segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

AS IDEIAS DE JERIMUNGÁ (2017) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR


AS IDEIAS DE JERIMUNGÁ










06/02/2017





AS IDEIAS DE JERIMUNGÁ.

CAP. 1
         E lá estava ele, Jerimungá, despejando toda sua força e vontade de viver nos seus botões da máquina, que ele mesmo construiu com seu pai e sua mãe na sua casa quando ele era criança e fora forçado a estudar para se educar e aprender a ler e escrever, Jerimungá, antes dos botões da máquina brincava com seus lápis de escrever e de colorir, fazia círculos e traços retos, rabiscos e figuras de homenzinhos e de meninos e  meninas que brincavam com seus contextos, ou seja, nos parquinhos e em meio aos brinquedos disponíveis deixados pelos seus pais, Jerimungá era estranho, ficava rabiscando em vez de escrever, dizia ele para sua amada, Dacordocéu, uma mulher que vivia espiando as estrelas, seu maior sonho. Jerimungá e Dacordocéu vivam um doce sonho, seus sonhos os levavam para qualquer lugar, para qualquer direção como diziam os horóscopos. Ela gostava de Jerimungá pois ele gostava de apertar os botões da máquina e de fazer valer a mesma opinião, coisa que na cidade onde viviam não era respeitada pois as pessoas não perguntavam a opinião umas das outras, apenas surrupiavam umas as outras o que sonhavam e levavam para suas casas e colégios a fim de enriquecerem, pois sua gente era muito pobre, muito endividada, falava mais de sexo do que de dívidas nos consultórios psicológicos e psiquiátricos, dar uma espiadinha na vida de Jerimungá era a saída para seus problemas, mas haviam heróis vigiando tudo isto...
CAP. 2


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