OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
O CONTO
DO PODEROSO CHEFÃO
28/03/2017
O CONTO
DO PODEROSO CHEFÃO.
CAP. 1
Seus poderes eram reconhecidos por todos
que o temiam, ele, o poderoso chefão, era o tipo que foi abusado sexualmente na
infância por ter sua ingenuidade e assim ter tido sua fraqueza e ter-se deixado
levar-se pela cena traumática e violenta, covarde, e só depois desta
experiência é que sua vida se transformou tornando-se um nojo do que antes
sonhava e amava e consentia, num medo e loucura do amor tão intensos que ele se
transformou no poderoso chefão quando cresceu.
CAP. 2
Na maior idade percebeu que as relações
de trabalho nos órgãos públicos tem muitos desvios de condutas, ou seja, muita
corrupção. Corrupção que pode vir de casa, mas que pode vir também do próprio
trabalho que incentiva e não coíbe esta prática elevando-a a níveis absurdos.
Foi assim que ele compreendeu que nos órgãos públicos a corrupção está ligada a
ausência de fiscalização e a grande liberdade que seus agentes possuem, e que
por isso se envolvem nos mais diversos tipos e casos de violência e corrupção,
chegando ao extremo de tentativas de estupro, lavagem cerebral, tortura, roubo,
abuso de incapazes, racismo, exploração sexual, violação de intimidade e da
privacidade, atentado ao pudor, assassinato, terrorismo, etc..
A corrupção é capaz de corromper até
mesmo os mecanismos de autogestão e a burocracia levando a destruição do órgão
público que deve ser recuperado com auxílio da Justiça e do Estado.
CAP. 3
O poderoso chefão sabia que por não
haver fiscalização e nem segurança efetiva que também não fosse corrupta
tolerando alguns tipos de desvios como roubo, violência, atentado ao pudor e
corrupção.
Todos estes crimes de violência e
corrupção, chegando ao extremo de tentativas de estupro, lavagem cerebral,
tortura, roubo, abuso de incapazes, racismo, exploração sexual, violação de
intimidade e da privacidade, atentado ao pudor, assassinato, terrorismo, etc.,
podem ser combatidos através da educação do trabalhador através da
Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, da história de
vida e dos diversos contextos. Assim o trabalhador pode adquirir um repertório comportamental
que lhe ajude a lidar com as adversidades do meio ambiente favorecendo sua
adaptação comportamental, fisiológica e morfológica.
CAP. 4
Foi lutando contra a corrupção que o
poderoso chefão conheceu o Dr. Desgraçado, aquele homem idiota que fazia
experiências científicas com a mente das pessoas.
O Dr. Desgraçado costumava dizer ¨I hold
your soul – aí doido eu sou, e eu toco a sua alma¨ quando se apresentava para uma pessoa nova ou que
já conhecia e assim causava nela uma forte consequência desastrosa que era a
própria desgraça do Dr. Desgraçado.
Para o seu azar ele ficava conhecido
pelas suas desgraças, um homem sem façanhas, sem proezas, sem alegrias, apenas
tristezas, dor e sofrimento que ele mesmo aumentava.
O D. Desgraçado trabalhava num órgão
público e tanto ele quanto o órgão público eram corruptos e causavam muitos
problemas para a sociedade.
O Dr. Desgraçado se viu, certa hora,
ameaçado e planejou conquistar um exército de seguidores para atacarem suas vítimas,
que ele desgraçou no órgão público sendo corrupto e participando de atentados
ao pudor que por consequência seqüelaram para o resto da vida suas vítimas.
CAP. 5
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