Osny Mattanó
Júnior
PSICOLOGIAS
MITOLÓGICAS
Especulações Sobre
o Apocalipse
A Trajetória dos
Heróis
06/08/2016
ÍNDICE:
1.
Introdução
2.
Psicologia Cognitiva Transcendental
Social
3.
Psicologia da Gestalt
4.
Behaviorismo
5.
Psicanálise
6.
Psicologia Analítica
7.
Psicologia Social
8.
Psicologia Escolar
9.
Psicologia Humanista
10.
Psicologia da Personalidade
11.
Cognitivismo
12.
Fenomenologia
13.
Psicologia da Espécie
14.
Psicobiologia
15.
Psicologia Sócio-interacionista
16.
Psicologia Individual
17.
Psicologia Institucional
18.
Psicologia do Trabalho
19.
Biopsicosociofilosofia
20.
Esquizoarte Perceptiva Tecnocultural
21.
Cultura Psicomanifesto Comportamental
22.
Psicofilosofia Mattanoniana
23.
Biopsicoantropologismo
24.
Movimento Psicoanalítico Cultural
25.
Psicoarte Mattanoniana
26.
Psicotradução Mattanoniana
27.
Psicologia da Vulnerabilidade
28.
Psicologia das Regras
29.
Psicologia da Sensibilidade – Movimento
sensível
30.
Psicologia das Sociedades
(contextualizando a Humanidade)
31.
Psicotelepatia Instrumental (Psicologia
e Telepatia)
32.
Análise Tecnopsicológica
33.
Psicoarte Residual
34.
Movimento Cognitivo Mattanoniano
35.
Enfoque Contextual
Biopsicosociofiloespiritual
36.
Psicologia Matemática Niilista
Existencialista
37.
Niilismo Existencialista
38.
Multiculturalismo Autoclítico
Biopsicosociofiloespiritualizado
39.
Dialética Morfo-Mattanoniana
40.
Psicodrama Comportamental de Mattanó
41.
Psicologia das Massas, dos Públicos e
das Multidões
42.
Psicologia de Protesto
43.
Psicologia Eclética Educativa
44.
Teoria Suja da Psicanálise Psicótica
Existencialista
45.
Considerações Finais
Osny
Mattanó Júnior.
Professor e
Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas
Teorias: Epistemologias sobre o Apocalipse: a Trajetória dos Heróis.
Introdução
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
A Evolução
ordenada e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no
crescimento quanto na decadência do organismo, resultante de fatores inatos,
hereditários e maturativos, como também de influências ambientais chama-se
crescimento. Este crescimento não é só do organismo biológico, mas também do
psicológico, social, filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do
organismo químico e físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as
atividades consideradas como motivos da obtenção de certos resultados, como a
liberdade e as Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos
para a obtenção de resultados envolvem gasto de energia que entre os seres
humanos estão entregues a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e
atenção gerando trabalho e produtos materiais e imateriais como a força de
trabalho e a qualificação para a tarefa e o trabalho que geram Economia,
incluindo bens e serviços, inclusive na determinação do Apocalipse.
As
descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse levam e estão associadas
a liberdade ou o que conhecemos por
liberdade que acompanha-nos desde o início de nossa vida adaptada e/ou
inteligente na Terra e levam-nos ao trabalho e geram economia, saem e levam-nos
a miséria, a fome, a pobreza, a caridade, ao trabalho, a exploração e a
violência e aos monstros, fazem parte da vida do ser humano, seja ela, sexual,
moral, física, psicológica, política, artística, social, filosófica,
espiritual, afetiva, naturalística, lingüística, interpessoal, intrapessoal,
lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical, espacial, artificial,
cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal, escolar, trabalhista,
desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a adaptação leva a
transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas somente adaptação. A
adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas da vida. O trabalho e
a economia também existem e constroem e constituem nossa memória e a pertencem
aos nossos processos de adaptação fisiológica, morfológica e comportamental. Todo
este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção
e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis começa com:
1. A concepção e o herói
A concepção de um mito surge numa
atmosfera de grande inquietação e admiração em relação a figura que aparece
repentinamente como mestre, marcando um novo momento na história, um novo
estágio a seguir, uma nova biografia.
O mito deve ser enfrentado por ser
largamente familiar ao inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou
amedrontador para a consciência, e o que antes tinha um significado, sentido e
conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o processo de concepção e
convocação ao herói para uma missão que já não pode ser recusada.
O levar-se a aventura significa que
o destino convocou o herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o
eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se como uma terra distante, uma
floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do
céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos.
Sempre habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas
sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por
vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por
um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do
planeta.
O chamado pode ser recusado
É sempre
possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos
frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim
seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande
falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder,
trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se
manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias,
virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de
abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais
infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso,
da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta
e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim
a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
As forças se unem para o bem-aventurado
As forças
se unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e a ele
será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e
estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua
ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através
desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e
protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos
despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do inconsciente
estarão a seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o
herói.
A travessia: se consumir
A vida do
herói possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará
sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na direção do
não conhecido, para um oceano sem limites
As regiões do desconhecido são
lugares para projeção do inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra
estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa
e a destruição do pai, sereias de beleza
nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do
limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém somente
com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a morte para
um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os ambientes, ela é
um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido, e as forças que
guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem riscos, porém
aqueles que tem talento, competência e coragem verão o perigo se dissipar como
a água no mar.
Ser engolido e consumido
Ser
engolido e consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do
limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou
ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
O desaparecimento corresponde à
entrada do fiel no templo onde ele será revivificado por regras do tipo quem é
e do que é. No interior do templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos
são uma coisa só. Nas proximidades e nas entradas dos templos existem
guardiões: dragões, leões, matadores de demônios com espadas desembanhadas,
anões rancorosos e touros alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão
incumbidos de afastar todos aqueles que forem incapazes de achar os silêncios
mais elevados no interior do templo. São encarnações preliminares que
representam ogros mitológicos que marcam os limites do mundo convencional ou as
fileiras de dentes da baleia. Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo,
como a cobra troca de pele o fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar
num templo ou mergulhar nas mandíbulas da baleia o herói encontra a
concentração e a renovação da vida.
Não pode alcançar o apogeu da vida sem
cessar de existir. O herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos
horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada teme. Ser engolido e
consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá para ajudar a salvar
o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.
O caminho obtuso
Este
caminho cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e
com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado
encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio
sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o
sustenta em sua passagem sobre-humana.
Em seu caminho o herói encontra
obstáculos que nem sempre trazem felicidade, percorre ele densas florestas,
maciças cadeias montanhosas onde depara-se com ossos de outros que sucumbiram a
aventura e acaba encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo
inferior e suas notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois
de numerosos perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se
lança sobre ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o
monstro recuar com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da
cerimônia e o herói entre em êxtase.
O herói é um líder de um jogo
infantil, é um iluminado condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que
outros prossigam adiante na sua luta contra a realidade.
O segundo estágio do Caminho é o estágio da
purificação do eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as
forças concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de
dissolução, transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado
pessoal.
Os perigos psicológicos pelos quais
passaram gerações anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação
experimental, improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados
em nosso sonhos.
A terra das maravilhas virá com relances
momentâneos, com uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.
O encontro com a deusa
A aventura
do herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A Mãe Universal
imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro
momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre a
atitude da criança com relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo
material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente
controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e
iniciação da mente na natureza do mundo visível.
A mulher representa mitologicamente
a totalidade do que pode ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo
com seu progresso, o herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa,
e se transforma várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode
prometer mais do que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que
rompa com as correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de
todas as suas limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores
condenada pela ignorância a banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela
sabedoria. O herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos
indevidos, com gentiliza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus
encarnado, do seu mundo criado.
O encontro com a deusa é o teste
final do talento para a bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o
invólucro da eternidade.
A mulher como tentação
Agora com o
casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do
pai, ele e seu pai são um só.
As guerras e as explosões
emocionais são paliativos da ignorância. Diante do psicanalista os estágios da
vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada após camada de falta de
conhecimento é penetrada e, sempre, passados os primeiros passos da jornada a
aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de horrores, trevas, desgostos,
dores e tremores fantasmagóricos.
A dificuldade de se entender a vida
como ela é e não como a idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande
dificuldade na análise. Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a
febre que constitui a própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os
problemas do mundo e de nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente a
outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos
um momento de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher
em particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura.
A mulher é a tentação do herói em sua aventura.
A relação com o pai
A pura Vontade
de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a
misericórdia divina, a poderosa força do
Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus.
O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está
nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares
sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade
de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se
parece.
É a provação do herói com a
garantia de que a figura masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as
assustadoras provas de iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se
refletem um ao outro e são essencialmente a mesma coisa.
A iniciação combina uma introdução do
candidato nas técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical
reajustamento de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim
afasta-se de sua mera condição humana e representam uma força cósmica
impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência
para representar o papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual
devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade
da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da
revelação do ser.
O problema do herói que vai ao pai
está em abrir sua alma par além do terror, num grau que o torne pronto a
compreender de que forma as repugnantes e insanas tragédias desse vasto e
implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O herói transcende a vida,
com sua mancha negra peculiar e, por um episódio, ascende a um vislumbre da
vida. Ele observa e admira a face do pai e compreende, e assim os dois entram
em sintonia.
Para o filho que cresceu o
suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da provação são
prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas, gemidos e
dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da Presença.
A apoteose
No momento
em que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional,
do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que
o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram,
mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do
Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles que sabem que o Eterno vive
neles, em todas as coisas, são imortais.
A última graça
O
sofrimento agonizante da ultrapassagem
dos limites pessoais é a agonia do
crescimento
pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas
são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes
que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e
movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura
da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo.
A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que
transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as
divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são
aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um
único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita
das estrelas.
A difícil volta
Ao fim da
busca do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando
com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua
saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação
masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação
da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
A magia nas decisões
Se o herói
em seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração
da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono
sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não
obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A
aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.
O resgate sobrenatural
O herói
pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que
vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela
se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o
recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do
percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana.
Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras,
o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens
imaginam-se completos mas que na realidade não passam de frações.
Os limites da volta
Os mundos,
divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As
aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das
trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um
retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas
convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana
tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a
prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e
as instituições para as pessoas comuns.
Agora são dois mundos
A liberdade
de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente
apresentam numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem
são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por vezes um tolo, noutras um
sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras vagante, por vezes benigno,
noutras maligno, por vezes honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles
de suprema beatitude.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
O campo de
batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra.
Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer
coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas
que se tornaram.
A
descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse associadas à
liberdade constróem a memória que é adaptação comportamental como consolo e o
luta ou trabalho, que começam quando há
luta, fracasso, vitória e/ou morte, geram através das batalhas desde as
sociedades primatas esses sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com
os hominídeos e existe até hoje com os seres humanos que se especificam pela
condição de família e de eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos.
Existem chimpanzés que apresentam dados que correspondem aos comportamentos de
luta, consolo, fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e
talvez, acredito que sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o
enfrentamento físico, o consolo seria o abraço, a vitória o mando, a morte o
desfalecimento e o luto o ritual (individual ou grupal), o discurso e a
linguagem (comportamento verbal) de despedida. Entre o ritual, o discurso e a
linguagem existe o conhecimento próprio do ser humano, codificado e
decodificado por ele mesmo. O consolo e
a luta ou trabalho. O ser humano adulto
faz descobertas e é adaptado e tende a ser livre porém preso a sociedade, é
inteligente e é essa inteligência adaptada ou somente adaptação que gera e
mantêm a vida e a luta e o trabalho, a família, os grupos sociais, o caos, a
ordem, o progresso, a civilização e a humanidade, a fraternidade e a irmandade,
e até mesmo o puritanismo, fruto da indecência e que dela também depende para
que o ser humano no outro se perpetre e a vida tenha um significado, um sentido
e um conceito de amor a Deus e de ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o
repouso geram contentamento e o bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos
do sofrimento quanto a paz vinda do contentamento dependem sempre da Educação,
mesmo que não haja saúde, a Educação resolve o problema com respostas claras e
insights que permitam reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e
global. As descobertas levam a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao
repouso, geram a transcendência diante da miséria, através da caridade e do
trabalho e da diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e
afetivos ou sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como
a sexual e a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante
de uma vida Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso
planeta e da vida neste planeta.
As
descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse na Trajetória dos
Heróis mantêm a liberdade que gera adaptação e violência na maior parte das
vezes, pois há lugar para ela em nosso meio consentido e que assim a aceita
como felicidade e amor, família e Estado que a ampara e protege por obrigação
da e à indecência política e sexual. Quem não é indecente não é gente e quem é
gente não é indecente - ¨independência ou morte!¨ Ou somos inteligentes ou
somos invariavelmente inteligentes – todos somos inteligentes, a relatividade
está no modo de usá-la, está na adaptação, na forma como nos adaptamos,
comportamentalmente, fisiologicamente e/ou morfologicamente.
As descobertas da vida, inclusive
na determinação do Apocalipse constroem a
liberdade e constroem a inteligência e a memória, constroem a luta ou o
trabalho e o descanso e o repouso, a
transcendência ou mesmo a adaptação durante a Trajetória dos Heróis que está na
inteligência genética transcendental; na percepção e na totalidade; no
comportamento e na sua relação com o meio ambiente; na interioridade do ser
humano; nos complexos, na libido, no processo de individuação; na interação
social; nas relações entre alunos, professores e equipe-técnica; na auto-realização;
na auto-atualização; no desenvolvimento infantil e nos processos cognitivos;
nos fenômenos que se apresentam a percepção; no inconsciente e no
comportamento; nas relações entre fisiologia e comportamento; no
desenvolvimento infantil; na motivação e na inferioridade; nas relações que
ocorrem nos grupos e organizações; nas relações trabalhistas; nos movimentos e
transformações biopsicosociofilosóficos; na arte descabida; na cultura
comportamental e na tecnologia; no antes, durante e depois da existência e
essência; na biologia psicológica antropológica; na origem da Psicologia e
Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por sua vez é o das artes;
nas realidades literal, residual, consciente, inconsciente, simbólica, ideal e
real; na vulnerabilidade genética que se dá pelo medo; no desenvolvimento das
regras: linguagem, brinquedo, sexualidade, social, novidades, moral,
psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências, desejo, neurológicas,
consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na sensibilidade, sentir e
decifrar sensações; na cultura que molda a personalidade; na hipótese da
telepatia e do sofrimento oriundo dela; na análise tecnopsicológica ou
instrumental tecnológico; no novo psico-residual; nos estágios cognitivos mattanonianos;
na noção de que você é você e o contexto e não a biologia, a psicologia, a
sociologia, a filosofia, ou a espiritualidade; na negação e na afirmação de
verdades; no multiculturalismo que tudo desconstrói e constrói a todo momento
de modo autoclítico; na semelhante valorização das faces da moeda na dialética
morfo-mattanoniana; na passagem do ato contextualizando-o dramaticamente; no
ecletismo social reunindo diferentes teorias para o encontro social e a
socialização; no estudo do que for protestável; no formação de conhecedores e
¨xamãs¨ para a paz e a Democracia, Justiça e sentimento de religiosidade; na
função do pensamento que é fazer existir e fazer não existir, etc., a indecência luta pela independência e pela
sua morte, produz sentimentos conflituosos e ambíguos, vive de máscaras e
papéis desempenhados e prescritos, é a sombra, é a miséria, é a falta, é a
marca, é a vida e sua organização que a quase todo momento se descortina como
indecente e não-reveladora, pois produz medo, vergonha, humilhação e violência
como o bullying – é o terror, primeiro, pelo não-terror, e depois pelo terror.
As descobertas da vida propiciam
liberdade que gera adaptação e produz tanto lutas e trabalho quanto paz,
descanso e repouso depende da Educação e do aprendizado, ou seja, das regras
que aprendemos, da liberdade, do que adquirimos na família, na escola, na
Igreja, no trabalho, na afetividade, nos nossos relacionamentos, etc., na nossa
Trajetória e na Trajetória dos Heróis, devemos sim, é estar adaptados e prontos
para continuar adaptados, senão nos desadaptamos e poderemos causar guerras,
mortes e violência moral, sexual, psíquica, física, social, econômica,
trabalhista, política ou até bullying e terror!
