OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
PSICOLOGIAS
MITOLÓGICAS
NOVAS
TEORIAS E EPISTEMOLOGIAS
TELEPATIA
1992 - 1993
INTELIGÊNCIAS
E PROCESSOS SOCIAIS
ZEITGEIST
+ COSMOS + HIPERESPAÇO...
PARA
MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL
01/02/2017
TELEPATIA
1992 - 1993: INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS: ZEITGEIST + COSMOS +
HIPERESPAÇO – PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL.
Sobre
a telepatia em 1992 e 1993 recordo-me que em 1992 a partir de maio ingressei na
Clínica Psicológica da UEL sendo atendido pela estagiária M.R.R., orientada
pelo prof. R.J.F., nunca me falaram de
telepatia e nem me deram sinais de que ouviam meus pensamentos em 1992 durante
o ano inteiro, também fiz aulas como prof. R.J.F. no Curso de Comunicação
Social, mas de Psicologia, e ninguém também me deu sinais de que eu era
telepata ou de que escutavam meus pensamentos, mas durante as Olimpíadas de
Barcelona de 1992 eu e minha irmã escutamos vozes e pensamentos invadindo nossa
casa na rua Monte Carlo, 120 que tinham relação com as Olimpíadas de Barcelona
de 1992, depois desapareceram, então tentaram me matar no final da psicoterapia
tentando me enlouquecer com a série da Rede Globo As Noivas de Copacabana,
apenas fiquei muito doente e comecei a surtar com ideias e delírios hostis e
agressivos iguais aos da série da TV, então acabou a psicoterapia e começou
outro problema que já vinha se arrastando, o da ética profissional,
então
comecei a ter imagens e vozes que suscitam e me induziam atirar e roubar as
pessoas na Pq. Imaculada Conceição de Londrina, lá nunca me falaram de
telepatia enquanto estive lá entre 1992 e 1993 semanalmente, mudando um
pouco..., em 1993 há outra prova de que a telepatia não é minha: eu fui com a
minha ex-turma de Comunicação Social para São Paulo em 1993 e visitamos o SBT e
uma empresa de publicidade, no SBT assistimos na plateia ao Programa do Jô
Soares onde nos gravaram e não houve telepatia alguma, não houve o menor
indício de telepatia por parte de pessoa alguma do SBT, nem do Jô Soares e de
sua equipe e nem dos meus amigos e professores – como é que pode ter acontecido
telepatia em 1992 durante os Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992 mas não
aconteceu no SBT se a telepatia era minha naturalmente – resposta: eu não sou
um telepath ou telepata! Não possuo esse comportamento! Já fiz exames que
atestam com laudos esta característica minha! Eu não tinha telepatia em casa
com minha família nem durante as Olimpíadas de Barcelona de 1992 após as
perguntas que nos faziam e nem em qualquer outro lugar como no trabalho na UEL!
O controle da telepatia não é meu! Eu já me senti normal sem telepatia umas 4
vezes depois de 1999, e até com alteração do conteúdo da telepatia, com tudo se
transformando absolutamente maravilhoso e lindo como um conto de fadas ou
imenso sonho deslumbrante, isto é possível na esquizofrenia?
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu, segundo
algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos monofiletistas,
polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser humano surgiu com as
mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou seja, na adaptação. E
agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase evolutiva com o Homo
Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
Devemos encarar a telepatia através da
Trajetória dos Heróis:
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande
inquietação e admiração em relação à figura que aparece repentinamente como
mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova
biografia.
O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao
inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência,
e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro
valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão
que já não pode ser recusada.
O levar-se a aventura significa que o destino convocou o
herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta
fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino
subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha
secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre
habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas
sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por
vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por
um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do planeta.
1. O
chamado pode ser recusado
É
sempre possível desviar a atenção para outras coisas na
vida real, não com menos
frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim
seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande
falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder,
trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se
manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias,
virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de
abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais
infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso,
da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta
e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim
a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
2. As
forças se unem para o bem-aventurado
As
forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua
viagem, seu chamado, e a
ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser
e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a
sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através
desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e
protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos
despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do
inconsciente estarão ao seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir
contra ele, o herói.
