Osny Mattanó Júnior
PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS
Especulações Sobre As Imagens de Elizabeth Taylor
A Trajetória dos Heróis
02/10/2016
ÍNDICE:
1. Introdução
2. Psicologia Cognitiva Transcendental Social
3. Psicologia da Gestalt
4. Behaviorismo
5. Psicanálise
6. Psicologia Analítica
7. Psicologia Social
8. Psicologia Escolar
9. Psicologia Humanista
10. Psicologia da Personalidade
11. Cognitivismo
12. Fenomenologia
13. Psicologia da Espécie
14. Psicobiologia
15. Psicologia Sócio-interacionista
16. Psicologia Individual
17. Psicologia Institucional
18. Psicologia do Trabalho
19. Biopsicosociofilosofia
20. Esquizoarte Perceptiva Tecnocultural
21. Cultura Psicomanifesto Comportamental
22. Psicofilosofia Mattanoniana
23. Biopsicoantropologismo
24. Movimento Psicoanalítico Cultural
25. Psicoarte Mattanoniana
26. Psicotradução Mattanoniana
27. Psicologia da Vulnerabilidade
28. Psicologia das Regras
29. Psicologia da Sensibilidade – Movimento
sensível
30. Psicologia das Sociedades (contextualizando
a Humanidade)
31. Psicotelepatia Instrumental (Psicologia e
Telepatia)
32. Análise Tecnopsicológica
33. Psicoarte Residual
34. Movimento Cognitivo Mattanoniano
35. Enfoque Contextual
Biopsicosociofiloespiritual
36. Psicologia Matemática Niilista
Existencialista
37. Niilismo Existencialista
38. Multiculturalismo Autoclítico
Biopsicosociofiloespiritualizado
39. Dialética Morfo-Mattanoniana
40. Psicodrama Comportamental de Mattanó
41. Psicologia das Massas, dos Públicos e das
Multidões
42. Psicologia de Protesto
43. Psicologia Eclética Educativa
44. Teoria Suja da Psicanálise Psicótica
Existencialista
45. Considerações Finais
Osny Mattanó
Júnior.
Professor e
Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas Teorias:
Epistemologias sobre as Imagens de Elizabeth Taylor: a Trajetória dos Heróis.
- Introdução
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:
Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.
Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.
Nesta cena vemos a Heroína
desfrutando de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico
capaz de revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, para sua história
de vida e contextos.
Nesta cena vemos a jovem Heroína
encenando seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e
contexto, sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.
Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.
Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.
Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.
Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
A Evolução
ordenada e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no crescimento quanto na
decadência do organismo, resultante de fatores inatos, hereditários e
maturativos, como também de influências ambientais chama-se crescimento. Este
crescimento não é só do organismo biológico, mas também do psicológico, social,
filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do organismo químico e
físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as atividades consideradas
como motivos da obtenção de certos resultados, como a liberdade e as
Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos para a obtenção de
resultados envolvem gasto de energia que entre os seres humanos estão entregues
a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e atenção gerando trabalho e
produtos materiais e imateriais como a força de trabalho e a qualificação para
a tarefa e o trabalho que geram Economia, incluindo bens e serviços, inclusive
as imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo
em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo.
As descobertas da vida, inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo levam e estão associadas a liberdade ou o que conhecemos por liberdade que acompanha-nos
desde o início de nossa vida adaptada e/ou inteligente na Terra e levam-nos ao
trabalho e geram economia, saem e levam-nos a miséria, a fome, a pobreza, a
caridade, ao trabalho, a exploração e a violência e aos monstros, fazem parte
da vida do ser humano, seja ela, sexual, moral, física, psicológica, política,
artística, social, filosófica, espiritual, afetiva, naturalística, lingüística,
interpessoal, intrapessoal, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical,
espacial, artificial, cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal,
escolar, trabalhista, desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a
adaptação leva a transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas
somente adaptação. A adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas
da vida. O trabalho e a economia também existem e constroem e constituem nossa
memória e a pertencem aos nossos processos de adaptação fisiológica,
morfológica e comportamental. Todo este percurso obedece a um caminho, a
Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se
viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A
concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em
relação a figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo
momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
O
mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo
desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha
um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o
processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser
recusada.
O
levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o
poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se
como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior
das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou
um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros
fluidos e polimorfos, tormentos
inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser
cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente
benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de
todos os cantos do planeta.
- O chamado pode ser recusado
É sempre
possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos frequência em mitos. A recusa
transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um
deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua
casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para
si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da
proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e
vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com
sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da
infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com
medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento
para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que
outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
- As forças se unem para o bem-aventurado
As forças se
unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e
a ele será entregue amuletos e
objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a
jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem eventos
e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos de poder
ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o próprio
destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário será o
seu coração e todas as formas do inconsciente estarão a seu favor, nenhuma
força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.
- A travessia: se consumir
A vida do herói
possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará sua força para ir além
dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um
oceano sem limites
As
regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto,
selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A
energia sexual incestuosa e a destruição
do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da
floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento
como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa
durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura
está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido
do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com
elas envolvem riscos, porém aqueles que tem talento, competência e coragem
verão o perigo se dissipar como a água no mar.
- Ser engolido e consumido
Ser engolido e
consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do limiar mágico, uma
esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o
herói é assim lançado no desconhecido.
O
desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será
revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no
ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e
nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de
demônios com espadas desembanhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são
guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem
incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São
encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os
limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram
uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa
para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da
baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não
pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao
ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada
teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá
para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.
- O caminho obtuso
Este caminho
cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e com este evento ele deve
sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por
conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia
encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem
sobre-humana.
Em
seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade,
percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde depara-se com
ossos de outros que sucumbiram a aventura e acaba encontrando uma abertura na
terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem
diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do
Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a
habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas
oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
O
herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade
comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a
realidade.
O
segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos
são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas
transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou
transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os
perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar
sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito
efetiva, são eles revivificados em nosso sonhos.
A
terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de
vitórias preliminares ou êxtase.
- O encontro com a deusa
A aventura do
herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A
Mãe Universal imputa ao cosmo a
presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já
que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com
relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também
numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem
arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza
do mundo visível.
A
mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O
herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta
iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela jamais
pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue
compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o
prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A
mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância a
banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder
considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentiliza e
segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo
criado.
O
encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a
própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
- A mulher como tentação
Agora com o
casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do pai, ele e seu pai são um
só.
As
guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do
psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada
após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os
primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de
horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A
dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas
concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos
esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da
célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de
nós, pertencem desagradavelmente a outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando
percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de
frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande
símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do
herói em sua aventura.
- A relação com o pai
A pura Vontade
de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a misericórdia
divina, a poderosa força do Espírito de
Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é
protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de
Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais
dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a
flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
É
a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela
magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se
então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e são essencialmente a mesma
coisa.
A
iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e
prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional
com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e
representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai
agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de
porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma
experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em
paz no entendimento da revelação do ser.
O
problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num
grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas
tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O
herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio,
ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e compreende,
e assim os dois entram em sintonia.
Para
o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da
provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas,
gemidos e dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da
Presença.
- A apoteose
No momento em
que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional, do mundo, dos arquétipos,
compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz
e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em
demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um
símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles
que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.
- A última graça
O sofrimento
agonizante da ultrapassagem dos limites
pessoais é a agonia do
crescimento pessoal. A arte, a
literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos
destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a
alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar
limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele
convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a
esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as
experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção
do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são
crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério
inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.
- A difícil volta
Ao fim da busca
do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando com seu troféu
transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e
transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou
feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da
comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
- A magia nas decisões
Se o herói em
seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração da sociedade sua
aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural,
contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado
dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não
aceitação e fuga é encarada através da magia.
- O resgate sobrenatural
O herói pode ser
resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que vai ao seu encontro para
recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará
para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a
aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno
que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda
externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que
penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se
completos mas que na realidade não passam de frações.
- Os limites da volta
Os mundos,
divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As aventuras do herói se
passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa
sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma
do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os
dragões em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência
enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser
eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as
pessoas comuns.
- Agora são dois mundos
A liberdade de
ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente apresentam numa única
imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a ser
contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por
vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras
vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras
insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
O campo de
batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra. Somos passageiros dos
fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o
patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.
A descobertas da vida, inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo associadas à liberdade constróem a memória que é adaptação
comportamental como consolo e o luta ou trabalho, que começam quando há luta, fracasso, vitória
e/ou morte, geram através das batalhas desde as sociedades primatas esses
sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com os hominídeos e existe
até hoje com os seres humanos que se especificam pela condição de família e de
eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos. Existem chimpanzés que
apresentam dados que correspondem aos comportamentos de luta, consolo,
fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e talvez, acredito que
sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o enfrentamento físico, o consolo
seria o abraço, a vitória o mando, a morte o desfalecimento e o luto o ritual
(individual ou grupal), o discurso e a linguagem (comportamento verbal) de
despedida. Entre o ritual, o discurso e a linguagem existe o conhecimento
próprio do ser humano, codificado e decodificado por ele mesmo. O consolo e a luta ou trabalho. O ser humano adulto faz descobertas e é adaptado
e tende a ser livre porém preso a sociedade, é inteligente e é essa
inteligência adaptada ou somente adaptação que gera e mantêm a vida e a luta e
o trabalho, a família, os grupos sociais, o caos, a ordem, o progresso, a
civilização e a humanidade, a fraternidade e a irmandade, e até mesmo o
puritanismo, fruto da indecência e que dela também depende para que o ser
humano no outro se perpetre e a vida tenha um significado, um sentido e um
conceito de amor a Deus e de ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o repouso geram
contentamento e o bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos do sofrimento
quanto a paz vinda do contentamento dependem sempre da Educação, mesmo que não
haja saúde, a Educação resolve o problema com respostas claras e insights que
permitam reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e global. As
descobertas levam a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao repouso,
geram a transcendência diante da miséria, através da caridade e do trabalho e
da diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e afetivos ou
sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como a sexual e
a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante de uma vida
Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso planeta e da
vida neste planeta.
As descobertas da vida, inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo na Trajetória dos Heróis mantêm a liberdade que gera adaptação e violência
na maior parte das vezes, pois há lugar para ela em nosso meio consentido e que
assim a aceita como felicidade e amor, família e Estado que a ampara e protege
por obrigação da e à indecência política e sexual. Quem não é indecente não é
gente e quem é gente não é indecente - ¨independência ou morte!¨ Ou somos
inteligentes ou somos invariavelmente inteligentes – todos somos inteligentes,
a relatividade está no modo de usá-la, está na adaptação, na forma como nos
adaptamos, comportamentalmente, fisiologicamente e/ou morfologicamente..
As descobertas da vida,
inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo, constroem a liberdade e constroem
a inteligência e a memória, constroem a luta ou o trabalho e o descanso e o repouso, a transcendência ou mesmo a adaptação durante
a Trajetória dos Heróis que está na inteligência genética transcendental; na
percepção e na totalidade; no comportamento e na sua relação com o meio
ambiente; na interioridade do ser humano; nos complexos, na libido, no processo
de individuação; na interação social; nas relações entre alunos, professores e
equipe-técnica; na auto-realização; na auto-atualização; no desenvolvimento
infantil e nos processos cognitivos; nos fenômenos que se apresentam a percepção;
no inconsciente e no comportamento; nas relações entre fisiologia e
comportamento; no desenvolvimento infantil; na motivação e na inferioridade;
nas relações que ocorrem nos grupos e organizações; nas relações trabalhistas;
nos movimentos e transformações biopsicosociofilosóficos; na arte descabida; na
cultura comportamental e na tecnologia; no antes, durante e depois da
existência e essência; na biologia psicológica antropológica; na origem da
Psicologia e Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por sua vez é
o das artes; nas realidades literal, residual, consciente, inconsciente,
simbólica, ideal e real; na vulnerabilidade genética que se dá pelo medo; no
desenvolvimento das regras: linguagem, brinquedo, sexualidade, social, novidades,
moral, psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências, desejo, neurológicas,
consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na sensibilidade, sentir e
decifrar sensações; na cultura que molda a personalidade; na hipótese da
telepatia e do sofrimento oriundo dela; na análise tecnopsicológica ou
instrumental tecnológico; no novo psico-residual; nos estágios cognitivos
mattanonianos; na noção de que você é você e o contexto e não a biologia, a
psicologia, a sociologia, a filosofia, ou a espiritualidade; na negação e na
afirmação de verdades; no multiculturalismo que tudo desconstrói e constrói a
todo momento de modo autoclítico; na semelhante valorização das faces da moeda
na dialética morfo-mattanoniana; na passagem do ato contextualizando-o
dramaticamente; no ecletismo social reunindo diferentes teorias para o encontro
social e a socialização; no estudo do que for protestável; no formação de
conhecedores e ¨xamãs¨ para a paz e a Democracia, Justiça e sentimento de
religiosidade; na função do pensamento que é fazer existir e fazer não existir,
etc., a indecência luta pela
independência e pela sua morte, produz sentimentos conflituosos e ambíguos,
vive de máscaras e papéis desempenhados e prescritos, é a sombra, é a miséria,
é a falta, é a marca, é a vida e sua organização que a quase todo momento se
descortina como indecente e não-reveladora, pois produz medo, vergonha,
humilhação e violência como o bullying – é o terror, primeiro, pelo não-terror,
e depois pelo terror. As descobertas da vida propiciam liberdade que gera adaptação e produz tanto lutas
e trabalho quanto paz, descanso e repouso depende da Educação e do aprendizado,
ou seja, das regras que aprendemos, da liberdade, do que adquirimos na família,
na escola, na Igreja, no trabalho, na afetividade, nos nossos relacionamentos, etc.,
na nossa Trajetória e na Trajetória dos Heróis, devemos sim, é estar adaptados
e prontos para continuar adaptados, senão nos desadaptamos e poderemos causar
guerras, mortes e violência moral, sexual, psíquica, física, social, econômica,
trabalhista, política ou até bullying e terror!
A Trajetória dos Heróis começa na concepção e continua com a vida do
Herói e
vai até a liberdade para se viver e
ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a liberdade é fruto das descobertas
ou existe em função das descobertas da vida, inclusive as imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, a liberdade existe graças
as lutas e ao trabalho que exigem descanso e repouso, a liberdade atinge-nos
como liberdade para escolhermos o nosso trabalho, o trabalho é livre, trabalho
não é só emprego, é uma coisa indefinida, não pode ser definido ou totalmente
controlado, é amigo da dispersão e do sofrimento, este que nos definiu como
corpo e mente, comportamento, e modos de relação social, a indecência é o
niilismo existencial como as inteligências que compreendemos e lidamos uma(s)
com a(s) outra(s) para lidarmos com a indecência de nossas vidas pobres,
podres, ricas, criminosas, delinqüentes e ensimesmadas, para lidarmos com a
indecência criamos compensações e até supercompensações que dão ordem aos
padrões atuais de vida, ou ao momento sócio-histórico, ou até mesmo,
contextual, porém a indecência não depende do contexto mas pode ser
dessensibilizada e reinterpretada de acordo com o modelo de distanciamento
compreensivo dela mesma em relação ao ser humano. A indecência é indecente seja
qual for o contexto? Não! De acordo com a informação e não de acordo único com
a sua auto-produção que agora deixa de ser auto-reguladora instintivamente,
nossos comportamentos permitem-nos reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas
vidas particulares e sociais com um novo significado, sentido e conceito
contextuais que se transformam, mas não mais transformam o ser humano após a
última transformação, a da dessensibilização contextual, onde a indecência não
incomoda e não transforma mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à
fome, ao abrigo, ao novo, ao frio, ao calor, a segurança, a proteção, a
liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, ao amor e a pertinência, a
realização ou a individuação. O velho xamã ainda existe e agora sua mensagem é
contextual, o processo de individuação leva a contextualização com significado
e sentido únicos e individuais, e um conceito partilhado coletivamente também
contextualizado em cada momento sócio-histórico que não dominam mais o ser
humano e deixam de ter poder literal, controlador ou de razões para isto ou
aquilo – é o desenvolvimento da indecência já que dependemos do sexo, e o sexo
é indecente! A indecência também atinge a luta e o trabalho, os ritos e a
Trajetória da Vida e a Trajetória dos Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio,
o calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e da
ansiedade, o amor e a pertinência, a realização e a individuação são indecentes
por terem um fundo de falta, desejo e marca! Para vivermos em meio a estes
eventos necessitamos de Heróis! Os Heróis podem estar escondidos em nosso
interior! Indecência ou morte filogenética, ontogenética e cultural! Podemos
ser mais inteligentes ou menos inteligentes se também aprendermos os mecanismos
de dessensibilização da inteligência mas nunca faremos a dessensibilização da
adaptação, ela jamais cessa, jamais se esgota, jamais entra em extinção, como
método de não-aprisonamento, de liberdade, de descobertas, intelectual, sexual, moral, mental, social,
público, físico, etc., para a nossa libertação e liberdade, já que não
precisamos de exércitos mas sim de homens livres e felizes libertados do
aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra e conflito – isto
pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar aprisionado e
acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente! Precisamos viver
o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e falecer, destruindo a
própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a concepção somos
indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em Evolução, o que
somos hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não somos hoje! Não
conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a Adaptação, não
conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou adaptativos por
causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou facilita, induz
a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao sofrimento e as
doenças.