A
Trajetória dos Heróis começa na concepção e continua com a vida do Herói e vai
até a liberdade para se viver e ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a
liberdade é fruto das descobertas ou existe em função das descobertas da vida,
inclusive na determinação do Apocalipse, a liberdade existe graças as lutas e ao
trabalho que exigem descanso e repouso, a liberdade atinge-nos como liberdade
para escolhermos o nosso trabalho, o trabalho é livre, trabalho não é só
emprego, é uma coisa indefinida, não pode ser definido ou totalmente
controlado, é amigo da dispersão e do sofrimento, este que nos definiu como
corpo e mente, comportamento, e modos de relação social, a indecência é o
niilismo existencial como as inteligências que compreendemos e lidamos uma(s)
com a(s) outra(s) para lidarmos com a indecência de nossas vidas pobres,
podres, ricas, criminosas, delinqüentes e ensimesmadas, para lidarmos com a
indecência criamos compensações e até supercompensações que dão ordem aos
padrões atuais de vida, ou ao momento sócio-histórico, ou até mesmo,
contextual, porém a indecência não depende do contexto mas pode ser
dessensibilizada e reinterpretada de acordo com o modelo de distanciamento
compreensivo dela mesma em relação ao ser humano. A indecência é indecente seja
qual for o contexto? Não! De acordo com a informação e não de acordo único com
a sua auto-produção que agora deixa de ser auto-reguladora instintivamente,
nossos comportamentos permitem-nos reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas
vidas particulares e sociais com um novo significado, sentido e conceito
contextuais que se transformam, mas não mais transformam o ser humano após a
última transformação, a da dessensibilização contextual, onde a indecência não
incomoda e não transforma mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à
fome, ao abrigo, ao novo, ao frio, ao calor, a segurança, a proteção, a
liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, ao amor e a pertinência, a
realização ou a individuação. O velho xamã ainda existe e agora sua mensagem é
contextual, o processo de individuação leva a contextualização com significado
e sentido únicos e individuais, e um conceito partilhado coletivamente também
contextualizado em cada momento sócio-histórico que não dominam mais o ser
humano e deixam de ter poder literal, controlador ou de razões para isto ou
aquilo – é o desenvolvimento da indecência já que dependemos do sexo, e o sexo
é indecente! A indecência também atinge a luta e o trabalho, os ritos e a
Trajetória da Vida e a Trajetória dos Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio,
o calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e da
ansiedade, o amor e a pertinência, a realização e a individuação são indecentes
por terem um fundo de falta, desejo e marca! Para vivermos em meio a estes
eventos necessitamos de Heróis! Os Heróis podem estar escondidos em nosso
interior! Indecência ou morte filogenética, ontogenética e cultural! Podemos
ser mais inteligentes ou menos inteligentes se também aprendermos os mecanismos
de dessensibilização da inteligência mas nunca faremos a dessensibilização da
adaptação, ela jamais cessa, jamais se esgota, jamais entra em extinção, como
método de não-aprisonamento, de liberdade, de descobertas, intelectual, sexual, moral, mental, social,
público, físico, etc., para a nossa libertação e liberdade, já que não
precisamos de exércitos mas sim de homens livres e felizes libertados do
aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra e conflito – isto
pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar aprisionado e
acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente! Precisamos viver
o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e falecer, destruindo a
própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a concepção somos
indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em Evolução, o que somos
hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não somos hoje! Não
conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a Adaptação, não
conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou adaptativos por
causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou facilita, induz
a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao sofrimento e as
doenças.
Segundo a
Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade
que é mobilidade, eu concordo com isto
pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio
diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver
problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem
ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é
liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim da habilidade e da mobilidade diante de
problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo
dia-a-dia, pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e
a adaptação é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e
socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre,
libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e
ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A
transcendência é pura liberdade, é pura adaptação, depende das descobertas da
vida, inclusive na determinação do Apocalipse, não depende da inteligência e nem
da memória mas sim da capacidade do organismo de se adaptar e processar
informações a seu favor maximizando sua existência e suas essências também a
favor de sua espécie, assim a transcendência depende da adaptação em primeiro
lugar e para entende-la temos a nosso favor como instrumento a linguagem e a
inteligência, ela, a transcendência, vem da miséria, da caridade e do trabalho
do homem e só existe pois podemos nomeá-la de ¨transcendência¨, fato que os
outros seres vivos não conseguem! A transcendência depende de ritos e de nossa
vida e da Trajetória dos Heróis! A transcendência vem do trabalho e da luta, do
descanso e do repouso que reabilitam o homem para uma nova jornada e carga de
trabalho para a produção de bens e de serviços e de economia que afeta também
os processos da globalização da economia, da tecnologia, da informação, por
exemplo. Assim a transcendência vem de
nossas misérias, de nosso não entendimento e não assimilação de nossas
descobertas, através da adaptação
fisiológica, morfológica e comportamental gerando caridade e trabalho como
também economia, informação, tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e
guerras, devemos transcender e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos
educando as pessoas e os povos de modo a combater o abuso, a exploração, a
violência, os crimes e as guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos
transcender e a Educação tudo resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva
ao renascimento, seja ele interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de
re-encarnação, falamos de Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da
Eternidade, o Amor é Eterno e possui vários deuses e uma Santíssima e
Augustíssima Trindade, Santos, Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor
também pode ser eterno enquanto durar,
ele pode ser passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e
Augustíssima Trindade ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria
e continuar eterno propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos
então da liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos do mal e de
nós mesmos, de nosso interior de uns dos outros, de nossos conflitos e de
nossos pecados, do nosso sofrimento e de nossas doenças, de tudo que castra e
tira-nos a liberdade. Falamos da liberdade diante de nossas descobertas da vida
e da adaptação, inclusive na determinação do Apocalipse – falamos da Trajetória
dos Heróis.
De acordo
com os princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles: atenção,
discriminação, controle instrucional e ordem, posso teorizar que através das
Teorias de Distanciamento Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para
o descanso e repouso ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas
descobertas e diante de nossas escolhas e procedimentos, inclusive na
determinação do Apocalipse, lidando com ritos e a Trajetória dos Heróis e a
própria vida e o contexto diante das regras oriundas da literalidade, das
razões e do controle, acrescento que as regras que são contingências do tipo
¨se isto..., então aquilo...¨, podem interferir de acordo com novas regras
contextuais e autoclíticas que levem o comportamento verbal do falante a
reflexão e reorganização ou reordenação do tipo: o que era discriminação eu
posso ter agora consciência que aprendi com meus repertórios básicos do
comportamento que é imitação, ou o que era imitação é atenção, ou o que era
controle instrucional é ordem e atenção, ou o que é atenção é atenção e
discriminação, etc., invariavelmente gerando liberdade diante do contexto, das
regras contextuais deixando de se apegar a literalidade, as razões e ao
controle, mas sim ao contexto propiciando liberdade, insight e saúde
psicológica, bem-estar através das regras agora, também, autoclíticas! O
comportamento verbal do falante levado a reflexão e reorganização ou
reordenação com novas regras contextuais e autoclíticas deve-se funcionalmente
ao Episódio Verbal Incompleto e ao Episódio Verbal Completo Mattanonianos. No
Episódio Verbal Incompleto atribuiremos novos significados, novos sentidos e novos
conceitos invariavelmente as palavras; e no Episódio Verbal Completo poderão
emergir respostas novas em meio as conceituais e invariáveis e jamais
invertidas, trocadas e/ou aglutinadas nos jogos de linguagens, por exemplo,
assim conhecidas literalmente quanto a seu significado, sentido e conceito
neste Episódio Verbal Completo, havendo mútuo entendimento na comunicação entre
emissor e decodificador, o que não ocorre no caso do Episódio Verbal
Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como Inteligência Artificial
ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto as nossas descobertas da
vida e a liberdade: as nossas
descobertas da vida e a liberdade creio estar associada ao poder da Educação
que dissolve a ignorância e o não saber que os detêm aprisionando-nos no
passado infantil e desconhecido sem marcharmos para o futuro e para o avanço e
progresso da humanidade e das ciências, aqui está a liberdade, neste contexto
ou no contexto sócio-educacional em que estamos inseridos atualmente e onde desenvolvemos
nossos trabalhos como os científicos, a ciência pode gerar liberdade através do
conhecimento e de seus trabalhos humanitários e progressistas – O Episódio
Verbal Completo é exemplo de uma sociedade mais avançada, mais educada, mais
técnica e culta – o que gera bem-estar e assertividade? O Episódio Verbal
Completo ou o Episódio Verbal Incompleto? A Adaptação depende de qual Episódio
Verbal para ser obtida com sucesso? Seja a Adaptação fisiológica, morfológica
e/ou comportamental? Qual Episódio Verbal, Completo ou Incompleto assegura uma
boa Adaptação e assim a perpetuação de nossa espécie? Qual Episódio Verbal é
mais importante para assegurar a boa filogênese, a boa ontogênese e a boa
cultura? Qual assegura verdadeiramente e seguramente a vida? O Episódio Verbal
Incompleto ou o Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade? No contexto
sócio-educativo e no trabalho das ciências, por exemplo, também há liberdade
por meio das artes e das religiões, da espiritualidade, no descanso e no
repouso, na luta e no trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos
Heróis. A liberdade depende de nossas descobertas e de todos estes fatores para ser criada, mantida,
usufruída, modificada, transformada e mortificada, senão sê-la renascida num
processo cíclico mítico-ritual primitivo, espiritual, epistemológico, artístico, científico, humano
contemporâneo pois somos humanos devido a liberdade! Somos filogeneticamente
descobridores e livres! Somos ontogeneticamente descobridores e livres! E somos culturalmente descobridores e
livres! Nossa origem e nossa natureza são de descobridores e livres e rumam
para a contínua marcha de descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda
não estamos preparados o suficientemente o bastante para sermos livres e
lidarmos com toda essa liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma
nossa natureza de descobridores pois somos inventivos e destrutivos e
auto-destrutivos, por isso nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso
nos destruímos e destruímos aos outros! Devemos buscar novas descobertas em
nossas vidas e das vidas e melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem
nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e devemos melhorar nossa conduta de liberdade
pública sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e sem nos
prejudicarmos também naturalisticamente, ecologicamente e biologicamente! Não
precisamos de homens presos e de exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou
de grades para nossos antepassados,
precisamos de homens livres! Precisamos de uma Humanidade Santa! Deus
nos deu a liberdade! E agora sabemos disto! Podemos tê-la, depende de nós!
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir
naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que
nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica,
fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados,
frutos de nossos ritos como os de iniciação e de passagem, frutos da Trajetória
da vida e da Trajetória dos Heróis..
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Amanhã seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós –
já somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus
pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive na determinação do
Apocalipse! Devido a como evolui e é meu corpo e meu cérebro!
Toda a
riqueza de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e repouso, férias,
recompensas pelo trabalho e pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos,
profissões e aprendizes, ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive
na determinação do Apocalipse depende de nossa história filogenética,
ontogenética e cultural, depende da Evolução de nossa espécie, de cada
indivíduo e da sociedade, Evoluir é se deixar aprender e viver!
Evoluir é
experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente, inclusive na
determinação do Apocalipse!
(Osny
Mattanó Júnior – 06/08/2016).
1.
Psicologia Cognitiva Transcendental
Social
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou universal,
seja ele qual for,depende das contingências do universo, da ecologia, da
espiritualidade, da cultura, da
ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
As
descobertas da vida, inclusive
na determinação do Apocalipse
ligadas ao trabalho e a
produção de bens e de serviços geram economia e globalização em nossos tempos
da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e do comércio e da
liberdade mas também geram liberdade e ritos de iniciação e de passagem e
também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e imprecisas, livres e
multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez produz a
transcendência que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento,
nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da
adaptação que está ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da
vida inteligente e as 16 inteligências, somados aos estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A
memória e a adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.
As descobertas da vida associadas ao trabalho e a produção
de bens e de serviços geram economia e globalização, inclusive na determinação do Apocalipse,
porém a liberdade faz fluir a adaptação e a memória que se transformam, se
transmutam em ritos de passagem e de iniciação e na Trajetória dos Heróis,
assim em escândalo, mediocridade,
bandidagem, miséria e pobreza,
drogas, tráfico de pessoas e de
sexo, prostituição, alcoolismo,
tabagismo, educação, escravização e servidão,
fome, sede, falta de higiene, não ter roupas, mortes e
violências, bullying, palavrão,
monstros, amor e ódio,
doença, deficiência, moral,
destruição do outro, sabedoria e
vida, espécies e mundo
natural, processos corporais, gases,
urina, fezes, sexo e
masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar
vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação
de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções ,
pensamentos e estados de consciência
fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela
felicidade, está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num
futuro melhor não indecente, os mundos natural, artificial, biológico,
psicológico, sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da indecência
por isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante, ganhamos e
perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e gastamos
nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo
este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção
e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A
Trajetória dos Heróis começa com:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Ser livre é estar adaptado,
é possuir um processo de liberdade oriundo das descobertas que a vida
proporciona e produz, é estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da
Vida e pela Trajetória dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas
adaptação, é trabalhar, ter economia e globalização, inclusive a determinação do Apocalipse,
ser adaptado com sucesso é passar pelas 9 fases da vida inteligente que
desenvolvem as 16 inteligências e transcender.
As 9 fases da vida inteligente são:
1. (antes
de nascer): inteligência dual sensório-motora
2. (0
– 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3. (2
– 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4. (4
– 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5. (7
– 11 anos): inteligência do período de latência concreta
6. (12
– 18 anos): inteligência genital formal
7. (19
– 29 anos): inteligência do período de privacidade
8. (30
– 59 anos): inteligência do período de produtividade
9. (60
anos em diante): inteligência da crise final
As
16 inteligências são:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
A
inteligência é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam
que Trajetória dos
Heróis e da Vida, dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem
estar grupal, e em parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo
e marca, contudo não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A
inteligência como um Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a
economia e a globalização,
inclusive a determinação do Apocalipse. Porém é através da
filogênese humana que se dá o florescer da falta, do desejo e da marca oriundas
da liberdade ontogenética que há de prender-se e que podem sofrer variações
culturais livres mas contextuais, mas a base da aquisição de conhecimentos e
aprendizados é ontogenética.
Domar as descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse
é domar a liberdade, pode ser domar a inteligência, é também dominar o
trabalho, a economia e a globalização, é
domar a si mesmo e uma seqüência de monstros até a crise final, Monstros que
nos atingem também através de ritos, de ritos de iniciação e de passagem e pela
Trajetória da Vida e dos Heróis. Para aqueles que defendem o aborto o filho no
ventre é um monstro, um monstro não domado e inteligente, repelente e que só
trará infelicidade, assim não estamos prontos para a educação através do
Estado. O respeito humano é uma incapacidade por causa da inteligência! Por
causa da inteligência temos descobertas na vida! Por causa da inteligência
temos o trabalho, a economia e a
globalização, mas podemos reinterpretar nossos conceitos tentando melhorá-los e
aprofundá-los.
Devemos transformar o conceito inteligência em adaptação e
aceitar as diferenças individuais e grupais otimizando-as para as
transformações sociais sem destruir o passado e os nossos antepassados, ou
seja, nossas memórias, nossa adaptação sócio-histórica gravada em documentos e
gravada em nossos cérebros e mentes gerando conhecimento para a melhor e
otimizada adaptação, sucesso para nossa existência, se tivéssemos que
considerar apenas a inteligência para o nosso sucesso talvez fracassaríamos
pois os inteligentes que não se adaptam
morrem antes dos mais adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro
vem a adaptação as descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois
vem a inteligência ou a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o
espermatozóide se adapta ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a
fecundação e ela continua por toda a vida até a morte. Esta inteligência também
é livre pelo ¨crossing-over¨ e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem
da liberdade ocorre em função das descobertas da vida. As descobertas da vida
muitas vezes nos aparecem em ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Amar ou odiar a sua própria vida ou de
seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de
indivíduos a se perderem em seus mundos
obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento
pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser.
Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9
fases da vida inteligente e as 16 inteligências, mais estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização.
Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar
revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a
globalização, inclusive a
determinação do Apocalipse. Amar ou odiar nos mostram nossas
Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros, inclusive na determinação do Apocalipse
são nossas regras que produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou
social, são nossas descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória
de Vida e de Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e
fantasias de horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós
conhecemos isto, todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios
as urgências da vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos
outros jamais pois somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não
estaríamos, não existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz!
Assim derrotamos nossos Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade!
O sofrimento ao mesmo tempo que impede causa novas descobertas como as
Biológicas e Psicológicas.
Os Monstros surgem durante as 9 fases da
vida inteligência e são
domesticados
pela inteligência genética transcendental e as 16 inteligências. As profundezas
do ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos,
cavernas, galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos,
florestas e desertos onde muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão
e isolamento com a perda do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram
sentimentos monstruosos de revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou
dos outros. Nossos Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a
globalização. Os modos, figuras e objetos não são mais os de felicidade e de prazer com os
mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico (organismo),
psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações sociais),
filosófico (especulações sobre sua origem e vida) e espiritual (relações com a
salvação, imortalidade e eternidade).
Nossos
Monstros, inclusive na
determinação do Apocalipse obedecem a ritos onde nos
entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem e de iniciação para alcançarmos a liberdade
dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
A transcendência é se superar se perpassar
e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua
comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental,
fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas, inclusive na determinação do Apocalipse.
Quantos jovens e adultos se perdem em suas famílias no mundo das drogas, falta
de educação, alcoolismo, prostituição, tráfico de pessoas, escravização,
servidão, fome, sede, falta de higiene, falta de roupas, doenças, roubo,
mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a destruição humana, e àqueles
que se tornam lideranças e só trazem desespero e destruição dos seus e dos seus
semelhantes humanos com guerras, tragédias e holocaustos, grandes desgraças e
sofrimentos como pegadas no barro que não se apagam. Estas são as pessoas que
foram engolidas pelas profundezas da natureza humana com seus Monstros que surgem
e não reconhecem sua existência por serem diferentes ou feios – domar a si é
domar uma seqüência de Monstros até a crise final e assim prosperar com o uso das 12 inteligências e o respeito
humano perante deficiências ou incapacidades de ser o que não somos –
perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar aos Monstros e não
conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem implicam em morte,
morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde mental ou de corpo,
problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a Educação e a Saúde,
a Liberdade e a Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação de nossa liberdade para
vivermos! Precisamos de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos
descobertas! Precisamos desde o nascimento de rituais de iniciação como o
parto e de passagem como o Batismo em
nossa Trajetória de Heróis.
Transcender depende da adaptação e de como
ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se
manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do trabalho
e das necessidades do trabalho, de sua regras e obrigações, dos bens e serviços
e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação, consumo,
comércio, com o uso da Educação e das 12
inteligências e do respeito humano perante nossas falhas e deficiências ou
mesmo incapacidades para conosco, com os outros e com a natureza e com a
Ecologia e o Universo, a inteligência se faz presente com o uso da linguagem e
da comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a superação das adversidades
ambientais que enfrentamos a todo momento querendo ou não, viver é enfrentar o
perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros e assim com a miséria, a
caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime e a guerra, também ao
abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao sentimento de
renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e descobrir, e ajudar a
descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A Educação e o Amor geram memória, assim também Adaptação,
trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação! Tudo começou pela e
através da Adaptação, seja no Universo,
na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia
ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela Adaptação, seja no
Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na
Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O
Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode
acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que
conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque
com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo
pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for, no princípio, no meio ou no fim, gerando
outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus continuarão existindo, eles não se
acabam!
As descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse, levam a adaptação que produz liberdade
para nosso meio ambiente individual,
social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para
vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos processos
adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso produz
liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e
maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da
liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através do ritos de iniciação e de passagem e com a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência Espiritual
como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se
descobrir é poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da
globalização e dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na
promoção da Justiça Social!
Se descobrir é descobrir-se em meio
a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver, inclusive na determinação do Apocalipse.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
18 de setembro de 2016.
2.
Psicologia da Gestalt
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
As
descobertas da vida, inclusive
na determinação do Apocalipse, associadas a liberdade configuram
o trabalho que gera economia, bens e serviços, também globalização do consumo,
do comércio, da tecnologia, da informação, do mercado, da liberdade,
e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis
segundo eu mesmo, está na configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na
morfologia das coisas, depende dos princípios da organização perceptiva e dos
princípios gestaltistas da aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação
que gera a economia, bens e serviços como a globalização, depende de como e do que fazemos com as
gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as Trajetórias da
Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e no que
ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades humanas
como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de amor e
de realização. As descobertas da vida ligadas a liberdade e os seus rituais
fazem a nossa curiosidade que faz parte
do processo que modela a forma ou a configuração associadas as nossas
necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo
insight, por exemplo, ou em coisas que nos trazem felicidade como a
religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz
formas de transcendência que se configuram pela Educação da gestalt pela
memória, ou seja , pela adaptação oriundas das descobertas da vida que promovem
a atividade, o trabalho, a economia, e a globalização, promovem a descoberta e
a imersão em ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa
forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou
mais ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os
princípios da aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente
espontânea e imediata das relações; Pensamento
produtivo, onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a
criatividade e produtividade; Princípio
do isomorfismo, o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos
ativos interagem num dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou
modificar ativamente os elementos sensoriais que recebe, e a percepção é
idêntica (iso) em forma (morfo) àquilo que representa.
Somos incapazes de fugirmos da adaptação, a
adaptação influencia nossa liberdade, influencia o trabalho, a economia, os
bens e serviços e a globalização,
inclusive na determinação do Apocalipse, que por sua vez ligada aos fenômenos dos estímulos
configuram descobertas como os rituais de iniciação e de passagem, e também a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis,
pois ela obedece à organização perceptiva e a aprendizagem de acordo com
os gestaltistas, nosso cérebro é incapaz de modificar ou organizar ativamente
os elementos sensoriais que recebe e responde de acordo com a organização da
nossa percepção, ela é a falta e o querer em meio às necessidades de nossos
organismos incompletos, porém completos pela morfologia ou totalidade da percepção
decente ou indecente. A adaptação produz memória que por sua vez faz parte dos
processos da adaptação, ela, a memória, é adaptação. A adaptação gera gestalts
sobre os fenômenos das descobertas da vida,
da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e em seus rituais.
Nossos Monstros
segundo minhas contribuições estão nos rituais que estão na forma, na
configuração ou morfologia das coisas, no como de configura nossos processos
oriundos da liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da
aprendizagem, dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas. Os
Monstros podem estar no que percebemos e no que ocultamos no trabalho gerando
economia e Monstros econômicos que ¨são do bem¨ e outros que ¨são do mal¨. Eles
nos revelam a nossa natureza ancestral e primitiva do sofrimento posto como
linguagem, Cruz, fardo e demônios
persecutórios que se revelam quanto mais fundo fomos em nós mesmos, em nossas
aventuras em nossos oceanos e cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros, inclusive na determinação do Apocalipse
são os Monstros da curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta
determinar a totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da
curiosidade. A curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos
princípios gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a
mergulhar e ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia,
bens e serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da
tecnologia, da informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência
biológica, psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas
de Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo,
pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia,
fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores,
compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição
dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e
sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros dependem de
nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos Monstros,
inclusive na determinação do Apocalipse expressam gestalts,
configurações ou formas que estão sob efeito da organização perceptiva e da
aprendizagem que se apresentam também em rituais para o nosso bem se nos
aperfeiçoarmos nos valores humanos e pautados na Educação que vence tudo, vence
ódio, guerras, violência, destruição, medo, humilhação, vergonha, temor,
qualquer perigo ou ameaça, a Educação constrói o homem e o verdadeiro homem
constrói a humanidade e a vida, a sociedade e a paz na Terra, construímos assim
a nossa liberdade! A Educação é feita pela memória, ou seja, pela adaptação,
pela liberdade! A Educação se dá pelas gestalts dos fenômenos das descobertas
da vida. Dentre as descobertas da vida estão o trabalho, a economia, os bens e
serviços, o trabalhador, o mercado, a globalização da economia, do consumo, do
comércio, da informação, da liberdade, do trabalho, da tecnologia.
As descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse podem formar
gestalts de liberdade? A liberdade leva ao trabalho e o trabalho a economia que
formam a Educação, a Educação hoje que leva a adaptação mas não somente a
Educação pois a adaptação é constituída de natureza fisiológica, morfológica e
comportamental (esta implica em forma, configuração ou gestalt), a adaptação
permite a transcendência, a transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros
e Heróis, que por sua vez originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que
renderam e rendem até hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras,
niilismo e paralisias, holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou
gestalt que é a transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao
sentimento de renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é
construída a partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨
ou da adaptação que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência
para um mundo mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal,
Biológico, Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou
Espiritual através do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do
Desconstrutivismo Físico Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a
continuidade e o fim da vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico
Mattanoniano a Vida e o Universo jamais deixarão de existirem. Pelo
Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo deixarão de existirem
seja pela Adaptação por meio de outros ¨big-bangs¨ ou por outros meios como por
ação de Deus ou outros meios ainda não descobertos ou ainda não pensados,
existindo no fim somente Deus e o Reino de Deus e nada mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do
passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A
Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a
Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual
também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como
impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a
destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz.
A Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da
globalização mas pode continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia
e da globalização para crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e
culturalmente, espiritualmente, pela vida e pelo universo, de acordo com o
princípios da Educação!
A Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma trajetória:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Depois
da concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros
nosso Herói encontra a
liberdade para se viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive na determinação do Apocalipse!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 18 de setembro
de 2016.
3.
Behaviorismo
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto determine
as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
Para
o Behaviorismo Mattanoniano as descobertas da vida evocam a
liberdade que evoca e
estimula a adaptação que é comportamental, fisiológica e/ou morfológica em
tempos de trabalho e de ter que trabalhar para que desejemos a economia e a
paz, ou para que passemos do sofrimento ao contentamento, inclusive na determinação do Apocalipse,
através de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, é apenas
questão de regra e de mudança contextual para esta regra para um melhor padrão
de vida daquele que sofre por causa de regras desadaptadas, já a memória é
comportamental e encoberta, faz parte das regras, da adaptação às regras.
Regras são contingências que especificam relações do tipo ¨se..., então...¨,
elas podem acabar fazendo com que o indivíduo generalize seus comportamentos
pois quem segue regras cegamente não consegue discriminá-las, o que não permite
uma relação satisfatória e de boa adaptação com o meio ambiente gerando
sofrimento para si mesmo e/ou para os outros. O sofrimento e o sofrimento no e
do trabalho que gera economia que também gera sofrimento é causado em função da
liberdade e das regras aprendidas por causa da liberdade. O sofrimento é
conseqüência das descobertas da vida e de seus processos comportamentais
encobertos como as emoções e os sentimentos. O sofrimento é evocado em rituais
com sua regras e com as regras da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis
que se relacionam invariavelmente.
As descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse evocam a
liberdade que estimula a adaptação às regras e leva a transcendência, ao
trabalho e gera a economia, os bens e os serviços e a globalização da
informação, da tecnologia, do consumo, da economia, do trabalho, da liberdade e
aparece em nossos comportamentos antes da mudança contextual deles por causa de
nossas regras reforçadas e associadas aos estímulos ligados as nossas
necessidades como a água, o alimento, o amor e a afeição, o ar, a atividade, a
atividade materna, o calor, o sexo e o sono, acrescento o traje limpo e em bom
estado de conservação, a higiene diária e o frio em ambientes onde há muito
calor, e finalmente o abrigo. As descobertas da vida evocam a liberdade e isto nos permite escolher mesmo
sendo nós produtos de esquemas de reforços, pois há liberdade através da
linguagem com o trocadilho e com o Enfoque Contextual seja também nos rituais
ou na Trajetória da Vida, dos Monstros ou dos Heróis, paradoxalmente há a
globalização da liberdade e da linguagem.
As descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse evocam a liberdade que evoca e estimula os ritos da
adaptação às regras que evoca a transcendência, o trabalho, a economia, os bens
e serviços, a globalização, também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, a Trajetória dos Heróis apresenta as seguintes fases:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Ela,
a Trajetória dos Heróis, aparece em comportamentos encobertos e em
comportamentos manifestos, ela é aprendida através dos repertórios básicos de
comportamento como a imitação, a atenção, a discriminação e a ordem
instrucional e promove mudanças e
constantes transformações no dia-a-dia
de cada pessoa diante de cada uma dessas necessidades já comentadas, pode assim
ser saciada ou privada, aumentada, ou aumentado o seu valor reforçador e de
saciação através dos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais,
lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. As nossas descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse,
evocam aos comportamentos respondentes e operantes da Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação às
regras e tem um limiar e também pode se de acordo com a estimulação provocar a
fadiga, fuga ou esquiva, pode ser extinta ou condicionada com estímulos
antecedentes que nada tinham a ver com ela. A educação psicoterapêutica pode
extinguir a adaptação não somente pela extinção, mas também pela mudança
contextual onde o indivíduo aprende a distanciar-se dela mesmo com ela presente
não provocando reações de desconforto ou de sofrimento mas sempre se adaptando
contextualmente melhorando sua saúde mental e a sua adaptação ao trabalho e a
economia, e a globalização. A mudança contextual ensina a lidar com esses
fenômenos comportamentais evitando a propagação do sofrimento oriundo do processo
de adaptação, entendida como carência e escândalo ou até mesmo como
mediocridade e violência, bullying físico, sexual, moral, social, político,
psicológico, espiritual, filosófico, contra o organismo individual e social
quando a violência é praticada contra um determinado grupo de pessoas. A
mudança contextual leva a liberdade. A mudança contextual leva a novas
descobertas da vida e para a vida ajudando-nos ou enriquecendo ou mesmo
ampliando o nosso repertório comportamental para lidarmos com a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Durante a vida sem mudança contextual sempre haverá
sofrimentos e processos adaptativos morfológicos, fisiológicos e/ou
comportamentais que jamais deixarão de existir, somos frutos desses processos
evolutivos e de seleção natural. Falo da transcendência comportamental. A
transcendência é liberdade. Liberdade para mudarmos nossos comportamentos
durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Contudo entendendo que somos o contexto, de acordo com
Steven C. Hayes, e se pararmos de dar
razões, controle e literalidade, deixarmos de sermos governados por regras como
o rastreamento, o acedimento e o aumentamento, entendermos que somos o
contexto, trocarmos o ¨mas¨ por ¨e¨ e nos afirmarmos pelo tato, e finalmente
entendermos que nossas afirmações são somente comportamentos verbais e não
causas literais ampliando nossos horizontes, vivendo assim a dessensibilização
viveremos melhor e a inteligência não mais nos controlará e deixará de trazer
conflitos penosos aos comportamentos encobertos e aos comportamentos manifestos
transmutando-se somente em adaptação e como conseqüência da adaptação em inteligência. Primeiro
vem a adaptação e depois a inteligência, às regras e a memória. Assim
transcendemos!
Assim o Estímulo (som) tem uma Resposta (ouvir) e uma
Primeira Conseqüência (adpatação ao som) e uma Segunda Conseqüência
(inteligência). Todo Estímulo tem uma Resposta e duas Conseqüências quase que
instantâneas, a 1ª é a adaptação e a 2ª a inteligência. A inteligência pode ser
segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Os eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais,
lingüísticos, conseqüentes e de história de vida estão associados as
inteligências citadas a cima, tudo é conseqüência, primeiro a primeira
(adaptação) e depois a segunda (inteligência), são eventos conseqüentes, isto
acontece a partir de determinada etapa do desenvolvimento da criança com o
aprendizado e condicionamento, é tudo encadeamento comportamental, a segunda
conseqüência é imediatamente a que surge logo após a primeira, sentidas como
coisa única por causa do condicionamento, mas são duas conseqüências, uma
resposta e um estímulo. O que devemos aceitar e viver o contexto e não sermos
escravos de nós mesmos com comportamentos que induzam ao sofrimento como o da
literalidade, o de dar razões e o de controle, seja no trabalho ou nas nossas
relações econômicas e sociais como também na globalização, inclusive na determinação do Apocalipse.
