domingo, 2 de outubro de 2016

NOVAS TEORIAS SOBRE AS IMAGENS DE JOHN WAYNE (2016) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.

Osny Mattanó Júnior



PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS


Especulações Sobre As Imagens de John Wayne
A Trajetória dos Heróis











02/10/2016



 ÍNDICE:
1.      Introdução
2.      Psicologia Cognitiva Transcendental Social
3.      Psicologia da Gestalt
4.      Behaviorismo
5.      Psicanálise
6.      Psicologia Analítica
7.      Psicologia Social
8.      Psicologia Escolar
9.      Psicologia Humanista
10.  Psicologia da Personalidade
11.  Cognitivismo
12.  Fenomenologia
13.  Psicologia da Espécie
14.  Psicobiologia
15.  Psicologia Sócio-interacionista
16.  Psicologia Individual
17.  Psicologia Institucional
18.  Psicologia do Trabalho
19.  Biopsicosociofilosofia
20.  Esquizoarte Perceptiva Tecnocultural
21.  Cultura Psicomanifesto Comportamental
22.  Psicofilosofia Mattanoniana
23.  Biopsicoantropologismo
24.  Movimento Psicoanalítico Cultural
25.  Psicoarte Mattanoniana
26.  Psicotradução Mattanoniana
27.  Psicologia da Vulnerabilidade
28.  Psicologia das Regras
29.  Psicologia da Sensibilidade – Movimento sensível
30.  Psicologia das Sociedades (contextualizando a Humanidade)
31.  Psicotelepatia Instrumental (Psicologia e Telepatia)
32.  Análise Tecnopsicológica
33.  Psicoarte Residual
34.  Movimento Cognitivo Mattanoniano
35.  Enfoque Contextual Biopsicosociofiloespiritual
36.  Psicologia Matemática Niilista Existencialista
37.  Niilismo Existencialista
38.  Multiculturalismo Autoclítico Biopsicosociofiloespiritualizado
39.  Dialética Morfo-Mattanoniana
40.  Psicodrama Comportamental de Mattanó
41.  Psicologia das Massas, dos Públicos e das Multidões
42.  Psicologia de Protesto
43.  Psicologia Eclética Educativa
44.  Teoria Suja da Psicanálise Psicótica Existencialista
45.  Considerações Finais






Osny Mattanó Júnior.
Professor e Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas Teorias: Epistemologias sobre as Imagens de John Wayne: a Trajetória dos Heróis.


  1. Introdução


AS IMAGENS DE JOHN WAYNE:


Nesta imagem vemos o Herói numa cena de cinema desfrutando do que não poderia ser na vida real e assim enriquecendo e aprimorando sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, sua história de vida e contextos.




Nesta cena vemos o Herói desfrutando de seu papel Heroico para desenvolver e aprimorar sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, sua história de vida e contextos.



Nesta cena vemos os Heróis juntos encenando para realizarem e enriquecerem suas Trajetórias da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, suas histórias de vida e contextos, levando-os a um aprendizado continuamente.



Nesta imagem vemos o Herói desfrutando de sua intimidade ou alegria num evento ou festa para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, sua história de vida e contextos.




Nesta imagem vemos o Herói posando para foto para divulgar ou guardar um momento de sua história de vida e contexto para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.





Nesta imagem vemos o Herói em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua vida e história de vida, de seu contexto, de sua Trajetória de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos e do que elas lhe proporcionaram e renderam como frutos e bens,



Nesta cena vemos os Heróis numa cena a fim de valorizar o cinema e a arte e essa forma de trabalho, como forma de valorizarem suas histórias de vida, contextos, Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.




Nesta cena vemos os Heróis numa cena onde o Herói se torna mais forte e valorizado, uma forma de valorizarem suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, histórias de vida e contextos, o que repercutem em suas vidas como aprendizado.

            Notamos que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, as histórias de vida e os diferentes contextos através das Imagens de John Wayne e do que elas significaram, significam e vão continuar significando no futuro, amor, aventura, trabalho, coragem, heroísmo, força, educação, amizade e poder que se centram na experiência de levar amor ao próximo através da arte e do cinema.