Segundo a
Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade
que é mobilidade, eu concordo com isto
pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio
diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver
problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem
ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é
liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim da habilidade e da mobilidade diante de
problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo
dia-a-dia, pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e
a adaptação é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e
socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre,
libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e
ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A transcendência é pura liberdade, é pura adaptação, depende das
descobertas da
vida, inclusive as imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, não depende da
inteligência e nem da memória mas sim da capacidade do organismo de se adaptar
e processar informações a seu favor maximizando sua existência e suas essências
também a favor de sua espécie, assim a transcendência depende da adaptação em
primeiro lugar e para entende-la temos a nosso favor como instrumento a
linguagem e a inteligência, ela, a transcendência, vem da miséria, da caridade
e do trabalho do homem e só existe pois podemos nomeá-la de ¨transcendência¨,
fato que os outros seres vivos não conseguem! A transcendência depende de ritos
e de nossa vida e da Trajetória dos Heróis! A transcendência vem do trabalho e
da luta, do descanso e do repouso que reabilitam o homem para uma nova jornada
e carga de trabalho para a produção de bens e de serviços e de economia que
afeta também os processos da globalização da economia, da tecnologia, da
informação, por exemplo. Assim a
transcendência vem de nossas misérias, de nosso não entendimento e não
assimilação de nossas descobertas, através da adaptação fisiológica, morfológica
e comportamental gerando caridade e trabalho como também economia, informação,
tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e guerras, devemos transcender
e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos educando as pessoas e os
povos de modo a combater o abuso, a exploração, a violência, os crimes e as
guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos transcender e a Educação tudo
resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva ao renascimento, seja ele
interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de re-encarnação, falamos de
Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da Eternidade, o Amor é Eterno e
possui vários deuses e uma Santíssima e Augustíssima Trindade, Santos,
Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor também pode ser eterno enquanto durar, ele pode ser
passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e Augustíssima Trindade
ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria e continuar eterno
propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos então da liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos
do mal
e de nós mesmos, de nosso interior
de uns dos outros, de nossos conflitos e de nossos pecados, do nosso sofrimento
e de nossas doenças, de tudo que castra e tira-nos a liberdade. Falamos da
liberdade diante de nossas descobertas da vida e da adaptação, inclusive as
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo –
falamos da Trajetória dos Heróis.
De acordo com os princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles:
atenção, discriminação, controle
instrucional e ordem, posso teorizar que através das Teorias de Distanciamento
Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para o descanso e repouso
ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas descobertas e diante de
nossas escolhas e procedimentos, inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que
se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, lidando com ritos e a Trajetória
dos Heróis e a própria vida e o contexto diante das regras oriundas da literalidade,
das razões e do controle, acrescento que as regras que são contingências do
tipo ¨se isto..., então aquilo...¨, podem interferir de acordo com novas regras
contextuais e autoclíticas que levem o comportamento verbal do falante a
reflexão e reorganização ou reordenação do tipo: o que era discriminação eu
posso ter agora consciência que aprendi com meus repertórios básicos do
comportamento que é imitação, ou o que era imitação é atenção, ou o que era
controle instrucional é ordem e atenção, ou o que é atenção é atenção e
discriminação, etc., invariavelmente gerando liberdade diante do contexto, das
regras contextuais deixando de se apegar a literalidade, as razões e ao
controle, mas sim ao contexto propiciando liberdade, insight e saúde psicológica,
bem-estar através das regras agora, também, autoclíticas! O comportamento
verbal do falante levado a reflexão e reorganização ou reordenação com novas
regras contextuais e autoclíticas deve-se funcionalmente ao Episódio Verbal
Incompleto e ao Episódio Verbal Completo Mattanonianos. No Episódio Verbal
Incompleto atribuiremos novos significados, novos sentidos e novos conceitos
invariavelmente as palavras; e no Episódio Verbal Completo poderão emergir
respostas novas em meio as conceituais e invariáveis e jamais invertidas,
trocadas e/ou aglutinadas nos jogos de linguagens, por exemplo, assim
conhecidas literalmente quanto a seu significado, sentido e conceito neste
Episódio Verbal Completo, havendo mútuo entendimento na comunicação entre
emissor e decodificador, o que não ocorre no caso do Episódio Verbal
Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como Inteligência Artificial
ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto as nossas descobertas da
vida e a liberdade: as nossas
descobertas da vida e a liberdade creio estar associada ao poder da Educação
que dissolve a ignorância e o não saber que os detêm aprisionando-nos no
passado infantil e desconhecido sem marcharmos para o futuro e para o avanço e
progresso da humanidade e das ciências, aqui está a liberdade, neste contexto
ou no contexto sócio-educacional em que estamos inseridos atualmente e onde
desenvolvemos nossos trabalhos como os científicos, a ciência pode gerar
liberdade através do conhecimento e de seus trabalhos humanitários e progressistas
– O Episódio Verbal Completo é exemplo de uma sociedade mais avançada, mais
educada, mais técnica e culta – o que gera bem-estar e assertividade? O
Episódio Verbal Completo ou o Episódio Verbal Incompleto? A Adaptação depende
de qual Episódio Verbal para ser obtida com sucesso? Seja a Adaptação
fisiológica, morfológica e/ou comportamental? Qual Episódio Verbal, Completo ou
Incompleto assegura uma boa Adaptação e assim a perpetuação de nossa espécie?
Qual Episódio Verbal é mais importante para assegurar a boa filogênese, a boa
ontogênese e a boa cultura? Qual assegura verdadeiramente e seguramente a vida?
O Episódio Verbal Incompleto ou o Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade?
No contexto sócio-educativo e no trabalho das ciências, por exemplo, também há
liberdade por meio das artes e das religiões, da espiritualidade, no descanso e
no repouso, na luta e no trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos
Heróis. A liberdade depende de nossas descobertas e de todos estes fatores para ser criada, mantida,
usufruída, modificada, transformada e mortificada, senão sê-la renascida num
processo cíclico mítico-ritual primitivo, espiritual, epistemológico, artístico, científico, humano
contemporâneo pois somos humanos devido a liberdade! Somos filogeneticamente descobridores
e livres! Somos ontogeneticamente descobridores e livres! E somos culturalmente descobridores e
livres! Nossa origem e nossa natureza são de descobridores e livres e rumam
para a contínua marcha de descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda
não estamos preparados o suficientemente o bastante para sermos livres e
lidarmos com toda essa liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma
nossa natureza de descobridores pois somos inventivos e destrutivos e auto-destrutivos,
por isso nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso nos destruímos e
destruímos aos outros! Devemos buscar novas descobertas em nossas vidas e das
vidas e melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem nos prejudicarmos
moralmente, sexualmente e fisicamente, e
devemos melhorar nossa conduta de liberdade pública sem nos prejudicarmos
moralmente, sexualmente e fisicamente, e sem nos prejudicarmos também
naturalisticamente, ecologicamente e biologicamente! Não precisamos de homens
presos e de exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou de grades para nossos
antepassados, precisamos de homens
livres! Precisamos de uma Humanidade Santa! Deus nos deu a liberdade! E agora
sabemos disto! Podemos tê-la, depende de nós! Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados, frutos de nossos ritos como os de iniciação
e de passagem, frutos da Trajetória da vida e da Trajetória dos Heróis..
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e
foram para nós hoje e agora, se
descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a
pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Amanhã
seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós – já
somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus
pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive as imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo! Devido a como
evolui e é meu corpo e meu cérebro!
Toda a riqueza de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e
repouso,
férias, recompensas pelo trabalho e
pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos, profissões e aprendizes,
ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive as imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo depende de nossa história
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual,da vida e do universo, depende
da Evolução de nossa espécie, de cada indivíduo e da sociedade, do espírito, da
vida e do cosmos, Evoluir é se deixar
aprender e viver!
Evoluir é experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente,
inclusive as
imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo!
(Osny Mattanó Júnior – 02/10/2016).
1. Psicologia
Cognitiva Transcendental Social
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína
desfrutando de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico
capaz de revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, para sua história
de vida e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína
encenando seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e
contexto, sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
As descobertas da vida, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo ligadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram economia e
globalização em nossos tempos da economia, da tecnologia, da informação, do
consumo e do comércio e da liberdade mas também geram liberdade e ritos de
iniciação e de passagem e também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e
imprecisas, livres e multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez
produz a transcendência que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento,
nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da adaptação
que está ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida
inteligente e as 16 inteligências, somados aos estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A
memória e a adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.
As descobertas da vida,
inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo associadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram
economia e globalização porém a liberdade faz fluir a adaptação e a memória que
se transformam, se transmutam em ritos de passagem e de iniciação e na
Trajetória dos Heróis, assim em escândalo, mediocridade, bandidagem,
miséria e pobreza, drogas,
tráfico de pessoas e de sexo,
prostituição, alcoolismo, tabagismo,
educação, escravização e servidão,
fome, sede, falta de higiene, não ter roupas, mortes e
violências, bullying, palavrão,
monstros, amor e ódio,
doença, deficiência, moral,
destruição do outro, sabedoria e
vida, espécies e mundo natural, processos corporais, gases,
urina, fezes, sexo e
masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar
vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação
de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções ,
pensamentos e estados de consciência
fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela
felicidade, está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num
futuro melhor não indecente, os mundos natural, artificial, biológico,
psicológico, sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da
indecência por isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante,
ganhamos e perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e
gastamos nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo este
percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o
herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ser livre é estar adaptado,
é possuir um processo de liberdade
oriundo
das descobertas que a vida
proporciona e produz, é estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da
Vida e pela Trajetória dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas
adaptação, é trabalhar, ter economia e globalização, inclusive ter as imagens
de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida
e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, ser adaptado
com sucesso é passar pelas 9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 16
inteligências e transcender.
As
9 fases da vida inteligente são:
1.
(antes de nascer): inteligência dual sensório-motora
2.
(0 – 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3.
(2 – 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4.
(4 – 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5.
(7 – 11 anos): inteligência do período de latência
concreta
6.
(12 – 18 anos): inteligência genital formal
7.
(19 – 29 anos): inteligência do período de privacidade
8.
(30 – 59 anos): inteligência do período de
produtividade
9.
(60 anos em diante): inteligência da crise final
As 16
inteligências são:
1.
Espacial
2.
Territorial
3.
Corporal
4.
Lingüística
5.
Musical
6.
Matemática
7.
Interpessoal
8.
Intrapessoal
9.
Espiritual
10. Emocional
11. Naturalística
12. Psicomotora
13. Lúdica
14. Narcísica
15. Computacional
16. Agrícola
A inteligência é como o Monstro, inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que
se traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo ritualizado nas Escolas que marcam a
Trajetória dos Heróis e da Vida,
dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem estar grupal, e em
parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo e marca, contudo
não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A inteligência como um
Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a economia e a
globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o florescer da
falta, do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que há de
prender-se e que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais, mas a
base da aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
Domar as descobertas da
vida, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor
que se traduzem em trabalho
dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo
outro, pelo próximo é domar a liberdade, pode ser domar a inteligência, é
também dominar o trabalho, a economia e a globalização, é domar a si mesmo e uma seqüência de monstros
até a crise final, Monstros que nos atingem também através de ritos, de ritos
de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida e dos Heróis. Para aqueles
que defendem o aborto o filho no ventre é um monstro, um monstro não domado e
inteligente, repelente e que só trará infelicidade, assim não estamos prontos
para a educação através do Estado. O respeito humano é uma incapacidade por
causa da inteligência! Por causa da inteligência temos descobertas na vida! Por
causa da inteligência temos o trabalho, a economia e a globalização, mas podemos reinterpretar
nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.
Devemos transformar o
conceito inteligência em adaptação e aceitar as
diferenças individuais e grupais
otimizando-as para as transformações sociais sem destruir o passado e os nossos
antepassados, ou seja, nossas memórias, nossa adaptação sócio-histórica gravada
em documentos e gravada em nossos cérebros e mentes gerando conhecimento para a
melhor e otimizada adaptação, sucesso para nossa existência, se tivéssemos que
considerar apenas a inteligência para o nosso sucesso talvez fracassaríamos
pois os inteligentes que não se adaptam
morrem antes dos mais adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro
vem a adaptação as descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois
vem a inteligência ou a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o
espermatozóide se adapta ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a
fecundação e ela continua por toda a vida até a morte. Esta inteligência também
é livre pelo ¨crossing-over¨ e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem
da liberdade ocorre em função das descobertas da vida, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo. As descobertas
da vida muitas vezes nos aparecem em ritos de iniciação e de passagem e pela
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Amar ou odiar a sua própria
vida ou de seus grupos sociais? Esses
sentimentos podem levar indivíduo e
grupos de indivíduos a se perderem em
seus mundos obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um
crescimento pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas
do seu ser. Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética
transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 16 inteligências, mais
estados de consciência, atividade, identidade, alienação, inconsciência,
linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento, amadurecimento,
externalização e internalização. Amar ou odiar revelam descobertas associadas
as inteligências. Amar ou odiar revelam manifestações dados ao trabalho, a
economia, aos bens e serviços e a globalização, inclusive referentes as imagens
de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida
e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo. Amar ou odiar
nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros, inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem
em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo são
nossas regras que produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou
social, são nossas descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória
de Vida e de Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e
fantasias de horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós
conhecemos isto, todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios
as urgências da vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos
outros jamais pois somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não
estaríamos, não existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz!
Assim derrotamos nossos Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade!
O sofrimento ao mesmo tempo que impede causa novas descobertas como as
Biológicas e Psicológicas.
Os Monstros, inclusive nas imagens
de Elizabeth Taylor que se traduzem em
trabalho dedicado ao próximo em sua
vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo surgem
durante as 9 fases da vida inteligência e são domesticados pela inteligência
genética transcendental e as 16 inteligências. As profundezas do ser revelam as
pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos, cavernas, galerias
subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos, florestas e desertos onde
muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão e isolamento com a perda
do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram sentimentos monstruosos de
revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou dos outros. Nossos
Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a globalização,
inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado
ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo. Os modos, figuras e objetos não são
mais os de felicidade e de prazer com os mundos natural (planeta),
artificial (tecnologias), biológico (organismo), psicológico (mental e
comportamental), sociológico (relações sociais), filosófico (especulações sobre
sua origem e vida) e espiritual (relações com a salvação, imortalidade e
eternidade). Nossos Monstros obedecem a ritos onde nos entregamos e nos
oferecemos a rituais de passagem e de
iniciação para alcançarmos a liberdade dada aos vencedores da Trajetória dos
Heróis.