Somos o contexto. A transcendência pode ou não ser evocada comportamentalmente,
depende da história de vida de cada organismo. Depois da inteligência vem às
regras e a memória.
O Behaviorismo compreende que a existência
de Monstros em nossos comportamentos, encobertos e manifestos no trabalho e nas
relações com a economia e nas da globalização, inclusive na determinação do Apocalipse,
como nos rituais de iniciação e de passagem nas Fases em que o Herói pode Ser
Engolido e Consumido, e tem O Caminho Obtuso, depende diretamente da qualidade
de nossas regras, e da qualidade de
nossas descobertas da vida e para a vida,
estes Monstros nos tiram mas podem nos levar a liberdade como através
dos trocadilhos e das inversões, aglutinações e trocas associadas à Psicologia
e a Psicanálise, contingências que especificam relações do tipo ¨se...
então...¨, se rastreamos há uma correspondência entre as regras e as
contingências do meio ambiente, a pessoa rastreia os estímulos no sentido de
¨testar¨ as contingências descritas pelo mesmo; se acedemos o comportamento
fica sob controle das conseqüências sociais; e no aumentamento o comportamento
aumenta a probabilidade de ser controlado por estímulos verbais antecedentes,
aumentando a motivação do ouvinte em relação a uma conseqüência. Estes 3 tipos
de comportamentos revelam o modo como lidamos com os Monstros no trabalho e na
economia e na relações globalizadas segundo tais regras ou princípios,
rastreando-os, acedendo a eles ou aumentando-os diante do imenso sofrimento
psíquico individual. Estas são as categorias do comportamento verbal do
ouvinte, já o falante sugere de acordo com as 8 categorias do comportamento
verbal que: ecoar diz respeito a alguém dizer medo do Monstro e o falante diz
medo do Monstro; copiar respeito a alguém escrever pavor do Monstro e o
emitente escreve pavor do Monstro; tomar ditado diz respeito a alguém dizer
Monstro enorme e o emitente escrever Monstro enorme; tatear diz respeito a
alguém diante de um Monstro dizer o nome dele; mandar diz respeito a alguém
mandar um mando e o emitente responder vocal ou motoramente medo do Monstro;
ler diz respeito a alguém ver um Monstro e emitir a vocalização Monstro;
intraverbalizar diz respeito a alguém ter um conjunto de associações verbais do
emitente e dizer pânico do Monstro; e articular / rearticular / organizar / reordenar
diz respeito a alguém se auto-reforçar, onde o falante da palavra Monstro é o
ouvinte de si mesmo. Estas 8 categorias do comportamento verbal do falante
revelam-nos modos de lidar com contingências associadas aos nossos ritos e
nossos Monstros, medos, pavores, pânico, e nomeações dos Monstros que surgem
durante a vida encoberta e manifesta. Monstros são adversidades do meio
ambiente econômico e não somente os que já abordei, são também o PIB, a
inflação, os impostos, os investimentos, os custos e os benefícios, etc., e os
da globalização os Monstros que se relacionam com a tecnologia como as
pesquisas, os investimentos, os equipamentos, etc., com o consumo como o
mercado, o comprador, a mercadoria, o valor, etc., com a informação como as
emissoras de rádio e de televisão, os jornais e revistas, a internet, etc., com
a liberdade como as decisões, os conselhos, as atitudes, a consciência, a
introspecção, a saúde, etc., e reagir a
tais adversidades é assim, se adaptar. A adaptação não pode implicar em sofrimento
para si ou para os outros na maior parte das vezes mas esta tarefa é quase
impossível por sermos seres com falhas e repertórios comportamentais
deficientes manifestos ou encobertos, jamais alcançaremos a totalidade e
estamos em constantes transformações nos eventos biológicos, fisiológicos,
antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. E
durante a vida sempre há sofrimento e processos adaptativos morfológicos,
fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir. Conclui-se
que a adaptação nunca cessará pois somos frutos dela, da Evolução das Espécies
e da Seleção Natural. Como ela jamais cessará também a transcendência nunca
acabará. Deste modo também as descobertas da vida e para a vida, as regras, as
novas regras, contextuais, e os rituais na Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis também não deixarão de existirem.
Mas podemos emergir das profundezas das
habitações dos nossos Monstros,
inclusive na determinação do Apocalipse, com uma mensagem de esperança
e de solução de medos e conflitos se redirecionarmos nossos comportamentos e
ritos enfraquecendo segundo Steven C. Hayes e raciocínios meus 3 contextos, de
literalidade, de dar razões e de controle; depois entender que não devemos
seguir regras pois é contra-produtivo, causa insensibilidade e generalização;
depois entender que a melhor escolha é entender e aceitar que você é o
contexto, devemos trocar o ¨mas¨ por ¨e ¨ e parar de lutar com nossos Monstros;
e viver a dessensibilização, se afastar das regras, dos pensamentos, dos
afetos, sentimentos e emoções e deixar de sermos controlados por esses
comportamentos que só produzem e trazem Monstros para dentro de nossas vidas e
de nossos relacionamentos sociais, ou seja, que só prejudicam com monstruosidades
as nossas descobertas da vida e para a
vida também no trabalho, na economia e na globalização. O rito agora passa a
ser a dessensibilização e você passa a ser o contexto após o ritual de
iniciação e de passagem. Você é Engolido e Consumido, passa por Um Caminho
Obtuso, chega a Apoteose, alcança a Última Graça, tem uma Difícil Volta, Magia
nas Decisões, vive os Limites da Volta, Agora são Dois Mundos, e tem a
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver.
Assim as lutas e o sofrimento no trabalho e na economia, na
globalização, inclusive na
determinação do Apocalipse, deixarão de ser problema para a
humanidade e perderão valor reforçador, não terão mais ganhos, e a humanidade
poderá ter um sentimento de contentamento e paz que ainda não experimentou pois
ainda não se permitiu e ainda não se permite com suas lutas, batalhas,
violências, guerras e holocaustos, e sua criatividade associada a
destrutividade a auto-destrutividade poderá deixar de ser problema para a
humanidade através da liberdade, pois não precisamos de ¨homens¨ presos e de
exércitos e de reféns, mas sim da liberdade, a liberdade proporciona a
gratidão, o respeito e o amor e não as armas que aprisionam e tiram a liberdade
de todos, tiram talvez, até mesmo, parcela da transcendência. Precisamos da
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver. Precisamos de rituais para viver.
Precisamos de regras para viver.
Concluo que as descobertas da vida e para a vida, inclusive na determinação do Apocalipse,
asseguram nossa adaptação que evoca a transcendência, o trabalho, a economia e
a globalização, rituais e nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis,
que por sua vez selecionam repertórios comportamentais e modelam comportamentos
para lidar com padrões de comportamentos associados a miséria como os que levam
a caridade e ao trabalho que por sua vez podem levar ao abuso e a exploração
como também a violência, ao crime, a tortura, a guerra, a catástrofe, ao
holocausto, a barbárie, a falta de humanidade, ao tratamento degradante, a
proliferação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas, sociais,
físicas, químicas, filosóficas e/ou espirituais, etc., só a Educação como
conhecimento e o Amor de Deus que se renova com o sentimento de renascimento
pode nos ajudar e solucionar, atualmente, unindo-nos como humanidade estes
problemas atuais de nosso planeta Terra. Isto é a Liberdade da Vida para viver
e ensinar a viver.
Só com a Educação e o Amor de Deus aprenderemos e teremos
como lidar com o Universo, a Biologia, a Psicologia, a Sociologia, a Química, a
Física, Filosofia e a Espiritualidade, com seu começo, meio e fim! A Adaptação
nos revela que poderá haver o fim do Universo e das demais categorias da vida:
Biologia, Psicologia, Sociologia, Quimica, Fisica, Filosofia, Espiritualidade;
se juntarmos a Adaptação as Teorias de Osny Mattanó Jùnior sobre o
Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo,
e sobre o Descontrutivismo Físico Mattanoniamo onde haverá através de outros
¨big-bangs¨ criando talvez outros Universos que se chocarão com os nosso
Universo destruindo-o e assim não haverá mais vida e nem Universo. Devemos
respeitar nossos saberes, conhecimentos, lições, artes, educadores, ciências e
religiões se desejamos evoluir e progredir constantemente e mutuamente – Deus
sempre será objeto de estudo e de pesquisas para estudiosos e pesquisadores
sérios que crêem e também para aqueles que não crêem pois Ele existe e só Ele e
Seu Reino continuarão existindo após o fim, após o Apocalipse!
As
descobertas da vida e para a vida,
inclusive na determinação do Apocalipse, evocam rituais para o
trabalho, a adaptação, a economia, a globalização, os bens e serviços e as
Ciências e Religiões que tem como conseqüência
liberdade para nosso meio ambiente
individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações
para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos
processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso
produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e
maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da
liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério!
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Devemos
preservar nossa história e compreender os nossos ritos e história de Trajetória
da Vida, de Monstros e de Heróis de nossa espécie e de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos
antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se
descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a
pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução humana filogenética é
mantenedora do trabalho e da economia, dos rituais; a Evolução ontogenética é
neutra, depende da filogenética e da cultural, depende dos rituais, depende da
aprendizagem e da estimulação de genes; e a Evolução cultural tende a ser
mantenedora do trabalho e da economia em sua maioria, depende dos rituais. A Evolução espiritual é mantenedora do
trabalho e tende a reprimir a economia, também depende dos rituais. O homem
trabalha e economiza mas não sabe o porquê?
Talvez para praticar seus rituais de iniciação e de passagem?! Talvez para lidar com a determinação do Apocalipse!
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 18 de setembro
de 2016.
4.
Psicanálise
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
As
descobertas da vida, inclusive
na determinação do Apocalipse,
associadas a liberdade marcam a adaptação e a memória que se
faz pela adaptação ou mesmo é adaptação e
assim sugere a transcendência e o trabalho e seus frutos como a
economia, os bens e serviços, e a globalização da economia, da tecnologia, da
informação, do consumo e da liberdade
expressada e representada em ritos e assim na Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis, que pela Psicanálise que está vinculada ao id que é o componente
arcaico e inconsciente do nosso sistema
de energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, não apenas em casos
de psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à gratificação direta
ou indireta, mas o mais bastante possível e imediato do instinto sexual
(libido), vinculado estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a
fome, a sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais
profunda da mente. O id começa como pura liberdade e marca a nossa atividade e
o nosso trabalho e a economia, começamos a economizar com o processo do
pensamento secundário substituindo a gratificação e diminuindo nossa
primitividade psicológica, e assim os fenômenos da globalização e ela mesma,
mas com as marcas fica marcado em seu niilismo, condensamento e deslocamento,
as 3 leis do inconsciente segundo Mattanó.
Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único de interesses é o corpo,
sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de vida e de
auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de forma direta
(beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória (através de
fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra alucinatória. A
fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação do prazer pode
ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou indiretamente, entendo
adaptação às necessidades primárias da pessoa quando crianças antes da
castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser direta ou indireta.
Com o desenvolvimento do ego vão se dando novas descobertas e o contato com o
trabalho e novas economias como a da
fase anal, que realmente nos educa para gastarmos ou pouparmos, o indivíduo acaba se tornando consciente das
exigências da realidade (princípio de realidade) o que diminui sua liberdade
mas também constrói modos de relação que a mantêm e a reapropriam, lidando
assim com seus rituais e a sua Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis; e
quando se estabelece o superego, a
moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter consciência das satisfações ideais,
com o superego a liberdade se esgota ou se torna moralista, com o superego
moralizamos nossa Trajetória na Vida, dos Monstros e dos Heróis. Mas há Eros, a
pulsão total de vida (auto-conservação), e Tanatos, a pulsão de morte
(autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e Tanatos e o id, o ego e o
superego em nossas relações inconscientes e conscientes conosco e com os outros
objetos de desejo e satisfação através da marca e de como isso fica arranjado,
organizado na vida mental, na unidade mental e comportamental da pessoa, isto é
o que prevalece para cada sujeito, nestes casos a transcendência é consciente,
de acordo com as suas marcas e descobertas da vida que geram marcas no e para o
trabalho e seus frutos como os bens e serviços, a economia, e a globalização em
função de nossos rituais.
Podemos falar de Pulsões Fisiológicas (comida, água, sexo,
sono e ar), Pulsões de Garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e
libertação do medo e da ansiedade), Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor, e
Pulsões de Auto-realização.
As Pulsões Fisiológicas são as do olhar, a oral, a anal, a
fálica, o período de latência, a genital e o desenvolvimento das sublimações.
As Pulsões de Garantia são as da coordenação motora e da
afetividade, do esquema sensório-motor, do esquema sensório-afetivo, do esquema
motor-afetivo.
As Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor são da
afetividade e da sociabilidade, são as do desenvolvimento emocional e social.
E as Pulsões de Auto-realização são as da auto-realização,
auto-atualização, processo de individuação, êxtase e deslumbramento,
crise-final, consciência, produtividade no trabalho, etc.. Para alcançarmos
esta fase devemos satisfazer as fazes anteriores. Assim fazemos nossas
descobertas da vida e nos adaptamos continuamente e progressivamente,
inconscientemente!
As
descobertas da vida, inclusive
na determinação do Apocalipse, associadas a liberdade são a
adaptação, a linguagem do inconsciente e
que dá forma ao inconsciente e aos anseios instintivos da libido. Assim surgem
grandes e pequenos monstros que aprendemos a domar durante o desenvolvimento
psicossexual da libido da pessoa, desenvolvimento marcado por muitas
descobertas da vida que englobam as pulsões de vida e de morte, pulsões que
também marcam os rituais como os de iniciação e de passagem e a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis. Esta liberdade marca a adaptação e evoca a
transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros
monstros grandes ou pequenos que afetam nosso trabalho e nossa economia e nossa
globalização econômica, tecnológica, das informações e de consumo, da
liberdade.
As descobertas da
vida, inclusive na determinação
do Apocalipse, associadas a liberdade da adaptação fazem o
neurótico, o psicótico, o boderline, o psicopata. Elas fazem parte do
desenvolvimento da personalidade oral: característica prepotente, dominadora,
voraz, cobiça, inveja e otimismo; da personalidade anal: característica de
vaidade, desconfiança, ambição, generosidade sem amor (ligadas à evacuação),
meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação, avareza (ligadas à
retenção das fezes); da personalidade fálica: característica de ostentação,
prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas, necessidade de afiliação,
narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições esportivas, concursos de
beleza, etc.); período de latência: característica de declínio e extinção do
complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o intervalo entre o
estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal adulta; e da
personalidade genital: característica de potência fisiológica e capacidade de
amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável. Elas fazem as
Pulsões de Vida e de Morte.
No enfrentamento de nossas descobertas da vida lidamos com a
Trajetória dos Heróis:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
A
cada estágio psicossexual lidamos com as descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse
e com a liberdade e as marcas da adaptação e assim com a memória e a transcendência e deste modo com o trabalho, a
economia, e a globalização que se caracteriza pela pulsão de morte ou de autodestruição,
a morte, e com a decência ligada ao amor, a Eros, a pulsão de vida, oriundas
das descobertas da vida e nossas Trajetórias da Vida, dos Monstros e dos
Heróis. Esta é à base da organização da personalidade e da humanidade! Como
lidamos com a indecência e com a decência ligadas a vida e a morte, a
auto-preservação e a autodestruição, processos evolutivos e selecionados
naturalmente.
Já o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de
modo anormal com a liberdade,
inclusive na determinação do Apocalipse e a marca da
adaptação, não consegue transcender, tornando-se desadaptado e assim pode se
tornar um viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou ensimesmado
e possuir ainda as outras características de sua personalidade lidando com
monstros que surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades
primárias ou instintivas do id. Esse adulto vai se tornar também desiquilibrado
no trabalho, nas suas relações econômicas e na sua estrutura diante da
globalização se ferindo e se auto-destruindo, talvez, muito provavelmente sim.
