segunda-feira, 6 de junho de 2016

NOVAS TEORIAS SOBRE BIOGRAFIAS (2016) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.

Osny Mattanó Júnior



PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS


Especulações Sobre Biografias
A Trajetória dos Heróis











06/06/2016



 ÍNDICE:
1.      Introdução
2.      Psicanálise Lacan-Mattanoniana
3.      Psicologia Cognitiva Transcendental Social
4.      Psicologia da Gestalt
5.      Behaviorismo
6.      Psicanálise
7.      Psicologia Analítica
8.      Psicologia Social
9.      Psicologia Escolar
10.  Psicologia Humanista
11.  Psicologia da Personalidade
12.  Cognitivismo
13.  Fenomenologia
14.  Psicologia da Espécie
15.  Psicobiologia
16.  Psicologia Sócio-interacionista
17.  Psicologia Individual
18.  Psicologia Institucional
19.  Psicologia do Trabalho
20.  Biopsicosociofilosofia
21.  Esquizoarte Perceptiva Tecnocultural
22.  Cultura Psicomanifesto Comportamental
23.  Psicofilosofia Mattanoniana
24.  Biopsicoantropologismo
25.  Movimento Psicoanalítico Cultural
26.  Psicoarte Mattanoniana
27.  Psicotradução Mattanoniana
28.  Psicologia da Vulnerabilidade
29.  Psicologia das Regras
30.  Psicologia da Sensibilidade – Movimento sensível
31.  Psicologia das Sociedades (contextualizando a Humanidade)
32.  Psicotelepatia Instrumental (Psicologia e Telepatia)
33.  Análise Tecnopsicológica
34.  Psicoarte Residual
35.  Movimento Cognitivo Mattanoniano
36.  Enfoque Contextual Biopsicosociofiloespiritual
37.  Psicologia Matemática Niilista Existencialista
38.  Niilismo Existencialista
39.  Multiculturalismo Autoclítico Biopsicosociofiloespiritualizado
40.  Dialética Morfo-Mattanoniana
41.  Psicodrama Comportamental de Mattanó
42.  Psicologia das Massas, dos Públicos e das Multidões
43.  Psicologia de Protesto
44.  Psicologia Eclética Educativa
45.  Teoria Suja da Psicanálise Psicótica Existencialista
46.  Considerações Finais




Osny Mattanó Júnior.
Professor e Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas Teorias: Epistemologias sobre Biografias: a Trajetória dos Heróis.


  1. Introdução


A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.




" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      



Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 1912, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.




John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.




Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.
É por isso que tenho presenteado os recentes papais e mamães (muitos amigos, alunos e pacientes com bebês recém chegados ao mundo) com o livro ‘Gandhi – O Herói da Paz’, da editora Omnisciência. Os ensinamentos de Gandhi são contados de maneira lúdica para encantar e despertar os pequenos, que são nossa esperança de uma geração mais consciente e transformadora no nosso planeta.
São cinco as principais lições deste líder: Não violência, equidade entre homens e mulheres, diálogo entre as religiões, simplicidade e amor à verdade, todas elas contidas no livro.

Existem vários outros livros adultos que contam sobre a história de Gandhi. Para saber mais, leia: ‘Autobiografia – Minha Vida e Experiências com a Verdade’, Mahatama Gandhi (ed. Palas Athena)
‘Mahatma Gandhi’, de Humberto Rohden (ed. Martin Claret)
Filme: ‘Gandhi’, de Richard Attenborough.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II




História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.




Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.



MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.

A Evolução ordenada e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no crescimento quanto na decadência do organismo, resultante de fatores inatos, hereditários e maturativos, como também de influências ambientais chama-se crescimento. Este crescimento não é só do organismo biológico, mas também do psicológico, social, filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do organismo químico e físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as atividades consideradas como motivos da obtenção de certos resultados, como a liberdade e as Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos para a obtenção de resultados envolvem gasto de energia que entre os seres humanos estão entregues a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e atenção gerando trabalho e produtos materiais e imateriais como a força de trabalho e a qualificação para a tarefa e o trabalho que geram Economia, incluindo bens e serviços, inclusive, inclusive o drama das Biografias.
As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias levam e estão
associadas a liberdade ou o que  conhecemos por liberdade que acompanha-nos desde o início de nossa vida adaptada e/ou inteligente na Terra e levam-nos ao trabalho e geram economia, saem e levam-nos a miséria, a fome, a pobreza, a caridade, ao trabalho, a exploração e a violência e aos monstros, fazem parte da vida do ser humano, seja ela, sexual, moral, física, psicológica, política, artística, social, filosófica, espiritual, afetiva, naturalística, lingüística, interpessoal, intrapessoal, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical, espacial, artificial, cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal, escolar, trabalhista, desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a adaptação leva a transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas somente adaptação. A adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas da vida. O trabalho e a economia também existem e constroem e constituem nossa memória e a pertencem aos nossos processos de adaptação fisiológica, morfológica e comportamental. Todo este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
            A Trajetória dos Heróis começa com:
      1. A concepção e o herói

            A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em relação a figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
            O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser recusada.
            O levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e  polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do planeta.


  1. O chamado pode ser recusado

É sempre possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.



  1. As forças se unem para o bem-aventurado

As forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e
a ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão a seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.



  1. A travessia: se consumir


A vida do herói possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um oceano sem limites
            As regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa e  a destruição do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem riscos, porém aqueles que tem talento, competência e coragem verão o perigo se dissipar como a água no mar.



  1. Ser engolido e consumido

Ser engolido e consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
            O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de demônios com espadas desembanhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
            Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.



  1. O caminho obtuso

Este caminho cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem sobre-humana.
            Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde depara-se com ossos de outros que sucumbiram a aventura e acaba encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
            O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a realidade.
            O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
            Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nosso sonhos.
            A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.



  1. O encontro com a deusa

A aventura do herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A
Mãe Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza do mundo visível.
            A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância a banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentiliza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo criado.
            O encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.


  1. A mulher como tentação


Agora com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do pai, ele e seu pai são um só.
            As guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
            A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente a outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do herói em sua aventura.



  1. A relação com o pai


A pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a misericórdia divina,  a poderosa força do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
            É a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e são essencialmente a mesma coisa.
            A iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
            O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
            Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas, gemidos e dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da Presença.



  1. A apoteose

No momento em que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional, do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
            Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.



  1. A última graça

O sofrimento agonizante da ultrapassagem  dos limites pessoais é a agonia do
crescimento pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.



  1. A difícil volta


Ao fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.


  1. A magia nas decisões


Se o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.



  1. O resgate sobrenatural


O herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se completos mas que na realidade não passam de frações.



  1. Os limites da volta


Os mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as pessoas comuns.



  1. Agora são dois mundos

A liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente apresentam numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
            Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.



  1. E a liberdade para se viver e ensinar a viver


O campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra. Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.


A descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias associadas à liberdade constróem a memória que é adaptação comportamental como consolo e o luta ou trabalho,  que começam quando há luta, fracasso, vitória e/ou morte, geram através das batalhas desde as sociedades primatas esses sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com os hominídeos e existe até hoje com os seres humanos que se especificam pela condição de família e de eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos. Existem chimpanzés que apresentam dados que correspondem aos comportamentos de luta, consolo, fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e talvez, acredito que sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o enfrentamento físico, o consolo seria o abraço, a vitória o mando, a morte o desfalecimento e o luto o ritual (individual ou grupal), o discurso e a linguagem (comportamento verbal) de despedida. Entre o ritual, o discurso e a linguagem existe o conhecimento próprio do ser humano, codificado e decodificado por ele  mesmo. O consolo e a luta ou trabalho.  O ser humano adulto faz descobertas e é adaptado e tende a ser livre porém preso a sociedade, é inteligente e é essa inteligência adaptada ou somente adaptação que gera e mantêm a vida e a luta e o trabalho, a família, os grupos sociais, o caos, a ordem, o progresso, a civilização e a humanidade, a fraternidade e a irmandade, e até mesmo o puritanismo, fruto da indecência e que dela também depende para que o ser humano no outro se perpetre e a vida tenha um significado, um sentido e um conceito de amor a Deus e de ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o repouso geram contentamento e o bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos do sofrimento quanto a paz vinda do contentamento dependem sempre da Educação, mesmo que não haja saúde, a Educação resolve o problema com respostas claras e insights que permitam reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e global. As descobertas levam a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao repouso, geram a transcendência diante da miséria, através da caridade e do trabalho e da diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e afetivos ou sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como a sexual e a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante de uma vida Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso planeta e da vida neste planeta.
As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias na Trajetória dos Heróis mantêm a liberdade que gera adaptação e violência na maior parte das vezes, pois há lugar para ela em nosso meio consentido e que assim a aceita como felicidade e amor, família e Estado que a ampara e protege por obrigação da e à indecência política e sexual. Quem não é indecente não é gente e quem é gente não é indecente - ¨independência ou morte!¨ Ou somos inteligentes ou somos invariavelmente inteligentes – todos somos inteligentes, a relatividade está no modo de usá-la, está na adaptação, na forma como nos adaptamos, comportamentalmente, fisiologicamente e/ou morfologicamente..
            As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias constroem a  liberdade e constroem a inteligência e a memória, constroem a luta ou o trabalho e o descanso e o repouso,  a transcendência ou mesmo a adaptação durante a Trajetória dos Heróis que está na inteligência genética transcendental; na percepção e na totalidade; no comportamento e na sua relação com o meio ambiente; na interioridade do ser humano; nos complexos, na libido, no processo de individuação; na interação social; nas relações entre alunos, professores e equipe-técnica; na auto-realização; na auto-atualização; no desenvolvimento infantil e nos processos cognitivos; nos fenômenos que se apresentam a percepção; no inconsciente e no comportamento; nas relações entre fisiologia e comportamento; no desenvolvimento infantil; na motivação e na inferioridade; nas relações que ocorrem nos grupos e organizações; nas relações trabalhistas; nos movimentos e transformações biopsicosociofilosóficos; na arte descabida; na cultura comportamental e na tecnologia; no antes, durante e depois da existência e essência; na biologia psicológica antropológica; na origem da Psicologia e Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por sua vez é o das artes; nas realidades literal, residual, consciente, inconsciente, simbólica, ideal e real; na vulnerabilidade genética que se dá pelo medo; no desenvolvimento das regras: linguagem, brinquedo, sexualidade, social, novidades, moral, psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências, desejo, neurológicas, consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na sensibilidade, sentir e decifrar sensações; na cultura que molda a personalidade; na hipótese da telepatia e do sofrimento oriundo dela; na análise tecnopsicológica ou instrumental tecnológico; no novo psico-residual; nos estágios cognitivos mattanonianos; na noção de que você é você e o contexto e não a biologia, a psicologia, a sociologia, a filosofia, ou a espiritualidade; na negação e na afirmação de verdades; no multiculturalismo que tudo desconstrói e constrói a todo momento de modo autoclítico; na semelhante valorização das faces da moeda na dialética morfo-mattanoniana; na passagem do ato contextualizando-o dramaticamente; no ecletismo social reunindo diferentes teorias para o encontro social e a socialização; no estudo do que for protestável; no formação de conhecedores e ¨xamãs¨ para a paz e a Democracia, Justiça e sentimento de religiosidade; na função do pensamento que é fazer existir e fazer não existir, etc.,  a indecência luta pela independência e pela sua morte, produz sentimentos conflituosos e ambíguos, vive de máscaras e papéis desempenhados e prescritos, é a sombra, é a miséria, é a falta, é a marca, é a vida e sua organização que a quase todo momento se descortina como indecente e não-reveladora, pois produz medo, vergonha, humilhação e violência como o bullying – é o terror, primeiro, pelo não-terror, e depois pelo terror. As descobertas da vida propiciam  liberdade que gera adaptação e produz tanto lutas e trabalho quanto paz, descanso e repouso depende da Educação e do aprendizado, ou seja, das regras que aprendemos, da liberdade, do que adquirimos na família, na escola, na Igreja, no trabalho, na afetividade, nos nossos relacionamentos, etc., na nossa Trajetória e na Trajetória dos Heróis, devemos sim, é estar adaptados e prontos para continuar adaptados, senão nos desadaptamos e poderemos causar guerras, mortes e violência moral, sexual, psíquica, física, social, econômica, trabalhista, política ou até bullying e terror!
A Trajetória dos Heróis começa na concepção e continua com a vida do Herói e vai até a liberdade para se viver e ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a liberdade é fruto das descobertas ou existe em função das descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias, a liberdade existe graças as lutas e ao trabalho que exigem descanso e repouso, a liberdade atinge-nos como liberdade para escolhermos o nosso trabalho, o trabalho é livre, trabalho não é só emprego, é uma coisa indefinida, não pode ser definido ou totalmente controlado, é amigo da dispersão e do sofrimento, este que nos definiu como corpo e mente, comportamento, e modos de relação social, a indecência é o niilismo existencial como as inteligências que compreendemos e lidamos uma(s) com a(s) outra(s) para lidarmos com a indecência de nossas vidas pobres, podres, ricas, criminosas, delinqüentes e ensimesmadas, para lidarmos com a indecência criamos compensações e até supercompensações que dão ordem aos padrões atuais de vida, ou ao momento sócio-histórico, ou até mesmo, contextual, porém a indecência não depende do contexto mas pode ser dessensibilizada e reinterpretada de acordo com o modelo de distanciamento compreensivo dela mesma em relação ao ser humano. A indecência é indecente seja qual for o contexto? Não! De acordo com a informação e não de acordo único com a sua auto-produção que agora deixa de ser auto-reguladora instintivamente, nossos comportamentos permitem-nos reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas vidas particulares e sociais com um novo significado, sentido e conceito contextuais que se transformam, mas não mais transformam o ser humano após a última transformação, a da dessensibilização contextual, onde a indecência não incomoda e não transforma mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à fome, ao abrigo, ao novo, ao frio, ao calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, ao amor e a pertinência, a realização ou a individuação. O velho xamã ainda existe e agora sua mensagem é contextual, o processo de individuação leva a contextualização com significado e sentido únicos e individuais, e um conceito partilhado coletivamente também contextualizado em cada momento sócio-histórico que não dominam mais o ser humano e deixam de ter poder literal, controlador ou de razões para isto ou aquilo – é o desenvolvimento da indecência já que dependemos do sexo, e o sexo é indecente! A indecência também atinge a luta e o trabalho, os ritos e a Trajetória da Vida e a Trajetória dos Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio, o calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, o amor e a pertinência, a realização e a individuação são indecentes por terem um fundo de falta, desejo e marca! Para vivermos em meio a estes eventos necessitamos de Heróis! Os Heróis podem estar escondidos em nosso interior! Indecência ou morte filogenética, ontogenética e cultural! Podemos ser mais inteligentes ou menos inteligentes se também aprendermos os mecanismos de dessensibilização da inteligência mas nunca faremos a dessensibilização da adaptação, ela jamais cessa, jamais se esgota, jamais entra em extinção, como método de não-aprisonamento, de liberdade, de descobertas,  intelectual, sexual, moral, mental, social, público, físico, etc., para a nossa libertação e liberdade, já que não precisamos de exércitos mas sim de homens livres e felizes libertados do aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra e conflito – isto pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar aprisionado e acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente! Precisamos viver o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e falecer, destruindo a própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a concepção somos indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em Evolução, o que somos hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não somos hoje! Não conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a Adaptação, não conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou adaptativos por causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou facilita, induz a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao sofrimento e as doenças.
