Osny Mattanó Júnior
PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS
PERSPECTIVAS E INVESTIGAÇÕES
Especulações Sobre Os Caminhos que nos Assustam
A Trajetória dos Heróis
07/09/2016
ÍNDICE:
1.
Introdução
2.
Psicologia Cognitiva Transcendental Social
3.
Psicologia
da Gestalt
4.
Behaviorismo
5.
Psicanálise
6.
Psicologia
Analítica
7.
Psicologia
Social
8.
Psicologia
Escolar
9.
Psicologia
Humanista
10.
Psicologia
da Personalidade
11.
Cognitivismo
12.
Fenomenologia
13.
Psicologia
da Espécie
14.
Psicobiologia
15.
Psicologia
Sócio-interacionista
16.
Psicologia
Individual
17.
Psicologia
Institucional
18.
Psicologia
do Trabalho
19.
Biopsicosociofilosofia
20.
Esquizoarte
Perceptiva Tecnocultural
21.
Cultura
Psicomanifesto Comportamental
22.
Psicofilosofia
Mattanoniana
23.
Biopsicoantropologismo
24.
Movimento
Psicoanalítico Cultural
25.
Psicoarte
Mattanoniana
26.
Psicotradução
Mattanoniana
27.
Psicologia
da Vulnerabilidade
28.
Psicologia
das Regras
29.
Psicologia
da Sensibilidade – Movimento sensível
30.
Psicologia
das Sociedades (contextualizando a Humanidade)
31.
Psicotelepatia
Instrumental (Psicologia e Telepatia)
32.
Análise
Tecnopsicológica
33.
Psicoarte
Residual
34.
Movimento
Cognitivo Mattanoniano
35.
Enfoque
Contextual Biopsicosociofiloespiritual
36.
Psicologia
Matemática Niilista Existencialista
37.
Niilismo
Existencialista
38.
Multiculturalismo
Autoclítico Biopsicosociofiloespiritualizado
39.
Dialética
Morfo-Mattanoniana
40.
Psicodrama
Comportamental de Mattanó
41.
Psicologia
das Massas, dos Públicos e das Multidões
42.
Psicologia
de Protesto
43.
Psicologia
Eclética Educativa
44.
Teoria
Suja da Psicanálise Psicótica Existencialista
45.
Considerações
Finais
Osny
Mattanó Júnior.
Professor e
Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas
Teorias: PERSPECTIVAS E INVESTIGAÇÕES - Epistemologias sobre os Caminhos que nos
Assustam : a Trajetória dos Heróis.
Introdução
Uma de
minhas divergências para com parte da metodologia empregada para a
investigação
e julgamento através da telepatia me suscita que ela induz a muitas
perspectivas pois a subjetividade nunca está pronta ou acabada, está nula, fixa
ou se deslocando constantemente, jamais está morta, a subjetividade depende da
representatividade e da capacidade de significar e resignificar, de dar sentido
e conceitos aos fenômenos e estímulos do meio ambiente e não da capacidade do
outro ou do outro indivíduo significar e resignificar, dar sentido e conceito
àquela subjetividade invadida ou exposta como a própria intimidade nua e crua,
em pêlos, causando medo, vergonha e humilhação, que subjetividade se comporta
normalmente diante destes eventos, do medo, da vergonha e da humilhação?
Certamente ela terá problemas e ficará alterada, com mais medo e raiva, ou ódio
e até terror! Julgar uma subjetividade violentada a este ponto e consequência é
violência e tortura que só piora ainda mais a vida e a saúde do violentado,
jamais chegaremos a verdade assim! Será que é isto o que queriam? Que jamais
chegassem a verdade? Por isso me torturam e a minha família!? Uma investigação
feita somente a partir disto e que entende isto como desejo ou intenção da
vítima falta com a verdade! Para tirarem suas dúvidas, Autoridades, se estou
certo ou errado, façam o que fazem e fizeram e querem fazer comigo com um grupo
significativo de cobaias para comprovarem a validade desta técnica empregada no
meu caso nestes últimos 30 anos diante dos mesmos contextos – será que será
viável?!
A Evolução
ordenada e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no
crescimento quanto na decadência do organismo, resultante de fatores inatos,
hereditários e maturativos, como também de influências ambientais chama-se
crescimento. Este crescimento não é só do organismo biológico, mas também do
psicológico, social, filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do
organismo químico e físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as
atividades consideradas como motivos da obtenção de certos resultados, como a
liberdade e as Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos
para a obtenção de resultados envolvem gasto de energia que entre os seres
humanos estão entregues a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e
atenção gerando trabalho e produtos materiais e imateriais como a força de
trabalho e a qualificação para a tarefa e o trabalho que geram Economia,
incluindo bens e serviços, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas.
As
descobertas da vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações
sobre nossos dramas e problemas levam e estão associadas a liberdade ou o que
conhecemos por liberdade que acompanha-nos desde o início de nossa vida
adaptada e/ou inteligente na Terra e levam-nos ao trabalho e geram economia,
saem e levam-nos a miséria, a fome, a pobreza, a caridade, ao trabalho, a
exploração e a violência e aos monstros, fazem parte da vida do ser humano,
seja ela, sexual, moral, física, psicológica, política, artística, social,
filosófica, espiritual, afetiva, naturalística, lingüística, interpessoal,
intrapessoal, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical, espacial,
artificial, cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal, escolar,
trabalhista, desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a adaptação
leva a transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas somente
adaptação. A adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas da vida.
O trabalho e a economia também existem e constroem e constituem nossa memória e
a pertencem aos nossos processos de adaptação fisiológica, morfológica e
comportamental. Todo este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos
Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a
viver.
A Trajetória dos Heróis começa com:
1. A concepção e o herói
A concepção de um mito surge numa
atmosfera de grande inquietação e admiração em relação a figura que aparece
repentinamente como mestre, marcando um novo momento na história, um novo
estágio a seguir, uma nova biografia.
O mito deve ser enfrentado por ser
largamente familiar ao inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou
amedrontador para a consciência, e o que antes tinha um significado, sentido e
conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o processo de concepção e
convocação ao herói para uma missão que já não pode ser recusada.
O levar-se a aventura significa que
o destino convocou o herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o
eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se como uma terra distante, uma
floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do
céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos.
Sempre habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas
sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por
vontade própria, por ser levado ou enviado por agente benigno ou maligno, por um
erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do
planeta.
O chamado pode ser recusado
É sempre
possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos
frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim
seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande
falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder,
trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta
como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes,
objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o
passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os
muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma
atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e
alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a
vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
As forças se unem para o bem-aventurado
As forças
se unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e
a ele será
entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar
preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida
aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através desses
amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será
seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da
vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão
a seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.
A travessia: se consumir
A vida do
herói possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará
sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na direção do
não conhecido, para um oceano sem limites
As regiões do desconhecido são
lugares para projeção do inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra
estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa
e a destruição do pai, sereias de beleza
nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do
limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém
somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a
morte para um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os
ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido,
e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem
riscos, porém aqueles que tem talento, competência e coragem verão o perigo se
dissipar como a água no mar.
Ser engolido e consumido
Ser
engolido e consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do
limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou
ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
O desaparecimento corresponde à
entrada do fiel no templo onde ele será revivificado por regras do tipo quem é
e do que é. No interior do templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos
são uma coisa só. Nas proximidades e nas entradas dos templos existem
guardiões: dragões, leões, matadores de demônios com espadas desembanhadas,
anões rancorosos e touros alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão
incumbidos de afastar todos aqueles que forem incapazes de achar os silêncios
mais elevados no interior do templo. São encarnações preliminares que
representam ogros mitológicos que marcam os limites do mundo convencional ou as
fileiras de dentes da baleia. Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo,
como a cobra troca de pele o fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar
num templo ou mergulhar nas mandíbulas da baleia o herói encontra a
concentração e a renovação da vida.
Não pode alcançar o apogeu da vida
sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos
horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada teme. Ser engolido e
consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá para ajudar a salvar
o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.
O caminho obtuso
Este
caminho cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e
com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é
auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio
sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o
sustenta em sua passagem sobre-humana.