A transcendência é se superar
se perpassar e retornar do ventre do Monstro
com um modo de vida superior e
exemplar a sua comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação
comportamental, fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma
descobertas, inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em
trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu
amor pelo outro, pelo próximo. Quantos jovens e adultos se perdem em suas
famílias no mundo das drogas, falta de educação, alcoolismo, prostituição,
tráfico de pessoas, escravização, servidão, fome, sede, falta de higiene, falta
de roupas, doenças, roubo, mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a
destruição humana, e àqueles que se tornam lideranças e só trazem desespero e
destruição dos seus e dos seus semelhantes humanos com guerras, tragédias e
holocaustos, grandes desgraças e sofrimentos como pegadas no barro que não se
apagam. Estas são as pessoas que foram engolidas pelas profundezas da natureza
humana com seus Monstros que surgem e não reconhecem sua existência por serem
diferentes ou feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros até a crise
final e assim prosperar com o uso das 16
inteligências e o respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser
o que não somos – perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar
aos Monstros e não conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem
implicam em morte, morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde
mental ou de corpo, problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a
Educação e a Saúde, a Liberdade e a
Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação
de nossa liberdade para vivermos! Precisamos
de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos descobertas! Precisamos
desde o nascimento de rituais de iniciação como o parto e de passagem como o Batismo em nossa
Trajetória de Heróis.
Transcender depende da
adaptação e de como ficou a liberdade à seqüência
de Monstros fase-a-fase até a morte,
se manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do
trabalho e das necessidades do trabalho, de sua regras e obrigações, dos bens e
serviços e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação,
consumo, comércio, inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em
trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu
amor pelo outro, pelo próximo, com o uso
da Educação e das 16 inteligências e do respeito humano perante nossas falhas e
deficiências ou mesmo incapacidades para conosco, com os outros e com a
natureza e com a Ecologia e o Universo, a inteligência se faz presente com o
uso da linguagem e da comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a
superação das adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo
ou não, viver é enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros
e assim com a miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime
e a guerra, também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao
sentimento de renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e
descobrir, e ajudar a descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A
Educação e o Amor geram memória, assim
também Adaptação, trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação!
Tudo começou pela e através da Adaptação,
seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química,
na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela
Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na
Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino
continuarão existindo! O Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma
forma? O Universo pode acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo
maior do que este que conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e
se ele entrar choque com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela
Adaptação! O Universo pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando
for, no princípio, no meio ou no fim,
gerando outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus continuarão existindo, eles não se
acabam!
As descobertas da vida,
inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo levam a adaptação que produz
liberdade para nosso meio ambiente
individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações
para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos
processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso
produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e
maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da
liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através dos ritos de iniciação e de passagem e com a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência
Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir
naturalmente e socialmente,
inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado
ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa
hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se descobrir é
poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da globalização e
dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na promoção da
Justiça Social!
Se descobrir é
descobrir-se em meio a rituais de iniciação e de passagem
durante a Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a
viver, inclusive diante das imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em
trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu
amor pelo outro, pelo próximo.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
04 de outubro de 2016.
2. Psicologia
da Gestalt
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína
desfrutando de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico
capaz de revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, para sua história
de vida e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína
encenando seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e
contexto, sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
As descobertas da vida, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo associadas a liberdade configuram o trabalho que gera economia, bens e
serviços, também globalização do consumo, do comércio, da tecnologia, da
informação, do mercado, da liberdade, e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis segundo eu mesmo, está na configuração, no todo, na
forma, na Gestalt, na morfologia das coisas, depende dos princípios da
organização perceptiva e dos princípios gestaltistas da aprendizagem. Ele, o
trabalho depende da adaptação que gera a economia, bens e serviços como a
globalização, depende de como e do que
fazemos com as gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as
Trajetórias da Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e
no que ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades
humanas como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de
amor e de realização. As descobertas da vida, inclusive as imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo ligadas a liberdade e os
seus rituais fazem a nossa curiosidade
que faz parte do processo que modela a forma ou a configuração associadas as
nossas necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo se transformam como formas,
pelo insight, por exemplo, ou em coisas que nos trazem felicidade como a
religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz
formas de transcendência que se configuram pela Educação da gestalt pela
memória, ou seja , pela adaptação oriundas das descobertas da vida que promovem
a atividade, o trabalho, a economia, e a globalização, promovem a descoberta e
a imersão em ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa forma¨,
simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou mais
ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os princípios da
aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão
ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente espontânea e imediata
das relações; Pensamento produtivo,
onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a criatividade e
produtividade; Princípio do isomorfismo,
o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos ativos interagem num
dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou modificar ativamente os
elementos sensoriais que recebe, e a percepção é idêntica (iso) em forma
(morfo) àquilo que representa.
Somos incapazes de fugirmos da adaptação, a adaptação
influencia nossa
liberdade, influencia o trabalho, a
economia, os bens e serviços e a globalização, inclusive as imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo que por sua vez
ligada aos fenômenos dos estímulos configuram descobertas como os rituais de
iniciação e de passagem, e também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, pois ela obedece à organização
perceptiva e a aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso cérebro é
incapaz de modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais que recebe
e responde de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a falta e o
querer em meio às necessidades de nossos organismos incompletos, porém
completos pela morfologia ou totalidade da percepção decente ou indecente. A
adaptação produz memória que por sua vez faz parte dos processos da adaptação,
ela, a memória, é adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os fenômenos das
descobertas da vida, da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis e em seus rituais.
Nossos Monstros, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo segundo minhas contribuições estão nos rituais que estão na forma, na
configuração ou morfologia das coisas, no como de configura nossos processos
oriundos da liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da
aprendizagem, dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas. Os
Monstros, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho
dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo
outro, pelo próximo podem estar no que percebemos e no que ocultamos no
trabalho gerando economia e Monstros econômicos que ¨são do bem¨ e outros que
¨são do mal¨. Eles nos revelam a nossa natureza ancestral e primitiva do
sofrimento posto como linguagem, Cruz,
fardo e demônios persecutórios que se revelam quanto mais fundo fomos em
nós mesmos, em nossas aventuras em nossos oceanos e cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros, inclusive nas imagens
de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo são os Monstros da curiosidade humana e da liberdade quando pela
Gestalt tenta determinar a totalidade da natureza da configuração do objeto
efeito da curiosidade. A curiosidade está sob efeito da organização perceptiva
e dos princípios gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser
humano a mergulhar e ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera
economia, bens e serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio,
da tecnologia, da informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência
biológica, psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas
de Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo,
pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia,
fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores,
compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição
dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e
sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros, inclusive nas
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo
dependem de nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas
da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos Monstros,
inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo expressam gestalts, configurações ou formas que estão sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem que se apresentam também em rituais para
o nosso bem se nos aperfeiçoarmos nos valores humanos e pautados na Educação
que vence tudo, vence ódio, guerras, violência, destruição, medo, humilhação,
vergonha, temor, qualquer perigo ou ameaça, a Educação constrói o homem e o
verdadeiro homem constrói a humanidade e a vida, a sociedade e a paz na Terra,
construímos assim a nossa liberdade! A Educação é feita pela memória, ou seja,
pela adaptação, pela liberdade! A Educação se dá pelas gestalts dos fenômenos
das descobertas da vida. Dentre as descobertas da vida estão o trabalho, a
economia, os bens e serviços, o trabalhador, o mercado, a globalização da
economia, do consumo, do comércio, da informação, da liberdade, do trabalho, da
tecnologia.
As descobertas da vida,
inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo podem formar gestalts de liberdade? A liberdade leva ao trabalho e o
trabalho a economia que formam a Educação, a Educação hoje que leva a adaptação
mas não somente a Educação pois a adaptação é constituída de natureza
fisiológica, morfológica e comportamental (esta implica em forma, configuração
ou gestalt), a adaptação permite a transcendência, a transcendência evocada em
rituais de Vida, Monstros e Heróis, que por sua vez originou-se da miséria, da
caridade e do trabalho que renderam e rendem até hoje abuso, exploração,
violências, crimes e guerras, niilismo e paralisias, holocaustos e catástrofes,
a adaptação comportamental ou gestalt que é a transcendência também leva a
Educação, ao Amor Divino e ao sentimento de renascimento, o eterno retorno, a
figura e o fundo! A Educação é construída a partir da aprendizagem pela
adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da adaptação que nos auxiliarão em
nossos meios de gestalt e transcendência para um mundo mais justo e solidário,
igual e humano, seja no âmbito Universal, Biológico, Psicológico, Sociológico,
Químico, Físico, Filosófico e/ou Espiritual através do Construtivismo Físico
Mattanoniano ou do Desconstrutivismo Físico Mattanoniano, Teorias de Osny
Mattanó Júnior sobre a continuidade e o fim da vida e do Universo. Pelo
Construtivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo jamais deixarão de
existirem. Pelo Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo
deixarão de existirem seja pela Adaptação por meio de outros ¨big-bangs¨ ou por
outros meios como por ação de Deus ou outros meios ainda não descobertos ou
ainda não pensados, existindo no fim somente Deus e o Reino de Deus e nada
mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir
naturalmente e socialmente,
inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, devemos nos entregar aos
processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e
adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de
nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do passado para
entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução
filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a
Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual
também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como
impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a
destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz.
A
Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da globalização mas pode continuar
seu caminho com ajuda do trabalho, da economia e da globalização para
crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e culturalmente, espiritualmente,
pela vida e pelo universo, de acordo com o princípios da Educação!
A
Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma trajetória:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Depois da
concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros nosso
Herói encontra a liberdade para se
viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive diante das imagens
de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida
e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 04 de outubro de 2016.
1. Behaviorismo
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína
desfrutando de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico
capaz de revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, para sua história
de vida e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína
encenando seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e
contexto, sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
Para o
Behaviorismo Mattanoniano as descobertas da vida, inclusive nas
imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, evocam a liberdade que evoca e estimula a
adaptação que é comportamental, fisiológica e/ou morfológica em tempos de trabalho
e de ter que trabalhar para que desejemos a economia e a paz, ou para que
passemos do sofrimento ao contentamento através de rituais e da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis, é apenas questão de regra e de mudança contextual
para esta regra para um melhor padrão de vida daquele que sofre por causa de
regras desadaptadas, já a memória é comportamental e encoberta, faz parte das
regras, da adaptação às regras. Regras são contingências que especificam
relações do tipo ¨se..., então...¨, elas podem acabar fazendo com que o
indivíduo generalize seus comportamentos pois quem segue regras cegamente não
consegue discriminá-las, o que não permite uma relação satisfatória e de boa
adaptação com o meio ambiente gerando sofrimento para si mesmo e/ou para os outros.
O sofrimento e o sofrimento no e do trabalho que gera economia que também gera
sofrimento é causado em função da liberdade e das regras aprendidas por causa
da liberdade. O sofrimento é conseqüência das descobertas da vida e de seus
processos comportamentais encobertos como as emoções e os sentimentos. O
sofrimento é evocado em rituais com suas regras e com as regras da Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis que se relacionam invariavelmente.
As
descobertas da vida, inclusive nas
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, evocam a liberdade que estimula a adaptação às
regras e leva a transcendência, ao trabalho e gera a economia, os bens e os
serviços e a globalização da informação, da tecnologia, do consumo, da
economia, do trabalho, da liberdade e aparece em nossos comportamentos antes da
mudança contextual deles por causa de nossas regras reforçadas e associadas aos
estímulos ligados as nossas necessidades como a água, o alimento, o amor e a
afeição, o ar, a atividade, a atividade materna, o calor, o sexo e o sono,
acrescento o traje limpo e em bom estado de conservação, a higiene diária e o
frio em ambientes onde há muito calor, e finalmente o abrigo. As descobertas da
vida evocam a liberdade e isto nos
permite escolher mesmo sendo nós produtos de esquemas de reforços, pois há
liberdade através da linguagem com o trocadilho e com o Enfoque Contextual seja
também nos rituais ou na Trajetória da Vida, dos Monstros ou dos Heróis,
paradoxalmente há a globalização da liberdade e da linguagem.
As
descobertas da vida, inclusive nas
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, evocam a liberdade que evoca e estimula os ritos da adaptação
às regras que evoca a transcendência, o trabalho, a economia, os bens e
serviços, a globalização, também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, a Trajetória dos Heróis apresenta as seguintes fases:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ela, a
Trajetória dos Heróis, aparece em comportamentos encobertos e em comportamentos
manifestos, ela é aprendida através dos repertórios básicos de comportamento
como a imitação, a atenção, a discriminação e a ordem instrucional e promove
mudanças e constantes transformações no dia-a-dia de cada pessoa
diante de cada uma dessas necessidades já comentadas, pode assim ser saciada ou
privada, aumentada, ou aumentado o seu valor reforçador e de saciação através
dos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida. As nossas descobertas da vida evocam aos
comportamentos respondentes e operantes da Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis, evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação às regras e tem
um limiar e também pode se de acordo com a estimulação provocar a fadiga, fuga
ou esquiva, pode ser extinta ou condicionada com estímulos antecedentes que
nada tinham a ver com ela. A educação psicoterapêutica pode extinguir a
adaptação não somente pela extinção, mas também pela mudança contextual onde o
indivíduo aprende a distanciar-se dela mesmo com ela presente não provocando reações
de desconforto ou de sofrimento mas sempre se adaptando contextualmente
melhorando sua saúde mental e a sua adaptação ao trabalho e a economia, e a
globalização. A mudança contextual ensina a lidar com esses fenômenos
comportamentais evitando a propagação do sofrimento oriundo do processo de
adaptação, entendida como carência e escândalo ou até mesmo como mediocridade e
violência, bullying físico, sexual, moral, social, político, psicológico,
espiritual, filosófico, contra o organismo individual e social quando a
violência é praticada contra um determinado grupo de pessoas. A mudança
contextual leva a liberdade. A mudança contextual leva a novas descobertas da
vida e para a vida ajudando-nos ou enriquecendo ou mesmo ampliando o nosso
repertório comportamental para lidarmos com a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Durante
a vida sem mudança contextual sempre haverá sofrimentos e processos adaptativos
morfológicos, fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir,
somos frutos desses processos evolutivos e de seleção natural. Falo da
transcendência comportamental. A transcendência é liberdade. Liberdade para
mudarmos nossos comportamentos durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Contudo
entendendo que somos o contexto, de acordo com Steven C. Hayes, e se pararmos de dar razões, controle
e literalidade, deixarmos de sermos governados por regras como o rastreamento,
o acedimento e o aumentamento, entendermos que somos o contexto, trocarmos o
¨mas¨ por ¨e¨ e nos afirmarmos pelo tato, e finalmente entendermos que nossas
afirmações são somente comportamentos verbais e não causas literais ampliando
nossos horizontes, vivendo assim a dessensibilização viveremos melhor e a
inteligência não mais nos controlará e deixará de trazer conflitos penosos aos
comportamentos encobertos e aos comportamentos manifestos transmutando-se
somente em adaptação e como conseqüência da adaptação em inteligência. Primeiro
vem a adaptação e depois a inteligência, às regras e a memória. Assim transcendemos!
