OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
PSICOLOGIAS
MITOLÓGICAS
NOVAS
TEORIAS E EPISTEMOLOGIAS
HISTÓRIA
DO BRASIL
INTELIGÊNCIAS
E PROCESSOS SOCIAIS
ZEITGEIST
+ COSMOS + HIPERESPAÇO...
PARA
MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL
13/12/2016
HISTÓRIA
DO BRASIL: INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS: ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO –
PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL.
Lista de Presidentes do Brasil
1) Marechal Deodoro da Fonseca
Nasceu em Alagoas, em 1827, tomou posse no governo, em 15 de novembro
1889, aos 62 anos. Seu mandato durou de 1889 até 23 de novembro de 1891. Tinha
como vice-presidente Floriano Peixoto, seu sucessor. O marechal foi o 1º
Presidente do Brasil.
Vice-presidente: Floriano Peixoto
Partido: Militar
Mandato: 1889-1891
2) Marechal Floriano Peixoto
Nasceu em Ipioca (AL) e tomou posse aos 52 anos, no dia 23 de novembro
de 1891 até 15 de novembro de 1894. Ficou conhecido pelos nomes de Consolidador
da República e apelido de “Marechal de Ferro”. Ele batalhou contra algumas
forças de oposição: a Revolta Armada (conflitos entre Exército e Marinha no Rio
de Janeiro) e a Revolução Federalista. O Marechal Floriano Vieira Peixoto foi o
2º Presidente da República Federativa do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Militar
Mandato: 1891 - 1894
3) Prudente de Morais
O primeiro governador do estado de São Paulo também foi o 3º Presidente
da República Federativa do Brasil. Nasceu em Itu, em 1841. Prudente de Morais
foi instituído presidente do Brasil, em 15 de novembro de 1894 até 1898, aos 53
anos. Ficou até 1897, quando saiu por motivos de doença. Então, assumiu o
vice-presidente.
Vice-presidente: Manuel Vitorino
Partido: Partido Republicano Federal
(PR)
Mandato: 1894-1898
4) Campos Sales
Campos Sales foi o 4º presidente da República e teve seu mandato de 15
de novembro de 1898 até 15 de novembro de 1902. Seu companheiro de chefia era
Francisco de Assis Rosa e Silva. Campos nasceu em Campinas (SP), em 1841.
Quando foi instituído presidente, tinha 57 anos. Governou em uma época de
crise, uma vez que a cultura de café e borracha estava declinando. Conseguiu,
por intermédio de ajuda exterior, estabilizar a economia brasileira.
Estabeleceu o “Funding Loan”, tratado que fez para pagamento da dívida externa.
Vice-presidente: Francisco de Assis Rosa e Silva
Partido: Partido Republicano Paulista
(PRP)
Mandato: 1898-1902
5) Rodrigues Alves
Francisco de Paula Rodrigues Alves, paulista de Guaratinguetá, foi um
advogado e se tornou o 5º Presidente da República. Assumiu o poder aos 54 anos,
de 15 de novembro de 1902 a 15 de novembro de 1906. Em seu governo, ele lançou
a campanha de vacinação, conhecida como a Revolta da Vacina, liderada pelo
sanitarista e médico, Osvaldo Cruz. Teve êxito na economia com o ciclo da
borracha e ampliou o território brasileiro.
Vice-presidente: Silvio Brandão/Afonso Augusto
Moreira Penna
Partido: Partido Republicano Paulista
(PRP)
Mandato: 1902-1906
6) Affonso Penna
O sexto Presidente da República teve seu mandato do dia 15 de novembro
de 1906 a 14 de junho de 1909. Affonso Augusto Moreira Penna nasceu em Santa
Bárbara e assumiu o governo com 59 anos. Dentre os feitos importantes que
realizou foi a ligação da Amazônia ao Rio de Janeiro, por meio das expedições
de Marechal Rondon, reforçou o sistema de defesa do Brasil, construiu
ferrovias, sendo uma delas, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB) ou Trem
do Pantanal. O lema utilizado por ele era: “governar é povoar”. Penna morreu e
foi substituído pelo então vice-presidente, Nilo Peçanha, que deu continuidade
ao mandato.
Vice-presidente: Nilo Peçanha
Partido: Partido Republicano Mineiro
Mandato: 1906-1909
7) Nilo Peçanha
Nilo Procópio Peçanha assumiu após a morte do presidente Affonso Penna.