Em seu caminho o herói encontra
obstáculos que nem sempre trazem felicidade, percorre ele densas florestas,
maciças cadeias montanhosas onde depara-se com ossos de outros que sucumbiram a
aventura e acaba encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo
inferior e suas notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois
de numerosos perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se
lança sobre ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o
monstro recuar com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da
cerimônia e o herói entre em êxtase.
O herói é um líder de um jogo
infantil, é um iluminado condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que
outros prossigam adiante na sua luta contra a realidade.
O segundo estágio do Caminho é o
estágio da purificação do eu onde os sentidos são purificados e tornados
humildes e as forças concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do
processo de dissolução, transcendência ou transmutação de imagens infantis do
nosso passado pessoal.
Os perigos psicológicos pelos quais
passaram gerações anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação
experimental, improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados
em nosso sonhos.
A terra das maravilhas virá com
relances momentâneos, com uma multiplicidade de vitórias preliminares ou
êxtase.
O encontro com a deusa
A aventura
do herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A
Mãe
Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um
primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre
a atitude da criança com relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo
material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente
controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e
iniciação da mente na natureza do mundo visível.
A mulher representa mitologicamente a
totalidade do que pode ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo
com seu progresso, o herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa,
e se transforma várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode
prometer mais do que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que
rompa com as correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de
todas as suas limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada
pela ignorância a banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria.
O herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos,
com gentiliza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do
seu mundo criado.
O encontro com a deusa é o teste
final do talento para a bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o
invólucro da eternidade.
A mulher como tentação
Agora com o
casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do
pai, ele e seu pai são um só.
As guerras e as explosões
emocionais são paliativos da ignorância. Diante do psicanalista os estágios da
vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada após camada de falta de
conhecimento é penetrada e, sempre, passados os primeiros passos da jornada a
aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de horrores, trevas, desgostos,
dores e tremores fantasmagóricos.
A dificuldade de se entender a vida
como ela é e não como a idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande
dificuldade na análise. Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a
febre que constitui a própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os
problemas do mundo e de nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente a
outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne,
experimentamos um momento de repugnância e de frustração: a vida e seus
fenômenos e a mulher em particular como grande símbolo da vida, tornam-se
intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do herói em sua aventura.
A relação com o pai
A pura
Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a
misericórdia divina, a poderosa força do
Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus.
O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está
nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares
sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade
de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se
parece.
É a provação do herói com a
garantia de que a figura masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as
assustadoras provas de iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se
refletem um ao outro e são essencialmente a mesma coisa.
A iniciação combina uma introdução
do candidato nas técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com
radical reajustamento de sua relação emocional com as imagens parentais. O
filho assim afasta-se de sua mera condição humana e representam uma força
cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem
competência para representar o papel de iniciador, de guia, de porta do sol
pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma experiência da
majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em paz no
entendimento da revelação do ser.
O problema do herói que vai ao pai
está em abrir sua alma par além do terror, num grau que o torne pronto a
compreender de que forma as repugnantes e insanas tragédias desse vasto e
implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O herói transcende a vida,
com sua mancha negra peculiar e, por um episódio, ascende a um vislumbre da
vida. Ele observa e admira a face do pai e compreende, e assim os dois entram
em sintonia.
Para o filho que cresceu o
suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da provação são
prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas, gemidos e
dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da Presença.
A apoteose
No momento
em que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional,
do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que
o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram,
mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do
Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles que sabem que o Eterno vive
neles, em todas as coisas, são imortais.
A última graça
O
sofrimento agonizante da ultrapassagem
dos limites pessoais é a agonia do
crescimento
pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas
são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes
que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e
movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura
da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo.
A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que
transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades,
a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados,
são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério
inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.
A difícil volta
Ao fim da
busca do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando
com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua
saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação
masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação
da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
A magia nas decisões
Se o herói
em seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração
da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono
sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não
obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A
aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.
O resgate sobrenatural
O herói
pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que
vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela
se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o
recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do
percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana.
Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas divindades
orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde
os homens imaginam-se completos mas que na realidade não passam de frações.
Os limites da volta
Os mundos,
divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As
aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das
trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um
retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas
convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana
tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a
prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e
as instituições para as pessoas comuns.
Agora são dois mundos
A liberdade
de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente
apresentam numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem
são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por vezes um tolo, noutras um
sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras vagante, por vezes benigno,
noutras maligno, por vezes honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles
de suprema beatitude.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
O campo de
batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra.
Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer
coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas
que se tornaram.
A
descobertas da vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas associadas à liberdade constróem
a memória que é adaptação comportamental como consolo e o luta ou
trabalho, que começam quando há luta,
fracasso, vitória e/ou morte, geram através das batalhas desde as sociedades
primatas esses sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com os
hominídeos e existe até hoje com os seres humanos que se especificam pela
condição de família e de eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos.
Existem chimpanzés que apresentam dados que correspondem aos comportamentos de
luta, consolo, fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e
talvez, acredito que sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o
enfrentamento físico, o consolo seria o abraço, a vitória o mando, a morte o
desfalecimento e o luto o ritual (individual ou grupal), o discurso e a
linguagem (comportamento verbal) de despedida. Entre o ritual, o discurso e a
linguagem existe o conhecimento próprio do ser humano, codificado e
decodificado por ele mesmo. O consolo e
a luta ou trabalho. O ser humano adulto
faz descobertas e é adaptado e tende a ser livre porém preso a sociedade, é
inteligente e é essa inteligência adaptada ou somente adaptação que gera e
mantêm a vida e a luta e o trabalho, a família, os grupos sociais, o caos, a
ordem, o progresso, a civilização e a humanidade, a fraternidade e a irmandade,
e até mesmo o puritanismo, fruto da indecência e que dela também depende para
que o ser humano no outro se perpetre e a vida tenha um significado, um sentido
e um conceito de amor a Deus e de ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o
repouso geram contentamento e o bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos
do sofrimento quanto a paz vinda do contentamento dependem sempre da Educação,
mesmo que não haja saúde, a Educação resolve o problema com respostas claras e
insights que permitam reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e
global. As descobertas levam a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao
repouso, geram a transcendência diante da miséria, através da caridade e do
trabalho e da diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e
afetivos ou sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como
a sexual e a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante
de uma vida Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso
planeta e da vida neste planeta.
As
descobertas da vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas na Trajetória dos Heróis mantêm a
liberdade que gera adaptação e violência na maior parte das vezes, pois há
lugar para ela em nosso meio consentido e que assim a aceita como felicidade e
amor, família e Estado que a ampara e protege por obrigação da e à indecência
política e sexual. Quem não é indecente não é gente e quem é gente não é indecente
- ¨independência ou morte!¨ Ou somos inteligentes ou somos invariavelmente
inteligentes – todos somos inteligentes, a relatividade está no modo de usá-la,
está na adaptação, na forma como nos adaptamos, comportamentalmente,
fisiologicamente e/ou morfologicamente.
