NOVAS TEORIAS SOBRE A HISTÓRIA DO BRASIL (CONT.) (2017) OSNY M JNR.
1.
Psicologia Cognitiva Transcendental
Social
Lista de Presidentes do Brasil
1) Marechal Deodoro da Fonseca
Nasceu em Alagoas, em 1827, tomou posse no governo,
em 15 de novembro 1889, aos 62 anos. Seu mandato durou de 1889 até 23 de
novembro de 1891. Tinha como vice-presidente Floriano Peixoto, seu sucessor. O
marechal foi o 1º Presidente do Brasil.
Vice-presidente: Floriano Peixoto
Partido: Militar
Mandato: 1889-1891
2) Marechal Floriano Peixoto
Nasceu em Ipioca (AL) e tomou posse aos 52 anos, no
dia 23 de novembro de 1891 até 15 de novembro de 1894. Ficou conhecido pelos
nomes de Consolidador da República e apelido de “Marechal de Ferro”. Ele
batalhou contra algumas forças de oposição: a Revolta Armada (conflitos entre
Exército e Marinha no Rio de Janeiro) e a Revolução Federalista. O Marechal
Floriano Vieira Peixoto foi o 2º Presidente da República Federativa do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Militar
Mandato: 1891 - 1894
3) Prudente de Morais
O primeiro governador do estado de São Paulo também
foi o 3º Presidente da República Federativa do Brasil. Nasceu em Itu, em 1841. Prudente
de Morais foi instituído presidente do Brasil, em 15 de novembro de 1894 até
1898, aos 53 anos. Ficou até 1897, quando saiu por motivos de doença. Então,
assumiu o vice-presidente.
Vice-presidente: Manuel Vitorino
Partido: Partido Republicano Federal (PR)
Mandato: 1894-1898
4) Campos Sales
Campos Sales foi o 4º presidente da República e
teve seu mandato de 15 de novembro de 1898 até 15 de novembro de 1902. Seu
companheiro de chefia era Francisco de Assis Rosa e Silva. Campos nasceu em
Campinas (SP), em 1841. Quando foi instituído presidente, tinha 57 anos.
Governou em uma época de crise, uma vez que a cultura de café e borracha estava
declinando. Conseguiu, por intermédio de ajuda exterior, estabilizar a economia
brasileira. Estabeleceu o “Funding Loan”, tratado que fez para pagamento da
dívida externa.
Vice-presidente: Francisco de Assis Rosa e
Silva
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1898-1902
5) Rodrigues Alves
Francisco de Paula Rodrigues Alves, paulista de
Guaratinguetá, foi um advogado e se tornou o 5º Presidente da República.
Assumiu o poder aos 54 anos, de 15 de novembro de 1902 a 15 de novembro de
1906. Em seu governo, ele lançou a campanha de vacinação, conhecida como a
Revolta da Vacina, liderada pelo sanitarista e médico, Osvaldo Cruz. Teve êxito
na economia com o ciclo da borracha e ampliou o território brasileiro.
Vice-presidente: Silvio Brandão/Afonso Augusto
Moreira Penna
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1902-1906
6) Affonso Penna
O sexto Presidente da República teve seu mandato do
dia 15 de novembro de 1906 a 14 de junho de 1909. Affonso Augusto Moreira Penna
nasceu em Santa Bárbara e assumiu o governo com 59 anos. Dentre os feitos
importantes que realizou foi a ligação da Amazônia ao Rio de Janeiro, por meio
das expedições de Marechal Rondon, reforçou o sistema de defesa do Brasil,
construiu ferrovias, sendo uma delas, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil
(NOB) ou Trem do Pantanal. O lema utilizado por ele era: “governar é povoar”. Penna
morreu e foi substituído pelo então vice-presidente, Nilo Peçanha, que deu
continuidade ao mandato.
Vice-presidente: Nilo Peçanha
Partido: Partido Republicano Mineiro
Mandato: 1906-1909
7) Nilo Peçanha
Nilo Procópio Peçanha assumiu após a morte do presidente
Affonso Penna. O presidente tinha seus 42 anos quando começou a governar o
país, em 14 de junho de 1909. Seu período de governo foi marcado por alguns
conflitos, principalmente, por uma pesada oposição de Pinheiro Machado, um dos
parlamentares mais influentes da época. Embora tenha ficado por pouco tempo,
criou o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, o Serviço de Proteção
aos Índios (SPI), o ensino técnico no Brasil, dentre outros projetos. Encerrou
seu mandato em 15 de novembro de 1910, como o 7º Presidente da República.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Fluminense
Mandato: 1909-1910
8) Marechal Hermes da Fonseca
Hermes nasceu em São Gabriel, no Rio Grande do Sul,
e se tornou presidente em 15 de novembro de 1910 a 15 de novembro de 1914.
Empossado aos 55 anos, o militar enfrentou a Revolta da Chibata, movimento de
marinheiros que se opunham aos castigos recebidos por causa de faltas graves na
Marinha do Brasil. Participou também da Guerra do Contestado, entre Paraná e Santa
Catarina. Uma de suas realizações foi a utilização, pelos candidatos eleitos à
presidência, da Faixa Presidencial, mediante o Decreto Lei de nº 2.299 de 1910.
Vice-presidente: Wenceslau Braz
Partido: Partido Republicano Conservador (PRC)
Mandato: 1910-1914
9) Wenceslau Braz
Governou de 15 de novembro de 1914 a 15 de novembro
de 1918 e se tornou o 9º Presidente do Brasil, eleito pelo Partido Republicano
Mineiro (PRM). No ano anterior, aconteceu a Guerra do Contestado e ainda haviam
resquícios. O presidente foi responsável pela divisão territorial dos estados
do Paraná e de Santa Catarina, o palco do conflito. Em seu governo foi
promulgado o primeiro Código Civil brasileiro. Ele entrou na Primeira Guerra
Mundial por causa do bombardeamento dos navios brasileiros por tropas alemãs.
Seu mandato terminou em 15 de novembro de 1918.
Vice-presidente: Urbano Santos
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1914-1918
10) Delfim Moreira
Nascido no município de Cristina, em Minas Gerais,
Delfim Moreira da Costa Ribeiro sentou à cadeira presidencial no dia 15 de
novembro de 1918, aos 50 anos. Seu mandato terminou em 28 de julho de 1919.
Delfim foi presidente interino, uma vez que foi vice de Rodrigues Alves, que
não conseguiu assumir por causa do seu falecimento. O chefe de estado
permaneceu por um período curto e, enquanto estava no poder, fez alterações no
Código Civil, uma intervenção no estado de Goiás e trabalhou em uma reforma no
território do Acre. Delfim Moreira foi o 10º Presidente da República Federativa
do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1918-1919
11) Epitácio Pessoa
O paraibano Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa
assumiu o governo sem estar no Brasil, aos 54 anos, em 28 de julho de 1919. Seu
mandato durou até 15 de novembro de 1922. Sua indicação à presidência surgiu
quando ele representou o Brasil na Conferência de Versalhes, sobre o Tratado de
Versalhes – um acordo de paz selado pós-guerra. Embora Epitácio prezasse por
uma política de poucos gastos, fez alguns empréstimos. Um deles, para a criação
da Estrada de Ferro Central do Brasil. Ele auxiliou na questão da seca no
Nordeste, conseguiu equilibrar a economia do café, criou universidades, além da
primeira estação radiodifusora do país.
Vice-presidente: Delpim Moreira/Bueno de Paiva
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1919-1922
12) Artur Bernardes
Em 15 de novembro de 1922, o advogado Arthur da
Silva Bernardes se tornou Presidente da República, aos 47 anos. Nasceu em
Viçosa, município de Minas Gerais. No mesmo ano do início de seu mandato,
ocorreram diversos movimentos e revoluções. Enfrentou a Revolução de 1924, uma
revolta militar – a segunda revolta tenentista. Fundou a Escola de Agricultura
e Veterinária, hoje, Universidade Federal de Viçosa. Bernardes reformou a
Constituição de 1891, em 1926, em que mudava as condições para o estado de
sítio – uma das funções do Presidente da República.
Vice-presidente: Estácio Coimbra
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1922-1926
13) Washington Luís
Washington Luís Pereira da Silva foi nomeado ao
cargo de Presidente da República, em 15 de novembro de 1926 até 24 de outubro
de 1930. Ele libertou os presos políticos dos conflitos que, até então,
assolavam o Brasil. O país passava pelas revoluções e crises, como: a Revolução
de 1924, o crack da Bolsa de Valores de Nova Iorque (1929) e a Revolução de
1930. Instaurou a reforma econômica no Brasil, com ajuda do Ministro da
Fazenda, Getúlio Vargas. Criou o Conselho de Defesa Nacional, em 1927.
Estabeleceu fundos de ampliação das rodovias e construiu novas rodovias. Criou
os batalhões da Polícia Rodoviária Federal e a Aviação do Exército.
Vice-presidente: Melo Viana
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1926-1930
Júlio Prestes
O advogado paulista de Itapetininga, Júlio Prestes,
foi eleito em 1930, mas não houve posse. A Junta Governativa Provisória de
1930, por meio de um golpe de estado, elegeu Getúlio Vargas como autoridade
máxima do país.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Paulista
Mandato: Não assumiu.
Junta Provisória Militar de 1930
A junta provisória militar foi formada por Augusto
Fragoso, Isaías de Noronha, Mena Barreto, com a queda da Primeira República.
Com ela, ocorreu o Golpe Militar de 1930, que deu a liderança do país para
Getúlio Dorneles Vargas, em 3 de novembro de 1930.
Vice Presidente: -
Partido: Militar
Mandato: Revolução de 1930
14) Getúlio Vargas
Getúlio Dorneles Vargas nasceu em São Borja, no Rio
Grande do Sul, era advogado e iniciou o seu mandato em 3 de novembro de 1930
até 1945, assumiu aos 47 anos de idade. Foi reeleito em 31 de janeiro de 1951
até 31 de janeiro de 1954 (ano em que se suicidou). Tomou posse pela Revolução
de 1930 e se tornou Chefe do Governo Provisório. Era Ministro da Fazenda
durante o governo do presidente Washington Luís.
Vice-presidente: -
Partido: Aliança Liberal (AL)
Mandato: 1930-1945
15) José Linhares
Aos 59 anos, o cearense de Baturité foi nomeado
Presidente da República: José Linhares foi interino. É considerado o 15º
Presidente do Brasil. Linhares foi chamado pelas Forças Armadas para ocupar o
cargo de chefe de estado, uma vez que era juiz e integrante do Supremo Tribunal
Federal (STF). Utilizou a prática de nepotismo e, no entanto, virou motivo de
chacotas: “os Linhares são milhares!”.
Vice-presidente: -
Partido: -
Mandato: 1945-1946
16) Marechal Eurico Gaspar
Dutra
Foi em eleito em 31 de janeiro de 1946 e permaneceu
até 31 de janeiro de 1951. Tomou posse aos 63 anos. Dutra nasceu em Cuiabá (MT)
e como militar foi líder da repressão ao movimento comunista no RJ. Foi um
período de definição e inovações na legislação brasileira. Dava-se o início dos
trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, que iria promulgar a
Constituição Brasileira de 1946. Uma das propostas foi a redução do mandato de
presidente para cinco anos, uma vez que a Constituição de 1937 previa seis
anos. Ele construiu a pista que liga o Rio de Janeiro a São Paulo, a Rodovia
Presidente Dutra.
Vice-presidente: Nereu Ramos
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1946-1951
17) Getúlio Vargas
Nesse período ocorreu a reeleição de Getúlio
Vargas, candidato do PTB, depois de ter vencido Eduardo Gomes, em 1950. Ele foi
responsável pela criação da Petrobras, a partir da campanha chamada “O Petróleo
é Nosso”. Ele se suicidou em 1954.
Vice-presidente: João Fernandes Campos Café
Filho
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1951 - 1954
18) Café Filho
Nascido em Natal (RN), João Fernandes Campos Café
Filho foi advogado e assumiu a presidência no dia 24 de agosto de 1954.
Sucessor de Getúlio Vargas, Café foi o 18º Presidente do Brasil, aos 55 anos.
Seu mandato durou cerca de um ano, quando foi afastado por causa de sua saúde.