O presidente tinha seus 42 anos quando começou a governar o país, em 14 de
junho de 1909. Seu período de governo foi marcado por alguns conflitos,
principalmente, por uma pesada oposição de Pinheiro Machado, um dos parlamentares
mais influentes da época. Embora tenha ficado por pouco tempo, criou o
Ministério da Agricultura, Comércio e Indústria, o Serviço de Proteção aos
Índios (SPI), o ensino técnico no Brasil, dentre outros projetos. Encerrou seu
mandato em 15 de novembro de 1910, como o 7º Presidente da República.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Fluminense
Mandato: 1909-1910
8) Marechal Hermes da Fonseca
Hermes nasceu em São Gabriel, no Rio Grande do Sul, e se tornou
presidente em 15 de novembro de 1910 a 15 de novembro de 1914. Empossado aos 55
anos, o militar enfrentou a Revolta da Chibata, movimento de marinheiros que se
opunham aos castigos recebidos por causa de faltas graves na Marinha do Brasil.
Participou também da Guerra do Contestado, entre Paraná e Santa Catarina. Uma
de suas realizações foi a utilização, pelos candidatos eleitos à presidência,
da Faixa Presidencial, mediante o Decreto Lei de nº 2.299 de 1910.
Vice-presidente: Wenceslau Braz
Partido: Partido Republicano Conservador
(PRC)
Mandato: 1910-1914
9) Wenceslau Braz
Governou de 15 de novembro de 1914 a 15 de novembro de 1918 e se tornou
o 9º Presidente do Brasil, eleito pelo Partido Republicano Mineiro (PRM). No
ano anterior, aconteceu a Guerra do Contestado e ainda haviam resquícios. O
presidente foi responsável pela divisão territorial dos estados do Paraná e de
Santa Catarina, o palco do conflito. Em seu governo foi promulgado o primeiro
Código Civil brasileiro. Ele entrou na Primeira Guerra Mundial por causa do
bombardeamento dos navios brasileiros por tropas alemãs. Seu mandato terminou
em 15 de novembro de 1918.
Vice-presidente: Urbano Santos
Partido: Partido Republicano Mineiro (PRM)
Mandato: 1914-1918
10) Delfim Moreira
Nascido no município de Cristina, em Minas Gerais, Delfim Moreira da
Costa Ribeiro sentou à cadeira presidencial no dia 15 de novembro de 1918, aos
50 anos. Seu mandato terminou em 28 de julho de 1919. Delfim foi presidente
interino, uma vez que foi vice de Rodrigues Alves, que não conseguiu assumir
por causa do seu falecimento. O chefe de estado permaneceu por um período curto
e, enquanto estava no poder, fez alterações no Código Civil, uma intervenção no
estado de Goiás e trabalhou em uma reforma no território do Acre. Delfim
Moreira foi o 10º Presidente da República Federativa do Brasil.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Mineiro
(PRM)
Mandato: 1918-1919
11) Epitácio Pessoa
O paraibano Epitácio Lindolfo da Silva Pessoa assumiu o governo sem
estar no Brasil, aos 54 anos, em 28 de julho de 1919. Seu mandato durou até 15
de novembro de 1922. Sua indicação à presidência surgiu quando ele representou
o Brasil na Conferência de Versalhes, sobre o Tratado de Versalhes – um acordo
de paz selado pós-guerra. Embora Epitácio prezasse por uma política de poucos
gastos, fez alguns empréstimos. Um deles, para a criação da Estrada de Ferro
Central do Brasil. Ele auxiliou na questão da seca no Nordeste, conseguiu
equilibrar a economia do café, criou universidades, além da primeira estação
radiodifusora do país.
Vice-presidente: Delpim Moreira/Bueno de Paiva
Partido: Partido Republicano Mineiro
(PRM)
Mandato: 1919-1922
12) Artur Bernardes
Em 15 de novembro de 1922, o advogado Arthur da Silva Bernardes se
tornou Presidente da República, aos 47 anos. Nasceu em Viçosa, município de
Minas Gerais. No mesmo ano do início de seu mandato, ocorreram diversos
movimentos e revoluções. Enfrentou a Revolução de 1924, uma revolta militar – a
segunda revolta tenentista. Fundou a Escola de Agricultura e Veterinária, hoje,
Universidade Federal de Viçosa. Bernardes reformou a Constituição de 1891, em
1926, em que mudava as condições para o estado de sítio – uma das funções do
Presidente da República.