Ao lidarmos com as descobertas da vida associadas a liberdade também lidamos com nossas
Inteligências para lidarmos com nossos problemas e/ou nossos Monstros. Nossas
Inteligências são segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Nossas Inteligências são
trabalhadas pelo ego, emanam do id e são controladas moralmente pelo superego,
tudo começou através da Inteligência Naturalística, seguiram-se as demais e os
nossos Monstros.
Abordarei os aspectos psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através
da explicação da fantasia que é uma formação de imagens mentais de cenas e de
seqüências de cenas ou experiências que não existiram no mundo real ou que se passaram de modo diverso do
fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem tais pressupostos, conforme
Álvaro Cabral e Eva Nick:
1.
¨As fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e
representam anseios instintivos em relações objetais;
2.
São representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do desenvolvimento
da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações de desejos e
conteúdos de ansiedade;
3.
O conceito, postulado por Freud, de
¨realização alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a
¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4.
Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de
expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras,
embora possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5.
As fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde,
assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6.
Têm efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no
caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7.
As fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim
nossos Monstros, inclusive na
determinação do Apocalipse, constituídos
através dos ritos e das fantasias representam anseios instintivos da libido em
nossas relações objetais, de nossas descobertas, no início da vida é uma
defesa, é constituída de liberdade,
realizações de desejos e conteúdos de ansiedade, são realizações
alucinatórias de desejos, possuem uma representação primária, uma relevante
introjeção e projeção, podem serem realizadas através da experiência externa,
mas podem serem realizadas através das palavras, porém para existir não
dependem da realidade externa e das palavras, primeiramente são sensações e
depois assumem formas e representações dramáticas, produzem efeitos psíquicos e
corporais e são o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego.
Nossos Monstros no trabalho e nas relações com a economia e com a globalização
são um mergulho profundo em formas e representações dramáticas das profundezas
da nossa vida mental instintiva que visa nos defender e proteger pelo ego,
mediador, intermediador das energias mentais do id e do superego. É através do
ego que aprendemos tudo sobre a realidade externa e nos orientamos no sentido
de evitarmos estados dolorosos, ansiedades e punições e é deste modo que
lidamos com os Monstros instintivos durante nossa vida e evitamos a nossa
destruição e a dos outros com nossos rituais e a nossa Trajetória de Vida, dos
Monstros e dos Heróis.
Monstros
e fantasias se relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo
e a realização de desejos instintivos, inclusive na determinação do Apocalipse. Monstros
surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou
instintivas também em meio a rituais frustrados de iniciação e de passagem como
com a fome, a sede, o ar, a atividade, o sexo, os cuidados maternos, as
secreções, urina e fezes, evitar a dor, o calor e o frio, a segurança. E assim
se não conseguimos transcender surgem grandes e pequenos Monstros que nos
atormentam e nos destróem com lutas invencíveis e guerras, protestos,
movimentos, vandalismos, atentados, horrores e holocaustos se não tivermos
nossos direitos, deveres, obrigações e privilégios assegurados pela organização
humana. Monstros e fantasias dependem também de nossas descobertas da vida.
O
sofrimento, inclusive na
determinação do Apocalipse, causa-nos regras e ritos que fazem
aflorar sentimentos de perda e de reparação levando-nos a justiça ou a
vingança, assim a destruição e/ou a auto-destruição da liberdade como nas
guerras e nas violências, a paz é a reorganização social humana desse processo
de sofrimento unicamente humano e afetivo, pois o homem é um animal emocional,
as guerras e violências só existem por causa das nossas emoções e sentimentos,
da nossa afetividade, somos o animal mais evoluído na escola filogenética por
isso temos mais afetos e devemos aprender a lidar com eles para vivermos bem e
em paz, com fraternidade e esperança num futuro melhor que pode e é construído
diariamente, momento-a-momento com a Educação, deveria ser assim no Trabalho e
na globalização.
Deste modo a liberdade marca a adaptação que leva a
transcendência oriunda dos modos de miséria, caridade e trabalho, forças que
impelem o ser humano a atividades de abuso, força, violência e exploração,
senão outrora também, guerras, movimentos, protestos, lutas, vandalismos,
conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes, horrores contra a humanidade,
propagação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas, físicas, químicas,
sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo a impelir o ser humano as
atividades Educativas e de Fraternidade em busca de Amor e de Justiça para que
haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga seu rumo evolutivo
naturalmente e socialmente. A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, é esta
a liberdade que alcançamos com nosso desenvolvimento, rituais e atividades
educativas.
Também podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano
onde há continuidade da vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico
Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a
Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a
Espiritualidade, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram
para o Paraíso! O Apocalipse Universal poderá ocorrer se existirem outros
¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação
Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo
através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo! O Trabalho aliado
a Educação pode nos salvar e alterar esta realidade?! Dependemos dos nossos
rituais Sagrados para continuar existindo! Deus pode nos salvar! Os rituais são
imprescindíveis a existência humana hoje!
A liberdade,
inclusive na determinação do Apocalipse, pode acabar com nossas
vidas e com o nosso mundo e até com o nosso Universo e o Sobrenatural, nossas
experiências nos revelam nossa capacidade de sermos livres e de nos libertarmos
para seguirmos sempre em frente, a liberdade deve marcar a Vida e não a Morte.
O Trabalho e a Educação devemos levar-nos a poupar ou economizar bens e
serviços a serviço da Humanidade e de seu progresso e Evolução, para a
continuidade da Vida na Terra!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos pois não se compreende ainda,
ainda tenta se compreender e se explicar; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos
e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução tem uma ordem, objetiva a
vida, porém se destrói e mantêm uma certa ordem, vive disto, do caos e da
ordem, para que haja vida e paz, o ser ontológico ainda não sabe o porquê que
existe e de onde veio?! O Homem não consegue se explicar satisfatoriamente pois
a todo momento está encarando a vida e a morte, ou a morte e a vida! E prefere
não acreditar em Deus, pois Deus lhe rouba tudo, principalmente o coração. O
Homem contemporâneo não deixa Deus atingir o seu coração! O Homem ainda não
prefere a vida e a paz, mas a busca! O Homem busca e precisa da Moral para
trabalhar, ter economia e ter sua globalização!
O Homem necessita da Moral para sua
Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis! O Homem busca e precisa da Moral
para agir e ter atividades e ter a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, inclusive na determinação do Apocalipse!
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 18 de setembro
de 2016.
5.
Psicologia Analítica
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
As
descobertas da vida, inclusive
na determinação do Apocalipse e a
liberdade como também
os processos da transcendência oriundos da adaptação e da memória referentes ao
desenvolvimento e ao trabalho e seus frutos como os bens e serviços, e a
economia e a globalização e seus rituais
e toda a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis estão vinculadas nesta
abordagem ao processo de individuação, processo pelo qual uma parcela do todo se
torna progressivamente distinta e independente, tornando essas parcelas cada
vez mais independentes, processo que faz parte da Educação e da aprendizagem
individual e coletiva. Essas partes emergem dos todos, o todo é temporalmente
anterior às suas partes, estes fenômenos pertencem as descobertas da vida. É um
processo onde a pessoa se destaca como coisa única distinta no grupo e assim
essas mudanças na própria pessoa influenciam como ela é percebida pelos outros.
O processo de individuação envolve um processo de concepção naturalística da
consciência. Deste modo a adaptação que é a memória forma a consciência do
indivíduo. Deste modo a transcendência pode formar a consciência do indivíduo.
Assim o podre, o feio, o absurdo, o sujo, o bandido, o vagabundo, etc.,
pertencem primeiro ao todo e depois com
a particularização da essência do indivíduo essa essência do todo se diferencia
do todo se tornando única e singular. Essa essência é tanto o decente quanto
indecente, ambas pertencem primeiro ao todo e depois ao particular diverso ao
todo. Nascemos decentes e indecentes, devemos situarmos no ambiente de trabalho
e nas relações econômicas e globalizadas de modo que nossos rituais e a nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis sejam de modo adaptativo e favorável a adaptação ou
ao contexto e assim o futuro que depende do processo de individuação e de como
nos lidamos com suas fases, a urubórus, a matriarcal, a patriarcal, o ciclo de
alteridade, e a cósmica, que moldarão nossas características e nossas atitudes
e afetos, nosso pensamento, sentimento, intuição e sensação, deste modo nosso
tipo de personalidade. O objetivo do processo de individuação é o
desenvolvimento da personalidade individual e suas descobertas, ou seja, as
descobertas da vida e a liberdade como o trabalho, a economia e a globalização.
Grupos sociais que através de normas que possam impedir o processo de
individuação normal e saudável acabam por atrofiar o indivíduo impedindo sua
máxima liberdade possível, estes grupos impedem o processo de individuação
também através de rituais, por exemplo, com o uso da Teoria dos Símbolos de
Mattanó, símbolos que atrapalham a vida. Por não ser o indivíduo uma peça só do
jogo da vida, já que precisa conviver e se relacionar com outros indivíduos
destacamos a importância do coletivo e assim da consciência coletiva atribuída
aos conteúdos coletivamente inconscientes, deste modo herdado como estrutura
cerebral. Assim vemos que também herdamos cerebralmente aspectos dos nossos
antepassados, coisas filogenéticas oriundas de nossa espécie animal. Aparecem
nos arquétipos como o sombra nossos Monstros onde nos projetamos outros todas
as coisas que nos pertencem como ruins ou más, intoleráveis, criminosas,
violentas, bandidas, agressivas, inaceitáveis e cruéis, isto faz parte do
processo de individuação e só compreenderemos nossos problemas com a indecência
com a decência ou aceitação de nossos limites e necessidades e as dos outros
como coisa do processo de individuação. E finalmente as inteligências
(descobertas por Gardner) e completas por Osny Mattanó Júnior (Espiritual,
Emocional e Psicomotora), as inteligências satisfazem a Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
que nos auxiliam e
determinam como nos comportamos contextualmente, intelectualmente
(inteligentemente), como aprendizes e a nossa própria adaptação e memorização ao
que se refere ao meio ambiente e as interações do indivíduo com o ambiente
durante o processo de individuação efetuando as descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse
e a liberdade no trabalho e para o trabalho, na economia, e na globalização da
economia, da tecnologia, do consumo, da informação, da liberdade através também
de rituais.
A Trajetória dos Heróis visa desenvolver a Liberdade e os
Ensinamentos, passa pelos estágios:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Deste
modo trabalhamos as descobertas da vida, inclusive na determinação do Apocalipse, a liberdade, o
contexto, a aprendizagem, a inteligência,
a adaptação e a memória, e também com o trabalho, a economia e a
globalização e os rituais de iniciação e de passagem, como a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis.
As
monstruosidades e os Monstros,
inclusive na determinação do Apocalipse, surgem durante o
processo de individuação de cada sujeito por causa das descobertas da vida e da
liberdade individual e do aprisionamento coletivo assujeitado ao coletivo e ao
individual, ambos, inconscientes, e assim aos arquétipos como o sombra onde
depositamos nossa carga agressiva e destrutiva negando-as de nossa constituição
e destinando-as aos outros, jamais a nós mesmos também no trabalho e nas
relações que o trabalho proporciona, na economia e suas relações como as de poder,
e na globalização, também por meio de rituais como os de iniciação e de
passagem.
Deste
modo a Humanidade já destruiu e criou Monstros através de suas descobertas da
vida e de sua liberdade individual e de seu
aprisionamento coletivo, como pelo arquétipo sombra, inclusive na determinação do Apocalipse,
durante sua evolução da civilização como na Inquisição, na 2ª Guerra Mundial,
nas Ditaduras Militares, nos Grupos Terroristas, nos Grupos de Extermínio, no
crescimento e desenvolvimento da Igreja Católica, nas Intifadas, na Guerra do
Vietnã, na Guerra do Iraque, na Guerra do Afeganistão, no combate ao
Terrorismo, na prática dos crimes sexuais e de toda a ordem como a pedofilia, a
prostituição, as drogas, a discriminação racial, a escravização, o tráfico de
pessoas, a servidão, a fome, a miséria, a despersonalização, no Darwinismo, no
Freudianismo, no Lacanismo, no Comportamentalismo, as Artes, as Culturas de
Morte, como nas disputas eleitorais e políticas, etc., e continuará a
destruí-los pois originam-se das origens da vida na Terra, da luta e da guerra
pela sobrevivência e bem-estar e perpetuação de sua espécie, somos uma espécie
como tantas outras que também lutam contra as adversidades do meio ambiente
como as sexuais onde os mais fortes vencem e derrotam muitas vezes cruelmente
adversários sexuais através da Seleção Natural, dependem ontogeneticamente
também do trabalho, da economia, da globalização, do poder, da Saúde, da
Educação, e culturalmente dependem década sociedade e grupo social com sua cultura
e modos de relação social. Sempre encontraremos Monstros e a sombra reconhecida
e assumida através da projeção de nossa carga hostil em outros objetos em
nossos caminhos até a Salvação, a fase Cósmica do Processo de Individuação,
durante nossas descobertas da vida.
A
Educação resolve nossos problemas com a sombra e nossos Monstros internos que
projetamos nos outros com no trabalho, na economia, na globalização e nas
guerras, movimentos, protestos e conflitos e vandalismos em busca de paz
justamente porque não conhecemos ainda a paz, porque não fomos e não somos
educados ainda o suficiente seja pelos nossos pais, cuidadores, professores,
políticos, religiosos, amigos, amores e romances, policiais, profissionais da
saúde, psicólogos, médicos, psiquiatras, artistas, filósofos, comunicadores,
cientistas, etc.. A Educação tudo resolve, inclusive na determinação do Apocalipse. A Educação
educa nossos Monstros e evita nossas monstruosidades melhorando nossos
processos de descobertas da vida e de liberdade individual e aprisionamento
coletivo através do Processo de Individuação. A liberdade individual é
experimentada nos rituais porém com o aprisionamento coletivo na Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
nossa sombra sofre mudanças durante o dia mas nós não, somos os mesmos, ela ora
é menor ora é maior ou é distorcida ou se mistura a outras sombras, nós, o
self, não nos misturamos, para compreender a sombra precisamos aceita-la e
reconhece-la como parte de nós e que ela sofre transformações, ora é ¨bonita¨ ora é feia, não há como lutar com a sombra,
ela nunca fugirá de nós, precisamos conhece-la e aceita-la como parte de nosso
mundo psíquico sem nos ¨machucarmos¨, precisamos fazer nossas descobertas da
vida, dos monstros, dos heróis e dos escravos para lidar bem com a nossa sombra
arquetípica.
Eu
acredito que as descobertas da vida,
inclusive na determinação do Apocalipse, ajudam na adaptação da
memória que produz a transcendência que assim gera a miséria, a caridade e o
trabalho a fim de servir à vida e à
Evolução, mas surgem adversidades com o sombra que se personificam como
violência, guerras, crimes, holocaustos, barbáries, atentados, terrorismo,
deturpação, difamação, conflitos, abuso e exploração, movimentos, protestos e
vandalismos, etc., que são resolvidos através da Educação e do Amor Fraterno
que nos auxilia com o sentimento de renascimento que vem do Estado e de cada
família e emerge de cada indivíduo, só este Amor nos permite isto durante
nossas vidas, mas nada na vida! Pense nisto! Deus faz bem! Eu posso acreditar
em Deus, no Pai, no Filho e no Espírito Santo, Amém!
Também podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano
onde há continuidade da vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico
Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a
Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a
Espiritualidade, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram
para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno resistirá ao Apocalipse Universal que poderá
ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o
nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo, ou através da Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar
se ele entrar em conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na
Bíblia com outras palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
A liberdade,
inclusive na determinação do Apocalipse, pode acabar com nossas
vidas e com o nosso mundo e até com o nosso Universo e o Sobrenatural, nossas
experiências nos revelam nossa capacidade de sermos livres e de nos libertarmos
para seguirmos sempre em frente, a liberdade deve marcar a Vida e não a Morte.
