Osny Mattanó Júnior
PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS
Especulações Sobre O Cérebro Humano e a Pulsão Auditiva
A Trajetória dos Heróis
14/09/2016
ÍNDICE:
1. Introdução
2. Psicanálise Lacan-Mattanoniana
3. Psicologia Cognitiva Transcendental Social
4. Psicologia da Gestalt
5. Behaviorismo
6. Psicanálise
7. Psicologia Analítica
8. Psicologia Social
9. Psicologia Escolar
10. Psicologia Humanista
11. Psicologia da Personalidade
12. Cognitivismo
13. Fenomenologia
14. Psicologia da Espécie
15. Psicobiologia
16. Psicologia Sócio-interacionista
17. Psicologia Individual
18. Psicologia Institucional
19. Psicologia do Trabalho
20. Biopsicosociofilosofia
21. Esquizoarte Perceptiva Tecnocultural
22. Cultura Psicomanifesto Comportamental
23. Psicofilosofia Mattanoniana
24. Biopsicoantropologismo
25. Movimento Psicoanalítico Cultural
26. Psicoarte Mattanoniana
27. Psicotradução Mattanoniana
28. Psicologia da Vulnerabilidade
29. Psicologia das Regras
30. Psicologia da Sensibilidade – Movimento
sensível
31. Psicologia das Sociedades (contextualizando
a Humanidade)
32. Psicotelepatia Instrumental (Psicologia e
Telepatia)
33. Análise Tecnopsicológica
34. Psicoarte Residual
35. Movimento Cognitivo Mattanoniano
36. Enfoque Contextual
Biopsicosociofiloespiritual
37. Psicologia Matemática Niilista
Existencialista
38. Niilismo Existencialista
39. Multiculturalismo Autoclítico
Biopsicosociofiloespiritualizado
40. Dialética Morfo-Mattanoniana
41. Psicodrama Comportamental de Mattanó
42. Psicologia das Massas, dos Públicos e das
Multidões
43. Psicologia de Protesto
44. Psicologia Eclética Educativa
45. Teoria Suja da Psicanálise Psicótica
Existencialista
46. Considerações Finais
Osny Mattanó
Júnior.
Professor e
Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas Teorias:
Epistemologias sobre o Cérebro Humano e a Pulsão Auditiva: a Trajetória dos
Heróis.
- Introdução
Apresento duas
novas descobertas sobre o cérebro e a mente a partir da
especulação da Teoria da Pulsão Auditiva
de Mattanó onde pela Terapia da Pulsão Auditiva ou Terapia da Resignificação
descobrimos que é através da pulsão auditiva que criamos o comportamento de
encontráramos ¨resíduos auditivos¨, ¨obstáculos¨ ou ¨pedras¨, ou seja, novos
significados e novos sentidos para nossas relações como novas pedras para o que
vamos construindo e erguendo para morarmos como uma casa. Essas ¨pedras¨ que
encontramos acabamos juntando-as inconscientemente em nosso hipocampo ou GPS da
Memória ao longo da vida, que numa
certa altura ou estágio revelará ao indivíduo, através também da Psicoterapia,
uma coerência de relações entre os ¨resíduos auditivos¨ ou ¨pedras¨ e a
história de vida do analisando, inclusive com o contexto. Sou testemunha deste
processo que demorou 21 anos para se realizar efetivamente, mas este novo
processo psíquico e comportamental não substitui o anterior, o que promove e se
associa aos ¨resíduos auditivos¨ que
juntamos, e que chegada uma certa altura da vida percebemos que existe uma obra
através de um insight, uma ¨casa¨ construída com as ¨pedras¨ que juntamos e
agora vivemos nessa casa.
A
outra descoberta sobre o cérebro e a mente é que não saber traduzir ou não ser
alfabetizado , seja na língua materna ou na estrangeira, não é tão ruim assim,
pois fortalece o Niilismo na sua execução e tradução psíquica e comportamental,
como um estilo de vida e social, na sua existência, fortalecendo-se em sua
homeostase e adaptação fisiológica, comportamental e morfológica.
A Evolução ordenada
e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no crescimento quanto na
decadência do organismo, resultante de fatores inatos, hereditários e
maturativos, como também de influências ambientais chama-se crescimento. Este
crescimento não é só do organismo biológico, mas também do psicológico, social,
filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do organismo químico e
físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as atividades consideradas
como motivos da obtenção de certos resultados, como a liberdade e as
Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos para a obtenção de
resultados envolvem gasto de energia que entre os seres humanos estão entregues
a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e atenção gerando trabalho e
produtos materiais e imateriais como a força de trabalho e a qualificação para
a tarefa e o trabalho que geram Economia, incluindo bens e serviços, inclusive
as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento.
As descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e
a mente
e assim, sobre o comportamento levam
e estão associadas a liberdade ou o que
conhecemos por liberdade que acompanha-nos
desde o início de nossa vida adaptada e/ou inteligente na Terra e levam-nos ao
trabalho e geram economia, saem e levam-nos a miséria, a fome, a pobreza, a
caridade, ao trabalho, a exploração e a violência e aos monstros, fazem parte
da vida do ser humano, seja ela, sexual, moral, física, psicológica, política,
artística, social, filosófica, espiritual, afetiva, naturalística, lingüística,
interpessoal, intrapessoal, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical,
espacial, artificial, cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal,
escolar, trabalhista, desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a
adaptação leva a transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas
somente adaptação. A adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas
da vida. O trabalho e a economia também existem e constroem e constituem nossa
memória e a pertencem aos nossos processos de adaptação fisiológica,
morfológica e comportamental. Todo este percurso obedece a um caminho, a
Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se
viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A
concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em
relação a figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo
momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
O
mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo
desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha
um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o
processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser
recusada.
O
levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o
poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se
como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior
das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou
um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros
fluidos e polimorfos, tormentos
inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser
cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente
benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de
todos os cantos do planeta.
- O chamado pode ser recusado
É sempre
possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos frequência em mitos. A recusa
transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um
deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua
casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para
si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da
proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e
vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com
sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da
infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com
medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento
para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que
outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
- As forças se unem para o bem-aventurado
As forças se
unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e
a ele será entregue amuletos e
objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a
jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem
eventos e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos
de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o
próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário
será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão a seu favor,
nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.
- A travessia: se consumir
A vida do herói
possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará sua força para ir além
dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um
oceano sem limites
As
regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto,
selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A
energia sexual incestuosa e a destruição
do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da
floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento
como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa
durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura
está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido
do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com
elas envolvem riscos, porém aqueles que tem talento, competência e coragem
verão o perigo se dissipar como a água no mar.
- Ser engolido e consumido
Ser engolido e
consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do limiar mágico, uma
esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o
herói é assim lançado no desconhecido.
O
desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será
revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no
ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e
nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de
demônios com espadas desembanhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são
guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem
incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São
encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os
limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram
uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa
para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da
baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não
pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao
ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada
teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá
para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.
- O caminho obtuso
Este caminho
cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e com este evento ele deve
sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por
conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia
encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem
sobre-humana.
Em
seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade,
percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde depara-se com
ossos de outros que sucumbiram a aventura e acaba encontrando uma abertura na
terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem
diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do
Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a
habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas
oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
O
herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade
comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a
realidade.
O
segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos
são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas
transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou
transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os
perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar
sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito
efetiva, são eles revivificados em nosso sonhos.
A
terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de
vitórias preliminares ou êxtase.
- O encontro com a deusa
A aventura do
herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A
Mãe Universal imputa ao cosmo a
presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já
que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com
relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também
numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem
arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza
do mundo visível.
A
mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O
herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta
iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela
jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue
compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o
prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A
mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância a
banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder
considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentiliza e
segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo
criado.
O
encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a
própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
- A mulher como tentação
Agora com o
casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do pai, ele e seu pai são um
só.
As
guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do
psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada
após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os
primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de
horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A
dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas
concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos
esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da
célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de
nós, pertencem desagradavelmente a outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando
percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de
frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande
símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do
herói em sua aventura.
- A relação com o pai
A pura Vontade
de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a misericórdia
divina, a poderosa força do Espírito de
Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é
protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de
Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais
dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a
flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
É
a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela
magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se então
que o pai e a mãe se refletem um ao outro e são essencialmente a mesma coisa.
A
iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e
prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional
com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e
representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai
agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de
porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma
experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em
paz no entendimento da revelação do ser.
O
problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num
grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas
tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O
herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio,
ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e
compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para
o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da
provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas,
gemidos e dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da
Presença.
- A apoteose
No momento em
que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional, do mundo, dos arquétipos,
compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz
e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em
demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um
símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles
que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.
- A última graça
O sofrimento
agonizante da ultrapassagem dos limites
pessoais é a agonia do
crescimento pessoal. A arte, a
literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos
destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a
alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar
limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele
convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a
esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as
experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção
do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são crucificados,
e as forças refletirão a forma universal de um único mistério inescrutável: a
força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.
- A difícil volta
Ao fim da busca
do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando com seu troféu
transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e
transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou
feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da
comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
- A magia nas decisões
Se o herói em
seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração da sociedade sua
aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural,
contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado
dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não
aceitação e fuga é encarada através da magia.
- O resgate sobrenatural
O herói pode ser
resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que vai ao seu encontro para
recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará
para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a
aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno
que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda
externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que
penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se
completos mas que na realidade não passam de frações.
- Os limites da volta
Os mundos,
divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As aventuras do herói se
passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa
sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma
do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os
dragões em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência
enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser
eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as
pessoas comuns.
- Agora são dois mundos
A liberdade de
ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente apresentam numa
única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a
ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por
vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras
vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras
insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
O campo de
batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra. Somos passageiros dos
fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o
patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.
A descobertas da
vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o
comportamento associadas à liberdade constróem a memória que é adaptação
comportamental como consolo e o luta ou trabalho, que começam quando há luta, fracasso, vitória
e/ou morte, geram através das batalhas desde as sociedades primatas esses
sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com os hominídeos e existe
até hoje com os seres humanos que se especificam pela condição de família e de
eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos. Existem chimpanzés que
apresentam dados que correspondem aos comportamentos de luta, consolo,
fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e talvez, acredito que
sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o enfrentamento físico, o
consolo seria o abraço, a vitória o mando, a morte o desfalecimento e o luto o
ritual (individual ou grupal), o discurso e a linguagem (comportamento verbal)
de despedida. Entre o ritual, o discurso e a linguagem existe o conhecimento
próprio do ser humano, codificado e decodificado por ele mesmo. O consolo e a luta ou trabalho. O ser humano adulto faz descobertas e é adaptado
e tende a ser livre porém preso a sociedade, é inteligente e é essa
inteligência adaptada ou somente adaptação que gera e mantêm a vida e a luta e
o trabalho, a família, os grupos sociais, o caos, a ordem, o progresso, a
civilização e a humanidade, a fraternidade e a irmandade, e até mesmo o
puritanismo, fruto da indecência e que dela também depende para que o ser
humano no outro se perpetre e a vida tenha um significado, um sentido e um
conceito de amor a Deus e de ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o repouso geram
contentamento e o bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos do sofrimento
quanto a paz vinda do contentamento dependem sempre da Educação, mesmo que não
haja saúde, a Educação resolve o problema com respostas claras e insights que
permitam reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e global. As
descobertas levam a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao repouso,
geram a transcendência diante da miséria, através da caridade e do trabalho e
da diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e afetivos ou
sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como a sexual e
a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante de uma vida
Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso planeta e da
vida neste planeta.
As descobertas
da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim,
sobre o comportamento na Trajetória dos Heróis mantêm a liberdade que gera adaptação
e violência na maior parte das vezes, pois há lugar para ela em nosso meio
consentido e que assim a aceita como felicidade e amor, família e Estado que a
ampara e protege por obrigação da e à indecência política e sexual. Quem não é
indecente não é gente e quem é gente não é indecente - ¨independência ou
morte!¨ Ou somos inteligentes ou somos invariavelmente inteligentes – todos
somos inteligentes, a relatividade está no modo de usá-la, está na adaptação,
na forma como nos adaptamos, comportamentalmente, fisiologicamente e/ou
morfologicamente..
As
descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e
assim, sobre o comportamento constroem a liberdade e constroem a inteligência e a memória,
constroem a luta ou o trabalho e o descanso e o repouso, a transcendência ou mesmo a adaptação durante
a Trajetória dos Heróis que está na inteligência genética transcendental; na
percepção e na totalidade; no comportamento e na sua relação com o meio
ambiente; na interioridade do ser humano; nos complexos, na libido, no processo
de individuação; na interação social; nas relações entre alunos, professores e
equipe-técnica; na auto-realização; na auto-atualização; no desenvolvimento
infantil e nos processos cognitivos; nos fenômenos que se apresentam a
percepção; no inconsciente e no comportamento; nas relações entre fisiologia e
comportamento; no desenvolvimento infantil; na motivação e na inferioridade;
nas relações que ocorrem nos grupos e organizações; nas relações trabalhistas;
nos movimentos e transformações biopsicosociofilosóficos; na arte descabida; na
cultura comportamental e na tecnologia; no antes, durante e depois da
existência e essência; na biologia psicológica antropológica; na origem da
Psicologia e Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por sua vez é
o das artes; nas realidades literal, residual, consciente, inconsciente,
simbólica, ideal e real; na vulnerabilidade genética que se dá pelo medo; no
desenvolvimento das regras: linguagem, brinquedo, sexualidade, social,
novidades, moral, psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências, desejo,
neurológicas, consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na
sensibilidade, sentir e decifrar sensações; na cultura que molda a
personalidade; na hipótese da telepatia e do sofrimento oriundo dela; na
análise tecnopsicológica ou instrumental tecnológico; no novo psico-residual;
nos estágios cognitivos mattanonianos; na noção de que você é você e o contexto
e não a biologia, a psicologia, a sociologia, a filosofia, ou a
espiritualidade; na negação e na afirmação de verdades; no multiculturalismo
que tudo desconstrói e constrói a todo momento de modo autoclítico; na
semelhante valorização das faces da moeda na dialética morfo-mattanoniana; na
passagem do ato contextualizando-o dramaticamente; no ecletismo social reunindo
diferentes teorias para o encontro social e a socialização; no estudo do que
for protestável; no formação de conhecedores e ¨xamãs¨ para a paz e a
Democracia, Justiça e sentimento de religiosidade; na função do pensamento que
é fazer existir e fazer não existir, etc., a indecência luta pela independência e pela
sua morte, produz sentimentos conflituosos e ambíguos, vive de máscaras e
papéis desempenhados e prescritos, é a sombra, é a miséria, é a falta, é a
marca, é a vida e sua organização que a quase todo momento se descortina como
indecente e não-reveladora, pois produz medo, vergonha, humilhação e violência
como o bullying – é o terror, primeiro, pelo não-terror, e depois pelo terror. As
descobertas da vida propiciam liberdade que
gera adaptação e produz tanto lutas e trabalho quanto paz, descanso e repouso
depende da Educação e do aprendizado, ou seja, das regras que aprendemos, da
liberdade, do que adquirimos na família, na escola, na Igreja, no trabalho, na
afetividade, nos nossos relacionamentos, etc., na nossa Trajetória e na
Trajetória dos Heróis, devemos sim, é estar adaptados e prontos para continuar
adaptados, senão nos desadaptamos e poderemos causar guerras, mortes e
violência moral, sexual, psíquica, física, social, econômica, trabalhista,
política ou até bullying e terror!