Vice-presidente: Estácio Coimbra
Partido: Partido Republicano Mineiro
(PRM)
Mandato: 1922-1926
13) Washington Luís
Washington Luís Pereira da Silva foi nomeado ao cargo de Presidente da
República, em 15 de novembro de 1926 até 24 de outubro de 1930. Ele libertou os
presos políticos dos conflitos que, até então, assolavam o Brasil. O país
passava pelas revoluções e crises, como: a Revolução de 1924, o crack da Bolsa
de Valores de Nova Iorque (1929) e a Revolução de 1930. Instaurou a reforma
econômica no Brasil, com ajuda do Ministro da Fazenda, Getúlio Vargas. Criou o
Conselho de Defesa Nacional, em 1927. Estabeleceu fundos de ampliação das
rodovias e construiu novas rodovias. Criou os batalhões da Polícia Rodoviária
Federal e a Aviação do Exército.
Vice-presidente: Melo Viana
Partido: Partido Republicano Paulista
(PRP)
Mandato: 1926-1930
Júlio Prestes
O advogado paulista de Itapetininga, Júlio Prestes, foi eleito em 1930,
mas não houve posse. A Junta Governativa Provisória de 1930, por meio de um
golpe de estado, elegeu Getúlio Vargas como autoridade máxima do país.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Republicano Paulista
Mandato: Não assumiu.
Junta Provisória Militar de 1930
A junta provisória militar foi formada por Augusto Fragoso, Isaías de
Noronha, Mena Barreto, com a queda da Primeira República. Com ela, ocorreu o
Golpe Militar de 1930, que deu a liderança do país para Getúlio Dorneles
Vargas, em 3 de novembro de 1930.
Vice Presidente: -
Partido: Militar
Mandato: Revolução de 1930
14) Getúlio Vargas
Getúlio Dorneles Vargas nasceu em São Borja, no Rio Grande do Sul, era
advogado e iniciou o seu mandato em 3 de novembro de 1930 até 1945, assumiu aos
47 anos de idade. Foi reeleito em 31 de janeiro de 1951 até 31 de janeiro de
1954 (ano em que se suicidou). Tomou posse pela Revolução de 1930 e se tornou
Chefe do Governo Provisório. Era Ministro da Fazenda durante o governo do
presidente Washington Luís.
Vice-presidente: -
Partido: Aliança Liberal (AL)
Mandato: 1930-1945
15) José Linhares
Aos 59 anos, o cearense de Baturité foi nomeado Presidente da República:
José Linhares foi interino. É considerado o 15º Presidente do Brasil. Linhares
foi chamado pelas Forças Armadas para ocupar o cargo de chefe de estado, uma
vez que era juiz e integrante do Supremo Tribunal Federal (STF). Utilizou a
prática de nepotismo e, no entanto, virou motivo de chacotas: “os Linhares são
milhares!”.
Vice-presidente: -
Partido: -
Mandato: 1945-1946
16) Marechal Eurico Gaspar Dutra
Foi em eleito em 31 de janeiro de 1946 e permaneceu até 31 de janeiro de
1951. Tomou posse aos 63 anos. Dutra nasceu em Cuiabá (MT) e como militar foi
líder da repressão ao movimento comunista no RJ. Foi um período de definição e
inovações na legislação brasileira. Dava-se o início dos trabalhos da
Assembleia Nacional Constituinte, que iria promulgar a Constituição Brasileira
de 1946. Uma das propostas foi a redução do mandato de presidente para cinco anos,
uma vez que a Constituição de 1937 previa seis anos. Ele construiu a pista que
liga o Rio de Janeiro a São Paulo, a Rodovia Presidente Dutra.
Vice-presidente: Nereu Ramos
Partido: Partido Social Democrático
(PSD)
Mandato: 1946-1951
17) Getúlio Vargas
Nesse período ocorreu a reeleição de Getúlio Vargas, candidato do PTB,
depois de ter vencido Eduardo Gomes, em 1950. Ele foi responsável pela criação
da Petrobras, a partir da campanha chamada “O Petróleo é Nosso”. Ele se
suicidou em 1954.
Vice-presidente: João Fernandes Campos Café
Filho
Partido: Partido Social Democrático
(PSD)
Mandato: 1951 - 1954
18) Café Filho
Nascido em Natal (RN), João Fernandes Campos Café Filho foi advogado e
assumiu a presidência no dia 24 de agosto de 1954. Sucessor de Getúlio Vargas,
Café foi o 18º Presidente do Brasil, aos 55 anos. Seu mandato durou cerca de um
ano, quando foi afastado por causa de sua saúde. Dois presidentes interinos
entraram no período do mandato de Café Filho: Carlos Luz e Nereu Ramos.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro
(PTB)
Mandato: 1954-1955
19) Carlos Luz
Carlos Luz assumiu o cargo de presidente interino do dia 8 de novembro
de 1955 a 11 de novembro de 1955, devido a doença adquirida por Café Filho, mas
dias depois ficou doente e renunciou do cargo.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático
(PSD)
Mandato: 1955-1955
20) Nereu Ramos
Nereu Ramos governou de 11 de novembro de 1955 a 31 de janeiro de 1956.