A liberdade é um processo individual marcado pelo aprisionamento coletivo.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida, compreende seus ritos e os absorve
mantendo-os e os perpetra; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para
ser destrutiva em nossos tempos, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os
e os perpetra; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra; a Evolução
espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução depende da transmissão de
conhecimento, seja celular, genético, molecular, atômico, arquetípico,
inconsciente ou qualquer outra forma de transmissão de conhecimento como as
Escolas de hoje. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o
espírito, a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a
exclusão! A
determinação do Apocalipse é voltada para a educação e socialização, para a convivência
e paz social! Temos leis que punem discriminadores, racistas
e perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a exclusão
e discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização também
são voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação! A
Evolução cria e depende de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis. A Evolução precisa do Processo de Individuação e de todos os seus
elementos constitutivos como os arquétipos e as fases. O Processo de
Inidividuação segundo Mattanó começa com
a Concepção e o Herói (Fase Urubórus), o Chamado que Pode ser Recusado, as
Forças se Unem Para o Bem-aventurado,... o Encontro com a Deusa (Fase
Matriarcal),... a Relação com o Pai (Fase Patriarcal),... a Magia nas Decisões
(Ciclo de Alteridade)...e vai até A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver
(Fase Cósmica). O Processo de Individuação tem por finalidade a Liberdade da
Vida e dos Ensinamentos da Vida numa relação Cósmica de maravilhamento e contentamento,
deleite profundo a favor do Cosmos, do Universo, do Universal, da
Universalidade, da amplidão experiencial e do descortinar do caminho rumo ao
infinito e mais belo, inclusive
na determinação do Apocalipse.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 18 de setembro
de 2016.
7. Psicologia Social
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
Para falarmos sobre o trabalho, a economia e a globalização, inclusive da determinação do Apocalipse
através de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis
precisamos não somente dos conceitos sobre a consciência, a identidade, a
atividade e a alienação, devemos acrescentar a afetividade (sendo esta
sentimentos e emoções) descolando-a da identidade pois esta agora pode englobar
aspectos do passado, presente e futuro enquanto que a afetividade pertence
somente ao contexto do aqui e agora, mesmo que haja uma memória afetiva esta
pertencerá à identidade e não a afetividade,
a afetividade somente o aqui e agora como por exemplo aceitável o que
sentimos quando nos recordamos aqui e agora de aspectos do passado, coisas do
presente ou aspectos que planejamos para o nosso futuro. E há também o
inconsciente, processo pelo qual algo não se passa nem se processa conscientemente como perceber
uma coisa ou outra ao mesmo tempo, diferentemente do inconsciente freudiano.
Este inconsciente está ligado à percepção que afeta a consciência, a
identidade, a atividade, a alienação e a afetividade. Então a adaptação sexual,
moral, física, mental, social e/ou pública dependem do contexto sócio-histórico
sendo ela na maior parte das vezes violência por não aceitar e exogrupo a
partir de suas concepções endogrupais e etnocêntricas onde pela força você
domina, castiga, transforma, tipifica, descaracteriza, mata o outro que não lhe
pertence a sua estrutura grupal e assim a sua consciência, identidade,
atividade, alienação, afetividade e inconsciência, seja no trabalho, nas
relações econômicas e na economia e na globalização da economia, da tecnologia,
do consumo, da informação e da liberdade através ou não dos rituais e da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. O outro e seu grupo são o
indecente que não possuem virtudes nem qualidades onde até a terminalidade lhe
são fatais, ou seja, não há vida para o outro nem independência, só há morte! O
papel dos grupos é defender seus membros da fome, do frio, da terminalidade,
dos perigos, ameaças e adversidades do meio ambiente assim o outro é condenado
a ser domado ou morto para ser o ou não ser consumido como comida para o corpo,
a alma ou para o imaginário e simbólico, somos animais, ou até mesmo para o
nosso sentimento e desejo de escravizar o próximo no trabalho, na economia e
através da economia e na globalização e através da globalização! E estamos
fadados a nunca deixarmos nesta vida a deixarmos de sermos animais e
sobrevivermos da morte das outras coisas vivas para a própria coisa chamada
vida e assim também a escravidão no trabalho, na economia e na globalização por
causa dos nosso rituais. A indecência hoje seria a violência, a escravidão, a
alienação, o futuro é difícil de predizer, talvez com base em outras vivências
e experiências grupais, novas tecnologias deixe de ser violência à morte do
outro e o próprio outro o aceitando e acolhendo-o pacificamente sem dualismo
amor e ódio, guerra e paz por causa de monstros internos de pessoas e grupos
violentos e assim indecentes, será que um dia a indecência haverá se de se
esgotar? A indecência depende de como encaramos a terminalidade e de seus
rituais de luto e de consolo, de passagem, e deste modo, o consolo e o luto,
depende do trabalho, da economia, da globalização, da adaptação que é por sua
vez mantenedora da memória ou mesmo, a própria memória afetiva ou não afetiva!
A indecência é a violência, as guerras, o protesto, o movimento, o vandalismo,
o sofrimento, e a decência seria então a paz, o contentamento, a Educação é a
decência, onde há decência há Educação e onde há indecência não há Educação,
basicamente Educação é isto e serve para resolver este tipo de problema! A
Educação se faz através de rituais de iniciação e de passagem, precisamos dos
rituais. Precisamos de rituais para nossa identidade, consciência, atividade,
alienação, inconsciente e afetividade desde a iniciação até a passagem pelos
limiares até a liberdade. Por isso devemos Educar nossos filhos, e a nós mesmos
continuamente em todos os ambientes de nossas vidas, em todos os nossos
relacionamentos sociais, para que nossa consciência, atividade, identidade, inconsciência,
alienação e afetividade sirvam-nos ao nosso bem-estar social e nossos Monstros
não nos dominem. Precisamos alcançar a Liberdade para Se Viver e Ensinar a
Viver através da Trajetória dos Heróis, ela:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Nossos Heróis enfrentarão na Trajetória da
Vida os Monstros.
Para esta abordagem os Monstros são
produtos da atividade, da consciência, da identidade, da alienação e do
inconsciente nas relações entre sujeitos sociais também no trabalho, na
economia e na globalização através ou não de rituais, inclusive na determinação do Apocalipse.
Pela atividade o sujeito se apropria
do mundo e se expressa pela consciência processo da sua identidade e do que não
consegue ter totalmente pela alienação e pelas coisas que não se processam
conscientemente como perceber mais de uma coisa ao mesmo tempo, o inconsciente
que condensa e desloca informatividade, saber.
Se compreendemos a linguagem dos
Monstros, inclusive na
determinação do Apocalipse falaremos com eles mas se não
obtivermos êxito não nos comunicaremos com eles e serão processos obscuros e
menos acessíveis em nossas vidas sociais causando coisas incompreensíveis como
coisas falsas que por serem falsas não têm valor de existência por não existir,
mesmo existindo falsamente? Se não compreendemos a linguagem dos Monstros ela
será falsa porém nossa atividade diante de uma coisa falsa é difícil e
dolorosa, causa sofrimento à consciência e à identidade por estar alienada e sob processos
inconscientes incompreensíveis.
E assim lidamos com nossos Monstros!
Nossos Monstros, inclusive na determinação do Apocalipse
devem ser abordados no trato social através de rituais de iniciação e da
passagem e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis também em
movimentos, protestos, vandalismos, agitadores, criminosos, baderneiros,
curiosos, de nossos meios com Educação,
pois como vimos a Educação tudo resolve, tudo socializa, desde o nascimento até
a morte, ou seja, por toda a vida, durante todo o período relacional social e
suas implicações educativas, não mais nem menos, só educativas, a vida é uma
constante Educação, não deve ser vista como outra coisa, como violência, como
trabalho, como luta, como dever, como qualquer outra coisa, deve ser vista como
Educação para hoje e para a amanhã, para o futuro e assim para a eternidade,
deste modo a vida na Terra estará perpetuada e a salvo dos males da
criatividade associada a destrutividade e auto-destrutividade da humanidade. A
vida é uma constante e transformante Educação!
Concluo que a adaptação propicia a atividade de memorizar
que por sua vez leva a atividade, a consciência e a identidade, afetividade,
inconsciência e alienação de miserável que produz nas relações sociais os ritos
e a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, a caridade e o trabalho,
economia e globalização da economia, da informação, da tecnologia e do consumo,
e da liberdade, inclusive na
determinação do Apocalipse que ajudaram a fazer surgir na
humanidade a violência, a exploração e o abuso, o crime, a desordem, o caos, a
crueldade, a criação e proliferação social de doenças biológicas, psicológicas,
sociais, filosóficas e/ou espirituais, as guerras, toda sorte de maldades que
conhecemos e que cometemos uns contra os outros por não termos Educação
suficiente para lidarmos com nossos Monstros e assim transcender e lidar com o
sentimento de renascimento que vem do Alto! Este sentimento só vem da nossa
relação para com Deus! Podemos Amar a Deus e temos uma área no nosso cérebro
para isto! Deus faz bem!
Mas para finalizar podemos abordar o Construtivismo Físico
Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo e assim das Ciências,
das Artes e dos Saberes e o
Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo
fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a
Filosofia e a Espiritualidade, pondo fim às Ciências Biológicas, Humanas, da
Saúde, Exatas, Sociais, da Computação, etc., acabando com as Ciências que
descobrimos e que criamos e desenvolvemos, restando somente Deus e o Reino de
Deus com aqueles que foram para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno resistirá ao
Apocalipse Universal que poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou
outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação Natural ou
Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo através do
Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo, ou através da Oração, da
Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar se ele entrar em conflito consigo
mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na Bíblia com outras palavras mas com
a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna! Abordamos novamente nossos rituais
religiosos de iniciação e da passagem e também seus ensinamentos agregados a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A liberdade,
inclusive na determinação do Apocalipse pode acabar com nossas
vidas e com o nosso mundo e até com o nosso Universo e o Sobrenatural, nossas
experiências nos revelam nossa capacidade de sermos livres e de nos libertarmos
para seguirmos sempre em frente, a liberdade deve marcar a Vida e não a Morte.
A liberdade é um processo individual marcado pelo aprisionamento coletivo e
social, de nossas relações sociais primárias na família e secundários, fora da
família. A liberdade solitária e individual é ritualizada internamente e a
liberdade partilhada e coletiva é ritualizada internamente e externamente.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações
sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Não precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização!
Eu escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa! A Evolução educa nossa Vida, nossos Monstros
e nossos Heróis através dos rituais de iniciação e de passagem pela Escola,
Religião, Trabalho, Sexo e Sexualidade, e outros aprendizados e manifestações
comportamentais sociais.
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução não
tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo! Desejando
ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e globalizadoras em
função de nossas descobertas e do avanço Científico e Tecnológico, e do
crescimento da população mundial – a Evolução educa e preserva a Educação e o
ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais, sociais e coletivas –
estamos sendo Educados a vida inteira -
a Educação não termina, não tem fim e a Evolução também! Evoluir pode
ser também se Educar que é aprender a conviver! A Evolução leva a convivência!
Para conviver dependemos de nossa carga filogenética, ontogenética e cultural,
espiritual, da vida e do universo! A Evolução faz evoluir a espécie, o
indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito, a vida e o cosmos, ela é
voltada para a convivência e não para a exclusão! A determinação do Apocalipse é voltada para a
resocialização pois reeduca o mundo como o conhecemos e o apreendemos hoje!
Temos leis que punem discriminadores, racistas e perseguidores! A Evolução é
voltada para a convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução do
trabalho, da economia e da globalização também são voltadas para a convivência
e não para a exclusão e discriminação! Exclusão social e discriminação tendem
hoje a serem crimes no Brasil e no mundo! A Evolução do trabalho, da economia e
da globalização dependem e caminham a passos mais rápidos do que aos da
filogênese e da ontogênese, a Cultura Evolui mais rápido entre os Humanos!
Estamos caminhando rapidamente para a união e para os fenômenos positivos da
globalização como a integração, a derrubada de fronteiras, a educação, a
economia, a tecnologia, o consumo, a informação, a liberdade e a política! A
Evolução cultural produz política e depende hoje da política para se governar e
se sustentar, política é a arte de bem-governar! Bem-governar é poder ter e
poder oferecer Saúde, Educação, Trabalho, Liberdade, Lazer, Locomoção e
Ir-e-vir, Política, Vida, Propriedade Intelectual e Propriedade Material,
Religião, Alimentação e Água, Renda, Teto, Vestimenta, Afetividade, Cultura,
Sexualidade, Família, Transporte, Saneamento, Segurança e Justiça como Direitos
básicos a população se houvesse uma Reforma Política no Brasil!
Para uma Reforma
Política no Brasil dependemos do conhecimento e da Educação de nossas Vidas,
Monstros e Heróis! Precisamos descortinar o alvorecer do Sol! Precisamos,
segundo Osny Mattanó Júnior, ser Concebidos e Viver (Fase do Nascimento e da
Vida); Precisamos nos Encontrar com a Deusa (Fase das Primeiras Relações
Sociais); Precisamos da Relação com o Pai (Fase da Transferência de Conteúdo
das Primeiras Relações Sociais); Precisamos da Magia nas Decisões (Fase da
Educação e do Trabalho); e para obtermos sucesso e realização, Precisamos da
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase do Trabalho, da Produtividade e
da Nova Família), inclusive na determinação do Apocalipse!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 18 de setembro
de 2016.
8. Psicologia
Escolar
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
No
âmbito escolar a Psicologia Escolar entende que o trabalho, a economia e a
globalização, e a adaptação,
inclusive a determinação do Apocalipse, que levam a transcendência oriundos das
situações em que vivemos experiências de aprendizado em experiências de
conflitos e de paz e assim a adaptação estão
ligados aos processos de aprendizagem e assim aos problemas e distúrbios
de aprendizagem que devem ser tratados, podendo isto levar ao bullying, já que
o bullying é bastante presente nas Escolas, este bullying pode ou não ser
ritualizado e pertence a história da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis na e da Escola. A escola tem este papel de formação e de transformação
para a convivência entre as pessoas e os povos, formação da Trajetória da Vida
e de Heróis tendo assim um papel pacificador se ela não for vítima de bullying
(Trajetória dos Monstros) e prejudicada em seu papel de formação e
transformação, para o futuro no trabalho, agora na economia e no futuro das
relações econômicas como e geração de renda e de capital e a globalização da economia,
da tecnologia, da informação, do consumo, da liberdade. A violência ou bullying
pode ser transformada através da escola com o trabalho do Psicólogo Escolar
atuando junto aos alunos, professores e equipe-técnica, levantando propostas e
tomando decisões para otimizar a dinâmica da Escola e sua função social como
educadora para o trabalho, a economia e a globalização. Então em caso de morte
e perdas o consolo e o luto em momentos e períodos de guerras na Escola seriam
abordados pelos professores e equipe-técnica, e pelo próprio Psicólogo Escolar
de modo a facilitar a elaboração do luto mediante o papel do consolo, ou seja,
através do consolo a criança ou o aluno adquiriria repertório comportamental
para elaborar o luto em quaisquer ambientes para sua adaptação e diminuição do
sofrimento mental e até físico, seria este o papel da Escola quanto ao consolo
e o luto e a adaptação, pura memória ou processos de Educação e de memorização.
E em momentos e períodos de paz o papel do Psicólogo Escolar seria de mantenedor e difusor de idéias e projetos
pacificadores para melhorar e otimizar os relacionamentos na Escola entre os
seus de modo que seus Monstros não voltem a incomodar-lhes, sabemos que o
Psicólogo Escolar ajudará na formação da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis e que ele também poderá representar para sua clientela tanto um Monstro
quanto um Herói na Trajetória da Vida, mas...
Na
Escola os Monstros, inclusive
na determinação do Apocalipse, estão ligados as formas de
violência na Escola como o bullying sexual, moral e psicológico onde as
diferenças não são toleradas e são meios ou canais para a descarga agressiva e
destrutiva com ofensas, humilhações, amedrontamentos, envergonhamentos,
assédios, brigas, discussões e palavras grosseiras e pesadas que podem levar a
uma série de diversas conseqüências penosas para o violentado e para o
violentador lesando a vida do trabalhador e do futuro trabalhador, da economia
e das suas relações e da vida globalizada, assim o Psicólogo Escolar deve ouvir
e observar rituais, decifrando ganhos primários e secundários e perdas a curto,
médio ou longo prazo como doenças mentais e seqüelas profundas inapagáveis que
se transcendenditas impulsionarão as vítimas a se tornarem pessoas melhores que
as outras que não conseguem transcender à violência e mergulharem em dores
oceânicas que podem levar essas pessoas a deficiências mentais ou sociais como
psicóticos, doentes sexuais, transtornos alimentares, delinqüentes, criminosos
ou ensimesmados, poderemos assim deslumbrar nossos Heróis e nossos Montros em
meio aos rituais da Escola.