A Trajetória dos
Heróis começa na concepção e continua com a vida do Herói e vai até a liberdade
para se viver e ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a liberdade é fruto
das descobertas ou existe em função das descobertas da vida, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, a
liberdade existe graças as lutas e ao trabalho que exigem descanso e repouso, a
liberdade atinge-nos como liberdade para escolhermos o nosso trabalho, o
trabalho é livre, trabalho não é só emprego, é uma coisa indefinida, não pode
ser definido ou totalmente controlado, é amigo da dispersão e do sofrimento,
este que nos definiu como corpo e mente, comportamento, e modos de relação
social, a indecência é o niilismo existencial como as inteligências que
compreendemos e lidamos uma(s) com a(s) outra(s) para lidarmos com a indecência
de nossas vidas pobres, podres, ricas, criminosas, delinqüentes e ensimesmadas,
para lidarmos com a indecência criamos compensações e até supercompensações que
dão ordem aos padrões atuais de vida, ou ao momento sócio-histórico, ou até
mesmo, contextual, porém a indecência não depende do contexto mas pode ser
dessensibilizada e reinterpretada de acordo com o modelo de distanciamento
compreensivo dela mesma em relação ao ser humano. A indecência é indecente seja
qual for o contexto? Não! De acordo com a informação e não de acordo único com
a sua auto-produção que agora deixa de ser auto-reguladora instintivamente,
nossos comportamentos permitem-nos reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas
vidas particulares e sociais com um novo significado, sentido e conceito
contextuais que se transformam, mas não mais transformam o ser humano após a
última transformação, a da dessensibilização contextual, onde a indecência não
incomoda e não transforma mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à
fome, ao abrigo, ao novo, ao frio, ao calor, a segurança, a proteção, a
liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, ao amor e a pertinência, a
realização ou a individuação. O velho xamã ainda existe e agora sua mensagem é
contextual, o processo de individuação leva a contextualização com significado
e sentido únicos e individuais, e um conceito partilhado coletivamente também
contextualizado em cada momento sócio-histórico que não dominam mais o ser
humano e deixam de ter poder literal, controlador ou de razões para isto ou
aquilo – é o desenvolvimento da indecência já que dependemos do sexo, e o sexo
é indecente! A indecência também atinge a luta e o trabalho, os ritos e a
Trajetória da Vida e a Trajetória dos Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio,
o calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e da
ansiedade, o amor e a pertinência, a realização e a individuação são indecentes
por terem um fundo de falta, desejo e marca! Para vivermos em meio a estes
eventos necessitamos de Heróis! Os Heróis podem estar escondidos em nosso
interior! Indecência ou morte filogenética, ontogenética e cultural! Podemos
ser mais inteligentes ou menos inteligentes se também aprendermos os mecanismos
de dessensibilização da inteligência mas nunca faremos a dessensibilização da
adaptação, ela jamais cessa, jamais se esgota, jamais entra em extinção, como
método de não-aprisonamento, de liberdade, de descobertas, intelectual, sexual, moral, mental, social,
público, físico, etc., para a nossa libertação e liberdade, já que não
precisamos de exércitos mas sim de homens livres e felizes libertados do
aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra e conflito – isto
pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar aprisionado e
acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente! Precisamos viver
o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e falecer, destruindo a
própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a concepção somos
indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em Evolução, o que
somos hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não somos hoje! Não
conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a Adaptação, não
conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou adaptativos por
causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou facilita, induz
a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao sofrimento e as
doenças.
Segundo a
Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade
que é mobilidade, eu concordo com isto
pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio
diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver
problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem
ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é
liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim da habilidade e da mobilidade diante de
problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo dia-a-dia,
pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e a adaptação
é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e
socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre,
libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e
ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A transcendência
é pura liberdade, é pura adaptação, depende das descobertas da vida, inclusive
as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, não
depende da inteligência e nem da memória mas sim da capacidade do organismo de
se adaptar e processar informações a seu favor maximizando sua existência e
suas essências também a favor de sua espécie, assim a transcendência depende da
adaptação em primeiro lugar e para entende-la temos a nosso favor como
instrumento a linguagem e a inteligência, ela, a transcendência, vem da
miséria, da caridade e do trabalho do homem e só existe pois podemos nomeá-la
de ¨transcendência¨, fato que os outros seres vivos não conseguem! A
transcendência depende de ritos e de nossa vida e da Trajetória dos Heróis! A
transcendência vem do trabalho e da luta, do descanso e do repouso que
reabilitam o homem para uma nova jornada e carga de trabalho para a produção de
bens e de serviços e de economia que afeta também os processos da globalização
da economia, da tecnologia, da informação, por exemplo. Assim a transcendência vem de nossas misérias,
de nosso não entendimento e não assimilação de nossas descobertas, através da adaptação fisiológica, morfológica
e comportamental gerando caridade e trabalho como também economia, informação,
tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e guerras, devemos transcender
e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos educando as pessoas e os
povos de modo a combater o abuso, a exploração, a violência, os crimes e as
guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos transcender e a Educação tudo
resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva ao renascimento, seja ele
interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de re-encarnação, falamos de
Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da Eternidade, o Amor é Eterno e
possui vários deuses e uma Santíssima e Augustíssima Trindade, Santos,
Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor também pode ser eterno enquanto durar, ele pode ser
passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e Augustíssima Trindade
ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria e continuar eterno
propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos então da
liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos do mal e de nós mesmos,
de nosso interior de uns dos outros, de nossos conflitos e de nossos pecados,
do nosso sofrimento e de nossas doenças, de tudo que castra e tira-nos a
liberdade. Falamos da liberdade diante de nossas descobertas da vida e da
adaptação, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim,
sobre o comportamento – falamos da Trajetória dos Heróis.
De acordo com os
princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles: atenção,
discriminação, controle instrucional e ordem, posso teorizar que através das
Teorias de Distanciamento Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para
o descanso e repouso ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas
descobertas e diante de nossas escolhas e procedimentos, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, lidando
com ritos e a Trajetória dos Heróis e a própria vida e o contexto diante das
regras oriundas da literalidade, das razões e do controle, acrescento que as
regras que são contingências do tipo ¨se isto..., então aquilo...¨, podem
interferir de acordo com novas regras contextuais e autoclíticas que levem o
comportamento verbal do falante a reflexão e reorganização ou reordenação do
tipo: o que era discriminação eu posso ter agora consciência que aprendi com
meus repertórios básicos do comportamento que é imitação, ou o que era imitação
é atenção, ou o que era controle instrucional é ordem e atenção, ou o que é
atenção é atenção e discriminação, etc., invariavelmente gerando liberdade
diante do contexto, das regras contextuais deixando de se apegar a
literalidade, as razões e ao controle, mas sim ao contexto propiciando
liberdade, insight e saúde psicológica, bem-estar através das regras agora,
também, autoclíticas! O comportamento verbal do falante levado a reflexão e
reorganização ou reordenação com novas regras contextuais e autoclíticas
deve-se funcionalmente ao Episódio Verbal Incompleto e ao Episódio Verbal
Completo Mattanonianos. No Episódio Verbal Incompleto atribuiremos novos
significados, novos sentidos e novos conceitos invariavelmente as palavras; e
no Episódio Verbal Completo poderão emergir respostas novas em meio as
conceituais e invariáveis e jamais invertidas, trocadas e/ou aglutinadas nos
jogos de linguagens, por exemplo, assim conhecidas literalmente quanto a seu
significado, sentido e conceito neste Episódio Verbal Completo, havendo mútuo
entendimento na comunicação entre emissor e decodificador, o que não ocorre no
caso do Episódio Verbal Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como
Inteligência Artificial ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto
as nossas descobertas da vida e a liberdade: as nossas descobertas da vida e a
liberdade creio estar associada ao poder da Educação que dissolve a ignorância
e o não saber que os detêm aprisionando-nos no passado infantil e desconhecido
sem marcharmos para o futuro e para o avanço e progresso da humanidade e das
ciências, aqui está a liberdade, neste contexto ou no contexto
sócio-educacional em que estamos inseridos atualmente e onde desenvolvemos
nossos trabalhos como os científicos, a ciência pode gerar liberdade através do
conhecimento e de seus trabalhos humanitários e progressistas – O Episódio
Verbal Completo é exemplo de uma sociedade mais avançada, mais educada, mais
técnica e culta – o que gera bem-estar e assertividade? O Episódio Verbal
Completo ou o Episódio Verbal Incompleto? A Adaptação depende de qual Episódio Verbal
para ser obtida com sucesso? Seja a Adaptação fisiológica, morfológica e/ou
comportamental? Qual Episódio Verbal, Completo ou Incompleto assegura uma boa
Adaptação e assim a perpetuação de nossa espécie? Qual Episódio Verbal é mais
importante para assegurar a boa filogênese, a boa ontogênese e a boa cultura?
Qual assegura verdadeiramente e seguramente a vida? O Episódio Verbal
Incompleto ou o Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade? No contexto
sócio-educativo e no trabalho das ciências, por exemplo, também há liberdade
por meio das artes e das religiões, da espiritualidade, no descanso e no
repouso, na luta e no trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos
Heróis. A liberdade depende de nossas descobertas e de todos estes fatores para ser criada, mantida,
usufruída, modificada, transformada e mortificada, senão sê-la renascida num
processo cíclico mítico-ritual primitivo, espiritual, epistemológico, artístico, científico, humano
contemporâneo pois somos humanos devido a liberdade! Somos filogeneticamente descobridores
e livres! Somos ontogeneticamente descobridores e livres! E somos culturalmente descobridores e
livres! Nossa origem e nossa natureza são de descobridores e livres e rumam
para a contínua marcha de descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda
não estamos preparados o suficientemente o bastante para sermos livres e
lidarmos com toda essa liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma
nossa natureza de descobridores pois somos inventivos e destrutivos e auto-destrutivos,
por isso nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso nos destruímos e
destruímos aos outros! Devemos buscar novas descobertas em nossas vidas e das
vidas e melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem nos prejudicarmos
moralmente, sexualmente e fisicamente, e
devemos melhorar nossa conduta de liberdade pública sem nos prejudicarmos
moralmente, sexualmente e fisicamente, e sem nos prejudicarmos também
naturalisticamente, ecologicamente e biologicamente! Não precisamos de homens
presos e de exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou de grades para nossos
antepassados, precisamos de homens
livres! Precisamos de uma Humanidade Santa! Deus nos deu a liberdade! E agora
sabemos disto! Podemos tê-la, depende de nós! Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados, frutos de nossos ritos como os de iniciação
e de passagem, frutos da Trajetória da vida e da Trajetória dos Heróis.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Amanhã
seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós – já
somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus
pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento! Devido a
como evolui e é meu corpo e meu cérebro!
Toda a riqueza
de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e repouso, férias, recompensas
pelo trabalho e pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos, profissões e
aprendizes, ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento depende de
nossa história filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do
universo, depende da Evolução de nossa espécie, de cada indivíduo e da
sociedade, do espírito, da vida e do cosmos, Evoluir é se deixar aprender e
viver!
Evoluir é
experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento!
(Osny Mattanó Júnior – 09/04/2016).
- Psicanálise Lacan-Mattanoniana
Osny
Mattanó Júnior também chamado Estrela da Morte por ser a estrela na e da
morte
de milhares de pessoas no Brasil e no mundo desde 2001; contudo seu estrelado
não se justifica na Terra mas nos erros das autoridades violentas e corruptas
que somaram-se aos atos cruéis e bárbaros de terroristas e violadores de mentes
e corpos, de arranha-céus e de boas obras do seu humano como o próprio ser
humano e àqueles que se despediram da verdade e da honestidade tentando enganar
a História da Humanidade manobrando atos, protestos e movimentos com intuitos
absurdos, criminosos e terroristas no Brasil para atingir suas vítimas que se
escondem aprisionando-se em seus castelos de areia. Osny retorna de sua jornada
interior, de sua luta contra o que ele chama ¨nazistas do nosso tempo¨ que o
torturam e a sua família, inclusive outras famílias e trabalhadores, que os
usam em experiências científicas ilícitas como cobaias humanas, que os
aprisionam em suas casas como em campos de concentração, extermínio e trabalho
escravo para o sucesso do império ¨nazista¨
em ascensão no Brasil com sua máquina administrativa, política,
ideológica, moral, econômica, operacional, trabalhista, comunicacional e
informativa, sexual, médica e psicológica, para fins de tortura, exploração, abuso,
concentração, trabalho escravo e extermínio. Contudo sabe-se que não são as
autoridades de maior responsabilidade sobre o país como aquelas que já
representaram e representam hoje o papel de Presidente da República as
responsáveis por esse desastre operacional ou ¨holocausto¨ que vivemos num
apagão sem significados, sentidos e nem conceitos onde conhecemos apenas o que
acreditamos conhecer a Estrela da Morte, será que ela realmente existe? Pare
para pensar e conclua você mesmo! Será que não são outros os personagens
responsáveis por esta desordem catastrófica ou
¨holocausto¨ contra um homem só, ele, a Estrela da Morte? Será que ela
realmente existe ou são seus construtores e operadores os responsáveis por esse
problema social internacional?
A Estrela da Morte tem seu próprio
campo de investigação científica, ao qual dedica sua carreira para salvar os
enfermos de seus transtornos e problemas sociais....
Apresento duas
novas descobertas sobre o cérebro e a mente a partir da
especulação da Teoria da Pulsão
Auditiva de Mattanó onde pela Terapia da Pulsão Auditiva ou Terapia da
Resignificação descobrimos que é através da pulsão auditiva que criamos o
comportamento de encontráramos ¨resíduos auditivos¨, ¨obstáculos¨ ou ¨pedras¨,
ou seja, novos significados e novos sentidos para nossas relações como novas
pedras para o que vamos construindo e erguendo para morarmos como uma casa.
Essas ¨pedras¨ que encontramos acabamos juntando-as inconscientemente em nosso
hipocampo ou GPS da Memória ao longo da vida, que numa certa altura ou estágio revelará ao
indivíduo, através também da Psicoterapia, uma coerência de relações entre os
¨resíduos auditivos¨ ou ¨pedras¨ e a história de vida do analisando, inclusive
com o contexto. Sou testemunha deste processo que demorou 21 anos para se
realizar efetivamente, mas este novo processo psíquico e comportamental não
substitui o anterior, o que promove e se associa aos ¨resíduos auditivos¨ que juntamos, e que chegada uma certa altura
da vida percebemos que existe uma obra através de um insight, uma ¨casa¨
construída com as ¨pedras¨ que juntamos e agora vivemos nessa casa.