Assim
o Estímulo (som) tem uma Resposta (ouvir) e uma Primeira Conseqüência
(adpatação ao som) e uma Segunda Conseqüência (inteligência). Todo Estímulo tem
uma Resposta e duas Conseqüências quase que instantâneas, a 1ª é a adaptação e
a 2ª a inteligência. A inteligência pode ser segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Os
eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida estão associados as inteligências citadas a
cima, tudo é conseqüência, primeiro a primeira (adaptação) e depois a segunda
(inteligência), são eventos conseqüentes, isto acontece a partir de determinada
etapa do desenvolvimento da criança com o aprendizado e condicionamento, é tudo
encadeamento comportamental, a segunda conseqüência é imediatamente a que surge
logo após a primeira, sentidas como coisa única por causa do condicionamento,
mas são duas conseqüências, uma resposta e um estímulo. O que devemos aceitar e
viver o contexto e não sermos escravos de nós mesmos com comportamentos que
induzam ao sofrimento como o da literalidade, o de dar razões e o de controle,
seja no trabalho ou nas nossas relações econômicas e sociais como também na
globalização, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo. Somos o
contexto. A transcendência pode ou não ser evocada comportamentalmente, depende
da história de vida de cada organismo. Depois da inteligência vem às regras e a
memória.
O Behaviorismo compreende que a existência
de Monstros, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, em nossos comportamentos, encobertos e
manifestos no trabalho e nas relações com a economia e nas da globalização como
nos rituais de iniciação e de passagem nas Fases em que o Herói pode Ser
Engolido e Consumido, e tem O Caminho Obtuso, depende diretamente da qualidade
de nossas regras, e da qualidade de
nossas descobertas da vida e para a vida, estes Monstros nos tiram mas podem nos levar a
liberdade como através dos trocadilhos e das inversões, aglutinações e trocas
associadas à Psicologia e a Psicanálise, contingências que especificam relações
do tipo ¨se... então...¨, se rastreamos há uma correspondência entre as regras
e as contingências do meio ambiente, a pessoa rastreia os estímulos no sentido
de ¨testar¨ as contingências descritas pelo mesmo; se acedemos o comportamento
fica sob controle das conseqüências sociais; e no aumentamento o comportamento
aumenta a probabilidade de ser controlado por estímulos verbais antecedentes,
aumentando a motivação do ouvinte em relação a uma conseqüência. Estes 3 tipos
de comportamentos revelam o modo como lidamos com os Monstros no trabalho e na
economia e na relações globalizadas segundo tais regras ou princípios,
rastreando-os, acedendo a eles ou aumentando-os diante do imenso sofrimento
psíquico individual. Estas são as categorias do comportamento verbal do
ouvinte, já o falante sugere de acordo com as 8 categorias do comportamento
verbal que: ecoar diz respeito a alguém dizer medo do Monstro e o falante diz
medo do Monstro; copiar respeito a alguém escrever pavor do Monstro e o
emitente escreve pavor do Monstro; tomar ditado diz respeito a alguém dizer
Monstro enorme e o emitente escrever Monstro enorme; tatear diz respeito a
alguém diante de um Monstro dizer o nome dele; mandar diz respeito a alguém
mandar um mando e o emitente responder vocal ou motoramente medo do Monstro;
ler diz respeito a alguém ver um Monstro e emitir a vocalização Monstro;
intraverbalizar diz respeito a alguém ter um conjunto de associações verbais do
emitente e dizer pânico do Monstro; e articular / rearticular / organizar /
reordenar diz respeito a alguém se auto-reforçar, onde o falante da palavra
Monstro é o ouvinte de si mesmo. Estas 8 categorias do comportamento verbal do
falante revelam-nos modos de lidar com contingências associadas aos nossos
ritos e nossos Monstros, medos, pavores, pânico, e nomeações dos Monstros que
surgem durante a vida encoberta e manifesta. Monstros são adversidades do meio
ambiente econômico e não somente os que já abordei, são também o PIB, a
inflação, os impostos, os investimentos, os custos e os benefícios, etc., e os
da globalização os Monstros que se relacionam com a tecnologia como as
pesquisas, os investimentos, os equipamentos, etc., com o consumo como o
mercado, o comprador, a mercadoria, o valor, etc., com a informação como as
emissoras de rádio e de televisão, os jornais e revistas, a internet, etc., com
a liberdade como as decisões, os conselhos, as atitudes, a consciência, a
introspecção, a saúde, etc., e reagir a
tais adversidades é assim, se adaptar. A adaptação não pode implicar em
sofrimento para si ou para os outros na maior parte das vezes mas esta tarefa é
quase impossível por sermos seres com falhas e repertórios comportamentais
deficientes manifestos ou encobertos, jamais alcançaremos a totalidade e
estamos em constantes transformações nos eventos biológicos, fisiológicos,
antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. E
durante a vida sempre há sofrimento e processos adaptativos morfológicos,
fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir. Conclui-se
que a adaptação nunca cessará pois somos frutos dela, da Evolução das Espécies
e da Seleção Natural. Como ela jamais cessará também a transcendência nunca
acabará. Deste modo também as descobertas da vida e para a vida, as regras, as
novas regras, contextuais, e os rituais na Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis também não deixarão de existirem.
Mas podemos emergir das profundezas das
habitações dos nossos Monstros, inclusive
nas imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo, com uma mensagem de esperança e
de solução de medos e conflitos se redirecionarmos nossos comportamentos e
ritos enfraquecendo segundo Steven C. Hayes e raciocínios meus 3 contextos, de
literalidade, de dar razões e de controle; depois entender que não devemos
seguir regras pois é contra-produtivo, causa insensibilidade e generalização;
depois entender que a melhor escolha é entender e aceitar que você é o
contexto, devemos trocar o ¨mas¨ por ¨e ¨ e parar de lutar com nossos Monstros;
e viver a dessensibilização, se afastar das regras, dos pensamentos, dos
afetos, sentimentos e emoções e deixar de sermos controlados por esses
comportamentos que só produzem e trazem Monstros para dentro de nossas vidas e de
nossos relacionamentos sociais, ou seja, que só prejudicam com monstruosidades
as nossas descobertas da vida e para a
vida também no trabalho, na economia e na globalização. O rito agora passa a
ser a dessensibilização e você passa a ser o contexto após o ritual de
iniciação e de passagem. Você é Engolido e Consumido, passa por Um Caminho
Obtuso, chega a Apoteose, alcança a Última Graça, tem uma Difícil Volta, Magia
nas Decisões, vive os Limites da Volta, Agora são Dois Mundos, e tem a
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver.
Assim
as lutas e o sofrimento no trabalho e na economia, na globalização,
inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, deixarão de ser problema para a humanidade e
perderão valor reforçador, não terão mais ganhos, e a humanidade poderá ter um
sentimento de contentamento e paz que ainda não experimentou pois ainda não se
permitiu e ainda não se permite com suas lutas, batalhas, violências, guerras e
holocaustos, e sua criatividade associada a destrutividade a
auto-destrutividade poderá deixar de ser problema para a humanidade através da
liberdade, pois não precisamos de ¨homens¨ presos e de exércitos e de reféns,
mas sim da liberdade, a liberdade proporciona a gratidão, o respeito e o amor e
não as armas que aprisionam e tiram a liberdade de todos, tiram talvez, até
mesmo, parcela da transcendência. Precisamos da Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver. Precisamos de rituais para viver. Precisamos de regras para
viver.
Concluo
que as descobertas da vida e para a vida, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, asseguram nossa adaptação que evoca a
transcendência, o trabalho, a economia e a globalização, rituais e nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que por sua vez selecionam
repertórios comportamentais e modelam comportamentos para lidar com padrões de
comportamentos associados a miséria como os que levam a caridade e ao trabalho
que por sua vez podem levar ao abuso e a exploração como também a violência, ao
crime, a tortura, a guerra, a catástrofe, ao holocausto, a barbárie, a falta de
humanidade, ao tratamento degradante, a proliferação de doenças biológicas e
ecológicas, psicológicas, sociais, físicas, químicas, filosóficas e/ou
espirituais, etc., só a Educação como conhecimento e o Amor de Deus que se
renova com o sentimento de renascimento pode nos ajudar e solucionar,
atualmente, unindo-nos como humanidade estes problemas atuais de nosso planeta
Terra. Isto é a Liberdade da Vida para viver e ensinar a viver.
Só
com a Educação e o Amor de Deus aprenderemos e teremos como lidar com o
Universo, a Biologia, a Psicologia, a Sociologia, a Química, a Física,
Filosofia e a Espiritualidade, com seu começo, meio e fim! A Adaptação nos
revela que poderá haver o fim do Universo e das demais categorias da vida:
Biologia, Psicologia, Sociologia, Quimica, Fisica, Filosofia, Espiritualidade;
se juntarmos a Adaptação as Teorias de Osny Mattanó Jùnior sobre o
Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo,
e sobre o Descontrutivismo Físico Mattanoniamo onde haverá através de outros
¨big-bangs¨ criando talvez outros Universos que se chocarão com os nosso
Universo destruindo-o e assim não haverá mais vida e nem Universo. Devemos
respeitar nossos saberes, conhecimentos, lições, artes, educadores, ciências e
religiões se desejamos evoluir e progredir constantemente e mutuamente – Deus
sempre será objeto de estudo e de pesquisas para estudiosos e pesquisadores
sérios que crêem e também para aqueles que não crêem pois Ele existe e só Ele e
Seu Reino continuarão existindo após o fim, após o Apocalipse!
As
descobertas da vida e para a vida, inclusive
nas imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo, evocam rituais para o trabalho,
a adaptação, a economia, a globalização, os bens e serviços e as Ciências e
Religiões que tem como conseqüência
liberdade para nosso meio
ambiente individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de
privações para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em
nossos processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e
isso produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem
e maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice
da liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade
está no Reino de Deus e não no cemitério!
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da Inteligência
Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a liberdade!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, devemos nos entregar aos processos positivos
que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica,
fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Devemos
preservar nossa história e compreender os nossos ritos e história de Trajetória
da Vida, de Monstros e de Heróis de nossa espécie e de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e
foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa!
Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é
aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução humana filogenética é
mantenedora do trabalho e da economia, dos rituais; a Evolução ontogenética é
neutra, depende da filogenética e da cultural, depende dos rituais, depende da
aprendizagem e da estimulação de genes; e a Evolução cultural tende a ser
mantenedora do trabalho e da economia em sua maioria, depende dos rituais. A Evolução espiritual é mantenedora do
trabalho e tende a reprimir a economia, também depende dos rituais. O homem
trabalha e economiza mas não sabe o porquê?
Talvez para praticar seus rituais de iniciação e de passagem?! Talvez para lidar com as imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
11 de outubro de 2016.
2. Psicanálise
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína
desfrutando de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico
capaz de revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, para sua história
de vida e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína
encenando seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e
contexto, sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
As descobertas
da vida, inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem
em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, associadas a liberdade marcam a adaptação e a memória que se
faz pela adaptação ou mesmo é adaptação e
assim sugere a transcendência e o trabalho e seus frutos como a
economia, os bens e serviços, e a globalização da economia, da tecnologia, da
informação, do consumo e da liberdade
expressada e representada em ritos e assim na Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis, que pela Psicanálise que está vinculada ao id que é o componente
arcaico e inconsciente do nosso sistema
de energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, não apenas em casos
de psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à gratificação direta
ou indireta, mas o mais bastante possível e imediato do instinto sexual
(libido), vinculado estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a
fome, a sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais
profunda da mente. O id começa como pura liberdade e marca a nossa atividade e
o nosso trabalho e a economia, começamos a economizar com o processo do
pensamento secundário substituindo a gratificação e diminuindo nossa
primitividade psicológica, e assim os fenômenos da globalização e ela mesma,
mas com as marcas fica marcado em seu niilismo, condensamento e deslocamento,
as 3 leis do inconsciente segundo Mattanó. Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único
de interesses é o corpo, sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de
vida e de auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de
forma direta (beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória
(através de fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra
alucinatória. A fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação
do prazer pode ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou
indiretamente, entendo adaptação às necessidades primárias da pessoa quando
crianças antes da castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser
direta ou indireta. Com o desenvolvimento do ego vão se dando novas descobertas
e o contato com o trabalho e novas economias como a da fase anal, que realmente nos educa para
gastarmos ou pouparmos, o indivíduo
acaba se tornando consciente das exigências da realidade (princípio de
realidade) o que diminui sua liberdade mas também constrói modos de relação que
a mantêm e a reapropriam, lidando assim com seus rituais e a sua Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis; e quando se estabelece o superego, a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter
consciência das satisfações ideais, com o superego a liberdade se esgota ou se
torna moralista, com o superego moralizamos nossa Trajetória na Vida, dos
Monstros e dos Heróis. Mas há Eros, a pulsão total de vida (auto-conservação),
e Tanatos, a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e
Tanatos e o id, o ego e o superego em nossas relações inconscientes e
conscientes conosco e com os outros objetos de desejo e satisfação através da
marca e de como isso fica arranjado, organizado na vida mental, na unidade
mental e comportamental da pessoa, isto é o que prevalece para cada sujeito,
nestes casos a transcendência é consciente, de acordo com as suas marcas e
descobertas da vida que geram marcas no e para o trabalho e seus frutos como os
bens e serviços, a economia, e a globalização em função de nossos rituais.
Podemos
falar de Pulsões Fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), Pulsões de
Garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da
ansiedade), Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor, e Pulsões de
Auto-realização.
As
Pulsões Fisiológicas são as do olhar, a oral, a anal, a fálica, o período de
latência, a genital e o desenvolvimento das sublimações.
As
Pulsões de Garantia são as da coordenação motora e da afetividade, do esquema
sensório-motor, do esquema sensório-afetivo, do esquema motor-afetivo.
As
Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor são da afetividade e da sociabilidade,
são as do desenvolvimento emocional e social.
E
as Pulsões de Auto-realização são as da auto-realização, auto-atualização,
processo de individuação, êxtase e deslumbramento, crise-final, consciência,
produtividade no trabalho, etc.. Para alcançarmos esta fase devemos satisfazer
as fazes anteriores. Assim fazemos nossas descobertas da vida e nos adaptamos
continuamente e progressivamente, inconscientemente!
As descobertas
da vida, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, associadas a liberdade são a adaptação, a linguagem do inconsciente e que dá forma ao
inconsciente e aos anseios instintivos da libido. Assim surgem grandes e
pequenos monstros que aprendemos a domar durante o desenvolvimento psicossexual
da libido da pessoa, desenvolvimento marcado por muitas descobertas da vida que
englobam as pulsões de vida e de morte, pulsões que também marcam os rituais
como os de iniciação e de passagem e a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis. Esta liberdade marca a adaptação e evoca a transcendência pela
linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros monstros grandes ou
pequenos que afetam nosso trabalho e nossa economia e nossa globalização
econômica, tecnológica, das informações e de consumo, da liberdade.
As descobertas da vida, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, associadas a liberdade da adaptação fazem o
neurótico, o psicótico, o boderline, o psicopata. Elas fazem parte do
desenvolvimento da personalidade oral: característica prepotente, dominadora,
voraz, cobiça, inveja e otimismo; da personalidade anal: característica de
vaidade, desconfiança, ambição, generosidade sem amor (ligadas à evacuação),
meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação, avareza (ligadas à
retenção das fezes); da personalidade fálica: característica de ostentação,
prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas, necessidade de afiliação,
narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições esportivas, concursos de
beleza, etc.); período de latência: característica de declínio e extinção do
complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o intervalo entre o
estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal adulta; e da
personalidade genital: característica de potência fisiológica e capacidade de
amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável. Elas fazem as
Pulsões de Vida e de Morte.
No
enfrentamento de nossas descobertas da vida lidamos com a Trajetória dos
Heróis:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
A cada estágio
psicossexual lidamos com as descobertas da vida, inclusive com as imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, e com a liberdade e as marcas da adaptação e
assim com a memória e a transcendência e
deste modo com o trabalho, a economia, e a globalização que se caracteriza pela
pulsão de morte ou de autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor,
a Eros, a pulsão de vida, oriundas das descobertas da vida e nossas Trajetórias
da Vida, dos Monstros e dos Heróis. Esta é à base da organização da
personalidade e da humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência
ligadas a vida e a morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos
evolutivos e selecionados naturalmente.