Esses
nossos Monstros, inclusive na
determinação do Apocalipse, os problemas trabalhistas e no
trabalho, os problemas com a economia como as dívidas e a compulsão para o
consumo, e a globalização e seus frutos e fenômenos são aprendidos em parte na
Escola e são em parte também resolvidos
em grande parte na Escola, são ritos incorporados na Escola, por isso a
Educação tudo resolve, evita grandes tragédias e pequenas desgraças sociais ou
humanas como as guerras e os grandes horrores, evita também os movimentos e
protestos desorganizados, vandalismos e crimes. Por isso a Educação nunca deve
parar, devemos estudar a vida toda, não na Escola somente, mas no trabalho, na
Igreja, no clube social, na casa de nossos pais, de nossos romances e de nossos
filhos, de nossos parentes, devemos continuar o debate acadêmico e ler a vida
toda, a informação deve ser direito de todos, ela deve ser consciente e justa,
não manipuladora, devemos ter o direito de ter acesso a internet e aos mass
mídia para nos atualizarmos constantemente, pois nossa consciência se atualiza
constantemente, visto que está em constante movimento e transformação
momento-a-momento, a consciência deve ser direito de todos assim como a
Educação que tudo resolve. A Educação melhora nossos afetos e estados de
consciência em meio aos rituais de iniciação e de passagem na e da Escola.
Assim o trabalho, a economia e a globalização, inclusive na determinação do Apocalipse,
levam a adaptação e a transcendência que
é o produto final dos ritos de iniciação
e de passagem na e da Escola
durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que favoreceu ao
surgimento dos modos de lidar com a miséria como a caridade e o trabalho, a
exploração e o abuso, mas também a violência, os crimes, as guerras, os
holocaustos, as barbáries, as tragédias, as catástrofes, as degradações, os vandalismos,
os protestos e movimentos hediondos, as
difamações, as distorções, os vandalismos, as agressões, as explosões e
propagações de doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psicológicas,
sociais, filosóficas e/ou espirituais que somente a Educação e o Amor de Deus
que tem lugar em nosso sentimento de renascimento para existir e ter função em
nossa luta contra as adversidades contra o meio ambiente.
Então podemos dizer que pela Educação, inclusive na determinação do Apocalipse,
chegamos ao conhecimento, o conhecimento é o produto dos rituais de iniciação e
de passagem da e na Escola e assim continuamos por toda a vida criando e
gerando o conhecimento como o de poder haver o Apocalipse Universal com o fim
do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo
Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano
continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não
haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de
Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso
Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e
a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e
influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e
Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos isto aos rituais de iniciação e de passagem da e na Escola
série após série, ou ano escolar após ano escolar, devemos nos entregar aos
processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e
adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e
do trabalho, da economia e até dos fenômenos associados a globalização de
nossos antepassados e de suas relações sociais que marcaram a História da
Humanidade e da Civilização. Nossa História carrega em si toda a Nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Nossos
Heróis obedecem uma seqüência evolutiva de estágios, são eles:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Não precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização!
Eu escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente! Já
podemos provar da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver através da Escola e
da Educação.
A Evolução filogenética é um processo
crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais
para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora
da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e
mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos.
A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança
seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A
Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e
ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o
espírito, a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a
exclusão! A
determinação do Apocalipse é
voltada para a resocialização e reeducação pois transforma o mundo como o
conhecemos e apreendemos! Temos leis que punem discriminadores, racistas e
perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a exclusão e
discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização também são
voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação! Exclusão
social e discriminação tendem hoje a serem crimes no Brasil e no mundo! A
Evolução do trabalho, da economia e da globalização dependem e caminham a
passos mais rápidos do que aos da filogênese e da ontogênese, a Cultura evolui
mais rápido entre os Humanos! Estamos caminhando rapidamente para a união e
para os fenômenos positivos da globalização como a integração, a derrubada de
fronteiras, a educação, a economia, a tecnologia, o consumo, a informação, a
liberdade e a política! A Evolução caminha lentamente como caminha lentamente a
Evolução dos nossos rituais de iniciação e de passagem na Escola e na
Educação. A Evolução cultural produz
política e depende hoje da política para se governar e se sustentar, política é
a arte de bem-governar! Bem-governar é poder ter e poder oferecer Saúde,
Educação, Trabalho, Liberdade, Lazer, Locomoção e Ir-e-vir, Política, Vida,
Propriedade Intelectual e Propriedade Material, Religião, Alimentação e Água,
Renda, Teto, Vestimenta, Afetividade, Cultura, Sexualidade, Família,
Transporte, Saneamento, Segurança e Justiça como Direitos básicos a população
se houvesse uma Reforma Política no Brasil!
A Evolução cultural depende da Educação que promove o bem-estar e a convivência entre as diferenças
e igualdades, a Educação pode ser Bancária que é depositária do saber e
inquestionável; Educação Libertadora que é livre onde o saber é construído com
a participação do aluno ativamente; e a Educação Dessensibilizadora Contexual
onde aprendemos a não nos prendermos mais ao saber dessensibilizando-o e
compreendendo-o como fenômeno do Contexto, de sua época sócio-histórica
deixando ele passar através de seu conhecimento causando conhecimento mas não
sensibilizando o aluno a mover-se por ideologias.
O Trabalho, a Economia e a Globalização podem assim ser
Bancárias, Libertadoras e/ou Dessensibilizadoras Contextuais. O Homem trabalha
para ter economia, guardá-la, compreendê-la e depois livrar-se dela através de
seus rituais educativos de iniciação e de passagem na Escola e fora da Escola
trabalhando assim suas regras oriundas da Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis.
O
indivíduo é Concebido e Vive (A Concepção e o Herói: vive fantasticamente
aprendendo a aprender mesmo sem ter aprendido a aprender, vive instintivamente
desde a concepção com sua mãe na vida intra-uterina), se Encontra com a Deusa
(Se Relaciona com sua Mãe), tem Sua Relação com o Pai (Aprende a Viver com o
Pai), tem A Magia nas Decisões (Aprende conhecimento nas Escolas), e tem A
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Compreende o Valor de sua Vida e o
de seu Mundo) – esta última fase só é alcançada por meio de regras de
auto-conhecimento ou por meio de experiências culminantes e de deleite e
deslumbramento intensos, pois a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é
intensa, inclusive na
determinação do Apocalipse!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 18 de setembro
de 2016.
9. Psicologia
Humanista
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
A
incapacidade de transcender advinda das guerras, crimes e violências
dos eventos que
repercutem falta de paz em nosso interior e em nossas sociedades estão ligados
as deficiências em nossos trabalhos, ofícios e profissões, como no que geram
como a economia e a globalização da economia, da tecnologia, da informação, do
consumo e da liberdade, inclusive
na determinação do Apocalipse, à incapacidade de satisfazer
nossas necessidades e de nos adaptarmos, fazendo dos nossos rituais de
iniciação e de passagem verdadeiros fracassos e frustrações que daí nos
tornamos destrutivos e auto-destrutivos com problemas adaptativos em aceitar as
diferenças, a liberdade e a capacidade de criação e independência com
privacidade e autonomia, livre-arbítrio, naturalidade e simplicidade, trabalho
e percepção objetiva da realidade impulsionando as experiências místicas e
culminantes, êxtase e deleite intensos, afeição e empatia para com a
humanidade, resistência ao conformismo e um elevado grau de interesse social
numa relação destrutiva com a Trajetória da Vida e dos Heróis e nos vencendo as
capacidades nossos Monstros . Não aceitar e não saber lidar com o luto no
trabalho, com as perdas, com as dívidas e com as conseqüências pós-morte da
globalização, através dos nossos rituais e de nossos Monstros, como o luto
ligado a economia (parar de gastar ou se fechar e economizar), a tecnologia (se
abrir ou se fechar as tecnologias), ao consumo (se abrir ou se trancar ao
consumo) e ao da informação (se isolar ou se abrir para o mundo de relações e
informações) é problema adaptativo oriundo dos processos do consolo da singular
dificuldade em se aceitar e às suas necessidades, sejam fisiológicas (comida,
água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e
libertação do medo e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos
outros e de si mesmo, e de auto-realização. A cada necessidade mal elaborada
pelo sujeito e pela sociedade aparece a indecência reorganizada e transformada
em decência através da convivência, da paz e do amor, da naturalidade e
simplicidade, do trabalho (como dos profissionais da saúde, educação, política,
artes, etc.), da percepção objetiva da realidade, da afeição e da empatia por
toda a humanidade, a decência é aqui ritualizada na Trajetória da Vida e dos Heróis. Assim o consolo e o luto vão
sendo organizados e reorganizados através da indecência e da decência que
permite ao sujeito convivência, paz, amor, naturalidade, simplicidade,
trabalho, objetividade, afeição, empatia pela humanidade, ou seja, um retorno a
vida saudável e assim à auto-realização. Assim lidamos com o consolo, o luto,
(a terminalidade) e a adaptação, e agora também com a memória, a economia e a
globalização através de ritos e de nossos Heróis. A adaptação que é memória
pois não existe memória mas sim somente adaptação, isto evoca a transcendência,
trabalho, economia, e globalização. Assim lidamos com o sofrimento das guerras
e buscamos paz e contentamento para superar nossos erros e fracassos humanos e
pessoais, nossas tragédias existenciais para sempre lembradas em processos
adaptativos mas que não sei porque teimamos em alguns períodos da história
esquecer, em começar outras guerras e depois lamentar e começar a chorar e a
pedir desculpas não sei por quê, a história sempre revela que toda guerra
poderia ter sido evitada, a Educação tudo resolve!
Não aceitar as diferenças no trabalho, na
economia, inclusive na
determinação do Apocalipse, não tolerar erros se necessário,
e na globalização ou seja, nossos Monstros é cortar uma das veias do coração
humano e deixar sangrar até o morte das diferenças ou Monstros, é dar um tiro
num animal, seja perigoso ou não, depende de como o entendemos e de como
lidamos em relação a ele e a nós mesmos, com ou sem segurança e o porquê dessa
atitude segura ou destrutiva, amável ou hostil? Saber lidar com as diferenças
ou Monstros é aceitar a liberdade e a individualidade e sua capacidade de
criação e independência com privacidade e autonomia, livre-arbítrio, agindo com
naturalidade e simplicidade, e tendo capacidade para algum tipo de trabalho com
uma percepção objetiva da realidade levando-o a experiências místicas e
culminantes, êxtase e deleite intensos, com afeição e empatia pela humanidade,
apresentando resistência ao conformismo e alto grau de interesse social. Saber
lidar com os nossos Monstros nos ajuda a lidar com a Trajetória dos Heróis,
ela:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
No
final da Trajetória dos Heróis alcançamos nossa Liberdade.
Não aceitar e não saber lidar com as
diferenças ou Monstros, inclusive
na determinação do Apocalipse é não aceitar e não lidar com
nossas próprias necessidades e liberdades, sejam fisiológicas (comida, água,
sexo, sono e ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e
libertação do medo e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos outros
e de si mesmo, e de auto-realização.
A auto-realização é a plena Educação, inclusive na determinação do Apocalipse.
A auto-realização é saber o que você mesmo pensa, sente, fala, mostra, ouve, vê
e faz, é ser Educado para os rituais e pelos rituais de iniciação e de passagem
para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Quando falamos de auto-atualização também
falamos de adaptação e assim de transcendência e de memória e meios de lidar
com regras e rituais ligados a miséria como a caridade e o trabalho, o lucro, a
exploração, o abuso, a violência, o controle, o mercado, as guerras, os
conflitos, os horrores, as tragédias, as brigas, as perdas, os crimes, etc.,
para evocar a Educação e o Amor Fraterno de Deus e assim nosso sentimento de
renascimento. A Educação prepara o indivíduo para o trabalho e para a economia
e a globalização, inclusive na
determinação do Apocalipse. A Educação prepara o indivíduo
para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, pois nascemos num mundo
já Educado ou que já existe com modelos de Educação que serão internalizados.
Então
podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da Adaptação e assim
ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos
Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico
Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará
havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros
¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou
mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o
Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também
a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo
deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal
fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser
transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o
Universo, o Apocalipse Universal!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações
sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Não precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização!
Eu escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
O
Homem Trabalha e Economiza para satisfazer suas necessidades, sejam
fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança,
estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade), de
pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de auto-realização
através de ritos para sua Educação já pronta e para se fazer durante sua
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
O
Homem busca sua auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver)
satisfazendo suas necessidades anteriores, elas, fisiológicas (a Concepção e o
Herói), de garantia (as Forças se Unem para o Bem-aventurado), de pertinência e
de amor (o Encontro com a Deusa), de estima dos outros e de si mesmo (a
Apoteose), e de auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver) , inclusive na determinação do
Apocalipse.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
18 de setembro de 2016.
10.
Psicologia
da Personalidade
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
Esta
abordagem entende que os rituais de iniciação e de passagem e a
Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, a adaptação e a transcendência oriundos das relações em
tempos de guerras e de paz e a memória que por sua vez repercute como
adaptação, e atividades de trabalho,
economia e de globalização,
inclusive na determinação do Apocalipse, podem serem fruto de
uma relação mãe e filho se ela, sua mãe, não satisfazer a necessidade de amor
de seu filho pela sua tendência inata para atualizar as suas capacidades e
potencialidades do seu eu, gerando auto-atualização, então pode gerar
sofrimento durante a etapa de adaptação no sofrimento durante as perdas. Está
má relação pode originar conseqüências ruins para a auto-atualização assim para
o seu modo de lidar ritualmente com o luto e com a formação do próprio luto,
com nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, por exemplo em guerras e más
memórias, ou seja, má adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental no trabalho, nas relações
econômicas e com a economia e na globalização da tecnologia, da economia, da
informação, do consumo e da liberdade. A tendência inata para a
auto-atualização deixa o indivíduo capaz de dominar seu luto em seus
relacionamentos gerando paz e um alto grau de saúde psicológica através de seu
pleno funcionamento mental deixando-o em pleno funcionamento mental para o
trabalho, a economia e a globalização. Esta capacidade permite toda e qualquer
experiência seguindo seus próprios instintos e não pelas opiniões e vontades
dos outros com liberdade de pensamento e um alto grau de criatividade dominando
seu sofrimento e luto e assim sendo adaptado e justo consigo mesmo, oferecendo
ao indivíduo o mais alto grau de saúde psicológica, a auto-atualização. Assim a
Educação com seus rituais de iniciação e de passagem ajuda a levar a
auto-atualização pois com uma boa relação entre mãe e filho tudo fica melhor
para o futuro das crianças, havendo então paz e contentamento, produzindo boa
adaptação que é assim também boa memória já que não existe memória, apenas
adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental.
Pela nossa tendência inata para atualizar as nossas
capacidades e potencialidades do eu se dá a auto-atualização que pode ser
prejudicada pelas experiências infantis se suas experiências com sua mãe não
satisfazer sua necessidade de amor pela estima positiva entre mãe-filho e pela
aprendizagem oriunda das relações com sua mãe e de outras relações limitando-a
a possíveis Monstros como o bullying sexual, moral ou psicológico dentre outras
formas de violência e agressão como a física e social no trabalho, nas relações
econômicas e na globalização,
inclusive na determinação do Apocalipse, assim, favorecendo o
desrespeito as incolumidades corporal, pessoal, patrimonial e da vida pública,
e delinqüência podendo se transformar num criminoso ou ensimesmado.
A tendência inata para a auto-atualização
permite ao sujeito dominar seus Monstros internos e relacionados as relações
sociais conduzindo-o a paz e equilíbrio num alto grau de saúde psicológica pelo
pleno funcionamento de sua mente no trabalho, na economia e na globalização, inclusive na determinação do Apocalipse.