A
outra descoberta sobre o cérebro e a mente é que não saber traduzir ou não ser
alfabetizado , seja na língua materna ou na estrangeira, não é tão ruim assim,
pois fortalece o Niilismo na sua execução e tradução psíquica e comportamental,
como um estilo de vida e social, na sua existência, fortalecendo-se em sua
homeostase e adaptação fisiológica, comportamental e morfológica.
Jacques-Marie
Émile Lacan (Paris, 13 de abril de 1901 — Paris, 9 de setembro de 1981) foi um
psicanalista francês.
Formado
em Medicina, passou da neurologia à psiquiatria, tendo sido aluno de Gatian de
Clérambault. Teve contato com a psicanálise através do surrealismo e a partir
de 1951, afirmando que os pós-freudianos haviam se desviado, propõe um retorno
a Freud. Para isso, utiliza-se da linguística de Saussure (e posteriormente de
Jakobson e Benveniste) e da antropologia estrutural de Lévi-Strauss,
tornando-se importante figura do Estruturalismo. Posteriormente encaminha-se
para a Lógica e para a Topologia. Seu ensino é primordialmente oral, dando-se
através de seminários e conferências. Em 1966 foi publicada uma coletânea de 34
artigos e conferências, os Écrits (Escritos). A partir de 1973 inicia-se a
publicação de seus 26 seminários, sob o título Le Séminaire (O Seminário), sob
a direção de seu genro, Jacques-Alain Miller.
Sua
primeira intervenção na psicanálise é para situar o Eu como instância de
desconhecimento, de ilusão, de alienação, sede do narcisismo. É o momento do
Estádio do Espelho. O Eu é situado no registro do Imaginário, juntamente com
fenômenos como amor e ódio. É o lugar das identificações e das relações duais.
Distingue-se do Sujeito do Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma,
então, a divisão do sujeito, pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao
Eu. E é no registro do Inconsciente que deveríamos situar a ação da
psicanálise.
Esse
registro é o do Simbólico, é o campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss
afirmava que "os símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o
significante precede e determina o significado" , no que é seguido por
Lacan. Marca-se aqui a autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que
antecede o sujeito, que só se constitui através deste - "o inconsciente é
o discurso do Outro", "o desejo é o desejo do Outro".
O campo
de ação da psicanálise situa-se então na fala, onde o inconsciente se
manifesta, através de atos falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de
sonhos, enfim, naqueles fenômenos que Lacan nomeia como "formações do
inconsciente". A isto se refere o aforismo lacaniano "o inconsciente
é estruturado como uma linguagem".
O
Simbólico é o registro em que se marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta,
através do Complexo de Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan,
"a lei e o desejo recalcado são uma só e a mesma coisa". Lacan pensa
a lei a partir de Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que
possibilita a circulação do maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é
uma falta-a-ser metaforizada na interdição edipiana, a falta possibilitando a
deriva do desejo, desejo enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois
grandes conceitos, o Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria
seus Matemas.
É na
década de 1970 que Lacan dará cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em
sua tópica de três registros, Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe
aquilo que resiste a simbolização, "o real é o impossível", "não
cessa de não se inscrever". Seu pensamento sobre o Real deriva
primeiramente de três fontes: a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia,
de Bataille, e dos conceitos de realidade psíquica e de pulsão, de Freud. O
Real toca naquilo que no sujeito é o "improdutivo", resto
inassimilável, sua "parte maldita", o gozo, já que é "aquilo que
não serve para nada". Na tentativa de fazer a psicanálise operar com este
registro, Lacan envereda pela Topologia, pelo Nó Borromeano, revalorizando a
escrita, constrói uma Lógica da Sexuação ("não há relação sexual",
"A Mulher não existe"). Se grande parte de sua obra foi marcada pelo
signo de um retorno a Freud, Lacan considera o Real, junto com o Objeto a
("objeto ausente"), suas criações.
No
Brasil, um dos principais pioneiros da psicanálise lacaniana é MD Magno,
fundador do Colégio Freudiano do Rio de Janeiro, em 1975, bem como Célio
Garcia, um dos primeiros a introduzir o pensamento de Lacan na Universidade, em
Minas Gerais. O trabalho de Lacan exerce forte influência nos rumos do
tratamento psíquico, inclusive na definição de políticas de saúde mental,
especialmente no Brasil.
Ao
lidar com um parceiro substituto do objeto paterno, trata-se, para ele, como
frequentemente aparece nas fantasias e sonhos dos homossexuais, de desarmá-lo,
de humilhá-lo. Por outro lado, a exigência de encontrar no parceiro o órgão
peniano, corresponde à posição primitiva ocupada pela mãe, que dita a lei ao
pai. O homossexual desafia seu parceiro para saber se o pai tem ou não tem. Na medida
em que o pai se mostra verdadeiramente apaixonado pela mãe, ele fica sob a
suspeita de não ter.
Enfim,
o medo pavoroso de ver o órgão da mulher deve ser entendido, segundo Lacan,
para além da idéia de castração que ele sugere. O que os paraliza diante do
órgão da mulher é precisamente a suposição de que ele ingeriu o falo do pai. O
que é temido na penetração é justamente o encontro com esse falo paterno. Para
além do perigo da vagina dentada, que também existe, trata-se da vagina temida
por conter o falo hostil, absorvido pela mãe, cuja potência ela detém no órgão
feminino.
Trata-se
pois de uma situação estável, não dual, cheia de segurança, a três. É por
considerá-la uma relação dual que, segundo Lacan, os analistas não chegam a
elucidá-la. Mesmo havendo as mais estreitas relações com a mãe, a situação só
tem importância pela relação com o pai. O que deveria ser a mensagem da lei é
justamente o contrário, e mostra estar nas mãos da mãe. A mãe detém a chave,
porém de um modo muito mais complexo do que a noção da mãe provida de um falo.
Se o homossexual se identifica com ela não é por ela ter ou não ter o falo, mas
por deter as chaves da situação que prevalece na saída do Édipo, onde se julga
quem detém o poder do amor, diz Lacan.
A
homossexualidade masculina é então um disfuncionamento do segundo tempo do
Édipo, que é essencialmente a inversão da metáfora paterna: é a mãe que dita a
lei ao pai. O pai como privador da mãe fracassa. O que tem como resultado:
"é a mamãe que o tem" (recusa da castração).
Esses sonhos e fantasias homossexuais de desarmá-lo e de humilhá-lo e a
exigência de encontrar o órgão peniano faz do futebol um meio propício ao
homossexualismo segundo esta teoria lacaniana.
Já segundo Mattanó, o futebol vai
mais além e é construído pelas Inteligências Emocional, Psicomotora,
Interpessoal, Intrapessoal, Naturalística, Lingüística, Corporal e Territorial
de modo que o homossexualismo torna-se apenas efeito da Evolução da
Estruturação do Inconsciente como uma linguagem. O Futebol deve-se as
Inteligências e ao Inconsciente e o homossexualismo deve-se a linguagem que
estrutura o Inconsciente.
O
Futebol é um esporte coletivo. Este esporte exige esforço físico, afetivo e
mental. Seus participantes, equipe-técnica e jogadores, devem se adequar as
suas regras padronizadas universalmente para o sucesso de suas tarefas. Seus
objetivos são marcar gols ou ganhar pontos na tabela de pontuação dos
Campeonatos ou se manter líder ou classificado e avançar as fases até a grande
final e decisão do título. Podemos ver o Futebol como o esporte onde há grande
esforço físico e mental, depois afetivo, a afetividade é sentida em casos de
Campeonatos Internacionais e ou Grandes Decisões. A afetividade também é
explorada no início e no fim da carreira dos atletas, é como se isso também
fossem ¨grandes decisões¨ que vão marcar as suas vidas e histórias e de suas
famílias, seus povos e nações. O esforço físico é a exigência para ser atleta,
correr, saltar, disputar um lance ou jogada, cobrar um falta, etc.. E o esforço
mental é aquele que recai sobre a vida e a saúde-mental do atleta sobretudo nas
Grandes Decisões e nas outras ¨grandes decisões¨ da vida inclusive o casamento
e a família, o prazer e o sofrimento oriundo do seu trabalho e esforço.
O Futebol pode ser visto como um
Campo Espiritual onde o Campo é um parte da Terra e os jogadores são os
escolhidos para uma missão, no campo os jogadores dispõem-se organizadamente
para defenderem suas metas e alcançarem seus objetivos, vencer a partida! O
Técnico é o líder ¨espiritual¨ e os atletas seus seguidores, o goleiro é o
homem da porta do Céu e dos Infernos, os zagueiros são os Anjos Guardiões ou a
base da sociedade espiritual cristã, o meio-campo são os Anjos Mensageiros ou
aqueles que fazem a ligação entre os dois extremos do campo, e os atacantes são
os Anjos Vingadores ou aqueles que empenham Espadas para derrotar o homem da
porta do Céu e dos Infernos, o goleiro! Quando enfrentamos zagueiros
enfrentamos Anjos Guardiões ou mesmo Grandes Montanhas e quando atacamos sem
que haja zagueiros pela frente enfrentamos Grandes Desertos, devemos aprender a
enfrentar Montanhas e Desertos, Obstáculos e Facilidades, ambos os casos são
problemáticos e exigem esforço e trabalho, consciência, precisamos de um líder
¨espiritual¨, mas precisamos muito mais do que isto, precisamos de Deus. Pois
precisamos todos nos defendermos desde o início da prática dos esportes, e em
particular, do Futebol. Como as crianças se defendem?
No
Futebol podemos deslumbrar um Campo de Força donde cada atleta representa um
Vetor que se movimenta e que movimenta o jogo e os outros atletas
comunitariamente para vencer, perder ou empatar a Partida e o Campeonato em
disputa. Esse Vetor é Individual através da Força e Movimento de cada atleta e
Coletivo através da Gestalt ou Forma/Configuração que se forma e se orientam os
atletas de cada equipe. São os Vetores Individual e Coletivo em grande parte os
responsáveis pelo sucesso ou pelo fracasso de cada equipe, pois eles determinam
o Movimento físico e da psique ou da consciência e da socialização inclusive da
filosofia e espiritualidade, vida e universo a quem pertencem cada atleta e
cada equipe. Com o Movimento nota-se que melhor é o atleta que tem melhor
Movimento físico, psíquico, social, filosófico, espiritual, da vida e do
universo pois é mais Inteligente e age psicomotoramente e pensa mais rápido e
com mais eficiência e precisão. Futebol depende do Movimento do atleta e do
jogo e da bola, depende do Vetor Individual e Coletivo e de sua Força e da
Capacidade de cada atleta e de cada equipe de lidar com o Vetor Individual e
Coletivo de sua equipe e da equipe adversária.
Como se
defendem as crianças desde a vida
intra-uterina? Como se desenvolvem essas defesas? Como pode ser essa defesa?
Porque as crianças se defendem assim e não de outros modos e maneiras? Afinal,
como é isso? As crianças crescem e aprendem a se defender desde a vida
intra-uterina até a adolescência através da ingenuidade. A ingenuidade pode se
desenvolver através de 5 Fases, elas:
1ª) Biológica: a ingenuidade se
expressa e se desenvolve através dos processos orgânicos, das respostas
sensório-motoras, da imunidade, dos sinais vitais;
2ª) Psicológica: a ingenuidade se
expressa e se desenvolve através dos processos psíquicos, através da
passividade e da atividade, da consciência e do inconsciente, da inteligência
intrapessoal;
3ª) Sociológica: a ingenuidade se
expressa e se desenvolve através dos processos sociais, das formas de domínio e
poder entre os indivíduos e grupos sociais;
4ª) Filosófica: a ingenuidade se
expressa e se desenvolve através dos processos de querer se conhecer e a sua
origem, quando ainda não teve formação Espiritual como o Catecismo;
5ª) Espiritual: a ingenuidade se expressa
e se desenvolve através dos processos espirituais, quando já há uma formação da
Espiritualidade como o Catecismo.
Mas o que é a ingenuidade? A
ingenuidade é estar desligado, ou não conseguir captar, assimilar e acomodar
determinadas informações, seja reprimindo, se distanciando, fugindo, se
esquivando, ou simplesmente não
conseguindo compreender parcialmente ou coisa alguma, não conseguindo vencer ou
efetuar determinados processos biológicos (como em casos de vírus),
psicológicos (como no caso do medo e do ódio), sociológicos (como em caso de
problemas sociais como guerras e revoltas), filosóficos (como em caso de
filosofias destrutivas e proibidas), e espirituais (como no caso de seitas que
levam a morte ou degradação dos valores sociais, familiares e da vida e paz).
A ingenuidade e a prática dos
esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive o que queremos
acreditar sobre a Estrela da Morte, inclusive as novas descobertas sobre
o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, atravessa ou afeta os fenômenos da
alfabetização através da Ingenuidade Biológica, Psicológica, Sociológica,
Filosófica e Espiritual, a alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e
de seus modos de utilização como código
de comunicação. A alfabetização é definida como um processo no qual o indivíduo
constrói a gramática e em suas variações. Esse processo não se resume apenas na
aquisição dessas habilidades mecânicas (codificação e decodificação) do acto de
ler, mas na capacidade de interpretar, compreender, criticar, resignificar e
produzir conhecimento. Todas essas habilidades citadas anteriormente só serão
materializadas se os alunos tiverem acesso a todos os tipos de portadores de
textos. O aluno precisa encontrar os usos sociais da leitura e da escrita. A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e
seus processos, inclusive o que queremos acreditar sobre a Estrela da Morte,
inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o
comportamento, cerca também o
desenvolvimento de novas formas de compreensão e uso da linguagem de uma
maneira geral.
A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive o que queremos
acreditar sobre a Estrela da Morte, inclusive as novas descobertas sobre
o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, de uma pessoa promove sua socialização, já
que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas simbólicas com
outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades oferecidas pelas
instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do exercício
consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.
A
incapacidade de ler e escrever é denominada analfabetismo, enquanto que a
incapacidade de interpretar textos simples é chamada analfabetismo funcional ou
semianalfabetismo.
A alfabetização e a prática dos
esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive o que queremos
acreditar sobre a Estrela da Morte, inclusive as novas descobertas sobre
o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, os seus processos são afetados pelos
processos da Ingenuidade Biológica,
Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual que ajudam a construir e a
elaborar a adaptação e a memória do ser humano.
A ingenuidade e a prática dos
esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive o que queremos
acreditar sobre a Estrela da Morte, inclusive as novas descobertas sobre
o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, marca a adaptação através das marcas durante
a psicossexualidade.
