terça-feira, 7 de março de 2017

ERA INSUPORTÁVEL AQUELE AMBIENTE DE TRABALHO (2017) OSNY M JNR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR




ERA INSUPORTÁVEL AQUELE AMBIENTE DE TRABALHO











07/03/2017
ERA INSUPORTÁVEL AQUELE AMBIENTE DE TRABALHO.

CAP. 1
         Desde meus primeiros dias de trabalho na UEL em 1989, depois de ter sido escravizado no HURNPr em 1988, eu já tinha delírios de perseguição quando me via longe da UEL no centro de Londrina fazendo compras nas lojas da Mesbla, me percebendo perseguido e seguido por um homem que seguia os meus passos e queria me roubar mas que ao escutar os meus pensamentos desistia de suas más intenções e ia embora, isto acontecia entre janeiro e maio de 1989.
         Depois vieram os delírios causados pelas tentativas de estupro coletivo no trabalho na UEL no Centrocópias da CAF onde me cercavam  e abraçavam tentando me beijar e passar a mão em minhas intimidades, isto me causou problemas mentais até hoje, onde não paro de delirar roubo como forma de compensação, vingança, ódio, medo humilhação e vergonha!
         Então procurei a Clínica Psicológica da UEL e lá tudo piorou ainda mais depois que me diagnosticaram em 1991 com esquizofrenia, e a partir de 1992 vieram os delírios paranoicos que se multiplicaram ano após ano até hoje.
         Já em 1992 tive minha primeira reprovação escolar da vida e abandono de carreira e comecei a chegar atrasado no trabalho, depois comecei a faltar no trabalho para investigar a UEL e o CCB/Clínica Psicológica da UEL, também, vieram os delírios de  autoagressão, de suicídio, de perseguição, de acidentes de carro, de roubo, de estupro e assassinato com as série As Noivas de Copacabana da Rede Globo, de violência, de medo, de isolamento, etc..
         Em 1993 comecei a ter delírios de tiroteios  dentro da UEL, no Pinicão/CCB e nas Igrejas Católicas, comecei a sair das salas de aulas para chorar sozinho, abandonei os estudos e comecei a perder a memória, mas denunciei tudo na Clínica Psicológica da UEL que não tomou providência alguma!
         Em 1994 voltei a estudar mas em boa memória e sem amigos e amigas, todos  eram inimigos, todos queriam me expulsar da UEL, fiquei trabalhando doente e sem direito a licença para tratar minha saúde no trabalho pois me falavam no CCH/LET que eu estava bem, mesmo tratando mal as pessoas, segundo a Chefia do LET. Meus delírios eram me matar e as músicas que eu ouvia desde 1984 fazendo o jogo de palavras igual ao dos Trapalhões, uma forte influência para a Idéia da Pulsão Auditiva de 1995.
         Em 1995 comecei a delirar querer morrer de AIDS, me suicidar, roubar, matar, extorquir, e A (de amor), B (de buceta), C ( de cú), números de 1 a 10 (significando palavras ligadas a sexo e amor, igual ao A, B, C), formas geométricas (ligadas as zonas erógenas do corpo humano, tipo quadrado é bunda, círculo é cú, triângulo é buceta, etc.), e depois veio a Pulsão Auditiva (apenas a pergunta para a Profa Denise Dal Coll: ¨será que existe uma Pulsão Auditiva quando pensamos e escutamos em vez de ¨hare-rama¨ a palavra ¨dare mama ou dare mamá?¨ Eu não fiz mais coisa alguma até publicar minhas Novas Teorias e Epistemologias! Houve uma palestra em 1995 do Prof. Paulo de Psicologia Social onde a esposa do Prof. Gilvan (da Filosofia) surtou e todos testemunharam que eu respeitei e fui excluído sobre o saber dessa Pulsão Auditiva no momento da palestra, me pediram para sair para falar sobre isso e eu tive que sair da sala e ir embora, ou seja, sabiam que eu não sabia de coisa alguma e estavam espalhando que era eu o responsável e autor dessa Teoria, eu nem tinha Teoria, só tinha uma Ideia sobre a Pulsão Auditiva! Durante qualquer que seja o Curso a responsabilidade pelo conteúdo de saber é sempre do Professor, estes não foram os únicos Professores que me negaram saber sobre a Pulsão Audtiva!