Serão assim abertos a toda e qualquer experiência, viverão plenamente cada
momento de suas vidas, guiar-se-ão pelos seus próprios instintos e não pelas
opiniões e vontades dos outros, terão liberdade de pensamento e a um alto grau
de criatividade assujeitando-os ao domínio dos seus Monstros biológicos,
psicológicos, sociológicos, filosóficos e/ou espirituais com satisfatória
adaptação e boa memória.
A tendência inata satisfeita permite a
auto-atualização reforçada pela Educação que deste modo assegura a segurança e
a paz no mundo e nas regiões do mundo, graças a boa relação entre mãe e filho e
a auto-atualização, enfim a Educação que tudo resolve. A Educação nos educa
para o trabalho, para a economia e para a globalização, inclusive para a determinação do Apocalipse.
A Educação nos educa para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A
Trajetória dos Heróis é a seguinte:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
A
auto-atualização só é alcançada com a Liberdade para Se Viver e Ensinar a
Viver, ela é fruto da Educação etapa-a-etapa, desde a Concepção e o Herói até a
última já citada anteriormente.
A Educação, inclusive na determinação do Apocalipse é assim um
conjunto de ritos de iniciação e de passagem,
frutos da adaptação que evocam transcendência para lidarmos com as
misérias com a caridade e o trabalho, e também com seus desenvolvimentos, o
abuso, a exploração, a violência, os crimes, as guerras, os holocaustos, as
barbaridades, as crueldades, as insanidades, as doenças biológicas, ecológicas,
físicas, químicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais, as
tragédias, os conflitos, as perdas, etc., deste modo abordamos o Amor de Deus e
o nosso sentimento de renascimento que nos faz renascer e enfrentar tudo de
novo, cada problema e superar momento-a-momento problema-a-problema como os
sexuais, os morais, os mentais, os físicos, etc., para alcançarmos a
auto-atualização diante da Trajetória dos Heróis.
Então
podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da auto-atualização e
da Adaptação e assim ao um poder haver o
Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das
Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através
do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida,
as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus
ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e
da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o
Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e
deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através
desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo
e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado,
começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse
Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o
Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das
dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! A auto-atualização pode
nos Salvar!
O
Homem Trabalha pois é Educado e é através da Educação que atinge a
auto-atualização e assim o pleno funcionamento mental no Trabalho, na Economia
e na Globalização através dos ritos de sua sociedade.
O
Homem trabalha para garantir sua Educação e sua auto-atualização econômica, ou
seja, permitir que sua tendência inata para a auto-atualização leve-o a
relações sociais de paz e de equilíbrio com um alto grau de saúde psicológica
pelo seu pleno funcionamento mental no trabalho, na economia e na globalização,
ficando abertos a toda e qualquer experiência, a cada momento de suas vidas,
aos seus próprios instintos e não às opiniões e vontades dos outros, terão
liberdade de pensamento e um alto grau de criatividade dominando seus Monstros
a ponto de vencê-los com a força de seus Heróis durante sua Trajetória dos
Heróis a fim de que encontre a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e viva
assim sua auto-atualização,
inclusive na determinação do Apocalipse.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
18 de setembro de 2016.
11.
Cognitivismo
O Apocalipse individual, coletivo, mundial ou
universal, seja ele qual for,depende das contingências do universo, da
ecologia, da espiritualidade, da
cultura, da ontologia e da espécie.
As contingências do universo referem-se a criação e a
Deus, aos seus fenômenos como os Bíblicos na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da ecologia referem-se ao mundo, ao
meio-ambiente, as catástrofes e cataclismas, por exemplo, na determinação de
nosso Apocalipse.
As contingências da espiritualidade referem-se a
relação do homem com Deus e seus milagres em relação ao nosso Apocalipse.
As contingências da cultura referem-se as questões
culturais e sociais dos grupos e indivíduos na determinação de nosso
Apocalipse.
As contingências da ontologia referem-se a
individualidade de cada homem e mulher na determinação de nosso Apocalipse.
As contingências da espécie referem-se as influências
e determinações
instintivas
de nossa espécie em nosso Apocalipse.
Contudo devemos sempre considerar na
determinação do Apocalipse os genes, o genótipo e o fenótipo, a história de
vida e o contexto que abrange o contexto da saúde do indivíduo e da qualidade
dos serviços de saúde, da educação, do trabalho, da justiça, da política, da
religião, da segurança e violência, da cidadania, da socialização com suas
relações dentro e fora da família, inclusive com seres vivos de outras
espécies, e a exposição a ameaças,
riscos e perigos reais ou doenças de modo que sempre o contexto
determine as regras ou contingências ambientais na determinação do Apocalipse.
Os
ritos do trabalho, da economia e da globalização da economia, da
tecnologia, do consumo,
da informação e da liberdade,
inclusive da determinação do Apocalipse que fazem parte dos
processos da adaptação e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis,
segundo o Cognitivismo de Mattanó que apresenta-se primeiro no período
Sensório-Motor (0 a
2 anos) onde a a criança se integra com ambiente pela imitação das regras e
assim, mesmo que compreenda algumas palavras no final deste período só será
capaz da fala imitativa, deste modo seu comportamento e sua adaptação as
conseqüências apresentar-se-ão pela imitação, seu contentamento poderá ser seu
primeiro episódio manifesto de transcendência, através dos seus Heróis ela
adquirirá a fala imitativa. No período Pré-Operatório (2 a 7 anos) acontece o
aparecimento da linguagem e assim modificações nas aspectos intelectual,
afetivo e social da criança, o pensamento se acelera, surgem sentimentos
inter-individuais como o respeito pelos que julga seus superiores, um misto de
amor e temor, a moral da obediência, deste jeito o sofrimento e o
contentamento, o trabalho e a economia e a globalização já fazem significado e
sentido, estará a aprender o seus conceitos que
se modificam através da obediência, a obediência, o respeito e o amor
trazem parte da transcendência que ficarão marcados em sua memória, ou seja, em
sua adaptação, através de seus ritos com a linguagem e intelectualidade,
afetividade e vida social ela experimentará sentimentos inter-individuais e
compreenderá a obediência, a obediência
é fundamental para a prática dos ritos e dos Heróis. No período de Operações
Concretas (dos 7 aos 11 anos) onde a criança começa a usar a lógica e o
raciocínio de modo elementar, o sofrimento e o contentamento se dão de modo lógico e elementar, a transcendência depende agora do raciocínio
lógico e elementar, haverá aqui não somente significado, sentido mas
também conceito de trabalho, economia e
globalização para a criança, seus Heróis adquirem elementos e lógica,
raciocínio, seus ritos também, o domínio completo se dá no último estágio, o de
Operações Formais (após os 12 anos), aqui o sofrimento e o contentamento, o
trabalho, a economia e a globalização tornam-se hipotéticos-dedutivos, a
transcendência aplica-se hipotética-dedutivamente, seus Heróis tornam-se
hipóteses e deduções, abstrações, e seus rituais também. Pode-se dizer que após
os 12 anos surge o pensamento hipotético-dedutivo, que lhe proporciona ser
capaz de deduzir as conclusões de puras hipóteses e não apenas da observação
real compreendendo seus problemas e os dos outros como a indecência sexual,
moral, mental, física, social e/ou pública, coisas objetivas e subjetivas,
porém após os 60 anos de idade o indivíduo poderá começar a apresentar demência
e outras doenças que diminuirão sua capacidade hipotética-dedutiva surgindo
novos e velhos problemas ligados à decadência física, mental, moral, sexual,
social e pública, a transcendência decai cognitivamente, seus Heróis são
afetados pela decadência e pela generosidade, seus rituais também. Assim a
indecência liga-se ao fato de o sujeito descobrir em si à capacidade
hipotética-dedutiva e fazer mal uso dela, por exemplo como bullying ou
incentivo de violência como o bulling na escola, na igreja, no trabalho, na
política, na família, nas amizades, etc.. Deste modo finalizo que pode haver
uma nova fase Cognitiva da 3ª Idade onde decaem suas forças físicas e
intelectuais, sendo contudo mais vítima do que agressor por causa da demência e
decadência existencial, aqui o
sofrimento e o contentamento, o trabalho, a economia e a globalização podem
reencontrar a demência. Devemos entender ainda que haja diferenças entre
bullying e demência ou alienação mental, no bullying a pessoa é consciente e na
demência e alienação mental a pessoa é incapaz de lidar com seu mundo
adequadamente e por isso deve ser protegida pelo Estado, pela sociedade e pela
família. A demência e alienação mental podem ocorrer em qualquer fase
cognitiva, desde bebê até a morte, devo salientar isto. Assim o rito onde há
sofrimento e o contentamento é imitativo no primeiro período, depois surgem
sentimento inter-individuais e de respeito e de obediência, depois no terceiro
período a criança usa a lógica e o raciocínio para elaborar o sofrimento e o
contentamento e adaptação, depois é
capaz de efetuar conclusões de puras hipóteses que lhe permitam elaborar o luto
e finalmente na 3ª Idade na demência e da decadência e/ou na alienação a pessoa
perde ou começa a perder contato com a realidade objetiva, ou seja, com o mundo
real, sua cognição se volta para a demência, decadência, alienação e confusão
mental e morte. Contudo não estamos a salvo dos Monstros, enfim... Nestas
últimas Fases Cognitivas ficarão as informações marcadas na memória e assim
será a sua adaptação de 3 formas: fisiológica, morfológica e comportamental.
Os Monstros pelo Cognitivismo emergem
durante o desenvolvimento infantil em processos cognitivos apresentados em
estágios:
1º) Inteligência sensório-motora (0 aos 18
meses): pela natureza da sua intelectualidade ser sensorial e motora e a sua
linguagem ser imitativa no final deste estágio, a criança processará seus
Monstros sensorialmente e motoramente pela inteligência que é anterior a
linguagem e independe dela mostrando-se ser imitativa a linguagem e talvez a
inteligência até o final deste estágio, assim ela depende da imitação, da
atenção, da discriminação e das ordens emitidas pelos seus cuidadores a ela,
recurso para lidar com seus Monstros como o egocentrismo e por se desenvolver
através do processo desconhecer-se conhecer-se gradualmente pela inteligência
sensório-motora imitativa. Seus Monstros são a fome, a sede, a higiene, os
cuidados maternos, os sons do ambiente externo e os que emite vocalmente
chorando, balbuciando, gritando, imitando, o calor, o frio, a dor, a sua
afetividade, o seu mundo psíquico e relacional intra-objetalmente e
extra-objetalmente, estes são seus principais Monstros deste estágio. Neste
estágio não existem Monstros ligados ao trabalho, a economia e a globalização,
nem em relação ao Apocalipse, pois a criança depende totalmente dos pais.
2º) Inteligência intuitiva ou
pré-operacional (dos 2 aos 6 anos): aparece neste estágio a capacidade
simbólica (imagens ou palavras) que representam o não-presente, surgindo então
imagens ou palavras que se causarem desiquilíbrio cognitivo serão Monstros.
Outros Monstros estarão associados ao egocentrismo, a centralização, ao
animismo, ao realismo nominal, aos problemas com a classificação, a inclusão de
classe e a seriação apresentando dificuldades e incapacidades que a levarão ao
encontro de outros Monstros como a incapacidade de se colocar noutro ponto de
vista, de relacionar diferentes aspectos de uma situação, de atribuir vida aos
objetos, de pensar que o nome faz parte do objeto, dos problemas de agrupamento
com base no tamanho, forma ou cor, da dificuldade de entender que uma coisa
pode pertencer a outra coisa, e das dificuldades de ordenação e seriação. Cada
problema destes pode ser um Monstro se a criança não se desenvolver
adequadamente até o próximo estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada
pela Adaptação Pré-operacional. Começam a surgir os primeiros Monstros ligados
ao trabalho, a economia e a globalização de modo significado e sentido e não como conceitos, inclusive em
relação ao Apocalipse.
3º) Operações concretas (dos 7 aos 11
anos): os Monstros tornam-se menores pois a criança consegue usar a lógica e o
raciocínio de modo elementar, mas só a objetos concretos. Compreende
quantidades, inclusão de classe e termos de relação como maior, menor, direita,
esquerda, mais alto, mais largo, etc.. Os Monstros começam a serem dominados
até o último estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada pela Adaptação
Concreta. Os Monstros são menores pois passam a serem conceituados, eles
ligados ao trabalho, a economia e a globalização, inclusive em relação ao
Apocalipse.
4º) Operações formais (após os 12 anos):
com o pensamento hipotético-dedutivo será capaz de deduzir as conclusões de
puras hipóteses e não apenas e através da observação real compreendendo os seus
Monstros e os dos outros seres humanos e coisas do mundo objetivo e subjetivo
até o fim da vida. A memória já é parte da Adaptação Formal. Seus Monstros
serão suas hipóteses e suas deduções como significados e sentidos até que
encontrem os conceitos e deixem de serem Monstros, inclusive em relação ao
Apocalipse.
5º) Operações finais (após os 60 anos):
que apresentará em casos processos de demência ou outras doenças que tornarão
difícil a vida hipotética-dedutiva onde surgirão velhos e novos Monstros como a
decadência física, mental e social. A memória enfrenta os processos das
Operações Finais com decadência e demência afetando a Adaptação Final,
inclusive em relação ao Apocalipse.
A Educação devemos lembrar tudo resolve,
seja nossos Monstros, seja nossas guerras, sejas nossos problemas cognitivos –
a Educação tudo resolve! A Educação prepara para o Trabalho, para a Economia e
para a Globalização, inclusive
na determinação do Apocalipse. A Educação cria e mantêm e pode
modificar nossos rituais de iniciação e de passagem e assim nossa Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A Trajetória dos Heróis é assim seguida:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
A
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver é o objetivo final da evolução
cognitiva, ela só vem através da Educação.
A Educação é fruto da adaptação que evoca a
transcendência fase-a-fase cognitiva da vida, para lidarmos com as misérias com
a caridade e o trabalho e suas conseqüências como a exploração e o abuso, a
violência, os crimes e as guerras, os horrores, os holocaustos, as barbáries,
os medos, os temores, as doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas,
psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais para evocarmos a religiosidade
e assim Deus e o sentimento de renascimento que nos faz renovar nossas
esperanças e modos de vida e termos fé e um olhar para o futuro ou no amanhã,
um desejo de cuidar de nossos filhos e assim até o fim!
Então
podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber, a Adaptação
Cognitiva e assim dos Processos Cognitivos da Adaptação e seus Desenvolvimentos
como a fase em que há Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e deste modo a
uma Nova Teoria Sobre o Apocalipse, ao um poder haver o Apocalipse Universal
com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria
do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico
Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes
pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da
Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao
nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos
Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer
valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios
teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida.
Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado,
terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O
Amor de Deus salva-nos restando o
Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das
dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! O Apocalipse trata também
do fim da vida pessoal, social e pública
como já sabíamos através da Igreja Católica.
O
Homem trabalha para conceituar seus significados e seus sentidos e encontrar a
solução para suas hipóteses e deduções, não há provação que dure por tanto
tempo, não conseguimos abandonar a nossa Cruz, e assim gerar seus bens,
desenvolvido cognitivamente, o que lhe garante a capacidade de formular e
descobrir conceitos para suas hipóteses e deduções como esperança de um dia
melhor para não desanimar e ter forças para trabalhar. Nosso trabalho obedece a
rituais advindos da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, sobre esta
última sabemos que começa com A Concepção e o Herói (Inteligência
sensório-motora) – O Herói é concebido e vive, e vai prosseguindo para A
Travessia: Se Consumir (Inteligência pré-operacional) e (Operações Concretas) –
O Herói se descobre e vai se descobrindo, até chegar a Liberdade para Se Viver
e Ensinar a Viver (Operações Formais) e (Operações Finais) – O Herói aprende a
especular, a tirar conclusões de puras hipóteses e no fim de sua vida torna-se
generoso e depois decai com suas forças físicas e psíquicas, com sua demência e
sua Crise Final, porém pode haver diferenças entre os tipos de pessoas e de
personalidades, resistindo assim o Herói a ação do tempo, inclusive na determinação do Apocalipse.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
18 de setembro de 2016.
Nenhum comentário:
Postar um comentário