A adaptação
e a memória que se faz pela adaptação e a prática dos esportes e do Futebol e
de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo
de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e
Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como
reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do
homossexualismo, os Vetores Educam, seus
processos, inclusive o que queremos acreditar sobre a Estrela da Morte,
inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o
comportamento, na infância e no
Desenvolvimento da Ingenuidade Biológica, Psicológica, Sociológica, Filosófica
e Espiritual marcam a alfabetização e seus processos, a adaptação biológica,
psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, e assim sugere a transcendência pela
Psicanálise que não está vinculada ao id que é o componente arcaico e
inconsciente do nosso sistema de
energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, apenas em casos de
psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à gratificação direta ou
indireta, mas o mais bastante possível e imediato do instinto sexual (libido),
vinculado estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a fome, a
sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais profunda da
mente. Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único de interesses é o corpo,
sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de vida e de
auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de forma direta
(beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória (através de
fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra alucinatória. A
fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação do prazer pode
ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou indiretamente, entendo
adaptação às necessidades primárias da pessoa quando crianças antes da
castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser direta ou indireta,
a adaptação e a transcendência dependem dos fenômenos biológicos, psicológicos,
sociológicos, filosóficos e espirituais.
Com o desenvolvimento do ego, o indivíduo acaba se tornando consciente
das exigências da realidade (princípio de realidade); e quando se estabelece o
superego, a moral, o nome do pai, o
sujeito passa a ter consciência das satisfações ideais. Mas há Eros, a pulsão
total de vida (auto-conservação), e Tanatos, a pulsão de morte
(autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e Tanatos e o id, o ego e o
superego em nossas relações inconscientes e conscientes conosco e com os outros
objetos de desejo e satisfação através da marca e de como isso fica arranjado,
organizado na vida mental, na unidade mental e comportamental da pessoa, isto é
o que prevalece para cada sujeito, nestes casos a transcendência é consciente.
A
adaptação é a linguagem do inconsciente e que dá forma ao inconsciente e aos
anseios instintivos da libido. Assim surgem grandes e pequenos monstros que
aprendemos a domar durante o desenvolvimento psicossexual da libido da pessoa.
Esta adaptação evoca a transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba
por evocar outros monstros grandes ou pequenos que dependem da infância e a
prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive o que queremos
acreditar sobre a Estrela da Morte, inclusive as novas descobertas sobre
o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, e do Desenvolvimento da Ingenuidade e da
alfabetização e de seus processos.
A adaptação faz o neurótico, o
psicótico, o boderline, o psicopata. Ela faz parte do desenvolvimento da
personalidade oral: característica prepotente, dominadora, voraz, cobiça,
inveja e otimismo; da personalidade anal: característica de vaidade,
desconfiança, ambição, generosidade sem amor (ligadas à evacuação),
meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação, avareza (ligadas à
retenção das fezes); da personalidade fálica: característica de ostentação,
prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas, necessidade de afiliação,
narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições esportivas, concursos de
beleza, etc.); período de latência: característica de declínio e extinção do
complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o intervalo entre o
estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal adulta; e da
personalidade genital: característica de potência fisiológica e capacidade de
amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável.
A cada estágio psicossexual lidamos
com a adaptação, com a infância, com a linguagem e talvez muito com a
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e
sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor
Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol
e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do
homossexualismo, os Vetores Educam,
seus processos, inclusive o que queremos acreditar sobre a Estrela da
Morte, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim,
sobre o comportamento, e o
Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica
e espiritual, e assim com a memória e a
transcendência que se caracteriza pela pulsão de morte ou de
autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor, a Eros, a pulsão de
vida. Esta é à base da organização da personalidade e da humanidade! Como
lidamos com a indecência e com a decência ligadas a vida e a morte, a
auto-preservação e a autodestruição, processos evolutivos e selecionados
naturalmente.
Já o adulto desiquilibrado,
desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a adaptação e com sua
infância, suas memórias e marcas, com sua alfabetização e a prática dos
esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e seus processos, inclusive o
que queremos acreditar sobre a Estrela da Morte, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, e seu Desenvolvimento da Ingenuidade
biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, não consegue
transcender, tornando-se desadaptado e assim pode se tornar um viciado,
violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou ensimesmado e possuir ainda as
outras características de sua personalidade lidando com monstros que surgem com
a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas do
id.
Abordarei os aspectos
psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através da explicação da fantasia
que é uma formação de imagens mentais de cenas e de seqüências de cenas ou
experiências que não existiram no mundo real
ou que se passaram de modo diverso do fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as
fantasias assumem tais pressupostos, conforme Álvaro Cabral e Eva Nick:
1. ¨As
fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e
representam anseios instintivos em relações objetais;
2. São
representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do
desenvolvimento da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações
de desejos e conteúdos de ansiedade;
3. O
conceito, postulado por Freud, de
¨realização alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a
¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4.
Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de
expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras,
embora possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5. As
fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde,
assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6. Têm
efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no
caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7. As
fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim
nossos Monstros constituídos através das fantasias representam anseios
instintivos da libido em nossas relações objetais, no início da vida é uma
defesa, realizações de desejos e conteúdos de ansiedade, são realizações
alucinatórias de desejos, possuem uma representação primária, uma relevante
introjeção e projeção, podem serem realizadas através da experiência externa,
mas podem serem realizadas através das palavras, porém para existir não
dependem da realidade externa e das palavras, primeiramente são sensações e
depois assumem formas e representações dramáticas, produzem efeitos psíquicos e
corporais e são o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego.
Nossos Monstros são um mergulho profundo em formas e representações dramáticas
das profundezas da nossa vida mental instintiva que visa nos defender e
proteger pelo ego, mediador, intermediador das energias mentais do id e do
superego. É através do ego que aprendemos tudo sobre a realidade externa e nos
orientamos no sentido de evitarmos estados dolorosos, ansiedades e punições e é
deste modo que lidamos com os Monstros instintivos durante nossa vida e
evitamos a nossa destruição e a dos outros.
Monstros e fantasias se relacionam
profundamente pois ambos possuem o estado instintivo e a realização de desejos
instintivos. Referem-se a estados da infância como na alfabetização e seus
processos, inclusive o que queremos acreditar sobre a Estrela da Morte,
inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o
comportamento e ao
Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica,
filosófica e espiritual. Monstros surgem
com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas
como a fome, a sede, o ar, a atividade, o sexo, os cuidados maternos, as
secreções, urina e fezes, evitar a dor, o calor e o frio, a segurança. E assim
se não conseguimos transcender surgem grandes e pequenos Monstros que nos
atormentam e nos destróem com lutas invencíveis e guerras, horrores e
holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e privilégios
assegurados pela organização humana.
O
sofrimento causa-nos sentimentos de perda e de reparação levando-nos a justiça
ou a vingança, assim a destruição e/ou a auto-destruição como nas guerras e nas
violências, a paz é a reorganização social humana desse processo de sofrimento
unicamente humano e afetivo, pois o homem é um animal emocional, as guerras e
violências só existem por causa das nossas emoções e sentimentos, da nossa
afetividade, somos o animal mais evoluído na escola filogenética por isso temos
mais afetos e devemos aprender a lidar com eles para vivermos bem e em paz, com
fraternidade e esperança num futuro melhor que pode e é construído diariamente,
momento-a-momento com a Educação.
Deste modo a adaptação a psicossexualidade e a alfabetização e a
prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive o que queremos
acreditar sobre a Estrela da Morte, inclusive as novas descobertas sobre
o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, ao Desenvolvimento da Ingenuidade biológica,
psicológica, sociológica, filosófica e espiritual leva a transcendência oriunda
dos modos de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a
atividades de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também,
guerras, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes, horrores contra a
humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas,
físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo a impelir o
ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de Amor e de Justiça
para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga seu rumo
evolutivo naturalmente e socialmente.
Também podemos abordar o
Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo e
o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo
fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a
Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus e o Reino de Deus com
aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal poderá ocorrer se
existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo
seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio,
ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo!
A psicossexualidade está em
desenvolvimento até a fase genital e o desenvolvimento das sublimações, porém o
Desenvolvimento da Ingenuidade começa na vida intra-uterina e continua por toda
a vida, ela e a Ingenuidade em desenvolvimento, biológica, psicológica,
sociológica, filosófica e espiritual, desde a Concepção e o Herói até a Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver onde a Ingenuidade assume outra representação oriunda do
desenvolvimento das sublimações após a fase genital, assim o Desenvolvimento da
Ingenuidade não para e está em constante movimento.
A alfabetização e a prática dos
esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive o que queremos
acreditar sobre a Estrela da Morte, inclusive as novas descobertas sobre
o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, devem alcançar a liberdade. Somente através da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é que alcançaremos a Liberdade
Para Se Viver e Ensinar a Viver em nossos processos da alfabetização
livrando-nos do poder do id e do superego que ampliam e trazem sofrimento as
pessoas nos processos da linguagem e da alfabetização, a Liberdade Para Se
Viver e Ensinar a Viver envolve uma Educação Bancária, Educação Libertadora, Contextualização e um distanciamento
compreensivo associado de um Niilismo Educativo ou mesmo através da Educação
por Episódio Verbal Incompleto ou Educação por Episódio Verbal Completo ou
mesmo uma Educação Plástica para a alfabetização e a prática dos esportes e do
Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
os Vetores Educam, seus processos,
inclusive o que queremos acreditar sobre a Estrela da Morte, inclusive
as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, de nossas pessoas, adultos, jovens e
crianças, ou seja, em qualquer momento da vida se já estivermos desenvolvidos e
crescidos, amadurecidos e mielinizados, preparados organicamente para a
educação, assim podemos ser alfabetizados e ter melhores condições para
alcançar a Liberdade ou a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver. Sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam e asseguram a Liberdade
para Se Viver e Ensinar a Viver, garantido assim as regras ou contingências do
jogo ou partida de futebol e o seu pleno acontecimento, preparação, início,
meio e fim, e os Direitos, Deveres, Obrigações e Privilégios do Público, da
Massa, da Multidão, Telespectadores, Ouvintes, da Opinião Pública, dos Atletas,
dos Árbitros e de toda a Equipe-técnica, e dos Comunicadores, Autoridades e
Policiais.
Lacan deixou a análise Biológica
para a análise da Linguagem e Mattanó passou para a análise Universal,
inclusive abordando a Telepatia como fenômeno da Evolução Bio-Psico-Cultural,
Espiritual, da Vida e do Universo,
otimizando as contingências filogenéticas, ontogenéticas, culturais,
espirituais, da vida e do universo.
Sujeito e Significante:
Temos,
portanto, diante de nós os termos sujeito e significante. Tratemos de definir
cada um deles a fim de posteriormente analisarmos a relação atávica que Lacan
defende que exista entre ambos.
Sujeito
como lugar vazio
O
conceito de sujeito, como qualquer estudante de ciências humanas deveria saber,
não é uma noção unívoca, ou seja, comporta uma diversidade de interpretações e
definições. No campo filosófico, o termo sujeito é elevado ao estatuto de
conceito a partir do pensamento de René Descartes. Como foge aos nossos
propósitos, analisar o conceito de sujeito em Descartes em todas as suas
particularidades, serei bastante sucinto ao falar dele, mesmo correndo o risco
de simplificá-lo demasiadamente.
Assim, o
sujeito cartesiano poderia ser identificado ao eu, realidade supostamente
irredutível, pois, segundo Descartes, sua existência não poderia ser posta em
dúvida, já que o próprio ato de duvidar pressuporia um sujeito. No domínio da
linguística, diz-se que sujeito é o elemento de uma sentença que sofre a
predicação. Em outras palavras, o sujeito é aquilo ao qual atribuímos ou
negamos determinadas características.
Observe
que tanto do ponto de vista cartesiano quanto linguístico, o termo sujeito é um
lugar vazio. Com efeito, para Descartes, tudo o que se diz a respeito de alguém
pode ser colocado em dúvida pelo próprio sujeito. Qualquer atributo que sobre
ele recaia não pode lhe servir como representante último, pois o próprio
sujeito possuiria a capacidade de colocar o mérito do qualificativo em xeque e,
se necessário, descartá-lo. Nesse sentido, o sujeito constitui-se em um lugar a
priori vazio. Ocorre o mesmo com a noção linguística de sujeito: a palavra
“Pedro” considerada isoladamente não possui sentido algum. Só adquire
significação quando atribuímos a ela algum predicado, como na sentença “Pedro é
um aluno.”. Portanto, o sujeito “Pedro” considerado em si mesmo é um lugar
inicialmente vazio a ser preenchido com predicados.
Signo,
significante, significado:
Ora, o
que são predicados senão palavras, significantes? A noção de significante
utilizada por Lacan é proveniente de Ferdinand de Saussure, um linguista que
propôs uma visão estruturalista da linguagem. Para Saussurre, a linguagem seria
formada por elementos chamados signos. Esses, por sua vez, seriam compostos de
duas dimensões, unidas arbitrariamente, ou seja, em função do acaso, a saber: o
significante e o significado. O significante seria a parcela material do signo
linguístico (o som da palavra, por exemplo). Já o significado seria o conceito,
o sentido, a ideia associada ao significante. A teoria da linguagem de Saussure
é estrutural porque pressupõe que o valor de um determinado signo não é dado a
priori, mas depende da relação com os demais signos do sistema linguístico.
Lacan,
guiado pela experiência com as formações do inconsciente (sonhos, lapsos,
chistes, atos-falhos, etc.) reinventa a proposta original de Saussure,
argumentando que a linguagem seria constituída essencialmente de significantes
e não de signos e que o significado não teria – ainda que arbitrariamente
produzida – uma relação fixa com o significante. Para Lacan, a experiência
psicanalítica teria demonstrado que o significado é extremamente volátil,
evanescente, como um fluido que desliza ao longo da cadeia de significantes.
Nesse sentido, a noção de signo deveria ser relativizada, já que uma relação
mais ou menos fixa entre significante e significado estaria restrita a um dado
contexto. Por outro lado, na linguagem como um todo, isto é, no lugar do Outro,
só existiriam significantes. Aliás, Lacan define o Outro precisamente como
“tesouro dos significantes”.
Percebemos que no lugar do Outro só
existiriam significantes que são justamente o som da palavra e o significado
estaria associado ao som da palavra, seria o conceito da palavra, o Outro seria
o objeto. Assim um ¨resíduo auditivo¨ seria e teria o poder de um significante
que geraria um novo significado no lugar do objeto ou do Outro, está explicada a Teoria da Pulsão Auditiva de 1995 de Osny
Mattanó Júnior.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
14 de setembro de 2016.
1. Psicologia
Cognitiva Transcendental Social
Apresento duas
novas descobertas sobre o cérebro e a mente a partir da
especulação da Teoria da Pulsão
Auditiva de Mattanó onde pela Terapia da Pulsão Auditiva ou Terapia da
Resignificação descobrimos que é através da pulsão auditiva que criamos o
comportamento de encontráramos ¨resíduos auditivos¨, ¨obstáculos¨ ou ¨pedras¨,
ou seja, novos significados e novos sentidos para nossas relações como novas
pedras para o que vamos construindo e erguendo para morarmos como uma casa.
Essas ¨pedras¨ que encontramos acabamos juntando-as inconscientemente em nosso
hipocampo ou GPS da Memória ao longo da vida, que numa certa altura ou estágio revelará ao
indivíduo, através também da Psicoterapia, uma coerência de relações entre os
¨resíduos auditivos¨ ou ¨pedras¨ e a história de vida do analisando, inclusive
com o contexto. Sou testemunha deste processo que demorou 21 anos para se
realizar efetivamente, mas este novo processo psíquico e comportamental não
substitui o anterior, o que promove e se associa aos ¨resíduos auditivos¨ que juntamos, e que chegada uma certa altura
da vida percebemos que existe uma obra através de um insight, uma ¨casa¨
construída com as ¨pedras¨ que juntamos e agora vivemos nessa casa.
