OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
PSICOLOGIAS
MITOLÓGICAS
NOVAS
TEORIAS E EPISTEMOLOGIAS
HOMENS
QUE LUTARAM PELA PAZ
¨UM HOMEM SÓ!¨
¨UM HOMEM SÓ!¨
INTELIGÊNCIAS
E PROCESSOS SOCIAIS
ZEITGEIST
+ COSMOS + HIPERESPAÇO...
PARA
MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL
14/12/2016
HOMENS
QUE LUTARAM PELA PAZ: ¨UM HOMEM SÓ!¨: INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS: ZEITGEIST
+ COSMOS + HIPERESPAÇO – PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL.
HOMENS QUE LUTARAM PELA PAZ:
¨UM HOMEM SÓ!¨
ALBERT EINSTEIN (1.879-1.955) :
Físico
e matemático norte-americano, de origem alemão. Einstein apoiou
principalmente dois movimentos sociais de grande transcendência: o pacifismo e
o judaísmo (ele
era judeu). Condenou publicamente a participação da Alemanha na I Guerra
Mundial, Einstein foi
um dos poucos alemães que se atreveram a fazer isto.
Seguiu
com suas atividades pacifistas e
sionistas, após acabar a guerra, pelo que foi branco dos ataques de grupos
anti-judeus e de direitas alemães. Suas teorias chegaram a ser ridicularizadas e
questionadas em público, especialmente a da relatividade, que era, quiçá, a mais difícil de
achar e aceitar.
Einstein abandonou a Alemanha e
emigrou a Estados Unidos, em 1.933, ano em que Hitler chegou
ao poder. Einstein adiantou-se
aos movimentos alemães escapando para os Estados Unidos. Ali se nacionalizou e
ocupou um posto no Instituto de Estudos Superiores em Princeton, Nova Camisola, que foi onde viveu a
partir de então. Seguiu com suas atividades em favor do sionismo mas
abandonou sua postura pacifista anterior
à vista da ameaça que supunha para a humanidade o regime nazista na Alemanha e
a presença de Hitler no
mundo.
Em
1.939 adverte ao presidente Roosevelt, em uma célebre carta, do perigo que
significava o que Alemanha se antecipasse aos Estados Unidos na investigação
atômica, feito com que motivou o projeto Manhattan. O 11 de Abril de 1.955, poucos dias antes
de morrer, Einstein assinou
um documento escrito por seu antigo colega de
ideais pacifistas, Bertrand Russell, titulado “Advertência aos governos dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, União
Soviética, França, Canadá e China” Outras
seis pessoas de sua categoria subscreveram-no também. Neste documento punha-se
em guarda aos governantes, por então mais poderosos, contra o perigo de autodestrucción que
significavam as armas nucleares.
Frase
sobre a paz:
“Os
ideais que alumiou meu caminho e uma e outra vez me têm infundido valor para enfrentar à vida foram: a
bondade, a beleza e a verdade”
BERTRAND RUSSELL (1.872-1.970) :
Terceiro
conde de Russell (1.872-1.970),
filósofo e matemático britânico, galardoado com o premio Nobel, cuja ênfase na
análise lógica repercutiu sobre o curso da filosofia do século XX.
Na I
Guerra Mundial, Russell condenou
a ambos bandos em uma atitude pacifista de
rejeição à guerra e por sua posição íntegra foi
encarcerado e privado de seu posto de trabalho em Cambridge. Após a guerra visitou a URSS, e a raiz desta visita publicou seu livro “Prática e teoria do bolchevismo” (1.920)
onde mostra seu desacordo com a forma em que se levava a cabo o socialismo na URSS.
Em
1.944 Russell regressou
a Inglaterra e voltou a ocupar seu antigo posto de trabalho no Trinity College. Apoiou a causa aliada na II Guerra
Mundial e foi um ardente e ativo detrator das armas nucleares. Nesta ocasião
preferiu a vitória dos aliados ante as barbaridades e
atrocidades que estavam cometendo os nazistas (como a caça, perseguição e
assassinato
de judeus). Em 1.949 recebeu de mãos do rei Jorge VI a Ordem ao Mérito. Russell foi
Premio Nobel de Literatura em 1.950 e foi qualificado como "um campeão da
humanidade e da liberdade de pensamento". Exigiu o desarmamento nuclear
unilateral do Reino Unido Encabeçou em um movimento no final da década de 1.950
e foi encarcerado aos 89 anos depois de uma manifestação antinuclear. Morreu o 2 de fevereiro de 1.970.