Já
o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a liberdade
e a marca da adaptação, inclusive com as
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo,, não
consegue transcender, tornando-se desadaptado e assim pode se tornar um
viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou ensimesmado e possuir
ainda as outras características de sua personalidade lidando com monstros que
surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou
instintivas do id. Esse adulto vai se tornar também desiquilibrado no trabalho,
nas suas relações econômicas e na sua estrutura diante da globalização se
ferindo e se auto-destruindo, talvez, muito provavelmente sim.
Ao
lidarmos com as descobertas da vida associadas a liberdade também lidamos com nossas
Inteligências para lidarmos com nossos problemas e/ou nossos Monstros. Nossas
Inteligências são segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
Nossas Inteligências são
trabalhadas pelo ego, emanam do id e são controladas moralmente pelo superego,
tudo começou através da Inteligência Naturalística, seguiram-se as demais e os
nossos Monstros.
Abordarei os aspectos psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através
da explicação da fantasia que é uma formação de imagens mentais de cenas e de
seqüências de cenas ou experiências que não existiram no mundo real ou que se passaram de modo diverso do
fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem tais pressupostos, conforme
Álvaro Cabral e Eva Nick:
1.
¨As fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e
representam anseios instintivos em relações objetais;
2.
São representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do
desenvolvimento da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações
de desejos e conteúdos de ansiedade;
3.
O conceito, postulado por Freud, de
¨realização alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a
¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4.
Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de
expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras,
embora possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5.
As fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde,
assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6.
Têm efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no
caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7.
As fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim
nossos Monstros, inclusive nas imagens
de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida
e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, constituídos através dos ritos e das fantasias
representam anseios instintivos da libido em nossas relações objetais, de
nossas descobertas, no início da vida é uma defesa, é constituída de liberdade,
realizações de desejos e conteúdos de
ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma representação
primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem realizadas através
da experiência externa, mas podem serem realizadas através das palavras, porém
para existir não dependem da realidade externa e das palavras, primeiramente
são sensações e depois assumem formas e representações dramáticas, produzem
efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. Nossos Monstros no trabalho e nas relações com a economia e
com a globalização são um mergulho profundo em formas e representações
dramáticas das profundezas da nossa vida mental instintiva que visa nos
defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador das energias mentais do
id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo sobre a realidade
externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados dolorosos, ansiedades
e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros instintivos durante nossa
vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros com nossos rituais e a nossa
Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Monstros
e fantasias se relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo
e a realização de desejos instintivos. Monstros, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, surgem com a não satisfação adequada de nossas
necessidades primárias ou instintivas também em meio a rituais frustrados de
iniciação e de passagem como com a fome, a sede, o ar, a atividade, o sexo, os
cuidados maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a dor, o calor e o frio,
a segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem grandes e pequenos
Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas invencíveis e guerras, protestos,
movimentos, vandalismos, atentados, horrores e holocaustos se não tivermos
nossos direitos, deveres, obrigações e privilégios assegurados pela organização
humana. Monstros e fantasias dependem também de nossas descobertas da vida.
O sofrimento,
inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, causa-nos regras e ritos que fazem aflorar sentimentos
de perda e de reparação levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição
e/ou a auto-destruição da liberdade como nas guerras e nas violências, a paz é
a reorganização social humana desse processo de sofrimento unicamente humano e
afetivo, pois o homem é um animal emocional, as guerras e violências só existem
por causa das nossas emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o
animal mais evoluído na escola filogenética por isso temos mais afetos e
devemos aprender a lidar com eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade
e esperança num futuro melhor que pode e é construído diariamente,
momento-a-momento com a Educação, deveria ser assim no Trabalho e na
globalização.
Deste
modo a liberdade marca a adaptação que leva a transcendência oriunda dos modos
de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a atividades
de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também, guerras, movimentos,
protestos, lutas, vandalismos, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes,
horrores contra a humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas,
psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo
a impelir o ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de
Amor e de Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga
seu rumo evolutivo naturalmente e socialmente. A Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver, é esta a liberdade que alcançamos com nosso desenvolvimento,
rituais e atividades educativas.
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo! O Trabalho aliado a Educação pode nos salvar e alterar esta
realidade?! Dependemos dos nossos rituais Sagrados para continuar existindo!
Deus pode nos salvar! Os rituais são imprescindíveis a existência humana hoje!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. O Trabalho e a Educação devemos levar-nos a
poupar ou economizar bens e serviços a serviço da Humanidade e de seu progresso
e Evolução, para a continuidade da Vida na Terra!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, devemos nos entregar aos processos positivos
que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica,
fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos pois não se compreende ainda,
ainda tenta se compreender e se explicar; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente
e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos
tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e
alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a
paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e
ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução tem uma ordem, objetiva a
vida, porém se destrói e mantêm uma certa ordem, vive disto, do caos e da
ordem, para que haja vida e paz, o ser ontológico ainda não sabe o porquê que
existe e de onde veio?! O Homem não consegue se explicar satisfatoriamente pois
a todo momento está encarando a vida e a morte, ou a morte e a vida! E prefere
não acreditar em Deus, pois Deus lhe rouba tudo, principalmente o coração. O
Homem contemporâneo não deixa Deus atingir o seu coração! O Homem ainda não
prefere a vida e a paz, mas a busca! O Homem busca e precisa da Moral para
trabalhar, ter economia e ter sua globalização!
O Homem necessita da Moral para sua
Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis! O Homem busca e precisa da Moral
para agir e ter atividades e ter a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver,
inclusive diante das imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
11 de outubro de 2016.
3. Psicologia
Analítica
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína desfrutando
de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico capaz de
revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e
dos Escravos, para sua história de vida
e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína encenando
seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e contexto, sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
As descobertas
da vida, inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem
em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, e a liberdade como também os processos da transcendência
oriundos da adaptação e da memória
referentes ao desenvolvimento e ao trabalho e seus frutos como os bens e
serviços, e a economia e a globalização
e seus rituais e toda a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis estão vinculadas
nesta abordagem ao processo de individuação, processo pelo qual uma parcela do
todo se torna progressivamente distinta e independente, tornando essas parcelas
cada vez mais independentes, processo que faz parte da Educação e da
aprendizagem individual e coletiva. Essas partes emergem dos todos, o todo é
temporalmente anterior às suas partes, estes fenômenos pertencem as descobertas
da vida. É um processo onde a pessoa se destaca como coisa única distinta no
grupo e assim essas mudanças na própria pessoa influenciam como ela é percebida
pelos outros. O processo de individuação envolve um processo de concepção
naturalística da consciência. Deste modo a adaptação que é a memória forma a
consciência do indivíduo. Deste modo a transcendência pode formar a consciência
do indivíduo. Assim o podre, o feio, o absurdo, o sujo, o bandido, o vagabundo,
etc., pertencem primeiro ao todo e depois
com a particularização da essência do indivíduo essa essência do todo se
diferencia do todo se tornando única e singular. Essa essência é tanto o
decente quanto indecente, ambas pertencem primeiro ao todo e depois ao
particular diverso ao todo. Nascemos decentes e indecentes, devemos situarmos
no ambiente de trabalho e nas relações econômicas e globalizadas de modo que
nossos rituais e a nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis sejam de modo adaptativo e favorável a adaptação ou
ao contexto e assim o futuro que depende do processo de individuação e de como
nos lidamos com suas fases, a urubórus, a matriarcal, a patriarcal, o ciclo de
alteridade, e a cósmica, que moldarão nossas características e nossas atitudes
e afetos, nosso pensamento, sentimento, intuição e sensação, deste modo nosso
tipo de personalidade. O objetivo do processo de individuação é o
desenvolvimento da personalidade individual e suas descobertas, ou seja, as
descobertas da vida e a liberdade como o trabalho, a economia e a globalização.
Grupos sociais que através de normas que possam impedir o processo de
individuação normal e saudável acabam por atrofiar o indivíduo impedindo sua
máxima liberdade possível, estes grupos impedem o processo de individuação
também através de rituais, por exemplo, com o uso da Teoria dos Símbolos de
Mattanó, símbolos que atrapalham a vida. Por não ser o indivíduo uma peça só do
jogo da vida, já que precisa conviver e se relacionar com outros indivíduos
destacamos a importância do coletivo e assim da consciência coletiva atribuída
aos conteúdos coletivamente inconscientes, deste modo herdado como estrutura
cerebral. Assim vemos que também herdamos cerebralmente aspectos dos nossos
antepassados, coisas filogenéticas oriundas de nossa espécie animal. Aparecem
nos arquétipos como o sombra nossos Monstros onde nos projetamos outros todas
as coisas que nos pertencem como ruins ou más, intoleráveis, criminosas,
violentas, bandidas, agressivas, inaceitáveis e cruéis, isto faz parte do
processo de individuação e só compreenderemos nossos problemas com a indecência
com a decência ou aceitação de nossos limites e necessidades e as dos outros
como coisa do processo de individuação. E finalmente as inteligências
(descobertas por Gardner) e completas por Osny Mattanó Júnior (Espiritual,
Emocional e Psicomotora), as inteligências satisfazem a Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
Agrícola
que nos auxiliam e determinam como
nos comportamos contextualmente, intelectualmente (inteligentemente), como
aprendizes e a nossa própria adaptação e memorização ao que se refere ao meio
ambiente e as interações do indivíduo com o ambiente durante o processo de
individuação efetuando as descobertas da vida, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, e a liberdade no trabalho e para o trabalho,
na economia, e na globalização da economia, da tecnologia, do consumo, da
informação, da liberdade através também de rituais.
A
Trajetória dos Heróis visa desenvolver a Liberdade e os Ensinamentos, passa
pelos estágios:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Deste modo
trabalhamos as descobertas da vida, inclusive
nas imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo, a liberdade, o contexto, a aprendizagem, a inteligência, a adaptação e a memória, e também com o
trabalho, a economia e a globalização e os rituais de iniciação e de passagem,
como a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
As
monstruosidades e os Monstros, inclusive
nas imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao
próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo
próximo, surgem durante o processo de
individuação de cada sujeito por causa das descobertas da vida e da liberdade
individual e do aprisionamento coletivo assujeitado ao coletivo e ao
individual, ambos, inconscientes, e assim aos arquétipos como o sombra onde
depositamos nossa carga agressiva e destrutiva negando-as de nossa constituição
e destinando-as aos outros, jamais a nós mesmos também no trabalho e nas
relações que o trabalho proporciona, na economia e suas relações como as de
poder, e na globalização, também por meio de rituais como os de iniciação e de
passagem.
Deste modo a
Humanidade já destruiu e criou Monstros, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, através de suas descobertas da vida e de sua
liberdade individual e de seu
aprisionamento coletivo, como pelo arquétipo sombra durante sua evolução
da civilização como na Inquisição, na 2ª Guerra Mundial, nas Ditaduras Militares,
nos Grupos Terroristas, nos Grupos de Extermínio, no crescimento e
desenvolvimento da Igreja Católica, nas Intifadas, na Guerra do Vietnã, na
Guerra do Iraque, na Guerra do Afeganistão, no combate ao Terrorismo, na
prática dos crimes sexuais e de toda a ordem como a pedofilia, a prostituição,
as drogas, a discriminação racial, a escravização, o tráfico de pessoas, a
servidão, a fome, a miséria, a despersonalização, no Darwinismo, no
Freudianismo, no Lacanismo, no Comportamentalismo, as Artes, as Culturas de
Morte, como nas disputas eleitorais e políticas, etc., e continuará a
destruí-los pois originam-se das origens da vida na Terra, da luta e da guerra
pela sobrevivência e bem-estar e perpetuação de sua espécie, somos uma espécie
como tantas outras que também lutam contra as adversidades do meio ambiente
como as sexuais onde os mais fortes vencem e derrotam muitas vezes cruelmente
adversários sexuais através da Seleção Natural, dependem ontogeneticamente
também do trabalho, da economia, da globalização, do poder, da Saúde, da
Educação, e culturalmente dependem década sociedade e grupo social com sua
cultura e modos de relação social. Sempre encontraremos Monstros e a sombra
reconhecida e assumida através da projeção de nossa carga hostil em outros objetos
em nossos caminhos até a Salvação, a fase Cósmica do Processo de Individuação,
durante nossas descobertas da vida.
A Educação
resolve nossos problemas com a sombra e nossos Monstros internos que projetamos
nos outros, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, no trabalho, na
economia, na globalização e nas guerras, movimentos, protestos e conflitos e
vandalismos em busca de paz justamente porque não conhecemos ainda a paz,
porque não fomos e não somos educados ainda o suficiente seja pelos nossos
pais, cuidadores, professores, políticos, religiosos, amigos, amores e
romances, policiais, profissionais da saúde, psicólogos, médicos, psiquiatras,
artistas, filósofos, comunicadores, cientistas, etc.. A Educação tudo resolve.
A Educação educa nossos Monstros e evita nossas monstruosidades melhorando
nossos processos de descobertas da vida e de liberdade individual e
aprisionamento coletivo através do Processo de Individuação. A liberdade
individual é experimentada nos rituais porém com o aprisionamento coletivo na
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A nossa sombra
sofre mudanças durante o dia mas nós não, somos os mesmos, ela ora é menor ora
é maior ou é distorcida ou se mistura a outras sombras, nós, o self, não nos
misturamos, para compreender a sombra precisamos aceita-la e reconhece-la como
parte de nós e que ela sofre transformações, ora é ¨bonita¨ ora é feia, não há como lutar com a sombra,
ela nunca fugirá de nós, precisamos conhece-la e aceita-la como parte de nosso
mundo psíquico sem nos ¨machucarmos¨, precisamos fazer nossas descobertas da
vida, dos monstros, dos heróis e dos escravos para lidar bem com a nossa sombra
arquetípica.
Eu acredito que
as descobertas da vida, inclusive nas
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, ajudam na adaptação da memória que produz a
transcendência que assim gera a miséria, a caridade e o trabalho a fim de
servir à vida e à Evolução, mas surgem
adversidades com o sombra que se personificam como violência, guerras, crimes,
holocaustos, barbáries, atentados, terrorismo, deturpação, difamação,
conflitos, abuso e exploração, movimentos, protestos e vandalismos, etc., que
são resolvidos através da Educação e do Amor Fraterno que nos auxilia com o
sentimento de renascimento que vem do Estado e de cada família e emerge de cada
indivíduo, só este Amor nos permite isto durante nossas vidas, mas nada na
vida! Pense nisto! Deus faz bem! Eu posso acreditar em Deus, no Pai, no Filho e
no Espírito Santo, Amém!
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno
resistirá ao Apocalipse Universal que poderá ocorrer se existirem outros
¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação
Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo
através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo, ou através da
Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar se ele entrar em
conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na Bíblia com outras
palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado
pelo aprisionamento coletivo.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, devemos nos entregar aos processos positivos
que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica,
fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia
e até dos fenômenos associados a globalização de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida, compreende seus ritos e os absorve
mantendo-os e os perpetra; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para
ser destrutiva em nossos tempos, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os
e os perpetra; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra; a Evolução
espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução depende da transmissão de
conhecimento, seja celular, genético, molecular, atômico, arquetípico,
inconsciente ou qualquer outra forma de transmissão de conhecimento como as
Escolas de hoje. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito,a
vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! As
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, são
voltadas para a convivência pois educam e alegram! Temos leis que punem
discriminadores, racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para a
convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da
economia e da globalização também são voltadas para a convivência e não para a
exclusão e discriminação! A Evolução cria e depende de rituais e da Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Evolução precisa do Processo de
Individuação e de todos os seus elementos constitutivos como os arquétipos e as
fases. O Processo de Inidividuação segundo Mattanó começa com a Concepção e o Herói (Fase
Urubórus), o Chamado que Pode ser Recusado, as Forças se Unem Para o
Bem-aventurado,... o Encontro com a Deusa (Fase Matriarcal),... a Relação com o
Pai (Fase Patriarcal),... a Magia nas Decisões (Ciclo de Alteridade)...e vai
até A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase Cósmica). O Processo de
Individuação tem por finalidade a Liberdade da Vida e dos Ensinamentos da Vida
numa relação Cósmica de maravilhamento e contentamento, deleite profundo a
favor do Cosmos, do Universo, do Universal, da Universalidade, da amplidão
experiencial e do descortinar do caminho rumo ao infinito e mais belo,
inclusive diante das imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho
dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo
outro, pelo próximo,.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 11 de outubro de 2016.