A Evolução ordenada e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no crescimento quanto na decadência do organismo, resultante de fatores inatos, hereditários e maturativos, como também de influências ambientais chama-se crescimento. Este crescimento não é só do organismo biológico, mas também do psicológico, social, filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do organismo químico e físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as atividades consideradas como motivos da obtenção de certos resultados, como a liberdade e as Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos para a obtenção de resultados envolvem gasto de energia que entre os seres humanos estão entregues a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e atenção gerando trabalho e produtos materiais e imateriais como a força de trabalho e a qualificação para a tarefa e o trabalho que geram Economia, incluindo bens e serviços, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema.
As descobertas da vida, inclusive através das imagens de John Wayne que
significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema levam e estão associadas a liberdade ou o que  conhecemos por liberdade que acompanha-nos desde o início de nossa vida adaptada e/ou inteligente na Terra e levam-nos ao trabalho e geram economia, saem e levam-nos a miséria, a fome, a pobreza, a caridade, ao trabalho, a exploração e a violência e aos monstros, fazem parte da vida do ser humano, seja ela, sexual, moral, física, psicológica, política, artística, social, filosófica, espiritual, afetiva, naturalística, lingüística, interpessoal, intrapessoal, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical, espacial, artificial, cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal, escolar, trabalhista, desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a adaptação leva a transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas somente adaptação. A adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas da vida. O trabalho e a economia também existem e constroem e constituem nossa memória e a pertencem aos nossos processos de adaptação fisiológica, morfológica e comportamental. Todo este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
            A Trajetória dos Heróis começa com:
      1. A concepção e o herói

            A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em relação a figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
            O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser recusada.
            O levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e  polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do planeta.


  1. O chamado pode ser recusado

É sempre possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.



  1. As forças se unem para o bem-aventurado

As forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e
a ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão a seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.



  1. A travessia: se consumir


A vida do herói possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um oceano sem limites
            As regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa e  a destruição do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem riscos, porém aqueles que tem talento, competência e coragem verão o perigo se dissipar como a água no mar.



  1. Ser engolido e consumido

Ser engolido e consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
            O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de demônios com espadas desembanhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
            Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.



  1. O caminho obtuso

Este caminho cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem sobre-humana.
            Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde depara-se com ossos de outros que sucumbiram a aventura e acaba encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
            O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a realidade.
            O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
            Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nosso sonhos.
            A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.



  1. O encontro com a deusa

A aventura do herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A
Mãe Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza do mundo visível.
            A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância a banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentiliza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo criado.
            O encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.


  1. A mulher como tentação


Agora com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do pai, ele e seu pai são um só.
            As guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
            A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente a outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do herói em sua aventura.



  1. A relação com o pai


A pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a misericórdia divina,  a poderosa força do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
            É a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e são essencialmente a mesma coisa.
            A iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
            O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
            Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas, gemidos e dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da Presença.



  1. A apoteose

No momento em que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional, do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
            Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.



  1. A última graça

O sofrimento agonizante da ultrapassagem  dos limites pessoais é a agonia do
crescimento pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.



  1. A difícil volta


Ao fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.


  1. A magia nas decisões


Se o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.



  1. O resgate sobrenatural


O herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se completos mas que na realidade não passam de frações.



  1. Os limites da volta


Os mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as pessoas comuns.



  1. Agora são dois mundos

A liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente apresentam numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
            Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.



  1. E a liberdade para se viver e ensinar a viver


O campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra. Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.