Segundo a Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade que é mobilidade, eu concordo com  isto pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim  da habilidade e da mobilidade diante de problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo dia-a-dia, pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e a adaptação é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre, libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A transcendência é pura liberdade, é pura adaptação, depende das descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias, não depende da inteligência e nem da memória mas sim da capacidade do organismo de se adaptar e processar informações a seu favor maximizando sua existência e suas essências também a favor de sua espécie, assim a transcendência depende da adaptação em primeiro lugar e para entende-la temos a nosso favor como instrumento a linguagem e a inteligência, ela, a transcendência, vem da miséria, da caridade e do trabalho do homem e só existe pois podemos nomeá-la de ¨transcendência¨, fato que os outros seres vivos não conseguem! A transcendência depende de ritos e de nossa vida e da Trajetória dos Heróis! A transcendência vem do trabalho e da luta, do descanso e do repouso que reabilitam o homem para uma nova jornada e carga de trabalho para a produção de bens e de serviços e de economia que afeta também os processos da globalização da economia, da tecnologia, da informação, por exemplo.  Assim a transcendência vem de nossas misérias, de nosso não entendimento e não assimilação de nossas descobertas,  através da adaptação fisiológica, morfológica e comportamental gerando caridade e trabalho como também economia, informação, tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e guerras, devemos transcender e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos educando as pessoas e os povos de modo a combater o abuso, a exploração, a violência, os crimes e as guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos transcender e a Educação tudo resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva ao renascimento, seja ele interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de re-encarnação, falamos de Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da Eternidade, o Amor é Eterno e possui vários deuses e uma Santíssima e Augustíssima Trindade, Santos, Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor também pode  ser eterno enquanto durar, ele pode ser passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e Augustíssima Trindade ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria e continuar eterno propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos então da liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos do mal e de nós mesmos, de nosso interior de uns dos outros, de nossos conflitos e de nossos pecados, do nosso sofrimento e de nossas doenças, de tudo que castra e tira-nos a liberdade. Falamos da liberdade diante de nossas descobertas da vida e da adaptação, inclusive o drama das Biografias – falamos da Trajetória dos Heróis.
De acordo com os princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles: atenção, discriminação, controle instrucional e ordem, posso teorizar que através das Teorias de Distanciamento Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para o descanso e repouso ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas descobertas, inclusive o drama das Biografias e diante de nossas escolhas e procedimentos, lidando com ritos e a Trajetória dos Heróis e a própria vida e o contexto diante das regras oriundas da literalidade, das razões e do controle, acrescento que as regras que são contingências do tipo ¨se isto..., então aquilo...¨, podem interferir de acordo com novas regras contextuais e autoclíticas que levem o comportamento verbal do falante a reflexão e reorganização ou reordenação do tipo: o que era discriminação eu posso ter agora consciência que aprendi com meus repertórios básicos do comportamento que é imitação, ou o que era imitação é atenção, ou o que era controle instrucional é ordem e atenção, ou o que é atenção é atenção e discriminação, etc., invariavelmente gerando liberdade diante do contexto, das regras contextuais deixando de se apegar a literalidade, as razões e ao controle, mas sim ao contexto propiciando liberdade, insight e saúde psicológica, bem-estar através das regras agora, também, autoclíticas! O comportamento verbal do falante levado a reflexão e reorganização ou reordenação com novas regras contextuais e autoclíticas deve-se funcionalmente ao Episódio Verbal Incompleto e ao Episódio Verbal Completo Mattanonianos. No Episódio Verbal Incompleto atribuiremos novos significados, novos sentidos e novos conceitos invariavelmente as palavras; e no Episódio Verbal Completo poderão emergir respostas novas em meio as conceituais e invariáveis e jamais invertidas, trocadas e/ou aglutinadas nos jogos de linguagens, por exemplo, assim conhecidas literalmente quanto a seu significado, sentido e conceito neste Episódio Verbal Completo, havendo mútuo entendimento na comunicação entre emissor e decodificador, o que não ocorre no caso do Episódio Verbal Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como Inteligência Artificial ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto as nossas descobertas da vida e a  liberdade: as nossas descobertas da vida e a liberdade creio estar associada ao poder da Educação que dissolve a ignorância e o não saber que os detêm aprisionando-nos no passado infantil e desconhecido sem marcharmos para o futuro e para o avanço e progresso da humanidade e das ciências, aqui está a liberdade, neste contexto ou no contexto sócio-educacional em que estamos inseridos atualmente e onde desenvolvemos nossos trabalhos como os científicos, a ciência pode gerar liberdade através do conhecimento e de seus trabalhos humanitários e progressistas – O Episódio Verbal Completo é exemplo de uma sociedade mais avançada, mais educada, mais técnica e culta – o que gera bem-estar e assertividade? O Episódio Verbal Completo ou o Episódio Verbal Incompleto? A Adaptação depende de qual Episódio Verbal para ser obtida com sucesso? Seja a Adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental? Qual Episódio Verbal, Completo ou Incompleto assegura uma boa Adaptação e assim a perpetuação de nossa espécie? Qual Episódio Verbal é mais importante para assegurar a boa filogênese, a boa ontogênese e a boa cultura? Qual assegura verdadeiramente e seguramente a vida? O Episódio Verbal Incompleto ou o Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade? No contexto sócio-educativo e no trabalho das ciências, por exemplo, também há liberdade por meio das artes e das religiões, da espiritualidade, no descanso e no repouso, na luta e no trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos Heróis. A liberdade depende de nossas descobertas e de  todos estes fatores para ser criada, mantida, usufruída, modificada, transformada e mortificada, senão sê-la renascida num processo cíclico mítico-ritual primitivo, espiritual,  epistemológico, artístico, científico, humano contemporâneo pois somos humanos devido a liberdade! Somos filogeneticamente descobridores e livres! Somos ontogeneticamente descobridores e  livres! E somos culturalmente descobridores e livres! Nossa origem e nossa natureza são de descobridores e livres e rumam para a contínua marcha de descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda não estamos preparados o suficientemente o bastante para sermos livres e lidarmos com toda essa liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma nossa natureza de descobridores pois somos inventivos e destrutivos e auto-destrutivos, por isso nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso nos destruímos e destruímos aos outros! Devemos buscar novas descobertas em nossas vidas e das vidas e melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente,  e devemos melhorar nossa conduta de liberdade pública sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e sem nos prejudicarmos também naturalisticamente, ecologicamente e biologicamente! Não precisamos de homens presos e de exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou de grades para nossos antepassados,  precisamos de homens livres! Precisamos de uma Humanidade Santa! Deus nos deu a liberdade! E agora sabemos disto! Podemos tê-la, depende de nós! Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados, frutos de nossos ritos como os de iniciação e de passagem, frutos da Trajetória da vida e da Trajetória dos Heróis..
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Amanhã seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós – já somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive o drama das Biografias! Devido a como evolui e é meu corpo e meu cérebro!
Toda a riqueza de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e repouso, férias, recompensas pelo trabalho e pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos, profissões e aprendizes, ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive o drama das Biografias depende de nossa história filogenética, ontogenética e cultural, espiritualmente, pela vida e pelo universo, depende da Evolução de nossa espécie, de cada indivíduo e da sociedade, o espírito, a vida e o cosmos, Evoluir é se deixar aprender e viver!
Evoluir é experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente, inclusive o drama das Biografias!