A
outra descoberta sobre o cérebro e a mente é que não saber traduzir ou não ser
alfabetizado , seja na língua materna ou na estrangeira, não é tão ruim assim,
pois fortalece o Niilismo na sua execução e tradução psíquica e comportamental,
como um estilo de vida e social, na sua existência, fortalecendo-se em sua
homeostase e adaptação fisiológica, comportamental e morfológica.
As descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e
a mente
e assim, sobre o comportamento
ligadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram economia e
globalização em nossos tempos da economia, da tecnologia, da informação, do
consumo e do comércio e da liberdade mas também geram liberdade e ritos de
iniciação e de passagem e também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e
imprecisas, livres e multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez
produz a transcendência que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento,
nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da adaptação
que está ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida
inteligente e as 16 inteligências, somados aos estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A
memória e a adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.
As
descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e
assim, sobre o comportamento associadas ao trabalho e a produção de bens e de
serviços geram economia e globalização porém a liberdade faz fluir a adaptação e
a memória que se transformam, se transmutam em ritos de passagem e de iniciação
e na Trajetória dos Heróis, assim em escândalo, mediocridade, bandidagem,
miséria e pobreza, drogas,
tráfico de pessoas e de sexo,
prostituição, alcoolismo, tabagismo,
educação, escravização e servidão,
fome, sede, falta de higiene, não ter roupas, mortes e
violências, bullying, palavrão,
monstros, amor e ódio,
doença, deficiência, moral,
destruição do outro, sabedoria e
vida, espécies e mundo
natural, processos corporais, gases,
urina, fezes, sexo e
masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar
vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação
de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções , pensamentos
e estados de consciência fomentados pela
falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela felicidade, está na
religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num futuro melhor não
indecente, os mundos natural, artificial, biológico, psicológico, sociológico,
filosófico e espiritual carregam em si bases da indecência por isso lutamos e
sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante, ganhamos e perdemos trabalhando
e todo momento e a toda momento acumulamos e gastamos nossas economias e
produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo este
percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o
herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ser
livre é estar adaptado, é possuir um
processo de liberdade oriundo das descobertas que a vida proporciona e produz, é
estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da Vida e pela Trajetória
dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas adaptação, é
trabalhar, ter economia e globalização, inclusive as novas descobertas sobre o
cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento, ser adaptado com sucesso é
passar pelas 9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 16 inteligências e
transcender.
As
9 fases da vida inteligente são:
1.
(antes de nascer): inteligência dual sensório-motora
2.
(0 – 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3.
(2 – 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4.
(4 – 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5.
(7 – 11 anos): inteligência do período de latência
concreta
6.
(12 – 18 anos): inteligência genital formal
7.
(19 – 29 anos): inteligência do período de privacidade
8.
(30 – 59 anos): inteligência do período de
produtividade
9.
(60 anos em diante): inteligência da crise final
As 16
inteligências são:
1.
Espacial
2.
Territorial
3.
Corporal
4.
Lingüística
5.
Musical
6.
Matemática
7.
Interpessoal
8.
Intrapessoal
9.
Espiritual
10. Emocional
11. Naturalística
12. Psicomotora
13. Lúdica
14. Narcísica
15. Computacional
16. Agrícola
A inteligência
é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam que
Trajetória dos Heróis e da Vida,
dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem estar grupal, e em
parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo e marca, contudo
não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A inteligência como um
Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a economia e a
globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o florescer da
falta, do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que há de
prender-se e que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais, mas a
base da aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
Domar
as descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a
mente e assim, sobre o comportamento é domar a liberdade, pode ser domar a
inteligência, é também dominar o trabalho, a economia e a globalização, é domar a si mesmo e uma seqüência de monstros
até a crise final, Monstros que nos atingem também através de ritos, de ritos
de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida e dos Heróis. Para aqueles
que defendem o aborto o filho no ventre é um monstro, um monstro não domado e
inteligente, repelente e que só trará infelicidade, assim não estamos prontos
para a educação através do Estado. O respeito humano é uma incapacidade por
causa da inteligência! Por causa da inteligência temos descobertas na vida! Por
causa da inteligência temos o trabalho, a economia e a globalização, mas podemos reinterpretar
nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.
Devemos
transformar o conceito inteligência em adaptação e aceitar as diferenças
individuais e grupais otimizando-as para as transformações sociais sem destruir
o passado e os nossos antepassados, ou seja, nossas memórias, nossa adaptação
sócio-histórica gravada em documentos e gravada em nossos cérebros e mentes
gerando conhecimento para a melhor e otimizada adaptação, sucesso para nossa
existência, se tivéssemos que considerar apenas a inteligência para o nosso
sucesso talvez fracassaríamos pois os inteligentes que não se adaptam morrem antes dos mais
adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro vem a adaptação as
descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois vem a inteligência ou
a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o espermatozóide se adapta
ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a fecundação e ela continua por
toda a vida até a morte. Esta inteligência também é livre pelo ¨crossing-over¨
e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem da liberdade ocorre em função
das descobertas da vida. As descobertas da vida muitas vezes nos aparecem em
ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Amar ou odiar a sua própria vida ou de
seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de
indivíduos a se perderem em seus mundos
obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento
pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser.
Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9
fases da vida inteligente e as 16 inteligências, mais estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização.
Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar
revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a
globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros são nossas regras que
produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas
descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de
Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e fantasias de
horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós conhecemos isto,
todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios as urgências da
vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois
somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não
existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos nossos
Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao mesmo
tempo que impede causa novas descobertas como as Biológicas e Psicológicas.
Os Monstros surgem durante as 9 fases da
vida inteligência e são domesticados
pela
inteligência genética transcendental e as 16 inteligências. As profundezas do
ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos, cavernas,
galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos, florestas e
desertos onde muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão e
isolamento com a perda do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram
sentimentos monstruosos de revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou
dos outros. Nossos Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a
globalização. Os modos, figuras e objetos não são mais os de felicidade e de prazer com os
mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico (organismo),
psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações sociais), filosófico
(especulações sobre sua origem e vida) e espiritual (relações com a salvação,
imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem a ritos onde nos
entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem e de iniciação para alcançarmos a liberdade
dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
A transcendência é se superar se perpassar
e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua
comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental,
fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas,
inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o
comportamento. Quantos jovens e adultos se perdem em suas famílias no mundo das
drogas, falta de educação, alcoolismo, prostituição, tráfico de pessoas,
escravização, servidão, fome, sede, falta de higiene, falta de roupas, doenças,
roubo, mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a destruição humana, e
àqueles que se tornam lideranças e só trazem desespero e destruição dos seus e
dos seus semelhantes humanos com guerras, tragédias e holocaustos, grandes
desgraças e sofrimentos como pegadas no barro que não se apagam. Estas são as
pessoas que foram engolidas pelas profundezas da natureza humana com seus
Monstros que surgem e não reconhecem sua existência por serem diferentes ou
feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros até a crise final e assim
prosperar com o uso das 16 inteligências
e o respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser o que não somos
– perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar aos Monstros e
não conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem implicam em
morte, morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde mental ou de
corpo, problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a Educação e a
Saúde, a Liberdade e a Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação
de nossa liberdade para vivermos! Precisamos
de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos descobertas! Precisamos
desde o nascimento de rituais de iniciação como o parto e de passagem como o Batismo em nossa
Trajetória de Heróis.
Transcender depende da adaptação e de como
ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se
manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do
trabalho e das necessidades do trabalho, de sua regras e obrigações, dos bens e
serviços e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação,
consumo, comércio, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e
assim, sobre o comportamento, com o uso
da Educação e das 16 inteligências e do respeito humano perante nossas falhas e
deficiências ou mesmo incapacidades para conosco, com os outros e com a
natureza e com a Ecologia e o Universo, a inteligência se faz presente com o
uso da linguagem e da comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a
superação das adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo
ou não, viver é enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros
e assim com a miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime
e a guerra, também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao
sentimento de renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e
descobrir, e ajudar a descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A
Educação e o Amor geram memória, assim
também Adaptação, trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação!
Tudo começou pela e através da Adaptação,
seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química,
na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela
Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na
Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino
continuarão existindo! O Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma
forma? O Universo pode acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo
maior do que este que conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e
se ele entrar choque com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela
Adaptação! O Universo pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando
for, no princípio, no meio ou no fim,
gerando outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus continuarão existindo, eles não se
acabam!
As descobertas da vida, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento levam a adaptação que produz liberdade
para nosso meio ambiente individual,
social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para
vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos
processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso
produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e
maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da
liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através do ritos de iniciação e de passagem e com a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência
Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se descobrir é
poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da globalização e
dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na promoção da
Justiça Social!
Se descobrir é descobrir-se em meio
a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver,
inclusive para desfrutar das novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim,
sobre o comportamento.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
14 de setembro de 2016.
- Psicologia da Gestalt
Apresento duas
novas descobertas sobre o cérebro e a mente a partir da
especulação da Teoria da Pulsão
Auditiva de Mattanó onde pela Terapia da Pulsão Auditiva ou Terapia da
Resignificação descobrimos que é através da pulsão auditiva que criamos o
comportamento de encontráramos ¨resíduos auditivos¨, ¨obstáculos¨ ou ¨pedras¨,
ou seja, novos significados e novos sentidos para nossas relações como novas
pedras para o que vamos construindo e erguendo para morarmos como uma casa.
Essas ¨pedras¨ que encontramos acabamos juntando-as inconscientemente em nosso
hipocampo ou GPS da Memória ao longo da vida, que numa certa altura ou estágio revelará ao
indivíduo, através também da Psicoterapia, uma coerência de relações entre os
¨resíduos auditivos¨ ou ¨pedras¨ e a história de vida do analisando, inclusive
com o contexto. Sou testemunha deste processo que demorou 21 anos para se
realizar efetivamente, mas este novo processo psíquico e comportamental não
substitui o anterior, o que promove e se associa aos ¨resíduos auditivos¨ que juntamos, e que chegada uma certa altura
da vida percebemos que existe uma obra através de um insight, uma ¨casa¨
construída com as ¨pedras¨ que juntamos e agora vivemos nessa casa.
A
outra descoberta sobre o cérebro e a mente é que não saber traduzir ou não ser
alfabetizado , seja na língua materna ou na estrangeira, não é tão ruim assim,
pois fortalece o Niilismo na sua execução e tradução psíquica e comportamental,
como um estilo de vida e social, na sua existência, fortalecendo-se em sua
homeostase e adaptação fisiológica, comportamental e morfológica.
As descobertas
da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim,
sobre o comportamento associadas a liberdade configuram o trabalho que gera
economia, bens e serviços, também globalização do consumo, do comércio, da
tecnologia, da informação, do mercado,
da liberdade, e está nos ritos e
na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis segundo eu mesmo, está na
configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na morfologia das coisas, depende
dos princípios da organização perceptiva e dos princípios gestaltistas da
aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação que gera a economia, bens e
serviços como a globalização, depende de
como e do que fazemos com as gestalts das descobertas da vida diante os nossos
rituais e as Trajetórias da Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que
percebemos e no que ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às
necessidades humanas como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de
pertinência e de amor e de realização. As descobertas da vida, inclusive as
novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento
ligadas a liberdade e os seus rituais fazem a nossa curiosidade que faz parte do processo
que modela a forma ou a configuração associadas as nossas necessidades; assim a
fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo insight, por exemplo,
ou em coisas que nos trazem felicidade como a religiosidade e a tecnologia. A curiosidade,
saber o porquê, está sob efeito da organização perceptiva e da aprendizagem. A
curiosidade pelo insight traz formas de transcendência que se configuram pela
Educação da gestalt pela memória, ou seja , pela adaptação oriundas das
descobertas da vida que promovem a atividade, o trabalho, a economia, e a
globalização, promovem a descoberta e a imersão em ritos e na Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa
forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou
mais ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os princípios da
aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão
ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente espontânea e imediata
das relações; Pensamento produtivo,
onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a criatividade e
produtividade; Princípio do isomorfismo,
o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos ativos interagem num
dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou modificar ativamente os
elementos sensoriais que recebe, e a percepção é idêntica (iso) em forma
(morfo) àquilo que representa.
Somos incapazes de fugirmos
da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade, influencia o trabalho, a
economia, os bens e serviços e a globalização, inclusive as novas descobertas
sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento que por sua vez ligada
aos fenômenos dos estímulos configuram descobertas como os rituais de iniciação
e de passagem, e também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, pois ela obedece à organização perceptiva e a
aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso cérebro é incapaz de
modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais que recebe e responde
de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a falta e o querer em
meio às necessidades de nossos organismos incompletos, porém completos pela
morfologia ou totalidade da percepção decente ou indecente. A adaptação produz
memória que por sua vez faz parte dos processos da adaptação, ela, a memória, é
adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os fenômenos das descobertas da vida,
da Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis e em seus rituais.
Nossos
Monstros segundo minhas contribuições estão nos rituais que estão na forma, na
configuração ou morfologia das coisas, no como de configura nossos processos
oriundos da liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da
aprendizagem, dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas,
inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o
comportamento. Os Monstros podem estar no que percebemos e no que ocultamos no
trabalho gerando economia e Monstros econômicos que ¨são do bem¨ e outros que
¨são do mal¨. Eles nos revelam a nossa natureza ancestral e primitiva do
sofrimento posto como linguagem, Cruz,
fardo e demônios persecutórios que se revelam quanto mais fundo fomos em
nós mesmos, em nossas aventuras em nossos oceanos e cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento são os
Monstros da curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta
determinar a totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da
curiosidade. A curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos
princípios gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a
mergulhar e ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia,
bens e serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da
tecnologia, da informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência
biológica, psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas
de Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo,
pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia,
fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores,
compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição
dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e
sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros dependem de
nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos
Monstros, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim,
sobre o comportamento expressam gestalts, configurações ou formas que estão sob
efeito da organização perceptiva e da aprendizagem que se apresentam também em
rituais para o nosso bem se nos aperfeiçoarmos nos valores humanos e pautados
na Educação que vence tudo, vence ódio, guerras, violência, destruição, medo,
humilhação, vergonha, temor, qualquer perigo ou ameaça, a Educação constrói o
homem e o verdadeiro homem constrói a humanidade e a vida, a sociedade e a paz
na Terra, construímos assim a nossa liberdade! A Educação é feita pela memória,
ou seja, pela adaptação, pela liberdade! A Educação se dá pelas gestalts dos
fenômenos das descobertas da vida. Dentre as descobertas da vida estão o
trabalho, a economia, os bens e serviços, o trabalhador, o mercado, a
globalização da economia, do consumo, do comércio, da informação, da liberdade,
do trabalho, da tecnologia.
