quarta-feira, 2 de agosto de 2017

HISTÓRIA DA PULSÃO AUDITIVA (2017) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR




HISTÓRIA DA PULSÃO AUDITIVA





02/08/2017
HISTÓRIA DA PULSÃO AUDITIVA.
CAP. 1
        Para escrever sobre a História da Pulsão Auditiva temos que voltar para 1991, para o 2º semestre de 1991, nas aulas de Teoria da Comunicação Social habilitação em Relações Públicas da UEL – Universidade Estadual de Londrina quando com o decorrer das citadas aulas da Profa. S.W. eu conheci as Teorias de Reich como a Teoria Sexual e as couraças e a energia orgone e depois Freud e a Teoria das Pulsões, quando logo após fiz a primeira associação de ideias e pensamentos juntando as duas Teorias e elaborando as primeiras ideias sobre a Pulsão Auditiva do tipo ¨se existe a Pulsão Anal e a Oral então pode ser que exista a Pulsão Auditiva¨, eu nunca tive certeza sobre isto, também pensei e elaborei outras Pulsões como a do Olhar, a do Pescoço, a do Coração, a da Cabeça, e do Abdômen ou da Barriga, e a da Cabeça ou da Testa, algumas eu continuei dando valor como a do Olhar que eu escrevi em 2000 ou 2001 e outras eu esqueci pois não me interessei. Então fiquei com essas ideias e pensamentos na memória mas sem saber coisa alguma sobre Pulsão.
        Em 1992 ainda no Curso de Comunicação Social durante as aulas do Prof. R.J.F. da Psicologia e Psicanálise eu tive um contato mais extenso e aprofundado com as Teorias sobre as Pulsões de Freud e isto reacendeu minhas ideias e pensamentos anteriores.
        Depois disto abandonei o Curso de Comunicação Social e ingressei no Curso de Psicologia da UEL em 1993 após contato com o Prof. R.J.F. e a sua aluna estagiária M.R.R. de Psicologia que me atendia na Clínica Psicológica da UEL em 1992, me deixando com problemas mentais já a partir de 1992. Com a M.R.R. também entrei em contato com as Teorias de Freud e enlouqueci perdendo a saúde mental, pois não tinha estrutura mental para estudar Psicologia e Psicanálise, estava pensando em me matar a todo momento por causa dos acontecimentos da psicoterapia de 1992.
        Então em 1993 já doente e abatido comecei a lutar contra mim e contra todos fazendo gravações paranoicas para comprovar que a M.R.R. havia violado o sigilo clínico da psicoterapia e que todos me viam como uma cobaia humana, cliente, doente, rato de laboratório e/ou esquizofrênico. Abandonei o Curso de Psicologia já em maio de 1993, mesmo com notas altas, mas estava sofrendo muito e começando a perder a memória, procurei a Clínica Psicológica da UEL para resolver meus problemas e lá o Prof. R.J.F. me disse ¨que eu estava no mundo da lua e que não gostava de esquizofrênicos no Curso de Psicologia¨, isso piorou minha saúde, depois me aceitaram para fazer psicoterapia na Clínica Psicológica da UEL e Orientação Vocacional mas era algo inaceitável porque eu ainda estava matriculado no Curso de Psicologia e a Clínica Psicológica da UEL sabia disso e me disseram que era para me ajudar e para saber o que estava acontecendo comigo, mas não resolveram, a M.R.R. estava violando o sigilo clínica na Paróquia Imaculada Conceição de Londrina desde 1992 e já em 1993 causando imenso transtorno para todos e para a cidade de Londrina.
        Quando voltei a estudar Psicologia em 1994 foi aquela discriminação por parte dos alunos e eu já estava perdendo a minha memória desde 1993, foi muito difícil estudar em 1994 na UEL.
        Em 1995, entre 15 e 19 de outubro, na aula da Profa. D.d.C., eu tive uma ideia quando ela falava e explicava da Teoria da ¨panela de pressão¨ da Teoria de Freud, eu juntei tudo e visualizei a Pulsão Auditiva com o termo ¨hare-hama¨, que significaria ¨dare-mama¨, eu não perguntei coisa alguma durante a aula, apenas expus após a aula na saída onde uma aluna da minha turma, uma mestiça de cabelo negro e curto, ouviu tudo, ou seja, o que perguntei.
        A Profa. D.d.C. jamais me respondeu se a Pulsão Auditiva existe! Eu perguntei depois da aula para ela se a Pulsão Auditiva existe? De fato até hoje em 2017 eu não sei se a Pulsão Auditiva existe pois não tenho acesso ao meio onde trabalho e estudo. Em 1998 tive outra aula com a Profa. D.d.C. e ela pensou que nunca ouviu minha pergunta sobre a Pulsão Auditiva em 1995, que não sabia de coisa alguma, as alunas da minha turma riram nesse momento! Nos anos 2000 fui até a UEL e falei com a Profa. D.d.C no Depto de Psicanálise e ela me disse novamente que isso jamais aconteceu!