         Então eu tive que trabalhar na UEL desde 1995 pensando na Pulsão Auditiva, isto me deixou pior, tudo começou em 1992 ou 1993 com a violação do sigilo ético da Clínica Psicológica da UEL, e em 1995 vieram esses delírios que destruíram meus pensamentos, afetos e relacionamentos, minha vida e família, meu futuro, minha carreira, minha formação, causando outros problemas como acusação de racismo e de abuso de incapazes. Por causa disto parei de estudar e de trabalhar e comecei tratamento psiquiátrico que não parou mais.
         Em 1996 voltei a trabalhar forçado pelo Estado que não respeitou meu médico e fui adoecendo cada vez mais, também voltei a estudar e fui piorando cada vez mais, mas a depressão foi sendo curada, fui acusado de exploração sexual em 1999 por coisa que eu não fiz pois não foi isso o que eu escolhi, não desejei, pois fui abandonei a Ideia da Pulsão Auditiva escolhendo a carreira na Psicologia Comportamental antes da acusação de exploração sexual diante de minha amiga injustiçada pela violência de terceiros, esta é a minha opinião, a minha escolha e o que aconteceu, pois eu também tomava remédios errados para o cérebro que provocavam confusão mental!
         Em 1997 foi curada a depressão mas eu estava pior e tentei me matar no trabalho na UEL/CCH/CDPH tentando me enforcar, me obrigaram a pedir exoneração por faltas trabalhistas que eu só cometi porque estava passando mal, não estava passando bem, estava sofrendo muito, estava no meio de uma guerra, era como se houvesse uma arma apontada para a minha cabeça desde 1988 e me escravizassem além de tentarem me roubar e me estuprar, era insuportável aquele ambiente de trabalho! Eu tinha que trabalhar pensando que os números significavam sexo porque havia um complô contra mim, que as formas geométricas, o A, B, C, as palavras em inglês significavam sexo e violência sexual e as relações humanas e trabalhistas tinham que ser assim! Comecei a tirar e pôr minhas camisa, em 1997, na frente dos alunos, funcionários e Professores no CCH/CDPH e a pular o balcão sem pensar como um insandecido por causa do trabalho e a pensar em roubar mais e mais, também porque não respeitaram o tratamento médico proposto pelo meu médico pessoal, Dr. Luiz Luppi, então passei a ser atendido pela UEL/NUBEC, Dr. Fábio Tucunduva de Moura! Era insuportável aquele ambiente de trabalho e de estudo!
         Só sei que pode ser possível que boa parte dos Cursos da Graduação e Pós-Graduação e serviços de extensão estavam sendo executados com a ajuda de tarados, estupradores e pedófilos do CLCH e da CAF/Centrocópias, portanto todos os Cursos que dependiam destes serviços eram servidos e atacados por eles, pois criminosos como estes não trabalham, apenas cometem delitos e crimes, contra todos, pelo que eu sei nos anos 80 e 90 – era insuportável estudar e trabalhar na UEL até que a Justiça seja feita de verdade e não a vingança, pois Justiça é feita pelo Estado e vingança pelas próprias mãos e tende a ser crime!
         Era tão torturante aquele ambiente de trabalho que eu tinha que ouvir escárnios e brutalidades morais e psicológicas na CEC, a CAF/Centrocópias e no CLCH onde as pessoas que vinham me procurar me buscavam e ficavam rindo de mim para me provocar, havia uma Profa. Edna Sala que procurou o Prof. Ricardo J. Flores do CCB para orientar sua Pós-graduação e ficava me sondando, certa vez ela me disse que havia deixado de ser orientada pelo Prof. Ricardo J. Flores e eu descobri que ela mentiu pois chegou as minhas mãos um ofício n. 024/94 do LET que pedia orientação dele para ela, então surtei, foi na época em que arrumei o arquivo morto do Depto LET em 1994, as pessoas mentiam e se faziam de bobas como fazem até hoje para me fazer parecer louco ou idiota! Era insuportável aquele ambiente de trabalho, isso aconteceu desde 1989 até 1997, desde a CEC até o CLCH, na CEC havia mais gente que me perseguia como o Paulo que vivia me desmoralizando e havia gente que queria o meu mal pois não me ajudaram na questão do HURNPr e nem do Brás (pedófilo e estuprador), a CEC, quem era responsável por mim, a Aparecida (a secretária) deveria ter mandado carta ou ofício para o Reitor denunciando os fatos, mas se omitiu!  Era tudo insuportável na UEL no que se refere ao ambiente de trabalho!

Osny Mattanó Júnior
Londrina, 09 de março de 2017.
         

Nenhum comentário:

Postar um comentário