quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A VERDADEIRA HISTÓRIA SOBRE OSNY E OS BEATLES (2016) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR






A VERDADEIRA HISTÓRIA SOBRE OSNY E OS BEATLES










10/01/2016





CAP.1

         Minha história com os Beatles começa em 05 de janeiro de 1989 quando eu comprei meu primeiro k-7 dos 4 garotos de Liverpool, foi também quando eu entrei para a UEL como funcionário. Eu estava no ponto de ônibus da UEL ansioso para ouvir esse k-7 em casa..., em casa foi aquela barulheira com o k-7 HEY JUDE.
         Depois comecei a comprar a coleção em LP que estava sendo lançada, só comprei um k-7, o YELLOW SUBMARINE em chrome e um LP de 1974, o RUBBER SOUL, eu tinha também duas relíquias do tempo do Pete Best.
         Daí em diante comecei a ficar louco e a escutar coisas nunca ditas e a canoa virou...
         Paul, Ringo e George coma volta dos Beatles me fizeram delirar o fundo do mar, saíram de um lugar para pararem em outro lugar mas isso ainda não terminou, George veio a Londrina me visitar mas eu não o reconheci e fiquei de fora para que Deus me chamasse e também chamasse George para o Paraíso. Paul publicou a respeito das minhas idéias que estavam sendo roubadas e músicas , já me disseram que o Paul já veio até Londrina mas não pode se revelar e falar comigo, ele se disfarçou?!
CAP. 2
         Eu já não cabia mais em mim quando tudo se apagou e de repente YOU CAN BIRD SING do CD 2 Anthology tocou diferente (ao vivo) no meu aparelho de som em 1999, eu gostei mas entrei em crise pois me parecia crime e acabei comprando tampões de ouvidos para não ouvir mais esse tipo de alteração nos meus discos, na época havia crimes da Rede Globo, da UEL e do Estado, era impossível aceitar esse ¨presente¨, me parecia corrupção e bandidagem deles! E tudo começou, todas as músicas ficaram diferentes, era impossível, mas  acontecia não sei como por longos períodos!
         Então escrevi para o George pedindo socorro pois havia um complô contra mim e minha família, em 7 de setembro de 2001 apareceu num carro o Bob Dylan que passou por mim e pela minha mãe e nos olhou, eu olhei para trás e escutei um pensamento assim ¨que era para parar o carro¨ mas  eu não acreditei e fiquei com medo pois estavam tentando me incriminar por violação de intimidade  e de privacidade e perturbação da paz, do ordem e do sossego, poderiam até me acusar de terrorismo se eu e minha mãe estacionássemos o nosso carro – fique sabendo  - já nos acusaram e nos processaram, foi bom não nos envolvermos e não termos envolvido o Bob Dylan! Deu certo! Poderíamos estar presos agora e termos perdido tudo!
CAP. 3
         Numa noite durante o JN (Jornal Nacional) vi o George num autódromo e acabei delirando meus problemas e fiquei com sentimento de culpa pois eu gostava dele e jamais o agrediria, isso ficou mal para mim.
         Então nos Supermercados Viscardi em 2001 eu ouvia vozes que me diziam  que iria conhecer o George, mas não sabia com e nem o porque! Fiquei esperando isso acontecer! Depois vi algo no JN  sobre o George, que eu iria conhece-lo e gravar com ele, mas também não aconteceu não sei porque?! E ele faleceu em 2001 e eu não senti coisa alguma, para falar a verdade, acabei ficando triste, mas as mentiras estavam acabando comigo! Fiquei sabendo que ele havia deixado gravado um álbum novo e fiquei ansioso para compra-lo e escuta-lo com saudades. A morte dele eu só consegui chorar em 2015 quando assisti as reportagens do JN  sobre ele no YOUTUBE, foi muito triste, ele era meu amigo! A MÚSICA NÃO UNE APENAS PESSOAS MAS TAMBÉM O OUTRO LADO, O QUE PERTENCE AS ALMAS!
CAP. 4
         Comprei no Natal de 2001 o DRIVING RAIN do Paul e não percebi nada de diferente, depois que escutei umas 3 vezes escutei uma voz que me disse ¨faz de conta que não ouviu¨, ¨tudo de bom¨, e compreendi que o Paul era amigo, quando eu estava no CAPS eu escutei uma voz me perguntando se eu queria viajar com o Paul mas teria que me  associar a Rede Globo, o problema era a Rede Globo que em 1998 havia feito uma proposta onde eu e minha família seriamos criminosos se a aceitássemos por isso não aceitei nada do Paul em 2001 que foi recebido no aeroporto pela Rede Globo, depois eu descobri que a Rede Globo tinha reportagens e queixas contra mim de roubo na UEL, acertei de não confiar nisso! Fizeram talvez também tentativas de criar uma imagem parecida com a do Carlinhos Cachoeira e a do Alberto Yousseff, o delator da Lava Jato, operações da Polícia Federal, tentaram criar essa imagem usando o Roger Waters no Hiper Muffato de Londrina num encontro paranoico entre eu, minha mãe e o Roger Waters, me disseram em vozes que o David Gilmour e o Paul estavam por perto nesse 15 de abril, dia do meu aniversário, dia para comemorar a escravidão, o tráfico, a tortura, a violação, a dor, o medo, o choro, a vergonha, a humilhação, o pânico, a esquizofrenia, a impotência sexual, a pobreza, a tristeza, a depressão e de gritar bem alto de loucura para a Rede Globo fazer piada na televisão?!