        Só sei que depois da minha pergunta pessoas, alunos, professores e funcionários, padres como Pe. Limeira que entre 1995 e 1997 disse na Missa da Pq. Imaculada que ¨7 é o número da perfeição¨ pois o número 7 estava sendo emparelhado com  o significado de sexo, ou 7 é sexo, só ouvi gente reclamando na Missa! Pessoas começaram a me perseguir, depois o Brasil, artistas, profissionais de comunicação, políticos e autoridades, advogados e policiais, me perseguiam e a minha família como se eu soubesse se existe essa Pulsão Auditiva ou seu eu tivesse uma Teoria, mas só tinha ideias e sofrimento mental, eu tive que me afastar do Curso de Psicologia depois dessas ideias em 1995 para fazer tratamento psiquiátrico para me curar dessas ideias que por sinal eu não acreditava e não acredito.
        Depois em 1998 eu me apaixonei pela C.F. e fiz 3 canções para ela, 2 eu entreguei através da C. com gravações de músicas caras e raras que eu amo e gosto, que eu sempre sonhei partilhar com minha namorada, eu ainda não se e nem sabia e nem tinha Teoria da Pulsão Auditiva, tinhas apenas ideias como ¨hare-hama¨ que significava  ¨dare-mama¨ para um bebê de 0 a 2 anos de idade, isto tornava inviável estes pensamentos e a Teoria da Pulsão Auditiva pois a primeira mamada é aos 0 anos de idade e a primeira marca auditiva é aos 0 anos de idade, o bebê não tem recursos linguísticos para compreender e memorizar este fenômeno, assim a Pulsão Auditiva não existe! Eram ideias que rejeitavam essas ideias, que me faziam pensar que a Pulsão Auditiva não existia, que me constrangiam, que me faziam pensar em coisas que eu nunca havia feito como sexo e sexo anal literalmente, eu comecei a ter esse problema nas aulas da UEL e em casa já paralelamente a psicoterapia, em 1991 em já fazia psicoterapia na Clínica Psicológica da UEL.
        Outro fenômeno que se desenrola desde 1999 é a lavagem cerebral da música nacional e internacional quando me ponho a escutá-las e acabo sofrendo consequências como ficar preso a esse imaginário e simbólico esquizofrênico e insano ou louco criando um modelo de comportamento governado por regras e até um comportamento modelado por contingências, ambos ficam afetados por esse padrão de lavagem cerebral, que prá falar o que pode ser a verdade, pode ter começado em 1992 ou em 1984/1985 com o P.M. e a L.U., por exemplo, contaminando meu comportamento governado por regras e o comportamento modelado por contingências através da lavagem cerebral por meio da música, o que também levou a causar inconscientemente a fita k-7 para a C.F. (minha amiga) que sabia coisas sobre mim de forma ilícita e criminosa.
        Para comprovar que sabia coisas sobre mim de forma ilícita e criminosa eu escrevo que era vítima de violação do sigilo funcional, do sigilo ético clínico, do sigilo militar, do sigilo acadêmico, do sigilo bancário, do sigilo eleitoral,  dos segredos em correspondências, da incolumidade corporal e mental, da intimidade e da privacidade, que roubavam dados pessoais meus com um regime de tortura, lavagem cerebral e violência, que hoje o mundo pode estar igual a mim, com medo de dormir, de sonhar, de pensar, de sair de casa, de trabalhar, de ficar em casa, de ir as Igrejas e Missas, de pensar em problemas e no passado, com medo de psicólogos, de psiquiatras, das autoridades e das polícias, com medo de mim, dos atletas, dos artistas, dos brasileiros, dos londrinenses, dos comunicadores, dos cientistas, dos médicos, com  medo de ter posses e dinheiro, de ter filhos e conta bancária, de ter senhas sigilosas, etc..O que fizeram e fazem contra mim e minha família não tem perdão, é um crime cruel e horrível, que por ser tão horrível e violento se alastrou por todo o mundo causando sofrimento, violência e problemas de saúde que podem ser irreversíveis! Esta é a História da Pulsão Auditiva!
        Quanto a Profa. E., esta em sala de aula disse ¨vocês vão aprender a fazer bruxaria¨ e parte dos alunos riram e olharam para mim em 1995 ou em 1996.
        Quanto a Profa. C., quando ela falava em ¨massinha¨eu delirava ¨Marcinha¨ e os alunos riam e molhavam para mim perplexos.