Dois presidentes interinos entraram no período do mandato de Café Filho: Carlos
Luz e Nereu Ramos.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
Mandato: 1954-1955
19) Carlos Luz
Carlos Luz assumiu o cargo de presidente interino
do dia 8 de novembro de 1955 a 11 de novembro de 1955, devido a doença
adquirida por Café Filho, mas dias depois ficou doente e renunciou do cargo.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1955-1955
20) Nereu Ramos
Nereu Ramos governou de 11 de novembro de 1955 a 31
de janeiro de 1956. Anteriormente era deputado federal e governador de Santa
Catarina, porém assumiu o cargo como presidente da república, mas permaneceu
por pouco tempo, até a posse de Juscelino Kubitschek.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1955-1956
21) Juscelino Kubitschek
Eleito de 31 de janeiro de 1956 a 31 de janeiro de
1961. Ele foi prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas Gerais. Uma das
grande realizações de Juscelino Kubitschek foi o estabelecimento da indústria
automobilística e também a construção de Brasília. Após sair da presidência,
tornou-se senador pelo estado de Goiás. Em 1964, foi cassado e perdeu seus
direitos políticos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: PSD
Mandato: 1956-1961
22) Jânio Quadros
Jânio Quadros foi eleito presidente e assumiu no
dia 31 de janeiro de 1961: a primeira posse presidencial em Brasília. Governou
durante 7 meses. Seu mandato foi de curta duração, após uma denúncia de Carlos
Lacerda, de um suposto golpe de estado envolvendo Jânio. Ele renunciou no dia
25 de agosto de 1961 e atribuiu sua renúncia à “forças ocultas”. Dentre suas
realizações, conseguiu orientar tanto a economia, quanto a política brasileira,
lançou no Brasil, a Política Externa Independente (PEI), condencorou Ernesto
Che Guevara com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, criou o Parque Nacional do
Xingu, além dos primeiros parques ecológicos, dentre outros projetos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: Partido Trabalhista Nacional (PTN)
Mandato: 1961-1961
23) Ranieri Mazzilli
Paschoal Ranieri Mazzilli, nasceu em São Paulo e
era advogado e jornalista. Antes de assumir o cargo era presidente da Câmara
dos Deputados. Ele se tornou presidente interino do Brasil por dois períodos. O
primeiro, em 1961, na renúncia de Jânio Quadros e, quando o presidente João
Goulart, se encontrava na China. Houve, então, uma crise político-militar, uma
vez que os militares queriam impedir a posse de Jango. No dia 2 de setembro de
1946, instituiu-se o regime parlamentarista no Brasil. A segunda posse de
Mazzilli foi em 1964, antes do golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1961 a 1961
24) João Goulart
João Belchior Marques Goulart foi vice-presidente
de Juscelino Kubitschek e de Jânio Quadros, além de deputado federal. Ele tomou
posse no dia 8 de setembro de 1961 a 31 de março de 1964. No período de
governo, o Brasil passa por um crise na política e foi instituído
temporariamente o parlamentarismo. Teve que abandonar o cargo em 1º de abril de
1964. Seu segundo período de governo foi de 24 de janeiro de 1963 até março de
1964, quando foi deposto e teve que deixar o país rapidamente por causa do
golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro
Mandato: 1961 a 1964
25) Ranieri Mazzilli
Ranieri Mazzilli tomou posse antes do golpe militar
no dia 02 de abril de 1964 a 15 de abril de 1964. Ele tinha 53 anos quando
assumiu o cargo.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1964 a 1964
26) Castelo Branco
O Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco foi o
primeiro militar a assumir a presidência após o golpe de 1964. Ele nasceu em
Messejana, em Fortaleza e governou de 15 de abril de 1964 a 15 de março de
1967. Tomou posse com 64 anos. Seu período de governo foi marcado pela
intervenção de sindicatos, dissolução de partidos políticos, invasão em
universidades, prisões, detenções e extinção de entidades de representação
estudantil. Foram criados vários atos institucionais, bem como o Serviço
Nacional de Informações para manter a segurança nacional. Seu objetivo era
excluir qualquer princípio do regime anterior.
Vice-presidente: José Maria de Alkmin
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1964 a 1967
27) Costa e Silva
Artur da Costa e Silva nasceu na cidade de Taquari
no Rio Grande do Sul e tomou posse no dia 15 de março de 1967, com 65 anos. Seu
mandato perdurou até 31 de agosto de 1969. Foi durante o seu governo que o país
enfrentou um dos mais violentos atos, o Ato Institucional nº 5 (AI-5), sendo
liberada ações como a pena de morte para crimes políticos e a prisão perpétua,
censura dos meios de comunicação, cassação de mandatos, etc. Ele foi afastado
do cargo por ter adquirido trombose cerebral. Em 1969 foi formada uma Junta
Governativa Provisória.
Vice-presidente: Pedro Aleixo
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1967 a 1969
28) Garrastazu Medici
Emílio Garrastazu Médici nasceu em Bagé, no Rio
Grande do Sul. Ele assumiu o cargo de presidente com 64 anos no dia 30 de
outubro de 1969 até 15 de março de 1974. Seu período de governo foi marcado nos
campos econômicos pela expressão ‘milagre brasileiro’ e também pela repressão
cada vez mais intensa, além de censura nos meios de comunicação e denúncias de
torturas de presos políticos. Pode-se dizer que nesse período houve um
crescimento na qualidade de vida dos brasileiros, com a geração de empregos e
investimentos nas obras públicas. No seu governo o Brasil se tornou tricampião
mundial de futebol.
Vice-presidente: Almirante Augusto Hamann
Rademaker Grünewald
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1969 a 1974
29) Ernesto Geisel
O General Ernesto Geisel nasceu em Bento Gonçalves,
no Rio Grande do Sul, e se tornou militar. Assumiu o cargo em 15 de março de
1974, com 66 anos, e permaneceu até 15 de março de 1974. Seu vice-presidente
teve que assumir o cargo várias vezes durante as viagens realizadas por Geisel.
Seu governo representou uma abertura à democracia, processo que se tornou lento
devido a oposição dos militares. Ele aboliu a censura à imprensa, permitiu as
propagandas políticas da oposição, impediu a participação de candidatos
políticos na televisão e no rádio e em 1978 aboliu o AI-5.
Vice-presidente: Adalberto Pereira dos Santos
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1974 a 1979
30) João Figueiredo
João Baptista Figueiredo nasceu no Rio de Janeiro e
governou no período de 15 de março de 1979 a 15 de março de 1985. Ele assumiu o
cargo aos 61 anos. Seu governo foi marcado por diversos atentados terroristas
preparados pelos militares de linha dura. Um dos mais famosos aconteceu no
Riocentro, na Barra da Tijuca, com a explosão de duas bombas durante um show
para comemorar o Dia do Trabalho. O país entrou numa crise econômica e teve que
procurar auxílio no Fundo Monetário Internacional (FMI). Foi promovido a
primeira eleição civil brasileira e com isso o fim do Regime Militar.
Vice-presidente: Antônio Aureliano Chaves de
Mendonça
Partido: Partido Democrático Social (PDS)
Mandato: 1979 a 1985
Tancredo Neves
Tancredo Neves nasceu em São João del Rei (MG) e
disputou o cargo de presidência com Paulo Maluf (apoiado por João Figueiredo),
tendo sua posse prevista para o dia 15 de fevereiro de 1985, mas chegou a
falecer antes de assumir o cargo e, por isso, José Sarney ocupa o cargo em seu
lugar. Tancredo foi levado para o hospital na véspera da posse com fortes dores
abdominais, cujo diagnóstico foi dado com a doença diverticulite.
Vice-presidente: José Sarney
Partido: Partido do Movimento Democrático
Brasileiro (PMDB)
Mandato: Não assumiu
31) José Sarney
José de Ribamar Ferreira de Araújo Costa, conhecido
como José Sarney, nasceu no Maranhão e tomou posse no dia 15 de março de 1985.
Porém, no dia 21 de abril havia assumido o cargo de forma interina e foi o
primeiro governo civil depois do golpe de 1964. Seu mandato encerrou no dia 15
de março de 1990. Como o país estava em crise, criou um plano econômico para
diminuir a inflação. No início obteve êxito, mas depois a inflação começou a
aumentar. Ele se reaproximou de Cuba e assinou um protocolo do Mercosul.
Promulgou a constituição cidadã e criou o Ministério da Cultura.
Vice-presidente: -
Partido: Partido do Movimento Democrático
Brasileiro (PMDB)
Mandato: 1985 - 1990
32) Fernando Collor
Fernando Collor de Mello nasceu no Rio de Janeiro e
assumiu o cargo à presidência no dia 15 de março de 1990, com 40 anos. A sua
eleição foi a primeira feita a partir do voto popular. Criou o Plano Collor
para controlar a inflação, sendo uma das medidas utilizadas para confiscar valores
acima de 50 mil cruzados depositados nas contas bancárias de empresas e pessoas
físicas. Seu governo foi marcado por escândalos relacionados à corrupção. Em
resposta a isso, estudantes criaram um movimento de reação chamado ‘Caras
Pintadas’, cujo objetivo era retirar o presidente do poder. No dia 29 de
dezembro de 1992, Collor renunciou.
Vice-presidente: Itamar Franco
Partido: Partido de Reconstrução Nacional
(PRN)
Mandato: 1990 - 1992
33) Itamar Franco
Itamar Franco nasceu em Salvador (BA) e iniciou seu
mandato no dia 29 de dezembro de 1992, com 61 anos. Permaneceu até 01 de
janeiro de 1995 como presidente da república. Em seu governo focou na
diminuição dos gastos do governo, acelerou as privatizações, criou o Plano de
Estabilização Econômica que determinava a criação do real. Nesse período nomeou
Fernando Henrique Cardoso para o cargo de Ministro da Fazenda, assim como
apoiou a sua candidatura como o próximo presidente.
Vice-presidente: -
Partido: Partido de Reconstrução Nacional
(PRN)
Mandato: 1992 - 1995
34) Fernando Henrique Cardoso
Fernando Henrique Cardoso (FHC) nasceu no Rio de
Janeiro e assumiu a presidência com 64 anos no dia 01 de janeiro de 1995. Em
seu governo privatizou estatais, trabalhou para conter a inflação, criou
programas sociais (Bolsa Escola e Rede de Proteção Social), trouxe mudanças na
administração pública e na previdência social, criou uma indenização para
parentes de desaparecidos políticos no regime militar, etc. Ele recebeu
denúncias de corrupção em seu governo. Seu mandato durou até 01 de janeiro de
2003, devido a sua reeleição.
Vice-presidente: Marco Maciel
Partido: Partido da Social Democracia
Brasileira (PSDB)
Mandato: 1995 - 2003
35) Luiz Inácio Lula da Silva
Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) nasceu na cidade de
Garanhuns, no Pernambuco. Ele assumiu a presidência do dia 01 de janeiro de
2003, com 58 anos, e permaneceu até 01 de janeiro de 2011. Em seu governo houve
um crescimento no PIB brasileiro, além de redução do desemprego e da
desigualdade, controle da inflação e pagamento da dívida externa. Realizou
programas para transferência de renda, consolidou relações internacionais com
países criticados, dentre outros feitos. Porém, ocorreram em 2005 várias
denúncias de corrupção e escândalos no seu governo. É considerado o 35º
presidente do Brasil.
Vice-presidente: José Alencar
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2003-2011
36) Dilma Roussef
Dilma Vana Rousseff nasceu em Belo Horizonte (MG) e
foi eleita com 63 anos no dia 01 de janeiro de 2011. É considerada a primeira
mulher eleita como Presidente da República do Brasil. Em seu primeiro mandato,
Dilma deu continuidade à política implementada no governo de Lula para conter a
inflação e também para a criação de programas sociais. Ela criou o Mais Médicos,
o Brasil Sem Miséria, Minha Casa, Minha Vida, Programa Nacional de Acesso ao
Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), dentre outros. Não chegou a concluir o
segundo mandato, devido ao processo de impeachment instaurado contra ela. Foi
afastada definitivamente de seu cargo em 31 de agosto de 2016.
Vice-presidente: Michel Temer
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2011-2016
37) Michel Temer
Michel Miguel Elias Temer Lulia nasceu no Tietê
(SP) e assumiu a Presidência da República aos 75 anos, em 31 de agosto de 2016.
Foi vice-presidente no Governo de Dilma Rousseff e, devido o afastamento dela,
pela denúncia de crime de responsabilidade, ele assumiu provisoriamente no dia
12 de maio de 2016. Porém, como resultado do processo de impeachment, foi considerada
culpada e afastada definitivamente do cargo.
Partido: Partido do Movimento Democrático
Brasileiro (PMDB)
Como vemos cada época tem seus problemas e dramas que foram e não foram
solucionados adequadamente resultando em processos sociais diferentes, de
acordo com o contexto e a História do Brasil, de suas influências internas e
externas, de seus movimentos sociais e artísticos, políticos, científicos,
religiosos, acadêmicos, de trabalhadores, de empregadores, de desempregados, de
excluídos e de perseguidores, de fatores regionais e nacionais, etc., formando
movimentos e protestos pacíficos e até violentos ou criminosos, nos revelando
que não é a força ou a violência do movimento que causa a mudança mas sim sua
intenção, sua intencionalidade pois tivemos em nossa História diversos
episódios assim onde a força e violência foram vencidos pela paz e pela ordem,
pelo respeito e pelo justiça que tudo resolve, as próprias mãos não fazem a
justiça, apenas a atrapalham fazendo sua vingança aumentando a criminalidade e
o crime, a justiça se faz através da lei e da legitimidade, da legalidade de
nossos atos e condutas, os movimentos sociais demonstram uma evolução para a
prática da injustiça e não da justiça, pois praticam-na exageradamente como
grupos rebeldes que se opõem ao Estado e a legalidade, e as instituições! A
História do Brasil pode voltar a ser justa e equilibrada na justiça. só depende
de cada brasileiro e brasileira assim o aceitar e o fizer.
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A
vida teve início a partir das primeiras reações bioquímicas no Universo e se
instalou na Terra devido a Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de
¨pedras do espaço¨ com a Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na
Terra e nela Evoluiu, segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo
teorias dos monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência.
O ser humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e
comportamentais, ou seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era
evolutiva ou fase evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de
se comunicar telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas,
através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
As
descobertas da vida, inclusive na História do Brasil, através do
exercício da força, da
comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do
Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para
tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, ligadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram
economia e globalização em nossos tempos da economia, da tecnologia, da
informação, do consumo e do comércio e da liberdade mas também geram liberdade
e ritos de iniciação e de passagem e também a Trajetória dos Heróis por serem
dinâmicas e imprecisas, livres e multiformes formam a memória do ser humano que
por sua vez produz a transcendência que depende de nossos processos de
concepção, desenvolvimento, nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela,
a memória depende da adaptação que está ligada à inteligência genética
transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 19 inteligências, somados
aos estados de consciência, atividade, identidade, alienação, inconsciência,
linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento, amadurecimento,
externalização e internalização. A memória e a adaptação dependem do trabalho e
da economia, da globalização.
As descobertas da vida, inclusive na História do Brasil,
através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas
do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos,
uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente, associadas ao trabalho e a produção de bens e
de serviços geram economia e globalização porém a liberdade faz fluir a
adaptação e a memória que se transformam, se transmutam em ritos de passagem e
de iniciação e na Trajetória dos Heróis, assim em escândalo, mediocridade, bandidagem,
miséria e pobreza, drogas,
tráfico de pessoas e de sexo,
prostituição, alcoolismo, tabagismo,
educação, escravização e servidão,
fome, sede, falta de higiene, não ter roupas, mortes e
violências, bullying, palavrão,
monstros, amor e ódio,
doença, deficiência, moral,
destruição do outro, sabedoria e
vida, espécies e mundo
natural, processos corporais, gases,
urina, fezes, sexo e
masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar
vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação
de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções ,
pensamentos e estados de consciência
fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela
felicidade, está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num
futuro melhor não indecente, os mundos natural, artificial, biológico,
psicológico, sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da
indecência por isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante,
ganhamos e perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e
gastamos nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo
este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção
e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A
Trajetória dos Heróis começa com:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Ser livre é estar adaptado,
é possuir um processo de liberdade oriundo das descobertas que a vida
proporciona e produz, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do
Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para
tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, é estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da Vida e
pela Trajetória dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas
adaptação, é trabalhar, ter economia e globalização, ser adaptado com sucesso é
passar pelas 9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 19 inteligências e
transcender, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
As 9 fases da vida inteligente são:
1. (antes
de nascer): inteligência dual sensório-motora
2. (0
– 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3. (2
– 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4. (4
– 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5. (7
– 11 anos): inteligência do período de latência concreta
6. (12
– 18 anos): inteligência genital formal
7. (19
– 29 anos): inteligência do período de privacidade
8. (30
– 59 anos): inteligência do período de produtividade
9. (60
anos em diante): inteligência da crise final
As
19 inteligências são:
1. Espacial
2. Territorial
3.
