronta e para se fazer durante sua Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
O Homem busca
sua auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver) satisfazendo
suas necessidades anteriores, elas, fisiológicas (a Concepção e o Herói), de
garantia (as Forças se Unem para o Bem-aventurado), de pertinência e de amor (o
Encontro com a Deusa), de estima dos outros e de si mesmo (a Apoteose), e de
auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver), inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 28 de agosto
de 2016.
- Psicologia da Personalidade
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Esta abordagem
entende que os rituais de iniciação e de passagem e a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis, a
adaptação e a transcendência oriundos das relações
em tempos de guerras e de paz e a
memória que por sua vez repercute como adaptação, e atividades de trabalho, economia e de
globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó, podem serem fruto de uma relação mãe e filho se ela, sua mãe, não
satisfazer a necessidade de amor de seu filho pela sua tendência inata para
atualizar as suas capacidades e potencialidades do seu eu, gerando
auto-atualização, então pode gerar sofrimento durante a etapa de adaptação no sofrimento
durante as perdas. Está má relação pode originar conseqüências ruins para a
auto-atualização assim para o seu modo de lidar ritualmente com o luto e com a
formação do próprio luto, com nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, por exemplo em guerras e más
memórias, ou seja, má adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental no trabalho, nas relações
econômicas e com a economia e na globalização da tecnologia, da economia, da
informação, do consumo e da liberdade. A tendência inata para a
auto-atualização deixa o indivíduo capaz de dominar seu luto em seus
relacionamentos gerando paz e um alto grau de saúde psicológica através de seu
pleno funcionamento mental deixando-o em pleno funcionamento mental para o
trabalho, a economia e a globalização. Esta capacidade permite toda e qualquer
experiência seguindo seus próprios instintos e não pelas opiniões e vontades
dos outros com liberdade de pensamento e um alto grau de criatividade dominando
seu sofrimento e luto e assim sendo adaptado e justo consigo mesmo, oferecendo
ao indivíduo o mais alto grau de saúde psicológica, a auto-atualização. Assim a
Educação com seus rituais de iniciação e de passagem ajuda a levar a
auto-atualização pois com uma boa relação entre mãe e filho tudo fica melhor
para o futuro das crianças, havendo então paz e contentamento, produzindo boa
adaptação que é assim também boa memória já que não existe memória, apenas
adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental.
Pela
nossa tendência inata para atualizar as nossas capacidades e potencialidades do
eu se dá a auto-atualização que pode ser prejudicada pelas experiências
infantis se suas experiências com sua mãe não satisfazer sua necessidade de
amor pela estima positiva entre mãe-filho e pela aprendizagem oriunda das
relações com sua mãe e de outras relações limitando-a a possíveis Monstros como
o bullying sexual, moral ou psicológico dentre outras formas de violência e
agressão como a física e social no trabalho, nas relações econômicas e na
globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó, assim, favorecendo o desrespeito as incolumidades corporal, pessoal,
patrimonial e da vida pública, e delinqüência podendo se transformar num
criminoso ou ensimesmado.
A tendência inata para a auto-atualização
permite ao sujeito dominar seus Monstros internos e relacionados as relações
sociais conduzindo-o a paz e equilíbrio num alto grau de saúde psicológica pelo
pleno funcionamento de sua mente no trabalho, na economia e na globalização,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó. Serão
assim abertos a toda e qualquer experiência, viverão plenamente cada momento de
suas vidas, guiar-se-ão pelos seus próprios instintos e não pelas opiniões e
vontades dos outros, terão liberdade de pensamento e a um alto grau de
criatividade assujeitando-os ao domínio dos seus Monstros biológicos,
psicológicos, sociológicos, filosóficos e/ou espirituais com satisfatória
adaptação e boa memória.
A tendência inata satisfeita permite a
auto-atualização reforçada pela Educação que deste modo assegura a segurança e
a paz no mundo e nas regiões do mundo, graças a boa relação entre mãe e filho e
a auto-atualização, enfim a Educação que tudo resolve. A Educação nos educa
para o trabalho, para a economia e para a globalização, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó. A Educação nos educa
para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Trajetória dos Heróis é
a seguinte:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10. A
apoteose
11. A
última graça
12. A
difícil volta
13. A
magia nas decisões
14. O
resgate sobrenatural
15. Os
limites da volta
16. Agora
são dois mundos
17. E
a liberdade para se viver e ensinar a viver
A auto-atualização só é alcançada com a
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, ela é fruto da Educação
etapa-a-etapa, desde a Concepção e o Herói até a última já citada anteriormente.
A
Educação, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
é assim um conjunto de ritos de iniciação e de passagem, frutos da adaptação que evocam transcendência
para lidarmos com as misérias com a caridade e o trabalho, e também com seus
desenvolvimentos, o abuso, a exploração, a violência, os crimes, as guerras, os
holocaustos, as barbaridades, as crueldades, as insanidades, as doenças
biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou
espirituais, as tragédias, os conflitos, as perdas, etc., deste modo abordamos
o Amor de Deus e o nosso sentimento de renascimento que nos faz renascer e
enfrentar tudo de novo, cada problema e superar momento-a-momento
problema-a-problema como os sexuais, os morais, os mentais, os físicos, etc.,
para alcançarmos a auto-atualização diante da Trajetória dos Heróis.
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da auto-atualização e da Adaptação e assim ao um poder haver o
Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das
Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através
do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida,
as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus
ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e
da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o
Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e
deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através
desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo
e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado,
começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse
Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o
Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das
dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! A auto-atualização pode
nos Salvar!
O Homem Trabalha
pois é Educado e é através da Educação que atinge a auto-atualização e assim o
pleno funcionamento mental no Trabalho, na Economia e na Globalização através
dos ritos de sua sociedade, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó.
O Homem trabalha
para garantir sua Educação e sua auto-atualização econômica, ou seja, permitir
que sua tendência inata para a auto-atualização leve-o a relações sociais de
paz e de equilíbrio com um alto grau de saúde psicológica pelo seu pleno
funcionamento mental no trabalho, na economia e na globalização, ficando
abertos a toda e qualquer experiência, a cada momento de suas vidas, aos seus
próprios instintos e não às opiniões e vontades dos outros, terão liberdade de
pensamento e um alto grau de criatividade dominando seus Monstros a ponto de
vencê-los com a força de seus Heróis durante sua Trajetória dos Heróis a fim de
que encontre a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e viva assim sua
auto-atualização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó.
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 28 de agosto
de 2016.