As descobertas da vida, inclusive
para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas e
problemas constroem a liberdade e
constroem a inteligência e a memória, constroem a luta ou o trabalho e o
descanso e o repouso, a transcendência
ou mesmo a adaptação durante a Trajetória dos Heróis que está na inteligência
genética transcendental; na percepção e na totalidade; no comportamento e na
sua relação com o meio ambiente; na interioridade do ser humano; nos complexos,
na libido, no processo de individuação; na interação social; nas relações entre
alunos, professores e equipe-técnica; na auto-realização; na auto-atualização;
no desenvolvimento infantil e nos processos cognitivos; nos fenômenos que se
apresentam a percepção; no inconsciente e no comportamento; nas relações entre
fisiologia e comportamento; no desenvolvimento infantil; na motivação e na
inferioridade; nas relações que ocorrem nos grupos e organizações; nas relações
trabalhistas; nos movimentos e transformações biopsicosociofilosóficos; na arte
descabida; na cultura comportamental e na tecnologia; no antes, durante e
depois da existência e essência; na biologia psicológica antropológica; na
origem da Psicologia e Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por
sua vez é o das artes; nas realidades literal, residual, consciente,
inconsciente, simbólica, ideal e real; na vulnerabilidade genética que se dá
pelo medo; no desenvolvimento das regras: linguagem, brinquedo, sexualidade,
social, novidades, moral, psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências,
desejo, neurológicas, consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na
sensibilidade, sentir e decifrar sensações; na cultura que molda a
personalidade; na hipótese da telepatia e do sofrimento oriundo dela; na
análise tecnopsicológica ou instrumental tecnológico; no novo psico-residual;
nos estágios cognitivos mattanonianos; na noção de que você é você e o contexto
e não a biologia, a psicologia, a sociologia, a filosofia, ou a espiritualidade;
na negação e na afirmação de verdades; no multiculturalismo que tudo
desconstrói e constrói a todo momento de modo autoclítico; na semelhante
valorização das faces da moeda na dialética morfo-mattanoniana; na passagem do
ato contextualizando-o dramaticamente; no ecletismo social reunindo diferentes
teorias para o encontro social e a socialização; no estudo do que for
protestável; no formação de conhecedores e ¨xamãs¨ para a paz e a Democracia,
Justiça e sentimento de religiosidade; na função do pensamento que é fazer
existir e fazer não existir, etc., a
indecência luta pela independência e pela sua morte, produz sentimentos
conflituosos e ambíguos, vive de máscaras e papéis desempenhados e prescritos,
é a sombra, é a miséria, é a falta, é a marca, é a vida e sua organização que a
quase todo momento se descortina como indecente e não-reveladora, pois produz
medo, vergonha, humilhação e violência como o bullying – é o terror, primeiro,
pelo não-terror, e depois pelo terror. As descobertas da vida propiciam liberdade que gera adaptação e produz tanto
lutas e trabalho quanto paz, descanso e repouso depende da Educação e do
aprendizado, ou seja, das regras que aprendemos, da liberdade, do que
adquirimos na família, na escola, na Igreja, no trabalho, na afetividade, nos
nossos relacionamentos, etc., na nossa Trajetória e na Trajetória dos Heróis,
devemos sim, é estar adaptados e prontos para continuar adaptados, senão nos
desadaptamos e poderemos causar guerras, mortes e violência moral, sexual,
psíquica, física, social, econômica, trabalhista, política ou até bullying e
terror!
A
Trajetória dos Heróis começa na concepção e continua com a vida do Herói e vai
até a liberdade para se viver e ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a
liberdade é fruto das descobertas ou existe em função das descobertas da vida,
inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos
dramas e problemas, a liberdade existe graças as lutas e ao trabalho que exigem
descanso e repouso, a liberdade atinge-nos como liberdade para escolhermos o
nosso trabalho, o trabalho é livre, trabalho não é só emprego, é uma coisa
indefinida, não pode ser definido ou totalmente controlado, é amigo da
dispersão e do sofrimento, este que nos definiu como corpo e mente, comportamento,
e modos de relação social, a indecência é o niilismo existencial como as
inteligências que compreendemos e lidamos uma(s) com a(s) outra(s) para
lidarmos com a indecência de nossas vidas pobres, podres, ricas, criminosas,
delinqüentes e ensimesmadas, para lidarmos com a indecência criamos
compensações e até supercompensações que dão ordem aos padrões atuais de vida,
ou ao momento sócio-histórico, ou até mesmo, contextual, porém a indecência não
depende do contexto mas pode ser dessensibilizada e reinterpretada de acordo
com o modelo de distanciamento compreensivo dela mesma em relação ao ser
humano. A indecência é indecente seja qual for o contexto? Não! De acordo com a
informação e não de acordo único com a sua auto-produção que agora deixa de ser
auto-reguladora instintivamente, nossos comportamentos permitem-nos
reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas vidas particulares e sociais com um
novo significado, sentido e conceito contextuais que se transformam, mas não
mais transformam o ser humano após a última transformação, a da
dessensibilização contextual, onde a indecência não incomoda e não transforma
mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à fome, ao abrigo, ao novo, ao
frio, ao calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e
da ansiedade, ao amor e a pertinência, a realização ou a individuação. O velho
xamã ainda existe e agora sua mensagem é contextual, o processo de individuação
leva a contextualização com significado e sentido únicos e individuais, e um
conceito partilhado coletivamente também contextualizado em cada momento
sócio-histórico que não dominam mais o ser humano e deixam de ter poder
literal, controlador ou de razões para isto ou aquilo – é o desenvolvimento da
indecência já que dependemos do sexo, e o sexo é indecente! A indecência também
atinge a luta e o trabalho, os ritos e a Trajetória da Vida e a Trajetória dos
Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio, o calor, a segurança, a proteção, a
liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, o amor e a pertinência, a
realização e a individuação são indecentes por terem um fundo de falta, desejo
e marca! Para vivermos em meio a estes eventos necessitamos de Heróis! Os
Heróis podem estar escondidos em nosso interior! Indecência ou morte
filogenética, ontogenética e cultural! Podemos ser mais inteligentes ou menos
inteligentes se também aprendermos os mecanismos de dessensibilização da
inteligência mas nunca faremos a dessensibilização da adaptação, ela jamais
cessa, jamais se esgota, jamais entra em extinção, como método de
não-aprisonamento, de liberdade, de descobertas, intelectual, sexual, moral, mental, social,
público, físico, etc., para a nossa libertação e liberdade, já que não
precisamos de exércitos mas sim de homens livres e felizes libertados do
aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra e conflito – isto
pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar aprisionado e
acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente! Precisamos viver
o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e falecer, destruindo a
própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a concepção somos
indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em Evolução, o que
somos hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não somos hoje! Não
conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a Adaptação, não
conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou adaptativos por
causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou facilita, induz
a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao sofrimento e as
doenças.
Segundo a
Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade
que é mobilidade, eu concordo com isto
pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio
diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver
problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem
ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é
liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim da habilidade e da mobilidade diante de
problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo
dia-a-dia, pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e
a adaptação é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e
socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre,
libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e
ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A
transcendência é pura liberdade, é pura adaptação, depende das descobertas da
vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre
nossos dramas e problemas, não depende da inteligência e nem da memória mas sim
da capacidade do organismo de se adaptar e processar informações a seu favor
maximizando sua existência e suas essências também a favor de sua espécie,
assim a transcendência depende da adaptação em primeiro lugar e para entende-la
temos a nosso favor como instrumento a linguagem e a inteligência, ela, a
transcendência, vem da miséria, da caridade e do trabalho do homem e só existe
pois podemos nomeá-la de ¨transcendência¨, fato que os outros seres vivos não
conseguem! A transcendência depende de ritos e de nossa vida e da Trajetória
dos Heróis! A transcendência vem do trabalho e da luta, do descanso e do
repouso que reabilitam o homem para uma nova jornada e carga de trabalho para a
produção de bens e de serviços e de economia que afeta também os processos da
globalização da economia, da tecnologia, da informação, por exemplo. Assim a transcendência vem de nossas
misérias, de nosso não entendimento e não assimilação de nossas descobertas, através da adaptação fisiológica, morfológica
e comportamental gerando caridade e trabalho como também economia, informação,
tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e guerras, devemos transcender
e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos educando as pessoas e os
povos de modo a combater o abuso, a exploração, a violência, os crimes e as
guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos transcender e a Educação tudo
resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva ao renascimento, seja ele
interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de re-encarnação, falamos de
Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da Eternidade, o Amor é Eterno e
possui vários deuses e uma Santíssima e Augustíssima Trindade, Santos,
Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor também pode ser eterno enquanto durar, ele pode ser
passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e Augustíssima Trindade
ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria e continuar eterno
propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos
então da liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos do mal e de
nós mesmos, de nosso interior de uns dos outros, de nossos conflitos e de
nossos pecados, do nosso sofrimento e de nossas doenças, de tudo que castra e
tira-nos a liberdade. Falamos da liberdade diante de nossas descobertas da vida
e da adaptação, inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações
sobre nossos dramas e problemas – falamos da Trajetória dos Heróis.
