OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
HISTÓRIA
DA PULSÃO AUDITIVA
02/08/2017
HISTÓRIA
DA PULSÃO AUDITIVA.
CAP. 1
Para escrever sobre a História da Pulsão
Auditiva temos que voltar para 1991, para o 2º semestre de 1991, nas aulas de
Teoria da Comunicação Social habilitação em Relações Públicas da UEL –
Universidade Estadual de Londrina quando com o decorrer das citadas aulas da
Profa. S.W. eu conheci as Teorias de Reich como a Teoria Sexual e as couraças e
a energia orgone e depois Freud e a Teoria das Pulsões, quando logo após fiz a
primeira associação de ideias e pensamentos juntando as duas Teorias e
elaborando as primeiras ideias sobre a Pulsão Auditiva do tipo ¨se existe a
Pulsão Anal e a Oral então pode ser que exista a Pulsão Auditiva¨, eu nunca
tive certeza sobre isto, também pensei e elaborei outras Pulsões como a do
Olhar, a do Pescoço, a do Coração, a da Cabeça, e do Abdômen ou da Barriga, e a
da Cabeça ou da Testa, algumas eu continuei dando valor como a do Olhar que eu
escrevi em 2000 ou 2001 e outras eu esqueci pois não me interessei. Então
fiquei com essas ideias e pensamentos na memória mas sem saber coisa alguma
sobre Pulsão.
Em 1992 ainda no Curso de Comunicação
Social durante as aulas do Prof. R.J.F. da Psicologia e Psicanálise eu tive um
contato mais extenso e aprofundado com as Teorias sobre as Pulsões de Freud e
isto reacendeu minhas ideias e pensamentos anteriores.
Depois disto abandonei o Curso de
Comunicação Social e ingressei no Curso de Psicologia da UEL em 1993 após
contato com o Prof. R.J.F. e a sua aluna estagiária M.R.R. de Psicologia que me
atendia na Clínica Psicológica da UEL em 1992, me deixando com problemas
mentais já a partir de 1992. Com a M.R.R. também entrei em contato com as
Teorias de Freud e enlouqueci perdendo a saúde mental, pois não tinha estrutura
mental para estudar Psicologia e Psicanálise, estava pensando em me matar a todo
momento por causa dos acontecimentos da psicoterapia de 1992.
Então em 1993 já doente e abatido
comecei a lutar contra mim e contra todos fazendo gravações paranoicas para
comprovar que a M.R.R. havia violado o sigilo clínico da psicoterapia e que
todos me viam como uma cobaia humana, cliente, doente, rato de laboratório e/ou
esquizofrênico. Abandonei o Curso de Psicologia já em maio de 1993, mesmo com
notas altas, mas estava sofrendo muito e começando a perder a memória, procurei
a Clínica Psicológica da UEL para resolver meus problemas e lá o Prof. R.J.F.
me disse ¨que eu estava no mundo da lua e que não gostava de esquizofrênicos no
Curso de Psicologia¨, isso piorou minha saúde, depois me aceitaram para fazer
psicoterapia na Clínica Psicológica da UEL e Orientação Vocacional mas era algo
inaceitável porque eu ainda estava matriculado no Curso de Psicologia e a
Clínica Psicológica da UEL sabia disso e me disseram que era para me ajudar e
para saber o que estava acontecendo comigo, mas não resolveram, a M.R.R. estava
violando o sigilo clínica na Paróquia Imaculada Conceição de Londrina desde
1992 e já em 1993 causando imenso transtorno para todos e para a cidade de
Londrina.
Quando voltei a estudar Psicologia em
1994 foi aquela discriminação por parte dos alunos e eu já estava perdendo a
minha memória desde 1993, foi muito difícil estudar em 1994 na UEL.
Em 1995, entre 15 e 19 de outubro, na
aula da Profa. D.d.C., eu tive uma ideia quando ela falava e explicava da
Teoria da ¨panela de pressão¨ da Teoria de Freud, eu juntei tudo e visualizei a
Pulsão Auditiva com o termo ¨hare-hama¨, que significaria ¨dare-mama¨, eu não
perguntei coisa alguma durante a aula, apenas expus após a aula na saída onde
uma aluna da minha turma, uma mestiça de cabelo negro e curto, ouviu tudo, ou
seja, o que perguntei.
A Profa. D.d.C. jamais me respondeu se a
Pulsão Auditiva existe! Eu perguntei depois da aula para ela se a Pulsão
Auditiva existe? De fato até hoje em 2017 eu não sei se a Pulsão Auditiva
existe pois não tenho acesso ao meio onde trabalho e estudo. Em 1998 tive outra
aula com a Profa. D.d.C. e ela pensou que nunca ouviu minha pergunta sobre a
Pulsão Auditiva em 1995, que não sabia de coisa alguma, as alunas da minha
turma riram nesse momento! Nos anos 2000 fui até a UEL e falei com a Profa.