- Cognitivismo
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um símbolo
dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e
dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do analisado e não
somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode significar
um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação com o tempo,
o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de vida e não
somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo e
da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Os ritos do trabalho, da economia e da globalização da economia, da
tecnologia,
do consumo, da informação e da
liberdade, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó que fazem parte dos processos da adaptação e da Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, segundo o Cognitivismo de Mattanó que apresenta-se
primeiro no período Sensório-Motor (0 a 2 anos) onde a a criança se integra com
ambiente pela imitação das regras e assim, mesmo que compreenda algumas
palavras no final deste período só será capaz da fala imitativa, deste modo seu
comportamento e sua adaptação as conseqüências apresentar-se-ão pela imitação,
seu contentamento poderá ser seu primeiro episódio manifesto de transcendência,
através dos seus Heróis ela adquirirá a fala imitativa. No período
Pré-Operatório (2 a 7 anos) acontece o aparecimento da linguagem e assim
modificações nas aspectos intelectual, afetivo e social da criança, o
pensamento se acelera, surgem sentimentos inter-individuais como o respeito
pelos que julga seus superiores, um misto de amor e temor, a moral da
obediência, deste jeito o sofrimento e o contentamento, o trabalho e a economia
e a globalização já fazem significado e sentido, estará a aprender o seus
conceitos que se modificam através da
obediência, a obediência, o respeito e o amor trazem parte da transcendência
que ficarão marcados em sua memória, ou seja, em sua adaptação, através de seus
ritos com a linguagem e intelectualidade, afetividade e vida social ela
experimentará sentimentos inter-individuais e compreenderá a obediência, a obediência é fundamental para
a prática dos ritos e dos Heróis. No período de Operações Concretas (dos 7 aos
11 anos) onde a criança começa a usar a lógica e o raciocínio de modo
elementar, o sofrimento e o contentamento se dão de modo lógico e elementar, a transcendência depende agora do raciocínio
lógico e elementar, haverá aqui não somente significado, sentido mas
também conceito de trabalho, economia e
globalização para a criança, seus Heróis adquirem elementos e lógica,
raciocínio, seus ritos também, o domínio completo se dá no último estágio, o de
Operações Formais (após os 12 anos), aqui o sofrimento e o contentamento, o
trabalho, a economia e a globalização tornam-se hipotéticos-dedutivos, a
transcendência aplica-se hipotética-dedutivamente, seus Heróis tornam-se
hipóteses e deduções, abstrações, e seus rituais também. Pode-se dizer que após
os 12 anos surge o pensamento hipotético-dedutivo, que lhe proporciona ser
capaz de deduzir as conclusões de puras hipóteses e não apenas da observação
real compreendendo seus problemas e os dos outros como a indecência sexual,
moral, mental, física, social e/ou pública, coisas objetivas e subjetivas,
porém após os 60 anos de idade o indivíduo poderá começar a apresentar demência
e outras doenças que diminuirão sua capacidade hipotética-dedutiva surgindo
novos e velhos problemas ligados à decadência física, mental, moral, sexual,
social e pública, a transcendência decai cognitivamente, seus Heróis são
afetados pela decadência e pela generosidade, seus rituais também. Assim a
indecência liga-se ao fato de o sujeito descobrir em si à capacidade
hipotética-dedutiva e fazer mal uso dela, por exemplo como bullying ou
incentivo de violência como o bulling na escola, na igreja, no trabalho, na
política, na família, nas amizades, etc.. Deste modo finalizo que pode haver
uma nova fase Cognitiva da 3ª Idade onde decaem suas forças físicas e
intelectuais, sendo contudo mais vítima do que agressor por causa da demência e
decadência existencial, aqui o
sofrimento e o contentamento, o trabalho, a economia e a globalização podem
reencontrar a demência. Devemos entender ainda que haja diferenças entre bullying
e demência ou alienação mental, no bullying a pessoa é consciente e na demência
e alienação mental a pessoa é incapaz de lidar com seu mundo adequadamente e
por isso deve ser protegida pelo Estado, pela sociedade e pela família. A
demência e alienação mental podem ocorrer em qualquer fase cognitiva, desde
bebê até a morte, devo salientar isto. Assim o rito onde há sofrimento e o
contentamento é imitativo no primeiro período, depois surgem sentimento inter-individuais
e de respeito e de obediência, depois no terceiro período a criança usa a
lógica e o raciocínio para elaborar o sofrimento e o contentamento e adaptação,
depois é capaz de efetuar conclusões de
puras hipóteses que lhe permitam elaborar o luto e finalmente na 3ª Idade na
demência e da decadência e/ou na alienação a pessoa perde ou começa a perder
contato com a realidade objetiva, ou seja, com o mundo real, sua cognição se
volta para a demência, decadência, alienação e confusão mental e morte. Contudo
não estamos a salvo dos Monstros, enfim... Nestas últimas Fases Cognitivas
ficarão as informações marcadas na memória e assim será a sua adaptação de 3
formas: fisiológica, morfológica e comportamental.
Os Monstros pelo Cognitivismo emergem
durante o desenvolvimento infantil em processos cognitivos apresentados em
estágios:
1º) Inteligência sensório-motora (0 aos 18
meses): pela natureza da sua intelectualidade ser sensorial e motora e a sua
linguagem ser imitativa no final deste estágio, a criança processará seus
Monstros sensorialmente e motoramente pela inteligência que é anterior a
linguagem e independe dela mostrando-se ser imitativa a linguagem e talvez a
inteligência até o final deste estágio, assim ela depende da imitação, da
atenção, da discriminação e das ordens emitidas pelos seus cuidadores a ela,
recurso para lidar com seus Monstros como o egocentrismo e por se desenvolver
através do processo desconhecer-se conhecer-se gradualmente pela inteligência
sensório-motora imitativa. Seus Monstros são a fome, a sede, a higiene, os
cuidados maternos, os sons do ambiente externo e os que emite vocalmente
chorando, balbuciando, gritando, imitando, o calor, o frio, a dor, a sua
afetividade, o seu mundo psíquico e relacional intra-objetalmente e
extra-objetalmente, estes são seus principais Monstros deste estágio. Neste
estágio não existem Monstros ligados ao trabalho, a economia e a globalização,
nem em relação a Arte Maia, Inca e Asteca pois a criança depende totalmente dos pais.
2º) Inteligência intuitiva ou
pré-operacional (dos 2 aos 6 anos): aparece neste estágio a capacidade
simbólica (imagens ou palavras) que representam o não-presente, surgindo então
imagens ou palavras que se causarem desiquilíbrio cognitivo serão Monstros.
Outros Monstros estarão associados ao egocentrismo, a centralização, ao
animismo, ao realismo nominal, aos problemas com a classificação, a inclusão de
classe e a seriação apresentando dificuldades e incapacidades que a levarão ao
encontro de outros Monstros como a incapacidade de se colocar noutro ponto de
vista, de relacionar diferentes aspectos de uma situação, de atribuir vida aos
objetos, de pensar que o nome faz parte do objeto, dos problemas de agrupamento
com base no tamanho, forma ou cor, da dificuldade de entender que uma coisa
pode pertencer a outra coisa, e das dificuldades de ordenação e seriação. Cada
problema destes pode ser um Monstro se a criança não se desenvolver
adequadamente até o próximo estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada
pela Adaptação Pré-operacional. Começam a surgir os primeiros Monstros ligados
ao trabalho, a economia e a globalização de modo significado e sentido e não como conceitos, inclusive em
relação a Arte Maia, Inca e Asteca.
3º) Operações concretas (dos 7 aos 11
anos): os Monstros tornam-se menores pois a criança consegue usar a lógica e o
raciocínio de modo elementar, mas só a objetos concretos. Compreende
quantidades, inclusão de classe e termos de relação como maior, menor, direita,
esquerda, mais alto, mais largo, etc.. Os Monstros começam a serem dominados
até o último estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada pela Adaptação
Concreta. Os Monstros são menores pois passam a serem conceituados, eles
ligados ao trabalho, a economia e a globalização, inclusive em relação a Arte
Maia, Inca e Asteca.
4º) Operações formais (após os 12 anos):
com o pensamento hipotético-dedutivo será capaz de deduzir as conclusões de
puras hipóteses e não apenas e através da observação real compreendendo os seus
Monstros e os dos outros seres humanos e coisas do mundo objetivo e subjetivo
até o fim da vida. A memória já é parte da Adaptação Formal. Seus Monstros
serão suas hipóteses e suas deduções como significados e sentidos até que
encontrem os conceitos e deixem de serem Monstros, inclusive em relação a Arte
Maia, Inca e Asteca.
5º) Operações finais (após os 60 anos):
que apresentará em casos processos de demência ou outras doenças que tornarão
difícil a vida hipotética-dedutiva onde surgirão velhos e novos Monstros como a
decadência física, mental e social. A memória enfrenta os processos das
Operações Finais com decadência e demência afetando a Adaptação Final,
inclusive em relação a Arte Maia, Inca e Asteca.
A Educação devemos lembrar tudo resolve,
seja nossos Monstros, seja nossas guerras, sejas nossos problemas cognitivos –
a Educação tudo resolve! A Educação prepara para o Trabalho, para a Economia e
para a Globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó. A Educação cria e mantêm e pode modificar nossos rituais de
iniciação e de passagem e assim nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
A Trajetória dos Heróis é assim seguida:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10. A
apoteose
11. A
última graça
12. A
difícil volta
13. A
magia nas decisões
14. O
resgate sobrenatural
15. Os
limites da volta
16. Agora
são dois mundos
17. E
a liberdade para se viver e ensinar a viver
A
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver é o objetivo final da evolução
cognitiva, ela só vem através da Educação.
A
Educação, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
é fruto da adaptação que evoca a transcendência fase-a-fase cognitiva da vida,
para lidarmos com as misérias com a caridade e o trabalho e suas conseqüências
como a exploração e o abuso, a violência, os crimes e as guerras, os horrores,
os holocaustos, as barbáries, os medos, os temores, as doenças biológicas,
ecológicas, físicas, químicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais
para evocarmos a religiosidade e assim Deus e o sentimento de renascimento que
nos faz renovar nossas esperanças e modos de vida e termos fé e um olhar para o
futuro ou no amanhã, um desejo de cuidar de nossos filhos e assim até o fim!
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber, a Adaptação Cognitiva
e assim dos Processos Cognitivos da Adaptação e seus Desenvolvimentos como a
fase em que há Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e deste modo a uma
Nova Teoria Sobre o Apocalipse, ao um poder haver o Apocalipse Universal com o
fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do
Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico
Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois
não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração
e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso
Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e
a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e
influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e
Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da
Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou
re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus
salva-nos restando o Paraíso e o nosso
sentimento de renascimento e de salvação diante das dificuldades e problemas
agora até mesmo Universais! O Apocalipse trata também do fim da vida pessoal,
social e pública como já sabíamos
através da Igreja Católica.