7. Psicologia Social
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína desfrutando
de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico capaz de
revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e
dos Escravos, para sua história de vida
e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína encenando
seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e contexto, sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
Para
falarmos sobre o trabalho, a economia e a globalização, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, através de rituais e da Trajetória da Vida,
dos Monstros e dos Heróis precisamos não somente dos conceitos sobre a
consciência, a identidade, a atividade e a alienação, devemos acrescentar a
afetividade (sendo esta sentimentos e emoções) descolando-a da identidade pois
esta agora pode englobar aspectos do passado, presente e futuro enquanto que a
afetividade pertence somente ao contexto do aqui e agora, mesmo que haja uma
memória afetiva esta pertencerá à identidade e não a afetividade, a afetividade somente o aqui e agora como por
exemplo aceitável o que sentimos quando nos recordamos aqui e agora de aspectos
do passado, coisas do presente ou aspectos que planejamos para o nosso futuro.
E há também o inconsciente, processo pelo qual algo não se passa nem se processa conscientemente como perceber
uma coisa ou outra ao mesmo tempo, diferentemente do inconsciente freudiano.
Este inconsciente está ligado à percepção que afeta a consciência, a
identidade, a atividade, a alienação e a afetividade. Então a adaptação sexual,
moral, física, mental, social e/ou pública dependem do contexto sócio-histórico
sendo ela na maior parte das vezes violência por não aceitar e exogrupo a
partir de suas concepções endogrupais e etnocêntricas onde pela força você
domina, castiga, transforma, tipifica, descaracteriza, mata o outro que não lhe
pertence a sua estrutura grupal e assim a sua consciência, identidade,
atividade, alienação, afetividade e inconsciência, seja no trabalho, nas
relações econômicas e na economia e na globalização da economia, da tecnologia,
do consumo, da informação e da liberdade através ou não dos rituais e da Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis. O outro e seu grupo são o indecente que não
possuem virtudes nem qualidades onde até a terminalidade lhe são fatais, ou
seja, não há vida para o outro nem independência, só há morte! O papel dos
grupos é defender seus membros da fome, do frio, da terminalidade, dos perigos,
ameaças e adversidades do meio ambiente assim o outro é condenado a ser domado
ou morto para ser o ou não ser consumido como comida para o corpo, a alma ou
para o imaginário e simbólico, somos animais, ou até mesmo para o nosso
sentimento e desejo de escravizar o próximo no trabalho, na economia e através
da economia e na globalização e através da globalização! E estamos fadados a
nunca deixarmos nesta vida a deixarmos de sermos animais e sobrevivermos da
morte das outras coisas vivas para a própria coisa chamada vida e assim também
a escravidão no trabalho, na economia e na globalização por causa dos nosso
rituais. A indecência hoje seria a violência, a escravidão, a alienação, o
futuro é difícil de predizer, talvez com base em outras vivências e
experiências grupais, novas tecnologias deixe de ser violência à morte do outro
e o próprio outro o aceitando e acolhendo-o pacificamente sem dualismo amor e
ódio, guerra e paz por causa de monstros internos de pessoas e grupos violentos
e assim indecentes, será que um dia a indecência haverá se de se esgotar? A
indecência depende de como encaramos a terminalidade e de seus rituais de luto
e de consolo, de passagem, e deste modo, o consolo e o luto, depende do
trabalho, da economia, da globalização, da adaptação que é por sua vez
mantenedora da memória ou mesmo, a própria memória afetiva ou não afetiva! A
indecência é a violência, as guerras, o protesto, o movimento, o vandalismo, o
sofrimento, e a decência seria então a paz, o contentamento, a Educação é a
decência, onde há decência há Educação e onde há indecência não há Educação,
basicamente Educação é isto e serve para resolver este tipo de problema! A
Educação se faz através de rituais de iniciação e de passagem, precisamos dos
rituais. Precisamos de rituais para nossa identidade, consciência, atividade,
alienação, inconsciente e afetividade desde a iniciação até a passagem pelos
limiares até a liberdade. Por isso devemos Educar nossos filhos, e a nós mesmos
continuamente em todos os ambientes de nossas vidas, em todos os nossos
relacionamentos sociais, para que nossa consciência, atividade, identidade,
inconsciência, alienação e
afetividade sirvam-nos ao nosso bem-estar social e nossos Monstros não nos
dominem. Precisamos alcançar a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver
através da Trajetória dos Heróis, ela:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Nossos Heróis enfrentarão na Trajetória da
Vida os Monstros.
Para esta abordagem os Monstros,
inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, são produtos da atividade, da consciência, da
identidade, da alienação e do inconsciente nas relações entre sujeitos sociais
também no trabalho, na economia e na globalização através ou não de rituais.
Pela atividade o sujeito se apropria
do mundo e se expressa pela consciência processo da sua identidade e do que não
consegue ter totalmente pela alienação e pelas coisas que não se processam
conscientemente como perceber mais de uma coisa ao mesmo tempo, o inconsciente
que condensa e desloca informatividade, saber.
Se
compreendemos a linguagem dos Monstros, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, falaremos com eles mas se não obtivermos êxito
não nos comunicaremos com eles e serão processos obscuros e menos acessíveis em
nossas vidas sociais causando coisas incompreensíveis como coisas falsas que
por serem falsas não têm valor de existência por não existir, mesmo existindo
falsamente? Se não compreendemos a linguagem dos Monstros ela será falsa porém nossa
atividade diante de uma coisa falsa é difícil e dolorosa, causa sofrimento à
consciência e à identidade por estar alienada e sob processos inconscientes
incompreensíveis.
E
assim lidamos com nossos Monstros!
Nossos Monstros, inclusive nas imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, devem ser abordados no trato social através de
rituais de iniciação e da passagem e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis também em movimentos, protestos, vandalismos, agitadores, criminosos,
baderneiros, curiosos, de nossos meios com
Educação, pois como vimos a Educação tudo resolve, tudo socializa, desde o
nascimento até a morte, ou seja, por toda a vida, durante todo o período
relacional social e suas implicações educativas, não mais nem menos, só
educativas, a vida é uma constante Educação, não deve ser vista como outra
coisa, como violência, como trabalho, como luta, como dever, como qualquer
outra coisa, deve ser vista como Educação para hoje e para a amanhã, para o
futuro e assim para a eternidade, deste modo a vida na Terra estará perpetuada
e a salvo dos males da criatividade associada a destrutividade e
auto-destrutividade da humanidade. A vida é uma constante e transformante
Educação!
Concluo
que a adaptação propicia a atividade de memorizar que por sua vez leva a
atividade, a consciência e a identidade, afetividade, inconsciência e alienação
de miserável que produz nas relações sociais os ritos e a Trajetória da Vida,
dos Monstros e dos Heróis, a caridade e o trabalho, economia e globalização da
economia, da informação, da tecnologia e do consumo, e da liberdade,
inclusive das imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, que ajudaram a fazer surgir na humanidade a
violência, a exploração e o abuso, o crime, a desordem, o caos, a crueldade, a
criação e proliferação social de doenças biológicas, psicológicas, sociais,
filosóficas e/ou espirituais, as guerras, toda sorte de maldades que conhecemos
e que cometemos uns contra os outros por não termos Educação suficiente para
lidarmos com nossos Monstros e assim transcender e lidar com o sentimento de
renascimento que vem do Alto! Este sentimento só vem da nossa relação para com
Deus! Podemos Amar a Deus e temos uma área no nosso cérebro para isto! Deus faz
bem!
Mas
para finalizar podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há
continuidade da vida e do Universo e assim das Ciências, das Artes e dos
Saberes e o Descontrutivismo Físico
Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a
Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a
Espiritualidade, pondo fim às Ciências Biológicas, Humanas, da Saúde, Exatas, Sociais,
da Computação, etc., acabando com as Ciências que descobrimos e que criamos e
desenvolvemos, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram
para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno resistirá ao Apocalipse Universal que
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo, ou através da Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar
se ele entrar em conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na
Bíblia com outras palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
Abordamos novamente nossos rituais religiosos de iniciação e da passagem e
também seus ensinamentos agregados a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado
pelo aprisionamento coletivo e social, de nossas relações sociais primárias na
família e secundários, fora da família. A liberdade solitária e individual é
ritualizada internamente e a liberdade partilhada e coletiva é ritualizada
internamente e externamente.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, devemos nos entregar aos processos positivos
que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica,
fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia
e até dos fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas
relações sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não
precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu
escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa! A Evolução educa nossa Vida, nossos Monstros
e nossos Heróis através dos rituais de iniciação e de passagem pela Escola,
Religião, Trabalho, Sexo e Sexualidade, e outros aprendizados e manifestações
comportamentais sociais.
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito,
a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! As
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, são
voltadas para a convivência pois educam e alegram! Temos leis que punem discriminadores, racistas
e perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a exclusão
e discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização também
são voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação! Exclusão
social e discriminação tendem hoje a serem crimes no Brasil e no mundo! A
Evolução do trabalho, da economia e da globalização dependem e caminham a
passos mais rápidos do que aos da filogênese e da ontogênese, a Cultura Evolui
mais rápido entre os Humanos! Estamos caminhando rapidamente para a união e
para os fenômenos positivos da globalização como a integração, a derrubada de
fronteiras, a educação, a economia, a tecnologia, o consumo, a informação, a
liberdade e a política! A Evolução cultural produz política e depende hoje da
política para se governar e se sustentar, política é a arte de bem-governar!
Bem-governar é poder ter e poder oferecer Saúde, Educação, Trabalho, Liberdade,
Lazer, Locomoção e Ir-e-vir, Política, Vida, Propriedade Intelectual e
Propriedade Material, Religião, Alimentação e Água, Renda, Teto, Vestimenta,
Afetividade, Cultura, Sexualidade, Família, Transporte, Saneamento, Segurança e
Justiça como Direitos básicos a população se houvesse uma Reforma Política no
Brasil!
Para uma Reforma Política no Brasil dependemos
do conhecimento e da Educação de nossas Vidas, Monstros e Heróis! Precisamos
descortinar o alvorecer do Sol! Precisamos, segundo Osny Mattanó Júnior, ser
Concebidos e Viver (Fase do Nascimento e da Vida); Precisamos nos Encontrar com
a Deusa (Fase das Primeiras Relações Sociais); Precisamos da Relação com o Pai
(Fase da Transferência de Conteúdo das Primeiras Relações Sociais); Precisamos
da Magia nas Decisões (Fase da Educação e do Trabalho); e para obtermos sucesso
e realização, Precisamos da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase do
Trabalho, da Produtividade e da Nova
Família), inclusive diante das
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo,!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 11 de outubro de 2016.
- Psicologia Escolar
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína desfrutando
de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico capaz de
revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e
dos Escravos, para sua história de vida
e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína encenando
seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e contexto, sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
No âmbito
escolar a Psicologia Escolar entende que o trabalho, a economia e a
globalização, e a adaptação, inclusive as
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, que levam a transcendência oriundos das
situações em que vivemos experiências de aprendizado em experiências de
conflitos e de paz e assim a adaptação estão
ligados aos processos de aprendizagem e assim aos problemas e distúrbios
de aprendizagem que devem ser tratados, podendo isto levar ao bullying, já que
o bullying é bastante presente nas Escolas, este bullying pode ou não ser
ritualizado e pertence a história da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis na e da Escola. A escola tem este papel de formação e de transformação
para a convivência entre as pessoas e os povos, formação da Trajetória da Vida
e de Heróis tendo assim um papel pacificador se ela não for vítima de bullying (Trajetória
dos Monstros) e prejudicada em seu papel de formação e transformação, para o
futuro no trabalho, agora na economia e no futuro das relações econômicas como
e geração de renda e de capital e a globalização da economia, da tecnologia, da
informação, do consumo, da liberdade. A violência ou bullying pode ser
transformada através da escola com o trabalho do Psicólogo Escolar atuando
junto aos alunos, professores e equipe-técnica, levantando propostas e tomando
decisões para otimizar a dinâmica da Escola e sua função social como educadora
para o trabalho, a economia e a globalização. Então em caso de morte e perdas o
consolo e o luto em momentos e períodos de guerras na Escola seriam abordados
pelos professores e equipe-técnica, e pelo próprio Psicólogo Escolar de modo a
facilitar a elaboração do luto mediante o papel do consolo, ou seja, através do
consolo a criança ou o aluno adquiriria repertório comportamental para elaborar
o luto em quaisquer ambientes para sua adaptação e diminuição do sofrimento
mental e até físico, seria este o papel da Escola quanto ao consolo e o luto e
a adaptação, pura memória ou processos de Educação e de memorização. E em
momentos e períodos de paz o papel do Psicólogo Escolar seria de mantenedor e difusor de idéias e projetos
pacificadores para melhorar e otimizar os relacionamentos na Escola entre os
seus de modo que seus Monstros não voltem a incomodar-lhes, sabemos que o
Psicólogo Escolar ajudará na formação da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis e que ele também poderá representar para sua clientela tanto um Monstro
quanto um Herói na Trajetória da Vida, mas...
Na Escola os
Monstros, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, estão ligados as formas de violência na Escola
como o bullying sexual, moral e psicológico onde as diferenças não são
toleradas e são meios ou canais para a descarga agressiva e destrutiva com
ofensas, humilhações, amedrontamentos, envergonhamentos, assédios, brigas,
discussões e palavras grosseiras e pesadas que podem levar a uma série de
diversas conseqüências penosas para o violentado e para o violentador lesando a
vida do trabalhador e do futuro trabalhador, da economia e das suas relações e
da vida globalizada, assim o Psicólogo Escolar deve ouvir e observar rituais,
decifrando ganhos primários e secundários e perdas a curto, médio ou longo
prazo como doenças mentais e seqüelas profundas inapagáveis que se
transcendenditas impulsionarão as vítimas a se tornarem pessoas melhores que as
outras que não conseguem transcender à violência e mergulharem em dores
oceânicas que podem levar essas pessoas a deficiências mentais ou sociais como
psicóticos, doentes sexuais, transtornos alimentares, delinqüentes, criminosos
ou ensimesmados, poderemos assim deslumbrar nossos Heróis e nossos Montros em
meio aos rituais da Escola.
Esses nossos
Monstros, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, os problemas trabalhistas e no trabalho, os
problemas com a economia como as dívidas e a compulsão para o consumo, e a
globalização e seus frutos e fenômenos são aprendidos em parte na Escola e são
em parte também resolvidos em grande
parte na Escola, são ritos incorporados na Escola, por isso a Educação tudo
resolve, evita grandes tragédias e pequenas desgraças sociais ou humanas como
as guerras e os grandes horrores, evita também os movimentos e protestos
desorganizados, vandalismos e crimes. Por isso a Educação nunca deve parar, devemos
estudar a vida toda, não na Escola somente, mas no trabalho, na Igreja, no
clube social, na casa de nossos pais, de nossos romances e de nossos filhos, de
nossos parentes, devemos continuar o debate acadêmico e ler a vida toda, a
informação deve ser direito de todos, ela deve ser consciente e justa, não
manipuladora, devemos ter o direito de ter acesso a internet e aos mass mídia
para nos atualizarmos constantemente, pois nossa consciência se atualiza
constantemente, visto que está em constante movimento e transformação
momento-a-momento, a consciência deve ser direito de todos assim como a
Educação que tudo resolve. A Educação melhora nossos afetos e estados de
consciência em meio aos rituais de iniciação e de passagem na e da Escola.