A descobertas da vida, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema associadas à liberdade constróem a memória que é adaptação comportamental como consolo e o luta ou trabalho,  que começam quando há luta, fracasso, vitória e/ou morte, geram através das batalhas desde as sociedades primatas esses sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com os hominídeos e existe até hoje com os seres humanos que se especificam pela condição de família e de eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos. Existem chimpanzés que apresentam dados que correspondem aos comportamentos de luta, consolo, fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e talvez, acredito que sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o enfrentamento físico, o consolo seria o abraço, a vitória o mando, a morte o desfalecimento e o luto o ritual (individual ou grupal), o discurso e a linguagem (comportamento verbal) de despedida. Entre o ritual, o discurso e a linguagem existe o conhecimento próprio do ser humano, codificado e decodificado por ele  mesmo. O consolo e a luta ou trabalho.  O ser humano adulto faz descobertas e é adaptado e tende a ser livre porém preso a sociedade, é inteligente e é essa inteligência adaptada ou somente adaptação que gera e mantêm a vida e a luta e o trabalho, a família, os grupos sociais, o caos, a ordem, o progresso, a civilização e a humanidade, a fraternidade e a irmandade, e até mesmo o puritanismo, fruto da indecência e que dela também depende para que o ser humano no outro se perpetre e a vida tenha um significado, um sentido e um conceito de amor a Deus e de ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o repouso geram contentamento e o bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos do sofrimento quanto a paz vinda do contentamento dependem sempre da Educação, mesmo que não haja saúde, a Educação resolve o problema com respostas claras e insights que permitam reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e global. As descobertas levam a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao repouso, geram a transcendência diante da miséria, através da caridade e do trabalho e da diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e afetivos ou sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como a sexual e a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante de uma vida Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso planeta e da vida neste planeta.
As descobertas da vida, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema na Trajetória dos Heróis mantêm a liberdade que gera adaptação e violência na maior parte das vezes, pois há lugar para ela em nosso meio consentido e que assim a aceita como felicidade e amor, família e Estado que a ampara e protege por obrigação da e à indecência política e sexual. Quem não é indecente não é gente e quem é gente não é indecente - ¨independência ou morte!¨ Ou somos inteligentes ou somos invariavelmente inteligentes – todos somos inteligentes, a relatividade está no modo de usá-la, está na adaptação, na forma como nos adaptamos, comportamentalmente, fisiologicamente e/ou morfologicamente..
            As descobertas da vida, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema constroem a  liberdade e constroem a inteligência e a memória, constroem a luta ou o trabalho e o descanso e o repouso,  a transcendência ou mesmo a adaptação durante a Trajetória dos Heróis que está na inteligência genética transcendental; na percepção e na totalidade; no comportamento e na sua relação com o meio ambiente; na interioridade do ser humano; nos complexos, na libido, no processo de individuação; na interação social; nas relações entre alunos, professores e equipe-técnica; na auto-realização; na auto-atualização; no desenvolvimento infantil e nos processos cognitivos; nos fenômenos que se apresentam a percepção; no inconsciente e no comportamento; nas relações entre fisiologia e comportamento; no desenvolvimento infantil; na motivação e na inferioridade; nas relações que ocorrem nos grupos e organizações; nas relações trabalhistas; nos movimentos e transformações biopsicosociofilosóficos; na arte descabida; na cultura comportamental e na tecnologia; no antes, durante e depois da existência e essência; na biologia psicológica antropológica; na origem da Psicologia e Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por sua vez é o das artes; nas realidades literal, residual, consciente, inconsciente, simbólica, ideal e real; na vulnerabilidade genética que se dá pelo medo; no desenvolvimento das regras: linguagem, brinquedo, sexualidade, social, novidades, moral, psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências, desejo, neurológicas, consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na sensibilidade, sentir e decifrar sensações; na cultura que molda a personalidade; na hipótese da telepatia e do sofrimento oriundo dela; na análise tecnopsicológica ou instrumental tecnológico; no novo psico-residual; nos estágios cognitivos mattanonianos; na noção de que você é você e o contexto e não a biologia, a psicologia, a sociologia, a filosofia, ou a espiritualidade; na negação