O Homem trabalha
para conceituar seus significados e seus sentidos e encontrar a solução para
suas hipóteses e deduções, não há provação que dure por tanto tempo, não
conseguimos abandonar a nossa Cruz, e assim gerar seus bens, desenvolvido
cognitivamente, o que lhe garante a capacidade de formular e descobrir
conceitos para suas hipóteses e deduções como esperança de um dia melhor para
não desanimar e ter forças para trabalhar. Nosso trabalho obedece a rituais
advindos da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, sobre esta última
sabemos que começa com A Concepção e o Herói (Inteligência sensório-motora) – O
Herói é concebido e vive, e vai prosseguindo para A Travessia: Se Consumir
(Inteligência pré-operacional) e (Operações Concretas) – O Herói se descobre e
vai se descobrindo, até chegar a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver
(Operações Formais) e (Operações Finais) – O Herói aprende a especular, a tirar
conclusões de puras hipóteses e no fim de sua vida torna-se generoso e depois
decai com suas forças físicas e psíquicas, com sua demência e sua Crise Final,
porém pode haver diferenças entre os tipos de pessoas e de personalidades, resistindo
assim o Herói a ação do tempo, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
28 de agosto de 2016.
- Fenomenologia
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Segundo a
Fenomenologia os rituais de iniciação e de passagem para o ingresso no
trabalho propiciam a geração de
economia e a globalização da economia, da tecnologia, da informação, do consumo
e da liberdade, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó que provêem da adaptação que
implica em memória, pois é a própria memória em si e assim esta na existência e
nas essências. É pelo ritual da
existência e das essências que se dá a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis de cada um de nós. Pela existência a transcendência oriunda da
memória durante o processo de adaptação ao trabalho, a economia e a
globalização são fenômenos como
consciência de alguma coisa e pelas essências as abstrações como conhecimentos
não factuais, coisas inacabadas que se valorizam, enriquecem e se modificam. A
existência pode criar a dor e nas
essências as domesticamos e modificamos de modo as enriquecermos o sujeito ou
faze-lo se perder em si mesmo tornando-se ruminante e sofredor durante o luto
que pode prolongar-se se mal elaborado durante as perdas na insalubridade e
no mal-estar no e do trabalho. A saúde
depende de como abstraímos e nos enriquecemos
através das essências durante os ganhos o bem-estar e saúde-mental no
trabalho e na economia, também na globalização. As abstrações podem gerar o bem
ou o mal, a vida ou a destruição do indivíduo, grupo ou espécie, toda a
civilização e humanidade, pondo fim a nossa história, depende muito disto de
como lidamos com a dor do luto criada pela existência que abarca o natural, o
artificial, o biológico, o psicológico, o social, o filosófico e/ou o
espiritual e a essência, para finalizar, desfruta destes meios como fins
inacabados em nossa adaptação.
A Fenomenologia vê Monstros, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó na existência e nas
essências, no ritual do trabalho, na economia, na globalização, assim na nossa
adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental e nas memórias. Na
existência há apenas o Monstro como fenômeno, como consciência de alguma coisa,
e nas essências como Monstros, abstrações, conhecimentos não factuais, coisas
inacabadas que se enriquecem e se modificam como adaptação e memória; se a
existência pode criar o Monstro é na essência que eles são domesticados e
modificados de maneira a enriquecer o indivíduo ou a fazê-lo se tornar um agressor ou doente. O
fato pode gerar abstrações para o bem ou mal, vida ou destruição do indivíduo,
da espécie ou do grupo onde vive, seja também no trabalho, na economia ou na
globalização, bem como de toda a civilização e humanidade, acabando com a nossa
história. A existência abrange o natural, o artificial, o biológico, o psicológico, o social, o
filosófico e/ou o espiritual e a essência desfruta destes meios como fins
inacabados.
A existência como o natural vê na Educação
a consciência e nas discussões e debates ou enriquecimentos teóricos a essência
para a solução de nossos problemas pequenos ou grandes como as guerras, as
violências, os holocaustos e os crimes contra a humanidade – a Educação tudo
resolve, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó!
A existência é o ritual e a essência seu saber e solução!
A adaptação é a existência assim é ritual como
a transcendência também o é, já as misérias, a caridade e o trabalho e seus
frutos como a exploração, o abuso, a violência, os crimes, a crueldades, as
guerras, as doenças propagas por meios biológicos, ecológicos, físicos,
químicos, psíquicos, sociais, filosóficos e/ou espirituais, etc., são essências
assim como a Educação e seu teor carregado de essências, sabedorias,
conhecimentos, teorias e práticas, debates e discussões, exemplos, etc.,
ensinamentos, que levam ao Amor de Deus, o Amor de Deus brotou da terra que foi
semeada e não da terra sem sementes, qual semente? A Educação! A Educação são
ensinamentos, podemos renascer como as sementes de Deus por mais pequenas que
sejam! Temos o direito de Amar a Deus e de ter o sentimento bio-psicológico e
espiritual de renascimento!
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, a sabedoria, ao saber, a
solução, a liberdade, ultrapassamos limiares ritualísticamente, teremos o poder
da Adaptação e sobre a Adaptação e assim
dos Processos da Adaptação e seus Desenvolvimentos na existência e nas
essências e ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da
vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico
Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará
havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros
¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou
mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o
Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também
a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando
de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem
parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser
transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o
Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o Paraíso e o nosso sentimento de renascimento
e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais!
Com o poder da Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular também que
poderíamos criar um Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo quantos
podermos e desejarmos através da Física e da Tecnologia, ou da Religião,
da Oração e de Deus, do Poder de Criação
de Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os nossos Universos
atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso, Purgatório e Inferno e
num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de Apocalipse individual,
familiar, planetário e Universal e toda esta nova esperança na Crença em Deus e
no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por meio não somente da Física e da
Religião, mas por outros ainda não descobertos.
Vemos que o homem trabalha para sua
existência e tem sua economia e a globalização como essências da existência do
trabalho, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
Pois todo trabalho gera e produz bens e serviços, ou assim, essências que nos
servem a economia ou a atividade de economizar e de gastar ou de usar e não
usar. A existência faz o homem trabalhar e as essências produzir e economizar e
usufruir para a manutenção da existência do trabalho. O Trabalho é um ritual,
uma existência e seus frutos, ganhos e
perdas durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis são as essências. A Trajetória dos Heróis
obedece a seguinte característica:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10. A
apoteose
11. A
última graça
12. A
difícil volta
13. A
magia nas decisões
14. O
resgate sobrenatural
15. Os
limites da volta
16. Agora
são dois mundos
17. E
a liberdade para se viver e ensinar a viver
A existência começa com a Concepção e
o Herói e vai prosseguindo essência-a-essência de modo a enriquecer suas
essências, são de fato essências que
alcançarão a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, a última essência da
Trajetória do Herói, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
Londrina, 28 de agosto de 2016.
- Psicologia da Espécie
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Os rituais de
iniciação e de passagem, a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, o
trabalho, a economia e a produção de bens e de serviços geram também a
globalização da economia, da tecnologia, do consumo e da informação, senão
também da liberdade, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó, agora pertencem aos símbolos pela formação dos nossos
inconscientes, da Espécie, do Indivíduo e do Grupo, deste modo também a memória.
Essa manifestação comportamental esta em nossos inconscientes e estes regulam e
ordenam nossas atividades e relações com outras pessoas, seres e coisas ou
objetos de desejo através da adaptação.
A
Seleção Natural, o organismo e a adaptação física tem impacto físico, mental e
social. O condicionamento operante, a pessoa e a adaptação às conseqüências
implicam em sofrimento ou prazer. O comportamento social, a existência do eu e
a adaptação contextual também geram sofrimento por serem coisas de grande
esforço e alto grau de afetividade, assim de indecência e/ou decência. Estes
são nossos problemas filogenéticos, ontogenéticos e/ou culturais, todos através
dos inconscientes da Espécie, do Indivíduo e/ou do Grupo relacionam aspectos de
decência (amor) e de indecência (ódio) e assim Amor sexual, à união e à
sabedoria, e Ódio sexual, à união e à sabedoria, tanto o Amor quanto o Ódio são
ritualizados e passam por estágios de iniciação e de passagem. Estes elementos
trazem, fazem desfazem prazer e o sofrimento dialéticamente em nossos
inconscientes se declaramos paz ou guerra, amor ou ódio, vida ou morte,
proteção ou destruição, trabalho ou preguiça ou descanso, economia ou gastos,
globalização ou particularização a eles e aos modos de se relacionar com eles,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó. Deste
modo lidamos com nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e com o sofrimento
e o contentamento durante nossa vida enquanto espécie, indivíduo e grupo. Cada
forma de adaptação evoca a transcendência e assim a superação das adversidades
do meio ambiente influenciando nossos processos da memória.