Assim
o trabalho, a economia e a globalização, inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, levam a adaptação e a transcendência que é o produto final dos ritos
de iniciação e de passagem na e da Escola durante a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que favoreceu ao surgimento dos
modos de lidar com a miséria como a caridade e o trabalho, a exploração e o
abuso, mas também a violência, os crimes, as guerras, os holocaustos, as
barbáries, as tragédias, as catástrofes, as degradações, os vandalismos, os
protestos e movimentos hediondos, as
difamações, as distorções, os vandalismos, as agressões, as explosões e
propagações de doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psicológicas,
sociais, filosóficas e/ou espirituais que somente a Educação e o Amor de Deus
que tem lugar em nosso sentimento de renascimento para existir e ter função em
nossa luta contra as adversidades contra o meio ambiente.
Então
podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, o conhecimento é o
produto dos rituais de iniciação e de passagem da e na Escola e assim continuamos
por toda a vida criando e gerando o conhecimento como o de poder haver o
Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das
Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através
do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida,
as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus
ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e
da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o
Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e
deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através
desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo
e da minha vida.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, devemos isto
aos rituais de iniciação e de passagem da e na Escola série após série, ou ano
escolar após ano escolar, devemos nos entregar aos processos positivos que nos
formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica,
fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia
e até dos fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas
relações sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização. Nossa
História carrega em si toda a Nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Nossos Heróis
obedecem uma seqüência evolutiva de estágios, são eles:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10. A
apoteose
11. A
última graça
12. A
difícil volta
13. A
magia nas decisões
14. O
resgate sobrenatural
15. Os
limites da volta
16. Agora
são dois mundos
17. E
a liberdade para se viver e ensinar a viver
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não
precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu
escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente! Já podemos
provar da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver através da Escola e da
Educação.
A Evolução filogenética é um processo
crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais
para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora
da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e
mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos.
A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança
seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A
Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e
ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida coletiva
dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução não tem
pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo! Desejando ou
não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e globalizadoras em função
de nossas descobertas e do avanço Científico e Tecnológico, e do crescimento da
população mundial – a Evolução educa e preserva a Educação e o ensino, a
aprendizagem e as descobertas individuais, sociais e coletivas – estamos sendo
Educados a vida inteira - a Educação não
termina, não tem fim e a Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que
é aprender a conviver! A Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos
de nossa carga filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do
universo! A Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou
sociedade, o espírito, a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e
não para a exclusão! As imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho
dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo
outro, pelo próximo, são voltadas para a convivência pois educam e alegram! Temos leis que punem discriminadores, racistas
e perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a exclusão
e discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização também
são voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação! Exclusão
social e discriminação tendem hoje a serem crimes no Brasil e no mundo! A
Evolução do trabalho, da economia e da globalização dependem e caminham a
passos mais rápidos do que aos da filogênese e da ontogênese, a Cultura evolui
mais rápido entre os Humanos! Estamos caminhando rapidamente para a união e
para os fenômenos positivos da globalização como a integração, a derrubada de
fronteiras, a educação, a economia, a tecnologia, o consumo, a informação, a
liberdade e a política! A Evolução caminha lentamente como caminha lentamente a
Evolução dos nossos rituais de iniciação e de passagem na Escola e na Educação.
A Evolução cultural produz política e depende
hoje da política para se governar e se sustentar, política é a arte de
bem-governar! Bem-governar é poder ter e poder oferecer Saúde, Educação,
Trabalho, Liberdade, Lazer, Locomoção e Ir-e-vir, Política, Vida, Propriedade
Intelectual e Propriedade Material, Religião, Alimentação e Água, Renda, Teto,
Vestimenta, Afetividade, Cultura, Sexualidade, Família, Transporte, Saneamento,
Segurança e Justiça como Direitos básicos a população se houvesse uma Reforma
Política no Brasil!
A
Evolução cultural depende da Educação que promove o bem-estar e a convivência entre as diferenças
e igualdades, a Educação pode ser Bancária que é depositária do saber e
inquestionável; Educação Libertadora que é livre onde o saber é construído com
a participação do aluno ativamente; e a Educação Dessensibilizadora Contexual
onde aprendemos a não nos prendermos mais ao saber dessensibilizando-o e
compreendendo-o como fenômeno do Contexto, de sua época sócio-histórica
deixando ele passar através de seu conhecimento causando conhecimento mas não
sensibilizando o aluno a mover-se por ideologias.
O
Trabalho, a Economia e a Globalização podem assim ser Bancárias, Libertadoras
e/ou Dessensibilizadoras Contextuais. O Homem trabalha para ter economia,
guardá-la, compreendê-la e depois livrar-se dela através de seus rituais
educativos de iniciação e de passagem na Escola e fora da Escola trabalhando
assim suas regras oriundas da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
O indivíduo é
Concebido e Vive (A Concepção e o Herói: vive fantasticamente aprendendo a
aprender mesmo sem ter aprendido a aprender, vive instintivamente desde a
concepção com sua mãe na vida intra-uterina), se Encontra com a Deusa (Se
Relaciona com sua Mãe), tem Sua Relação com o Pai (Aprende a Viver com o Pai),
tem A Magia nas Decisões (Aprende conhecimento nas Escolas), e tem A Liberdade
para Se Viver e Ensinar a Viver (Compreende o Valor de sua Vida e o de seu
Mundo) – esta última fase só é alcançada por meio de regras de
auto-conhecimento ou por meio de experiências culminantes e de deleite e
deslumbramento intensos, pois a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é
intensa, inclusive diante das imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo,!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 11 de outubro de 2016.
- Psicologia Humanista
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína
desfrutando de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico
capaz de revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, para sua história
de vida e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína
encenando seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e
contexto, sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
A incapacidade de transcender advinda das guerras, crimes e violências
dos
eventos que repercutem falta de paz
em nosso interior e em nossas sociedades estão ligados as deficiências em nossos
trabalhos, ofícios e profissões, como no que geram como a economia e a
globalização da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e da
liberdade, inclusive das imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, à incapacidade de satisfazer nossas necessidades
e de nos adaptarmos, fazendo dos nossos rituais de iniciação e de passagem
verdadeiros fracassos e frustrações que daí nos tornamos destrutivos e
auto-destrutivos com problemas adaptativos em aceitar as diferenças, a
liberdade e a capacidade de criação e independência com privacidade e
autonomia, livre-arbítrio, naturalidade e simplicidade, trabalho e percepção
objetiva da realidade impulsionando as experiências místicas e culminantes,
êxtase e deleite intensos, afeição e empatia para com a humanidade, resistência
ao conformismo e um elevado grau de interesse social numa relação destrutiva
com a Trajetória da Vida e dos Heróis e nos vencendo as capacidades nossos
Monstros . Não aceitar e não saber lidar com o luto no trabalho, com as perdas,
com as dívidas e com as conseqüências pós-morte da globalização, através dos
nossos rituais e de nossos Monstros, como o luto ligado a economia (parar de
gastar ou se fechar e economizar), a tecnologia (se abrir ou se fechar as
tecnologias), ao consumo (se abrir ou se trancar ao consumo) e ao da informação
(se isolar ou se abrir para o mundo de relações e informações) é problema
adaptativo oriundo dos processos do consolo da singular dificuldade em se
aceitar e às suas necessidades, sejam fisiológicas (comida, água, sexo, sono e
ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo
e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo,
e de auto-realização. A cada necessidade mal elaborada pelo sujeito e pela
sociedade aparece a indecência reorganizada e transformada em decência através
da convivência, da paz e do amor, da naturalidade e simplicidade, do trabalho
(como dos profissionais da saúde, educação, política, artes, etc.), da
percepção objetiva da realidade, da afeição e da empatia por toda a humanidade,
a decência é aqui ritualizada na Trajetória da Vida e dos Heróis. Assim o consolo e o luto vão
sendo organizados e reorganizados através da indecência e da decência que
permite ao sujeito convivência, paz, amor, naturalidade, simplicidade,
trabalho, objetividade, afeição, empatia pela humanidade, ou seja, um retorno a
vida saudável e assim à auto-realização. Assim lidamos com o consolo, o luto,
(a terminalidade) e a adaptação, e agora também com a memória, a economia e a
globalização através de ritos e de nossos Heróis. A adaptação que é memória
pois não existe memória mas sim somente adaptação, isto evoca a transcendência,
trabalho, economia, e globalização. Assim lidamos com o sofrimento das guerras
e buscamos paz e contentamento para superar nossos erros e fracassos humanos e
pessoais, nossas tragédias existenciais para sempre lembradas em processos
adaptativos mas que não sei porque teimamos em alguns períodos da história
esquecer, em começar outras guerras e depois lamentar e começar a chorar e a
pedir desculpas não sei por quê, a história sempre revela que toda guerra
poderia ter sido evitada, a Educação tudo resolve!
Não aceitar as diferenças no trabalho, na
economia, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, não tolerar erros se necessário, e na
globalização ou seja, nossos Monstros é cortar uma das veias do coração humano
e deixar sangrar até o morte das diferenças ou Monstros, é dar um tiro num
animal, seja perigoso ou não, depende de como o entendemos e de como lidamos em
relação a ele e a nós mesmos, com ou sem segurança e o porquê dessa atitude
segura ou destrutiva, amável ou hostil? Saber lidar com as diferenças ou
Monstros é aceitar a liberdade e a individualidade e sua capacidade de criação
e independência com privacidade e autonomia, livre-arbítrio, agindo com
naturalidade e simplicidade, e tendo capacidade para algum tipo de trabalho com
uma percepção objetiva da realidade levando-o a experiências místicas e
culminantes, êxtase e deleite intensos, com afeição e empatia pela humanidade,
apresentando resistência ao conformismo e alto grau de interesse social. Saber
lidar com os nossos Monstros nos ajuda a lidar com a Trajetória dos Heróis,
ela:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
No final da
Trajetória dos Heróis alcançamos nossa Liberdade.
Não aceitar e não saber lidar com as
diferenças ou Monstros, inclusive nas
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, é não aceitar e não lidar com nossas próprias
necessidades e liberdades, sejam fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar),
de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da
ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de
auto-realização.
A auto-realização é a plena Educação,
inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo. A auto-realização é saber
o que você mesmo pensa, sente, fala, mostra, ouve, vê e faz, é ser Educado para
os rituais e pelos rituais de iniciação e de passagem para a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Quando falamos de auto-atualização também falamos de adaptação e assim
de transcendência e de memória e meios de lidar com regras e rituais ligados a
miséria como a caridade e o trabalho, o lucro, a exploração, o abuso, a
violência, o controle, o mercado, as guerras, os conflitos, os horrores, as
tragédias, as brigas, as perdas, os crimes, etc., para evocar a Educação e o
Amor Fraterno de Deus e assim nosso sentimento de renascimento. A Educação
prepara o indivíduo para o trabalho e para a economia e a globalização,
inclusive para as imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo. A Educação prepara o
indivíduo para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, pois nascemos
num mundo já Educado ou que já existe com modelos de Educação que serão
internalizados.
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da Adaptação e assim ao um
poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos
Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico
Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará
havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros
¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou
mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o
Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também
a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo
deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal
fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser
transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o
Universo, o Apocalipse Universal!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, devemos nos entregar aos processos positivos
que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica,
fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia
e até dos fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas
relações sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não
precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu
escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
O Homem Trabalha
e Economiza para satisfazer suas necessidades, sejam fisiológicas (comida,
água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e
libertação do medo e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos
outros e de si mesmo, e de auto-realização através de ritos para sua Educação
já pronta e para se fazer durante sua Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
O Homem busca
sua auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver) satisfazendo
suas necessidades anteriores, elas, fisiológicas (a Concepção e o Herói), de
garantia (as Forças se Unem para o Bem-aventurado), de pertinência e de amor (o
Encontro com a Deusa), de estima dos outros e de si mesmo (a Apoteose), e de
auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver), inclusive diante das imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo,.
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 12 de outubro
de 2016.
- Psicologia da Personalidade
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína
desfrutando de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico
capaz de revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, para sua história
de vida e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína
encenando seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e
contexto, sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
Esta abordagem
entende que os rituais de iniciação e de passagem e a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis, a
adaptação e a transcendência oriundos das relações
em tempos de guerras e de paz e a
memória que por sua vez repercute como adaptação, e atividades de trabalho, economia e de
globalização, inclusive as imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em
trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de expressar seu
amor pelo outro, pelo próximo, podem serem
fruto de uma relação mãe e filho se ela, sua mãe, não satisfazer a necessidade
de amor de seu filho pela sua tendência inata para atualizar as suas
capacidades e potencialidades do seu eu, gerando auto-atualização, então pode
gerar sofrimento durante a etapa de adaptação no sofrimento durante as perdas.
Está má relação pode originar conseqüências ruins para a auto-atualização assim
para o seu modo de lidar ritualmente com o luto e com a formação do próprio
luto, com nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, por exemplo em guerras e más
memórias, ou seja, má adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental no trabalho, nas relações
econômicas e com a economia e na globalização da tecnologia, da economia, da
informação, do consumo e da liberdade. A tendência inata para a
auto-atualização deixa o indivíduo capaz de dominar seu luto em seus
relacionamentos gerando paz e um alto grau de saúde psicológica através de seu
pleno funcionamento mental deixando-o em pleno funcionamento mental para o
trabalho, a economia e a globalização. Esta capacidade permite toda e qualquer
experiência seguindo seus próprios instintos e não pelas opiniões e vontades
dos outros com liberdade de pensamento e um alto grau de criatividade dominando
seu sofrimento e luto e assim sendo adaptado e justo consigo mesmo, oferecendo
ao indivíduo o mais alto grau de saúde psicológica, a auto-atualização. Assim a
Educação com seus rituais de iniciação e de passagem ajuda a levar a
auto-atualização pois com uma boa relação entre mãe e filho tudo fica melhor
para o futuro das crianças, havendo então paz e contentamento, produzindo boa
adaptação que é assim também boa memória já que não existe memória, apenas
adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental.
Pela
nossa tendência inata para atualizar as nossas capacidades e potencialidades do
eu se dá a auto-atualização que pode ser prejudicada pelas experiências
infantis se suas experiências com sua mãe não satisfazer sua necessidade de
amor pela estima positiva entre mãe-filho e pela aprendizagem oriunda das
relações com sua mãe e de outras relações limitando-a a possíveis Monstros,
inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, como o bullying sexual, moral ou psicológico
dentre outras formas de violência e agressão como a física e social no
trabalho, nas relações econômicas e na globalização, assim, favorecendo o
desrespeito as incolumidades corporal, pessoal, patrimonial e da vida pública,
e delinqüência podendo se transformar num criminoso ou ensimesmado.
A tendência inata para a auto-atualização
permite ao sujeito dominar seus Monstros internos e relacionados as relações
sociais conduzindo-o a paz e equilíbrio num alto grau de saúde psicológica pelo
pleno funcionamento de sua mente no trabalho, na economia e na globalização,
inclusive nas imagens de Elizabeth
Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como
forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo. Serão assim abertos a
toda e qualquer experiência, viverão plenamente cada momento de suas vidas,
guiar-se-ão pelos seus próprios instintos e não pelas opiniões e vontades dos
outros, terão liberdade de pensamento e a um alto grau de criatividade
assujeitando-os ao domínio dos seus Monstros biológicos, psicológicos,
sociológicos, filosóficos e/ou espirituais com satisfatória adaptação e boa
memória.