Frase
sobre a paz:
“Se
a paz não pode ser mantida com honra, já não é paz”
MARTIN LUTHER KING (1.929-1.968) :
Clérigo e Premio Nobel estado unidense,
um dos principais líderes do movimento para a defesa dos direitos civis e
importante defensor da resistência não violenta à repressão racial.
Os
estudos de Martin Luther King
em Crozer e
Boston levaram-lhe a pesquisar os trabalhos do nacionalista índio Mahatma Gandhi,
tomou as idéias de Gandhi para apoiar sua própria filosofia de protesto não
violenta.
Pediu-se
a King que dirigisse um boicote contra uma companhia de transportes públicos em Montgomery em
1.955, a raiz da detenção de uma mulher negra depois de se negar a deixar seu
assento a um passageiro branco. O protesto durou 381 dias, isto é um par de
semanas mais de um ano. Durante este longo protesto, King foi preso e
encarcerado, sua morada foi destroçada e recebeu muitas ameaças contra sua
vida. Todo isso por defender uma causa justa e com sentido mas que não gostava
à gente de pele branca que era a que tinha o poder em suas mãos nesses
momentos. O boicote finalizou em 1.956 com uma ordem do Tribunal Supremo
proibindo a segregação no transporte público da cidade.
O
boicote de Montgomery resultou
ser uma vitória evidente da não-violência e King surgiu como um líder muito
respeitado.
Quando
visitou a Índia em 1.959, King posso desenvolver e contemplar mais claramente o
princípio de persuasión não
violenta de Gandhi, satyagraha, princípio que King
determinava usar como instrumento de sua luta e protesto social.
Nesse
momento a liderança negra sofria uma transformação radical. Em um princípio
centrado na reconciliação, agora pedia uma mudança 'por qualquer médio
possível'. As diferenças de ideologia e jurisdição entre a SCLC e
outros grupos (Poder Negro e Muçulmanos Negros) foram inevitáveis, mas o
prestígio de King assegurou que a não-violência, seguisse sendo a estratégia
principal de resistência. Dirigiu uma multitudinaria campanha
a favor dos direitos civis em Birmingham (Alabama) para conseguir o censo de votantes negros,
acabar com a segregação e conseguir uma melhor educação e alojamento nos
estados do sul no ano 1.963. Durante estas campanhas não violentas foi preso
várias vezes, ao igual que lhe aconteceu a Gandhi. Dirigiu a histórica 'marcha'
a Washington (28 de agosto de 1.963) onde pronunciou seu famoso discurso 'I have a dream' ('Tenho um sonho'). Em 1.964 King foi
galardoado com o Premio Nobel da Paz pelo enorme labor realizado a favor desta.
Frase
sobre a paz:
“A
violência não tem vigência prática porque a velha filosofia do “Olho por olho,
dente por dente” acaba deixando a todos cegos. Este método não é correto, este
método é inmoral.
É inmoral porque constitui uma espiral
descendente que termina em destruição para todos. É falso porque persegue a aniquilación do inimigo e não sua conversão.”
MAHATMA GANDHI (1.869-1.948) :
Líder nacionalista índio que levou a seu país a
conseguir a independência mediante uma revolução pacífica, usando como médio a
não-violência.
Gandhi
estudou direito no University College de
Londres. Em 1.891 regressou à Índia e tentou exercer como advogado em Bombay com
escasso sucesso. Em 1.893 uma assina índia com interesses em África do Sul lhe
enviou como assessor legal a seus escritórios de Durban. Ao ver a negação generalizada das liberdades
civis e dos direitos políticos dos imigrantes índios em África do Sul ficou horrorizado e
cedo envolveu-se na luta pela defesa dos direitos fundamentais de seus
compatriotas.
Gandhi
converteu-se cedo no máximo expoente da luta pelo autogoverno da Índia. Depois
da I Guerra Mundial, na que desempenhou um destacado papel humanitário, iniciou
seu movimento de resistência passiva, invocando a satyagraha contra
Grã-Bretanha.
Quando
o Parlamento aprovou em 1.919 as leis Rowlatt, que davam às autoridades coloniales britânicas
poderes de emergência para fazer frente às denominadas atividades subversivas, o movimento satyagraha se
estendeu por toda a Índia, ganhando milhões de adeptos. Uma manifestação em Amritsar contra
a aplicação desta legislação acabou em uma matança cometida pelos soldados
britânicos. Em 1.920, ao não conseguir do governo britânico reforma alguma,
Gandhi proclamou uma campanha organizada de não-cooperação. Os índios que
ocupavam cargos públicos demitiram, os organismos governamentais e os tribunais
de justiça foram boicotados e os meninos abandonaram as escolas públicas. Por
toda a Índia as ruas das cidades foram bloqueadas mediante sentadas de cidadãos
que se negavam a se levantar inclusive apesar de ser golpeados pela polícia.