Anteriormente era deputado federal e governador de Santa Catarina, porém
assumiu o cargo como presidente da república, mas permaneceu por pouco tempo,
até a posse de Juscelino Kubitschek.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Social Democrático
(PSD)
Mandato: 1955-1956
21) Juscelino Kubitschek
Eleito de 31 de janeiro de 1956 a 31 de janeiro de 1961. Ele foi
prefeito de Belo Horizonte e governador de Minas Gerais. Uma das grande
realizações de Juscelino Kubitschek foi o estabelecimento da indústria
automobilística e também a construção de Brasília. Após sair da presidência,
tornou-se senador pelo estado de Goiás. Em 1964, foi cassado e perdeu seus
direitos políticos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: PSD
Mandato: 1956-1961
22) Jânio Quadros
Jânio Quadros foi eleito presidente e assumiu no dia 31 de janeiro de
1961: a primeira posse presidencial em Brasília. Governou durante 7 meses. Seu
mandato foi de curta duração, após uma denúncia de Carlos Lacerda, de um
suposto golpe de estado envolvendo Jânio. Ele renunciou no dia 25 de agosto de 1961
e atribuiu sua renúncia à “forças ocultas”. Dentre suas realizações, conseguiu
orientar tanto a economia, quanto a política brasileira, lançou no Brasil, a
Política Externa Independente (PEI), condencorou Ernesto Che Guevara com a
Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, criou o Parque Nacional do Xingu, além dos
primeiros parques ecológicos, dentre outros projetos.
Vice-presidente: João Goulart
Partido: Partido Trabalhista Nacional
(PTN)
Mandato: 1961-1961
23) Ranieri Mazzilli
Paschoal Ranieri Mazzilli, nasceu em São Paulo e era advogado e
jornalista. Antes de assumir o cargo era presidente da Câmara dos Deputados.
Ele se tornou presidente interino do Brasil por dois períodos. O primeiro, em
1961, na renúncia de Jânio Quadros e, quando o presidente João Goulart, se
encontrava na China. Houve, então, uma crise político-militar, uma vez que os
militares queriam impedir a posse de Jango. No dia 2 de setembro de 1946,
instituiu-se o regime parlamentarista no Brasil. A segunda posse de Mazzilli
foi em 1964, antes do golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1961 a 1961
24) João Goulart
João Belchior Marques Goulart foi vice-presidente de Juscelino
Kubitschek e de Jânio Quadros, além de deputado federal. Ele tomou posse no dia
8 de setembro de 1961 a 31 de março de 1964. No período de governo, o Brasil
passa por um crise na política e foi instituído temporariamente o
parlamentarismo. Teve que abandonar o cargo em 1º de abril de 1964. Seu segundo
período de governo foi de 24 de janeiro de 1963 até março de 1964, quando foi
deposto e teve que deixar o país rapidamente por causa do golpe militar.
Vice-presidente: -
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro
Mandato: 1961 a 1964
25) Ranieri Mazzilli
Ranieri Mazzilli tomou posse antes do golpe militar no dia 02 de abril
de 1964 a 15 de abril de 1964. Ele tinha 53 anos quando assumiu o cargo.
Vice-presidente: -
Partido: PSD
Mandato: 1964 a 1964
26) Castelo Branco
O Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco foi o primeiro militar a
assumir a presidência após o golpe de 1964. Ele nasceu em Messejana, em
Fortaleza e governou de 15 de abril de 1964 a 15 de março de 1967. Tomou posse
com 64 anos. Seu período de governo foi marcado pela intervenção de sindicatos,
dissolução de partidos políticos, invasão em universidades, prisões, detenções
e extinção de entidades de representação estudantil. Foram criados vários atos
institucionais, bem como o Serviço Nacional de Informações para manter a
segurança nacional. Seu objetivo era excluir qualquer princípio do regime
anterior.
Vice-presidente: José Maria de Alkmin
Partido: Aliança Renovadora Nacional
(ARENA)
Mandato: 1964 a 1967
27) Costa e Silva
Artur da Costa e Silva nasceu na cidade de Taquari no Rio Grande do Sul
e tomou posse no dia 15 de março de 1967, com 65 anos. Seu mandato perdurou até
31 de agosto de 1969. Foi durante o seu governo que o país enfrentou um dos
mais violentos atos, o Ato Institucional nº 5 (AI-5), sendo liberada ações como
a pena de morte para crimes políticos e a prisão perpétua, censura dos meios de
comunicação, cassação de mandatos, etc. Ele foi afastado do cargo por ter
adquirido trombose cerebral. Em 1969 foi formada uma Junta Governativa
Provisória.