(Osny Mattanó Júnior – 06/06/2016).




























  1. Psicanálise Lacan-Mattanoniana



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 1912, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.


Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.
É por isso que tenho presenteado os recentes papais e mamães (muitos amigos, alunos e pacientes com bebês recém chegados ao mundo) com o livro ‘Gandhi – O Herói da Paz’, da editora Omnisciência. Os ensinamentos de Gandhi são contados de maneira lúdica para encantar e despertar os pequenos, que são nossa esperança de uma geração mais consciente e transformadora no nosso planeta.
São cinco as principais lições deste líder: Não violência, equidade entre homens e mulheres, diálogo entre as religiões, simplicidade e amor à verdade, todas elas contidas no livro.

Existem vários outros livros adultos que contam sobre a história de Gandhi. Para saber mais, leia: ‘Autobiografia – Minha Vida e Experiências com a Verdade’, Mahatama Gandhi (ed. Palas Athena)
‘Mahatma Gandhi’, de Humberto Rohden (ed. Martin Claret)
Filme: ‘Gandhi’, de Richard Attenborough.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.

Jacques-Marie Émile Lacan (Paris, 13 de abril de 1901 — Paris, 9 de setembro de 1981) foi um psicanalista francês.
Formado em Medicina, passou da neurologia à psiquiatria, tendo sido aluno de Gatian de Clérambault. Teve contato com a psicanálise através do surrealismo e a partir de 1951, afirmando que os pós-freudianos haviam se desviado, propõe um retorno a Freud. Para isso, utiliza-se da linguística de Saussure (e posteriormente de Jakobson e Benveniste) e da antropologia estrutural de Lévi-Strauss, tornando-se importante figura do Estruturalismo. Posteriormente encaminha-se para a Lógica e para a Topologia. Seu ensino é primordialmente oral, dando-se através de seminários e conferências. Em 1966 foi publicada uma coletânea de 34 artigos e conferências, os Écrits (Escritos). A partir de 1973 inicia-se a publicação de seus 26 seminários, sob o título Le Séminaire (O Seminário), sob a direção de seu genro, Jacques-Alain Miller.
Sua primeira intervenção na psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de alienação, sede do narcisismo. É o momento do Estádio do Espelho. O Eu é situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor e ódio. É o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito, pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do Inconsciente que deveríamos situar a ação da psicanálise.
Esse registro é o do Simbólico, é o campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss afirmava que "os símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e determina o significado" , no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito, que só se constitui através deste - "o inconsciente é o discurso do Outro", "o desejo é o desejo do Outro".
O campo de ação da psicanálise situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de sonhos, enfim, naqueles fenômenos que Lacan nomeia como "formações do inconsciente". A isto se refere o aforismo lacaniano "o inconsciente é estruturado como uma linguagem".
O Simbólico é o registro em que se marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan, "a lei e o desejo recalcado são uma só e a mesma coisa". Lacan pensa a lei a partir de Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada na interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas.
É na década de 1970 que Lacan dará cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em sua tópica de três registros, Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe aquilo que resiste a simbolização, "o real é o impossível", "não cessa de não se inscrever". Seu pensamento sobre o Real deriva primeiramente de três fontes: a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia, de Bataille, e dos conceitos de realidade psíquica e de pulsão, de Freud. O Real toca naquilo que no sujeito é o "improdutivo", resto inassimilável, sua "parte maldita", o gozo, já que é "aquilo que não serve para nada". Na tentativa de fazer a psicanálise operar com este registro, Lacan envereda pela Topologia, pelo Nó Borromeano, revalorizando a escrita, constrói uma Lógica da Sexuação ("não há relação sexual", "A Mulher não existe"). Se grande parte de sua obra foi marcada pelo signo de um retorno a Freud, Lacan considera o Real, junto com o Objeto a ("objeto ausente"), suas criações.
No Brasil, um dos principais pioneiros da psicanálise lacaniana é MD Magno, fundador do Colégio Freudiano do Rio de Janeiro, em 1975, bem como Célio Garcia, um dos primeiros a introduzir o pensamento de Lacan na Universidade, em Minas Gerais. O trabalho de Lacan exerce forte influência nos rumos do tratamento psíquico, inclusive na definição de políticas de saúde mental, especialmente no Brasil.
Ao lidar com um parceiro substituto do objeto paterno, trata-se, para ele, como frequentemente aparece nas fantasias e sonhos dos homossexuais, de desarmá-lo, de humilhá-lo. Por outro lado, a exigência de encontrar no parceiro o órgão peniano, corresponde à posição primitiva ocupada pela mãe, que dita a lei ao pai. O homossexual desafia seu parceiro para saber se o pai tem ou não tem. Na medida em que o pai se mostra verdadeiramente apaixonado pela mãe, ele fica sob a suspeita de não ter.
Enfim, o medo pavoroso de ver o órgão da mulher deve ser entendido, segundo Lacan, para além da idéia de castração que ele sugere. O que os paraliza diante do órgão da mulher é precisamente a suposição de que ele ingeriu o falo do pai. O que é temido na penetração é justamente o encontro com esse falo paterno. Para além do perigo da vagina dentada, que também existe, trata-se da vagina temida por conter o falo hostil, absorvido pela mãe, cuja potência ela detém no órgão feminino.
Trata-se pois de uma situação estável, não dual, cheia de segurança, a três. É por considerá-la uma relação dual que, segundo Lacan, os analistas não chegam a elucidá-la. Mesmo havendo as mais estreitas relações com a mãe, a situação só tem importância pela relação com o pai. O que deveria ser a mensagem da lei é justamente o contrário, e mostra estar nas mãos da mãe. A mãe detém a chave, porém de um modo muito mais complexo do que a noção da mãe provida de um falo. Se o homossexual se identifica com ela não é por ela ter ou não ter o falo, mas por deter as chaves da situação que prevalece na saída do Édipo, onde se julga quem detém o poder do amor, diz Lacan.
A homossexualidade masculina é então um disfuncionamento do segundo tempo do Édipo, que é essencialmente a inversão da metáfora paterna: é a mãe que dita a lei ao pai. O pai como privador da mãe fracassa. O que tem como resultado: "é a mamãe que o tem" (recusa da castração).
            Esses sonhos e fantasias homossexuais de desarmá-lo e de humilhá-lo e a exigência de encontrar o órgão peniano faz do futebol um meio propício ao homossexualismo segundo esta teoria lacaniana.
            Já segundo Mattanó, o futebol vai mais além e é construído pelas Inteligências Emocional, Psicomotora, Interpessoal, Intrapessoal, Naturalística, Lingüística, Corporal e Territorial de modo que o homossexualismo torna-se apenas efeito da Evolução da Estruturação do Inconsciente como uma linguagem. O Futebol deve-se as Inteligências e ao Inconsciente e o homossexualismo deve-se a linguagem que estrutura o Inconsciente.
O Futebol é um esporte coletivo. Este esporte exige esforço físico, afetivo e mental. Seus participantes, equipe-técnica e jogadores, devem se adequar as suas regras padronizadas universalmente para o sucesso de suas tarefas. Seus objetivos são marcar gols ou ganhar pontos na tabela de pontuação dos Campeonatos ou se manter líder ou classificado e avançar as fases até a grande final e decisão do título. Podemos ver o Futebol como o esporte onde há grande esforço físico e mental, depois afetivo, a afetividade é sentida em casos de Campeonatos Internacionais e ou Grandes Decisões. A afetividade também é explorada no início e no fim da carreira dos atletas, é como se isso também fossem ¨grandes decisões¨ que vão marcar as suas vidas e histórias e de suas famílias, seus povos e nações. O esforço físico é a exigência para ser atleta, correr, saltar, disputar um lance ou jogada, cobrar um falta, etc.. E o esforço mental é aquele que recai sobre a vida e a saúde-mental do atleta sobretudo nas Grandes Decisões e nas outras ¨grandes decisões¨ da vida inclusive o casamento e a família, o prazer e o sofrimento oriundo do seu trabalho e esforço.
            O Futebol pode ser visto como um Campo Espiritual onde o Campo é um parte da Terra e os jogadores são os escolhidos para uma missão, no campo os jogadores dispõem-se organizadamente para defenderem suas metas e alcançarem seus objetivos, vencer a partida! O Técnico é o líder ¨espiritual¨ e os atletas seus seguidores, o goleiro é o homem da porta do Céu e dos Infernos, os zagueiros são os Anjos Guardiões ou a base da sociedade espiritual cristã, o meio-campo são os Anjos Mensageiros ou aqueles que fazem a ligação entre os dois extremos do campo, e os atacantes são os Anjos Vingadores ou aqueles que empenham Espadas para derrotar o homem da porta do Céu e dos Infernos, o goleiro! Quando enfrentamos zagueiros enfrentamos Anjos Guardiões ou mesmo Grandes Montanhas e quando atacamos sem que haja zagueiros pela frente enfrentamos Grandes Desertos, devemos aprender a enfrentar Montanhas e Desertos, Obstáculos e Facilidades, ambos os casos são problemáticos e exigem esforço e trabalho, consciência, precisamos de um líder ¨espiritual¨, mas precisamos muito mais do que isto, precisamos de Deus. Pois precisamos todos nos defendermos desde o início da prática dos esportes, e em particular, do Futebol. Como as crianças se defendem?
No Futebol podemos deslumbrar um Campo de Força donde cada atleta representa um Vetor que se movimenta e que movimenta o jogo e os outros atletas comunitariamente para vencer, perder ou empatar a Partida e o Campeonato em disputa. Esse Vetor é Individual através da Força e Movimento de cada atleta e Coletivo através da Gestalt ou Forma/Configuração que se forma e se orientam os atletas de cada equipe. São os Vetores Individual e Coletivo em grande parte os responsáveis pelo sucesso ou pelo fracasso de cada equipe, pois eles determinam o Movimento físico e da psique ou da consciência e da socialização inclusive da filosofia e espiritualidade, vida e universo a quem pertencem cada atleta e cada equipe. Com o Movimento nota-se que melhor é o atleta que tem melhor Movimento físico, psíquico, social, filosófico, espiritual, da vida e do universo pois é mais Inteligente e age psicomotoramente e pensa mais rápido e com mais eficiência e precisão. Futebol depende do Movimento do atleta e do jogo e da bola, depende do Vetor Individual e Coletivo e de sua Força e da Capacidade de cada atleta e de cada equipe de lidar com o Vetor Individual e Coletivo de sua equipe e da equipe adversária.
Como se defendem as crianças desde  a vida intra-uterina? Como se desenvolvem essas defesas? Como pode ser essa defesa? Porque as crianças se defendem assim e não de outros modos e maneiras? Afinal, como é isso? As crianças crescem e aprendem a se defender desde a vida intra-uterina até a adolescência através da ingenuidade. A ingenuidade pode se desenvolver através de 5 Fases, elas:
            1ª) Biológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos orgânicos, das respostas sensório-motoras, da imunidade, dos sinais vitais;
            2ª) Psicológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos psíquicos, através da passividade e da atividade, da consciência e do inconsciente, da inteligência intrapessoal;
            3ª) Sociológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos sociais, das formas de domínio e poder entre os indivíduos e grupos sociais;
            4ª) Filosófica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos de querer se conhecer e a sua origem, quando ainda não teve formação Espiritual como o Catecismo;
            5ª) Espiritual: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos espirituais, quando já há uma formação da Espiritualidade como o Catecismo.
            Mas o que é a ingenuidade? A ingenuidade é estar desligado, ou não conseguir captar, assimilar e acomodar determinadas informações, seja reprimindo, se distanciando, fugindo, se esquivando, ou simplesmente  não conseguindo compreender parcialmente ou coisa alguma, não conseguindo vencer ou efetuar determinados processos biológicos (como em casos de vírus), psicológicos (como no caso do medo e do ódio), sociológicos (como em caso de problemas sociais como guerras e revoltas), filosóficos (como em caso de filosofias destrutivas e proibidas), e espirituais (como no caso de seitas que levam a morte ou degradação dos valores sociais, familiares e da vida e paz).
            O drama das Biografias e a ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,  seus processos, atravessa ou afeta os fenômenos da alfabetização através da Ingenuidade Biológica, Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual, a alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de seus modos de  utilização como código de comunicação. A alfabetização é definida como um processo no qual o indivíduo constrói a gramática e em suas variações. Esse processo não se resume apenas na aquisição dessas habilidades mecânicas (codificação e decodificação) do acto de ler, mas na capacidade de interpretar, compreender, criticar, resignificar e produzir conhecimento. Todas essas habilidades citadas anteriormente só serão materializadas se os alunos tiverem acesso a todos os tipos de portadores de textos. O aluno precisa encontrar os usos sociais da leitura e da escrita. A alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e seus processos,cerca também o desenvolvimento de novas formas de compreensão e uso da linguagem de uma maneira geral.
A alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,  seus processos, de uma pessoa promove sua socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.
A incapacidade de ler e escrever é denominada analfabetismo, enquanto que a incapacidade de interpretar textos simples é chamada analfabetismo funcional ou semianalfabetismo.
            O drama das Biografias e a alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,  seus processos, os seus processos são afetados pelos processos da  Ingenuidade Biológica, Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual que ajudam a construir e a elaborar a adaptação e a memória do ser humano.
            O drama das Biografias e a  ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,  seus processos,marca a adaptação através das marcas durante a psicossexualidade.
O drama das Biografias e a adaptação e a memória que se faz pela adaptação e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e   sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam,  seus processos, na infância e no Desenvolvimento da Ingenuidade Biológica, Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual marcam a alfabetização e seus processos, a adaptação biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, e  assim sugere a transcendência pela Psicanálise que não está vinculada ao id que é o componente arcaico e inconsciente  do nosso sistema de energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, apenas em casos de psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à gratificação direta ou indireta, mas o mais bastante possível e imediato do instinto sexual (libido), vinculado estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a fome, a sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais profunda da mente. Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único de interesses é o corpo, sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de vida e de auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de forma direta (beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória (através de fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra alucinatória. A fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação do prazer pode ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou indiretamente, entendo adaptação às necessidades primárias da pessoa quando crianças antes da castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser direta ou indireta, a adaptação e a transcendência dependem dos fenômenos biológicos, psicológicos, socilógicos, filosóficos e espirituais.  Com o desenvolvimento do ego, o indivíduo acaba se tornando consciente das exigências da realidade (princípio de realidade); e quando se estabelece o superego,  a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter consciência das satisfações ideais. Mas há Eros, a pulsão total de vida (auto-conservação), e Tanatos, a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e Tanatos e o id, o ego e o superego em nossas relações inconscientes e conscientes conosco e com os outros objetos de desejo e satisfação através da marca e de como isso fica arranjado, organizado na vida mental, na unidade mental e comportamental da pessoa, isto é o que prevalece para cada sujeito, nestes casos a transcendência é consciente.
A adaptação é a linguagem do inconsciente e que dá forma ao inconsciente e aos anseios instintivos da libido. Assim surgem grandes e pequenos monstros que aprendemos a domar durante o desenvolvimento psicossexual da libido da pessoa. Esta adaptação evoca a transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros monstros grandes ou pequenos que dependem da infância e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,    seus processos, e do Desenvolvimento da Ingenuidade e da alfabetização e de seus processos.
            A adaptação faz o neurótico, o psicótico, o boderline, o psicopata. Ela faz parte do desenvolvimento da personalidade oral: característica prepotente, dominadora, voraz, cobiça, inveja e otimismo; da personalidade anal: característica de vaidade, desconfiança, ambição, generosidade sem amor (ligadas à evacuação), meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação, avareza (ligadas à retenção das fezes); da personalidade fálica: característica de ostentação, prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas, necessidade de afiliação, narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições esportivas, concursos de beleza, etc.); período de latência: característica de declínio e extinção do complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o intervalo entre o estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal adulta; e da personalidade genital: característica de potência fisiológica e capacidade de amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável.
            A cada estágio psicossexual lidamos com a adaptação, com a infância, com a linguagem, com o drama das Biografias e talvez muito com a alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam,     seus processos, e o Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, e assim com a memória e a  transcendência que se caracteriza pela pulsão de morte ou de autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor, a Eros, a pulsão de vida. Esta é à base da organização da personalidade e da humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência ligadas a vida e a morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos evolutivos e selecionados naturalmente.
            Já o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a adaptação e com sua infância, suas memórias e marcas, com o drama das Biografias, com sua alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e seus processos, e seu Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, não consegue transcender, tornando-se desadaptado e assim pode se tornar um viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou ensimesmado e possuir ainda as outras características de sua personalidade lidando com monstros que surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas do id.
                 Abordarei os aspectos psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através da explicação da fantasia que é uma formação de imagens mentais de cenas e de seqüências de cenas ou experiências que não existiram no mundo real  ou que se passaram de modo diverso do fantasiado.
                 Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem tais pressupostos, conforme Álvaro Cabral e Eva Nick:
1. ¨As fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e representam anseios instintivos em relações objetais;
2. São representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do desenvolvimento da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações de desejos e conteúdos de ansiedade;
3. O conceito, postulado por Freud,  de ¨realização alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a ¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4. Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras, embora possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5. As fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde, assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6. Têm efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7. As fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim nossos Monstros constituídos através das fantasias representam anseios instintivos da libido em nossas relações objetais, no início da vida é uma defesa, realizações de desejos e conteúdos de ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma representação primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem realizadas através da experiência externa, mas podem serem realizadas através das palavras, porém para existir não dependem da realidade externa e das palavras, primeiramente são sensações e depois assumem formas e representações dramáticas, produzem efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego. Nossos Monstros são um mergulho profundo em formas e representações dramáticas das profundezas da nossa vida mental instintiva que visa nos defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador das energias mentais do id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo sobre a realidade externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados dolorosos, ansiedades e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros instintivos durante nossa vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros.
            Monstros e fantasias se relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo e a realização de desejos instintivos. Referem-se a estados da infância como na alfabetização e seus processos e ao Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica  e espiritual. Monstros surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas como a fome, a sede, o ar, a atividade, o sexo, os cuidados maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a dor, o calor e o frio, a segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem grandes e pequenos Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas invencíveis e guerras, horrores e holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e privilégios assegurados pela organização humana.
O sofrimento causa-nos sentimentos de perda e de reparação levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição e/ou a auto-destruição como nas guerras e nas violências, a paz é a reorganização social humana desse processo de sofrimento unicamente humano e afetivo, pois o homem é um animal emocional, as guerras e violências só existem por causa das nossas emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o animal mais evoluído na escola filogenética por isso temos mais afetos e devemos aprender a lidar com eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade e esperança num futuro melhor que pode e é construído diariamente, momento-a-momento com a Educação.
            Deste modo o drama das Biografias e a adaptação a  psicossexualidade e a alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e   sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,    seus processos, ao Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual leva a transcendência oriunda dos modos de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a atividades de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também, guerras, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes, horrores contra a humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo a impelir o ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de Amor e de Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga seu rumo evolutivo naturalmente e socialmente.
            Também podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo e o Desconstrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo!
            A psicossexualidade está em desenvolvimento até a fase genital e o desenvolvimento das sublimações, porém o Desenvolvimento da Ingenuidade começa na vida intra-uterina e continua por toda a vida, ela e a Ingenuidade em desenvolvimento, biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, desde a Concepção e  o Herói até a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver onde a Ingenuidade assume outra representação oriunda do desenvolvimento das sublimações após a fase genital, assim o Desenvolvimento da Ingenuidade não para e está em constante movimento.
            O drama das Biografias e a  alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,    seus processos devem alcançar a liberdade. Somente através da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é que alcançaremos a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver em nossos processos da alfabetização livrando-nos do poder do id e do superego que ampliam e trazem sofrimento as pessoas nos processos da linguagem e da alfabetização, a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver envolve uma Educação Bancária, Educação Libertadora,  Contextualização e um distanciamento compreensivo associado de um Niilismo Educativo ou mesmo através da Educação por Episódio Verbal Incompleto ou Educação por Episódio Verbal Completo ou mesmo uma Educação Plástica para a alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, os Vetores Educam,     seus processos de nossas pessoas, adultos, jovens e crianças, ou seja, em qualquer momento da vida se já estivermos desenvolvidos e crescidos, amadurecidos e mielinizados, preparados organicamente para a educação, assim podemos ser alfabetizados e ter melhores condições para alcançar a Liberdade ou a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver.  Sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam e asseguram a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, garantido assim as regras ou contingências do jogo ou partida de futebol e o seu pleno acontecimento, preparação, início, meio e fim, e os Direitos, Deveres, Obrigações e Privilégios do Público, da Massa, da Multidão, Telespectadores, Ouvintes, da Opinião Pública, dos Atletas, dos Árbitros e de toda a Equipe-técnica, e dos Comunicadores, Autoridades e Policiais.
            Lacan deixou a análise Biológica para a análise da Linguagem e Mattanó passou para a análise Universal, inclusive abordando a Telepatia como fenômeno da Evolução Bio-Psico-Cultural, Espiritual, da Vida e do Universo,  otimizando as contingências filogenéticas, ontogenéticas, culturais, espirituais, da vida e do universo.

