quarta-feira, 15 de março de 2017

SEIS IRMÃOS E UM CAMINHO (2017) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR





SEIS IRMÃOS E UM CAMINHO







25/02/2017
SEIS IRMÃOS E UM CAMINHO.

CAP. 1
         E lá vai ela, dona Astéia, com seus seis filhos debaixo do braço, em busca de seu caminho; o caminho que Deus lhes preparou...
         Dona Astéia sempre educou seus seis filhos com a melhor educação do mundo e com muito amor, foi assim que eles cresceram e também se tornaram amor.
         Dona Astéia ensinou o amor ao seu filho Osi que se tornou muito amoroso com o tempo, aprendendo a cuidar de seus irmãos e de sua família durante a guerra.
         Foi na guerra que Osi se decidiu lutar pela paz e defender sua família que também participou da guerra bravamente e heroicamente como defensores da paz.
         Li(li), a jovem irmã de Osi, filha da dona Astéia, se casou com Neson e tiveram três filhos que também tiveram que lutar na guerra, um deles acabou morrendo, os outros sofreram muito e continuaram lutando, Li(li) gostava de tomar café com leite quente no frio, e Osi ficava  todo abatido e tristonho com a situação de seus sobrinhos.
         Dona Astéia dizia sempre para Li(li) e sua família ¨é lutando na guerra que a gente vai perdendo a esperança,  e é lutando contra a guerra que  a gente vai adquirindo e ganhando, cada vez mais, a esperança!¨
CAP. 2
         Seu irmão, Noé, dizia, ¨bá-pá-fú, a guerra está dentro da gente¨, e sua esposa dizia ¨ele é assim mesmo, meio de lua e de vez¨ e explicava que não gostava de ouvir essa palavra, ¨guerra¨, pois ela tem sua guerra pessoal contra a insanidade de seu marido, e ela acredita que saiu ganhando pois vive com amor e longevidade ao seu lado, o amor é para sempre e chegou para ficar nessa família, e tiveram seus filhos..., dona Astéia dizia sempre ¨ter filhos é coisa do amor, começa dentro da gente e se espelha pelo mundo!¨
CAP. 3
         Noé foi se espalhando pelo mundo através de suas viagens de navio no Porto de Paranaguá, onde ele embarcava clandestinamente, escondido, e só em alto-mar se anunciava à tripulação que tinha que acolhê-lo, fez isso, por vários anos e conheceu o mundo..., ficou sabendo que o mundo é coisa de louco, que tudo é tão lindo que até parece loucura e delírio, as tripulações dos navios percebiam que ele era doente e por isso o mandavam de volta para Paranaguá na próxima viagem, até que Noé mudou e passou a ficar em sua casa com sua família, dona Astéia dizia ¨é viajando que a gente chega lá!¨ Sua esposa dizia ¨o amor sempre reconcilia e volta para sua casa¨, ele era um amor.
CAP. 4
         Então seu outro irmão, Orlan, disse para sua família em sua casa ¨estamos em tempos de necessidades, temos que economizar e trabalhar muito¨, sua família    concordou e o ajudou, mas passaram fome e mais necessidades, mas perceberam que Orlan era amoroso e que isso era contagioso e os influenciava e foi só através do amor que perceberam que poderiam fazer mais, que poderiam estudar, voltar a estudar e se formar, estavam descobrindo o amor, estavam descobrindo seu pai..., dona Astéia dizia ¨o amor só vale a pena se ele é puro!¨
CAP. 5
         Xia com sua família na praia descansando de férias não tirava os olhos do computador para saber as notícias de última hora a respeito da Igreja,  era uma época onde havia muita violência e imoralidade na Igreja Católica, sobretudo na televisão, por causa de Nossa Senhora e da guerra, ela esperava por notícias sobre o Sinal Permanente em Medjugorje! Xia desligou o computador pois nada ficava sabendo e começou a rezar o Santo Rosário, tudo porque havia amor nela! Dona Astéia dizia ¨rezar é como pedir prô Céu, cai alguma coisa boa quando a gente menos espera!¨
CAP. 6
         E Luci que se lembrava de seu esposo separado dela e de seus filhos por amor, que também lutou na guerra e ajudou seu país a superar seus problemas por causa dela, ele  continua vivo até hoje em cada memória como um herói ou super-herói que defendeu sua família, estado e nação, um grande homem que conheceu o amor, Luci, o próprio amor. Dona Astéia dizia sempre ¨conhecer o amor é conhecer o interior, é conhecer a família, o estado e a nação!¨
CAP. 7
         E foi assim que essa família conheceu a guerra e aprendeu que na guerra tudo muda, o mundo muda, os pensamentos mudam, os afetos mudam, as ideias mudam, as referencias mudam, os conhecimentos também mudam,... aprenderam que as palavras adquirem significado e sentido trágico e violento, de sofrimento e de holocausto, de morte e as ações também, inclusive as relações sociais e familiares, mas se salvam todas as relações onde prevalecem a humanidade, o socorro e o amor, a fuga e a esquiva da guerra e da violência, do aprisionamento, aprenderam que é injusto cobrar padrões normais de comportamento de pessoas e de grupos de pessoas que estão submetidas a estas contingências aversivas
e destrutivas, pois estão traumatizadas e em ruínas, suas vidas precisam primeiro ser restauradas com amor e depois justiça para que possam por um ponto final em cada história de dor e de perdas, dona Astéia disse ¨a guerra é veia!¨
CAP. 8
         E a televisão começou a noticiar que a guerra dividiu o mundo e o mundo dividiu as pessoas e assim os artistas e os grupos sociais.  Os artistas, por exemplo, do Brasil se juntaram para lutar contra o Cientista e os artistas do mundo se juntaram para lutar contra o Brasil e a favor do Cientista, a guerra       dividiu o Brasil que começou a se manifestar e a protestar e a ter problemas sociais e políticos, dona Astéia dizia ¨que a guerra era como jogar futebol e só marcar gol contra!¨
CAP. 9
         A Igreja então se manifestou a favor do Cientista que era também Santo e a população do Brasil entrou em choque, uns ficaram com medo e outros com ódio, preocupados com o seu futuro pois negar a vida a um enviado de Deus pode ser a mesma coisa que negar a vida a Deus, os políticos que queriam se aproveitar da oportunidade de serem também chamados de ¨santos¨ queriam matar e roubar o Cientista para dar de graça para a população pobre e desinformada que era manipulada por cobras venenosas capazes de envenenar até mesmo aos Santos com suas influências degenerativas e aterrorizantes pois mantinham o Cientista como refém de uma guerra que ele nunca participou e nem criou com sua família! Dona Astéia dizia ¨política é como pó de mico, só atrapalha!¨ Os políticos que mantinham a população sob pressão eram os mesmos que eram réus em processos federais e a população sabia disso, a população era corrupta e só queria roubar e roubar e roubar, era corrupta e ladra!