De acordo
com os princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles: atenção,
discriminação, controle instrucional e ordem, posso teorizar que através das
Teorias de Distanciamento Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para
o descanso e repouso ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas
descobertas e diante de nossas escolhas e procedimentos, inclusive para
entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas e
problemas, lidando com ritos e a Trajetória dos Heróis e a própria vida e o
contexto diante das regras oriundas da literalidade, das razões e do controle,
acrescento que as regras que são contingências do tipo ¨se isto..., então
aquilo...¨, podem interferir de acordo com novas regras contextuais e
autoclíticas que levem o comportamento verbal do falante a reflexão e
reorganização ou reordenação do tipo: o que era discriminação eu posso ter
agora consciência que aprendi com meus repertórios básicos do comportamento que
é imitação, ou o que era imitação é atenção, ou o que era controle instrucional
é ordem e atenção, ou o que é atenção é atenção e discriminação, etc.,
invariavelmente gerando liberdade diante do contexto, das regras contextuais
deixando de se apegar a literalidade, as razões e ao controle, mas sim ao
contexto propiciando liberdade, insight e saúde psicológica, bem-estar através
das regras agora, também, autoclíticas! O comportamento verbal do falante
levado a reflexão e reorganização ou reordenação com novas regras contextuais e
autoclíticas deve-se funcionalmente ao Episódio Verbal Incompleto e ao Episódio
Verbal Completo Mattanonianos. No Episódio Verbal Incompleto atribuiremos novos
significados, novos sentidos e novos conceitos invariavelmente as palavras; e
no Episódio Verbal Completo poderão emergir respostas novas em meio as
conceituais e invariáveis e jamais invertidas, trocadas e/ou aglutinadas nos
jogos de linguagens, por exemplo, assim conhecidas literalmente quanto a seu
significado, sentido e conceito neste Episódio Verbal Completo, havendo mútuo
entendimento na comunicação entre emissor e decodificador, o que não ocorre no
caso do Episódio Verbal Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como
Inteligência Artificial ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto
as nossas descobertas da vida e a
liberdade: as nossas descobertas da vida e a liberdade creio estar
associada ao poder da Educação que dissolve a ignorância e o não saber que os
detêm aprisionando-nos no passado infantil e desconhecido sem marcharmos para o
futuro e para o avanço e progresso da humanidade e das ciências, aqui está a
liberdade, neste contexto ou no contexto sócio-educacional em que estamos
inseridos atualmente e onde desenvolvemos nossos trabalhos como os científicos,
a ciência pode gerar liberdade através do conhecimento e de seus trabalhos
humanitários e progressistas – O Episódio Verbal Completo é exemplo de uma
sociedade mais avançada, mais educada, mais técnica e culta – o que gera
bem-estar e assertividade? O Episódio Verbal Completo ou o Episódio Verbal
Incompleto? A Adaptação depende de qual Episódio Verbal para ser obtida com
sucesso? Seja a Adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental? Qual
Episódio Verbal, Completo ou Incompleto assegura uma boa Adaptação e assim a
perpetuação de nossa espécie? Qual Episódio Verbal é mais importante para
assegurar a boa filogênese, a boa ontogênese e a boa cultura? Qual assegura
verdadeiramente e seguramente a vida? O Episódio Verbal Incompleto ou o
Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade? No contexto sócio-educativo e no
trabalho das ciências, por exemplo, também há liberdade por meio das artes e
das religiões, da espiritualidade, no descanso e no repouso, na luta e no
trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos Heróis. A liberdade
depende de nossas descobertas e de todos
estes fatores para ser criada, mantida, usufruída, modificada, transformada e
mortificada, senão sê-la renascida num processo cíclico mítico-ritual
primitivo, espiritual, epistemológico,
artístico, científico, humano contemporâneo pois somos humanos devido a
liberdade! Somos filogeneticamente descobridores e livres! Somos
ontogeneticamente descobridores e
livres! E somos culturalmente descobridores e livres! Nossa origem e
nossa natureza são de descobridores e livres e rumam para a contínua marcha de
descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda não estamos preparados o
suficientemente o bastante para sermos livres e lidarmos com toda essa
liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma nossa natureza de
descobridores pois somos inventivos e destrutivos e auto-destrutivos, por isso
nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso nos destruímos e destruímos
aos outros! Devemos buscar novas descobertas em nossas vidas e das vidas e
melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem nos prejudicarmos moralmente,
sexualmente e fisicamente, e devemos
melhorar nossa conduta de liberdade pública sem nos prejudicarmos moralmente,
sexualmente e fisicamente, e sem nos prejudicarmos também naturalisticamente,
ecologicamente e biologicamente! Não precisamos de homens presos e de
exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou de grades para nossos
antepassados, precisamos de homens
livres! Precisamos de uma Humanidade Santa! Deus nos deu a liberdade! E agora
sabemos disto! Podemos tê-la, depende de nós! Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados, frutos de nossos ritos como os de iniciação
e de passagem, frutos da Trajetória da vida e da Trajetória dos Heróis.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Amanhã seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós –
já somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus
pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive para entendermos
nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas e problemas! Devido a
como evolui e é meu corpo e meu cérebro!
Toda a
riqueza de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e repouso, férias,
recompensas pelo trabalho e pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos,
profissões e aprendizes, ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive
para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas e
problemas depende de nossa história filogenética, ontogenética e cultural,
espiritual, da vida e do universo, depende da Evolução de nossa espécie, de
cada indivíduo e da sociedade, do espírito, da vida e do cosmos, Evoluir é se deixar aprender e viver!
Evoluir é
experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente, inclusive para
entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas e
problemas!
(Osny
Mattanó Júnior – 07/09/2016).
1.
Psicologia Cognitiva Transcendental
Social
Uma de
minhas divergências para com parte da metodologia empregada para a
investigação
e julgamento através da telepatia me suscita que ela induz a muitas
perspectivas pois a subjetividade nunca está pronta ou acabada, está nula, fixa
ou se deslocando constantemente, jamais está morta, a subjetividade depende da
representatividade e da capacidade de significar e resignificar, de dar sentido
e conceitos aos fenômenos e estímulos do meio ambiente e não da capacidade do
outro ou do outro indivíduo significar e resignificar, dar sentido e conceito
àquela subjetividade invadida ou exposta como a própria intimidade nua e crua,
em pêlos, causando medo, vergonha e humilhação, que subjetividade se comporta
normalmente diante destes eventos, do medo, da vergonha e da humilhação?
Certamente ela terá problemas e ficará alterada, com mais medo e raiva, ou ódio
e até terror! Julgar uma subjetividade violentada a este ponto e consequência é
violência e tortura que só piora ainda mais a vida e a saúde do violentado,
jamais chegaremos a verdade assim! Será que é isto o que queriam? Que jamais
chegassem a verdade? Por isso me torturam e a minha família!? Uma investigação
feita somente a partir disto e que entende isto como desejo ou intenção da
vítima falta com a verdade! Para tirarem suas dúvidas, Autoridades, se estou
certo ou errado, façam o que fazem e fizeram e querem fazer comigo com um grupo
significativo de cobaias para comprovarem a validade desta técnica empregada no
meu caso nestes últimos 30 anos diante dos mesmos contextos – será que será
viável?!
As
descobertas da vida ligadas ao trabalho e a produção de bens e de
serviços geram economia
e globalização em nossos tempos da economia, da tecnologia, da informação, do
consumo e do comércio e da liberdade mas também geram liberdade, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas e ritos de
iniciação e de passagem e também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e
imprecisas, livres e multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez
produz a transcendência que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento,
nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da adaptação
que está ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida
inteligente e as 16 inteligências, somados aos estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A
memória e a adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.