Gandhi foi preso mas as autoridades britânicas viram-se forçadas a deixar-lhe
cedo em liberdade.
A
independência econômica da Índia foi o ponto culminante do movimento swaraj (“autogoverno”)
de Gandhi, que implicava um boicote completo aos produtos britânicos. Os
aspetos econômicos do movimento eram significativos, já que a exploração dos
camponeses índios pelos industriais britânicos originava uma extrema pobreza e
a virtual destruição da indústria da Índia. Gandhi propôs como solução a esta
situação potenciar a renascença das indústrias artesanais. Começou a usar uma rueca como
símbolo da volta à singela vida camponesa que pregava e da renascença das
indústrias autóctonas, tais como o hilado manual.
Gandhi
converteu-se em símbolo internacional de uma Índia livre. Levava a vida
espiritual e ascética de
um predicador, com jejum e meditação. A união com sua
esposa chegou a ser, como ele mesmo assinalou, a de um irmão e uma irmã.
Recusou qualquer posse terrenal, vestia como as classes mais baixas (com um mantón e
um taparrabos) e comia
vegetais,
sucos de fruta e leite de cabra. Os índios lhe veneraban como
a um santo e lhe começaram a chamar Mahatma (“alma
grande”), título reservado para os maiores sábios, e título com o que foi
conhecido após sua morte . A defesa que fez Gandhi da não-violência ou ahimsa (“sem
dano”) era, como sustentou, a expressão de uma forma de vida implícita no hinduismo. Gandhi considerava que mediante a prática
da não-violência Grã-Bretanha chegaria a considerar a inutilidade da
opressão e abandonaria seu país.
A
influência política e espiritual do Mahatma era
tão grande na Índia que as autoridades britânicas não se arriscaram a lhe
atacar. Em 1.921 o Congresso Nacional Índio (ou Partido do Congresso), grupo
que encabeçou o movimento independentista, outorgou a Gandhi autoridade
executiva plena, incluído o direito a designar seu próprio sucessor. A
população índia, não obstante, não entendeu plenamente a doutrina da ahimsa. Estouraram uma série de revoltas
armadas contra Grã-Bretanha, e culminaram em tal violência que Gandhi confessou
o falhanço de sua campanha de desobediencia civil,
à que pôs fim. O governo britânico parou-lhe de novo e encarcerou-lhe em 1.922.
Depois
de sua posta em liberdade em 1.924, retirou-se da vida política ativa e
dedicou-se a propagar a unidade comunal. No entanto, cedo viu-se envolvido de
novo na luta pela independência. Em 1.930 Gandhi proclamou uma nova campanha de desobediencia civil,
convocando à população a negar o pagamento de impostos, designadamente o que
gravava o sal, sobre a que o governo britânico exercia um severo monopólio.
Levou-se a cabo uma marcha
até o
mar, na que milhares de índios seguiram a Gandhi desde Ahmadabad até
o mar Arábigo, onde obtiveram sal evaporando água
do mar. Uma vez mais, Gandhi foi preso e posto em liberdade em 1.931. Parou a
campanha após que os britânicos fizessem alguma concessão a suas petições.
Nesse mesmo ano representou ao Congresso Nacional Índio em uma reunião
celebrada em Londres.
Em
1.932 Gandhi iniciou uma nova campanha de desobediencia civil
contra as autoridades britânicas. Preso duas vezes, Mahatma ayunó durante
longos períodos em diversas ocasiões. Em setembro de 1.932, enquanto estava no
cárcere, levou a cabo um “jejum até a morte” para melhorar a situação da casta dos intocables. Os britânicos, ao permitir que os intocables fossem
excluídos do eleitorado índio, estavam, segundo Gandhi, cometendo uma
injustiça. Embora ele mesmo era membro da castavaisya (mercaderes), Gandhi se considerava o grande líder do
movimento índio que tinha como finalidade a erradicación da
injustiça social e econômica do sistema de castas.