Os
Monstros, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
no trabalho, na preguiça ou no descanso, na economia ou nos gastos, na
globalização ou na particularização ou isolamento agora pertencem aos símbolos
(imagens visuais através dos olhos, do tato, da gustação, do calor, do frio, da
pressão, do apetite, das necessidades de descarga, higiene, segurança, amor,
atividade, das palavras escritas, faladas, cantadas, lidas ou pensadas,
palavras reais e/ou residuais) pela formação dos nossos inconscientes, da
Espécie, do Indivíduo e do Grupo. Os símbolos pertencem a adaptação e a
memória.
Os símbolos Monstros são produto da
filogênese (da Seleção Natural, do Organismo, da Adaptação física), da ontogênese
(do Condicionamento operante, da Pessoa, da Adaptação conseqüêncial) e da
cultura (do Comportamento social, da Existência do eu, da Adaptação
contextual). Os Monstros são produtos da transcendência para que possamos
evoluir sempre e continuar evoluindo. A Transcendência depende da adaptação e
da memória.
Os Monstros povoam nossos inconscientes e
estes regulam e organizam nossas vidas e relações com outras pessoas, seres e
coisas ou objetos de desejo como no e o trabalho, a economia e a globalização,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
A Seleção Natural, o organismo e a
adaptação física são coisas monstruosas de impacto biológico, mental e social.
O condicionamento operante, a pessoa e a adaptação às conseqüências também são
coisas difíceis e monstruosas. E o comportamento social, a existência do eu e a
adaptação contextual também geram sofrimento e assim é coisa monstruosa. Estes
são os nossos Monstros devido ao Amor sexual, à união e à sabedoria, e ao Ódio
sexual, à união e à sabedoria no trabalho, na preguiça ou no descanso, na
economia ou nos gastos, na globalização ou na particularização ou no isolamento.
Coisas que trazem, fazem e desfazem Monstros em nossos inconscientes se
declaramos paz ou guerra a eles e aos modos de se relacionar com eles.
Para enfrentarmos nossos Monstros
temos nossos Heróis que atuam seguindo uma Trajetória:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
Nossos Heróis nos trazem a Liberdade
para Se Viver e Ensinar a Viver através da Educação face aos nossos rituais de
iniciação e de passagem!
A Educação tudo resolve, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó! Seja nossos Monstros
ou nossos símbolos pela formação de nossos inconscientes pelo Amor ou Ódio! O
Ódio manifesta-se através da violência.
A violência manifesta-se através da agressividade para destruir ou matar outros
seres vivos, outros grupos e/ou outras sabedorias, seja no trabalho, na
economia ou na globalização. Ela se manifesta pelo Inconsciente da Espécie com
seus impulsos animais/à vida e esquemas motores inatos que manifestam o
Inconsciente sensual com seus impulsos sensuais e organizacionais. O
Inconsciente da Espécie também leva ao Inconsciente Organizacional e assim à
Cultura, à Filogênese e à Ontogênese. Os modos de dominação surgem com as
regras, úteis para a solução de problemas e para a superação de adversidades
ambientais, são aprendidas e pertencem ao Inconsciente da Espécie, do Indivíduo
e do Grupo, originam-se pela imitação, atenção, discriminação e/ou controle
instrucional e servem à genética afetiva-libidinal e à aprendizagem
comportamental. As regras permitem e auxiliam na adaptação física,
conseqüêncial e contextual, portanto na memória.
A Educação, inclusive para entendermos
a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó leva ao entendimento dos processos
da transcendência e assim da miséria, da caridade, do trabalho, do abuso, da
exploração, das formas de violência e de crimes, de guerras e holocaustos, de
tragédias e catástrofes, de agressividade, etc., para que a Educação se
perpetue e permita-nos entender o Amor de Deus e o sentimento de renascimento e
sua função individual, social, civilizatória, fraterna e humana. A Educação
leva a Liberdade!
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber, ao poder sobre si
mesmo, ao poder sobre a Adaptação e ao poder da Adaptação e assim dos Processos
da Adaptação e seus Desenvolvimentos e
ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos
Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico
Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará
havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros
¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou
mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até de ETs
ou do Demônio que poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a
Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e
influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e
Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da
Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou
re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus
salva-nos restando o Paraíso e o nosso
sentimento de renascimento e de salvação diante das dificuldades e problemas
agora até mesmo Universais! Contudo através também da Física com o poder da
Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular também que poderíamos criar um
Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo quantos podermos e desejarmos
através da Física e da Tecnologia, ou da Religião, da Oração e de Deus, do Poder de Criação de
Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os nossos Universos
atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso, Purgatório e Inferno e
num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de Apocalipse individual,
familiar, planetário e Universal e toda esta nova esperança na Crença em Deus e
no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por meio não somente da Física e da
Religião, mas por outros ainda não descobertos.
Concluímos que o homem trabalha para
manter sua espécie, satisfazer suas necessidades pessoais e criar e reorganizar
sua cultura, seja através do Amor ou do Ódio que acaba sendo reorganizado
reestruturando a espécie, o indivíduo e
a cultura para ritualizar sua história, sua Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis que o leva desde a Concepção e o Herói (Fase da Iniciação da Vida),
demais estágios dos Heróis (Fase das Passagens e dos Processos
Monstruosos) até a Liberdade para Se
Viver e Ensinar a Viver (Fase dos Heróis que Venceram seus Monstros), inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
Londrina, 28 de agosto de 2016.
- Psicobiologia
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e ritualiza-lo
através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos de
acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu contexto
e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Ao falarmos de
Psicobiologia falamos naturalmente da adaptação de natureza
morfológica, fisiológica e/ou
comportamental, fecundo campo para investigarmos vinculadamante as bases
sensoriais da percepção, o pensamento, os estados de consciência e a linguagem,
e agora também do trabalho, da economia e da globalização, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, pois se falamos de trabalho
e de seus eventos falamos da adaptação e evocamos a transcendência, falamos
também de seus rituais de iniciação e de passagem e da Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis.
As bases sensoriais da percepção integram
as informações, reconhece-as e as interpretam dando origem e/ou combate aos
problemas ligados ao prazer e ao desprazer no trabalho, na economia e nos
gastos, e na globalização da economia, da informação, da tecnologia e do
consumo, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó,
como as representações mentais, significados, sentidos, conceitos ou imagens
mentais conseqüênciando-as e formando, por
exemplo, rituais e indivíduos que participam desses ritos e tomando atitudes
com o uso da linguagem, problemas grandes ou pequenos desde a formação deste
processo já que causam medo, aflição, fome, calor, frio, dor, cansaço, amor,
ódio, êxtase, violência, agressividade, hostilidade, paz, alterações
morfológicas, alterações fisiológicas como diante do calor ou da luz,
alterações comportamentais diante de ameaças e adversidades do meio ambiente.
O prazer e o desprazer no trabalho, nas
relações com a economia e na globalização, inclusive para entendermos a Arte
Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó aparecem e devemos enfrenta-los com Educação
através do nosso desenvolvimento, maturação e amadurecimento mesmo diante de
grandes horrores e dificuldades como por exemplo diante dos problemas
enfrentados ou obstáculos em nossos rituais de iniciação e de passagem. O
processo de adaptação morfológica, fisiológica e/ou comportamental seleciona
quem vive e quem morre, seja, biologicamente, psicologicamente, socialmente,
filosoficamente e/ou espiritualmente e jamais deixaremos de lidar com a dor e
as coisas dela ligadas ou não ao novo e
a novidade através da liberdade filogenética pelo ¨crossing-over¨, liberdade
ontogenética pelas nossas escolhas, e liberdade cultural onde nos associamos
aos outros neste mundo globalizado e fluindo diferenças como através da
linguagem e de seus processos de aquisição como o significado, o sentido e o
conceito, também os processos da memória encefálica como as associações do córtex
cerebral e as 3 camadas cerebrais e suas informações e como são processadas e
armazenadas pela adaptação. A liberdade gera e mantêm o novo e as novidades e o
sofrimento como também o elimina ou purifica através das agências de controle e
Seleção Natural.
A
Psicobiologia por centrar-se na adaptação; de natureza morfológica, fisiológica
e/ou comportamental vê nestes 3 processos o fecundo campo dos nossos Monstros
que estão vinculados as bases sensoriais da percepção, com o pensamento, com os
estados de consciência e com a linguagem e agora a transcendência, e também a
memória no trabalho, na economia e nos gastos, na produção de bens e de
serviços, no mercado, na globalização do consumo da economia, da tecnologia, da
informação e da liberdade.
