OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
COBAIA
HUMANA
15/06/2017
COBAIA
HUMANA.
CAP. 1
¨Me larga, me solta, solta meus braços,
solta minhas mãos, solta minhas pernas, solta meus pés, não tira minha roupa,
não aplica isso em mim... eu estou passando mal, eu não estou conseguindo
respirar, eu posso morrer.. me respeita, por favor, estou pedindo, te
implorando... acho que vou morrer...¨ e então a cadeira começou a girar e o
capacete de eletrodos a sugar a mente do jovem raptado pelos cientistas do
Estado que começaram a anotar tudo e a divulgar seus dados nos mass mídia
tatuando a testa e a mente do jovem raptado com as palavras ¨sou louco, ladrão
e vacilão¨, os cientistas do Estado acreditavam em suas técnicas pois seus
instrumentos eram de última geração, inclusive os de tatuagem, acreditavam que
ele era louco pois acreditava em Deus e em Nossa Senhora e acreditava em seus
votos e compromissos católicos e religiosos, acreditavam que era louco pois
respondeu mal a violência e a tortura, inclusive a lavagem cerebral,
tornando-se uma ameaça ao Estado que mandava fazer essa máquina girar e sugar a
mente dele todos os dias e noites sem parar até que encontrassem alguma
recordação que o incriminasse e resolvesse esse problema do Estado. De tanto
girar e sugarem sua mente ele sofreu muito e teve mudanças bruscas em seu corpo
e mente, engordou muito, tornou-se problemático intrapessoalmente, tornou-se
doente, diabético, doente mental, incapaz, solteiro, desempregado, roubado,
vítima de traficantes, ladrões e terroristas, vítima de seus amigos, vítima de
sua família, vítima de outras nações, vítima de sua nação e de seu Estado e
cidade, como vemos tudo começou depois que o raptaram e começaram a sugar a sua
mente e o tatuaram torturando-o causando loucura e violência social. Ele era
uma cobaia humana.
CAP. 2
Meses depois de tudo isso começaram a
injetar substâncias psicotrópicas no
sangue do cobaia humana enquanto faziam girá-lo e sugavam-lo a mente, ele
começou a ser espancado por indução psicotrópica por anos e anos, tudo porque
descobriram sugando sua mente que ele produziu pouco enquanto era escravo no
trabalho e não quis transar no trabalho
com pedófilos e taradas estupradoras com quem divida salas de aulas e
dividiam secretamente as informações secretas das sessões de terapia, cadeira
giratória e mente sugada do cobaia humana, em função disto ele era espancado em
todos os lugares por onde passava e andava, tanto moral, sexual ou
psicologicamente, os cientistas do Estado estavam decididos a levar tudo até o
final, até o final da vida do cobaia humana para que ele jamais pudesse dar o
troco na Justiça e detê-los lançando-os às prisões e infernos. Ele era o cobaia
humana.
CAP. 3
Então o cobaia humana recorreu a um
Doutor que o ajudou medicando-lhe e amparando-lhe, acolhendo-o, recebendo-o com
humanidade, isto o fez outra pessoa, o fez melhor e ressuscitou nele a
esperança de voltar a ter uma vida normal. Ele aceitou seu tratamento e começou
a se recuperar mas os cientistas do Estado o seguiram e o raptaram novamente
acorrentando-o na cadeira giratória e sugando sua mente com outros remédios,
sua mente começou a ver coisas que ele jamais havia visto antes e nem imaginado
ou pensado antes, então os cientistas do Estado entraram em contato com as
polícias que vieram prendê-lo pois ele tinha problemas com o pensamento que
eram inaceitáveis para sua época, não havia consenso sobre saúde mental e nem
sobre loucura, botaram uma algema nele e o ameaçaram de crime de perturbação da
paz e do sossego, ele disse tudo o que estavam fazendo contra ele, que a culpa
era dos cientistas do Estado, mas as polícias também eram do Estado e o
torturaram psicologicamente com telepatia.