As
descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e
assim, sobre o comportamento podem formar gestalts de liberdade? A liberdade
leva ao trabalho e o trabalho a economia que formam a Educação, a Educação hoje
que leva a adaptação mas não somente a Educação pois a adaptação é constituída
de natureza fisiológica, morfológica e comportamental (esta implica em forma,
configuração ou gestalt), a adaptação permite a transcendência, a
transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros e Heróis, que por sua vez
originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que renderam e rendem até
hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras, niilismo e paralisias,
holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou gestalt que é a
transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao sentimento de
renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é construída a
partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da adaptação
que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência para um mundo
mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal, Biológico,
Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou Espiritual através
do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do Desconstrutivismo Físico
Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a continuidade e o fim da
vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo
jamais deixarão de existirem. Pelo Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida
e o Universo deixarão de existirem seja pela Adaptação por meio de outros
¨big-bangs¨ ou por outros meios como por ação de Deus ou outros meios ainda não
descobertos ou ainda não pensados, existindo no fim somente Deus e o Reino de
Deus e nada mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do
passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução
filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a
Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual
também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la,
ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a
ordem social; e a vida e a paz.
A
Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da globalização mas pode
continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia e da globalização para
crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e culturalmente, espiritualmente,
pela vida e pelo universo, de acordo com o princípios da Educação!
A
Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma trajetória:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Depois da
concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros nosso
Herói encontra a liberdade para se
viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 14 de setembro de 2016.
- Behaviorismo
Apresento duas
novas descobertas sobre o cérebro e a mente a partir da
especulação da Teoria da Pulsão
Auditiva de Mattanó onde pela Terapia da Pulsão Auditiva ou Terapia da
Resignificação descobrimos que é através da pulsão auditiva que criamos o
comportamento de encontráramos ¨resíduos auditivos¨, ¨obstáculos¨ ou ¨pedras¨,
ou seja, novos significados e novos sentidos para nossas relações como novas
pedras para o que vamos construindo e erguendo para morarmos como uma casa.
Essas ¨pedras¨ que encontramos acabamos juntando-as inconscientemente em nosso
hipocampo ou GPS da Memória ao longo da vida, que numa certa altura ou estágio revelará ao
indivíduo, através também da Psicoterapia, uma coerência de relações entre os
¨resíduos auditivos¨ ou ¨pedras¨ e a história de vida do analisando, inclusive
com o contexto. Sou testemunha deste processo que demorou 21 anos para se
realizar efetivamente, mas este novo processo psíquico e comportamental não
substitui o anterior, o que promove e se associa aos ¨resíduos auditivos¨ que juntamos, e que chegada uma certa altura
da vida percebemos que existe uma obra através de um insight, uma ¨casa¨
construída com as ¨pedras¨ que juntamos e agora vivemos nessa casa.
A
outra descoberta sobre o cérebro e a mente é que não saber traduzir ou não ser
alfabetizado , seja na língua materna ou na estrangeira, não é tão ruim assim,
pois fortalece o Niilismo na sua execução e tradução psíquica e comportamental,
como um estilo de vida e social, na sua existência, fortalecendo-se em sua
homeostase e adaptação fisiológica, comportamental e morfológica.
Para o
Behaviorismo Mattanoniano as descobertas da vida, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a
mente e assim, sobre o comportamento evocam a liberdade que evoca e estimula a
adaptação que é comportamental, fisiológica e/ou morfológica em tempos de trabalho
e de ter que trabalhar para que desejemos a economia e a paz, ou para que
passemos do sofrimento ao contentamento através de rituais e da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis, é apenas questão de regra e de mudança contextual
para esta regra para um melhor padrão de vida daquele que sofre por causa de
regras desadaptadas, já a memória é comportamental e encoberta, faz parte das
regras, da adaptação às regras. Regras são contingências que especificam
relações do tipo ¨se..., então...¨, elas podem acabar fazendo com que o
indivíduo generalize seus comportamentos pois quem segue regras cegamente não
consegue discriminá-las, o que não permite uma relação satisfatória e de boa
adaptação com o meio ambiente gerando sofrimento para si mesmo e/ou para os
outros. O sofrimento e o sofrimento no e do trabalho que gera economia que
também gera sofrimento é causado em função da liberdade e das regras aprendidas
por causa da liberdade. O sofrimento é conseqüência das descobertas da vida e
de seus processos comportamentais encobertos como as emoções e os sentimentos. O
sofrimento é evocado em rituais com sua regras e com as regras da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis que se relacionam invariavelmente.
As
descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e
assim, sobre o comportamento evocam a liberdade que estimula a adaptação às
regras e leva a transcendência, ao trabalho e gera a economia, os bens e os
serviços e a globalização da informação, da tecnologia, do consumo, da
economia, do trabalho, da liberdade e aparece em nossos comportamentos antes da
mudança contextual deles por causa de nossas regras reforçadas e associadas aos
estímulos ligados as nossas necessidades como a água, o alimento, o amor e a
afeição, o ar, a atividade, a atividade materna, o calor, o sexo e o sono,
acrescento o traje limpo e em bom estado de conservação, a higiene diária e o
frio em ambientes onde há muito calor, e finalmente o abrigo. As descobertas da
vida evocam a liberdade e isto nos
permite escolher mesmo sendo nós produtos de esquemas de reforços, pois há
liberdade através da linguagem com o trocadilho e com o Enfoque Contextual seja
também nos rituais ou na Trajetória da Vida, dos Monstros ou dos Heróis,
paradoxalmente há a globalização da liberdade e da linguagem.
As
descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e
assim, sobre o comportamento evocam a liberdade
que evoca e estimula os ritos da adaptação às regras que evoca a transcendência,
o trabalho, a economia, os bens e serviços, a globalização, também a Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis, a Trajetória dos Heróis apresenta as
seguintes fases:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ela, a
Trajetória dos Heróis, aparece em comportamentos encobertos e em comportamentos
manifestos, ela é aprendida através dos repertórios básicos de comportamento
como a imitação, a atenção, a discriminação e a ordem instrucional e promove mudanças e constantes
transformações no dia-a-dia de cada pessoa diante de cada uma dessas
necessidades já comentadas, pode assim ser saciada ou privada, aumentada, ou
aumentado o seu valor reforçador e de saciação através dos eventos biológicos,
fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história
de vida. As nossas descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o
cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento evocam aos comportamentos
respondentes e operantes da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis,
evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação às regras e tem um limiar e
também pode se de acordo com a estimulação provocar a fadiga, fuga ou esquiva,
pode ser extinta ou condicionada com estímulos antecedentes que nada tinham a
ver com ela. A educação psicoterapêutica pode extinguir a adaptação não somente
pela extinção, mas também pela mudança contextual onde o indivíduo aprende a
distanciar-se dela mesmo com ela presente não provocando reações de desconforto
ou de sofrimento mas sempre se adaptando contextualmente melhorando sua saúde
mental e a sua adaptação ao trabalho e a economia, e a globalização. A mudança
contextual ensina a lidar com esses fenômenos comportamentais evitando a
propagação do sofrimento oriundo do processo de adaptação, entendida como
carência e escândalo ou até mesmo como mediocridade e violência, bullying
físico, sexual, moral, social, político, psicológico, espiritual, filosófico,
contra o organismo individual e social quando a violência é praticada contra um
determinado grupo de pessoas. A mudança contextual leva a liberdade. A mudança
contextual leva a novas descobertas da vida e para a vida ajudando-nos ou
enriquecendo ou mesmo ampliando o nosso repertório comportamental para lidarmos
com a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Durante
a vida sem mudança contextual sempre haverá sofrimentos e processos adaptativos
morfológicos, fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir,
somos frutos desses processos evolutivos e de seleção natural. Falo da
transcendência comportamental. A transcendência é liberdade. Liberdade para
mudarmos nossos comportamentos durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Contudo
entendendo que somos o contexto, de acordo com Steven C. Hayes, e se pararmos de dar razões, controle
e literalidade, deixarmos de sermos governados por regras como o rastreamento,
o acedimento e o aumentamento, entendermos que somos o contexto, trocarmos o
¨mas¨ por ¨e¨ e nos afirmarmos pelo tato, e finalmente entendermos que nossas
afirmações são somente comportamentos verbais e não causas literais ampliando
nossos horizontes, vivendo assim a dessensibilização viveremos melhor e a
inteligência não mais nos controlará e deixará de trazer conflitos penosos aos
comportamentos encobertos e aos comportamentos manifestos transmutando-se somente
em adaptação e como conseqüência da adaptação em inteligência. Primeiro
vem a adaptação e depois a inteligência, às regras e a memória. Assim
transcendemos!
Assim
o Estímulo (som) tem uma Resposta (ouvir) e uma Primeira Conseqüência
(adpatação ao som) e uma Segunda Conseqüência (inteligência). Todo Estímulo tem
uma Resposta e duas Conseqüências quase que instantâneas, a 1ª é a adaptação e
a 2ª a inteligência. A inteligência pode ser segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Os
eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida estão associados as inteligências citadas a
cima, tudo é conseqüência, primeiro a primeira (adaptação) e depois a segunda
(inteligência), são eventos conseqüentes, isto acontece a partir de determinada
etapa do desenvolvimento da criança com o aprendizado e condicionamento, é tudo
encadeamento comportamental, a segunda conseqüência é imediatamente a que surge
logo após a primeira, sentidas como coisa única por causa do condicionamento,
mas são duas conseqüências, uma resposta e um estímulo. O que devemos aceitar e
viver o contexto e não sermos escravos de nós mesmos com comportamentos que
induzam ao sofrimento como o da literalidade, o de dar razões e o de controle,
seja no trabalho ou nas nossas relações econômicas e sociais como também na
globalização, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim,
sobre o comportamento. Somos o contexto. A transcendência pode ou não ser
evocada comportamentalmente, depende da história de vida de cada organismo.
Depois da inteligência vem às regras e a memória.
O Behaviorismo compreende que a existência
de Monstros em nossos comportamentos, encobertos e manifestos no trabalho e nas
relações com a economia e nas da globalização, inclusive nas novas descobertas
sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento como nos rituais de
iniciação e de passagem nas Fases em que o Herói pode Ser Engolido e Consumido,
e tem O Caminho Obtuso, depende diretamente da qualidade de nossas regras, e
da qualidade de nossas descobertas da
vida e para a vida, estes Monstros nos
tiram mas podem nos levar a liberdade como através dos trocadilhos e das
inversões, aglutinações e trocas associadas à Psicologia e a Psicanálise, contingências
que especificam relações do tipo ¨se... então...¨, se rastreamos há uma
correspondência entre as regras e as contingências do meio ambiente, a pessoa
rastreia os estímulos no sentido de ¨testar¨ as contingências descritas pelo
mesmo; se acedemos o comportamento fica sob controle das conseqüências sociais;
e no aumentamento o comportamento aumenta a probabilidade de ser controlado por
estímulos verbais antecedentes, aumentando a motivação do ouvinte em relação a
uma conseqüência. Estes 3 tipos de comportamentos revelam o modo como lidamos
com os Monstros no trabalho e na economia e na relações globalizadas segundo
tais regras ou princípios, rastreando-os, acedendo a eles ou aumentando-os
diante do imenso sofrimento psíquico individual. Estas são as categorias do comportamento
verbal do ouvinte, já o falante sugere de acordo com as 8 categorias do
comportamento verbal que: ecoar diz respeito a alguém dizer medo do Monstro e o
falante diz medo do Monstro; copiar respeito a alguém escrever pavor do Monstro
e o emitente escreve pavor do Monstro; tomar ditado diz respeito a alguém dizer
Monstro enorme e o emitente escrever Monstro enorme; tatear diz respeito a
alguém diante de um Monstro dizer o nome dele; mandar diz respeito a alguém
mandar um mando e o emitente responder vocal ou motoramente medo do Monstro;
ler diz respeito a alguém ver um Monstro e emitir a vocalização Monstro;
intraverbalizar diz respeito a alguém ter um conjunto de associações verbais do
emitente e dizer pânico do Monstro; e articular / rearticular / organizar /
reordenar diz respeito a alguém se auto-reforçar, onde o falante da palavra
Monstro é o ouvinte de si mesmo. Estas 8 categorias do comportamento verbal do
falante revelam-nos modos de lidar com contingências associadas aos nossos
ritos e nossos Monstros, medos, pavores, pânico, e nomeações dos Monstros que
surgem durante a vida encoberta e manifesta. Monstros são adversidades do meio
ambiente econômico e não somente os que já abordei, são também o PIB, a
inflação, os impostos, os investimentos, os custos e os benefícios, etc., e os
da globalização os Monstros que se relacionam com a tecnologia como as
pesquisas, os investimentos, os equipamentos, etc., com o consumo como o
mercado, o comprador, a mercadoria, o valor, etc., com a informação como as
emissoras de rádio e de televisão, os jornais e revistas, a internet, etc., com
a liberdade como as decisões, os conselhos, as atitudes, a consciência, a
introspecção, a saúde, etc., e reagir a
tais adversidades é assim, se adaptar. A adaptação não pode implicar em
sofrimento para si ou para os outros na maior parte das vezes mas esta tarefa é
quase impossível por sermos seres com falhas e repertórios comportamentais
deficientes manifestos ou encobertos, jamais alcançaremos a totalidade e
estamos em constantes transformações nos eventos biológicos, fisiológicos,
antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. E
durante a vida sempre há sofrimento e processos adaptativos morfológicos,
fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir. Conclui-se
que a adaptação nunca cessará pois somos frutos dela, da Evolução das Espécies
e da Seleção Natural. Como ela jamais cessará também a transcendência nunca
acabará. Deste modo também as descobertas da vida e para a vida, as regras, as
novas regras, contextuais, e os rituais na Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis também não deixarão de existirem.
Mas podemos emergir das profundezas das
habitações dos nossos Monstros com uma mensagem de esperança e de solução de medos
e conflitos se redirecionarmos nossos comportamentos e ritos enfraquecendo
segundo Steven C. Hayes e raciocínios meus 3 contextos, de literalidade, de dar
razões e de controle; depois entender que não devemos seguir regras pois é
contra-produtivo, causa insensibilidade e generalização; depois entender que a
melhor escolha é entender e aceitar que você é o contexto, devemos trocar o
¨mas¨ por ¨e ¨ e parar de lutar com nossos Monstros; e viver a
dessensibilização, se afastar das regras, dos pensamentos, dos afetos,
sentimentos e emoções e deixar de sermos controlados por esses comportamentos
que só produzem e trazem Monstros para dentro de nossas vidas e de nossos
relacionamentos sociais, ou seja, que só prejudicam com monstruosidades as
nossas descobertas da vida e para a vida
também no trabalho, na economia e na globalização. O rito agora passa a ser a
dessensibilização e você passa a ser o contexto após o ritual de iniciação e de
passagem. Você é Engolido e Consumido, passa por Um Caminho Obtuso, chega a
Apoteose, alcança a Última Graça, tem uma Difícil Volta, Magia nas Decisões,
vive os Limites da Volta, Agora são Dois Mundos, e tem a Liberdade para Se
Viver e Ensinar a Viver.
