OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
AS IDEIAS DE JERIMUNGÁ
06/02/2017
AS IDEIAS DE JERIMUNGÁ.
CAP.
1
E lá estava ele, Jerimungá, despejando
toda sua força e vontade de viver nos seus botões da máquina, que ele mesmo
construiu com seu pai e sua mãe na sua casa quando ele era criança e fora
forçado a estudar para se educar e aprender a ler e escrever, Jerimungá, antes
dos botões da máquina brincava com seus lápis de escrever e de colorir, fazia
círculos e traços retos, rabiscos e figuras de homenzinhos e de meninos e meninas que brincavam com seus contextos, ou
seja, nos parquinhos e em meio aos brinquedos disponíveis deixados pelos seus
pais, Jerimungá era estranho, ficava rabiscando em vez de escrever, dizia ele
para sua amada, Dacordocéu, uma mulher que vivia espiando as estrelas, seu
maior sonho. Jerimungá e Dacordocéu vivam um doce sonho, seus sonhos os levavam
para qualquer lugar, para qualquer direção como diziam os horóscopos. Ela
gostava de Jerimungá pois ele gostava de apertar os botões da máquina e de
fazer valer a mesma opinião, coisa que na cidade onde viviam não era respeitada
pois as pessoas não perguntavam a opinião umas das outras, apenas surrupiavam
umas as outras o que sonhavam e levavam para suas casas e colégios a fim de
enriquecerem, pois sua gente era muito pobre, muito endividada, falava mais de
sexo do que de dívidas nos consultórios psicológicos e psiquiátricos, dar uma
espiadinha na vida de Jerimungá era a saída para seus problemas, mas haviam
heróis vigiando tudo isto...
CAP.
2
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