Em
1.934 abandonou formalmente a política e foi substituído como dirigente máximo
do Congresso Nacional Índio por Jawaharlal Nehru. Gandhi viajou por toda a Índia pregando a ahimsa e
pregando a defesa da casta dos intocables. A estima em que se lhe tinha era a
medida de seu poder político. Tão grande era sua autoridade moral e espiritual
que o limitado autogoverno concedido por Grã-Bretanha à Índia através da promulgação
da Government of Índia Act (1.935) não pôde ser posto em prática
até que Gandhi o aprovou. Poucos anos depois, em 1.939, regressou de novo à
vida política como ainda estava pendente a federação dos principados índios
com o resto da Índia. Seu primeiro ato foi uma greve de fome com objeto de
forçar ao dirigente do estado de Rajkot a
modificar
seu regime autocrático. A conmoción pública
que originou este jejum foi tão grande que teve que intervir o governo colonial britânico;
concederam-se as demandas. O Mahatma converteu-se
de novo na mais importante figura política da Índia.
Quando
estourou a II Guerra Mundial, o Congresso Nacional Índio e Gandhi exigiram uma
declaração de intenções respeito do conflito e seus envolvimentos respeito da
Índia. Como reação à insatisfactoria resposta
britânica, o partido decidiu não apoiar a Grã-Bretanha a não ser que se
concedesse à Índia uma completa e total independência. As autoridades
britânicas negaram-se a isso e ofereceram uma série de compromissos que a sua
vez foram recusados. Quando Japão entrou em guerra, Gandhi ainda recusava a
participação da Índia no conflito. Foi enclausurado em 1.942 e libertado dois
anos mais tarde por motivos de saúde.
Em
1.944 a luta pela independência da Índia estava em sua última fase. O governo
britânico aceitava conceder a independência com a condição de que os dois
grupos nacionalistas rivais, a Une Muçulmana e o Congresso Nacional Índio
resolvessem suas diferenças. Gandhi opôs-se firmemente à divisão da Índia,
embora ao final aprovou-a com a esperança de que se atingiria a paz interna uma
vez que se tivessem concedido as demandas para a criação de um Estado
muçulmano. Índia e Paquistão converteram-se em dois estados independentes uma
vez que Grã-Bretanha concedeu sua independência à Índia em 1.947. Durante as
revoltas que seguiram à divisão do país, Gandhi suplicou a
indianos e
muçulmanos
que convivessem pacificamente. Os distúrbios afetaram a Calcutá, uma das
maiores cidades da Índia, e o Mahatma ayunó até
que cessaram. O 13 de janeiro de 1.948 iniciou outra greve de fome em Nova
Delhi para tratar de instaurar a paz. O 30 de janeiro, doze dias após acabado
aquele jejum, foi assassinado por Vinayak Nathura Godse, um membro de um grupo extremista indiano,
enquanto dirigia-se a seu habitual rezo da tarde.
A morte
de Gandhi foi considerada como uma catástrofe internacional. A Assembleia Geral
das Nações Unidas declarou um período de luto e todos os países expressaram
seus condolências.
Frase
sobre a paz:
“O
fim está nos meios como a árvore na semente. Isto é: se queremos uma sociedade
justa e em paz, devemos empregar uns meios que, em si mesmos, levem já o fim
que queremos atingir. Não teria opressões se os oprimidos se negassem a
colaborar ou a ser passivos ante esta opressão.
LIEV NIKOLÁIEVICH TOLSTÓI (1.828-1.910) :
Romancista
russo, profundo pensador social
e moral, e um dos mais eminentes autores
do realismo de todos os tempos.
Sua
novela “Guerra e
Paz” é considerada uma
das mais importantes da história da literatura universal, é uma visão épica da
sociedade russa justo antes da invasão napoleónica.
Esta extensa narração, principalmente uma crônica da vida de cinco famílias
aristocráticas, é uma das obras mestres do realismo, pela que desfilam 559
personagens, comemora relevantes batalhas militares e retrata a conhecidas
personalidades históricas.
“Guerra e Paz” emana
uma filosofia extremamente otimista, que atravessa os horrores da guerra e a
consciência dos erros da humanidade, o que constitui a mensagem principal da
obra, escrita durante um período particularmente feliz da vida do autor.
Entre
suas novelas breves, a mais importante é “Ana Karenina”, que constitui uma das melhores novelas
psicológicas da literatura moderna.
Em seu
insuperavelmente cándida ao
mesmo tempo que sólida “Confissão” (1.882), o autor russo descreve sua
crescente confusão espiritual, se culpa a si mesmo de levar uma existência
vazia e autocomplaciente e
empreende uma longa busca de valores morais e sociais, que terminou por
encontrar em dois princípios do Evangelho cristão: amor para os seres humanos e
resistência contra as forças do mau. Recolheu estes dois princípios e
desenvolveu-os em elocuentes ensaios,
como “Amo e criado” (1.894).
