terça-feira, 28 de março de 2017

O CONTO DO PODEROSO CHEFÃO (2017) OSNY M JNR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR





O CONTO DO PODEROSO CHEFÃO








28/03/2017





O CONTO DO PODEROSO CHEFÃO.
CAP. 1
        Seus poderes eram reconhecidos por todos que o temiam, ele, o poderoso chefão, era o tipo que foi abusado sexualmente na infância por ter sua ingenuidade e assim ter tido sua fraqueza e ter-se deixado levar-se pela cena traumática e violenta, covarde, e só depois desta experiência é que sua vida se transformou tornando-se um nojo do que antes sonhava e amava e consentia, num medo e loucura do amor tão intensos que ele se transformou no poderoso chefão quando cresceu.
CAP. 2
        Na maior idade percebeu que as relações de trabalho nos órgãos públicos tem muitos desvios de condutas, ou seja, muita corrupção. Corrupção que pode vir de casa, mas que pode vir também do próprio trabalho que incentiva e não coíbe esta prática elevando-a a níveis absurdos.
        Foi assim que ele compreendeu que  nos órgãos públicos a corrupção está ligada a ausência de fiscalização e a grande liberdade que seus agentes possuem, e que por isso se envolvem nos mais diversos tipos e casos de violência e corrupção, chegando ao extremo de tentativas de estupro, lavagem cerebral, tortura, roubo, abuso de incapazes, racismo, exploração sexual, violação de intimidade e da privacidade, atentado ao pudor, assassinato, terrorismo, etc..
        A corrupção é capaz de corromper até mesmo os mecanismos de autogestão e a burocracia levando a destruição do órgão público que deve ser recuperado com auxílio da Justiça e do Estado.
CAP. 3
        O poderoso chefão sabia que por não haver fiscalização e nem segurança efetiva que também não fosse corrupta tolerando alguns tipos de desvios como roubo, violência, atentado ao pudor e corrupção.
        Todos estes crimes de violência e corrupção, chegando ao extremo de tentativas de estupro, lavagem cerebral, tortura, roubo, abuso de incapazes, racismo, exploração sexual, violação de intimidade e da privacidade, atentado ao pudor, assassinato, terrorismo, etc., podem ser combatidos através   da educação do trabalhador através da Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, da história de vida e dos diversos contextos. Assim o trabalhador pode adquirir um repertório comportamental que lhe ajude a lidar com as adversidades do meio ambiente favorecendo sua adaptação comportamental, fisiológica e morfológica.
CAP. 4
        Foi lutando contra a corrupção que o poderoso chefão conheceu o Dr. Desgraçado, aquele homem idiota que fazia experiências científicas com a mente das pessoas.
        O Dr. Desgraçado costumava dizer ¨I hold your soul – aí doido eu sou, e eu toco a sua alma¨ quando se apresentava para uma pessoa nova ou que já conhecia e assim causava nela uma forte consequência desastrosa que era a própria desgraça do Dr. Desgraçado.
        Para o seu azar ele ficava conhecido pelas suas desgraças, um homem sem façanhas, sem proezas, sem alegrias, apenas tristezas, dor e sofrimento que ele mesmo aumentava.
        O D. Desgraçado trabalhava num órgão público e tanto ele quanto o órgão público eram corruptos e causavam muitos problemas para a  sociedade.
        O Dr. Desgraçado se viu, certa hora, ameaçado e planejou conquistar um exército de seguidores para atacarem suas vítimas, que ele desgraçou no órgão público sendo corrupto e participando de atentados ao pudor que por consequência seqüelaram para o resto da vida suas vítimas.

CAP. 5

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