e na afirmação de verdades; no multiculturalismo que tudo desconstrói e constrói a todo momento de modo autoclítico; na semelhante valorização das faces da moeda na dialética morfo-mattanoniana; na passagem do ato contextualizando-o dramaticamente; no ecletismo social reunindo diferentes teorias para o encontro social e a socialização; no estudo do que for protestável; no formação de conhecedores e ¨xamãs¨ para a paz e a Democracia, Justiça e sentimento de religiosidade; na função do pensamento que é fazer existir e fazer não existir, etc.,  a indecência luta pela independência e pela sua morte, produz sentimentos conflituosos e ambíguos, vive de máscaras e papéis desempenhados e prescritos, é a sombra, é a miséria, é a falta, é a marca, é a vida e sua organização que a quase todo momento se descortina como indecente e não-reveladora, pois produz medo, vergonha, humilhação e violência como o bullying – é o terror, primeiro, pelo não-terror, e depois pelo terror. As descobertas da vida propiciam  liberdade que gera adaptação e produz tanto lutas e trabalho quanto paz, descanso e repouso depende da Educação e do aprendizado, ou seja, das regras que aprendemos, da liberdade, do que adquirimos na família, na escola, na Igreja, no trabalho, na afetividade, nos nossos relacionamentos, etc., na nossa Trajetória e na Trajetória dos Heróis, devemos sim, é estar adaptados e prontos para continuar adaptados, senão nos desadaptamos e poderemos causar guerras, mortes e violência moral, sexual, psíquica, física, social, econômica, trabalhista, política ou até bullying e terror!
A Trajetória dos Heróis começa na concepção e continua com a vida do Herói e vai até a liberdade para se viver e ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a liberdade é fruto das descobertas ou existe em função das descobertas da vida, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema, a liberdade existe graças as lutas e ao trabalho que exigem descanso e repouso, a liberdade atinge-nos como liberdade para escolhermos o nosso trabalho, o trabalho é livre, trabalho não é só emprego, é uma coisa indefinida, não pode ser definido ou totalmente controlado, é amigo da dispersão e do sofrimento, este que nos definiu como corpo e mente, comportamento, e modos de relação social, a indecência é o niilismo existencial como as inteligências que compreendemos e lidamos uma(s) com a(s) outra(s) para lidarmos com a indecência de nossas vidas pobres, podres, ricas, criminosas, delinqüentes e ensimesmadas, para lidarmos com a indecência criamos compensações e até supercompensações que dão ordem aos padrões atuais de vida, ou ao momento sócio-histórico, ou até mesmo, contextual, porém a indecência não depende do contexto mas pode ser dessensibilizada e reinterpretada de acordo com o modelo de distanciamento compreensivo dela mesma em relação ao ser humano. A indecência é indecente seja qual for o contexto? Não! De acordo com a informação e não de acordo único com a sua auto-produção que agora deixa de ser auto-reguladora instintivamente, nossos comportamentos permitem-nos reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas vidas particulares e sociais com um novo significado, sentido e conceito contextuais que se transformam, mas não mais transformam o ser humano após a última transformação, a da dessensibilização contextual, onde a indecência não incomoda e não transforma mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à fome, ao abrigo, ao novo, ao frio, ao calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, ao amor e a pertinência, a realização ou a individuação. O velho xamã ainda existe e agora sua mensagem é contextual, o processo de individuação leva a contextualização com significado e sentido únicos e individuais, e um conceito partilhado coletivamente também contextualizado em cada momento sócio-histórico que não dominam mais o ser humano e deixam de ter poder literal, controlador ou de razões para isto ou aquilo – é o desenvolvimento da indecência já que dependemos do sexo, e o sexo é indecente! A indecência também atinge a luta e o trabalho, os ritos e a Trajetória da Vida e a Trajetória dos Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio, o calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, o amor e a pertinência, a realização e a individuação são indecentes por terem um fundo de falta, desejo e marca! Para vivermos em meio a estes eventos necessitamos de Heróis! Os Heróis podem estar escondidos em nosso interior! Indecência ou morte filogenética, ontogenética e cultural! Podemos ser mais inteligentes ou menos inteligentes se também aprendermos os mecanismos de dessensibilização da inteligência mas nunca faremos a dessensibilização da adaptação, ela jamais cessa, jamais se esgota, jamais entra em extinção, como método de não-aprisonamento, de liberdade, de descobertas,  intelectual, sexual, moral, mental, social, público, físico, etc., para a nossa libertação e liberdade, já que não precisamos de exércitos mas sim de homens livres e felizes libertados do aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra e conflito – isto pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar aprisionado e acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente! Precisamos viver o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e falecer, destruindo a própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a concepção somos indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em Evolução, o que somos hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não somos hoje! Não conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a Adaptação, não conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou adaptativos por causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou facilita, induz a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao sofrimento e as doenças.