Desde o centro da autocrática Rússia
de sua época, atacou sem temor as desigualdades sociais e as formas coercitivas do
governo e das autoridades religiosas, clamou por uma libertação dos ódios
individuais e pela adoção de modelos de vida ditados pela consciência da cada
um. Estes pontos de vista tão radicais provocaram sua excomunión em
1.901.
Frase
sobre a paz:
“Quem
faz sofrer ao próximo, prejudica-se a si mesmo.
Quem ajuda aos demais ajuda-se a si mesmo”.
SANTO
TOMA MOURO (1478-1535) :
Político e escritor inglês, conhecido por sua
postura religiosa contrária à do rei Enrique VIII, que lhe custou a vida.
Mouro
foi presidente da Câmera dos Lores em
1.529; pelo que passou a ser o primeiro seglar que ostentaba esse
cargo. Mas, sua sorte mudou quando se negou a apoiar a petição de Enrique VIII
para se divorciar de Catalina de
Aragão. Os escrúpulos religiosos
de Mouro fizeram com que negasse-se a sancionar qualquer tipo de desafio à
autoridade papal, desafio que se realizava na ação do divórcio.
Renunciou a seu cargo em 1.532 e retirou-se da vida pública. O rei ofendeu-se
pela atitude de Mouro, o qual era um dos mais allegados ao
rei, e lhe mandou encarcerar em 1.534. Mouro foi julgado ao ano seguinte;
negou-se a prestar juramento, afirmando que o Parlamento não tinha direito a
usurpar a autoridade papal em
favor do rei. Mouro foi condenado por sua postura e foi decapitado o
7 de julho de 1.535. Foi canonizado pela
Igreja católica em 1.935, pela ferviente obediência
que lhe devia ao catolicismo e
ao papa.
A Mouro
conhece-se-lhe sobretudo por seu livro “Utopia” (1.516), um relato satírico sobre
a vida em uma ilha de ficção chamada assim. Nesta ilha, os interesses dos
indivíduos encontram-se subordinados aos da sociedade como conjunto, todos seus
habitantes devem desempenhar um trabalho, se pratica o ensino universal e a
tolerância religiosa e a terra pertence a todos. Estas condições são comparadas
com as da sociedade inglesa, com uma substancial desvantagem para esta última.
“Utopia” foi
a precursora de
uma série de obras similares.
Frase
sobre a paz:
“Ali
onde domina a propriedade, onde todo se mede com dinheiro, não pode ser falado
de equidade e de bem-estar social.”
ERASMO DE ROTTERDAM (c. 1466-1536) :
Escritor,
erudito e humanista holandês,
principal intérprete das correntes intelectuais da renascença no norte da
Europa.
Em
1.517, quando a reforma se converteu em um tema candente baixo
a liderança decidida de Martín Lutero, a vida intelectual de Erasmo mudou
de direção. Até então admirado e temido como crítico, se voltou apologista, em realidade sem confiar nos católicos
nem nos reformistas e sempre recusando tomar partido. Seguiu sendo católico
embora com frequência associou-se com os reformistas. Pelos contínuos ataques,
em seus “Colóquios” (1.518),
aos males e erros das autoridades eclesiásticas e às superstições acusaram-lhe
de luterano, acusação que negou com veemência. Também lhe acusaram de dissimular suas
verdadeiras opiniões por medo às consequências. Para rebatirlo escreveu
uma declaração completa de sua posição teológica, “Disquisición a respeito do livre albedrío” (“De liberto arbitrio”, 1.524), que inclui um ataque brilhante
a Lutero. O contraataque de
Lutero provocou um polêmica final de Erasmo, “Hyperaspistes” (1.526).
Enquanto preparou muitas edições eruditas das obras dos pais da igreja com o
editor Froben.
JESUS CRISTO (entre o 8 e o 4 a.C. e
o 29 d.C.) :
Figura
principal do cristianismo, que nasceu em Belém, Judea. Desde o princípio ao fim de sua vida pública,
Jesus proclamou-se enviado ou legado de Deus, esse enviado que os judeus
esperavam e a quem designaram com o nome de Messias. Sua luta é contra o poder das trevas, e
propõe uma doutrina de moral puríssima cuja
essência é “Amar a Deus com todo o coração e ao próximo como a si mesmo”. Inculca com
toda veemência os ditames da lei natural e para seu cumprimento oferece premio
e castigos. Efeito de sua obra foi e segue sendo uma admirável renovação de
costumes e doutrinas em todo o
mundo.