As 3 formas de adaptação dependem e são
frutos da Evolução das Espécies e da Seleção Natural onde o mais apto sobrevive
e perpetra sua espécie.
As bases sensoriais da percepção integram
as informações, reconhece-as e as interpretam dando origem e/ou enfrentamento
aos problemas ligados a percepção como as representações mentais, significados,
sentidos, conceitos ou imagens mentais conseqüênciando-os e tomando atitudes diante
dos rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, com o uso da linguagem, os problemas que surgem desde o
início deste processo são monstruosos pois causam medo, aflição, fome, calor,
frio, dor, cansaço, amor e ódio, êxtase, violência, agressividade, hostilidade,
alterações morfológicas após a fecundação em meio aos seus processos de meiose
e mitose, alterações fisiológicas para enfrentar a luz solar, e alterações
comportamentais diante de ameaças ou adversidades ambientais sempre com o
auxílio e dependência de nossa memória no trabalho, na economia e na
globalização.
Os Monstros, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó podem ser muitos em nossos ritos mas
os nossos recursos para enfrentá-los durante nosso desenvolvimento, maturação e
amadurecimento nos favorecem a sermos vitoriosos mesmo em meio a grandes
horrores, calamidades e holocaustos onde sucumbimos como humanos e sociais por
natureza. Contudo o processo de adaptação morfológica, fisiológica e/ou
comportamental seleciona quem vive e quem morre, seja biologicamente,
psicologicamente, sociologicamente, filosoficamente e/ou espiritualmente e a
vida continua gerando coisas novas como a liberdade de consumo, de informação,
de economia, de tecnologia, de linguagem, de escolhas profissionais, de
relacionamentos afetivos, de religião, de vida sexual, de competição ou
concorrência (não somos mais obrigados a nos matarmos para fazer sexo e
perpetrar nossa espécie), liberdade filogenética pelo ¨crossing-over¨,
liberdade ontogenética pelas nossas escolhas, e liberdade cultural onde nos
associamos aos outros sem sermos obrigados como antigamente. A adaptação
comportamental evoca a transcendência e produz comportamentos e estímulos que
fazem emergir comportamentos que se encadeiam assim, da miséria a caridade, ao
trabalho, ao abuso, a exploração, a violência, as drogas, a criminalidade, ao
roubo, a deturpação, as desrespeito, a tortura, as guerras, ao tráfico de
pessoas e de drogas, etc., e assim a Educação e a religiosidade e ao Amor a
Deus e de Deus aos Homens e seres vivos e o sentimento de renascimento que só
as contingências associadas a religião ou espiritualidade fazem evocar.
Contudo devemos estar atentos que a Educação é o melhor meio para a
adaptação comportamental, fisiológica e morfológica nos tempos de hoje, pois
possuímos conhecimento para isto como, por exemplo a Medicina, a Farmácia, a
Fisioterapia, a Psicologia, a Psiquiatria, a Neurologia, a Anatomia, etc., que
nos permitem trabalhar as 3 formas de adaptação maximizando-as e deste jeito
também maximizamos a transcendência e também nossa memória no trabalho, na
economia e na globalização para melhor passarmos pelos rituais e iniciação e de
passagem, por exemplo nas Escolas, otimizando nossa Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis.
A
Trajetória dos Heróis tem a seguinte ordem:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
A Trajetória dos
Heróis consuma-se através da Educação.
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, a Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver, a Liberdade da Adaptação e assim dos Processos da Adaptação e
seus Desenvolvimentos, como a fisiológica, a morfológica e a
comportamental, e ao um poder haver o
Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das
Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através
do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida,
as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus
ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e
da Física pondo fim ao nosso Universo, e até de ETs ou do Demônio que poderia
arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se
afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de
existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte
do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado
e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o
Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o Paraíso e o nosso sentimento de renascimento
e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais!
Contudo através
também da Física com o poder da Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular
também que poderíamos criar um Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo
quantos podermos e desejarmos através da Física e da Tecnologia, ou da
Religião, da Oração e de Deus, do Poder de
Criação de Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os
nossos Universos atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso,
Purgatório e Inferno e num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de
Apocalipse individual, familiar, planetário e Universal e toda esta nova
esperança na Crença em Deus e no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por
meio não somente da Física e da Religião, mas por outros ainda não descobertos.
O Homem trabalha se adaptando e
para se adaptar aos recursos e ao meio ambiente e suas relações como a economia
e a globalização através da adaptação fisiológica, morfológica e
comportamental. O Trabalho do homem evoca a adaptação e a economia. O Trabalho
do homem compreende desde seus
primórdios com os rituais de iniciação e de passagem para a aprendizagem e o
ingresso no Trabalho que ritualmente cria, gera, produz, mantêm e consome a
Economia evocando desde a sua criação a Adaptação fisiológica, morfológica e
comportamental e assim a Economia!
A
Adaptação fisiológica, morfológica e comportamental dá início a Fase da Concepção e o Herói e vai assim
evocando mais Adaptação fisiológica, morfológica e comportamental fase-a-fase
da Trajetória dos Heróis até a última onde há a Liberdade para Se Viver e Ensinar
a Viver fase onde há o pleno entendimento e uso da Economia como recurso para
Se Viver Livre e Ensinar a Viver Livre, inclusive para entendermos a Arte Maia,
Inca e Asteca segundo Mattanó.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
Londrina, 28 de agosto de 2016.
- Psicologia Sócio-interacionista
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode significar
um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação com o tempo,
o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de vida e não
somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo e
da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Assim sendo esta
Psicologia o trabalho, a economia e os seus bens e serviços, o
mercado e a globalização da economia,
da tecnologia, do comércio, da informação e da liberdade, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó geram transcendência e
assim é memória por ser adaptação, como também em rituais de iniciação e de
passagem associados ao sofrimento e ao contentamento como parte dos crimes
contra a humanidade que estão amparados nos meios instrumental, cultural e
histórico por causa dos seus Monstros.
Pelo meio instrumental o sofrimento e o
contentamento em processos de transcendência oriundos da adaptação e memória ao
e no trabalho, na economia e na globalização, inclusive para entendermos a Arte
Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó podem estar associados a instrumentos como
nossos rituais de iniciação e de passagem onde usamos roupas pretas, caixões,
velas, crucifixos que causam e lembram coisas tristes e ligadas a morte –
terminalidade – com seus perigos que servem como meios para evocar pensamentos
e sentimentos ligados neste caso a terminalidade daqueles que são ou foram
ameaça para determinado grupo.
Pelo meio cultural o sofrimento e o
contentamento em processos de transcendência vinculados a adaptação que por sua
vez é memória no trabalho, na economia e na globalização, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó podem aparecer pela
alfabetização e aquisição da linguagem com seu significado, sentido e conceito
na Escola onde os alunos passam por rituais de iniciação e de passagem, como
exemplo, novamente a terminalidade.
Pelo meio histórico o sofrimento e o
contentamento em processos de transcendência configura-se como adaptação e
memória no trabalho, na economia e na globalização, inclusive para entendermos
a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó podem ter aparecido em dado momento
sócio-histórico e aparecer novamente como a idolatria ou a primitividade em
comportamentos anti-sociais em nossos rituais de iniciação e de passagem.
A história da humanidade e seu
desenvolvimento caminham sempre juntos e em contínuo movimento.
Ainda por tempo o sofrimento e o contentamento
inicialmente são um processo interpsíquico, partilhado entre indivíduos, e
depois tornar-se-á intrapsíquico através da interiorização, processo executado
dentro das crianças, fenômenos que já acontecem durante os rituais de iniciação
e de passagem como na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. O
aprendizado pode ser proximal quando realizado com a ajuda de outras pessoas ou
aprendizado real, onde não há ajuda para obter êxito em suas tarefas. O consolo
e o luto oriundos tanto do sofrimento quanto do contentamento podem ser
aprendidos com a ajuda, mesmo em rituais, aprendizado proximal, ou sem a ajuda,
mesmo em rituais, aprendizado real, depende dos meios instrumental, cultural e
histórico, e dos processos interpsíquicos e depois intrapsíquicos. O
aprendizado faz ou constrói a adaptação. A adaptação evoca a transcendência e
assim a adaptação e a memória. Todos estes processos de consolo e de luto e da
aprendizagem proximal e real também acontecem no trabalho e para o trabalho, na economia e para a economia e na globalização e para a
globalização.
Para esta Psicologia os Monstros
revestem-se de meio instrumental, cultural e histórico. Pelo meio instrumental
um crucifixo retirado do pescoço pode instrumentalmente causar e lembrar de coisas
ruins – monstros como o diabo em nossos rituais - como punições espirituais e
falta de proteção ante perigos reais e imaginários. Pelo meio cultural os
Monstros aparecem e desaparecem em nossos rituais através da alfabetização e
aquisição da linguagem com seu significado, sentido e conceito. E pelo meio
histórico cada Monstro é criado e modificado ao longo da história social da
civilização também por meio dos rituais. A história da civilização e o
desenvolvimento dos homens caminham juntas sempre e continuamente em movimento.