Vice-presidente: Pedro Aleixo
Partido: Aliança Renovadora Nacional
(ARENA)
Mandato: 1967 a 1969
28) Garrastazu Medici
Emílio Garrastazu Médici nasceu em Bagé, no Rio Grande do Sul. Ele
assumiu o cargo de presidente com 64 anos no dia 30 de outubro de 1969 até 15
de março de 1974. Seu período de governo foi marcado nos campos econômicos pela
expressão ‘milagre brasileiro’ e também pela repressão cada vez mais intensa,
além de censura nos meios de comunicação e denúncias de torturas de presos
políticos. Pode-se dizer que nesse período houve um crescimento na qualidade de
vida dos brasileiros, com a geração de empregos e investimentos nas obras
públicas. No seu governo o Brasil se tornou tricampião mundial de futebol.
Vice-presidente: Almirante Augusto Hamann
Rademaker Grünewald
Partido: Aliança Renovadora Nacional
(ARENA)
Mandato: 1969 a 1974
29) Ernesto Geisel
O General Ernesto Geisel nasceu em Bento Gonçalves, no Rio Grande do
Sul, e se tornou militar. Assumiu o cargo em 15 de março de 1974, com 66 anos,
e permaneceu até 15 de março de 1974. Seu vice-presidente teve que assumir o
cargo várias vezes durante as viagens realizadas por Geisel. Seu governo
representou uma abertura à democracia, processo que se tornou lento devido a
oposição dos militares. Ele aboliu a censura à imprensa, permitiu as
propagandas políticas da oposição, impediu a participação de candidatos
políticos na televisão e no rádio e em 1978 aboliu o AI-5.
Vice-presidente: Adalberto Pereira dos Santos
Partido: Aliança Renovadora Nacional
(ARENA)
Mandato: 1974 a 1979
30) João Figueiredo
João Baptista Figueiredo nasceu no Rio de Janeiro e governou no período
de 15 de março de 1979 a 15 de março de 1985. Ele assumiu o cargo aos 61 anos.
Seu governo foi marcado por diversos atentados terroristas preparados pelos
militares de linha dura. Um dos mais famosos aconteceu no Riocentro, na Barra
da Tijuca, com a explosão de duas bombas durante um show para comemorar o Dia
do Trabalho. O país entrou numa crise econômica e teve que procurar auxílio no
Fundo Monetário Internacional (FMI). Foi promovido a primeira eleição civil
brasileira e com isso o fim do Regime Militar.
Vice-presidente: Antônio Aureliano Chaves de
Mendonça
Partido: Partido Democrático Social
(PDS)
Mandato: 1979 a 1985
Tancredo Neves
Tancredo Neves nasceu em São João del Rei (MG) e disputou o cargo de
presidência com Paulo Maluf (apoiado por João Figueiredo), tendo sua posse
prevista para o dia 15 de fevereiro de 1985, mas chegou a falecer antes de
assumir o cargo e, por isso, José Sarney ocupa o cargo em seu lugar. Tancredo
foi levado para o hospital na véspera da posse com fortes dores abdominais,
cujo diagnóstico foi dado com a doença diverticulite.
Vice-presidente: José Sarney
Partido: Partido do Movimento
Democrático Brasileiro (PMDB)
Mandato: Não assumiu
31) José Sarney
José de Ribamar Ferreira de Araújo Costa, conhecido como José Sarney,
nasceu no Maranhão e tomou posse no dia 15 de março de 1985. Porém, no dia 21
de abril havia assumido o cargo de forma interina e foi o primeiro governo
civil depois do golpe de 1964. Seu mandato encerrou no dia 15 de março de 1990.
Como o país estava em crise, criou um plano econômico para diminuir a inflação.
No início obteve êxito, mas depois a inflação começou a aumentar. Ele se
reaproximou de Cuba e assinou um protocolo do Mercosul. Promulgou a
constituição cidadã e criou o Ministério da Cultura.
Vice-presidente: -
Partido: Partido do Movimento
Democrático Brasileiro (PMDB)
Mandato: 1985 - 1990
32) Fernando Collor
Fernando Collor de Mello nasceu no Rio de Janeiro e assumiu o cargo à
presidência no dia 15 de março de 1990, com 40 anos. A sua eleição foi a
primeira feita a partir do voto popular. Criou o Plano Collor para controlar a
inflação, sendo uma das medidas utilizadas para confiscar valores acima de 50
mil cruzados depositados nas contas bancárias de empresas e pessoas físicas.