Com a grandeza das idéias que Jesus Cristo desenvolve
em seus discursos contrasta com a singeleza de suas palavras. Isto se reflete
na famosa frase que Jesus Cristo disse
a seus seguidores.
Frase
sobre a paz:
“ouviram
que se disse: Olho por olho e dente por dente. Mas eu vos digo que não resistam
ao malvado; antes bem, a quem te abofete-e em
tua bochecha direita, lhe apresenta também a outra, e ao que queira pleitear contigo para te tirar a túnica, lhe
deixa também o pranto.
ouviram que se disse: Amará a teu próximo e aborrecerás a
teu inimigo. Eu, em mudança, vos digo: Amem a vossos inimigos, façam o bem aos
que vos aborrecem e rezem pelos que vos perseguem e
caluniam. Porque se amam aos que vos amam, que premio terão?”
BUDA (c.563-c.486a.C.) :
Fundador
do budismo, nascido no parque Lumbini cerca
de Kapilavastu, na atualidade Nepal, cerca da fronteira
índia. O budismo baseia-se
nas quatro santas verdades:
toda vida está submetida ao sofrimento; a causa do sofrimento são as paixões, o
desejo, a vontade de viver; libertar do desejo da vontade de viver suprime o
sofrimento; para libertar do sofrimento deve ser seguido o caminho das oito sendas:
fazer bem, achar bem, falar bem, pensar bem, etc. Isto conduz a se livrar de reencarnaciones humanas
inferiores (Samsara) e,
em definitiva, a atingir o Nirvana. Buda foi um dos seres humanos maiores,
um homem de caráter nobre e compassivo, de visão penetrante e pensamento
profundo. Não só estabeleceu uma grande religião nova, senão que sua rebelião
contra os extremos hedonistas, ascéticos e
espirituais, e o sistema de castas influiu
de um modo decisivo no hinduísmo. Sua rejeição da especulação metafísica e
seu pensamento lógico introduziu uma corrente analítica importante que até
então faltava na tradição indiana.
Frase
sobre a paz:
“Se
um homem alocadamente dana-me, lhe devolverei a proteção de
meu carinho”
LAO-TSÉ (c.570-c.490a.C.) :
Filósofo
chinês considerado o fundador do taoísmo. Deixou escrito o “Tao Te-King” (ou “Daodejing”, Livro da Via e da Virtude), o grande
tratado filosófico chinês,
quando abandonou a China para se ir a viver a um local desconhecido de Ocidente,
embora este dado não se sabe a ciência verdadeira. O “Tao Te-King” é a obra literária mais traduzida do
chinês e teve uma enorme influência no pensamento e a cultura orientais. A
maior parte do livro está composta por rimas e
pode ser lido como um longo poema filosófico. Ensina que “o caminho” (dao) do mundo se realiza com maior
aproveitamento abandonando as categorias e os valores em favor da percepção
espontânea. O sábio busca “não fazer nada” (wu wei) e deixa que as coisas seguem seu curso
natural; assim, como estava destinado a um monarca, ao rei que pretenda ser
inteligente e apto se lhe recomenda que mantenha a seu povo na singeleza e a passividade para
que assim possa amoldar-se à
natureza, autêntica meta do homem.
Frase
sobre a paz:
“O
sábio segue o caminho do céu, que atua sem violência e acaba pelo vencer tudo”
OSNY MATTANÓ
JÚNIOR (1972
- )
Licenciado
e Bacharel em Psicologia, compositor e músico, pintor e escritor, fotógrafo,
luta pela paz em sua família, cidade, estado, país, mundo e universo desde
criança, escreveu mais de 600 livros e compôs mais de 3000 músicas. Também
conhecido por ser vidente de Nossa Senhora e de Jesus Cristo por quem tem um
amor sem igual. Luta pela paz no mundo através da Ciência e da Arte e de sua
história de vida, como também através da sua religiosidade, servindo como
modelo e exemplo a ser seguido pelos carentes e necessitados. Ensina que não precisamos de exércitos mas de
homens livres para viver e para ensinar a viver.