Corporal
4.
Lingüística
5.
Musical
6.
Matemática
7.
Interpessoal
8.
Intrapessoal
9.
Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam
que Trajetória dos
Heróis e da Vida, dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem
estar grupal, e em parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo
e marca, contudo não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A
inteligência como um Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a
economia e a globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o
florescer da falta, do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que
há de prender-se e que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais,
mas a base da aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
Domar as descobertas da vida, inclusive na História do
Brasil, através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as
oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo
menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, é domar a liberdade, pode ser domar a
inteligência, é também dominar o trabalho, a economia e a globalização, é domar a si mesmo e uma seqüência de
monstros até a crise final, Monstros que nos atingem também através de ritos,
de ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida e dos Heróis.
Para aqueles que defendem o aborto o filho no ventre é um monstro, um monstro
não domado e inteligente, repelente e que só trará infelicidade, assim não
estamos prontos para a educação através do Estado. O respeito humano é uma
incapacidade por causa da inteligência! Por causa da inteligência temos
descobertas na vida! Por causa da inteligência temos o trabalho, a economia e a globalização, mas podemos reinterpretar
nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.
Devemos transformar o conceito inteligência em adaptação e
aceitar as diferenças individuais e grupais otimizando-as para as
transformações sociais sem destruir o passado e os nossos antepassados, ou
seja, nossas memórias, nossa adaptação sócio-histórica gravada em documentos e
gravada em nossos cérebros e mentes gerando conhecimento para a melhor e
otimizada adaptação, sucesso para nossa existência, se tivéssemos que
considerar apenas a inteligência para o nosso sucesso talvez fracassaríamos
pois os inteligentes que não se adaptam
morrem antes dos mais adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro
vem a adaptação as descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois
vem a inteligência ou a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o
espermatozóide se adapta ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a
fecundação e ela continua por toda a vida até a morte. Esta inteligência também
é livre pelo ¨crossing-over¨ e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem
da liberdade ocorre em função das descobertas da vida. As descobertas da vida
muitas vezes nos aparecem em ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Amar ou odiar a sua própria vida ou de
seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de
indivíduos a se perderem em seus mundos
obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento
pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser.
Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9
fases da vida inteligente e as 19 inteligências, mais estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização.
Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar
revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a
globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros, inclusive na História
do Brasil, através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive os
oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há,
pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, são nossas regras que produzem sofrimento e
impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas descobertas que causam
sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de Heróis, nossos Monstros nos
destroem como nossos delírios e fantasias de horrores hostis que adquirimos ao
longo da vida, todos nós conhecemos isto, todos nós ficamos alegres e felizes
quando socorridos em meios as urgências da vida, é assim minha vida! Não
devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois somos frutos da união dos
nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não existiríamos se não houvesse
a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos nossos Monstros! Nossos
Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao mesmo tempo que impede
causa novas descobertas como as Biológicas e Psicológicas.
Os Monstros, inclusive na História do
Brasil, através do exercício da
força,
da comunhão e da libido, inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos
e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que
percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente,
surgem durante as 9 fases da vida
inteligência e são domesticados pela inteligência genética transcendental e as
19 inteligências. As profundezas do ser revelam as pessoas seus Monstros
oriundos de infernos, buracos, cavernas, galerias subterrâneas, bueiros, mares,
lagos, rios e oceanos, florestas e desertos onde muitas vezes o sentimento
predominante é o de solidão e isolamento com a perda do auto-controle e
equilíbrio interior, onde afloram sentimentos monstruosos de revolta e
destruição de si, do mundo ao seu redor ou dos outros. Nossos Monstros também
estão ligados ao trabalho, a economia e a globalização. Os modos, figuras e
objetos não são mais os de felicidade e
de prazer com os mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico
(organismo), psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações
sociais), filosófico (especulações sobre sua origem e vida) e espiritual
(relações com a salvação, imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem
a ritos onde nos entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem e de iniciação para alcançarmos a liberdade
dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
A transcendência é se superar se perpassar
e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua
comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental,
fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas,
inclusive na História do Brasil, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas
às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente. Quantos jovens e adultos se perdem em suas famílias no
mundo das drogas, falta de educação, alcoolismo, prostituição, tráfico de
pessoas, escravização, servidão, fome, sede, falta de higiene, falta de roupas,
doenças, roubo, mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a destruição
humana, e àqueles que se tornam lideranças e só trazem desespero e destruição
dos seus e dos seus semelhantes humanos com guerras, tragédias e holocaustos,
grandes desgraças e sofrimentos como pegadas no barro que não se apagam. Estas
são as pessoas que foram engolidas pelas profundezas da natureza humana com
seus Monstros que surgem e não reconhecem sua existência por serem diferentes
ou feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros até a crise final e
assim prosperar com o uso das 19
inteligências e o respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser
o que não somos – perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar
aos Monstros e não conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem
implicam em morte, morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde
mental ou de corpo, problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a
Educação e a Saúde, a Liberdade e a
Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação de nossa liberdade para
vivermos! Precisamos de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos
descobertas! Precisamos desde o nascimento de rituais de iniciação como o
parto e de passagem como o Batismo em
nossa Trajetória de Heróis.
Transcender depende da adaptação e de como
ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se
manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do trabalho
e das necessidades do trabalho, de suas regras e obrigações, dos bens e
serviços e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação,
consumo, comércio, inclusive na História do Brasil, inclusive das oriundas do
Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente,
com o uso da Educação e das 19 inteligências e do respeito humano
perante nossas falhas e deficiências ou mesmo incapacidades para conosco, com
os outros e com a natureza e com a Ecologia e o Universo, a inteligência se faz
presente com o uso da linguagem e da comunicação com a nomeação dos eventos
ambientais para a superação das adversidades ambientais que enfrentamos a todo
momento querendo ou não, viver é enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é
lidar com Monstros e assim com a miséria, a caridade e o trabalho que levam a
violência, ao crime e a guerra, também ao abuso, a exploração, à paralisação e
ao niilismo, e ao sentimento de renascimento através de Deus, se adaptar é se
descobrir e descobrir, e ajudar a descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo
resolvem! A Educação e o Amor geram
memória, assim também Adaptação, trabalho, economia e liberdade! Tudo começa
pela Adaptação! Tudo começou pela e através da Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na Psicologia,
na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade! Tudo
há de se acabar também pela Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na
Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na
Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O Universo pode
acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode acabar através
da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que conhecemos e se
ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque com este pode
acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo pode acabar se
houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for,
no princípio, no meio ou no fim, gerando outros Universos! O Universo
pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus
continuarão existindo, eles não se acabam!
As
descobertas da vida, inclusive na História do Brasil, inclusive as oriundas do
Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente, levam a adaptação que produz liberdade
para nosso meio ambiente individual,
social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para
vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos
processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso
produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e
maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da
liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através dos ritos de iniciação e de passagem e com a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência
Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se
descobrir é poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da
globalização e dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na
promoção da Justiça Social, através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
Se descobrir é descobrir-se em meio
a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver,
inclusive para poder desfrutar das
descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, através
do exercício da força, da comunhão e da libido.
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou
estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a
interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há descontinuidade
na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o
condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja
niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da
pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da
consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na
produção das causalidades, inclusive na História do Brasil.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive na História do Brasil.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive na História do Brasil.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
na História do Brasil.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive na
História do Brasil.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive na História do Brasil; concluído este processo o ser
humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a
criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO +
DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu
princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O
Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A
função básica da vida no Universo é se adaptar!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
18 de maio de 2017.
2.
Psicologia da Gestalt
Lista de Presidentes do Brasil
1) Marechal Deodoro da Fonseca
Nasceu em Alagoas, em 1827, tomou posse no governo,
em 15 de novembro 1889, aos 62 anos. Seu mandato durou de 1889 até 23 de
novembro de 1891. Tinha como vice-presidente Floriano Peixoto, seu sucessor. O
marechal foi o 1º Presidente do Brasil.
Vice-presidente: Floriano Peixoto
Partido: Militar
Mandato: 1889-1891
2) Marechal Floriano Peixoto
Nasceu em Ipioca (AL) e tomou posse aos 52 anos, no
dia 23 de novembro de 1891 até 15 de novembro de 1894. Ficou conhecido pelos
nomes de Consolidador da República e apelido de “Marechal de Ferro”. Ele
batalhou contra algumas forças de oposição: a Revolta Armada (conflitos entre
Exército e Marinha no Rio de Janeiro) e a Revolução Federalista. O Marechal
Floriano Vieira Peixoto foi o 2º Presidente da República Federativa do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Militar
Mandato: 1891 - 1894
3) Prudente de Morais
O primeiro governador do estado de São Paulo também
foi o 3º Presidente da República Federativa do Brasil. Nasceu em Itu, em 1841.
Prudente de Morais foi instituído presidente do Brasil, em 15 de novembro de
1894 até 1898, aos 53 anos. Ficou até 1897, quando saiu por motivos de doença.
Então, assumiu o vice-presidente.
Vice-presidente: Manuel Vitorino
Partido: Partido Republicano Federal (PR)
Mandato: 1894-1898
4) Campos Sales
Campos Sales foi o 4º presidente da República e
teve seu mandato de 15 de novembro de 1898 até 15 de novembro de 1902. Seu
companheiro de chefia era Francisco de Assis Rosa e Silva. Campos nasceu em
Campinas (SP), em 1841. Quando foi instituído presidente, tinha 57 anos.
Governou em uma época de crise, uma vez que a cultura de café e borracha estava
declinando. Conseguiu, por intermédio de ajuda exterior, estabilizar a economia
brasileira. Estabeleceu o “Funding Loan”, tratado que fez para pagamento da
dívida externa.
Vice-presidente: Francisco de Assis Rosa e
Silva
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1898-1902
5) Rodrigues Alves
Francisco de Paula Rodrigues Alves, paulista de
Guaratinguetá, foi um advogado e se tornou o 5º Presidente da República.
Assumiu o poder aos 54 anos, de 15 de novembro de 1902 a 15 de novembro de
1906. Em seu governo, ele lançou a campanha de vacinação, conhecida como a
Revolta da Vacina, liderada pelo sanitarista e médico, Osvaldo Cruz. Teve êxito
na economia com o ciclo da borracha e ampliou o território brasileiro.
Vice-presidente: Silvio Brandão/Afonso Augusto
Moreira Penna
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1902-1906
6) Affonso Penna
O sexto Presidente da República teve seu mandato do
dia 15 de novembro de 1906 a 14 de junho de 1909. Affonso Augusto Moreira Penna
nasceu em Santa Bárbara e assumiu o governo com 59 anos. Dentre os feitos
importantes que realizou foi a ligação da Amazônia ao Rio de Janeiro, por meio
das expedições de Marechal Rondon, reforçou o sistema de defesa do Brasil,
construiu ferrovias, sendo uma delas, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil
(NOB) ou Trem do Pantanal. O lema utilizado por ele era: “governar é povoar”.
Penna morreu e foi substituído pelo então vice-presidente, Nilo Peçanha, que
deu continuidade ao mandato.
Vice-presidente: Nilo Peçanha
Partido: Partido Republicano Mineiro
Mandato: 1906-1909
7) Nilo Peçanha
Nilo Procópio Peçanha assumiu após a morte do
presidente Affonso Penna. O presidente tinha seus 42 anos quando começou a
governar o país, em 14 de junho de 1909. Seu período de governo foi marcado por
alguns conflitos, principalmente, por uma pesada oposição de Pinheiro Machado,
um dos parlamentares mais influentes da época. Embora tenha ficado por pouco
tempo, criou o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, o Serviço de
Proteção aos Índios (SPI), o ensino técnico no Brasil, dentre outros projetos.
Encerrou seu mandato em 15 de novembro de 1910, como o 7º Presidente da
República.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Fluminense
Mandato: 1909-1910
8) Marechal Hermes da Fonseca
Hermes nasceu em São Gabriel, no Rio Grande do Sul,
e se tornou presidente em 15 de novembro de 1910 a 15 de novembro de 1914.
Empossado aos 55 anos, o militar enfrentou a Revolta da Chibata, movimento de
marinheiros que se opunham aos castigos recebidos por causa de faltas graves na
Marinha do Brasil. Participou também da Guerra do Contestado, entre Paraná e
Santa Catarina. Uma de suas realizações foi a utilização, pelos candidatos
eleitos à presidência, da Faixa Presidencial, mediante o Decreto Lei de nº
2.299 de 1910.
Vice-presidente: Wenceslau Braz
Partido: Partido Republicano Conservador (PRC)
Mandato: 1910-1914
9) Wenceslau Braz
Governou de 15 de novembro de 1914 a 15 de novembro
de 1918 e se tornou o 9º Presidente do Brasil, eleito pelo Partido Republicano
Mineiro (PRM). No ano anterior, aconteceu a Guerra do Contestado e ainda haviam
resquícios. O presidente foi responsável pela divisão territorial dos estados
do Paraná e de Santa Catarina, o palco do conflito. Em seu governo foi
promulgado o primeiro Código Civil brasileiro. Ele entrou na Primeira Guerra
Mundial por causa do bombardeamento dos navios brasileiros por tropas alemãs.
Seu mandato terminou em 15 de novembro de 1918.