D.d.C no Depto de Psicanálise e ela me disse novamente que isso jamais
aconteceu!
Só sei que depois da minha pergunta
pessoas, alunos, professores e funcionários, padres como Pe. Limeira que entre
1995 e 1997 disse na Missa da Pq. Imaculada que ¨7 é o número da perfeição¨
pois o número 7 estava sendo emparelhado com
o significado de sexo, ou 7 é sexo, só ouvi gente reclamando na Missa!
Pessoas começaram a me perseguir, depois o Brasil, artistas, profissionais de
comunicação, políticos e autoridades, advogados e policiais, me perseguiam e a
minha família como se eu soubesse se existe essa Pulsão Auditiva ou seu eu
tivesse uma Teoria, mas só tinha ideias e sofrimento mental, eu tive que me
afastar do Curso de Psicologia depois dessas ideias em 1995 para fazer
tratamento psiquiátrico para me curar dessas ideias que por sinal eu não
acreditava e não acredito.
Depois em 1998 eu me apaixonei pela C.F.
e fiz 3 canções para ela, 2 eu entreguei através da C. com gravações de músicas
caras e raras que eu amo e gosto, que eu sempre sonhei partilhar com minha
namorada, eu ainda não se e nem sabia e nem tinha Teoria da Pulsão Auditiva,
tinhas apenas ideias como ¨hare-hama¨ que significava ¨dare-mama¨ para um bebê de 0 a 2 anos de
idade, isto tornava inviável estes pensamentos e a Teoria da Pulsão Auditiva
pois a primeira mamada é aos 0 anos de idade e a primeira marca auditiva é aos
0 anos de idade, o bebê não tem recursos linguísticos para compreender e
memorizar este fenômeno, assim a Pulsão Auditiva não existe! Eram ideias que
rejeitavam essas ideias, que me faziam pensar que a Pulsão Auditiva não
existia, que me constrangiam, que me faziam pensar em coisas que eu nunca havia
feito como sexo e sexo anal literalmente, eu comecei a ter esse problema nas
aulas da UEL e em casa já paralelamente a psicoterapia, em 1991 em já fazia
psicoterapia na Clínica Psicológica da UEL.
Outro fenômeno que se desenrola desde
1999 é a lavagem cerebral da música nacional e internacional quando me ponho a
escutá-las e acabo sofrendo consequências como ficar preso a esse imaginário e
simbólico esquizofrênico e insano ou louco criando um modelo de comportamento
governado por regras e até um comportamento modelado por contingências, ambos
ficam afetados por esse padrão de lavagem cerebral, que prá falar o que pode
ser a verdade, pode ter começado em 1992 ou em 1984/1985 com o P.M. e a L.U.,
por exemplo, contaminando meu comportamento governado por regras e o
comportamento modelado por contingências através da lavagem cerebral por meio
da música, o que também levou a causar inconscientemente a fita k-7 para a C.F.
(minha amiga) que sabia coisas sobre mim de forma ilícita e criminosa.
Para comprovar que sabia coisas sobre
mim de forma ilícita e criminosa eu escrevo que era vítima de violação do
sigilo funcional, do sigilo ético clínico, do sigilo militar, do sigilo
acadêmico, do sigilo bancário, do sigilo eleitoral, dos segredos em correspondências, da incolumidade
corporal e mental, da intimidade e da privacidade, que roubavam dados pessoais
meus com um regime de tortura, lavagem cerebral e violência, que hoje o mundo
pode estar igual a mim, com medo de dormir, de sonhar, de pensar, de sair de
casa, de trabalhar, de ficar em casa, de ir as Igrejas e Missas, de pensar em
problemas e no passado, com medo de psicólogos, de psiquiatras, das autoridades
e das polícias, com medo de mim, dos atletas, dos artistas, dos brasileiros,
dos londrinenses, dos comunicadores, dos cientistas, dos médicos, com medo de ter posses e dinheiro, de ter filhos
e conta bancária, de ter senhas sigilosas, etc..O que fizeram e fazem contra
mim e minha família não tem perdão, é um crime cruel e horrível, que por ser
tão horrível e violento se alastrou por todo o mundo causando sofrimento,
violência e problemas de saúde que podem ser irreversíveis! Esta é a História
da Pulsão Auditiva!
Quanto a Profa. E., esta em sala de aula
disse ¨vocês vão aprender a fazer bruxaria¨ e parte dos alunos riram e olharam
para mim em 1995 ou em 1996.
Quanto a Profa. C., quando ela falava em
¨massinha¨eu delirava ¨Marcinha¨ e os alunos riam e molhavam para mim
perplexos.