Frase sobre a paz:
¨A paz está estampada no peito dos cães
famintos de fome; ela é difícil, mesmo que os instintos nos levem a
instintividade hostil, por exemplo, na fome, devemos resistir à violência e a
loucura, e buscar dominar nossas fraquezas a fim de que sejam superadas e não
voltem mais a nos incomodar. A paz não incomoda!¨
Como vemos temos vários exemplos de
homens que lutaram pela paz, até mesmo de homens solitários ou de apenas um
homem só que lutou pela paz – a paz não incomoda!
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
Devemos encarar a telepatia através da
Trajetória dos Heróis:
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande
inquietação e admiração em relação à figura que aparece repentinamente como
mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma
nova biografia.
O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao
inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência,
e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro
valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão
que já não pode ser recusada.
O levar-se a aventura significa que o destino convocou o
herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta
fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino
subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha
secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre
habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas
sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por
vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por
um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do
planeta.
1. O
chamado pode ser recusado
É
sempre possível desviar a atenção para outras coisas na
vida real, não com menos
frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim
seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande
falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder,
trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se
manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias,
virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de
abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis.
São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma
atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e
alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a
vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
2. As
forças se unem para o bem-aventurado
As
forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua
viagem, seu chamado, e a
ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser
e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a
sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através
desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e
protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos
despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do
inconsciente estarão ao seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir
contra ele, o herói.
3. A
travessia: se consumir
A
vida do herói possui limites e um dia encontrará o
guardião dos limites
que aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na
direção do não conhecido, para um oceano sem limites.
As regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente
(deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno,
etc.). A energia sexual incestuosa e a
destruição do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres
selvagens da floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se
movimento como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o
sujeito passa durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência.
A aventura está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o
conhecido do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e
lidar com elas envolvem riscos, porém aqueles que têm talento, competência e
coragem verão o perigo se dissipar como a água no mar.
4. Ser
engolido e consumido
Ser
engolido e consumido dá a entender que o herói morreu,
contudo é uma passagem
do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou
ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo
onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do
templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas
proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões,
matadores de demônios com espadas desembainhadas, anões rancorosos e touros
alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos
aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do
templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que
marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia.
Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o
fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas
mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O
herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o
poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita
seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais
indesejáveis como o desconhecido.
5. O
caminho obtuso
Este
caminho cheio de pedras e obstáculos vem logo após o
herói cruzar o limiar e
com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é
auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio
sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o
sustenta em sua passagem sobre-humana.
Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre
trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas
onde se depara com ossos de outros que sucumbiram à aventura e acaba
encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas
notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos
perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre
ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar
com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o
herói entre em êxtase.
O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado
condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante
na sua luta contra a realidade.
O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do
eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças
concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução,
transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações
anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental,
improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nossos
sonhos.
A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com
uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.
6. O
encontro com a deusa
A
aventura do herói continua com o encontro com a Rainha
Deusa do Mundo. A Mãe
Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um
primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre
a atitude da criança com relação à mãe e a do adulto em relação ao mundo
material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente
controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e
iniciação da mente na natureza do mundo visível.
A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode
ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o
herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma
várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do
que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as
correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas
limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela
ignorância à banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O
herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com
gentileza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu
mundo criado.
O encontro com a deusa é o teste final do talento para a
bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
7. A
mulher como tentação
Agora
com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o
herói ver-se-á no lugar
do pai, ele e seu pai são um só.
As guerras e as explosões emocionais são paliativos da
ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e
alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre,
passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma
trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a
idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise.
Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a
própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de
nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente à outra pessoa ou outras
pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento
de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em
particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A
mulher é a tentação do herói em sua aventura.
8. A
relação com o pai
A
pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da
torrente e das chamas é
a misericórdia divina, a poderosa força
do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de
Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo
está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares
sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade
de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se
parece.
É a provação do herói com a garantia de que a figura
masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de
iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e é
essencialmente a mesma coisa.
A iniciação combina uma introdução do candidato nas
técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento
de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de
sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu
duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o
papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das
ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica,
purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma
par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as
repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na
majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e,
por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do
pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as
agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é
mais um vale de lágrimas, gemidos e dores, mas uma manifestação perpétua e
geradora de bênçãos, da Presença.
9. A
apoteose
No
momento em que nos libertamos dos preconceitos, do
tribal, eclesiástico, nacional,
do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que
o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram,
mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do
Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as
coisas, são imortais.
10.
A última graça
O
sofrimento agonizante da ultrapassagem
dos limites
pessoais é a agonia do crescimento
pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas
são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes
que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e
movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura
da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo.