CAP. 4
Agora
o cobaia humana estava sendo torturado com telepatia pelas polícias do Estado e
pelos cientistas do Estado que faziam experiências científicas com ele sem
autorização dizendo que ele era ¨louco, ladrão e vacilão¨. Ele estava numa
fria, numa terra de gigantes, numa bacia furada, num país sem muros onde o
sangue jorra para todos os lados. Então vieram de fora do seu país visitantes
estrangeiros que se comoveram com a história do cobaia humana e resolveram
intervir.
Primeiro
fizeram estórias de cinema e depois de canções, depois vieram as políticas
externas e finalmente o pior, as ameaças..., pois se sentiram violentados em
sua integridade bio-psico-social, filosófica e espiritual, até mesmo econômica,
territorial e militar quando descobriram a telepatia e o que ela era capaz de
causar nas pessoas e nas sociedades.
CAP. 5
O cobaia humana percebeu então assistindo
televisão que ele era vítima de um golpe pois nem os cientistas dos Estado, nem
as autoridades e nem as polícias eram responsáveis pela saúde e pelo tratamento
de saúde, pela intervenção, em seu organismo, seja como cobaia humana forçado
ou não, nem mesmo a Presidente da República era responsável por isso, ou seja,
não podiam ficar torturando e nem rodando e sugando o cérebro e a mente do
cobaia humana e divulgando isso secretamente para aliená-lo socialmente de modo
velado e combinado entre as sociedades que se divertiam com isso em casa, no
trabalho, nos estádios, nas clínicas, nas festas e nos eventos, nos shows, nas
universidades, nos mass mídia, etc., que detalhes chamavam a atenção do Papa
Emérito Bento XVI e do Papa Francisco, a violência, a alienação, a loucura
social, a política, a justiça, as polícias e a covardia, a saúde e a corrupção,
o trabalho, a injustiça, o cobaia humana?
CAP. 6
O cobaia humana começou a delirar e a
acreditar nas ¨vozes¨ que escutava como que ordens associadas as palavras de
uma vizinha que confirmava tudo, havia outro vizinho que confirmava tudo, e a
televisão dava bandeira demais, dava informações que o levavam a acreditar
nessas ¨vozes¨ cada vez mais, ainda mais porque sua família estava sendo usada
para se matar ou ir para a cadeia e ele sabia disso pois conhecia o enredo da
história toda, mas manipulavam a informação, só podia ser coisa de
comunicadores manipuladores da informação, dos argumentos, dos pressupostos e
dos subentendidos, isso era muito grave e o deixou muito perturbado e alterado
agravando seu estado de saúde que já não era bom e estava pior pois estava sob
efeito de medicação que causava confusão mental e indevida para ele, faziam
lavagem cerebral nele e na sua família para assassiná-los, houve uma noite em 1999 que ele testemunhou
uma jornalista da Rede Globo acreditando ser justo uma sessão de espancamento
induzido por medicação indevida e erro médico e lavagem cerebral, além de
invasão de intimidade e de privacidade, invadir a intimidade e a privacidade para
espancar é crime! O cobaia humana não aguentou e surtou ainda mais na UEL e no Hospital
Psiquiátrico Shangri-lá....