Vice-presidente: Urbano Santos
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1914-1918
10) Delfim Moreira
Nascido no município de Cristina, em Minas Gerais,
Delfim Moreira da Costa Ribeiro sentou à cadeira presidencial no dia 15 de
novembro de 1918, aos 50 anos. Seu mandato terminou em 28 de julho de 1919.
Delfim foi presidente interino, uma vez que foi vice de Rodrigues Alves, que
não conseguiu assumir por causa do seu falecimento. O chefe de estado
permaneceu por um período curto e, enquanto estava no poder, fez alterações no
Código Civil, uma intervenção no estado de Goiás e trabalhou em uma reforma no
território do Acre. Delfim Moreira foi o 10º Presidente da República Federativa
do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1918-1919
11) Epitácio Pessoa
O paraibano Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa
assumiu o governo sem estar no Brasil, aos 54 anos, em 28 de julho de 1919. Seu
mandato durou até 15 de novembro de 1922. Sua indicação à presidência surgiu
quando ele representou o Brasil na Conferência de Versalhes, sobre o Tratado de
Versalhes – um acordo de paz selado pós-guerra. Embora Epitácio prezasse por
uma política de poucos gastos, fez alguns empréstimos. Um deles, para a criação
da Estrada de Ferro Central do Brasil. Ele auxiliou na questão da seca no
Nordeste, conseguiu equilibrar a economia do café, criou universidades, além da
primeira estação radiodifusora do país.
Vice-presidente: Delpim Moreira/Bueno de Paiva
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1919-1922
12) Artur Bernardes
Em 15 de novembro de 1922, o advogado Arthur da
Silva Bernardes se tornou Presidente da República, aos 47 anos. Nasceu em
Viçosa, município de Minas Gerais. No mesmo ano do início de seu mandato,
ocorreram diversos movimentos e revoluções. Enfrentou a Revolução de 1924, uma
revolta militar – a segunda revolta tenentista. Fundou a Escola de Agricultura
e Veterinária, hoje, Universidade Federal de Viçosa. Bernardes reformou a
Constituição de 1891, em 1926, em que mudava as condições para o estado de
sítio – uma das funções do Presidente da República.
Vice-presidente: Estácio Coimbra
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1922-1926
13) Washington Luís
Washington Luís Pereira da Silva foi nomeado ao
cargo de Presidente da República, em 15 de novembro de 1926 até 24 de outubro
de 1930. Ele libertou os presos políticos dos conflitos que, até então,
assolavam o Brasil. O país passava pelas revoluções e crises, como: a Revolução
de 1924, o crack da Bolsa de Valores de Nova Iorque (1929) e a Revolução de
1930. Instaurou a reforma econômica no Brasil, com ajuda do Ministro da
Fazenda, Getúlio Vargas. Criou o Conselho de Defesa Nacional, em 1927.
Estabeleceu fundos de ampliação das rodovias e construiu novas rodovias. Criou
os batalhões da Polícia Rodoviária Federal e a Aviação do Exército.
Vice-presidente: Melo Viana
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1926-1930
Júlio Prestes
O advogado paulista de Itapetininga, Júlio Prestes,
foi eleito em 1930, mas não houve posse. A Junta Governativa Provisória de
1930, por meio de um golpe de estado, elegeu Getúlio Vargas como autoridade
máxima do país.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Paulista
Mandato: Não assumiu.
Junta Provisória Militar de 1930
A junta provisória militar foi formada por Augusto
Fragoso, Isaías de Noronha, Mena Barreto, com a queda da Primeira República.
Com ela, ocorreu o Golpe Militar de 1930, que deu a liderança do país para
Getúlio Dorneles Vargas, em 3 de novembro de 1930.
Vice Presidente: -
Partido: Militar
Mandato: Revolução de 1930
14) Getúlio Vargas
Getúlio Dorneles Vargas nasceu em São Borja, no Rio
Grande do Sul, era advogado e iniciou o seu mandato em 3 de novembro de 1930
até 1945, assumiu aos 47 anos de idade. Foi reeleito em 31 de janeiro de 1951
até 31 de janeiro de 1954 (ano em que se suicidou). Tomou posse pela Revolução
de 1930 e se tornou Chefe do Governo Provisório. Era Ministro da Fazenda
durante o governo do presidente Washington Luís.
Vice-presidente: -
Partido: Aliança Liberal (AL)
Mandato: 1930-1945
15) José Linhares
Aos 59 anos, o cearense de Baturité foi nomeado
Presidente da República: José Linhares foi interino. É considerado o 15º
Presidente do Brasil. Linhares foi chamado pelas Forças Armadas para ocupar o
cargo de chefe de estado, uma vez que era juiz e integrante do Supremo Tribunal
Federal (STF). Utilizou a prática de nepotismo e, no entanto, virou motivo de
chacotas: “os Linhares são milhares!”.
Vice-presidente: -
Partido: -
Mandato: 1945-1946
16) Marechal Eurico Gaspar
Dutra
Foi em eleito em 31 de janeiro de 1946 e permaneceu
até 31 de janeiro de 1951. Tomou posse aos 63 anos. Dutra nasceu em Cuiabá (MT)
e como militar foi líder da repressão ao movimento comunista no RJ. Foi um
período de definição e inovações na legislação brasileira. Dava-se o início dos
trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, que iria promulgar a
Constituição Brasileira de 1946. Uma das propostas foi a redução do mandato de
presidente para cinco anos, uma vez que a Constituição de 1937 previa seis
anos. Ele construiu a pista que liga o Rio de Janeiro a São Paulo, a Rodovia
Presidente Dutra.
Vice-presidente: Nereu Ramos
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1946-1951
17) Getúlio Vargas
Nesse período ocorreu a reeleição de Getúlio
Vargas, candidato do PTB, depois de ter vencido Eduardo Gomes, em 1950. Ele foi
responsável pela criação da Petrobras, a partir da campanha chamada “O Petróleo
é Nosso”. Ele se suicidou em 1954.
Vice-presidente: João Fernandes Campos Café
Filho
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1951 - 1954
18) Café Filho
Nascido em Natal (RN), João Fernandes Campos Café
Filho foi advogado e assumiu a presidência no dia 24 de agosto de 1954.
Sucessor de Getúlio Vargas, Café foi o 18º Presidente do Brasil, aos 55 anos.
Seu mandato durou cerca de um ano, quando foi afastado por causa de sua saúde.
Dois presidentes interinos entraram no período do mandato de Café Filho: Carlos
Luz e Nereu Ramos.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
Mandato: 1954-1955
19) Carlos Luz
Carlos Luz assumiu o cargo de presidente interino
do dia 8 de novembro de 1955 a 11 de novembro de 1955, devido a doença
adquirida por Café Filho, mas dias depois ficou doente e renunciou do cargo.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1955-1955
20) Nereu Ramos
Nereu Ramos governou de 11 de novembro de 1955 a 31
de janeiro de 1956. Anteriormente era deputado federal e governador de Santa
Catarina, porém assumiu o cargo como presidente da república, mas permaneceu
por pouco tempo, até a posse de Juscelino Kubitschek.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1955-1956
21) Juscelino Kubitschek
Eleito de 31 de janeiro de 1956 a 31 de janeiro de
1961. Ele foi prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas Gerais. Uma das
grande realizações de Juscelino Kubitschek foi o estabelecimento da indústria
automobilística e também a construção de Brasília. Após sair da presidência,
tornou-se senador pelo estado de Goiás. Em 1964, foi cassado e perdeu seus
direitos políticos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: PSD
Mandato: 1956-1961
22) Jânio Quadros
Jânio Quadros foi eleito presidente e assumiu no
dia 31 de janeiro de 1961: a primeira posse presidencial em Brasília. Governou
durante 7 meses. Seu mandato foi de curta duração, após uma denúncia de Carlos
Lacerda, de um suposto golpe de estado envolvendo Jânio. Ele renunciou no dia
25 de agosto de 1961 e atribuiu sua renúncia à “forças ocultas”. Dentre suas
realizações, conseguiu orientar tanto a economia, quanto a política brasileira,
lançou no Brasil, a Política Externa Independente (PEI), condencorou Ernesto
Che Guevara com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, criou o Parque Nacional do
Xingu, além dos primeiros parques ecológicos, dentre outros projetos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: Partido Trabalhista Nacional (PTN)
Mandato: 1961-1961
23) Ranieri Mazzilli
Paschoal Ranieri Mazzilli, nasceu em São Paulo e
era advogado e jornalista. Antes de assumir o cargo era presidente da Câmara
dos Deputados. Ele se tornou presidente interino do Brasil por dois períodos. O
primeiro, em 1961, na renúncia de Jânio Quadros e, quando o presidente João
Goulart, se encontrava na China. Houve, então, uma crise político-militar, uma
vez que os militares queriam impedir a posse de Jango. No dia 2 de setembro de
1946, instituiu-se o regime parlamentarista no Brasil. A segunda posse de
Mazzilli foi em 1964, antes do golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1961 a 1961
24) João Goulart
João Belchior Marques Goulart foi vice-presidente
de Juscelino Kubitschek e de Jânio Quadros, além de deputado federal. Ele tomou
posse no dia 8 de setembro de 1961 a 31 de março de 1964. No período de
governo, o Brasil passa por um crise na política e foi instituído
temporariamente o parlamentarismo. Teve que abandonar o cargo em 1º de abril de
1964. Seu segundo período de governo foi de 24 de janeiro de 1963 até março de
1964, quando foi deposto e teve que deixar o país rapidamente por causa do
golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro
Mandato: 1961 a 1964
25) Ranieri Mazzilli
Ranieri Mazzilli tomou posse antes do golpe militar
no dia 02 de abril de 1964 a 15 de abril de 1964. Ele tinha 53 anos quando
assumiu o cargo.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1964 a 1964
26) Castelo Branco
O Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco foi o
primeiro militar a assumir a presidência após o golpe de 1964. Ele nasceu em
Messejana, em Fortaleza e governou de 15 de abril de 1964 a 15 de março de
1967. Tomou posse com 64 anos. Seu período de governo foi marcado pela
intervenção de sindicatos, dissolução de partidos políticos, invasão em
universidades, prisões, detenções e extinção de entidades de representação
estudantil. Foram criados vários atos institucionais, bem como o Serviço
Nacional de Informações para manter a segurança nacional. Seu objetivo era
excluir qualquer princípio do regime anterior.
Vice-presidente: José Maria de Alkmin
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1964 a 1967
27) Costa e Silva
Artur da Costa e Silva nasceu na cidade de Taquari
no Rio Grande do Sul e tomou posse no dia 15 de março de 1967, com 65 anos. Seu
mandato perdurou até 31 de agosto de 1969. Foi durante o seu governo que o país
enfrentou um dos mais violentos atos, o Ato Institucional nº 5 (AI-5), sendo
liberada ações como a pena de morte para crimes políticos e a prisão perpétua,
censura dos meios de comunicação, cassação de mandatos, etc. Ele foi afastado
do cargo por ter adquirido trombose cerebral. Em 1969 foi formada uma Junta
Governativa Provisória.
Vice-presidente: Pedro Aleixo
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1967 a 1969
28) Garrastazu Medici
Emílio Garrastazu Médici nasceu em Bagé, no Rio
Grande do Sul. Ele assumiu o cargo de presidente com 64 anos no dia 30 de
outubro de 1969 até 15 de março de 1974. Seu período de governo foi marcado nos
campos econômicos pela expressão ‘milagre brasileiro’ e também pela repressão
cada vez mais intensa, além de censura nos meios de comunicação e denúncias de
torturas de presos políticos. Pode-se dizer que nesse período houve um
crescimento na qualidade de vida dos brasileiros, com a geração de empregos e
investimentos nas obras públicas. No seu governo o Brasil se tornou tricampião
mundial de futebol.
Vice-presidente: Almirante Augusto Hamann
Rademaker Grünewald
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1969 a 1974
29) Ernesto Geisel
O General Ernesto Geisel nasceu em Bento Gonçalves,
no Rio Grande do Sul, e se tornou militar. Assumiu o cargo em 15 de março de
1974, com 66 anos, e permaneceu até 15 de março de 1974. Seu vice-presidente
teve que assumir o cargo várias vezes durante as viagens realizadas por Geisel.
Seu governo representou uma abertura à democracia, processo que se tornou lento
devido a oposição dos militares. Ele aboliu a censura à imprensa, permitiu as
propagandas políticas da oposição, impediu a participação de candidatos
políticos na televisão e no rádio e em 1978 aboliu o AI-5.
Vice-presidente: Adalberto Pereira dos Santos
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1974 a 1979
30) João Figueiredo
João Baptista Figueiredo nasceu no Rio de Janeiro e
governou no período de 15 de março de 1979 a 15 de março de 1985. Ele assumiu o
cargo aos 61 anos. Seu governo foi marcado por diversos atentados terroristas
preparados pelos militares de linha dura. Um dos mais famosos aconteceu no
Riocentro, na Barra da Tijuca, com a explosão de duas bombas durante um show
para comemorar o Dia do Trabalho. O país entrou numa crise econômica e teve que
procurar auxílio no Fundo Monetário Internacional (FMI). Foi promovido a
primeira eleição civil brasileira e com isso o fim do Regime Militar.
Vice-presidente: Antônio Aureliano Chaves de
Mendonça
Partido: Partido Democrático Social (PDS)
Mandato: 1979 a 1985
Tancredo Neves
Tancredo Neves nasceu em São João del Rei (MG) e
disputou o cargo de presidência com Paulo Maluf (apoiado por João Figueiredo),
tendo sua posse prevista para o dia 15 de fevereiro de 1985, mas chegou a falecer
antes de assumir o cargo e, por isso, José Sarney ocupa o cargo em seu lugar.
Tancredo foi levado para o hospital na véspera da posse com fortes dores
abdominais, cujo diagnóstico foi dado com a doença diverticulite.
Vice-presidente: José Sarney
Partido: Partido do Movimento Democrático
Brasileiro (PMDB)
Mandato: Não assumiu
31) José Sarney
José de Ribamar Ferreira de Araújo Costa, conhecido
como José Sarney, nasceu no Maranhão e tomou posse no dia 15 de março de 1985.