CAP.5
         De fato em 1998 eu e minha mãe acertamos já em 1998 que jamais aceitaríamos participar das propostas de ¨trabalho¨ da UEL e da Rede Globo feitas pela UEL através de minha tia Leila para minha mãe em minha casa em 1998 enquanto eu tomava banho e não sei como ¨escutei¨ essa proposta mesmo sendo impossível  de escutá-la devido aos ruídos do meio ambiente , ou seja, escutei através do pensamento e depois em 1999 abandonei a UEL por não desejar e nem aceitar trabalhar na Rede Globo e nem em Hollywood e mais adiante por nunca aceitar já a partir das modificações das audições dos meus K-7, LPs e CDs como que saindo sons ao vivo enviando mensagens para mim e para minha família, ou isso aconteceu ou aconteceu devido a lavagem cerebral de que eu e minha mãe Luiza, meu pai Osni, minha irmã Helenyse e meu irmão Marcelo e até outras pessoas que conosco conviveram e são de nossa família sofreram lavagem cerebral desde os anos 80 ou 90 praticada por artistas que nos condenaram por não sermos perfeitos para seus desejos e caprichos milionários e bilionários quando brincam com vidas, sexualidade, mentes, trabalho, família e moral de famílias e de doentes estigmatizados, como vemos já tivemos e ainda temos problemas devidos a lavagem cerebral iniciada e praticada por artistas desde os anos 80 e 90 contra minha mim e minha família, ainda escuto vozes e mensagens em gravações musicais de áudio e tenho delírios e alucinações, por sinal o restante de minha família também está assim doente igual a mim, e já escutava essas mensagens nas músicas dos Beatles e ex-Beatles desde os anos 80 e 90 que serviram apenas para prática de lavagem cerebral e de violência sexual, moral e psicológica, além de pedofilia entre 1982 e 1990, quando eu e meus irmãos tínhamos menos de 14 anos de idade e éramos ¨observados¨ pelados e explorados quando estávamos pelados e em intimidade em nossa privacidade e até dormindo e sonhando, éramos cobaias humanas de pessoas que violaram nossa intimidade e nossa privacidade, éramos escravos, vítimas de tráfico humano, de sexo e  de escravos, ainda somos, pois somos tratados como loucos e mantidos sob contingências direcionadas para a loucura e a lavagem cerebral através de manipulação como as dos artistas que nos violaram e nos roubam informações pessoais, dados pessoais sigilosos e segredos protegidos por leis que todos tem direito a proteção legal, e portanto a Justiça! Atrapalhavam nossas sinapses e nossas vidas como que colocando uma colher em nossa garganta e forçando-nos a mastigar e engolir sobre pressão e violência moral, psicológica e sexual através de ¨palavrôes¨ e xingamentos – fazem coisa parecida com meu cérebro e mente e com o de minha família desde os anos 80 ou 90 e o que fica na memória é: qual dia foi menos pior? Menos doloroso? Menos horrível? Quando surtei na UEL em 1999 minha mãe me disse já que pensou que tudo havia acabado, que não havia mais esperança em eu ser músico, até porque eu já vinha reclamando e ela vinha sendo manipulada com toda a família para que eu surtasse e piorasse ainda mais as coisas, com minha mão perdida ou machucada o sonho havia acabada e continuaram nos torturando com lavagem cerebral nas músicas tentando nos fazer associar ao que declaramos seguidas vezes em 2001 para o Bob Dylan ¨que eu não me associaria a trabalho nenhum conversando no trânsito¨, em 1999 com o Sean Lennon que passou por mim e me disse ¨sick¨ e eu nem liguei e disse que não me associo a trabalho nenhum da UEL, e, 2001 o Paul no Rio de Janeiro quando me ofereçam ficar no manicômio ou ir com o Paul, escolhi ficar no manicômio, em 2012 com o Roger Waters quando não disse uma palavra sequer pois não me associei a trabalho algum, etc., eu e minha família estamos sendo explorados e sofrendo lavagem cerebral, estamos sendo torturados e violentados, não nos associamos a isto em momento algum na história, já mudamos de cidade em 2005 para recomeçarmos nossas vidas e nem assim pararam de nos seguir e perseguir com violência, lavagem cerebral e uso como cobaias humanas, somos até agora, sobreviventes!


CAP. 6

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