Seu governo foi marcado por escândalos relacionados à corrupção. Em resposta a
isso, estudantes criaram um movimento de reação chamado ‘Caras Pintadas’, cujo
objetivo era retirar o presidente do poder. No dia 29 de dezembro de 1992,
Collor renunciou.
Vice-presidente: Itamar Franco
Partido: Partido de Reconstrução
Nacional (PRN)
Mandato: 1990 - 1992
33) Itamar Franco
Itamar Franco nasceu em Salvador (BA) e iniciou seu mandato no dia 29 de
dezembro de 1992, com 61 anos. Permaneceu até 01 de janeiro de 1995 como
presidente da república. Em seu governo focou na diminuição dos gastos do
governo, acelerou as privatizações, criou o Plano de Estabilização Econômica
que determinava a criação do real. Nesse período nomeou Fernando Henrique
Cardoso para o cargo de Ministro da Fazenda, assim como apoiou a sua
candidatura como o próximo presidente.
Vice-presidente: -
Partido: Partido de Reconstrução
Nacional (PRN)
Mandato: 1992 - 1995
34) Fernando Henrique Cardoso
Fernando Henrique Cardoso (FHC) nasceu no Rio de Janeiro e assumiu a
presidência com 64 anos no dia 01 de janeiro de 1995. Em seu governo privatizou
estatais, trabalhou para conter a inflação, criou programas sociais (Bolsa Escola
e Rede de Proteção Social), trouxe mudanças na administração pública e na
previdência social, criou uma indenização para parentes de desaparecidos
políticos no regime militar, etc. Ele recebeu denúncias de corrupção em seu
governo. Seu mandato durou até 01 de janeiro de 2003, devido a sua reeleição.
Vice-presidente: Marco Maciel
Partido: Partido da Social Democracia
Brasileira (PSDB)
Mandato: 1995 - 2003
35) Luiz Inácio Lula da Silva
Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) nasceu na cidade de Garanhuns, no
Pernambuco. Ele assumiu a presidência do dia 01 de janeiro de 2003, com 58
anos, e permaneceu até 01 de janeiro de 2011. Em seu governo houve um
crescimento no PIB brasileiro, além de redução do desemprego e da desigualdade,
controle da inflação e pagamento da dívida externa. Realizou programas para
transferência de renda, consolidou relações internacionais com países
criticados, dentre outros feitos. Porém, ocorreram em 2005 várias denúncias de
corrupção e escândalos no seu governo. É considerado o 35º presidente do
Brasil.
Vice-presidente: José Alencar
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2003-2011
36) Dilma Roussef
Dilma Vana Rousseff nasceu em Belo Horizonte (MG) e foi eleita com 63
anos no dia 01 de janeiro de 2011. É considerada a primeira mulher eleita como
Presidente da República do Brasil. Em seu primeiro mandato, Dilma deu
continuidade à política implementada no governo de Lula para conter a inflação
e também para a criação de programas sociais. Ela criou o Mais Médicos, o
Brasil Sem Miséria, Minha Casa, Minha Vida, Programa Nacional de Acesso ao
Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), dentre outros. Não chegou a concluir o
segundo mandato, devido ao processo de impeachment instaurado contra ela. Foi
afastada definitivamente de seu cargo em 31 de agosto de 2016.
Vice-presidente: Michel Temer
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Mandato: 2011-2016
37) Michel Temer
Michel Miguel Elias Temer Lulia nasceu no Tietê (SP) e assumiu a
Presidência da República aos 75 anos, em 31 de agosto de 2016. Foi
vice-presidente no Governo de Dilma Rousseff e, devido o afastamento dela, pela
denúncia de crime de responsabilidade, ele assumiu provisoriamente no dia 12 de
maio de 2016. Porém, como resultado do processo de impeachment, foi considerada
culpada e afastada definitivamente do cargo.