Porém, no dia 21 de abril havia assumido o cargo de forma interina e foi o
primeiro governo civil depois do golpe de 1964. Seu mandato encerrou no dia 15
de março de 1990. Como o país estava em crise, criou um plano econômico para
diminuir a inflação. No início obteve êxito, mas depois a inflação começou a
aumentar. Ele se reaproximou de Cuba e assinou um protocolo do Mercosul.
Promulgou a constituição cidadã e criou o Ministério da Cultura.
Vice-presidente: -
Partido: Partido do Movimento Democrático
Brasileiro (PMDB)
Mandato: 1985 - 1990
32) Fernando Collor
Fernando Collor de Mello nasceu no Rio de Janeiro e
assumiu o cargo à presidência no dia 15 de março de 1990, com 40 anos. A sua
eleição foi a primeira feita a partir do voto popular. Criou o Plano Collor
para controlar a inflação, sendo uma das medidas utilizadas para confiscar
valores acima de 50 mil cruzados depositados nas contas bancárias de empresas e
pessoas físicas. Seu governo foi marcado por escândalos relacionados à
corrupção. Em resposta a isso, estudantes criaram um movimento de reação
chamado ‘Caras Pintadas’, cujo objetivo era retirar o presidente do poder. No
dia 29 de dezembro de 1992, Collor renunciou.
Vice-presidente: Itamar Franco
Partido: Partido de Reconstrução Nacional
(PRN)
Mandato: 1990 - 1992
33) Itamar Franco
Itamar Franco nasceu em Salvador (BA) e iniciou seu
mandato no dia 29 de dezembro de 1992, com 61 anos. Permaneceu até 01 de
janeiro de 1995 como presidente da república. Em seu governo focou na
diminuição dos gastos do governo, acelerou as privatizações, criou o Plano de
Estabilização Econômica que determinava a criação do real. Nesse período nomeou
Fernando Henrique Cardoso para o cargo de Ministro da Fazenda, assim como
apoiou a sua candidatura como o próximo presidente.
Vice-presidente: -
Partido: Partido de Reconstrução Nacional
(PRN)
Mandato: 1992 - 1995
34) Fernando Henrique Cardoso
Fernando Henrique Cardoso (FHC) nasceu no Rio de
Janeiro e assumiu a presidência com 64 anos no dia 01 de janeiro de 1995. Em
seu governo privatizou estatais, trabalhou para conter a inflação, criou
programas sociais (Bolsa Escola e Rede de Proteção Social), trouxe mudanças na
administração pública e na previdência social, criou uma indenização para
parentes de desaparecidos políticos no regime militar, etc. Ele recebeu
denúncias de corrupção em seu governo. Seu mandato durou até 01 de janeiro de
2003, devido a sua reeleição.
Vice-presidente: Marco Maciel
Partido: Partido da Social Democracia
Brasileira (PSDB)
Mandato: 1995 - 2003
35) Luiz Inácio Lula da Silva
Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) nasceu na cidade
de Garanhuns, no Pernambuco. Ele assumiu a presidência do dia 01 de janeiro de
2003, com 58 anos, e permaneceu até 01 de janeiro de 2011. Em seu governo houve
um crescimento no PIB brasileiro, além de redução do desemprego e da
desigualdade, controle da inflação e pagamento da dívida externa. Realizou
programas para transferência de renda, consolidou relações internacionais com
países criticados, dentre outros feitos. Porém, ocorreram em 2005 várias
denúncias de corrupção e escândalos no seu governo. É considerado o 35º
presidente do Brasil.
Vice-presidente: José Alencar
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2003-2011
36) Dilma Roussef
Dilma Vana Rousseff nasceu em Belo Horizonte (MG) e
foi eleita com 63 anos no dia 01 de janeiro de 2011. É considerada a primeira
mulher eleita como Presidente da República do Brasil. Em seu primeiro mandato,
Dilma deu continuidade à política implementada no governo de Lula para conter a
inflação e também para a criação de programas sociais. Ela criou o Mais
Médicos, o Brasil Sem Miséria, Minha Casa, Minha Vida, Programa Nacional de
Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), dentre outros. Não chegou a
concluir o segundo mandato, devido ao processo de impeachment instaurado contra
ela. Foi afastada definitivamente de seu cargo em 31 de agosto de 2016.
Vice-presidente: Michel Temer
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2011-2016
37) Michel Temer
Michel Miguel Elias Temer Lulia nasceu no Tietê
(SP) e assumiu a Presidência da República aos 75 anos, em 31 de agosto de 2016.
Foi vice-presidente no Governo de Dilma Rousseff e, devido o afastamento dela,
pela denúncia de crime de responsabilidade, ele assumiu provisoriamente no dia
12 de maio de 2016. Porém, como resultado do processo de impeachment, foi
considerada culpada e afastada definitivamente do cargo.
Partido: Partido do Movimento Democrático
Brasileiro (PMDB)
Como vemos cada época tem seus problemas e
dramas que foram e não foram solucionados adequadamente resultando em processos
sociais diferentes, de acordo com o contexto e a História do Brasil, de suas
influências internas e externas, de seus movimentos sociais e artísticos,
políticos, científicos, religiosos, acadêmicos, de trabalhadores, de
empregadores, de desempregados, de excluídos e de perseguidores, de fatores
regionais e nacionais, etc., formando movimentos e protestos pacíficos e até
violentos ou criminosos, nos revelando que não é a força ou a violência do
movimento que causa a mudança mas sim sua intenção, sua intencionalidade pois
tivemos em nossa História diversos episódios assim onde a força e violência
foram vencidos pela paz e pela ordem, pelo respeito e pelo justiça que tudo
resolve, as próprias mãos não fazem a justiça, apenas a atrapalham fazendo sua
vingança aumentando a criminalidade e o crime, a justiça se faz através da lei
e da legitimidade, da legalidade de nossos atos e condutas, os movimentos
sociais demonstram uma evolução para a prática da injustiça e não da justiça,
pois praticam-na exageradamente como grupos rebeldes que se opõem ao Estado e a
legalidade, e as instituições! A História do Brasil pode voltar a ser justa e
equilibrada na justiça. só depende de cada brasileiro e brasileira assim o
aceitar e o fizer.
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica,
através do exercício da força, da comunhão e da libido.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
É
através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a
partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a
partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso
cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, através do exercício da força, da comunhão e da
libido.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
As
descobertas da vida, inclusive na História do Brasil, através do exercício da
força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas
às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente, associadas a
liberdade configuram o trabalho que gera economia, bens e serviços, também
globalização do consumo, do comércio, da tecnologia, da informação, do mercado, da liberdade,
e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis
segundo eu mesmo, está na configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na
morfologia das coisas, depende dos princípios da organização perceptiva e dos
princípios gestaltistas da aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação
que gera a economia, bens e serviços como a globalização, depende de como e do que fazemos com as
gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as Trajetórias da
Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e no que
ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades humanas
como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de amor e
de realização. As descobertas da vida ligadas a liberdade e os seus rituais
fazem a nossa curiosidade que faz parte
do processo que modela a forma ou a configuração associadas as nossas
necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo
insight, por exemplo, ou em coisas que nos trazem felicidade como a
religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz
formas de transcendência que se configuram pela Educação da gestalt pela
memória, ou seja, pela adaptação oriundas das descobertas da vida que promovem
a atividade, o trabalho, a economia, e a globalização, promovem a descoberta e
a imersão em ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa
forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou
mais ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os princípios da aprendizagem segundo os
gestaltistas são a Introvisão ou insight,
apreensão ou compreensão aparentemente espontânea e imediata das relações; Pensamento produtivo, onde não há
repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a criatividade e produtividade; Princípio do isomorfismo, o córtex
cerebral é um sistema dinâmico em que elementos ativos interagem num dado
momento, o cérebro é incapaz de organizar ou modificar ativamente os elementos
sensoriais que recebe, e a percepção é idêntica (iso) em forma (morfo) àquilo
que representa.
Somos
incapazes de fugirmos da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade,
influencia o trabalho, a economia, os bens e serviços e a globalização que por
sua vez ligada aos fenômenos dos estímulos configuram descobertas, inclusive na
História do Brasil, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, como os rituais de iniciação e de passagem, e
também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, pois ela obedece à organização perceptiva e a
aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso cérebro é incapaz de
modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais que recebe e responde
de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a falta e o querer em
meio às necessidades de nossos organismos incompletos, porém completos pela
morfologia ou totalidade da percepção decente ou indecente. A adaptação produz
memória que por sua vez faz parte dos processos da adaptação, ela, a memória, é
adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os fenômenos das descobertas da
vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis e em seus rituais.
Nossos Monstros,
inclusive na História do Brasil, inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos
do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente, segundo minhas
contribuições estão nos rituais que estão na forma, na configuração ou
morfologia das coisas, no como de configura nossos processos oriundos da
liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da aprendizagem,
dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas, através do exercício
da força, da comunhão e da libido. Os Monstros, inclusive na História do Brasil,
inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos podem estar no que
percebemos e no que ocultamos no trabalho gerando economia e Monstros
econômicos que ¨são do bem¨ e outros que ¨são do mal¨. Eles nos revelam a nossa
natureza ancestral e primitiva do sofrimento posto como linguagem, Cruz, fardo e demônios persecutórios que se revelam
quanto mais fundo fomos em nós mesmos, em nossas aventuras em nossos oceanos e
cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros, inclusive na
História do Brasil, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, são os Monstros da curiosidade humana e da
liberdade quando pela Gestalt tenta determinar a totalidade da natureza da configuração
do objeto efeito da curiosidade. A curiosidade está sob efeito da organização
perceptiva e dos princípios gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz
o ser humano a mergulhar e ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que
gera economia, bens e serviços, globalização da economia, do consumo, do
comércio, da tecnologia, da informação, da liberdade, produzidos pela nossa
deficiência biológica, psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual
formando formas de Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam
aflição, medo, pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão,
esquizofrenia, fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e
horrores, compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição,
destruição dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes
e sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros dependem de
nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos Monstros, inclusive na História do Brasil, através do
exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive os oriundos do Zeitgeist
associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta
inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que
também revela-se inteligente, expressam
gestalts, configurações ou formas que estão sob efeito da organização
perceptiva e da aprendizagem que se apresentam também em rituais para o nosso
bem se nos aperfeiçoarmos nos valores humanos e pautados na Educação que vence
tudo, vence ódio, guerras, violência, destruição, medo, humilhação, vergonha,
temor, qualquer perigo ou ameaça, a Educação constrói o homem e o verdadeiro
homem constrói a humanidade e a vida, a sociedade e a paz na Terra, construímos
assim a nossa liberdade! A Educação é feita pela memória, ou seja, pela
adaptação, pela liberdade! A Educação se dá pelas gestalts dos fenômenos das
descobertas da vida. Dentre as descobertas da vida estão o trabalho, a
economia, os bens e serviços, o trabalhador, o mercado, a globalização da
economia, do consumo, do comércio, da informação, da liberdade, do trabalho, da
tecnologia.
As descobertas da vida, inclusive na História do Brasil,
através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas
do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos,
uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente, podem formar gestalts de liberdade? A
liberdade leva ao trabalho e o trabalho a economia que formam a Educação, a
Educação hoje que leva a adaptação mas não somente a Educação pois a adaptação
é constituída de natureza fisiológica, morfológica e comportamental (esta implica
em forma, configuração ou gestalt), a adaptação permite a transcendência, a
transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros e Heróis, que por sua vez
originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que renderam e rendem até
hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras, niilismo e paralisias,
holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou gestalt que é a
transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao sentimento de
renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é construída a
partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da
adaptação que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência para
um mundo mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal, Biológico,
Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou Espiritual através
do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do Desconstrutivismo Físico
Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a continuidade e o fim da
vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo
jamais deixarão de existirem. Pelo Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida
e o Universo deixarão de existirem seja pela Adaptação por meio de outros
¨big-bangs¨ ou por outros meios como por ação de Deus ou outros meios ainda não
descobertos ou ainda não pensados, existindo no fim somente Deus e o Reino de
Deus e nada mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do
passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A
Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a
Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual
também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la,
ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a
ordem social; e a vida e a paz.
A Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da
globalização mas pode continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia
e da globalização para crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e
culturalmente, espiritualmente, pela vida e pelo universo, de acordo com o
princípios da Educação!
A Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma
trajetória:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Depois
da concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros
nosso Herói encontra a
liberdade para se viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive
para podermos desfrutar das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do
Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para
tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, através do exercício da força, da comunhão e da libido!
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou
estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a
interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades, inclusive na História do Brasil.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive na História do Brasil.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive na História do Brasil.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
na História do Brasil.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive na
História do Brasil.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS
+ PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive na História do Brasil; concluído este processo o ser
humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação
de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO +
DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu
princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O
Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A
função básica da vida no Universo é se adaptar!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 18 de maio de
2017.
3.
Behaviorismo
Lista de Presidentes do Brasil
1) Marechal Deodoro da Fonseca
Nasceu em Alagoas, em 1827, tomou posse no governo,
em 15 de novembro 1889, aos 62 anos. Seu mandato durou de 1889 até 23 de
novembro de 1891. Tinha como vice-presidente Floriano Peixoto, seu sucessor. O
marechal foi o 1º Presidente do Brasil.
Vice-presidente: Floriano Peixoto
Partido: Militar
Mandato: 1889-1891
2) Marechal Floriano Peixoto
Nasceu em Ipioca (AL) e tomou posse aos 52 anos, no
dia 23 de novembro de 1891 até 15 de novembro de 1894. Ficou conhecido pelos
nomes de Consolidador da República e apelido de “Marechal de Ferro”. Ele
batalhou contra algumas forças de oposição: a Revolta Armada (conflitos entre
Exército e Marinha no Rio de Janeiro) e a Revolução Federalista. O Marechal
Floriano Vieira Peixoto foi o 2º Presidente da República Federativa do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Militar
Mandato: 1891 - 1894
3) Prudente de Morais
O primeiro governador do estado de São Paulo também
foi o 3º Presidente da República Federativa do Brasil. Nasceu em Itu, em 1841.