Segundo a Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade que é mobilidade, eu concordo com  isto pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim  da habilidade e da mobilidade diante de problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo dia-a-dia, pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e a adaptação é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre, libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A transcendência é pura liberdade, é pura adaptação, depende das descobertas da vida, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema, não depende da inteligência e nem da memória mas sim da capacidade do organismo de se adaptar e processar informações a seu favor maximizando sua existência e suas essências também a favor de sua espécie, assim a transcendência depende da adaptação em primeiro lugar e para entende-la temos a nosso favor como instrumento a linguagem e a inteligência, ela, a transcendência, vem da miséria, da caridade e do trabalho do homem e só existe pois podemos nomeá-la de ¨transcendência¨, fato que os outros seres vivos não conseguem! A transcendência depende de ritos e de nossa vida e da Trajetória dos Heróis! A transcendência vem do trabalho e da luta, do descanso e do repouso que reabilitam o homem para uma nova jornada e carga de trabalho para a produção de bens e de serviços e de economia que afeta também os processos da globalização da economia, da tecnologia, da informação, por exemplo.  Assim a transcendência vem de nossas misérias, de nosso não entendimento e não assimilação de nossas descobertas,  através da adaptação fisiológica, morfológica e comportamental gerando caridade e trabalho como também economia, informação, tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e guerras, devemos transcender e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos educando as pessoas e os povos de modo a combater o abuso, a exploração, a violência, os crimes e as guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos transcender e a Educação tudo resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva ao renascimento, seja ele interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de re-encarnação, falamos de Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da Eternidade, o Amor é Eterno e possui vários deuses e uma Santíssima e Augustíssima Trindade, Santos, Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor também pode  ser eterno enquanto durar, ele pode ser passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e Augustíssima Trindade ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria e continuar eterno propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos então da liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos do mal e de nós mesmos, de nosso interior de uns dos outros, de nossos conflitos e de nossos pecados, do nosso sofrimento e de nossas doenças, de tudo que castra e tira-nos a liberdade. Falamos da liberdade diante de nossas descobertas da vida e da adaptação, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema – falamos da Trajetória dos Heróis.
De acordo com os princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles: atenção, discriminação, controle instrucional e ordem, posso teorizar que através das Teorias de Distanciamento Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para o descanso e repouso ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas descobertas e diante de nossas escolhas e procedimentos, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema, lidando com ritos e a Trajetória dos Heróis e a própria vida e o contexto diante das regras oriundas da literalidade, das razões e do controle, acrescento que as regras que são contingências do tipo ¨se isto..., então aquilo...