Partido: Partido do Movimento
Democrático Brasileiro (PMDB)
Como
vemos cada época tem seus problemas e dramas que foram e não foram solucionados
adequadamente resultando em processos sociais diferentes, de acordo com o
contexto e a História do Brasil, de suas influências internas e externas, de
seus movimentos sociais e artísticos, políticos, científicos, religiosos,
acadêmicos, de trabalhadores, de empregadores, de desempregados, de excluídos e
de perseguidores, de fatores regionais e nacionais, etc., formando movimentos e
protestos pacíficos e até violentos ou criminosos, nos revelando que não é a
força ou a violência do movimento que causa a mudança mas sim sua intenção, sua
intencionalidade pois tivemos em nossa História diversos episódios assim onde a
força e violência foram vencidos pela paz e pela ordem, pelo respeito e pelo
justiça que tudo resolve, as próprias mãos não fazem a justiça, apenas a
atrapalham fazendo sua vingança aumentando a criminalidade e o crime, a justiça
se faz através da lei e da legitimidade, da legalidade de nossos atos e
condutas, os movimentos sociais demonstram uma evolução para a prática da
injustiça e não da justiça, pois praticam-na exageradamente como grupos
rebeldes que se opõem ao Estado e a legalidade, e as instituições! A História
do Brasil pode voltar a ser justa e equilibrada na justiça. só depende de cada
brasileiro e brasileira assim o aceitar e o fizer.
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
Devemos encarar a telepatia através da
Trajetória dos Heróis:
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande
inquietação e admiração em relação à figura que aparece repentinamente como
mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma
nova biografia.
O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao
inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência,
e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro
valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão
que já não pode ser recusada.
O levar-se a aventura significa que o destino convocou o
herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta
fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino
subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha
secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre
habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas
sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por
vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por
um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do
planeta.
1. O
chamado pode ser recusado
É
sempre possível desviar a atenção para outras coisas na
vida real, não com menos
frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim
seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande
falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder,
trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se
manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias,
virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de
abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis.
São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma
atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e
alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a
vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
2. As
forças se unem para o bem-aventurado
As
forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua
viagem, seu chamado, e a
ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e
estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua
ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através
desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e
protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos
despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do
inconsciente estarão ao seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir
contra ele, o herói.
3. A
travessia: se consumir
A
vida do herói possui limites e um dia encontrará o
guardião dos limites
que aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na
direção do não conhecido, para um oceano sem limites.
As regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente
(deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno,
etc.). A energia sexual incestuosa e a
destruição do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres
selvagens da floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se
movimento como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o
sujeito passa durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência.
A aventura está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o
conhecido do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e
lidar com elas envolvem riscos, porém aqueles que têm talento, competência e
coragem verão o perigo se dissipar como a água no mar.
4. Ser
engolido e consumido
Ser
engolido e consumido dá a entender que o herói morreu,
contudo é uma passagem
do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou
ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo
onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do
templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas
proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões,
matadores de demônios com espadas desembainhadas, anões rancorosos e touros
alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos
aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do
templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que
marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia.
Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o
fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas
mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O
herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o
poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita
seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais
indesejáveis como o desconhecido.
5. O
caminho obtuso
Este
caminho cheio de pedras e obstáculos vem logo após o
herói cruzar o limiar e
com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é
auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio
sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o
sustenta em sua passagem sobre-humana.
Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre
trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas
onde se depara com ossos de outros que sucumbiram à aventura e acaba
encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas
notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos
perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre
ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar
com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o
herói entre em êxtase.
O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado
condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante
na sua luta contra a realidade.
O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do
eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças
concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução,
transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações
anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental,
improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nossos sonhos.
A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com
uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.
6. O
encontro com a deusa
A
aventura do herói continua com o encontro com a Rainha
Deusa do Mundo. A Mãe
Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um
primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre
a atitude da criança com relação à mãe e a do adulto em relação ao mundo
material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente
controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e
iniciação da mente na natureza do mundo visível.
A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode
ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o
herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma
várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do
que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as
correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas
limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela
ignorância à banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O
herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com
gentileza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu
mundo criado.
O encontro com a deusa é o teste final do talento para a
bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
7. A
mulher como tentação
Agora
com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o
herói ver-se-á no lugar
do pai, ele e seu pai são um só.
As guerras e as explosões emocionais são paliativos da
ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e
alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre,
passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma
trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a
idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise.
Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a
própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de
nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente à outra pessoa ou outras
pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento
de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em
particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A
mulher é a tentação do herói em sua aventura.
8. A
relação com o pai
A
pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da
torrente e das chamas é
a misericórdia divina, a poderosa força
do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de
Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo
está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os
auxiliares sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a
humanidade de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas
quanto se parece.
É a provação do herói com a garantia de que a figura
masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de
iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e é
essencialmente a mesma coisa.
A iniciação combina uma introdução do candidato nas
técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento
de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de
sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu
duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o
papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das
ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica, purgada
de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma
par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as
repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na
majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e,
por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do
pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as
agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é
mais um vale de lágrimas, gemidos e dores, mas uma manifestação perpétua e
geradora de bênçãos, da Presença.