Os Monstros no trabalho podem ser a exploração, a má remuneração, a longa
jornada de trabalho, a insalubridade, na economia podem ser a miséria, as
dívidas, a inflação, os impostos, as cargas tributárias, o salário, e na
globalização podem ser a descaracterização cultural, o controle das massas, o
mercado ideológico, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó, etc..
Inicialmente os Monstros, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó são processos
interpsíquicos, partilhados entre pessoas, e depois tornam-se intrapsíquicos
através da interiorização, processos executados dentro das próprias crianças, a
solução primeiro vem interpsíquica e depois intrapsíquica. Com ajuda e depois
sem ajuda dos outros. É o aprendizado proximal com a ajuda nas tarefas, e é o
aprendizado real sem ajuda para obter êxito nas tarefas do dia-a-dia das
crianças.
A Educação, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó em meio aos nossos rituais de
iniciação e de passagem que constroem a nossa Educação para a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis, tanto com o aprendizado proximal ou com o
aprendizado real é fundamental para que evitemos guerras, perdas, horrores,
holocaustos e crimes contra a humanidade, senão toda e qualquer forma de
violência! A Educação tudo resolve! Só depende do Estado! A Educação favorece a
transcendência visto que esta é produto da adaptação que é produto da vida que
é produto da miséria, que produz caridade, trabalho, abuso, exploração,
violência, crimes, holocaustos, barbaridades, catástrofes, guerras, criação e
proliferação de doenças biológicas, ecológicas, psicológicas, físicas,
químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais onde a Educação favorece a paz
e ao Amor de Deus que evoca sentimentos como o de renascimento, belo e profundo
como o sono e o despertar a cada dia-a-dia, é assim que vivemos nossas vidas. A
Educação gera trabalho e a economia como também a globalização.
Contudo devemos
estar atentos que a Educação é o melhor meio para a adaptação comportamental,
fisiológica e morfológica nos tempos de hoje, pois possuímos conhecimento para
isto como, por exemplo a Medicina, a Farmácia, a Fisioterapia, a Psicologia, a
Psiquiatria, a Neurologia, a Anatomia, etc., que nos permitem trabalhar as 3
formas de adaptação maximizando-as e deste jeito também maximizamos a
transcendência e também nossa memória no trabalho, na economia e na
globalização.
Através da
Educação lidamos com a experienciamos a Trajetória dos Heróis, assim:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber da Liberdade para Se
Viver e Ensinar a Viver, ao saber da Adaptação e assim dos Processos da
Adaptação e seus Desenvolvimentos, como a fisiológica, a morfológica e a
comportamental, e ao um poder haver o
Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das
Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através
do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida,
as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus
ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e
da Física pondo fim ao nosso Universo, e até de ETs ou do Demônio que poderia
arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se
afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de
existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte
do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado
e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o
Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o Paraíso e o nosso sentimento de renascimento
e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais!
Contudo através
também da Física com o poder da Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular
também que poderíamos criar um Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo
quantos podermos e desejarmos através da Física e da Tecnologia, ou da
Religião, da Oração e de Deus, do Poder
de Criação de Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os
nossos Universos atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso,
Purgatório e Inferno e num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de Apocalipse
individual, familiar, planetário e Universal e toda esta nova esperança na
Crença em Deus e no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por meio não somente
da Física e da Religião, mas por outros ainda não descobertos.
O Homem trabalha usando seu corpo
como instrumento, cultura e história para gerar e consumir economia e assim
também a globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó!
O Homem internaliza seu saber a
partir da Concepção e o Herói e vai fase-a-fase internalizando e aprendendo
real e proximalmente seus modos como instrumento, cultura e história até chegar
a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver quando se encontra livre, realizado
e generoso, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
Londrina, 28 de agosto de 2016.
- Psicologia Individual
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua sociedade
e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
Através desta
Psicologia visualizamos melhor o que e o que é ou pode ser
o trabalho, a economia e a
globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó por meio das coisas que estão associadas à inferioridade e pelos
caminhos e esforços, como os ritos, para se conquistar a superioridade em nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A superioridade liga-se ao fim do
desprazer enquanto que a inferioridade gera
e o processo de sofrimento e assim a esse período de adaptação. Falamos agora
da vida sexual, moral, mental, social e pública, a inferioridade é não
respeitar o próximo e suas dificuldades no trabalho, nas relações com a
economia e na globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó, e a superioridade é justamente respeitar ao ponto de
valorizar e dar apoio às pessoas em suas dificuldades no trabalho, na economia
e na globalização do consumo, da tecnologia, da informação e do comércio,
inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó, na
inferioridade lidamos com nossos Monstros e na luta pela superioridade com
nossos Heróis. Quanto mais respeitosa a humanidade superior será ela e quanto
menos respeitosa ela será inferior, mas a superioridade nos leva até a
respeitar e ajudá-la em seus obstáculos e perseguições sem bullying e
preferencialmente apenas cobrando-a legalmente no trabalho, na economia e nas
relações globalizadas, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca
segundo Mattanó. As compensações podem
se tornar supercompensações e levar as tentativas de dominar o outro,
gerando hostilidade, atitudes anti-sociais e se tornar um sujeito, não
humanidade, criminoso, delinqüente ou ensimesmado seja nos ritos no trabalho,
na economia ou na globalização. A batalha pela superioridade é a mola
responsável pelos avanços da humanidade como Bethoveen, Van Gogh e John Nash,
todos considerados mais inferiores. A incapacidade de elaborar o luto é o que
faz a inferioridade e que gera a luta pela superioridade humana, como a luta
pela liberdade e avanço das ciências, artes, políticas, educações, saúde,
trabalhos, esportes, etc.. A liberdade no trabalho, na economia e na
globalização gera tanto adaptação em sujeitos comprometidos com os povos,
quanto incapacidade de adaptação em indivíduos não comprometidos com a
civilização e a humanidade, com os povos. A luta pela liberdade deve ser a luta
pela superioridade e pela paz comprometida e livre por esse direito. Assim a
humanidade superará sempre suas inferioridades e respeitará a incolumidade
pessoal, corporal, patrimonial e pública de cada ser humano, senão cada ser
vivo, seja qual for o seu trabalho ou profissão. Finalmente o consolo é um
processo que faz parte do processo de luto que quando elaborado termina e gera
superioridade ou superação da inferioridade. Este consolo gerando superação da
inferioridade assim pela adaptação é transcendental, deste jeito a luta pela superioridade é
transcendental, seja no trabalho ou na economia ou na globalização, inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
A luta pela superioridade é a luta pela
Educação! É a luta transcendental!
É através da Psicologia Individual que
observamos mais explicitamente nossos Monstros ligados aos rituais associados a
inferioridade no trabalho, na economia e nas relações globalizadas, inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó e pelos esforços
para chegar a superioridade. As inferioridades podem ser deficiências
sensoriais, motoras ou mentais vinculadas as deficiências de aprendizagem como
pela hiperatividade e aos distúrbios da linguagem como a não compreensão do
dito, as pessoas são cônscias de suas motivações e o objetivo final é a
superioridade. Os sentimentos agravados de inferioridade levam a atividades
compensatórias e a um estilo de vida por uma situação de mais superioridade. As
compensações podem se tornar supercompensações e levar a pessoa a tentativas de
dominar os outros, gerar hostilidade, atitudes anti-sociais e se tornar esse sujeito um criminoso,
delinqüente ou ensimesmado. A luta pela superioridade é responsável pelos
progressos da humanidade, pelas vitórias, pelos nossos Heróis, como exemplos, o
grande músico Bethoveen que era surdo e assim mais inferior, e o grande pintor
Van Gogh que era esquizofrênico e John Nash também esquizofrênico e Matemático
vencedor do Prêmio Nobel, todos mais inferiores. Os Monstros são o que nos
tornam inferiores e que geram a luta pela superioridade humana, como a luta
pela liberdade, pela paz, pelo bem, pela Educação, pelo trabalho, pela economia
e pela globalização. A Educação tudo resolve! A Educação se dá pela adaptação
que se dá pela transcendência, fenômeno puramente rico em misérias oriundas da
caridade e do trabalho que geram e evocam ou fazem se manifestar como outros
fenômenos psico-sociais o abuso, a exploração, as guerras, as violências, os
crimes, as torturas, as difamações, as doenças biológicas, ecológicas, físicas,
químicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais, as catástrofes, as
calamidades, os horrores, as barbáries, as tragédias, o vandalismo, etc.,
fenômenos que acabam evocando outros fenômenos conhecidos por Educação e Amor
de Deus e por Deus para a Humanidade em termos de aflorar um sentimento de
renascimento interior.