        Em 1995 na palestra do Prof. P. a aluna de Psicologia e esposa do Prof. G. da Filosofia se desequilibrou e disse ¨como é que pode alguém estar criando uma Teoria que vai acabar com todo mundo?!¨ Me mandaram sair da sala de palestras e começaram a conversar algo sobre isto, eu fui embora para casa.
        Meus amigos D.. E. e A.K., já ouviram de mim a pergunta ¨o que você acha da Pulsão Auditiva com o fenômeno ¨hare-hama¨ significando ¨dare-mama¨? Todos eles desconversaram e saíram fora, foram embora entre 1997 e 1998 sem dar resposta alguma!
        Houve uma palestra em 1997 no CCB/Pinicão onde a Profa. E. ao me ver descendo até ela pelo corredor do meio da sala de palestras com mais de 150 pessoas que começaram a me hostilizar vaiando por causa dos ¨elogios¨ que a Profa. E. falava insistentemente e continuamente durante minha caminhada até ela. Em 1995 eu tive uma conversa com ela e ela me disse ¨você acha que ninguém gosta de você, você vai ver só!?¨ Então começou a perseguição da Folha de Londrina com o termo ¨peixe¨ e ¨peixão¨ com a F.G. que ouviu em dezembro de 1998 todas as verdades sobre isto ao telefone.
        Em 1996 ou 1997 eu tive uma aula com o Prof. A. da Comportamental que estava voltando dos EUA da sua pós-graduação e falando da otimização e maximização do comportamento, numa conversa com ele testemunhada pelo aluno D. eu ouvi o Prof. A. falar que ¨eu não sabia inglês¨ e que por isso havia feito essa Teoria da Pulsão Auditiva que por sinal nem era Teoria, eram apenas ideias. Esta é a História da Pulsão Auditiva!
        Me lembro de um outro fenômeno estranho... em 1989 eu comprei o LP dos Traveling Wilburys e na 2ª canção eu ouvi ¨esposa Wilma¨ significando que eu tinha que me casar ou desposar a Wilma, passaram-se 2 anos depois de vários vestibulares para o Curso de Direito na UEL, então conheci uma Wilma ou Vilma na UEL no Curso de Comunicação Social habilitação em Relações Públicas e ela era negra e turbulenta como eu também, pobre como eu também, inteligente como eu também, faladora como eu também, em 1999 eu me encontrei com essa Wilma no CCB e ela estava vendendo calcinhas na UEL, eu gostava dela, mas queria namorá-la e nem queria me casar com ela mas pensava no assunto, também por causa da música dos Traveling Wilburys do Vol.1 (canção Dirty World), quando eu era criança eu fui estuprado por uma doméstica negra e fiquei com problemas e traumas, por exemplo, com pessoas negras e com calcinhas... tudo delírio ou coincidência ou armação? Histórias inesquecíveis... esta é a História da Pulsão Auditiva!
        Também a Profa. F. de Psicologia Escolar me ensinou a interpretar a alfabetização em 4 fases e seus fenômenos como aglutinação, inversão e troca, e no ano seguinte como problemas e distúrbios de aprendizagem, com essa aprendizagem em 1997 e em 1998 eu descartei de vez as minhas ideias sobre a Pulsão Auditiva pois elas eram somente fenômenos das 4 fases da alfabetização e aglutinação, inversão e troca,  e depois problemas e distúrbios de aprendizagem, eu sabia que não existia Pulsão Auditiva e a abordagem da Profa. F. na Escolar era orientada para a Psicanálise e ela sabia que eu sabia que eu não dava valor e nem crédito para a Pulsão Auditiva pois me acompanhava, também através do NUBEC e do serviço de acompanhamento de alunos com problemas da UEL oferecido pela NUBEC desde 1997 até 1999 quando me formei como licenciado e bacharel em Psicologia – a UEL sabia que eu não acreditava na Pulsão Auditiva através do meu Psiquiatra Dr. F.T. de M. que também participava desse grupo da UEL! Quem diz que eu gostava ou pensava intencionalmente essa Pulsão Auditiva na época da fita k-7 para minha amiga C.F. esta enganado, eu estava confuso, doente e mal medicado e mal diagnosticado e maltratado, torturado e sofrendo violência, ameaças, sendo vítima como cobaia humana de todos na UEL, vítima de curandeirismo e lavagem cerebral com minha família, meu sofrimento era imenso, eu só pensava em me suicidar e em me agredir me espancando! Espancando, pois era isto o que estavam fazendo comigo, me espancando na UEL e não somente me agredindo e me torturando ou tentando me matar, mas me espancando até a morte! Agora eu sei que era isto! Esta é a história da Pulsão Auditiva!


Osny Mattanó Júnior.
Londrina, 06 de agosto de 2017.

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