A tendência inata satisfeita permite a
auto-atualização reforçada pela Educação que deste modo assegura a segurança e
a paz no mundo e nas regiões do mundo, graças a boa relação entre mãe e filho e
a auto-atualização, enfim a Educação que tudo resolve. A Educação nos educa
para o trabalho, para a economia e para a globalização, inclusive para as imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo. A Educação nos educa para a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Trajetória dos Heróis é a
seguinte:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
A auto-atualização só é alcançada com a
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, ela é fruto da Educação
etapa-a-etapa, desde a Concepção e o Herói até a última já citada
anteriormente.
A
Educação, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, é assim um conjunto de ritos de iniciação e de
passagem, frutos da adaptação que evocam
transcendência para lidarmos com as misérias com a caridade e o trabalho, e
também com seus desenvolvimentos, o abuso, a exploração, a violência, os
crimes, as guerras, os holocaustos, as barbaridades, as crueldades, as insanidades,
as doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psíquicas, sociais,
filosóficas e/ou espirituais, as tragédias, os conflitos, as perdas, etc.,
deste modo abordamos o Amor de Deus e o nosso sentimento de renascimento que
nos faz renascer e enfrentar tudo de novo, cada problema e superar
momento-a-momento problema-a-problema como os sexuais, os morais, os mentais,
os físicos, etc., para alcançarmos a auto-atualização diante da Trajetória dos
Heróis.
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da auto-atualização e da Adaptação e assim ao um poder haver o
Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das
Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através
do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida,
as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus
ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e
da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o
Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e
deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através
desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo
e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado,
começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse
Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o
Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das
dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! A auto-atualização pode
nos Salvar!
O Homem Trabalha
pois é Educado e é através da Educação que atinge a auto-atualização e assim o
pleno funcionamento mental no Trabalho, na Economia e na Globalização através
dos ritos de sua sociedade.
O Homem trabalha
para garantir sua Educação e sua auto-atualização econômica, ou seja, permitir
que sua tendência inata para a auto-atualização leve-o a relações sociais de
paz e de equilíbrio com um alto grau de saúde psicológica pelo seu pleno
funcionamento mental no trabalho, na economia e na globalização, ficando
abertos a toda e qualquer experiência, a cada momento de suas vidas, aos seus
próprios instintos e não às opiniões e vontades dos outros, terão liberdade de
pensamento e um alto grau de criatividade dominando seus Monstros a ponto de
vencê-los com a força de seus Heróis durante sua Trajetória dos Heróis a fim de
que encontre a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e viva assim sua auto-atualização,
inclusive diante das imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo,.
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 12 de outubro
de 2016.
- Cognitivismo
AS IMAGENS DE ELIZABETH TAYLOR:

Nesta imagem vemos a bela Heroína
desfrutando de sua beleza e charme, de
seu talento em seu trabalho para enriquecer sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta cena vemos a bela Heroína na
cena de um filme onde encara sua personagem enriquecendo e aprimorando sua
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história da vida e
contextos.

Nesta cena vemos a Heroína
desfrutando de sua arte e trabalho com sua personagem e papel cinematográfico
capaz de revelar a ela novidades para sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, para sua história
de vida e contextos.

Nesta cena vemos a jovem Heroína
encenando seu papel e personagem para valorizar sua história de vida e
contexto, sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
em sua intimidade e privacidade desfrutando de sua Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a jovem Heroína
na Festa do Oscar onde aprimorou sua Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, história de vida e contextos.

Nesta imagem vemos a bela Heroína
com sua beleza e feminilidade capaz de enriquecer a sua, e a dos outros homens
e mulheres, a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, a
história de vida e os contextos amplamente e alegremente.

Nesta imagem vemos dois Heróis numa
festa ou cerimônia posando para fotografias para marcarem suas histórias de
vida e contextos, suas Trajetórias de Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos e o que conseguiram aprender na vida até aqui em suas existências e
essências.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos a partir das Imagens da vida e obra
de Elizabeth Taylor, e o que elas significaram, significam e vão significar no
futuro, certamente beleza, amor, trabalho, feminilidade, amizade, talento, vida
e obra dedicadas ao amor para com a arte e o cinema que foram usados de canal
para expressar seu amor para com o próximo.
Os ritos do trabalho, da economia e da globalização da economia, da
tecnologia,
do consumo, da informação e da
liberdade, inclusive das imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, que fazem parte dos processos da adaptação e
da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, segundo o Cognitivismo de
Mattanó que apresenta-se primeiro no período Sensório-Motor (0 a 2 anos) onde a a criança se
integra com ambiente pela imitação das regras e assim, mesmo que compreenda
algumas palavras no final deste período só será capaz da fala imitativa, deste
modo seu comportamento e sua adaptação as conseqüências apresentar-se-ão pela
imitação, seu contentamento poderá ser seu primeiro episódio manifesto de
transcendência, através dos seus Heróis ela adquirirá a fala imitativa. No
período Pré-Operatório (2 a
7 anos) acontece o aparecimento da linguagem e assim modificações nas aspectos
intelectual, afetivo e social da criança, o pensamento se acelera, surgem
sentimentos inter-individuais como o respeito pelos que julga seus superiores,
um misto de amor e temor, a moral da obediência, deste jeito o sofrimento e o
contentamento, o trabalho e a economia e a globalização já fazem significado e
sentido, estará a aprender o seus conceitos que se modificam através da obediência, a
obediência, o respeito e o amor trazem parte da transcendência que ficarão
marcados em sua memória, ou seja, em sua adaptação, através de seus ritos com a
linguagem e intelectualidade, afetividade e vida social ela experimentará
sentimentos inter-individuais e compreenderá
a obediência, a obediência é fundamental para a prática dos ritos e dos
Heróis. No período de Operações Concretas (dos 7 aos 11 anos) onde a criança
começa a usar a lógica e o raciocínio de modo elementar, o sofrimento e o
contentamento se dão de modo lógico e
elementar, a transcendência depende
agora do raciocínio lógico e elementar, haverá aqui não somente significado,
sentido mas também conceito de trabalho,
economia e globalização para a criança, seus Heróis adquirem elementos e lógica,
raciocínio, seus ritos também, o domínio completo se dá no último estágio, o de
Operações Formais (após os 12 anos), aqui o sofrimento e o contentamento, o
trabalho, a economia e a globalização tornam-se hipotéticos-dedutivos, a
transcendência aplica-se hipotética-dedutivamente, seus Heróis tornam-se
hipóteses e deduções, abstrações, e seus rituais também. Pode-se dizer que após
os 12 anos surge o pensamento hipotético-dedutivo, que lhe proporciona ser capaz
de deduzir as conclusões de puras hipóteses e não apenas da observação real
compreendendo seus problemas e os dos outros como a indecência sexual, moral,
mental, física, social e/ou pública, coisas objetivas e subjetivas, porém após
os 60 anos de idade o indivíduo poderá começar a apresentar demência e outras
doenças que diminuirão sua capacidade hipotética-dedutiva surgindo novos e
velhos problemas ligados à decadência física, mental, moral, sexual, social e
pública, a transcendência decai cognitivamente, seus Heróis são afetados pela
decadência e pela generosidade, seus rituais também. Assim a indecência liga-se
ao fato de o sujeito descobrir em si à capacidade hipotética-dedutiva e fazer
mal uso dela, por exemplo como bullying ou incentivo de violência como o
bulling na escola, na igreja, no trabalho, na política, na família, nas
amizades, etc.. Deste modo finalizo que pode haver uma nova fase Cognitiva da
3ª Idade onde decaem suas forças físicas e intelectuais, sendo contudo mais
vítima do que agressor por causa da demência e decadência existencial,
aqui o sofrimento e o contentamento, o
trabalho, a economia e a globalização podem reencontrar a demência. Devemos
entender ainda que haja diferenças entre bullying e demência ou alienação
mental, no bullying a pessoa é consciente e na demência e alienação mental a
pessoa é incapaz de lidar com seu mundo adequadamente e por isso deve ser
protegida pelo Estado, pela sociedade e pela família. A demência e alienação
mental podem ocorrer em qualquer fase cognitiva, desde bebê até a morte, devo
salientar isto. Assim o rito onde há sofrimento e o contentamento é imitativo
no primeiro período, depois surgem sentimento inter-individuais e de respeito e
de obediência, depois no terceiro período a criança usa a lógica e o raciocínio
para elaborar o sofrimento e o contentamento e adaptação, depois é capaz de efetuar conclusões de puras
hipóteses que lhe permitam elaborar o luto e finalmente na 3ª Idade na demência
e da decadência e/ou na alienação a pessoa perde ou começa a perder contato com
a realidade objetiva, ou seja, com o mundo real, sua cognição se volta para a
demência, decadência, alienação e confusão mental e morte. Contudo não estamos
a salvo dos Monstros, enfim... Nestas últimas Fases Cognitivas ficarão as informações
marcadas na memória e assim será a sua adaptação de 3 formas: fisiológica,
morfológica e comportamental.
Os Monstros pelo Cognitivismo emergem
durante o desenvolvimento infantil em processos cognitivos apresentados em
estágios:
1º) Inteligência sensório-motora (0 aos 18
meses): pela natureza da sua intelectualidade ser sensorial e motora e a sua
linguagem ser imitativa no final deste estágio, a criança processará seus
Monstros sensorialmente e motoramente pela inteligência que é anterior a
linguagem e independe dela mostrando-se ser imitativa a linguagem e talvez a
inteligência até o final deste estágio, assim ela depende da imitação, da
atenção, da discriminação e das ordens emitidas pelos seus cuidadores a ela,
recurso para lidar com seus Monstros como o egocentrismo e por se desenvolver
através do processo desconhecer-se conhecer-se gradualmente pela inteligência
sensório-motora imitativa. Seus Monstros são a fome, a sede, a higiene, os
cuidados maternos, os sons do ambiente externo e os que emite vocalmente
chorando, balbuciando, gritando, imitando, o calor, o frio, a dor, a sua
afetividade, o seu mundo psíquico e relacional intra-objetalmente e
extra-objetalmente, estes são seus principais Monstros deste estágio. Neste
estágio não existem Monstros ligados ao trabalho, a economia e a globalização,
nem em relação as imagens de Elizabeth Taylor, pois a criança depende
totalmente dos pais.
2º) Inteligência intuitiva ou
pré-operacional (dos 2 aos 6 anos): aparece neste estágio a capacidade
simbólica (imagens ou palavras) que representam o não-presente, surgindo então
imagens ou palavras que se causarem desiquilíbrio cognitivo serão Monstros.
Outros Monstros estarão associados ao egocentrismo, a centralização, ao
animismo, ao realismo nominal, aos problemas com a classificação, a inclusão de
classe e a seriação apresentando dificuldades e incapacidades que a levarão ao
encontro de outros Monstros como a incapacidade de se colocar noutro ponto de
vista, de relacionar diferentes aspectos de uma situação, de atribuir vida aos
objetos, de pensar que o nome faz parte do objeto, dos problemas de agrupamento
com base no tamanho, forma ou cor, da dificuldade de entender que uma coisa
pode pertencer a outra coisa, e das dificuldades de ordenação e seriação. Cada
problema destes pode ser um Monstro se a criança não se desenvolver
adequadamente até o próximo estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada
pela Adaptação Pré-operacional. Começam a surgir os primeiros Monstros ligados
ao trabalho, a economia e a globalização de modo significado e sentido e não como conceitos, inclusive em
relação as imagens de Elizabeth Taylor.
3º) Operações concretas (dos 7 aos 11
anos): os Monstros tornam-se menores pois a criança consegue usar a lógica e o
raciocínio de modo elementar, mas só a objetos concretos. Compreende
quantidades, inclusão de classe e termos de relação como maior, menor, direita,
esquerda, mais alto, mais largo, etc.. Os Monstros começam a serem dominados
até o último estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada pela Adaptação
Concreta. Os Monstros são menores pois passam a serem conceituados, eles
ligados ao trabalho, a economia e a globalização, inclusive em relação as
imagens de Elizabeth Taylor.
4º) Operações formais (após os 12 anos):
com o pensamento hipotético-dedutivo será capaz de deduzir as conclusões de
puras hipóteses e não apenas e através da observação real compreendendo os seus
Monstros e os dos outros seres humanos e coisas do mundo objetivo e subjetivo
até o fim da vida. A memória já é parte da Adaptação Formal. Seus Monstros
serão suas hipóteses e suas deduções como significados e sentidos até que
encontrem os conceitos e deixem de serem Monstros, inclusive em relação as
imagens de Elizabeth Taylor.
5º) Operações finais (após os 60 anos):
que apresentará em casos processos de demência ou outras doenças que tornarão
difícil a vida hipotética-dedutiva onde surgirão velhos e novos Monstros como a
decadência física, mental e social. A memória enfrenta os processos das
Operações Finais com decadência e demência afetando a Adaptação Final,
inclusive em relação as imagens de Elizabeth Taylor.
A Educação devemos lembrar tudo resolve,
seja nossos Monstros, seja nossas guerras, sejas nossos problemas cognitivos –
a Educação tudo resolve! A Educação prepara para o Trabalho, para a Economia e
para a Globalização, inclusive para as
imagens de Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em
sua vida e obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo,. A
Educação cria e mantêm e pode modificar nossos rituais de iniciação e de
passagem e assim nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A Trajetória dos Heróis é assim seguida:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
A
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver é o objetivo final da evolução
cognitiva, ela só vem através da Educação.
A
Educação, inclusive nas imagens de
Elizabeth Taylor que se traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e
obra como forma de expressar seu amor pelo outro, pelo próximo, é fruto da adaptação que evoca a
transcendência fase-a-fase cognitiva da vida, para lidarmos com as misérias com
a caridade e o trabalho e suas conseqüências como a exploração e o abuso, a
violência, os crimes e as guerras, os horrores, os holocaustos, as barbáries,
os medos, os temores, as doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas,
psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais para evocarmos a religiosidade
e assim Deus e o sentimento de renascimento que nos faz renovar nossas
esperanças e modos de vida e termos fé e um olhar para o futuro ou no amanhã,
um desejo de cuidar de nossos filhos e assim até o fim!
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber, a Adaptação Cognitiva
e assim dos Processos Cognitivos da Adaptação e seus Desenvolvimentos como a
fase em que há Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e deste modo a uma
Nova Teoria Sobre o Apocalipse, ao um poder haver o Apocalipse Universal com o
fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do
Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico
Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes
pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da
Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao
nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos
Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer
valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios
teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida.
Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado,
terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O
Amor de Deus salva-nos restando o
Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das
dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! O Apocalipse trata também
do fim da vida pessoal, social e pública
como já sabíamos através da Igreja Católica.
O Homem trabalha
para conceituar seus significados e seus sentidos e encontrar a solução para
suas hipóteses e deduções, não há provação que dure por tanto tempo, não
conseguimos abandonar a nossa Cruz, e assim gerar seus bens, desenvolvido
cognitivamente, o que lhe garante a capacidade de formular e descobrir
conceitos para suas hipóteses e deduções como esperança de um dia melhor para
não desanimar e ter forças para trabalhar. Nosso trabalho obedece a rituais
advindos da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, sobre esta última
sabemos que começa com A Concepção e o Herói (Inteligência sensório-motora) – O
Herói é concebido e vive, e vai prosseguindo para A Travessia: Se Consumir
(Inteligência pré-operacional) e (Operações Concretas) – O Herói se descobre e
vai se descobrindo, até chegar a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver
(Operações Formais) e (Operações Finais) – O Herói aprende a especular, a tirar
conclusões de puras hipóteses e no fim de sua vida torna-se generoso e depois
decai com suas forças físicas e psíquicas, com sua demência e sua Crise Final,
porém pode haver diferenças entre os tipos de pessoas e de personalidades,
resistindo assim o Herói a ação do tempo, inclusive diante das imagens de Elizabeth Taylor que se
traduzem em trabalho dedicado ao próximo em sua vida e obra como forma de
expressar seu amor pelo outro, pelo próximo,.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
12 de outubro de 2016.








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