9. A
apoteose
No
momento em que nos libertamos dos preconceitos, do
tribal, eclesiástico, nacional,
do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que
o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram,
mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do
Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as
coisas, são imortais.
10.
A última graça
O
sofrimento agonizante da ultrapassagem
dos limites
pessoais é a agonia do crescimento
pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas
são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes
que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e
movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura
da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo.
A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que
transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as
divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são
aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um
único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita
das estrelas.
11.
A difícil volta
Ao
fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da
penetração da fonte retornando
com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga
e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou
feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da
comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
12.
A magia nas decisões
Se
o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum
elixir destinado à restauração
da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono
sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não
obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A
aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.
13.
O resgate sobrenatural
O
herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio
sobrenatural, o mundo,
que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que
dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem
acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise
final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra
cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas
divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção
obtida, onde os homens imaginam-se completos, mas que na realidade não passam
de frações.
14.
Os limites da volta
Os
mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a
morte, o dia e a noite.
As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das
trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um
retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas
convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana
tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a
prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e
as instituições para as pessoas comuns.
15.
Agora são dois mundos
A
liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os
mitos não frequentemente
apresenta numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem
são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor
magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes
honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
16.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
O
campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura
vive da morte de outra.
Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer
coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas
que se tornaram.
Nossos Heróis, inclusive na História do
Brasil nos mostram que a telepatia pode nos fortalecer e aumentar nossas
defesas e forças ou poderes como que verdadeiros Super-Heróis, fazendo de nós
super-humanos capazes de realizar grandes obras e grandes planos, capazes de
sermos pessoas de paz e de bem se nos ajudarmos e entendermos nossas
inteligências e nos adaptarmos ao meio ambiente.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Nossos
monstros, inclusive na História do Brasil nos revelam que a
telepatia
pode nos fazer de tudo e da vida, da nossa missão, dos planos de Deus, daqueles
que amamos para nos amarmos, assim podemos cair em abismos e ter que viver como
monstros que assustam e assombram as pessoas botando-lhe medo e pavor, não sobrando
mais paz nem felicidade, nem mesmo mais uma família ou amizades, levando-o a
autodestruição e a destruição do outro e
do seu mundo.
Nossos escravos, inclusive na História
do Brasil nos mostram que a telepatia pode nos fazer escravos ou dependentes e
prisioneiros de nossa própria vida e da
telepatia, levando-nos a alienação e a loucura onde se perde a noção de
realidade e não há mais nada para se completar na vida, a não ser viver
acorrentado e aprisionado, escravo e revoltado ou alienado.
Diante destes fenômenos podemos ainda
falar que o ser humano tem problemas com a Terra e com o meio ambiente, que ele
não sabe ou não conhece como amar a Terra, inclusive na História do Brasil.
Exemplo disto são as guerras e
violências, os crimes e horrores, as indústrias e o consumismo que contaminam a
terra, a água e o ar, os carros que contaminam o ar, os cigarros e as queimadas
que contaminam o ar e destroem as matas, os desmatamentos ilegais que destroem
o meio ambiente, os indivíduos que sujam as cidades, os pescadores e os
caçadores que não respeitas as leis, os agricultores que não respeitam as leis,
inclusive na História do Brasil, etc..
Podemos discutir um pouco mais sobre o
gás carbônico... porquê isto está acontecendo? Porque o ser humano não ama a Terra
ou não sabe amar a Terra! E em virtude disto tem dificuldade de mudar sua
atitude, consciência, identidade, afetividade e alienação, alegando que é caro
o controle do gás carbônico, que não existem meios ou utensílios domésticos que
o ajudem nessa tarefa, que assim é difícil se sensibilizar pois no mundo tudo é
prático e fácil e isso não é, pois envolve sofrimento, educação e amor, é mais
fácil transmitir ódio do que amor hoje em dia,
vivemos mais tempos conosco do que com os outros hoje em dia em todos os
ambientes.
A Cruz é pesada mas liberta quem a ama,
é um fardo para aquele quem não a aceita, inclusive na História do Brasil. Os
pecados do mundo podem libertar através do Zeitgeist e do Cosmos.
Sigmund Freud (1856-1939) alterou
radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos
como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o
levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades, inclusive na História do Brasil.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive na História do Brasil.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive na História do Brasil.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
na História do Brasil.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive na
História do Brasil.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive na História do Brasil; concluído este processo o ser
humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a
criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO +
DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu
princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O
Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A
função básica da vida no Universo é se adaptar!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 13 de dezembro de 2016.
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