CAP. 7
Na UEL em 1999 o cobaia humana depois de
11 anos de curandeirismo e de lavagem cerebral, de tortura, de crimes contra
sua saúde e vida, contra sua liberdade e sigilo funcional ou contrato de
trabalho, ele foi até o CLCH e surtou
jogando uma pedra num armário da secretaria geral, se acalmou com uma docente
que o tratava com respeito e bem, brigou com as palavras, e foi até o CCB para
brigar com os docentes de psicanálise, mas não encontrou pessoa alguma no
departamento e foi embora, no ponto de ônibus do CCB antes do fim do expediente de
serviço quando ele já estava indo embora apareceu sua tia que queria levá-lo
para casa, mas ele estava revoltado com ela desde 1998 que fez uma proposta
pela UEL e pela Rede Globo (para matarem e chamarem de terroristas toda a sua
família, inclusive ela e suas família), e ele não foi e resolveu atacar a
Reitoria, mas no CCB uma mulher com uma criança o fez mudar de ideia e ele foi
atacar a Clínica Psicológica da UEL esmurrando a porta e chutando-a quebrando-a
e machucando sua mãe e pé direitos, não recebeu atendimento médico devido e foi
negligenciado por medo e depois surtou, semanas depois, no Hospital
Psiquiátrico Shangri-lá onde quase morreu ao ser internado perdendo a
consciência e a capacidade de respirar sendo também torturado pelos pacientes e
pela equipe médica que deixou parte dos pacientes abusarem do calçado dele
passando de pé em pé e do copo com água com medicação todo sujo para ele e não trataram dos ferimentos dele causados pela
e na UEL/Clínica Psicológica, além de não lhe darem o dinheiro que sua mãe deixou
no Hospital Psiquiátrico Shangri-lá e pediu para lhe entregar para ele se alimentar,
deixaram ele passando fome, ele era o cobaia humana.
CAP. 8
Então os artistas do Brasil e do mundo
começaram um movimento artístico musical, cinematográfico e televisivo onde o
objetivo era abusar, explorar e torturar o cobaia humana por ele ter sido e ser
uma cobaia humana, até começaram a gravar canções ¨roubadas¨ e plagiadas que o
cobaia humana compunha desde 1984 ou 1986, a intenção era fazer a Justiça do
Brasil acusar o cobaia humana de corrupto e de ladrão como dizia canção dos
Titãs, uma ofensa não somente para ele mas para todas as vítimas de corrupção,
tentativas de estupro coletivo, estupro, violência, lavagem cerebral, tortura, tráfico
de pessoas e de escravos, abuso sexual e de incapazes e violência contra os
idosos e as famílias, era um desejo insano de roubarem-lhe a vida, a mente e o
cérebro, de possuírem seu corpo e depois se desfazerem dele como usam suas
vítimas os estupradores e violentadores de pessoas virgens e indefesas, que não
tem como se defenderem de atos cruéis e bárbaros como a invasão de intimidade e
privacidade por meio da telepatia por meios ilícitos pois jamais isso foi
estudado e comprovada a eficiência e validade técnica e jurídica, já mataram
milhares de pessoas em todo o mundo depois que isso começou e o cobaia humana e
sua família eram apenas as próximas vítimas desses bárbaros.
CAP. 9
O cobaia humana sabia mais, sabia que
também eram corruptos, omissos e negligentes todos aqueles da UEL e dos mass
mídia e talvez até autoridades que conheciam os problemas dele no HURNPr e na
UEL e toda a corrupção da qual era vítima desde 1988 até 1999 de milhares de
pessoas que também perseguiram seus familiares na UEL e depois na cidade e no
país, se investigar corruptos é dever, ¨aí de você¨, como diz a canção do Zezé
di Camargo & Luciano, se não estiver investigando todo mundo na UEL, no
Estado e no mundo, corrupto, estuprador, assassino e ladrão de dados pessoais
tem de montão na vida do cobaia humana!