            Sujeito e Significante:
Temos, portanto, diante de nós os termos sujeito e significante. Tratemos de definir cada um deles a fim de posteriormente analisarmos a relação atávica que Lacan defende que exista entre ambos.

Sujeito como lugar vazio

O conceito de sujeito, como qualquer estudante de ciências humanas deveria saber, não é uma noção unívoca, ou seja, comporta uma diversidade de interpretações e definições. No campo filosófico, o termo sujeito é elevado ao estatuto de conceito a partir do pensamento de René Descartes. Como foge aos nossos propósitos, analisar o conceito de sujeito em Descartes em todas as suas particularidades, serei bastante sucinto ao falar dele, mesmo correndo o risco de simplificá-lo demasiadamente.

Assim, o sujeito cartesiano poderia ser identificado ao eu, realidade supostamente irredutível, pois, segundo Descartes, sua existência não poderia ser posta em dúvida, já que o próprio ato de duvidar pressuporia um sujeito. No domínio da linguística, diz-se que sujeito é o elemento de uma sentença que sofre a predicação. Em outras palavras, o sujeito é aquilo ao qual atribuímos ou negamos determinadas características.

Observe que tanto do ponto de vista cartesiano quanto linguístico, o termo sujeito é um lugar vazio. Com efeito, para Descartes, tudo o que se diz a respeito de alguém pode ser colocado em dúvida pelo próprio sujeito. Qualquer atributo que sobre ele recaia não pode lhe servir como representante último, pois o próprio sujeito possuiria a capacidade de colocar o mérito do qualificativo em xeque e, se necessário, descartá-lo. Nesse sentido, o sujeito constitui-se em um lugar a priori vazio. Ocorre o mesmo com a noção linguística de sujeito: a palavra “Pedro” considerada isoladamente não possui sentido algum. Só adquire significação quando atribuímos a ela algum predicado, como na sentença “Pedro é um aluno.”. Portanto, o sujeito “Pedro” considerado em si mesmo é um lugar inicialmente vazio a ser preenchido com predicados.

Signo, significante, significado:

Ora, o que são predicados senão palavras, significantes? A noção de significante utilizada por Lacan é proveniente de Ferdinand de Saussure, um linguista que propôs uma visão estruturalista da linguagem. Para Saussurre, a linguagem seria formada por elementos chamados signos. Esses, por sua vez, seriam compostos de duas dimensões, unidas arbitrariamente, ou seja, em função do acaso, a saber: o significante e o significado. O significante seria a parcela material do signo linguístico (o som da palavra, por exemplo). Já o significado seria o conceito, o sentido, a ideia associada ao significante. A teoria da linguagem de Saussure é estrutural porque pressupõe que o valor de um determinado signo não é dado a priori, mas depende da relação com os demais signos do sistema linguístico.

Lacan, guiado pela experiência com as formações do inconsciente (sonhos, lapsos, chistes, atos-falhos, etc.) reinventa a proposta original de Saussure, argumentando que a linguagem seria constituída essencialmente de significantes e não de signos e que o significado não teria – ainda que arbitrariamente produzida – uma relação fixa com o significante. Para Lacan, a experiência psicanalítica teria demonstrado que o significado é extremamente volátil, evanescente, como um fluido que desliza ao longo da cadeia de significantes. Nesse sentido, a noção de signo deveria ser relativizada, já que uma relação mais ou menos fixa entre significante e significado estaria restrita a um dado contexto. Por outro lado, na linguagem como um todo, isto é, no lugar do Outro, só existiriam significantes. Aliás, Lacan define o Outro precisamente como “tesouro dos significantes”.

            Percebemos que no lugar do Outro só existiriam significantes que são justamente o som da palavra e o significado estaria associado ao som da palavra, seria o conceito da palavra, o Outro seria o objeto. Assim um ¨resíduo auditivo¨ seria e teria o poder de um significante que geraria um novo significado no lugar do objeto ou do Outro, está explicada  a Teoria da Pulsão Auditiva de 1995 de Osny Mattanó Júnior.


Osny Mattanó Júnior
Londrina, 06 de junho de 2016.
















2.      Psicologia Cognitiva Transcendental Social


A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 1912, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.
É por isso que tenho presenteado os recentes papais e mamães (muitos amigos, alunos e pacientes com bebês recém chegados ao mundo) com o livro ‘Gandhi – O Herói da Paz’, da editora Omnisciência. Os ensinamentos de Gandhi são contados de maneira lúdica para encantar e despertar os pequenos, que são nossa esperança de uma geração mais consciente e transformadora no nosso planeta.
São cinco as principais lições deste líder: Não violência, equidade entre homens e mulheres, diálogo entre as religiões, simplicidade e amor à verdade, todas elas contidas no livro.

Existem vários outros livros adultos que contam sobre a história de Gandhi. Para saber mais, leia: ‘Autobiografia – Minha Vida e Experiências com a Verdade’, Mahatama Gandhi (ed. Palas Athena)
‘Mahatma Gandhi’, de Humberto Rohden (ed. Martin Claret)
Filme: ‘Gandhi’, de Richard Attenborough.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.



As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias ligadas ao trabalho e a
produção de bens e de serviços geram economia e globalização em nossos tempos da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e do comércio e da liberdade mas também geram liberdade e ritos de iniciação e de passagem e também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e imprecisas, livres e multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez produz a transcendência que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento, nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da adaptação que está ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 16 inteligências, somados aos estados de consciência, atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A memória e a adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.
            As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias associadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram economia e globalização porém a liberdade faz fluir a adaptação e a memória que se transformam, se transmutam em ritos de passagem e de iniciação e na Trajetória dos Heróis, assim em escândalo, mediocridade,  bandidagem,  miséria e  pobreza,  drogas,  tráfico de pessoas e de sexo,  prostituição,  alcoolismo,  tabagismo,  educação,  escravização e  servidão,  fome,  sede,  falta de higiene, não ter roupas, mortes e violências,  bullying,  palavrão,  monstros,  amor e  ódio,  doença,  deficiência,  moral,  destruição do outro, sabedoria e  vida,  espécies e mundo natural,  processos corporais,  gases,  urina,  fezes,  sexo e  masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções , pensamentos e estados de consciência  fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela felicidade, está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num futuro melhor não indecente, os mundos natural, artificial, biológico, psicológico, sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da indecência por isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante, ganhamos e perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e gastamos nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
            A Trajetória dos Heróis começa com:
  1. A concepção e o herói
  2. O chamado pode ser recusado
  3. As forças se unem para o bem-aventurado
  4. A travessia: se consumir
  5. Ser engolido e consumido
  6. O caminho obtuso
  7. O encontro com a deusa
  8. A mulher como tentação
  9. A relação com o pai
  10. A apoteose
  11. A última graça
  12. A difícil volta
  13. A magia nas decisões
  14. O resgate sobrenatural
  15. Os limites da volta
  16. Agora são dois mundos
  17. E a liberdade para se viver e ensinar a viver
            Ser livre é estar adaptado,  é possuir um processo de liberdade oriundo das descobertas que a vida proporciona e produz, é estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da Vida e pela Trajetória dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas adaptação, é trabalhar, ter economia e globalização, ser adaptado com sucesso é passar pelas 9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 16 inteligências e transcender.
            As 9 fases da vida inteligente são:
1.      (antes de nascer): inteligência dual sensório-motora
2.      (0 – 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3.      (2 – 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4.      (4 – 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5.      (7 – 11 anos): inteligência do período de latência concreta
6.      (12 – 18 anos): inteligência genital formal
7.      (19 – 29 anos): inteligência do período de privacidade
8.      (30 – 59 anos): inteligência do período de produtividade
9.      (60 anos em diante): inteligência da crise final