Assim
as lutas e o sofrimento no trabalho e na economia, na globalização, inclusive
as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento deixarão
de ser problema para a humanidade e perderão valor reforçador, não terão mais
ganhos, e a humanidade poderá ter um sentimento de contentamento e paz que
ainda não experimentou pois ainda não se permitiu e ainda não se permite com
suas lutas, batalhas, violências, guerras e holocaustos, e sua criatividade
associada a destrutividade a auto-destrutividade poderá deixar de ser problema
para a humanidade através da liberdade, pois não precisamos de ¨homens¨ presos
e de exércitos e de reféns, mas sim da liberdade, a liberdade proporciona a
gratidão, o respeito e o amor e não as armas que aprisionam e tiram a liberdade
de todos, tiram talvez, até mesmo, parcela da transcendência. Precisamos da
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver. Precisamos de rituais para viver.
Precisamos de regras para viver.
Concluo
que as descobertas da vida e para a vida, inclusive as novas descobertas sobre
o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento asseguram nossa adaptação
que evoca a transcendência, o trabalho, a economia e a globalização, rituais e
nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que por sua vez selecionam
repertórios comportamentais e modelam comportamentos para lidar com padrões de
comportamentos associados a miséria como os que levam a caridade e ao trabalho
que por sua vez podem levar ao abuso e a exploração como também a violência, ao
crime, a tortura, a guerra, a catástrofe, ao holocausto, a barbárie, a falta de
humanidade, ao tratamento degradante, a proliferação de doenças biológicas e
ecológicas, psicológicas, sociais, físicas, químicas, filosóficas e/ou
espirituais, etc., só a Educação como conhecimento e o Amor de Deus que se
renova com o sentimento de renascimento pode nos ajudar e solucionar,
atualmente, unindo-nos como humanidade estes problemas atuais de nosso planeta
Terra. Isto é a Liberdade da Vida para viver e ensinar a viver.
Só
com a Educação e o Amor de Deus aprenderemos e teremos como lidar com o
Universo, a Biologia, a Psicologia, a Sociologia, a Química, a Física,
Filosofia e a Espiritualidade, com seu começo, meio e fim! A Adaptação nos
revela que poderá haver o fim do Universo e das demais categorias da vida:
Biologia, Psicologia, Sociologia, Quimica, Fisica, Filosofia, Espiritualidade;
se juntarmos a Adaptação as Teorias de Osny Mattanó Jùnior sobre o
Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo,
e sobre o Descontrutivismo Físico Mattanoniamo onde haverá através de outros
¨big-bangs¨ criando talvez outros Universos que se chocarão com os nosso
Universo destruindo-o e assim não haverá mais vida e nem Universo. Devemos
respeitar nossos saberes, conhecimentos, lições, artes, educadores, ciências e
religiões se desejamos evoluir e progredir constantemente e mutuamente – Deus
sempre será objeto de estudo e de pesquisas para estudiosos e pesquisadores
sérios que crêem e também para aqueles que não crêem pois Ele existe e só Ele e
Seu Reino continuarão existindo após o fim, após o Apocalipse!
As
descobertas da vida e para a vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro
e a mente e assim, sobre o comportamento evocam rituais para o trabalho, a
adaptação, a economia, a globalização, os bens e serviços e as Ciências e
Religiões que tem como conseqüência
liberdade para nosso meio
ambiente individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de
privações para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em
nossos processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e
isso produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem
e maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice
da liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade
está no Reino de Deus e não no cemitério!
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade!
Precisamos incentivar
o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente,
devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa
hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Devemos
preservar nossa história e compreender os nossos ritos e história de Trajetória
da Vida, de Monstros e de Heróis de nossa espécie e de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e
foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa!
Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é
aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução humana filogenética é
mantenedora do trabalho e da economia, dos rituais; a Evolução ontogenética é
neutra, depende da filogenética e da cultural, depende dos rituais, depende da
aprendizagem e da estimulação de genes; e a Evolução cultural tende a ser
mantenedora do trabalho e da economia em sua maioria, depende dos rituais. A Evolução espiritual é mantenedora do
trabalho e tende a reprimir a economia, também depende dos rituais. O homem trabalha
e economiza mas não sabe o porquê?
Talvez para praticar seus rituais de iniciação e de passagem?! Talvez para poder desfrutar das novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
14 de setembro de 2016.
- Psicanálise
Apresento duas
novas descobertas sobre o cérebro e a mente a partir da
especulação da Teoria da Pulsão
Auditiva de Mattanó onde pela Terapia da Pulsão Auditiva ou Terapia da
Resignificação descobrimos que é através da pulsão auditiva que criamos o
comportamento de encontráramos ¨resíduos auditivos¨, ¨obstáculos¨ ou ¨pedras¨,
ou seja, novos significados e novos sentidos para nossas relações como novas
pedras para o que vamos construindo e erguendo para morarmos como uma casa.
Essas ¨pedras¨ que encontramos acabamos juntando-as inconscientemente em nosso
hipocampo ou GPS da Memória ao longo da vida, que numa certa altura ou estágio revelará ao
indivíduo, através também da Psicoterapia, uma coerência de relações entre os
¨resíduos auditivos¨ ou ¨pedras¨ e a história de vida do analisando, inclusive
com o contexto. Sou testemunha deste processo que demorou 21 anos para se
realizar efetivamente, mas este novo processo psíquico e comportamental não
substitui o anterior, o que promove e se associa aos ¨resíduos auditivos¨ que juntamos, e que chegada uma certa altura
da vida percebemos que existe uma obra através de um insight, uma ¨casa¨
construída com as ¨pedras¨ que juntamos e agora vivemos nessa casa.
A
outra descoberta sobre o cérebro e a mente é que não saber traduzir ou não ser
alfabetizado , seja na língua materna ou na estrangeira, não é tão ruim assim,
pois fortalece o Niilismo na sua execução e tradução psíquica e comportamental,
como um estilo de vida e social, na sua existência, fortalecendo-se em sua
homeostase e adaptação fisiológica, comportamental e morfológica.
As descobertas
da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e
assim, sobre o comportamento
associadas a liberdade marcam a adaptação
e a memória que se faz pela adaptação ou mesmo é adaptação e assim sugere a transcendência e o trabalho e
seus frutos como a economia, os bens e serviços, e a globalização da economia, da
tecnologia, da informação, do consumo e
da liberdade expressada e representada em ritos e assim na Trajetória da Vida,
dos Monstros e dos Heróis, que pela Psicanálise que está vinculada ao id que é o
componente arcaico e inconsciente do
nosso sistema de energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, não apenas
em casos de psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à
gratificação direta ou indireta, mas o mais bastante possível e imediato do
instinto sexual (libido), vinculado estreitamente às necessidades primárias da
pessoa como a fome, a sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a
parte mais profunda da mente. O id começa como pura liberdade e marca a nossa
atividade e o nosso trabalho e a economia, começamos a economizar com o
processo do pensamento secundário substituindo a gratificação e diminuindo
nossa primitividade psicológica, e assim os fenômenos da globalização e ela
mesma, mas com as marcas fica marcado em seu niilismo, condensamento e
deslocamento, as 3 leis do inconsciente segundo Mattanó. Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único
de interesses é o corpo, sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de
vida e de auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de
forma direta (beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória
(através de fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra
alucinatória. A fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação
do prazer pode ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou
indiretamente, entendo adaptação às necessidades primárias da pessoa quando
crianças antes da castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser
direta ou indireta. Com o desenvolvimento do ego vão se dando novas descobertas
e o contato com o trabalho e novas economias como a da fase anal, que realmente nos educa para
gastarmos ou pouparmos, o indivíduo
acaba se tornando consciente das exigências da realidade (princípio de
realidade) o que diminui sua liberdade mas também constrói modos de relação que
a mantêm e a reapropriam, lidando assim com seus rituais e a sua Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis; e quando se estabelece o superego, a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter
consciência das satisfações ideais, com o superego a liberdade se esgota ou se
torna moralista, com o superego moralizamos nossa Trajetória na Vida, dos
Monstros e dos Heróis. Mas há Eros, a pulsão total de vida (auto-conservação),
e Tanatos, a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e
Tanatos e o id, o ego e o superego em nossas relações inconscientes e
conscientes conosco e com os outros objetos de desejo e satisfação através da
marca e de como isso fica arranjado, organizado na vida mental, na unidade
mental e comportamental da pessoa, isto é o que prevalece para cada sujeito,
nestes casos a transcendência é consciente, de acordo com as suas marcas e
descobertas da vida que geram marcas no e para o trabalho e seus frutos como os
bens e serviços, a economia, e a globalização em função de nossos rituais.
Podemos
falar de Pulsões Fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), Pulsões de
Garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da
ansiedade), Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor, e Pulsões de
Auto-realização.
As
Pulsões Fisiológicas são as do olhar, a oral, a anal, a fálica, o período de
latência, a genital e o desenvolvimento das sublimações.
As
Pulsões de Garantia são as da coordenação motora e da afetividade, do esquema
sensório-motor, do esquema sensório-afetivo, do esquema motor-afetivo.
As
Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor são da afetividade e da sociabilidade,
são as do desenvolvimento emocional e social.
E
as Pulsões de Auto-realização são as da auto-realização, auto-atualização,
processo de individuação, êxtase e deslumbramento, crise-final, consciência,
produtividade no trabalho, etc.. Para alcançarmos esta fase devemos satisfazer
as fazes anteriores. Assim fazemos nossas descobertas da vida e nos adaptamos
continuamente e progressivamente, inconscientemente!
As descobertas
da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim,
sobre o comportamento associadas a liberdade são a adaptação, a linguagem do inconsciente e que dá forma ao
inconsciente e aos anseios instintivos da libido. Assim surgem grandes e
pequenos monstros que aprendemos a domar durante o desenvolvimento psicossexual
da libido da pessoa, desenvolvimento marcado por muitas descobertas da vida que
englobam as pulsões de vida e de morte, pulsões que também marcam os rituais
como os de iniciação e de passagem e a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis. Esta liberdade marca a adaptação e evoca a transcendência pela
linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros monstros grandes ou
pequenos que afetam nosso trabalho e nossa economia e nossa globalização
econômica, tecnológica, das informações e de consumo, da liberdade.
As descobertas da vida, inclusive as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento associadas
a liberdade da adaptação fazem o neurótico, o psicótico, o boderline, o
psicopata. Elas fazem parte do desenvolvimento da personalidade oral:
característica prepotente, dominadora, voraz, cobiça, inveja e otimismo; da
personalidade anal: característica de vaidade, desconfiança, ambição,
generosidade sem amor (ligadas à evacuação), meticulosidade, parcimônia, amor
ao método, obstinação, avareza (ligadas à retenção das fezes); da personalidade
fálica: característica de ostentação, prodigalidade sem conotações generosas ou
altruístas, necessidade de afiliação, narcisismo e atividades lúdicas (jogos,
competições esportivas, concursos de beleza, etc.); período de latência: característica
de declínio e extinção do complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é
o intervalo entre o estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal
adulta; e da personalidade genital: característica de potência fisiológica e
capacidade de amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável.
Elas fazem as Pulsões de Vida e de Morte.
No
enfrentamento de nossas descobertas da vida lidamos com a Trajetória dos
Heróis:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
A cada estágio
psicossexual lidamos com as descobertas da vida, inclusive as novas descobertas
sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento e com a liberdade e as
marcas da adaptação e assim com a memória e a transcendência e deste modo com o trabalho, a
economia, e a globalização que se caracteriza pela pulsão de morte ou de
autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor, a Eros, a pulsão de
vida, oriundas das descobertas da vida e nossas Trajetórias da Vida, dos
Monstros e dos Heróis. Esta é à base da organização da personalidade e da
humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência ligadas a vida e a
morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos evolutivos e
selecionados naturalmente.
Já
o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a
liberdade e a marca da adaptação, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro
e a mente e assim, sobre o comportamento, não consegue transcender, tornando-se
desadaptado e assim pode se tornar um viciado, violentador, agressor,
criminoso, delinqüente ou ensimesmado e possuir ainda as outras características
de sua personalidade lidando com monstros que surgem com a não satisfação
adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas do id. Esse adulto vai
se tornar também desiquilibrado no trabalho, nas suas relações econômicas e na
sua estrutura diante da globalização se ferindo e se auto-destruindo, talvez,
muito provavelmente sim.
Ao
lidarmos com as descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro
e a mente e assim, sobre o comportamento associadas a liberdade também lidamos com nossas
Inteligências para lidarmos com nossos problemas e/ou nossos Monstros. Nossas
Inteligências são segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Nossas Inteligências são
trabalhadas pelo ego, emanam do id e são controladas moralmente pelo superego,
tudo começou através da Inteligência Naturalística, seguiram-se as demais e os
nossos Monstros.
Abordarei os aspectos psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através
da explicação da fantasia que é uma formação de imagens mentais de cenas e de
seqüências de cenas ou experiências que não existiram no mundo real ou que se passaram de modo diverso do
fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem tais pressupostos, conforme
Álvaro Cabral e Eva Nick:
1.
¨As fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e
representam anseios instintivos em relações objetais;
2.
São representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do
desenvolvimento da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações
de desejos e conteúdos de ansiedade;
3.
O conceito, postulado por Freud, de
¨realização alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a
¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4.
Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de
expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras,
embora possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5.
As fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde,
assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6.
Têm efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no
caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7.
As fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim
nossos Monstros constituídos através dos ritos e das fantasias representam
anseios instintivos da libido em nossas relações objetais, de nossas
descobertas, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim,
sobre o comportamento, no início da vida é uma defesa, é constituída de
liberdade, realizações de desejos e
conteúdos de ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma
representação primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem
realizadas através da experiência externa, mas podem serem realizadas através
das palavras, porém para existir não dependem da realidade externa e das
palavras, primeiramente são sensações e depois assumem formas e representações
dramáticas, produzem efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre
os instintos e os mecanismos do ego. Nossos Monstros no trabalho e nas relações
com a economia e com a globalização são um mergulho profundo em formas e
representações dramáticas das profundezas da nossa vida mental instintiva que
visa nos defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador das energias
mentais do id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo sobre a
realidade externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados dolorosos,
ansiedades e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros instintivos
durante nossa vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros com nossos
rituais e a nossa Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Monstros
e fantasias se relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo
e a realização de desejos instintivos. Monstros surgem com a não satisfação
adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas também em meio a
rituais frustrados de iniciação e de passagem como com a fome, a sede, o ar, a
atividade, o sexo, os cuidados maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a
dor, o calor e o frio, a segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem
grandes e pequenos Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas
invencíveis e guerras, protestos, movimentos, vandalismos, atentados, horrores
e holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e
privilégios assegurados pela organização humana. Monstros e fantasias dependem
também de nossas descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro
e a mente e assim, sobre o comportamento.