CAP. 10
Então o cobaia humana ganhou um trabalho
na Administração e Finanças da Universidade de sua cidade e começaram a fazer
experiências científicas com ele, primeiro o contrataram sem o avisar que ele
não teria direito a sigilo funcional, depois que não teria direito a saúde
mental e sexual, física e moral, depois que não receberia indenizações e que
não poderia processar seus inimigos do trabalho, depois que seria
ridicularizado sexualmente e moralmente por seus companheiros de trabalho com
ataques físicos, morais, sexuais, mentais e objetais como fotocópias
vergonhosas expostas mediante abuso sexual no trabalho que lhe provocou
incapacidade mental e laborial, que lhe fez perder o autodomínio e a autogestão
e a capacidade de regrar seu dia a dia já a partir de 1989 onde nesse mesmo
local de trabalho já o atacavam física, sexual, moral e mentalmente, somando um
variado número de transgressores sexuais que tentavam estuprá-lo coletivamente
na CAF/Centrocópias; pois bem, nada disto o avisaram e tudo isto aconteceu
contra ele, o cobaia humana, que perdeu mais ainda o autodomínio pois a
violência era generalizada, a todo momento o violentavam e o torturavam no
Centrocópias com pessoas que já haviam tentado estuprá-lo coletivamente e agora
o ameaçavam estuprá-lo e com outras pessoas, por exemplo, do CCB, além do CLCH,
era um horror, diziam que iam ¨comer o cú meu, que iam meter o caralho em mim,
que iam me estuprar, que iam gozar em mim, que o J. tinha ¨um¨ bem grandão,
roliço, grosso, que eu ia ver só, que o B. ia me pegar no ponto de ônibus ou no
CLCH e me levar para o motel como ele fazia com as outras crianças que ele
atacava, etc.¨ depois quando o cobaia humana foi aprovado em outro concurso e
foi trabalhar no CLCH ele encarou o estuprador B. que o ameaçava e o assediava e
também contava com a ajuda de outros funcionários para me assediar, por causa do
medo, o cobaia humana passou a ignorá-los e depois alguns funcionários onde o B.
trabalhou, como o E. e o W. o assediavam moralmente e o ridicularizavam sexualmente
falando palavras eróticas obscenas e violentas, isto a partir de 1996 como ¨tem
que meter na bucetona ou na bucetinha daquela mulher, eu comi aquela mulher e você?
Etc..¨ O W. falava isto entre 1996 e 1997 quase todas as noites, isso me constrangia
e me deixava com medo, era contra meu padrão de comportamento – ele sabia disto?
O E. me mostrou pornografia no computador da Secretaria Geral do CLCH em 1997 e
chamou o W. que ficou rindo com ele de uma cena de sexo oral entre homem e mulher,
eu não vi tudo, saí e fui embora para a minha mesa de trabalho na Secretaria Geral
do CLCH! Eu era o cobaia humana! Ora, trabalhar na CAF, na Coordenadoria de Administração
e Finanças/Centrocópias sem aviso e sem sigilo funcional é crime, pois eu tinha
que lidar com a administração e as finanças da UEL, com os documentos, com os recibos
e talões, com o dinheiro, com o material escolar dos alunos, com as provas e avaliações
escolares dos Cursos da UEL, com o Vestibular da UEL, até na CEC e no CLCH eu tinha
essa responsabilidade, violar essas informações é crime! Esse trabalho exige sigilo
funcional e segurança, até para o futuro, na aposentadoria, na demissão, na exoneração
ou num outro cargo! Esse crime exige Justiça pois hoje eu tomo muitos remédios para
o meu cérebro e corpo em função dessa violação de sigilo funcional, desse crime
contra minha saúde e vida, estou incapaz! Eu sou o cobaia humana!
CAP. 11
O cobaia humana começou a ser acusado de
pedófilo, abusador sexual, tarado, corrupto, ladrão e vacilão, depois de ter sido
atacado na UEL no trabalho por tarados que queriam estuprá-lo coletivamente no trabalho
e o atacavam sexual, moral e fisicamente torturando-o, além de escravizá-lo, foi
aí então que ele se lembrou que ele antes desses ataques não era assim, mas só depois
de muitas crises pois tudo era muito violento e inapagável, ele se lembrou que 2
anos antes esteve numa excursão do Colégio do 2º Grau em uma cachoeira de Sapopema
no Paraná onde havia uma aluna seminua e professores seminus e muitos alunos curtindo
tudo isto, e ele, o cobaia humana ficou escondido dentro do ônibus sem ir para a
cachoeira por se sentir com medo, vergonha e em pânico, com medo de ser novamente
estuprado e violentado, ficou no ônibus rezando a noite inteira até o dia seguinte
quando forma embora para Londrina. Ele não tolera imoralidade! Ele é o cobaia humana!
CAP. 12
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