Prudente de Morais foi instituído presidente do Brasil, em 15 de novembro de
1894 até 1898, aos 53 anos. Ficou até 1897, quando saiu por motivos de doença.
Então, assumiu o vice-presidente.
Vice-presidente: Manuel Vitorino
Partido: Partido Republicano Federal (PR)
Mandato: 1894-1898
4) Campos Sales
Campos Sales foi o 4º presidente da República e
teve seu mandato de 15 de novembro de 1898 até 15 de novembro de 1902. Seu
companheiro de chefia era Francisco de Assis Rosa e Silva. Campos nasceu em
Campinas (SP), em 1841. Quando foi instituído presidente, tinha 57 anos.
Governou em uma época de crise, uma vez que a cultura de café e borracha estava
declinando. Conseguiu, por intermédio de ajuda exterior, estabilizar a economia
brasileira. Estabeleceu o “Funding Loan”, tratado que fez para pagamento da
dívida externa.
Vice-presidente: Francisco de Assis Rosa e
Silva
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1898-1902
5) Rodrigues Alves
Francisco de Paula Rodrigues Alves, paulista de
Guaratinguetá, foi um advogado e se tornou o 5º Presidente da República.
Assumiu o poder aos 54 anos, de 15 de novembro de 1902 a 15 de novembro de
1906. Em seu governo, ele lançou a campanha de vacinação, conhecida como a
Revolta da Vacina, liderada pelo sanitarista e médico, Osvaldo Cruz. Teve êxito
na economia com o ciclo da borracha e ampliou o território brasileiro.
Vice-presidente: Silvio Brandão/Afonso Augusto
Moreira Penna
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1902-1906
6) Affonso Penna
O sexto Presidente da República teve seu mandato do
dia 15 de novembro de 1906 a 14 de junho de 1909. Affonso Augusto Moreira Penna
nasceu em Santa Bárbara e assumiu o governo com 59 anos. Dentre os feitos
importantes que realizou foi a ligação da Amazônia ao Rio de Janeiro, por meio
das expedições de Marechal Rondon, reforçou o sistema de defesa do Brasil,
construiu ferrovias, sendo uma delas, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil
(NOB) ou Trem do Pantanal. O lema utilizado por ele era: “governar é povoar”.
Penna morreu e foi substituído pelo então vice-presidente, Nilo Peçanha, que
deu continuidade ao mandato.
Vice-presidente: Nilo Peçanha
Partido: Partido Republicano Mineiro
Mandato: 1906-1909
7) Nilo Peçanha
Nilo Procópio Peçanha assumiu após a morte do
presidente Affonso Penna. O presidente tinha seus 42 anos quando começou a
governar o país, em 14 de junho de 1909. Seu período de governo foi marcado por
alguns conflitos, principalmente, por uma pesada oposição de Pinheiro Machado,
um dos parlamentares mais influentes da época. Embora tenha ficado por pouco
tempo, criou o Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, o Serviço de
Proteção aos Índios (SPI), o ensino técnico no Brasil, dentre outros projetos.
Encerrou seu mandato em 15 de novembro de 1910, como o 7º Presidente da República.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Fluminense
Mandato: 1909-1910
8) Marechal Hermes da Fonseca
Hermes nasceu em São Gabriel, no Rio Grande do Sul,
e se tornou presidente em 15 de novembro de 1910 a 15 de novembro de 1914.
Empossado aos 55 anos, o militar enfrentou a Revolta da Chibata, movimento de
marinheiros que se opunham aos castigos recebidos por causa de faltas graves na
Marinha do Brasil. Participou também da Guerra do Contestado, entre Paraná e
Santa Catarina. Uma de suas realizações foi a utilização, pelos candidatos
eleitos à presidência, da Faixa Presidencial, mediante o Decreto Lei de nº
2.299 de 1910.
Vice-presidente: Wenceslau Braz
Partido: Partido Republicano Conservador (PRC)
Mandato: 1910-1914
9) Wenceslau Braz
Governou de 15 de novembro de 1914 a 15 de novembro
de 1918 e se tornou o 9º Presidente do Brasil, eleito pelo Partido Republicano
Mineiro (PRM). No ano anterior, aconteceu a Guerra do Contestado e ainda haviam
resquícios. O presidente foi responsável pela divisão territorial dos estados
do Paraná e de Santa Catarina, o palco do conflito. Em seu governo foi
promulgado o primeiro Código Civil brasileiro. Ele entrou na Primeira Guerra
Mundial por causa do bombardeamento dos navios brasileiros por tropas alemãs.
Seu mandato terminou em 15 de novembro de 1918.
Vice-presidente: Urbano Santos
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1914-1918
10) Delfim Moreira
Nascido no município de Cristina, em Minas Gerais,
Delfim Moreira da Costa Ribeiro sentou à cadeira presidencial no dia 15 de
novembro de 1918, aos 50 anos. Seu mandato terminou em 28 de julho de 1919.
Delfim foi presidente interino, uma vez que foi vice de Rodrigues Alves, que
não conseguiu assumir por causa do seu falecimento. O chefe de estado permaneceu
por um período curto e, enquanto estava no poder, fez alterações no Código
Civil, uma intervenção no estado de Goiás e trabalhou em uma reforma no
território do Acre. Delfim Moreira foi o 10º Presidente da República Federativa
do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1918-1919
11) Epitácio Pessoa
O paraibano Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa
assumiu o governo sem estar no Brasil, aos 54 anos, em 28 de julho de 1919. Seu
mandato durou até 15 de novembro de 1922. Sua indicação à presidência surgiu
quando ele representou o Brasil na Conferência de Versalhes, sobre o Tratado de
Versalhes – um acordo de paz selado pós-guerra. Embora Epitácio prezasse por
uma política de poucos gastos, fez alguns empréstimos. Um deles, para a criação
da Estrada de Ferro Central do Brasil. Ele auxiliou na questão da seca no
Nordeste, conseguiu equilibrar a economia do café, criou universidades, além da
primeira estação radiodifusora do país.
Vice-presidente: Delpim Moreira/Bueno de Paiva
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1919-1922
12) Artur Bernardes
Em 15 de novembro de 1922, o advogado Arthur da
Silva Bernardes se tornou Presidente da República, aos 47 anos. Nasceu em
Viçosa, município de Minas Gerais. No mesmo ano do início de seu mandato,
ocorreram diversos movimentos e revoluções. Enfrentou a Revolução de 1924, uma
revolta militar – a segunda revolta tenentista. Fundou a Escola de Agricultura
e Veterinária, hoje, Universidade Federal de Viçosa. Bernardes reformou a
Constituição de 1891, em 1926, em que mudava as condições para o estado de
sítio – uma das funções do Presidente da República.
Vice-presidente: Estácio Coimbra
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1922-1926
13) Washington Luís
Washington Luís Pereira da Silva foi nomeado ao
cargo de Presidente da República, em 15 de novembro de 1926 até 24 de outubro
de 1930. Ele libertou os presos políticos dos conflitos que, até então,
assolavam o Brasil. O país passava pelas revoluções e crises, como: a Revolução
de 1924, o crack da Bolsa de Valores de Nova Iorque (1929) e a Revolução de
1930. Instaurou a reforma econômica no Brasil, com ajuda do Ministro da
Fazenda, Getúlio Vargas. Criou o Conselho de Defesa Nacional, em 1927.
Estabeleceu fundos de ampliação das rodovias e construiu novas rodovias. Criou
os batalhões da Polícia Rodoviária Federal e a Aviação do Exército.
Vice-presidente: Melo Viana
Partido: Partido Republicano Paulista (PRP)
Mandato: 1926-1930
Júlio Prestes
O advogado paulista de Itapetininga, Júlio Prestes,
foi eleito em 1930, mas não houve posse. A Junta Governativa Provisória de
1930, por meio de um golpe de estado, elegeu Getúlio Vargas como autoridade
máxima do país.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Paulista
Mandato: Não assumiu.
Junta Provisória Militar de 1930
A junta provisória militar foi formada por Augusto
Fragoso, Isaías de Noronha, Mena Barreto, com a queda da Primeira República.
Com ela, ocorreu o Golpe Militar de 1930, que deu a liderança do país para
Getúlio Dorneles Vargas, em 3 de novembro de 1930.
Vice Presidente: -
Partido: Militar
Mandato: Revolução de 1930
14) Getúlio Vargas
Getúlio Dorneles Vargas nasceu em São Borja, no Rio
Grande do Sul, era advogado e iniciou o seu mandato em 3 de novembro de 1930
até 1945, assumiu aos 47 anos de idade. Foi reeleito em 31 de janeiro de 1951
até 31 de janeiro de 1954 (ano em que se suicidou). Tomou posse pela Revolução
de 1930 e se tornou Chefe do Governo Provisório. Era Ministro da Fazenda
durante o governo do presidente Washington Luís.
Vice-presidente: -
Partido: Aliança Liberal (AL)
Mandato: 1930-1945
15) José Linhares
Aos 59 anos, o cearense de Baturité foi nomeado
Presidente da República: José Linhares foi interino. É considerado o 15º
Presidente do Brasil. Linhares foi chamado pelas Forças Armadas para ocupar o
cargo de chefe de estado, uma vez que era juiz e integrante do Supremo Tribunal
Federal (STF). Utilizou a prática de nepotismo e, no entanto, virou motivo de
chacotas: “os Linhares são milhares!”.
Vice-presidente: -
Partido: -
Mandato: 1945-1946
16) Marechal Eurico Gaspar
Dutra
Foi em eleito em 31 de janeiro de 1946 e permaneceu
até 31 de janeiro de 1951. Tomou posse aos 63 anos. Dutra nasceu em Cuiabá (MT)
e como militar foi líder da repressão ao movimento comunista no RJ. Foi um
período de definição e inovações na legislação brasileira. Dava-se o início dos
trabalhos da Assembleia Nacional Constituinte, que iria promulgar a
Constituição Brasileira de 1946. Uma das propostas foi a redução do mandato de
presidente para cinco anos, uma vez que a Constituição de 1937 previa seis
anos. Ele construiu a pista que liga o Rio de Janeiro a São Paulo, a Rodovia
Presidente Dutra.
Vice-presidente: Nereu Ramos
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1946-1951
17) Getúlio Vargas
Nesse período ocorreu a reeleição de Getúlio
Vargas, candidato do PTB, depois de ter vencido Eduardo Gomes, em 1950. Ele foi
responsável pela criação da Petrobras, a partir da campanha chamada “O Petróleo
é Nosso”. Ele se suicidou em 1954.
Vice-presidente: João Fernandes Campos Café
Filho
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1951 - 1954
18) Café Filho
Nascido em Natal (RN), João Fernandes Campos Café
Filho foi advogado e assumiu a presidência no dia 24 de agosto de 1954.
Sucessor de Getúlio Vargas, Café foi o 18º Presidente do Brasil, aos 55 anos.
Seu mandato durou cerca de um ano, quando foi afastado por causa de sua saúde.
Dois presidentes interinos entraram no período do mandato de Café Filho: Carlos
Luz e Nereu Ramos.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
Mandato: 1954-1955
19) Carlos Luz
Carlos Luz assumiu o cargo de presidente interino
do dia 8 de novembro de 1955 a 11 de novembro de 1955, devido a doença adquirida
por Café Filho, mas dias depois ficou doente e renunciou do cargo.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1955-1955
20) Nereu Ramos
Nereu Ramos governou de 11 de novembro de 1955 a 31
de janeiro de 1956. Anteriormente era deputado federal e governador de Santa
Catarina, porém assumiu o cargo como presidente da república, mas permaneceu
por pouco tempo, até a posse de Juscelino Kubitschek.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático (PSD)
Mandato: 1955-1956
21) Juscelino Kubitschek
Eleito de 31 de janeiro de 1956 a 31 de janeiro de
1961. Ele foi prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas Gerais. Uma das
grande realizações de Juscelino Kubitschek foi o estabelecimento da indústria
automobilística e também a construção de Brasília. Após sair da presidência,
tornou-se senador pelo estado de Goiás. Em 1964, foi cassado e perdeu seus
direitos políticos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: PSD
Mandato: 1956-1961
22) Jânio Quadros
Jânio Quadros foi eleito presidente e assumiu no
dia 31 de janeiro de 1961: a primeira posse presidencial em Brasília. Governou
durante 7 meses. Seu mandato foi de curta duração, após uma denúncia de Carlos
Lacerda, de um suposto golpe de estado envolvendo Jânio. Ele renunciou no dia
25 de agosto de 1961 e atribuiu sua renúncia à “forças ocultas”. Dentre suas
realizações, conseguiu orientar tanto a economia, quanto a política brasileira,
lançou no Brasil, a Política Externa Independente (PEI), condencorou Ernesto Che
Guevara com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, criou o Parque Nacional do
Xingu, além dos primeiros parques ecológicos, dentre outros projetos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: Partido Trabalhista Nacional (PTN)
Mandato: 1961-1961
23) Ranieri Mazzilli
Paschoal Ranieri Mazzilli, nasceu em São Paulo e
era advogado e jornalista. Antes de assumir o cargo era presidente da Câmara
dos Deputados. Ele se tornou presidente interino do Brasil por dois períodos. O
primeiro, em 1961, na renúncia de Jânio Quadros e, quando o presidente João
Goulart, se encontrava na China. Houve, então, uma crise político-militar, uma
vez que os militares queriam impedir a posse de Jango. No dia 2 de setembro de
1946, instituiu-se o regime parlamentarista no Brasil. A segunda posse de
Mazzilli foi em 1964, antes do golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1961 a 1961
24) João Goulart
João Belchior Marques Goulart foi vice-presidente
de Juscelino Kubitschek e de Jânio Quadros, além de deputado federal. Ele tomou
posse no dia 8 de setembro de 1961 a 31 de março de 1964. No período de
governo, o Brasil passa por um crise na política e foi instituído
temporariamente o parlamentarismo. Teve que abandonar o cargo em 1º de abril de
1964. Seu segundo período de governo foi de 24 de janeiro de 1963 até março de
1964, quando foi deposto e teve que deixar o país rapidamente por causa do
golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro
Mandato: 1961 a 1964
25) Ranieri Mazzilli
Ranieri Mazzilli tomou posse antes do golpe militar
no dia 02 de abril de 1964 a 15 de abril de 1964. Ele tinha 53 anos quando
assumiu o cargo.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1964 a 1964
26) Castelo Branco
O Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco foi o
primeiro militar a assumir a presidência após o golpe de 1964. Ele nasceu em
Messejana, em Fortaleza e governou de 15 de abril de 1964 a 15 de março de
1967. Tomou posse com 64 anos. Seu período de governo foi marcado pela
intervenção de sindicatos, dissolução de partidos políticos, invasão em
universidades, prisões, detenções e extinção de entidades de representação
estudantil. Foram criados vários atos institucionais, bem como o Serviço
Nacional de Informações para manter a segurança nacional. Seu objetivo era
excluir qualquer princípio do regime anterior.