As descobertas da vida associadas ao trabalho e a produção
de bens e de serviços geram economia e globalização porém a liberdade faz fluir
a adaptação e a memória que se transformam, se transmutam em ritos de passagem
e de iniciação e na Trajetória dos Heróis, inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre
nossos dramas e problemas, assim em escândalo, mediocridade, bandidagem,
miséria e pobreza, drogas,
tráfico de pessoas e de sexo,
prostituição, alcoolismo, tabagismo,
educação, escravização e servidão,
fome, sede, falta de higiene, não ter roupas, mortes e
violências, bullying, palavrão,
monstros, amor e ódio,
doença, deficiência, moral,
destruição do outro, sabedoria e
vida, espécies e mundo
natural, processos corporais, gases,
urina, fezes, sexo e
masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar
vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação
de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções ,
pensamentos e estados de consciência
fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela
felicidade, está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num
futuro melhor não indecente, os mundos natural, artificial, biológico,
psicológico, sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da
indecência por isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante,
ganhamos e perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e
gastamos nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo
este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção
e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A
Trajetória dos Heróis começa com:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Ser livre é estar adaptado, é possuir um processo de liberdade oriundo das
descobertas que a vida proporciona e produz, é estar no mundo, é passar por
ritos e pela Trajetória da Vida e pela Trajetória dos Heróis, é ter memória, a
memória na verdade é apenas adaptação, é trabalhar, ter economia e
globalização, ser adaptado com sucesso é passar pelas 9 fases da vida
inteligente que desenvolvem as 16 inteligências e transcender, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas.
As 9 fases da vida inteligente são:
1. (antes
de nascer): inteligência dual sensório-motora
2. (0
– 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3. (2
– 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4. (4
– 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5. (7
– 11 anos): inteligência do período de latência concreta
6. (12
– 18 anos): inteligência genital formal
7. (19
– 29 anos): inteligência do período de privacidade
8. (30
– 59 anos): inteligência do período de produtividade
9. (60
anos em diante): inteligência da crise final
As
16 inteligências são:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
A
inteligência é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam a
Trajetória dos Heróis e
da Vida, dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem estar grupal,
e em parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo e marca,
contudo não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A inteligência
como um Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a economia e a
globalização, inclusive para
entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas e problemas.
Porém é através da filogênese humana que se dá o florescer da falta, do desejo
e da marca oriundas da liberdade ontogenética que há de prender-se e que podem
sofrer variações culturais livres mas contextuais, mas a base da aquisição de
conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
Domar as descobertas da vida é domar a liberdade, pode ser
domar a inteligência, é também dominar o trabalho, a economia e a globalização,
é domar a si mesmo e uma seqüência de
monstros até a crise final,
inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos
dramas e problemas, Monstros que nos atingem também
através de ritos, de ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida
e dos Heróis. Para aqueles que defendem o aborto o filho no ventre é um
monstro, um monstro não domado e inteligente, repelente e que só trará
infelicidade, assim não estamos prontos para a educação através do Estado. O
respeito humano é uma incapacidade por causa da inteligência! Por causa da
inteligência temos descobertas na vida! Por causa da inteligência temos o
trabalho, a economia e a globalização,
mas podemos reinterpretar nossos conceitos tentando melhorá-los e
aprofundá-los.
Devemos transformar o conceito inteligência em adaptação e
aceitar as diferenças individuais e grupais otimizando-as para as
transformações sociais sem destruir o passado e os nossos antepassados, ou
seja, nossas memórias, nossa adaptação sócio-histórica gravada em documentos e
gravada em nossos cérebros e mentes gerando conhecimento para a melhor e
otimizada adaptação, sucesso para nossa existência, se tivéssemos que
considerar apenas a inteligência para o nosso sucesso talvez fracassaríamos
pois os inteligentes que não se adaptam
morrem antes dos mais adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro
vem a adaptação as descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois
vem a inteligência ou a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o
espermatozóide se adapta ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a
fecundação e ela continua por toda a vida até a morte. Esta inteligência também
é livre pelo ¨crossing-over¨ e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem
da liberdade ocorre em função das descobertas da vida. As descobertas da vida
muitas vezes nos aparecem em ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Amar ou odiar a sua própria vida ou de
seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de
indivíduos a se perderem em seus mundos
obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento
pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser.
Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9
fases da vida inteligente e as 16 inteligências, mais estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização.
Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar
revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a
globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas são nossas
regras que produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou social, são
nossas descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e
de Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e fantasias de
horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós conhecemos isto,
todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios as urgências da
vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois
somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não
existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos
nossos Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao
mesmo tempo que impede causa novas descobertas como as Biológicas e
Psicológicas.
Os Monstros, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas
surgem durante as 9 fases da vida inteligência e são domesticados pela
inteligência genética transcendental e as 16 inteligências. As profundezas do
ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos, cavernas,
galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos, florestas e
desertos onde muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão e
isolamento com a perda do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram
sentimentos monstruosos de revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou
dos outros. Nossos Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a
globalização. Os modos, figuras e objetos não são mais os de felicidade e de prazer com os
mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico (organismo),
psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações sociais),
filosófico (especulações sobre sua origem e vida) e espiritual (relações com a
salvação, imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem a ritos onde nos
entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem e de iniciação para alcançarmos a liberdade
dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
A transcendência é se superar se perpassar
e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua
comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental,
fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas. Quantos jovens
e adultos se perdem em suas famílias no mundo das drogas, falta de educação,
alcoolismo, prostituição, tráfico de pessoas, escravização, servidão, fome,
sede, falta de higiene, falta de roupas, doenças, roubo, mortes, violências e
sexo desregrado perpetuando a destruição humana, e àqueles que se tornam
lideranças e só trazem desespero e destruição dos seus e dos seus semelhantes
humanos com guerras, tragédias e holocaustos, grandes desgraças e sofrimentos
como pegadas no barro que não se apagam. Estas são as pessoas que foram
engolidas pelas profundezas da natureza humana com seus Monstros que surgem e
não reconhecem sua existência por serem diferentes ou feios – domar a si é
domar uma seqüência de Monstros até a crise final e assim prosperar com o uso das 16 inteligências e o respeito
humano perante deficiências ou incapacidades de ser o que não somos –
perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar aos Monstros e não
conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem implicam em morte,
morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde mental ou de corpo,
problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a Educação e a Saúde,
a Liberdade e a Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação de nossa liberdade para
vivermos! Precisamos de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos
descobertas! Precisamos desde o nascimento de rituais de iniciação como o
parto e de passagem como o Batismo em
nossa Trajetória de Heróis.
Transcender depende da adaptação e de como
ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se manifestando
diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, agindo e
lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do trabalho e das
necessidades do trabalho, de sua regras e obrigações, dos bens e serviços e da
economia e da globalização da economia, tecnologia, informação, consumo,
comércio, inclusive para
entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas e problemas, com o uso da Educação e das 16 inteligências
e do respeito humano perante nossas falhas e deficiências ou mesmo
incapacidades para conosco, com os outros e com a natureza e com a Ecologia e o
Universo, a inteligência se faz presente com o uso da linguagem e da
comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a superação das
adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo ou não, viver é
enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros e assim com a
miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime e a guerra,
também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao sentimento de
renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e descobrir, e ajudar a
descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A Educação e o Amor geram memória, assim também Adaptação,
trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação! Tudo começou pela e
através da Adaptação, seja no Universo,
na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia
ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela Adaptação, seja no
Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na
Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O
Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode
acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que
conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque
com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo
pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for, no princípio, no meio ou no fim, gerando
outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus continuarão existindo, eles não se
acabam!
As descobertas da vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas levam a adaptação que produz liberdade
para nosso meio ambiente individual,
social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para
vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos
processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso
produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e
maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da
liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através do ritos de iniciação e de passagem e com a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência
Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se
descobrir é poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da
globalização e dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na
promoção da Justiça Social!
Se descobrir é descobrir-se em meio
a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
19 de setembro de 2016.
2.
Psicologia da Gestalt
Uma de
minhas divergências para com parte da metodologia empregada para a
investigação
e julgamento através da telepatia me suscita que ela induz a muitas
perspectivas pois a subjetividade nunca está pronta ou acabada, está nula, fixa
ou se deslocando constantemente, jamais está morta, a subjetividade depende da
representatividade e da capacidade de significar e resignificar, de dar sentido
e conceitos aos fenômenos e estímulos do meio ambiente e não da capacidade do
outro ou do outro indivíduo significar e resignificar, dar sentido e conceito
àquela subjetividade invadida ou exposta como a própria intimidade nua e crua,
em pêlos, causando medo, vergonha e humilhação, que subjetividade se comporta
normalmente diante destes eventos, do medo, da vergonha e da humilhação?