3. A
travessia: se consumir
A
vida do herói possui limites e um dia encontrará o
guardião dos limites
que aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na
direção do não conhecido, para um oceano sem limites.
As regiões do desconhecido são lugares para projeção do
inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas
subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa e a destruição do pai, sereias de beleza
nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do
limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém somente
com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a morte para
um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os ambientes, ela é
um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido, e as forças que
guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem riscos, porém
aqueles que têm talento, competência e coragem verão o perigo se dissipar como
a água no mar.
4. Ser
engolido e consumido
Ser
engolido e consumido dá a entender que o herói morreu,
contudo é uma passagem
do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou
ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo
onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do
templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas
proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões,
matadores de demônios com espadas desembainhadas, anões rancorosos e touros
alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos
aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do
templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que
marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia.
Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o
fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas
mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O
herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o
poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita
seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais
indesejáveis como o desconhecido.
5. O
caminho obtuso
Este
caminho cheio de pedras e obstáculos vem logo após o
herói cruzar o limiar e
com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é
auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio
sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o
sustenta em sua passagem sobre-humana.
Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre
trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas
onde se depara com ossos de outros que sucumbiram à aventura e acaba
encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas
notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos perigos
superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com
gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com
promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói
entre em êxtase.
O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado
condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante
na sua luta contra a realidade.
O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do
eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças
concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução,
transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores
devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e
poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nossos sonhos.
A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com
uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.
6. O
encontro com a deusa
A
aventura do herói continua com o encontro com a Rainha
Deusa do Mundo. A Mãe
Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um
primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre
a atitude da criança com relação à mãe e a do adulto em relação ao mundo
material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente
controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e
iniciação da mente na natureza do mundo visível.
A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode
ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o
herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma
várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do
que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as
correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas
limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela
ignorância à banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O
herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com
gentileza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu
mundo criado.
O encontro com a deusa é o teste final do talento para a
bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
7. A
mulher como tentação
Agora
com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o
herói ver-se-á no lugar
do pai, ele e seu pai são um só.
As guerras e as explosões emocionais são paliativos da
ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e
alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre,
passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma
trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a
idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise.
Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a
própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de
nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente à outra pessoa ou outras
pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento
de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em
particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A
mulher é a tentação do herói em sua aventura.
8. A
relação com o pai
A
pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da
torrente e das chamas é
a misericórdia divina, a poderosa força
do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus.
O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está
nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares
sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade
de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se
parece.
É a provação do herói com a garantia de que a figura
masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de
iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e é
essencialmente a mesma coisa.
A iniciação combina uma introdução do candidato nas
técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento
de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua
mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas
vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o papel de
iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do
bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica, purgada de
esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma
par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as
repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na
majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e,
por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do
pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as
agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é
mais um vale de lágrimas, gemidos e dores, mas uma manifestação perpétua e
geradora de bênçãos, da Presença.
9. A
apoteose
No
momento em que nos libertamos dos preconceitos, do
tribal, eclesiástico, nacional,
do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que
o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram,
mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do
Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as
coisas, são imortais.
10.
A última graça
O
sofrimento agonizante da ultrapassagem
dos limites
pessoais é a agonia do crescimento
pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas
são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes
que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e
movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura
da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo.
A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que
transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as
divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são
aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um
único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita
das estrelas.
11.
A difícil volta
Ao
fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da
penetração da fonte retornando
com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua
saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação
masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação
da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
12.
A magia nas decisões
Se
o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum
elixir destinado à restauração
da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono
sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não
obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A
aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.
13.
O resgate sobrenatural
O
herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio
sobrenatural, o mundo,
que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que
dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem
acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise
final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra
cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas
divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção
obtida, onde os homens imaginam-se completos, mas que na realidade não passam
de frações.
14.
Os limites da volta
Os
mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a
morte, o dia e a noite.
As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das
trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um
retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas
convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana
tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a
prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e
as instituições para as pessoas comuns.
15.
Agora são dois mundos
A
liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os
mitos não frequentemente
apresenta numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem
são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor
magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes
honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
16.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
O
campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura
vive da morte de outra.
Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer
coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas
que se tornaram.