Em 1995 na palestra do Prof. P. a aluna
de Psicologia e esposa do Prof. G. da Filosofia se desequilibrou e disse ¨como
é que pode alguém estar criando uma Teoria que vai acabar com todo mundo?!¨ Me
mandaram sair da sala de palestras e começaram a conversar algo sobre isto, eu
fui embora para casa.
Meus amigos D.. E. e A.K., já ouviram de
mim a pergunta ¨o que você acha da Pulsão Auditiva com o fenômeno ¨hare-hama¨
significando ¨dare-mama¨? Todos eles desconversaram e saíram fora, foram embora
entre 1997 e 1998 sem dar resposta alguma!
Houve uma palestra em 1997 no
CCB/Pinicão onde a Profa. E. ao me ver descendo até ela pelo corredor do meio
da sala de palestras com mais de 150 pessoas que começaram a me hostilizar
vaiando por causa dos ¨elogios¨ que a Profa. E. falava insistentemente e
continuamente durante minha caminhada até ela. Em 1995 eu tive uma conversa com
ela e ela me disse ¨você acha que ninguém gosta de você, você vai ver só!?¨
Então começou a perseguição da Folha de Londrina com o termo ¨peixe¨ e ¨peixão¨
com a F.G. que ouviu em dezembro de 1998 todas as verdades sobre isto ao
telefone.
Em
1996 ou 1997 eu tive uma aula com o Prof. A. da Comportamental que estava
voltando dos EUA da sua pós-graduação e falando da otimização e maximização do
comportamento, numa conversa com ele testemunhada pelo aluno D. eu ouvi o Prof.
A. falar que ¨eu não sabia inglês¨ e que por isso havia feito essa Teoria da
Pulsão Auditiva que por sinal nem era Teoria, eram apenas ideias. Esta é a
História da Pulsão Auditiva!
Me
lembro de um outro fenômeno estranho... em 1989 eu comprei o LP dos Traveling
Wilburys e na 2ª canção eu ouvi ¨esposa Wilma¨ significando que eu tinha que me
casar ou desposar a Wilma, passaram-se 2 anos depois de vários vestibulares
para o Curso de Direito na UEL, então conheci uma Wilma ou Vilma na UEL no
Curso de Comunicação Social habilitação em Relações Públicas e ela era negra e
turbulenta como eu também, pobre como eu também, inteligente como eu também,
faladora como eu também, em 1999 eu me encontrei com essa Wilma no CCB e ela
estava vendendo calcinhas na UEL, eu gostava dela, mas queria namorá-la e nem
queria me casar com ela mas pensava no assunto, também por causa da música dos
Traveling Wilburys do Vol.1 (canção Dirty World), quando eu era criança eu fui
estuprado por uma doméstica negra e fiquei com problemas e traumas, por
exemplo, com pessoas negras e com calcinhas... tudo delírio ou coincidência ou
armação? Histórias inesquecíveis... esta é a História da Pulsão Auditiva!
Também
a Profa. F. de Psicologia Escolar me ensinou a interpretar a alfabetização em 4
fases e seus fenômenos como aglutinação, inversão e troca, e no ano seguinte como
problemas e distúrbios de aprendizagem, com essa aprendizagem em 1997 e em 1998
eu descartei de vez as minhas ideias sobre a Pulsão Auditiva pois elas eram somente
fenômenos das 4 fases da alfabetização e aglutinação, inversão e troca, e depois problemas e distúrbios de aprendizagem,
eu sabia que não existia Pulsão Auditiva e a abordagem da Profa. F. na Escolar era
orientada para a Psicanálise e ela sabia que eu sabia que eu não dava valor e nem
crédito para a Pulsão Auditiva pois me acompanhava, também através do NUBEC e do
serviço de acompanhamento de alunos com problemas da UEL oferecido pela NUBEC desde
1997 até 1999 quando me formei como licenciado e bacharel em Psicologia – a UEL
sabia que eu não acreditava na Pulsão Auditiva através do meu Psiquiatra Dr. F.T.
de M. que também participava desse grupo da UEL! Quem diz que eu gostava ou pensava
intencionalmente essa Pulsão Auditiva na época da fita k-7 para minha amiga C.F.
esta enganado, eu estava confuso, doente e mal medicado e mal diagnosticado e maltratado,
torturado e sofrendo violência, ameaças, sendo vítima como cobaia humana de todos
na UEL, vítima de curandeirismo e lavagem cerebral com minha família, meu sofrimento
era imenso, eu só pensava em me suicidar e em me agredir me espancando! Espancando,
pois era isto o que estavam fazendo comigo, me espancando na UEL e não somente me
agredindo e me torturando ou tentando me matar, mas me espancando até a morte! Agora
eu sei que era isto! Esta é a história da Pulsão Auditiva!
Osny
Mattanó Júnior.
Londrina,
06 de agosto de 2017.
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