Certamente ela terá problemas e ficará alterada, com mais medo e raiva, ou ódio
e até terror! Julgar uma subjetividade violentada a este ponto e consequência é
violência e tortura que só piora ainda mais a vida e a saúde do violentado,
jamais chegaremos a verdade assim! Será que é isto o que queriam? Que jamais
chegassem a verdade? Por isso me torturam e a minha família!? Uma investigação
feita somente a partir disto e que entende isto como desejo ou intenção da
vítima falta com a verdade! Para tirarem suas dúvidas, Autoridades, se estou
certo ou errado, façam o que fazem e fizeram e querem fazer comigo com um grupo
significativo de cobaias para comprovarem a validade desta técnica empregada no
meu caso nestes últimos 30 anos diante dos mesmos contextos – será que será
viável?!
As
descobertas da vida, inclusive
para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas e
problemas associadas a liberdade configuram o trabalho que
gera economia, bens e serviços, também globalização do consumo, do comércio, da
tecnologia, da informação, do mercado,
da liberdade, e está nos ritos e
na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis segundo eu mesmo, está na
configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na morfologia das coisas, depende
dos princípios da organização perceptiva e dos princípios gestaltistas da
aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação que gera a economia, bens e
serviços como a globalização, depende de
como e do que fazemos com as gestalts das descobertas da vida diante os nossos
rituais e as Trajetórias da Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que
percebemos e no que ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às
necessidades humanas como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de
pertinência e de amor e de realização. As descobertas da vida ligadas a
liberdade e os seus rituais fazem a
nossa curiosidade que faz parte do processo que modela a forma ou a
configuração associadas as nossas necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo
se transformam como formas, pelo insight, por exemplo, ou em coisas que nos
trazem felicidade como a religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o
porquê, está sob efeito da organização perceptiva e da aprendizagem. A
curiosidade pelo insight traz formas de transcendência que se configuram pela
Educação da gestalt pela memória, ou seja , pela adaptação oriundas das
descobertas da vida que promovem a atividade, o trabalho, a economia, e a
globalização, promovem a descoberta e a imersão em ritos e na Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa
forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou
mais ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os
princípios da aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente
espontânea e imediata das relações; Pensamento
produtivo, onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a
criatividade e produtividade; Princípio
do isomorfismo, o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos
ativos interagem num dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou modificar
ativamente os elementos sensoriais que recebe, e a percepção é idêntica (iso)
em forma (morfo) àquilo que representa.
Somos
incapazes de fugirmos da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade, influencia
o trabalho, a economia, os bens e serviços e a globalização, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas
que
por sua vez ligada aos fenômenos dos estímulos configuram descobertas como os
rituais de iniciação e de passagem, e também a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis, pois ela obedece à
organização perceptiva e a aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso
cérebro é incapaz de modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais
que recebe e responde de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a
falta e o querer em meio às necessidades de nossos organismos incompletos,
porém completos pela morfologia ou totalidade da percepção decente ou
indecente. A adaptação produz memória que por sua vez faz parte dos processos
da adaptação, ela, a memória, é adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os
fenômenos das descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e em seus rituais.
Nossos Monstros, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas segundo minhas
contribuições estão nos rituais que estão na forma, na configuração ou
morfologia das coisas, no como de configura nossos processos oriundos da
liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da aprendizagem,
dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas. Os Monstros podem
estar no que percebemos e no que ocultamos no trabalho gerando economia e Monstros
econômicos que ¨são do bem¨ e outros que ¨são do mal¨. Eles nos revelam a nossa
natureza ancestral e primitiva do sofrimento posto como linguagem, Cruz, fardo e demônios persecutórios que se revelam
quanto mais fundo fomos em nós mesmos, em nossas aventuras em nossos oceanos e
cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas são os Monstros
da curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta determinar a
totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da curiosidade. A
curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos princípios
gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a mergulhar e
ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia, bens e
serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da tecnologia, da
informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência biológica,
psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas de
Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo, pavor,
pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia,
fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores,
compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição
dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e
sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros dependem de
nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos Monstros,
inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos
dramas e problemas expressam gestalts, configurações ou
formas que estão sob efeito da organização perceptiva e da aprendizagem que se
apresentam também em rituais para o nosso bem se nos aperfeiçoarmos nos valores
humanos e pautados na Educação que vence tudo, vence ódio, guerras, violência,
destruição, medo, humilhação, vergonha, temor, qualquer perigo ou ameaça, a
Educação constrói o homem e o verdadeiro homem constrói a humanidade e a vida,
a sociedade e a paz na Terra, construímos assim a nossa liberdade! A Educação é
feita pela memória, ou seja, pela adaptação, pela liberdade! A Educação se dá
pelas gestalts dos fenômenos das descobertas da vida. Dentre as descobertas da
vida estão o trabalho, a economia, os bens e serviços, o trabalhador, o
mercado, a globalização da economia, do consumo, do comércio, da informação, da
liberdade, do trabalho, da tecnologia.
As descobertas da vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre
nossos dramas e problemas podem formar gestalts de liberdade? A
liberdade leva ao trabalho e o trabalho a economia que formam a Educação, a
Educação hoje que leva a adaptação mas não somente a Educação pois a adaptação
é constituída de natureza fisiológica, morfológica e comportamental (esta
implica em forma, configuração ou gestalt), a adaptação permite a
transcendência, a transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros e Heróis,
que por sua vez originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que renderam
e rendem até hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras, niilismo e
paralisias, holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou gestalt
que é a transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao sentimento
de renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é construída
a partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da adaptação
que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência para um mundo
mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal, Biológico,
Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou Espiritual através
do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do Desconstrutivismo Físico
Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a continuidade e o fim da
vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo
jamais deixarão de existirem. Pelo Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida
e o Universo deixarão de existirem seja pela Adaptação por meio de outros
¨big-bangs¨ ou por outros meios como por ação de Deus ou outros meios ainda não
descobertos ou ainda não pensados, existindo no fim somente Deus e o Reino de
Deus e nada mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do
passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A
Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a
Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual
também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como
impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a
destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz.
A Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da
globalização mas pode continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia
e da globalização para crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e
culturalmente, espiritualmente, pela vida e pelo universo, de acordo com o
princípios da Educação!
A Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma
trajetória:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Depois
da concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros
nosso Herói encontra a
liberdade para se viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 19 de setembro
de 2016.
3.
Behaviorismo
Uma de
minhas divergências para com parte da metodologia empregada para a
investigação
e julgamento através da telepatia me suscita que ela induz a muitas
perspectivas pois a subjetividade nunca está pronta ou acabada, está nula, fixa
ou se deslocando constantemente, jamais está morta, a subjetividade depende da
representatividade e da capacidade de significar e resignificar, de dar sentido
e conceitos aos fenômenos e estímulos do meio ambiente e não da capacidade do
outro ou do outro indivíduo significar e resignificar, dar sentido e conceito
àquela subjetividade invadida ou exposta como a própria intimidade nua e crua,
em pêlos, causando medo, vergonha e humilhação, que subjetividade se comporta
normalmente diante destes eventos, do medo, da vergonha e da humilhação?
Certamente ela terá problemas e ficará alterada, com mais medo e raiva, ou ódio
e até terror! Julgar uma subjetividade violentada a este ponto e consequência é
violência e tortura que só piora ainda mais a vida e a saúde do violentado,
jamais chegaremos a verdade assim! Será que é isto o que queriam? Que jamais
chegassem a verdade? Por isso me torturam e a minha família!? Uma investigação
feita somente a partir disto e que entende isto como desejo ou intenção da
vítima falta com a verdade! Para tirarem suas dúvidas, Autoridades, se estou
certo ou errado, façam o que fazem e fizeram e querem fazer comigo com um grupo
significativo de cobaias para comprovarem a validade desta técnica empregada no
meu caso nestes últimos 30 anos diante dos mesmos contextos – será que será
viável?!