Nossos Heróis, inclusive diante dos
fenômenos ocultados sobre minha vida entre 1992 e 1993 com o fim de manipular a
população nos mostram que a telepatia
pode nos fortalecer e aumentar nossas defesas e forças ou poderes como que
verdadeiros Super-Heróis, fazendo de nós super-humanos capazes de realizar
grandes obras e grandes planos, capazes de sermos pessoas de paz e de bem se
nos ajudarmos e entendermos nossas inteligências e nos adaptarmos ao meio
ambiente.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Nossos
monstros, inclusive diante dos fenômenos ocultados sobre
minha
vida entre 1992 e 1993 com o fim de manipular a população nos revelam que a
telepatia pode nos fazer de tudo e da vida, da nossa missão, dos planos de
Deus, daqueles que amamos para nos amarmos, assim podemos cair em abismos e ter
que viver como monstros que assustam e assombram as pessoas botando-lhe medo e
pavor, não sobrando mais paz nem felicidade, nem mesmo mais uma família ou
amizades, levando-o a autodestruição e a
destruição do outro e do seu mundo.
Nossos escravos, inclusive diante dos
fenômenos ocultados sobre minha vida entre 1992 e 1993 com o fim de manipular a
população nos mostram que a telepatia pode nos fazer escravos ou dependentes e
prisioneiros de nossa própria vida e da
telepatia, levando-nos a alienação e a loucura onde se perde a noção de
realidade e não há mais nada para se completar na vida, a não ser viver
acorrentado e aprisionado, escravo e revoltado ou alienado.
Diante destes fenômenos podemos ainda
falar que o ser humano tem problemas com a Terra e com o meio ambiente, que ele
não sabe ou não conhece como amar a Terra, inclusive diante dos fenômenos
ocultados sobre minha vida entre 1992 e 1993 com o fim de manipular a população.
Exemplo disto são as guerras e
violências, os crimes e horrores, as indústrias e o consumismo que contaminam a
terra, a água e o ar, os carros que contaminam o ar, os cigarros e as queimadas
que contaminam o ar e destroem as matas, os desmatamentos ilegais que destroem
o meio ambiente, os indivíduos que sujam as cidades, os pescadores e os
caçadores que não respeitas as leis, os agricultores que não respeitam as leis,
inclusive diante dos fenômenos ocultados sobre minha vida entre 1992 e 1993 com
o fim de manipular a população, etc..
Podemos discutir um pouco mais sobre o
gás carbônico... porquê isto está acontecendo? Porque o ser humano não ama a
Terra ou não sabe amar a Terra! E em virtude disto tem dificuldade de mudar sua
atitude, consciência, identidade, afetividade e alienação, alegando que é caro
o controle do gás carbônico, que não existem meios ou utensílios domésticos que
o ajudem nessa tarefa, que assim é difícil se sensibilizar pois no mundo tudo é
prático e fácil e isso não é, pois envolve sofrimento, educação e amor, é mais
fácil transmitir ódio do que amor hoje em dia,
vivemos mais tempos conosco do que com os outros hoje em dia em todos os
ambientes.
A Cruz é pesada mas liberta quem a ama,
é um fardo para aquele quem não a aceita, inclusive diante dos fenômenos
ocultados sobre minha vida entre 1992 e 1993 com o fim de manipular a população.
Os pecados do mundo podem libertar através do Zeitgeist e do Cosmos.
Sigmund Freud (1856-1939) alterou
radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos
como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o
levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades, inclusive diante dos fenômenos
ocultados sobre minha vida entre 1992 e 1993 com o fim de manipular a população.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive diante dos fenômenos
ocultados sobre minha vida entre 1992 e 1993 com o fim de manipular a população.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive diante dos fenômenos ocultados sobre minha vida entre
1992 e 1993 com o fim de manipular a população.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
diante dos fenômenos ocultados sobre minha vida entre 1992 e 1993 com o fim de
manipular a população.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive
diante dos fenômenos ocultados sobre minha vida entre 1992 e 1993 com o fim de
manipular a população.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive diante dos fenômenos ocultados sobre minha vida entre 1992
e 1993 com o fim de manipular a população; concluído este processo o ser humano
retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de
seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO +
DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu
princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O
Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A
função básica da vida no Universo é se adaptar!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 01 de fevereiro de 2017.
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