As 16 inteligências são:
1.      Espacial
2.      Territorial
3.      Corporal
4.      Lingüística
5.      Musical
6.      Matemática
7.      Interpessoal
8.      Intrapessoal
9.      Espiritual
10.  Emocional
11.  Naturalística
12.  Psicomotora
13.  Lúdica
14.  Narcísica
15.  Computacional ou Artificial
16.  Agrícola ou Operacional
A inteligência é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam que
Trajetória dos Heróis e da Vida, dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem estar grupal, e em parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo e marca, contudo não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A inteligência como um Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a economia e a globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o florescer da falta, do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que há de prender-se e que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais, mas a base da aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
            Domar as descobertas da vida é domar a liberdade, pode ser domar a inteligência, é também dominar o trabalho, a economia e a globalização,  é domar a si mesmo e uma seqüência de monstros até a crise final, Monstros que nos atingem também através de ritos, de ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida e dos Heróis. Para aqueles que defendem o aborto o filho no ventre é um monstro, um monstro não domado e inteligente, repelente e que só trará infelicidade, assim não estamos prontos para a educação através do Estado. O respeito humano é uma incapacidade por causa da inteligência! Por causa da inteligência temos descobertas na vida! Por causa da inteligência temos o trabalho, a economia  e a globalização, mas podemos reinterpretar nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.
            Devemos transformar o conceito inteligência em adaptação e aceitar as diferenças individuais e grupais otimizando-as para as transformações sociais sem destruir o passado e os nossos antepassados, ou seja, nossas memórias, nossa adaptação sócio-histórica gravada em documentos e gravada em nossos cérebros e mentes gerando conhecimento para a melhor e otimizada adaptação, sucesso para nossa existência, se tivéssemos que considerar apenas a inteligência para o nosso sucesso talvez fracassaríamos pois os inteligentes que  não se adaptam morrem antes dos mais adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro vem a adaptação as descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois vem a inteligência ou a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o espermatozóide se adapta ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a fecundação e ela continua por toda a vida até a morte. Esta inteligência também é livre pelo ¨crossing-over¨ e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem da liberdade ocorre em função das descobertas da vida. As descobertas da vida muitas vezes nos aparecem em ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
     Amar ou odiar a sua própria vida ou de seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de indivíduos a se perderem  em seus mundos obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser. Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 16 inteligências, mais estados de consciência, atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
           Os Monstros são nossas regras que produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e fantasias de horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós conhecemos isto, todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios as urgências da vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos nossos Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao mesmo tempo que impede causa novas descobertas como as Biológicas e Psicológicas.
     Os Monstros surgem durante as 9 fases da vida inteligência e são domesticados
pela inteligência genética transcendental e as 16 inteligências. As profundezas do ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos, cavernas, galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos, florestas e desertos onde muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão e isolamento com a perda do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram sentimentos monstruosos de revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou dos outros. Nossos Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a globalização. Os modos, figuras e objetos não são  mais os de felicidade e de prazer com os mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico (organismo), psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações sociais), filosófico (especulações sobre sua origem e vida) e espiritual (relações com a salvação, imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem a ritos onde nos entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem  e de iniciação para alcançarmos a liberdade dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
     A transcendência é se superar se perpassar e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental, fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas, inclusive o drama das Biografias. Quantos jovens e adultos se perdem em suas famílias no mundo das drogas, falta de educação, alcoolismo, prostituição, tráfico de pessoas, escravização, servidão, fome, sede, falta de higiene, falta de roupas, doenças, roubo, mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a destruição humana, e àqueles que se tornam lideranças e só trazem desespero e destruição dos seus e dos seus semelhantes humanos com guerras, tragédias e holocaustos, grandes desgraças e sofrimentos como pegadas no barro que não se apagam. Estas são as pessoas que foram engolidas pelas profundezas da natureza humana com seus Monstros que surgem e não reconhecem sua existência por serem diferentes ou feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros até a crise final e assim prosperar com  o uso das 16 inteligências e o respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser o que não somos – perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar aos Monstros e não conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem implicam em morte, morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde mental ou de corpo, problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a Educação e a Saúde, a Liberdade  e a Vida.
  Não somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da privação
 de nossa liberdade para vivermos! Precisamos de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos descobertas! Precisamos desde o nascimento de rituais de iniciação como o parto  e de passagem como o Batismo em nossa Trajetória de Heróis.
     Transcender depende da adaptação e de como ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do trabalho e das necessidades do trabalho, de sua regras e obrigações, dos bens e serviços e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação, consumo, comércio, inclusive o drama das Biografias,  com o uso da Educação e das 16 inteligências e do respeito humano perante nossas falhas e deficiências ou mesmo incapacidades para conosco, com os outros e com a natureza e com a Ecologia e o Universo, a inteligência se faz presente com o uso da linguagem e da comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a superação das adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo ou não, viver é enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros e assim com a miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime e a guerra, também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao sentimento de renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e descobrir, e ajudar a descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A Educação e  o Amor geram memória, assim também Adaptação, trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação! Tudo começou pela e através da Adaptação,  seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for,  no princípio, no meio ou no fim, gerando outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus  e Deus continuarão existindo, eles não se acabam!
As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias  levam a adaptação que produz liberdade para  nosso meio ambiente individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A liberdade também vem através do ritos de iniciação e de passagem e com a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
   A liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se descobrir é poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da globalização e dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na promoção da Justiça Social!
           Se descobrir é descobrir-se em meio a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver, inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias.



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 06 de junho de 2016.
























1.      Psicologia da Gestalt



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 1912, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.

De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.
É por isso que tenho presenteado os recentes papais e mamães (muitos amigos, alunos e pacientes com bebês recém chegados ao mundo) com o livro ‘Gandhi – O Herói da Paz’, da editora Omnisciência. Os ensinamentos de Gandhi são contados de maneira lúdica para encantar e despertar os pequenos, que são nossa esperança de uma geração mais consciente e transformadora no nosso planeta.
São cinco as principais lições deste líder: Não violência, equidade entre homens e mulheres, diálogo entre as religiões, simplicidade e amor à verdade, todas elas contidas no livro.

Existem vários outros livros adultos que contam sobre a história de Gandhi. Para saber mais, leia: ‘Autobiografia – Minha Vida e Experiências com a Verdade’, Mahatama Gandhi (ed. Palas Athena)
‘Mahatma Gandhi’, de Humberto Rohden (ed. Martin Claret)
Filme: ‘Gandhi’, de Richard Attenborough.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.