Para
o Behaviorismo Mattanoniano as descobertas da vida, inclusive
para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas
e problemas evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação
que é comportamental, fisiológica e/ou morfológica em tempos de trabalho e de
ter que trabalhar para que desejemos a economia e a paz, ou para que passemos
do sofrimento ao contentamento através de rituais e da Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, é apenas questão de regra e de mudança contextual para
esta regra para um melhor padrão de vida daquele que sofre por causa de regras
desadaptadas, já a memória é comportamental e encoberta, faz parte das regras,
da adaptação às regras. Regras são contingências que especificam relações do
tipo ¨se..., então...¨, elas podem acabar fazendo com que o indivíduo generalize
seus comportamentos pois quem segue regras cegamente não consegue
discriminá-las, o que não permite uma relação satisfatória e de boa adaptação
com o meio ambiente gerando sofrimento para si mesmo e/ou para os outros. O
sofrimento e o sofrimento no e do trabalho que gera economia que também gera
sofrimento é causado em função da liberdade e das regras aprendidas por causa
da liberdade. O sofrimento é conseqüência das descobertas da vida e de seus
processos comportamentais encobertos como as emoções e os sentimentos. O
sofrimento é evocado em rituais com sua regras e com as regras da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis que se relacionam invariavelmente.
As descobertas da vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre
nossos dramas e problemas evocam a liberdade que estimula a adaptação
às regras e leva a transcendência, ao trabalho e gera a economia, os bens e os
serviços e a globalização da informação, da tecnologia, do consumo, da
economia, do trabalho, da liberdade e aparece em nossos comportamentos antes da
mudança contextual deles por causa de nossas regras reforçadas e associadas aos
estímulos ligados as nossas necessidades como a água, o alimento, o amor e a
afeição, o ar, a atividade, a atividade materna, o calor, o sexo e o sono,
acrescento o traje limpo e em bom estado de conservação, a higiene diária e o
frio em ambientes onde há muito calor, e finalmente o abrigo. As descobertas da
vida evocam a liberdade e isto nos
permite escolher mesmo sendo nós produtos de esquemas de reforços, pois há
liberdade através da linguagem com o trocadilho e com o Enfoque Contextual seja
também nos rituais ou na Trajetória da Vida, dos Monstros ou dos Heróis,
paradoxalmente há a globalização da liberdade e da linguagem.
As descobertas da vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre
nossos dramas e problemas evocam a liberdade que evoca e estimula os ritos da adaptação
às regras que evoca a transcendência, o trabalho, a economia, os bens e
serviços, a globalização, também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, a Trajetória dos Heróis apresenta as seguintes fases:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Ela,
a Trajetória dos Heróis, aparece em comportamentos encobertos e em
comportamentos manifestos, ela é aprendida através dos repertórios básicos de
comportamento como a imitação, a atenção, a discriminação e a ordem
instrucional e promove mudanças e
constantes transformações no dia-a-dia
de cada pessoa diante de cada uma dessas necessidades já comentadas, pode assim
ser saciada ou privada, aumentada, ou aumentado o seu valor reforçador e de
saciação através dos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais,
lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. As nossas descobertas da vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas evocam aos
comportamentos respondentes e operantes da Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis, evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação às regras e tem
um limiar e também pode se de acordo com a estimulação provocar a fadiga, fuga
ou esquiva, pode ser extinta ou condicionada com estímulos antecedentes que
nada tinham a ver com ela. A educação psicoterapêutica pode extinguir a
adaptação não somente pela extinção, mas também pela mudança contextual onde o
indivíduo aprende a distanciar-se dela mesmo com ela presente não provocando
reações de desconforto ou de sofrimento mas sempre se adaptando contextualmente
melhorando sua saúde mental e a sua adaptação ao trabalho e a economia, e a
globalização. A mudança contextual ensina a lidar com esses fenômenos
comportamentais evitando a propagação do sofrimento oriundo do processo de
adaptação, entendida como carência e escândalo ou até mesmo como mediocridade e
violência, bullying físico, sexual, moral, social, político, psicológico,
espiritual, filosófico, contra o organismo individual e social quando a
violência é praticada contra um determinado grupo de pessoas. A mudança
contextual leva a liberdade. A mudança contextual leva a novas descobertas da
vida e para a vida ajudando-nos ou enriquecendo ou mesmo ampliando o nosso
repertório comportamental para lidarmos com a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Durante a vida sem mudança contextual sempre haverá
sofrimentos e processos adaptativos morfológicos, fisiológicos e/ou
comportamentais que jamais deixarão de existir, somos frutos desses processos
evolutivos e de seleção natural. Falo da transcendência comportamental. A
transcendência é liberdade. Liberdade para mudarmos nossos comportamentos
durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Contudo entendendo que somos o contexto, de acordo com
Steven C. Hayes, e se pararmos de dar
razões, controle e literalidade, deixarmos de sermos governados por regras como
o rastreamento, o acedimento e o aumentamento, entendermos que somos o
contexto, trocarmos o ¨mas¨ por ¨e¨ e nos afirmarmos pelo tato, e finalmente entendermos
que nossas afirmações são somente comportamentos verbais e não causas literais
ampliando nossos horizontes, vivendo assim a dessensibilização viveremos melhor
e a inteligência não mais nos controlará e deixará de trazer conflitos penosos
aos comportamentos encobertos e aos comportamentos manifestos transmutando-se
somente em adaptação e como conseqüência da adaptação em inteligência. Primeiro
vem a adaptação e depois a inteligência, às regras e a memória. Assim
transcendemos!
Assim o Estímulo (som) tem uma Resposta (ouvir) e uma
Primeira Conseqüência (adpatação ao som) e uma Segunda Conseqüência
(inteligência). Todo Estímulo tem uma Resposta e duas Conseqüências quase que
instantâneas, a 1ª é a adaptação e a 2ª a inteligência. A inteligência pode ser
segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Os eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais,
lingüísticos, conseqüentes e de história de vida estão associados as
inteligências citadas a cima, tudo é conseqüência, primeiro a primeira
(adaptação) e depois a segunda (inteligência), são eventos conseqüentes, isto
acontece a partir de determinada etapa do desenvolvimento da criança com o
aprendizado e condicionamento, é tudo encadeamento comportamental, a segunda
conseqüência é imediatamente a que surge logo após a primeira, sentidas como
coisa única por causa do condicionamento, mas são duas conseqüências, uma
resposta e um estímulo. O que devemos aceitar e viver o contexto e não sermos
escravos de nós mesmos com comportamentos que induzam ao sofrimento como o da
literalidade, o de dar razões e o de controle, seja no trabalho ou nas nossas
relações econômicas e sociais como também na globalização, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas. Somos o
contexto. A transcendência pode ou não ser evocada comportamentalmente, depende
da história de vida de cada organismo. Depois da inteligência vem às regras e a
memória.