CAP. 10
         Essa família descobriu que as autoridades as controlavam por causa dos seus atos políticos e administrativos observando plenamente todas as suas vidas, inclusive os sonhos e o sono e a intimidade e a privacidade por meio de tecnologias secretas de espionagem e de controle de comportamento, gastavam fortunas com fenômenos que não eram crimes, que eram normais e apenas doenças mentais, mas não usavam essas tecnologias de controle em presídios, cadeias, delegacias, favelas para controlar, espionar e conter criminosos e traficantes, nem mesmo em Bancos onde se vivia uma explosão de assaltos em todo o país, e paralelamente outras autoridades descobriam e investigavam outros casos assustadores de corrupção e de violência no Brasil e no mundo! Dona Astéia dizia ¨é melhor essas autoridades estarem certas senão eu estou errada!¨

CAP. 11
         Então do nada autoridades do Estado do Paraná invadiram a casa da família de dona Astéia e a ameaçaram de vários crimes e propuseram para ela se associar ao Estado para fazer lavagem cerebral no Estado do Paraná, no Brasil e no mundo, mas dona Astéia disse ¨cobra gorda a gente mata com linguiça dura!¨ e não aceitou essa oferta, então começaram a torturar sua família e o pior sabendo que sua família já vinha sendo torturada por instituições do Estado do Paraná já há 7 anos e vítima de lavagem cerebral por parte de artistas por mais de 15 anos, a lavagem cerebral deixou marcas em toda a sua família, todos ficaram doentes e insanos, dona Astéia disse ¨insano é o louco que não é louco!¨ E a guerra continuou, outra guerra, contra sua família por parte do Estado do Paraná que jamais se desculpou por ter torturado essa família no passado!

CAP. 12
         E no meio da guerra havia um grupo de pessoas que controlavam a família de dona Astéia que se comportavam como psicopatas pois controlavam todos os horários e comportamentos, inclusive relacionamentos deles, a ponto de usarem essas informações para torturá-los e fazer lavagem cerebral neles através dos meios de comunicação e das artes como as novelas, pois havia na televisão uma programação definida e em série para tal propósito há vários anos como que numa guerra moral, sexual e psicológica por meio da violência, tortura, difamação, violação da intimidade e da privacidade, violação da liberdade, exploração sexual e lavagem cerebral, havia até declarações em um canal de televisão onde confessavam que a intenção era matar uma pessoa dessa família que morava em outra cidade. Dona Astéia dizia ¨televisão é como ter visão e não enxergar coisa alguma, ver tudo embaçado!¨

CAP. 13
         Osi disse para Noé ¨nunca se misture a sua imaginação pois senão tu se confundirás com os absurdos da imaginação dos filmes, das novelas, das canções, da pornografia, das histórias em quadrinhos, dos contos de fadas, etc.¨, Noé disse ¨difícil é imaginar que não existe imaginação e mais difícil é saber quando estou imaginando!¨ Noé tinha o hábito de assistir televisão, de ler livros e histórias e de acreditar que tudo existia, que tudo era verdade, que até mesmo ele pertencia aos filmes e histórias, aos livros, quando ele via um filme de extraterrestres ele acreditava que ele também era um extraterrestre e que lutava com extraterrestres, tudo por causa da sua imaginação que ele não compreendia, tinha problemas e seus irmãos sabiam, dona Astéia dizia ¨imaginação é como leite de criança, começa bom e termina azedo!¨

CAP. 14

Nenhum comentário:

Postar um comentário