O Homem trabalha para superar sua inferioridade através de um estilo
de vida e de compensações ou de supercompensações, inclusive para entendermos a
Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó. O trabalho é a arma na luta pela
superioridade do homem na Terra!
O trabalho do homem hoje está associado
a Educação filogenética, ontogenética e cultural. A Educação é atravessada
pelos fenômenos da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Trajetória
dos Heróis segue a seguinte ordem:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10. A
apoteose
11. A
última graça
12. A
difícil volta
13. A
magia nas decisões
14. O
resgate sobrenatural
15. Os
limites da volta
16. Agora
são dois mundos
17. E
a liberdade para se viver e ensinar a viver
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber da Liberdade para Se
Viver e Ensinar a Viver, ao saber da Adaptação e assim dos Processos da
Adaptação e seus Desenvolvimentos, como a fisiológica, a morfológica e a
comportamental, e ao um poder haver o
Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das
Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através
do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida,
as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus
ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e
da Física pondo fim ao nosso Universo, e até de ETs ou do Demônio que poderia
arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se
afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de
existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte
do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado
e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o
Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o Paraíso e o nosso sentimento de renascimento
e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais!
Contudo através
também da Física com o poder da Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular
também que poderíamos criar um Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo
quantos podermos e desejarmos através da Física e da Tecnologia, ou da
Religião, da Oração e de Deus, do Poder
de Criação de Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os
nossos Universos atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso,
Purgatório e Inferno e num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de
Apocalipse individual, familiar, planetário e Universal e toda esta nova
esperança na Crença em Deus e no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por
meio não somente da Física e da Religião, mas por outros ainda não descobertos.
A Concepção e o Herói marca a
inferioridade e o início da vida e da caminhada através de um estilo de vida e
de compensações e/ou super-compensações, fase-a-fase, ritualmente, até a última
onde há a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver onde é atingida e
encontrada a superioridade, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
28 de agosto de 2016.
- Psicologia Institucional
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da cultura
e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
O trabalho produz economia e globalização da
economia, da tecnologia, da
informação e do consumo, inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó justamente nas
relações das personalidades dos indivíduos com as tarefas, preconceitos,
hábitos e atitudes, é a ausência ou má saúde mental, é não bem-estar na
família, na escola, no trabalho e nas comunidades, que observamos, ela, a
adaptação ou má adaptação, nos rituais e
discursos dos indivíduos em suas relações interpessoais, ela pode ser por causa
do sofrimento mal elaborado a violência, o desamparo, a supervalorização, a
diminuição, a inflação, as dívidas, a derrubada de fronteiras sem limitações ou
sem respeito ou com etnocentrismo, o desmerecimento, a discriminação, a
corrupção e o mal-estar que gera sofrimento mental em meio aos rituais,
tarefas, preconceitos, hábitos, atitudes e alterações, durante os discursos onde
revelam-se os problemas de saúde mental nos grupos durante o luto em meio ao
consolo e as perdas em guerras por exemplo. Tudo isto ocorre ritualmente pela e
na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Cabe
ao Psicólogo Institucional enriquecer e desenvolver estimulando a personalidade
de cada indivíduo, sua relação e sua produção de subjetividade otimizando e
abrindo os caminhos da compreensão e saúde mental através da observação e
significado das relações humanas no trabalho para a economia e para as relações
globalizadas, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó através dos rituais de iniciação e de passagem, por exemplo.
O
sofrimento durante o processo de luto e agora também não de transcendência deve
ser domesticado para que não destrua o indivíduo e os grupos, como na família,
na escola, no trabalho, na religião e nas atividades comunitárias, como no
trabalho, nas relações econômicas e na globalização, inclusive para entendermos
a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó. Os grandes avanços da humanidade
estão associados em larga medida a domesticação dos nossos monstros e também da
indecência por meio da subjetividade humana. E creio no trabalho subjetivo de
compreensão do que se é tido como coisa indecente em mera coisa ou coisa
decente como por meio da dessensibilização, ou distanciamento compreensivo onde
o contexto é você e você é o contexto, ou seja pela mudança e aceitação de
novas regras mais produtivas e maximizadas onde a família, a escola, o
trabalho, a religião, a economia, a globalização e as comunidades terão um
sentido de adaptação aumentado e melhorado. Somente domesticando ou entendendo
os rituais e os discursos de nossos Monstros que os dominaremos e
conquistaremos grandes avanços.
Pela
prática do Psicólogo Institucional ele lidará com a saúde mental e a
psicohigiene ou trabalho de promover o bem-estar na família, na escola, no
trabalho e nas comunidades, na economia e na globalização ou na vida
globalizada de sua comunidade, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó através da observação dos rituais e discursos
desenvolvendo personalidades através do trabalho das tarefas, preconceitos,
hábitos e atitudes e em movimentos de mudanças ocupando-se disto e das relações
interpessoais e portanto poderão emergir das relações com nossos Monstros como
a violência, o desamparo, e a supervalorização de alguns e desmerecimento de
outros, a discriminação e atitudes de corrupção, inflação, dívidas, problemas
com o etnocentrismo e as fronteiras, e
de mal-estar ocasionando sofrimento mental durante os rituais, tarefas,
preconceitos, hábitos, atitudes e mudanças, e durante os discursos que
revelarão tais problemas ou Monstros sociais que surgem pela internalização e
externalização de processos relacionais humanos.
O Psicólogo Institucional, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó enriquecerá e
desenvolverá a personalidade, relação e produção de subjetividade
permitindo-lhes compreensão e saúde mental em suas atividades observando o
significado das relações humanas.
Sem uma subjetividade domesticada a saúde
mental estará ameaçada e assim produzir-se-ão Monstros que destruirão o
indivíduo e os grupos, como os da família, da escola, do trabalho, da religião,
da economia, da globalização e das comunidades humanas, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó. Os progressos da
humanidade estão vinculados aos progressos de domesticação dos nossos Monstros
através da subjetividade.
A domesticação de nossa subjetividade é a
nossa própria Educação, assim a Educação é o melhor caminho para a humanidade,
a Educação tudo resolve! A Educação, inclusive para entendermos a Arte Maia,
Inca e Asteca segundo Mattanó domestica nossa subjetividade, nossa miséria,
nossa atitude da caridade e de trabalho, e assim seus desenvolvimentos como a
economia e a globalização, problemas e distúrbios como os abusos, as explorações,
os crimes, as violências, as guerras, as doenças, os horrores e os holocaustos,
dívidas, inflações, problemas com o PIB, impostos, derrubada de fronteiras e
etnocentrismo, etc., domestica nosso Amor e nosso modo de lidar com nós mesmos
e com Deus através do sentimento de renascimento e toda a religião e Igreja.
A Educação nos ensina a lidar com nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, está última compreende as
seguintes fases:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
O Homem trabalha para produzir subjetividade e rituais para assim lidar
com bem-estar para consigo mesmo no trabalho, na economia e na vida globalizada. O trabalho, a economia e
a vida globalizada ou globalização são rituais e apresentam discursos e
subjetividade. Assim o trabalho do homem lhe serve para a subjetividade,
discursos e aos rituais. Somente assim terá como evoluir fase-a-fase desde a
Concepção e o Herói (Fase de heteronomia e dependência para sua Vida e
Liberdade) até a última fase onde há a Liberdade para Se Viver e Ensinar a
Viver (Fase de autonomia e independência para sua Vida e Liberdade), inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 28 de agosto de 2016.
18. Psicologia
do Trabalho
A ARTE MAIA, INCA E ASTECA:

Nesta imagem vemos a imagem de um
símbolo dessa cultura representando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida do
analisado e não somente do grupo cultural.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística dessa cultura, desse povo, que teve sua Trajetória da Vida,
dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos todos ligados a esse símbolo ou
pirâmide de acordo com cada contexto e história de vida e não somente da
cultura e do grupo.

Nesta imagem vemos o que pode
significar um símbolo do tempo, da comunicação dos os deuses, da comunicação
com o tempo, o relógio e as estrelas marcando suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos de acordo com o contexto e a história de
vida e não somente do grupo e da cultura.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Escravos e Monstros se exibindo numa luta com ornamentos e máscaras que traduzem seus significados,
sentidos e conceitos daquele contexto e história de vida, não somente do grupo
e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo da
cultura e da naturalística desses povos donde exibem-se fenômenos de suas
Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da
história de vida.