O sofrimento,
inclusive nas novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o
comportamento causa-nos regras e ritos que fazem aflorar sentimentos de perda e
de reparação levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição e/ou a
auto-destruição da liberdade como nas guerras e nas violências, a paz é a
reorganização social humana desse processo de sofrimento unicamente humano e
afetivo, pois o homem é um animal emocional, as guerras e violências só existem
por causa das nossas emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o
animal mais evoluído na escola filogenética por isso temos mais afetos e
devemos aprender a lidar com eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade
e esperança num futuro melhor que pode e é construído diariamente,
momento-a-momento com a Educação, deveria ser assim no Trabalho e na
globalização.
Deste
modo a liberdade marca a adaptação que leva a transcendência oriunda dos modos
de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a atividades
de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também, guerras, movimentos,
protestos, lutas, vandalismos, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes,
horrores contra a humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas,
psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo
a impelir o ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de
Amor e de Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga
seu rumo evolutivo naturalmente e socialmente. A Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver, é esta a liberdade que alcançamos com nosso desenvolvimento,
rituais e atividades educativas.
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo! O Trabalho aliado a Educação pode nos salvar e alterar esta
realidade?! Dependemos dos nossos rituais Sagrados para continuar existindo!
Deus pode nos salvar! Os rituais são imprescindíveis a existência humana hoje!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. O Trabalho e a Educação devemos levar-nos a
poupar ou economizar bens e serviços a serviço da Humanidade e de seu progresso
e Evolução, para a continuidade da Vida na Terra!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos pois não se compreende ainda,
ainda tenta se compreender e se explicar; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução tem uma ordem, objetiva a
vida, porém se destrói e mantêm uma certa ordem, vive disto, do caos e da
ordem, para que haja vida e paz, o ser ontológico ainda não sabe o porquê que
existe e de onde veio?! O Homem não consegue se explicar satisfatoriamente pois
a todo momento está encarando a vida e a morte, ou a morte e a vida! E prefere
não acreditar em Deus, pois Deus lhe rouba tudo, principalmente o coração. O
Homem contemporâneo não deixa Deus atingir o seu coração! O Homem ainda não
prefere a vida e a paz, mas a busca! O Homem busca e precisa da Moral para
trabalhar, ter economia e ter sua globalização, inclusive para ter as novas
descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento!
O Homem necessita da Moral para sua
Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis! O Homem busca e precisa da Moral
para agir e ter atividades e ter a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver,
inclusive para poder desfrutar das novas descobertas sobre o cérebro e a mente
e assim, sobre o comportamento!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
14 de setembro de 2016.
- Psicologia Analítica
Apresento duas
novas descobertas sobre o cérebro e a mente a partir da
especulação da Teoria da Pulsão
Auditiva de Mattanó onde pela Terapia da Pulsão Auditiva ou Terapia da
Resignificação descobrimos que é através da pulsão auditiva que criamos o
comportamento de encontráramos ¨resíduos auditivos¨, ¨obstáculos¨ ou ¨pedras¨,
ou seja, novos significados e novos sentidos para nossas relações como novas
pedras para o que vamos construindo e erguendo para morarmos como uma casa.
Essas ¨pedras¨ que encontramos acabamos juntando-as inconscientemente em nosso
hipocampo ou GPS da Memória ao longo da vida, que numa certa altura ou estágio revelará ao
indivíduo, através também da Psicoterapia, uma coerência de relações entre os
¨resíduos auditivos¨ ou ¨pedras¨ e a história de vida do analisando, inclusive
com o contexto. Sou testemunha deste processo que demorou 21 anos para se
realizar efetivamente, mas este novo processo psíquico e comportamental não
substitui o anterior, o que promove e se associa aos ¨resíduos auditivos¨ que juntamos, e que chegada uma certa altura
da vida percebemos que existe uma obra através de um insight, uma ¨casa¨
construída com as ¨pedras¨ que juntamos e agora vivemos nessa casa.
A
outra descoberta sobre o cérebro e a mente é que não saber traduzir ou não ser
alfabetizado , seja na língua materna ou na estrangeira, não é tão ruim assim,
pois fortalece o Niilismo na sua execução e tradução psíquica e comportamental,
como um estilo de vida e social, na sua existência, fortalecendo-se em sua
homeostase e adaptação fisiológica, comportamental e morfológica.
As descobertas
da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e
assim, sobre o comportamento e a
liberdade como também os processos da
transcendência oriundos da
adaptação e da memória referentes ao desenvolvimento e ao trabalho e seus
frutos como os bens e serviços, e a economia e
a globalização e seus rituais e toda a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis estão vinculadas nesta abordagem ao processo de individuação,
processo pelo qual uma parcela do todo se torna progressivamente distinta e
independente, tornando essas parcelas cada vez mais independentes, processo que
faz parte da Educação e da aprendizagem individual e coletiva. Essas partes
emergem dos todos, o todo é temporalmente anterior às suas partes, estes
fenômenos pertencem as descobertas da vida. É um processo onde a pessoa se
destaca como coisa única distinta no grupo e assim essas mudanças na própria
pessoa influenciam como ela é percebida pelos outros. O processo de individuação
envolve um processo de concepção naturalística da consciência. Deste modo a
adaptação que é a memória forma a consciência do indivíduo. Deste modo a
transcendência pode formar a consciência do indivíduo. Assim o podre, o feio, o
absurdo, o sujo, o bandido, o vagabundo, etc., pertencem primeiro ao todo e
depois com a particularização da
essência do indivíduo essa essência do todo se diferencia do todo se tornando
única e singular. Essa essência é tanto o decente quanto indecente, ambas
pertencem primeiro ao todo e depois ao particular diverso ao todo. Nascemos
decentes e indecentes, devemos situarmos no ambiente de trabalho e nas relações
econômicas e globalizadas de modo que nossos rituais e a nossa Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis sejam de
modo adaptativo e favorável a adaptação ou ao contexto e assim o futuro que
depende do processo de individuação e de como nos lidamos com suas fases, a
urubórus, a matriarcal, a patriarcal, o ciclo de alteridade, e a cósmica, que
moldarão nossas características e nossas atitudes e afetos, nosso pensamento,
sentimento, intuição e sensação, deste modo nosso tipo de personalidade. O
objetivo do processo de individuação é o desenvolvimento da personalidade
individual e suas descobertas, ou seja, as descobertas da vida e a liberdade
como o trabalho, a economia e a globalização. Grupos sociais que através de
normas que possam impedir o processo de individuação normal e saudável acabam
por atrofiar o indivíduo impedindo sua máxima liberdade possível, estes grupos
impedem o processo de individuação também através de rituais, por exemplo, com
o uso da Teoria dos Símbolos de Mattanó, símbolos que atrapalham a vida. Por
não ser o indivíduo uma peça só do jogo da vida, já que precisa conviver e se
relacionar com outros indivíduos destacamos a importância do coletivo e assim
da consciência coletiva atribuída aos conteúdos coletivamente inconscientes,
deste modo herdado como estrutura cerebral. Assim vemos que também herdamos
cerebralmente aspectos dos nossos antepassados, coisas filogenéticas oriundas
de nossa espécie animal. Aparecem nos arquétipos como o sombra nossos Monstros onde
nos projetamos outros todas as coisas que nos pertencem como ruins ou más,
intoleráveis, criminosas, violentas, bandidas, agressivas, inaceitáveis e
cruéis, isto faz parte do processo de individuação e só compreenderemos nossos
problemas com a indecência com a decência ou aceitação de nossos limites e
necessidades e as dos outros como coisa do processo de individuação. E
finalmente as inteligências (descobertas por Gardner) e completas por Osny
Mattanó Júnior (Espiritual, Emocional e Psicomotora), as inteligências
satisfazem a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
que nos auxiliam e determinam como
nos comportamos contextualmente, intelectualmente (inteligentemente), como
aprendizes e a nossa própria adaptação e memorização ao que se refere ao meio
ambiente e as interações do indivíduo com o ambiente durante o processo de
individuação efetuando as descobertas da vida, inclusive as novas descobertas
sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento e a liberdade no
trabalho e para o trabalho, na economia, e na globalização da economia, da
tecnologia, do consumo, da informação, da liberdade através também de rituais.
A
Trajetória dos Heróis visa desenvolver a Liberdade e os Ensinamentos, passa
pelos estágios:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Deste modo
trabalhamos as descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro
e a mente e assim, sobre o comportamento, a liberdade, o contexto, a
aprendizagem, a inteligência, a
adaptação e a memória, e também com o trabalho, a economia e a globalização e
os rituais de iniciação e de passagem, como a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
As
monstruosidades e os Monstros surgem durante o processo de individuação de cada
sujeito por causa das descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre
o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento e da liberdade individual e
do aprisionamento coletivo assujeitado ao coletivo e ao individual, ambos,
inconscientes, e assim aos arquétipos como o sombra onde depositamos nossa
carga agressiva e destrutiva negando-as de nossa constituição e destinando-as
aos outros, jamais a nós mesmos também no trabalho e nas relações que o
trabalho proporciona, na economia e suas relações como as de poder, e na
globalização, também por meio de rituais como os de iniciação e de passagem.
Deste modo a
Humanidade já destruiu e criou Monstros através de suas descobertas da vida,
inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o
comportamento e de sua liberdade individual e de seu aprisionamento coletivo, como pelo arquétipo
sombra durante sua evolução da civilização como na Inquisição, na 2ª Guerra
Mundial, nas Ditaduras Militares, nos Grupos Terroristas, nos Grupos de
Extermínio, no crescimento e desenvolvimento da Igreja Católica, nas Intifadas,
na Guerra do Vietnã, na Guerra do Iraque, na Guerra do Afeganistão, no combate
ao Terrorismo, na prática dos crimes sexuais e de toda a ordem como a
pedofilia, a prostituição, as drogas, a discriminação racial, a escravização, o
tráfico de pessoas, a servidão, a fome, a miséria, a despersonalização, no
Darwinismo, no Freudianismo, no Lacanismo, no Comportamentalismo, as Artes, as
Culturas de Morte, como nas disputas eleitorais e políticas, etc., e continuará
a destruí-los pois originam-se das origens da vida na Terra, da luta e da
guerra pela sobrevivência e bem-estar e perpetuação de sua espécie, somos uma
espécie como tantas outras que também lutam contra as adversidades do meio
ambiente como as sexuais onde os mais fortes vencem e derrotam muitas vezes
cruelmente adversários sexuais através da Seleção Natural, dependem
ontogeneticamente também do trabalho, da economia, da globalização, do poder,
da Saúde, da Educação, e culturalmente dependem década sociedade e grupo social
com sua cultura e modos de relação social. Sempre encontraremos Monstros e a
sombra reconhecida e assumida através da projeção de nossa carga hostil em
outros objetos em nossos caminhos até a Salvação, a fase Cósmica do Processo de
Individuação, durante nossas descobertas da vida.
A Educação,
inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o
comportamento resolve nossos problemas com a sombra e nossos Monstros internos
que projetamos nos outros com no trabalho, na economia, na globalização e nas
guerras, movimentos, protestos e conflitos e vandalismos em busca de paz
justamente porque não conhecemos ainda a paz, porque não fomos e não somos
educados ainda o suficiente seja pelos nossos pais, cuidadores, professores,
políticos, religiosos, amigos, amores e romances, policiais, profissionais da
saúde, psicólogos, médicos, psiquiatras, artistas, filósofos, comunicadores, cientistas,
etc.. A Educação tudo resolve. A Educação educa nossos Monstros e evita nossas
monstruosidades melhorando nossos processos de descobertas da vida e de
liberdade individual e aprisionamento coletivo através do Processo de
Individuação. A liberdade individual é experimentada nos rituais porém com o
aprisionamento coletivo na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A nossa sombra
sofre mudanças durante o dia mas nós não, somos os mesmos, ela ora é menor ora
é maior ou é distorcida ou se mistura a outras sombras, nós, o self, não nos
misturamos, para compreender a sombra precisamos aceita-la e reconhece-la como
parte de nós e que ela sofre transformações, ora é ¨bonita¨ ora é feia, não há como lutar com a sombra,
ela nunca fugirá de nós, precisamos conhece-la e aceita-la como parte de nosso
mundo psíquico sem nos ¨machucarmos¨, precisamos fazer nossas descobertas da
vida, dos monstros, dos heróis e dos escravos para lidar bem com a nossa sombra
arquetípica.
Eu acredito que
as descobertas da vida, inclusive as novas descobertas sobre o cérebro e a
mente e assim, sobre o comportamento ajudam na adaptação da memória que produz
a transcendência que assim gera a miséria, a caridade e o trabalho a fim de
servir à vida e à Evolução, mas surgem
adversidades com o sombra que se personificam como violência, guerras, crimes,
holocaustos, barbáries, atentados, terrorismo, deturpação, difamação,
conflitos, abuso e exploração, movimentos, protestos e vandalismos, etc., que
são resolvidos através da Educação e do Amor Fraterno que nos auxilia com o
sentimento de renascimento que vem do Estado e de cada família e emerge de cada
indivíduo, só este Amor nos permite isto durante nossas vidas, mas nada na
vida! Pense nisto! Deus faz bem! Eu posso acreditar em Deus, no Pai, no Filho e
no Espírito Santo, Amém!
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno
resistirá ao Apocalipse Universal que poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨
ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação Natural ou
Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo através do
Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo, ou através da Oração, da
Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar se ele entrar em conflito consigo
mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na Bíblia com outras palavras mas com
a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado
pelo aprisionamento coletivo.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida, compreende seus ritos e os absorve
mantendo-os e os perpetra; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para
ser destrutiva em nossos tempos, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os
e os perpetra; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra; a Evolução
espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução depende da transmissão de conhecimento,
seja celular, genético, molecular, atômico, arquetípico, inconsciente ou
qualquer outra forma de transmissão de conhecimento como as Escolas de hoje. A
Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança
seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A
Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e
ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito,
a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! As
novas descobertas sobre o cérebro e a mente e assim, sobre o comportamento são
voltadas para a Ciência, Saúde e Educação, para o convívio! Temos leis que
punem discriminadores, racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para a
convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da
economia e da globalização também são voltadas para a convivência e não para a
exclusão e discriminação! A Evolução cria e depende de rituais e da Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Evolução precisa do Processo de
Individuação e de todos os seus elementos constitutivos como os arquétipos e as
fases. O Processo de Inidividuação segundo Mattanó começa com a Concepção e o Herói (Fase
Urubórus), o Chamado que Pode ser Recusado, as Forças se Unem Para o
Bem-aventurado,... o Encontro com a Deusa (Fase Matriarcal),... a Relação com o
Pai (Fase Patriarcal),... a Magia nas Decisões (Ciclo de Alteridade)...e vai
até A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase Cósmica). O Processo de
Individuação tem por finalidade a Liberdade da Vida e dos Ensinamentos da Vida
numa relação Cósmica de maravilhamento e contentamento, deleite profundo a
favor do Cosmos, do Universo, do Universal, da Universalidade, da amplidão
experiencial e do descortinar do caminho rumo ao infinito e mais belo,
inclusive para poder desfrutar das novas descobertas sobre o cérebro e a mente
e assim, sobre o comportamento.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 14 de setembro de 2016.
Nenhum comentário:
Postar um comentário