Vice-presidente: José Maria de Alkmin
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1964 a 1967
27) Costa e Silva
Artur da Costa e Silva nasceu na cidade de Taquari
no Rio Grande do Sul e tomou posse no dia 15 de março de 1967, com 65 anos. Seu
mandato perdurou até 31 de agosto de 1969. Foi durante o seu governo que o país
enfrentou um dos mais violentos atos, o Ato Institucional nº 5 (AI-5), sendo
liberada ações como a pena de morte para crimes políticos e a prisão perpétua,
censura dos meios de comunicação, cassação de mandatos, etc. Ele foi afastado
do cargo por ter adquirido trombose cerebral. Em 1969 foi formada uma Junta
Governativa Provisória.
Vice-presidente: Pedro Aleixo
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1967 a 1969
28) Garrastazu Medici
Emílio Garrastazu Médici nasceu em Bagé, no Rio
Grande do Sul. Ele assumiu o cargo de presidente com 64 anos no dia 30 de
outubro de 1969 até 15 de março de 1974. Seu período de governo foi marcado nos
campos econômicos pela expressão ‘milagre brasileiro’ e também pela repressão
cada vez mais intensa, além de censura nos meios de comunicação e denúncias de
torturas de presos políticos. Pode-se dizer que nesse período houve um crescimento
na qualidade de vida dos brasileiros, com a geração de empregos e investimentos
nas obras públicas. No seu governo o Brasil se tornou tricampião mundial de
futebol.
Vice-presidente: Almirante Augusto Hamann
Rademaker Grünewald
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1969 a 1974
29) Ernesto Geisel
O General Ernesto Geisel nasceu em Bento Gonçalves,
no Rio Grande do Sul, e se tornou militar. Assumiu o cargo em 15 de março de
1974, com 66 anos, e permaneceu até 15 de março de 1974. Seu vice-presidente
teve que assumir o cargo várias vezes durante as viagens realizadas por Geisel.
Seu governo representou uma abertura à democracia, processo que se tornou lento
devido a oposição dos militares. Ele aboliu a censura à imprensa, permitiu as propagandas
políticas da oposição, impediu a participação de candidatos políticos na
televisão e no rádio e em 1978 aboliu o AI-5.
Vice-presidente: Adalberto Pereira dos Santos
Partido: Aliança Renovadora Nacional (ARENA)
Mandato: 1974 a 1979
30) João Figueiredo
João Baptista Figueiredo nasceu no Rio de Janeiro e
governou no período de 15 de março de 1979 a 15 de março de 1985. Ele assumiu o
cargo aos 61 anos. Seu governo foi marcado por diversos atentados terroristas
preparados pelos militares de linha dura. Um dos mais famosos aconteceu no
Riocentro, na Barra da Tijuca, com a explosão de duas bombas durante um show
para comemorar o Dia do Trabalho. O país entrou numa crise econômica e teve que
procurar auxílio no Fundo Monetário Internacional (FMI). Foi promovido a
primeira eleição civil brasileira e com isso o fim do Regime Militar.
Vice-presidente: Antônio Aureliano Chaves de
Mendonça
Partido: Partido Democrático Social (PDS)
Mandato: 1979 a 1985
Tancredo Neves
Tancredo Neves nasceu em São João del Rei (MG) e
disputou o cargo de presidência com Paulo Maluf (apoiado por João Figueiredo),
tendo sua posse prevista para o dia 15 de fevereiro de 1985, mas chegou a
falecer antes de assumir o cargo e, por isso, José Sarney ocupa o cargo em seu
lugar. Tancredo foi levado para o hospital na véspera da posse com fortes dores
abdominais, cujo diagnóstico foi dado com a doença diverticulite.
Vice-presidente: José Sarney
Partido: Partido do Movimento Democrático
Brasileiro (PMDB)
Mandato: Não assumiu
31) José Sarney
José de Ribamar Ferreira de Araújo Costa, conhecido
como José Sarney, nasceu no Maranhão e tomou posse no dia 15 de março de 1985.
Porém, no dia 21 de abril havia assumido o cargo de forma interina e foi o
primeiro governo civil depois do golpe de 1964. Seu mandato encerrou no dia 15
de março de 1990. Como o país estava em crise, criou um plano econômico para
diminuir a inflação. No início obteve êxito, mas depois a inflação começou a
aumentar. Ele se reaproximou de Cuba e assinou um protocolo do Mercosul.
Promulgou a constituição cidadã e criou o Ministério da Cultura.
Vice-presidente: -
Partido: Partido do Movimento Democrático
Brasileiro (PMDB)
Mandato: 1985 - 1990
32) Fernando Collor
Fernando Collor de Mello nasceu no Rio de Janeiro e
assumiu o cargo à presidência no dia 15 de março de 1990, com 40 anos. A sua
eleição foi a primeira feita a partir do voto popular. Criou o Plano Collor
para controlar a inflação, sendo uma das medidas utilizadas para confiscar
valores acima de 50 mil cruzados depositados nas contas bancárias de empresas e
pessoas físicas. Seu governo foi marcado por escândalos relacionados à
corrupção. Em resposta a isso, estudantes criaram um movimento de reação
chamado ‘Caras Pintadas’, cujo objetivo era retirar o presidente do poder. No
dia 29 de dezembro de 1992, Collor renunciou.
Vice-presidente: Itamar Franco
Partido: Partido de Reconstrução Nacional
(PRN)
Mandato: 1990 - 1992
33) Itamar Franco
Itamar Franco nasceu em Salvador (BA) e iniciou seu
mandato no dia 29 de dezembro de 1992, com 61 anos. Permaneceu até 01 de
janeiro de 1995 como presidente da república. Em seu governo focou na
diminuição dos gastos do governo, acelerou as privatizações, criou o Plano de
Estabilização Econômica que determinava a criação do real. Nesse período nomeou
Fernando Henrique Cardoso para o cargo de Ministro da Fazenda, assim como
apoiou a sua candidatura como o próximo presidente.
Vice-presidente: -
Partido: Partido de Reconstrução Nacional
(PRN)
Mandato: 1992 - 1995
34) Fernando Henrique Cardoso
Fernando Henrique Cardoso (FHC) nasceu no Rio de
Janeiro e assumiu a presidência com 64 anos no dia 01 de janeiro de 1995. Em
seu governo privatizou estatais, trabalhou para conter a inflação, criou
programas sociais (Bolsa Escola e Rede de Proteção Social), trouxe mudanças na
administração pública e na previdência social, criou uma indenização para
parentes de desaparecidos políticos no regime militar, etc. Ele recebeu
denúncias de corrupção em seu governo. Seu mandato durou até 01 de janeiro de
2003, devido a sua reeleição.
Vice-presidente: Marco Maciel
Partido: Partido da Social Democracia
Brasileira (PSDB)
Mandato: 1995 - 2003
35) Luiz Inácio Lula da Silva
Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) nasceu na cidade
de Garanhuns, no Pernambuco. Ele assumiu a presidência do dia 01 de janeiro de
2003, com 58 anos, e permaneceu até 01 de janeiro de 2011. Em seu governo houve
um crescimento no PIB brasileiro, além de redução do desemprego e da
desigualdade, controle da inflação e pagamento da dívida externa. Realizou
programas para transferência de renda, consolidou relações internacionais com
países criticados, dentre outros feitos. Porém, ocorreram em 2005 várias
denúncias de corrupção e escândalos no seu governo. É considerado o 35º
presidente do Brasil.
Vice-presidente: José Alencar
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2003-2011
36) Dilma Roussef
Dilma Vana Rousseff nasceu em Belo Horizonte (MG) e
foi eleita com 63 anos no dia 01 de janeiro de 2011. É considerada a primeira
mulher eleita como Presidente da República do Brasil. Em seu primeiro mandato,
Dilma deu continuidade à política implementada no governo de Lula para conter a
inflação e também para a criação de programas sociais. Ela criou o Mais
Médicos, o Brasil Sem Miséria, Minha Casa, Minha Vida, Programa Nacional de
Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), dentre outros. Não chegou a
concluir o segundo mandato, devido ao processo de impeachment instaurado contra
ela. Foi afastada definitivamente de seu cargo em 31 de agosto de 2016.
Vice-presidente: Michel Temer
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2011-2016
37) Michel Temer
Michel Miguel Elias Temer Lulia nasceu no Tietê
(SP) e assumiu a Presidência da República aos 75 anos, em 31 de agosto de 2016.
Foi vice-presidente no Governo de Dilma Rousseff e, devido o afastamento dela,
pela denúncia de crime de responsabilidade, ele assumiu provisoriamente no dia
12 de maio de 2016. Porém, como resultado do processo de impeachment, foi
considerada culpada e afastada definitivamente do cargo.
Partido: Partido do Movimento Democrático
Brasileiro (PMDB)
Como vemos cada época tem seus problemas e
dramas que foram e não foram solucionados adequadamente resultando em processos
sociais diferentes, de acordo com o contexto e a História do Brasil, de suas
influências internas e externas, de seus movimentos sociais e artísticos,
políticos, científicos, religiosos, acadêmicos, de trabalhadores, de
empregadores, de desempregados, de excluídos e de perseguidores, de fatores
regionais e nacionais, etc., formando movimentos e protestos pacíficos e até
violentos ou criminosos, nos revelando que não é a força ou a violência do
movimento que causa a mudança mas sim sua intenção, sua intencionalidade pois
tivemos em nossa História diversos episódios assim onde a força e violência
foram vencidos pela paz e pela ordem, pelo respeito e pelo justiça que tudo
resolve, as próprias mãos não fazem a justiça, apenas a atrapalham fazendo sua
vingança aumentando a criminalidade e o crime, a justiça se faz através da lei
e da legitimidade, da legalidade de nossos atos e condutas, os movimentos
sociais demonstram uma evolução para a prática da injustiça e não da justiça,
pois praticam-na exageradamente como grupos rebeldes que se opõem ao Estado e a
legalidade, e as instituições! A História do Brasil pode voltar a ser justa e
equilibrada na justiça. só depende de cada brasileiro e brasileira assim o
aceitar e o fizer.
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser humano
surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou seja,
na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
É
através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a
partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a
partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso
cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, através do exercício da força, da comunhão e da
libido.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas, através do exercício da força, da comunhão e da
libido.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Para
o Behaviorismo Mattanoniano as descobertas da vida, inclusive
na História do Brasil,
através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas
do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos,
uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente, evocam a liberdade que evoca e estimula a
adaptação que é comportamental, fisiológica e/ou morfológica em tempos de
trabalho e de ter que trabalhar para que desejemos a economia e a paz, ou para
que passemos do sofrimento ao contentamento através de rituais e da Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis, é apenas questão de regra e de mudança
contextual para esta regra para um melhor padrão de vida daquele que sofre por
causa de regras desadaptadas, já a memória é comportamental e encoberta, faz
parte das regras, da adaptação às regras. Regras são contingências que
especificam relações do tipo ¨se..., então...¨, elas podem acabar fazendo com
que o indivíduo generalize seus comportamentos pois quem segue regras cegamente
não consegue discriminá-las, o que não permite uma relação satisfatória e de
boa adaptação com o meio ambiente gerando sofrimento para si mesmo e/ou para os
outros. O sofrimento e o sofrimento no e do trabalho que gera economia que
também gera sofrimento é causado em função da liberdade e das regras aprendidas
por causa da liberdade. O sofrimento é conseqüência das descobertas da vida e
de seus processos comportamentais encobertos como as emoções e os sentimentos.
O sofrimento é evocado em rituais com suas regras e com as regras da Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis que se relacionam invariavelmente.
As descobertas da vida, inclusive na História do Brasil,
através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas
do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos,
uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente, evocam a liberdade que estimula a adaptação às
regras e leva a transcendência, ao trabalho e gera a economia, os bens e os
serviços e a globalização da informação, da tecnologia, do consumo, da
economia, do trabalho, da liberdade e aparece em nossos comportamentos antes da
mudança contextual deles por causa de nossas regras reforçadas e associadas aos
estímulos ligados as nossas necessidades como a água, o alimento, o amor e a
afeição, o ar, a atividade, a atividade materna, o calor, o sexo e o sono,
acrescento o traje limpo e em bom estado de conservação, a higiene diária e o
frio em ambientes onde há muito calor, e finalmente o abrigo. As descobertas da
vida, inclusive na História do Brasil, através do exercício da força, da
comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do
Cosmos evocam a liberdade e isto nos permite
escolher mesmo sendo nós produtos de esquemas de reforços, pois há liberdade
através da linguagem com o trocadilho e com o Enfoque Contextual seja também
nos rituais ou na Trajetória da Vida, dos Monstros ou dos Heróis,
paradoxalmente há a globalização da liberdade e da linguagem.