O Behaviorismo compreende que a existência
de Monstros em nossos comportamentos, encobertos e manifestos no trabalho e nas
relações com a economia e nas da globalização, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas
como
nos rituais de iniciação e de passagem nas Fases em que o Herói pode Ser
Engolido e Consumido, e tem O Caminho Obtuso, depende diretamente da qualidade
de nossas regras, e da qualidade de
nossas descobertas da vida e para a vida, estes Monstros nos tiram mas podem nos levar a
liberdade como através dos trocadilhos e das inversões, aglutinações e trocas
associadas à Psicologia e a Psicanálise, contingências que especificam relações
do tipo ¨se... então...¨, se rastreamos há uma correspondência entre as regras
e as contingências do meio ambiente, a pessoa rastreia os estímulos no sentido
de ¨testar¨ as contingências descritas pelo mesmo; se acedemos o comportamento
fica sob controle das conseqüências sociais; e no aumentamento o comportamento
aumenta a probabilidade de ser controlado por estímulos verbais antecedentes,
aumentando a motivação do ouvinte em relação a uma conseqüência. Estes 3 tipos
de comportamentos revelam o modo como lidamos com os Monstros no trabalho e na
economia e na relações globalizadas segundo tais regras ou princípios,
rastreando-os, acedendo a eles ou aumentando-os diante do imenso sofrimento
psíquico individual. Estas são as categorias do comportamento verbal do
ouvinte, já o falante sugere de acordo com as 8 categorias do comportamento
verbal que: ecoar diz respeito a alguém dizer medo do Monstro e o falante diz
medo do Monstro; copiar respeito a alguém escrever pavor do Monstro e o
emitente escreve pavor do Monstro; tomar ditado diz respeito a alguém dizer
Monstro enorme e o emitente escrever Monstro enorme; tatear diz respeito a
alguém diante de um Monstro dizer o nome dele; mandar diz respeito a alguém
mandar um mando e o emitente responder vocal ou motoramente medo do Monstro;
ler diz respeito a alguém ver um Monstro e emitir a vocalização Monstro;
intraverbalizar diz respeito a alguém ter um conjunto de associações verbais do
emitente e dizer pânico do Monstro; e articular / rearticular / organizar /
reordenar diz respeito a alguém se auto-reforçar, onde o falante da palavra
Monstro é o ouvinte de si mesmo. Estas 8 categorias do comportamento verbal do
falante revelam-nos modos de lidar com contingências associadas aos nossos
ritos e nossos Monstros, medos, pavores, pânico, e nomeações dos Monstros que
surgem durante a vida encoberta e manifesta. Monstros são adversidades do meio
ambiente econômico e não somente os que já abordei, são também o PIB, a
inflação, os impostos, os investimentos, os custos e os benefícios, etc., e os
da globalização os Monstros que se relacionam com a tecnologia como as
pesquisas, os investimentos, os equipamentos, etc., com o consumo como o
mercado, o comprador, a mercadoria, o valor, etc., com a informação como as
emissoras de rádio e de televisão, os jornais e revistas, a internet, etc., com
a liberdade como as decisões, os conselhos, as atitudes, a consciência, a
introspecção, a saúde, etc., e reagir a
tais adversidades é assim, se adaptar. A adaptação não pode implicar em
sofrimento para si ou para os outros na maior parte das vezes mas esta tarefa é
quase impossível por sermos seres com falhas e repertórios comportamentais
deficientes manifestos ou encobertos, jamais alcançaremos a totalidade e
estamos em constantes transformações nos eventos biológicos, fisiológicos,
antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. E
durante a vida sempre há sofrimento e processos adaptativos morfológicos,
fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir. Conclui-se
que a adaptação nunca cessará pois somos frutos dela, da Evolução das Espécies
e da Seleção Natural. Como ela jamais cessará também a transcendência nunca
acabará. Deste modo também as descobertas da vida e para a vida, as regras, as
novas regras, contextuais, e os rituais na Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis também não deixarão de existirem.
Mas podemos emergir das profundezas das
habitações dos nossos Monstros,
inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos
dramas e problemas com uma mensagem de esperança e de
solução de medos e conflitos se redirecionarmos nossos comportamentos e ritos enfraquecendo
segundo Steven C. Hayes e raciocínios meus 3 contextos, de literalidade, de dar
razões e de controle; depois entender que não devemos seguir regras pois é
contra-produtivo, causa insensibilidade e generalização; depois entender que a
melhor escolha é entender e aceitar que você é o contexto, devemos trocar o
¨mas¨ por ¨e ¨ e parar de lutar com nossos Monstros; e viver a
dessensibilização, se afastar das regras, dos pensamentos, dos afetos,
sentimentos e emoções e deixar de sermos controlados por esses comportamentos
que só produzem e trazem Monstros para dentro de nossas vidas e de nossos
relacionamentos sociais, ou seja, que só prejudicam com monstruosidades as
nossas descobertas da vida e para a vida
também no trabalho, na economia e na globalização. O rito agora passa a ser a
dessensibilização e você passa a ser o contexto após o ritual de iniciação e de
passagem. Você é Engolido e Consumido, passa por Um Caminho Obtuso, chega a
Apoteose, alcança a Última Graça, tem uma Difícil Volta, Magia nas Decisões,
vive os Limites da Volta, Agora são Dois Mundos, e tem a Liberdade para Se
Viver e Ensinar a Viver.
Assim as lutas e o sofrimento no trabalho e na economia, na
globalização, inclusive para
entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos dramas e problemas
deixarão
de ser problema para a humanidade e perderão valor reforçador, não terão mais
ganhos, e a humanidade poderá ter um sentimento de contentamento e paz que
ainda não experimentou pois ainda não se permitiu e ainda não se permite com
suas lutas, batalhas, violências, guerras e holocaustos, e sua criatividade
associada a destrutividade a auto-destrutividade poderá deixar de ser problema
para a humanidade através da liberdade, pois não precisamos de ¨homens¨ presos
e de exércitos e de reféns, mas sim da liberdade, a liberdade proporciona a
gratidão, o respeito e o amor e não as armas que aprisionam e tiram a liberdade
de todos, tiram talvez, até mesmo, parcela da transcendência. Precisamos da
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver. Precisamos de rituais para viver.
Precisamos de regras para viver.
Concluo que as descobertas da vida e para a vida, inclusive para entendermos nossas perspectivas e
investigações sobre nossos dramas e problemas asseguram nossa
adaptação que evoca a transcendência, o trabalho, a economia e a globalização,
rituais e nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que por sua vez
selecionam repertórios comportamentais e modelam comportamentos para lidar com
padrões de comportamentos associados a miséria como os que levam a caridade e
ao trabalho que por sua vez podem levar ao abuso e a exploração como também a
violência, ao crime, a tortura, a guerra, a catástrofe, ao holocausto, a
barbárie, a falta de humanidade, ao tratamento degradante, a proliferação de
doenças biológicas e ecológicas, psicológicas, sociais, físicas, químicas,
filosóficas e/ou espirituais, etc., só a Educação como conhecimento e o Amor de
Deus que se renova com o sentimento de renascimento pode nos ajudar e
solucionar, atualmente, unindo-nos como humanidade estes problemas atuais de
nosso planeta Terra. Isto é a Liberdade da Vida para viver e ensinar a viver.
Só com a Educação e o Amor de Deus aprenderemos e teremos
como lidar com o Universo, a Biologia, a Psicologia, a Sociologia, a Química, a
Física, Filosofia e a Espiritualidade, com seu começo, meio e fim! A Adaptação
nos revela que poderá haver o fim do Universo e das demais categorias da vida:
Biologia, Psicologia, Sociologia, Quimica, Fisica, Filosofia, Espiritualidade;
se juntarmos a Adaptação as Teorias de Osny Mattanó Jùnior sobre o
Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo,
e sobre o Descontrutivismo Físico Mattanoniamo onde haverá através de outros
¨big-bangs¨ criando talvez outros Universos que se chocarão com os nosso
Universo destruindo-o e assim não haverá mais vida e nem Universo. Devemos
respeitar nossos saberes, conhecimentos, lições, artes, educadores, ciências e
religiões se desejamos evoluir e progredir constantemente e mutuamente – Deus
sempre será objeto de estudo e de pesquisas para estudiosos e pesquisadores
sérios que crêem e também para aqueles que não crêem pois Ele existe e só Ele e
Seu Reino continuarão existindo após o fim, após o Apocalipse!
As
descobertas da vida e para a vida,
inclusive para entendermos nossas perspectivas e investigações sobre nossos
dramas e problemas evocam rituais para o trabalho, a
adaptação, a economia, a globalização, os bens e serviços e as Ciências e
Religiões que tem como conseqüência
liberdade para nosso meio
ambiente individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de
privações para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em
nossos processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e
isso produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem
e maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice
da liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade
está no Reino de Deus e não no cemitério!
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Devemos
preservar nossa história e compreender os nossos ritos e história de Trajetória
da Vida, de Monstros e de Heróis de nossa espécie e de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos
antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se
descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a
pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um processo
crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais
para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora
da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e
mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos.
A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança
seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A
Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e
ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução humana filogenética é
mantenedora do trabalho e da economia, dos rituais; a Evolução ontogenética é
neutra, depende da filogenética e da cultural, depende dos rituais, depende da
aprendizagem e da estimulação de genes; e a Evolução cultural tende a ser
mantenedora do trabalho e da economia em sua maioria, depende dos rituais. A Evolução espiritual é mantenedora do
trabalho e tende a reprimir a economia, também depende dos rituais. O homem
trabalha e economiza mas não sabe o porquê?
Talvez para praticar seus rituais de iniciação e de passagem?! Talvez para entendermos nossas
perspectivas e investigações sobre nossos dramas e problemas!
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 19 de setembro
de 2016.
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