A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que
transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as
divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são
aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um
único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita
das estrelas.
11.
A difícil volta
Ao
fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da
penetração da fonte retornando
com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua
saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação
masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação
da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
12.
A magia nas decisões
Se
o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum
elixir destinado à restauração
da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono
sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não
obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A
aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.
13.
O resgate sobrenatural
O
herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio
sobrenatural, o mundo,
que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que
dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem
acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise
final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra
cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas
divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção
obtida, onde os homens imaginam-se completos, mas que na realidade não passam
de frações.
14.
Os limites da volta
Os
mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a
morte, o dia e a noite.
As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das
trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um
retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas
convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana
tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a
prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e
as instituições para as pessoas comuns.
15.
Agora são dois mundos
A
liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os
mitos não frequentemente
apresenta numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem
são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor
magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes
honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
16.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
O
campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura
vive da morte de outra.
Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer
coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas
que se tornaram.
Nossos Heróis, inclusive os homens
solitários que lutaram pela paz nos mostram que a telepatia pode nos fortalecer
e aumentar nossas defesas e forças ou poderes como que verdadeiros
Super-Heróis, fazendo de nós super-humanos capazes de realizar grandes obras e
grandes planos, capazes de sermos pessoas de paz e de bem se nos ajudarmos e
entendermos nossas inteligências e nos adaptarmos ao meio ambiente.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Nossos
monstros, inclusive os homens solitários que lutaram pela
paz
nos revelam que a telepatia pode nos fazer de tudo e da vida, da nossa missão,
dos planos de Deus, daqueles que amamos para nos amarmos, assim podemos cair em
abismos e ter que viver como monstros que assustam e assombram as pessoas
botando-lhe medo e pavor, não sobrando mais paz nem felicidade, nem mesmo mais
uma família ou amizades, levando-o a autodestruição e a destruição do outro e do seu mundo.
Nossos escravos, inclusive os homens
solitários que lutaram pela paz nos mostram que a telepatia pode nos fazer
escravos ou dependentes e prisioneiros de nossa própria vida e da telepatia, levando-nos a alienação e
a loucura onde se perde a noção de realidade e não há mais nada para se
completar na vida, a não ser viver acorrentado e aprisionado, escravo e
revoltado ou alienado.
Diante destes fenômenos podemos ainda
falar que o ser humano tem problemas com a Terra e com o meio ambiente, que ele
não sabe ou não conhece como amar a Terra, inclusive os homens solitários que
lutaram pela paz.
Exemplo disto são as guerras e
violências, os crimes e horrores, as indústrias e o consumismo que contaminam a
terra, a água e o ar, os carros que contaminam o ar, os cigarros e as queimadas
que contaminam o ar e destroem as matas, os desmatamentos ilegais que destroem
o meio ambiente, os indivíduos que sujam as cidades, os pescadores e os
caçadores que não respeitas as leis, os agricultores que não respeitam as leis,
inclusive os homens solitários que lutaram pela paz, etc..
Podemos discutir um pouco mais sobre o
gás carbônico... porquê isto está acontecendo? Porque o ser humano não ama a
Terra ou não sabe amar a Terra! E em virtude disto tem dificuldade de mudar sua
atitude, consciência, identidade, afetividade e alienação, alegando que é caro
o controle do gás carbônico, que não existem meios ou utensílios domésticos que
o ajudem nessa tarefa, que assim é difícil se sensibilizar pois no mundo tudo é
prático e fácil e isso não é, pois envolve sofrimento, educação e amor, é mais
fácil transmitir ódio do que amor hoje em dia,
vivemos mais tempos conosco do que com os outros hoje em dia em todos os
ambientes.
A Cruz é pesada mas liberta quem a ama,
é um fardo para aquele quem não a aceita, inclusive para e diante dos homens
solitários que lutaram pela paz. Os pecados do mundo podem libertar através do
Zeitgeist e do Cosmos.
Sigmund Freud (1856-1939) alterou
radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos
como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o
levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora
da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental
na produção das causalidades, inclusive diante dos homens solitários que
lutaram pela paz.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive diante dos homens solitários
que lutaram pela paz.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive diante dos homens solitários que lutaram pela paz.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
diante dos homens solitários que lutaram pela paz.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive
diante dos homens solitários que lutaram pela paz.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive diante dos homens solitários que lutaram pela paz;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 14 de dezembro de 2016.
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