As descobertas da vida, inclusive na História do Brasil,
através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas
do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos,
uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente, evocam a
liberdade que evoca e estimula os ritos da adaptação às regras que evoca
a transcendência, o trabalho, a economia, os bens e serviços, a globalização,
também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, a Trajetória dos Heróis
apresenta as seguintes fases:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Ela,
a Trajetória dos Heróis, aparece em comportamentos encobertos e em
comportamentos manifestos, ela é aprendida através dos repertórios básicos de
comportamento como a imitação, a atenção, a discriminação e a ordem
instrucional e promove mudanças e
constantes transformações no dia-a-dia
de cada pessoa diante de cada uma dessas necessidades já comentadas, pode assim
ser saciada ou privada, aumentada, ou aumentado o seu valor reforçador e de
saciação através dos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais,
lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. As nossas descobertas da vida,
inclusive na História do Brasil, através do exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do
Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que
percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, evocam aos comportamentos
respondentes e operantes da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis,
evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação às regras e tem um limiar e
também pode se de acordo com a estimulação provocar a fadiga, fuga ou esquiva,
pode ser extinta ou condicionada com estímulos antecedentes que nada tinham a
ver com ela. A educação psicoterapêutica pode extinguir a adaptação não somente
pela extinção, mas também pela mudança contextual onde o indivíduo aprende a
distanciar-se dela mesmo com ela presente não provocando reações de desconforto
ou de sofrimento mas sempre se adaptando contextualmente melhorando sua saúde
mental e a sua adaptação ao trabalho e a economia, e a globalização. A mudança
contextual ensina a lidar com esses fenômenos comportamentais evitando a
propagação do sofrimento oriundo do processo de adaptação, entendida como
carência e escândalo ou até mesmo como mediocridade e violência, bullying
físico, sexual, moral, social, político, psicológico, espiritual, filosófico,
contra o organismo individual e social quando a violência é praticada contra um
determinado grupo de pessoas. A mudança contextual leva a liberdade. A mudança
contextual leva a novas descobertas da vida e para a vida ajudando-nos ou
enriquecendo ou mesmo ampliando o nosso repertório comportamental para lidarmos
com a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Durante a vida sem mudança contextual sempre haverá
sofrimentos e processos adaptativos morfológicos, fisiológicos e/ou
comportamentais que jamais deixarão de existir, somos frutos desses processos
evolutivos e de seleção natural. Falo da transcendência comportamental. A
transcendência é liberdade. Liberdade para mudarmos nossos comportamentos
durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Contudo entendendo que somos o contexto, de acordo com
Steven C. Hayes, e se pararmos de dar
razões, controle e literalidade, deixarmos de sermos governados por regras como
o rastreamento, o acedimento e o aumentamento, entendermos que somos o
contexto, trocarmos o ¨mas¨ por ¨e¨ e nos afirmarmos pelo tato, e finalmente
entendermos que nossas afirmações são somente comportamentos verbais e não causas
literais ampliando nossos horizontes, vivendo assim a dessensibilização
viveremos melhor e a inteligência não mais nos controlará e deixará de trazer
conflitos penosos aos comportamentos encobertos e aos comportamentos manifestos
transmutando-se somente em adaptação e como conseqüência da adaptação em inteligência. Primeiro
vem a adaptação e depois a inteligência, às regras e a memória. Assim
transcendemos!
Assim o Estímulo (som) tem uma Resposta (ouvir) e uma
Primeira Conseqüência (adaptação ao som) e uma Segunda Conseqüência
(inteligência). Todo Estímulo tem uma Resposta e duas Conseqüências quase que
instantâneas, a 1ª é a adaptação e a 2ª a inteligência. A inteligência pode ser
segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Urbana
Moral
Mortal
Os eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais,
lingüísticos, conseqüentes e de história de vida estão associados as
inteligências citadas a cima, tudo é conseqüência, primeiro a primeira
(adaptação) e depois a segunda (inteligência), são eventos conseqüentes, isto
acontece a partir de determinada etapa do desenvolvimento da criança com o aprendizado
e condicionamento, é tudo encadeamento comportamental, a segunda conseqüência é
imediatamente a que surge logo após a primeira, sentidas como coisa única por
causa do condicionamento, mas são duas conseqüências, uma resposta e um
estímulo. O que devemos aceitar e viver o contexto e não sermos escravos de nós
mesmos com comportamentos que induzam ao sofrimento como o da literalidade, o
de dar razões e o de controle, seja no trabalho ou nas nossas relações
econômicas e sociais como também na globalização, através do exercício da
força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas
às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente. Somos o contexto. A transcendência pode ou não ser
evocada comportamentalmente, depende da história de vida de cada organismo.
Depois da inteligência vem às regras e a memória.
O Behaviorismo compreende que a existência
de Monstros em nossos comportamentos, encobertos e manifestos no trabalho e nas
relações com a economia e nas da globalização, inclusive na História do Brasil,
através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive com as
oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo
menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, como nos rituais de iniciação e de passagem
nas Fases em que o Herói pode Ser Engolido e Consumido, e tem O Caminho Obtuso,
depende diretamente da qualidade de nossas regras, e da qualidade de nossas descobertas da vida e
para a vida, estes Monstros nos tiram
mas podem nos levar a liberdade como através dos trocadilhos e das inversões,
aglutinações e trocas associadas à Psicologia e a Psicanálise, contingências
que especificam relações do tipo ¨se... então...¨, se rastreamos há uma
correspondência entre as regras e as contingências do meio ambiente, a pessoa
rastreia os estímulos no sentido de ¨testar¨ as contingências descritas pelo
mesmo; se acedemos o comportamento fica sob controle das conseqüências sociais;
e no aumentamento o comportamento aumenta a probabilidade de ser controlado por
estímulos verbais antecedentes, aumentando a motivação do ouvinte em relação a
uma conseqüência. Estes 3 tipos de comportamentos revelam o modo como lidamos
com os Monstros no trabalho e na economia e na relações globalizadas segundo
tais regras ou princípios, rastreando-os, acedendo a eles ou aumentando-os
diante do imenso sofrimento psíquico individual. Estas são as categorias do
comportamento verbal do ouvinte, já o falante sugere de acordo com as 8
categorias do comportamento verbal que: ecoar diz respeito a alguém dizer medo
do Monstro e o falante diz medo do Monstro; copiar respeito a alguém escrever
pavor do Monstro e o emitente escreve pavor do Monstro; tomar ditado diz
respeito a alguém dizer Monstro enorme e o emitente escrever Monstro enorme;
tatear diz respeito a alguém diante de um Monstro dizer o nome dele; mandar diz
respeito a alguém mandar um mando e o emitente responder vocal ou motoramente
medo do Monstro; ler diz respeito a alguém ver um Monstro e emitir a
vocalização Monstro; intraverbalizar diz respeito a alguém ter um conjunto de
associações verbais do emitente e dizer pânico do Monstro; e articular /
rearticular / organizar / reordenar diz respeito a alguém se auto-reforçar,
onde o falante da palavra Monstro é o ouvinte de si mesmo. Estas 8 categorias
do comportamento verbal do falante revelam-nos modos de lidar com contingências
associadas aos nossos ritos e nossos Monstros, medos, pavores, pânico, e
nomeações dos Monstros que surgem durante a vida encoberta e manifesta.
Monstros são adversidades do meio ambiente econômico e não somente os que já
abordei, são também o PIB, a inflação, os impostos, os investimentos, os custos
e os benefícios, etc., e os da globalização os Monstros que se relacionam com a
tecnologia como as pesquisas, os investimentos, os equipamentos, etc., com o
consumo como o mercado, o comprador, a mercadoria, o valor, etc., com a
informação como as emissoras de rádio e de televisão, os jornais e revistas, a
internet, etc., com a liberdade como as decisões, os conselhos, as atitudes, a
consciência, a introspecção, a saúde, etc.,
e reagir a tais adversidades é assim, se adaptar. A adaptação não pode
implicar em sofrimento para si ou para os outros na maior parte das vezes mas
esta tarefa é quase impossível por sermos seres com falhas e repertórios
comportamentais deficientes manifestos ou encobertos, jamais alcançaremos a
totalidade e estamos em constantes transformações nos eventos biológicos,
fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história
de vida. E durante a vida sempre há sofrimento e processos adaptativos
morfológicos, fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir.
Conclui-se que a adaptação nunca cessará pois somos frutos dela, da Evolução
das Espécies e da Seleção Natural. Como ela jamais cessará também a
transcendência nunca acabará. Deste modo também as descobertas da vida e para a
vida, as regras, as novas regras, contextuais, e os rituais na Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis também não deixarão de existirem.
Mas podemos emergir das profundezas das
habitações dos nossos Monstros com uma mensagem de esperança e de solução de
medos e conflitos se redirecionarmos nossos comportamentos e ritos
enfraquecendo segundo Steven C. Hayes e raciocínios meus 3 contextos, de
literalidade, de dar razões e de controle; depois entender que não devemos
seguir regras pois é contra-produtivo, causa insensibilidade e generalização;
depois entender que a melhor escolha é entender e aceitar que você é o
contexto, devemos trocar o ¨mas¨ por ¨e ¨ e parar de lutar com nossos Monstros;
e viver a dessensibilização, se afastar das regras, dos pensamentos, dos
afetos, sentimentos e emoções e deixar de sermos controlados por esses
comportamentos que só produzem e trazem Monstros para dentro de nossas vidas e
de nossos relacionamentos sociais, ou seja, que só prejudicam com
monstruosidades as nossas descobertas da vida
e para a vida também no trabalho, na economia e na globalização. O rito
agora passa a ser a dessensibilização e você passa a ser o contexto após o
ritual de iniciação e de passagem. Você é Engolido e Consumido, passa por Um
Caminho Obtuso, chega a Apoteose, alcança a Última Graça, tem uma Difícil
Volta, Magia nas Decisões, vive os Limites da Volta, Agora são Dois Mundos, e
tem a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver.
Assim as lutas e o sofrimento no trabalho e na economia, na
globalização, inclusive na História do Brasil, através do exercício da força,
da comunhão e da libido, inclusive com as descobertas oriundas do Zeitgeist
associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta
inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que
também revela-se inteligente, deixarão
de ser problema para a humanidade e perderão valor reforçador, não terão mais
ganhos, e a humanidade poderá ter um sentimento de contentamento e paz que
ainda não experimentou pois ainda não se permitiu e ainda não se permite com
suas lutas, batalhas, violências, guerras e holocaustos, e sua criatividade
associada a destrutividade a auto-destrutividade poderá deixar de ser problema
para a humanidade através da liberdade, pois não precisamos de ¨homens¨ presos
e de exércitos e de reféns, mas sim da liberdade, a liberdade proporciona a
gratidão, o respeito e o amor e não as armas que aprisionam e tiram a liberdade
de todos, tiram talvez, até mesmo, parcela da transcendência. Precisamos da
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver. Precisamos de rituais para viver.
Precisamos de regras para viver.
Concluo que as descobertas da vida e para a vida, inclusive
na História do Brasil, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, asseguram nossa adaptação que evoca a transcendência,
o trabalho, a economia e a globalização, rituais e nossa Trajetória da Vida,
dos Monstros e dos Heróis, que por sua vez selecionam repertórios
comportamentais e modelam comportamentos para lidar com padrões de
comportamentos associados a miséria como os que levam a caridade e ao trabalho
que por sua vez podem levar ao abuso e a exploração como também a violência, ao
crime, a tortura, a guerra, a catástrofe, ao holocausto, a barbárie, a falta de
humanidade, ao tratamento degradante, a proliferação de doenças biológicas e
ecológicas, psicológicas, sociais, físicas, químicas, filosóficas e/ou
espirituais, etc., só a Educação como conhecimento e o Amor de Deus que se
renova com o sentimento de renascimento pode nos ajudar e solucionar, atualmente,
unindo-nos como humanidade estes problemas atuais de nosso planeta Terra. Isto
é a Liberdade da Vida para viver e ensinar a viver.
Só com a Educação e o Amor de Deus aprenderemos e teremos
como lidar com o Universo, a Biologia, a Psicologia, a Sociologia, a Química, a
Física, Filosofia e a Espiritualidade, com seu começo, meio e fim! A Adaptação
nos revela que poderá haver o fim do Universo e das demais categorias da vida:
Biologia, Psicologia, Sociologia, Química, Fisica, Filosofia, Espiritualidade;
se juntarmos a Adaptação as Teorias de Osny Mattanó Jùnior sobre o
Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo,
e sobre o Descontrutivismo Físico Mattanoniamo onde haverá através de outros
¨big-bangs¨ criando talvez outros Universos que se chocarão com os nosso
Universo destruindo-o e assim não haverá mais vida e nem Universo. Devemos
respeitar nossos saberes, conhecimentos, lições, artes, educadores, ciências e
religiões se desejamos evoluir e progredir constantemente e mutuamente – Deus
sempre será objeto de estudo e de pesquisas para estudiosos e pesquisadores
sérios que crêem e também para aqueles que não crêem pois Ele existe e só Ele e
Seu Reino continuarão existindo após o fim, após o Apocalipse!
As
descobertas da vida e para a vida, inclusive na História do Brasil, através do
exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist
associadas às do Cosmos evocam rituais para o trabalho, a adaptação, a
economia, a globalização, os bens e serviços e as Ciências e Religiões que tem
como conseqüência liberdade para nosso meio ambiente individual, social e
patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para vivermos, como
a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos processos adaptativos
fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso produz liberdade com o
nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e maturação. A cada dia de
nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da liberdade! Vivemos para
morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está no Reino de Deus e não no
cemitério!
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Devemos
preservar nossa história e compreender os nossos ritos e história de Trajetória
da Vida, de Monstros e de Heróis de nossa espécie e de nossos antepassados.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos
tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e
alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a
paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e
ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução humana filogenética é
mantenedora do trabalho e da economia, dos rituais; a Evolução ontogenética é
neutra, depende da filogenética e da cultural, depende dos rituais, depende da
aprendizagem e da estimulação de genes; e a Evolução cultural tende a ser
mantenedora do trabalho e da economia em sua maioria, depende dos rituais. A Evolução espiritual é mantenedora do
trabalho e tende a reprimir a economia, também depende dos rituais. O homem
trabalha e economiza mas não sabe o porquê?
Talvez para praticar seus rituais de iniciação e de passagem?! Talvez
para podermos desfrutar das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do
Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo
que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, através do exercício da força, da comunhão e da libido!
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou
estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a
interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades, inclusive na História do Brasil.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros,
dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido
também permanece como catexia, inclusive na História do Brasil.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive na História do Brasil.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
na História do Brasil.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive na
História do Brasil.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo todo
contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos,
biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos,
conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a
função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se
adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive na História do Brasil; concluído este processo o ser
humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a
criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO +
DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu
princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O
Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A
função básica da vida no Universo é se adaptar!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
18 de maio de 2017.
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