Nesta imagem vemos um ritual onde
sacrificam um escolhido para o sacrifício por causa de suas Trajetórias da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e do grupo.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo num ritual para suas Trajetórias de Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, de acordo com o contexto e a história de
vida.

Nesta imagem vemos um símbolo que
serve para marcar o tempo e o espaço, para descrever o meio ambiente, e
ritualiza-lo através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos de acordo com o contexto e a história de vida.

Nesta imagem vemos, talvez, Heróis,
Monstros e Escravos se envolvendo ritualmente numa luta para o desenvolvimento
de seu povo e de sua cultura através da Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de vida.

Nesta imagem vemos um símbolo da
naturalística simbolizando sua mística e poder de acordo com a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e da história de
vida de cada um e da cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser um xamã, Herói, Monstro ou Escravo, se preparando para seu rito e para
sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, do contexto e
de sua própria história de vida.

Nesta imagem vemos uma máscara que
pode servir para mascarar ou personificar outro indivíduo para um rito da
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis ou dos Escravos de acordo com seu
contexto e história de vida e de sua cultura.

Nesta imagem vemos um símbolo que
pode ser de um xamã, Monstro, Herói ou Escravo, de acordo com sua Trajetória da
Vida, contexto e história de vida para seus fins e objetivos como por exemplo
desenvolver sua cultura e sua sociedade.

Nesta imagem vemos um símbolo do
poder e da mística de um povo em sua Trajetória da Vida que abarca os seus
Heróis, Monstros e Escravos, de acordo com o contexto e a história de vida de
cada um e da sociedade ou cultura.

Nesta imagem vemos um sacerdote, um
xamã, em sua Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, de
acordo com o contexto e a história de
vida dele e de cada um por quem realiza sua intervenção como por exemplo sua
sociedade e cultura.
Notamos
que através da Arte Maia, Inca e Asteca também podemos estudar a Trajetória da
Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, o contexto e a história de vida
do analisado.
A exploração do
trabalho e da economia, e também da globalização no trabalho da
economia, da informação, do consumo
e da tecnologia, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo
Mattanó se dão quando está sujeito o trabalhador aos processos penosos dos
rituais da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, mas sobretudo dos
nossos Monstros do trabalho como a escravidão, degradação, humilhação, assédio
sexual, assédio moral, assédio homossexual, alienação, remuneração abaixo do
necessário para satisfazer as necessidades do trabalhador como alimentação,
água, esgoto, vestuário, higiene, transporte, lazer, educação, saúde,
bem-estar, consumo, comunicação, segurança, informação, família e atividades
comunitárias, moradia, globalização, economia, etc., longa jornada de trabalho
e uma subjetividade que não contribua para a paz e o bem-estar
bio-psico-sócio-filosófico e espiritual do trabalhador.
O Trabalho e as relações dele com a
economia e a globalização, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e
Asteca segundo Mattanó também se tornam ruins para a saúde do trabalhador
quando os mecanismos psicossociais de controle prejudicam o trabalho e o trabalhador,
são elas também em parte rituais e Trajetória da Vida, Monstros e Heróis: as
normas pessoais (educação, socialização e religião), as normas sociais
(valores e crenças) e as estratégias
racionais (relação custo-benefício), elas existem como relações de vigilância
pela hegemonia e legitimidade através da hierarquia, conferindo liderança, que
atribui obediência e submissão, e consenso, uma ilusão por meio da justiça, da
colaboração e da eqüidade. Este jogo de alienação e de ilusão permite gerenciar, controlar, comandar,
remanejar e estabelecer prioridades de demanda e de oferta de trabalho. Isto
contribui para a saúde mental do trabalhador que pode ser melhorada ou piorada
dependendo da organização do trabalho e políticas de gestão, do processo de avaliação
e seleção de recursos humanos, da inserção do indivíduo na organização, do
comportamento organizacional e da relação educação e trabalho (fundamental para
a saúde mental no trabalho). A indecência está esparramada nestes processos e
modos de trabalho e pode ser transformada em decência pela ação do Psicólogo do
Trabalho na organização se esta contribuir e não for obstáculo para o seu
trabalho, impedindo-o também da indecência e aumentando sua produtividade e
satisfação no trabalho para sua vida econômica e globalizada.
Assim o
sofrimento mental causado pelos processos do
sofrimento e do
contentamento e assim da adaptação
referente à terminalidade às perdas das guerras por exemplo como também a paz
devem ser transformados e elaborados com ajuda do Psicólogo do Trabalho para
que o trabalhador volte a exercer a sua capacidade de trabalho e de
produtividade, ou seja, suas forças produtivas sejam recuperadas para que volte a trabalhar com saúde mental,
ou seja, para que o trabalhador transcenda e volte ao trabalho e gere economia
e se insira num mundo globalizado de modo que lhe traga saúde mental no
trabalho através da luta entre Heróis e Monstros.
Dentre os Monstros no Trabalho, inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó estão a
escravização, a servidão, o trabalho degradante, o assédio sexual, o assédio
homossexual, o assédio moral, a alienação, as dívidas, os impostos, a economia,
a globalização, o consumo, a tecnologia, o comércio, a informação, a
discriminação, o bullying, a não
remuneração que permita satisfazer suas coisas primárias como alimentação,
água, vestuário, transporte, lazer, educação, saúde, bem-estar, consumo,
comunicação, segurança, informação, família e atividades comunitárias, moradia,
globalização, etc., a longa jornada de trabalho, e uma subjetividade que
contribua para a paz e o bem-estar bio-psico-socio-filosófico e espiritual do
trabalhador.
Os Monstros no Trabalho, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó têm solução, dependem de políticas, atitudes políticas e organizacionais adequadas as condições reais que sejam atuais e adequadas as da humanidade e da vida do trabalhador, ao mundo real mesmo sendo ele de mercado e de mercadoria, valorizando-os para que a humanidade seja também valorizada.
Os Monstros no Trabalho, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó têm solução, dependem de políticas, atitudes políticas e organizacionais adequadas as condições reais que sejam atuais e adequadas as da humanidade e da vida do trabalhador, ao mundo real mesmo sendo ele de mercado e de mercadoria, valorizando-os para que a humanidade seja também valorizada.
Pode-se dizer também que os Monstros no
Trabalho, inclusive para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó
dependem da nossa Educação para e no Trabalho e o Psicólogo do Trabalho deve
escutar, levantar propostas e tomar atitudes para resolver esses Monstros
assombrosos do e no Trabalho que quase todo trabalhador enfrenta e leva consigo
para todos os lugares como fantasmas, criaturas horríveis, infernos e maldições,
seja qual for o seu Trabalho a Educação tudo resolve! Estes Monstros fazem
parte da Cultura Individual do trabalhador mas existem aqueles Monstros que são
da Cultura Organizacional e até Mundial que diminuem a capacidade produtiva do
trabalhador, assim o Psicólogo do Trabalho deve agir de modo a resolver estes
problemas visando a saúde, a adaptação que permite assim a transcendência do
trabalhador no ambiente de trabalho restaurando, mantendo e até aumentando suas
forças produtivas através de novos conceitos como a Educação, a miséria, a
caridade, o trabalho, o abuso, a exploração, a violência, a guerra, as doenças
biológicas, ecológicas, físicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou
espirituais, etc., o Amor de Deus e a Fraternidade e o sentimento de renascimento
para o bem-estar e saúde-mental do trabalhador como um novo método de dinâmica produtivas
de forças e capacidades de trabalho, e saúde-mental do trabalhador, num
primeiro momento, teoricamente, segundo Osny Mattanó Júnior.
A Educação, inclusive para
entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó melhora e contribui para
a saúde-mental do trabalhador e sua inserção no mundo e no trabalho como força
produtiva e capacidade para o trabalho, a Educação capacita-nos lidar com a
nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Trajetória dos Heróis
obedece a seguinte manifestação para e no trabalho:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10. A
apoteose
11. A
última graça
12. A
difícil volta
13. A
magia nas decisões
14. O
resgate sobrenatural
15. Os
limites da volta
16. Agora
são dois mundos
17. E
a liberdade para se viver e ensinar a viver
O Homem trabalha para manter suas normas pessoais, suas normas sociais e
suas estratégias racionais e assim gerar, manter e consumir seus bens e
serviços, a economia e a globalização da economia, da informação, da tecnologia
e do consumo. O Homem trabalha para sua origem, sua Concepção e o Herói e
desenvolve seu trabalho fase-a-fase para gerar, manter e consumir bens e
serviços, até a última fase, onde há a Liberdade para Se Viver e Ensinar a
Viver, onde experimenta o trabalho libertando-se e como liberdade, inclusive
para entendermos a Arte Maia, Inca e Asteca segundo Mattanó.
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 28 de agosto
de 2016.
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