¨, podem interferir de acordo com novas regras contextuais e autoclíticas que levem o comportamento verbal do falante a reflexão e reorganização ou reordenação do tipo: o que era discriminação eu posso ter agora consciência que aprendi com meus repertórios básicos do comportamento que é imitação, ou o que era imitação é atenção, ou o que era controle instrucional é ordem e atenção, ou o que é atenção é atenção e discriminação, etc., invariavelmente gerando liberdade diante do contexto, das regras contextuais deixando de se apegar a literalidade, as razões e ao controle, mas sim ao contexto propiciando liberdade, insight e saúde psicológica, bem-estar através das regras agora, também, autoclíticas! O comportamento verbal do falante levado a reflexão e reorganização ou reordenação com novas regras contextuais e autoclíticas deve-se funcionalmente ao Episódio Verbal Incompleto e ao Episódio Verbal Completo Mattanonianos. No Episódio Verbal Incompleto atribuiremos novos significados, novos sentidos e novos conceitos invariavelmente as palavras; e no Episódio Verbal Completo poderão emergir respostas novas em meio as conceituais e invariáveis e jamais invertidas, trocadas e/ou aglutinadas nos jogos de linguagens, por exemplo, assim conhecidas literalmente quanto a seu significado, sentido e conceito neste Episódio Verbal Completo, havendo mútuo entendimento na comunicação entre emissor e decodificador, o que não ocorre no caso do Episódio Verbal Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como Inteligência Artificial ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto as nossas descobertas da vida e a  liberdade: as nossas descobertas da vida e a liberdade creio estar associada ao poder da Educação que dissolve a ignorância e o não saber que os detêm aprisionando-nos no passado infantil e desconhecido sem marcharmos para o futuro e para o avanço e progresso da humanidade e das ciências, aqui está a liberdade, neste contexto ou no contexto sócio-educacional em que estamos inseridos atualmente e onde desenvolvemos nossos trabalhos como os científicos, a ciência pode gerar liberdade através do conhecimento e de seus trabalhos humanitários e progressistas – O Episódio Verbal Completo é exemplo de uma sociedade mais avançada, mais educada, mais técnica e culta – o que gera bem-estar e assertividade? O Episódio Verbal Completo ou o Episódio Verbal Incompleto? A Adaptação depende de qual Episódio Verbal para ser obtida com sucesso? Seja a Adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental? Qual Episódio Verbal, Completo ou Incompleto assegura uma boa Adaptação e assim a perpetuação de nossa espécie? Qual Episódio Verbal é mais importante para assegurar a boa filogênese, a boa ontogênese e a boa cultura? Qual assegura verdadeiramente e seguramente a vida? O Episódio Verbal Incompleto ou o Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade? No contexto sócio-educativo e no trabalho das ciências, por exemplo, também há liberdade por meio das artes e das religiões, da espiritualidade, no descanso e no repouso, na luta e no trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos Heróis. A liberdade depende de nossas descobertas e de  todos estes fatores para ser criada, mantida, usufruída, modificada, transformada e mortificada, senão sê-la renascida num processo cíclico mítico-ritual primitivo, espiritual,  epistemológico, artístico, científico, humano contemporâneo pois somos humanos devido a liberdade! Somos filogeneticamente descobridores e livres! Somos ontogeneticamente descobridores e  livres! E somos culturalmente descobridores e livres! Nossa origem e nossa natureza são de descobridores e livres e rumam para a contínua marcha de descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda não estamos preparados o suficientemente o bastante para sermos livres e lidarmos com toda essa liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma nossa natureza de descobridores pois somos inventivos e destrutivos e auto-destrutivos, por isso nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso nos destruímos e destruímos aos outros! Devemos buscar novas descobertas em nossas vidas e das vidas e melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente,  e devemos melhorar nossa conduta de liberdade pública sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e sem nos prejudicarmos também naturalisticamente, ecologicamente e biologicamente! Não precisamos de homens presos e de exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou de grades para nossos antepassados,  precisamos de homens livres! Precisamos de uma Humanidade Santa! Deus nos deu a liberdade! E agora sabemos disto! Podemos tê-la, depende de nós! Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados, frutos de nossos ritos como os de iniciação e de passagem, frutos da Trajetória da vida e da Trajetória dos Heróis.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Amanhã seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós – já somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema! Devido a como evolui e é meu corpo e meu cérebro!
Toda a riqueza de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e repouso, férias, recompensas pelo trabalho e pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos, profissões e aprendizes, ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema depende de nossa história filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo, depende da Evolução de nossa espécie, de cada indivíduo e da sociedade, do espírito, da vida e do cosmos, Evoluir é se deixar aprender e viver!
Evoluir é experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente, inclusive através das imagens de John Wayne que significam um modelo e experiência artística de levar amor ao próximo através do cinema!



(Osny Mattanó Júnior – 02/10/2016).




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