As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias associadas a liberdade configuram o trabalho que gera economia, bens e serviços, também globalização do consumo, do comércio, da tecnologia, da informação, do mercado,  da liberdade,  e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis segundo eu mesmo, está na configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na morfologia das coisas, depende dos princípios da organização perceptiva e dos princípios gestaltistas da aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação que gera a economia, bens e serviços como a globalização,  depende de como e do que fazemos com as gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as Trajetórias da Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e no que ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades humanas como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de amor e de realização. As descobertas da vida ligadas a liberdade e os seus rituais fazem  a nossa curiosidade que faz parte do processo que modela a forma ou a configuração associadas as nossas necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo insight, por exemplo, ou em coisas que nos trazem felicidade como a religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da organização perceptiva e da aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz formas de transcendência que se configuram pela Educação da gestalt pela memória, ou seja , pela adaptação oriundas das descobertas da vida que promovem a atividade, o trabalho, a economia, e a globalização, promovem a descoberta e a imersão em ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
            A organização perceptiva se dá pela Proximidade, nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que estão próximas; Continuidade, nossa percepção obedece  uma direção vinculando elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e preencher figuras incompletas; Simplicidade, nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou mais ordenada; Figura/Fundo, nossa percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
            Os princípios da aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente espontânea e imediata das relações; Pensamento produtivo, onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a criatividade e produtividade; Princípio do isomorfismo, o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos ativos interagem num dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou modificar ativamente os elementos sensoriais que recebe, e a percepção é idêntica (iso) em forma (morfo) àquilo que representa.
            Somos incapazes de fugirmos da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade, influencia o trabalho, a economia, os bens e serviços e a globalização que por sua vez ligada aos fenômenos dos estímulos configuram descobertas, inclusive o drama das Biografias como os rituais de iniciação e de passagem, e também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis,  pois ela obedece à organização perceptiva e a aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso cérebro é incapaz de modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais que recebe e responde de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a falta e o querer em meio às necessidades de nossos organismos incompletos, porém completos pela morfologia ou totalidade da percepção decente ou indecente. A adaptação produz memória que por sua vez faz parte dos processos da adaptação, ela, a memória, é adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os fenômenos das descobertas da vida,  da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e em seus rituais.
          Nossos Monstros segundo minhas contribuições estão nos rituais que estão na forma, na configuração ou morfologia das coisas, no como de configura nossos processos oriundos da liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da aprendizagem, dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas, inclusive o drama das Biografias. Os Monstros podem estar no que percebemos e no que ocultamos no trabalho gerando economia e Monstros econômicos que ¨são do bem¨ e outros que ¨são do mal¨. Eles nos revelam a nossa natureza ancestral e primitiva do sofrimento posto como linguagem, Cruz,  fardo e demônios persecutórios que se revelam quanto mais fundo fomos em nós mesmos, em nossas aventuras em nossos oceanos e cavernas subterrâneas.
          A Gestalt dos Monstros são os Monstros da curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta determinar a totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da curiosidade. A curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos princípios gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a mergulhar e ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia, bens e serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da tecnologia, da informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência biológica, psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas de Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo, pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia, fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores, compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc..  Nossos Monstros dependem de nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
            Nossos Monstros expressam gestalts, configurações ou formas que estão sob efeito da organização perceptiva e da aprendizagem que se apresentam também em rituais para o nosso bem se nos aperfeiçoarmos nos valores humanos e pautados na Educação que vence tudo, vence ódio, guerras, violência, destruição, medo, humilhação, vergonha, temor, qualquer perigo ou ameaça, a Educação constrói o homem e o verdadeiro homem constrói a humanidade e a vida, a sociedade e a paz na Terra, construímos assim a nossa liberdade! A Educação é feita pela memória, ou seja, pela adaptação, pela liberdade! A Educação se dá pelas gestalts dos fenômenos das descobertas da vida. Dentre as descobertas da vida estão o trabalho, a economia, os bens e serviços, o trabalhador, o mercado, a globalização da economia, do consumo, do comércio, da informação, da liberdade, do trabalho, da tecnologia, inclusive o drama das Biografias.
            As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias podem formar gestalts de liberdade? A liberdade leva ao trabalho e o trabalho a economia que formam a Educação, a Educação hoje que leva a adaptação mas não somente a Educação pois a adaptação é constituída de natureza fisiológica, morfológica e comportamental (esta implica em forma, configuração ou gestalt), a adaptação permite a transcendência, a transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros e Heróis, que por sua vez originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que renderam e rendem até hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras, niilismo e paralisias, holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou gestalt que é a transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao sentimento de renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é construída a partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da adaptação que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência para um mundo mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal, Biológico, Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou Espiritual através do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do Desconstrutivismo Físico Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a continuidade e o fim da vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo jamais deixarão de existirem. Pelo Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo deixarão de existirem seja pela Adaptação por meio de outros ¨big-bangs¨ ou por outros meios como por ação de Deus ou outros meios ainda não descobertos ou ainda não pensados, existindo no fim somente Deus e o Reino de Deus e nada mais!
            Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz.
            A Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da globalização mas pode continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia e da globalização para crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e culturalmente, espiritualmente, pela vida e pelo universo, de acordo com o princípios da Educação!
            A Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma trajetória:
  1. A concepção e o herói
  2. O chamado pode ser recusado
  3. As forças se unem para o bem-aventurado
  4. A travessia: se consumir
  5. Ser engolido e consumido
  6. O caminho obtuso
  7. O encontro com a deusa
  8. A mulher como tentação
  9. A relação com o pai
  10. A apoteose
  11. A última graça
  12. A difícil volta
  13. A magia nas decisões
  14. O resgate sobrenatural
  15. Os limites da volta
  16. Agora são dois mundos
  17. E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Depois da concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros nosso
Herói encontra a liberdade para se viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias!



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 06 de junho de 2016.
















2.      Behaviorismo


A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 1912, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.
É por isso que tenho presenteado os recentes papais e mamães (muitos amigos, alunos e pacientes com bebês recém chegados ao mundo) com o livro ‘Gandhi – O Herói da Paz’, da editora Omnisciência. Os ensinamentos de Gandhi são contados de maneira lúdica para encantar e despertar os pequenos, que são nossa esperança de uma geração mais consciente e transformadora no nosso planeta.
São cinco as principais lições deste líder: Não violência, equidade entre homens e mulheres, diálogo entre as religiões, simplicidade e amor à verdade, todas elas contidas no livro.

Existem vários outros livros adultos que contam sobre a história de Gandhi. Para saber mais, leia: ‘Autobiografia – Minha Vida e Experiências com a Verdade’, Mahatama Gandhi (ed. Palas Athena)
‘Mahatma Gandhi’, de Humberto Rohden (ed. Martin Claret)
Filme: ‘Gandhi’, de Richard Attenborough.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.


Para o Behaviorismo Mattanoniano as descobertas da vida, inclusive o drama
das Biografias evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação que é comportamental, fisiológica e/ou morfológica em tempos de trabalho e de ter que trabalhar para que desejemos a economia e a paz, ou para que passemos do sofrimento ao contentamento através de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, é apenas questão de regra e de mudança contextual para esta regra para um melhor padrão de vida daquele que sofre por causa de regras desadaptadas, já a memória é comportamental e encoberta, faz parte das regras, da adaptação às regras. Regras são contingências que especificam relações do tipo ¨se..., então...¨, elas podem acabar fazendo com que o indivíduo generalize seus comportamentos pois quem segue regras cegamente não consegue discriminá-las, o que não permite uma relação satisfatória e de boa adaptação com o meio ambiente gerando sofrimento para si mesmo e/ou para os outros. O sofrimento e o sofrimento no e do trabalho que gera economia que também gera sofrimento é causado em função da liberdade e das regras aprendidas por causa da liberdade. O sofrimento é conseqüência das descobertas da vida e de seus processos comportamentais encobertos como as emoções e os sentimentos. O sofrimento é evocado em rituais com sua regras e com as regras da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis que se relacionam invariavelmente.
            As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias evocam a liberdade que estimula a adaptação às regras e leva a transcendência, ao trabalho e gera a economia, os bens e os serviços e a globalização da informação, da tecnologia, do consumo, da economia, do trabalho, da liberdade e aparece em nossos comportamentos antes da mudança contextual deles por causa de nossas regras reforçadas e associadas aos estímulos ligados as nossas necessidades como a água, o alimento, o amor e a afeição, o ar, a atividade, a atividade materna, o calor, o sexo e o sono, acrescento o traje limpo e em bom estado de conservação, a higiene diária e o frio em ambientes onde há muito calor, e finalmente o abrigo. As descobertas da vida evocam a  liberdade e isto nos permite escolher mesmo sendo nós produtos de esquemas de reforços, pois há liberdade através da linguagem com o trocadilho e com o Enfoque Contextual seja também nos rituais ou na Trajetória da Vida, dos Monstros ou dos Heróis, paradoxalmente há a globalização da liberdade e da linguagem.
            As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias evocam a  liberdade que evoca e estimula os ritos da adaptação às regras que evoca a transcendência, o trabalho, a economia, os bens e serviços, a globalização, também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, a Trajetória dos Heróis apresenta as seguintes fases:
  1. A concepção e o herói
  2. O chamado pode ser recusado
  3. As forças se unem para o bem-aventurado
  4. A travessia: se consumir
  5. Ser engolido e consumido
  6. O caminho obtuso
  7. O encontro com a deusa
  8. A mulher como tentação
  9. A relação com o pai
  10. A apoteose
  11. A última graça
  12. A difícil volta
  13. A magia nas decisões
  14. O resgate sobrenatural
  15. Os limites da volta
  16. Agora são dois mundos
  17. E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ela, a Trajetória dos Heróis, aparece em comportamentos encobertos e em comportamentos manifestos, ela é aprendida através dos repertórios básicos de comportamento como a imitação, a atenção, a discriminação e a ordem instrucional e promove mudanças  e constantes  transformações no dia-a-dia de cada pessoa diante de cada uma dessas necessidades já comentadas, pode assim ser saciada ou privada, aumentada, ou aumentado o seu valor reforçador e de saciação através dos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. As nossas descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias evocam aos comportamentos respondentes e operantes da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação às regras e tem um limiar e também pode se de acordo com a estimulação provocar a fadiga, fuga ou esquiva, pode ser extinta ou condicionada com estímulos antecedentes que nada tinham a ver com ela. A educação psicoterapêutica pode extinguir a adaptação não somente pela extinção, mas também pela mudança contextual onde o indivíduo aprende a distanciar-se dela mesmo com ela presente não provocando reações de desconforto ou de sofrimento mas sempre se adaptando contextualmente melhorando sua saúde mental e a sua adaptação ao trabalho e a economia, e a globalização. A mudança contextual ensina a lidar com esses fenômenos comportamentais evitando a propagação do sofrimento oriundo do processo de adaptação, entendida como carência e escândalo ou até mesmo como mediocridade e violência, bullying físico, sexual, moral, social, político, psicológico, espiritual, filosófico, contra o organismo individual e social quando a violência é praticada contra um determinado grupo de pessoas. A mudança contextual leva a liberdade. A mudança contextual leva a novas descobertas da vida e para a vida ajudando-nos ou enriquecendo ou mesmo ampliando o nosso repertório comportamental para lidarmos com a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, inclusive o drama das Biografias.
            Durante a vida sem mudança contextual sempre haverá sofrimentos e processos adaptativos morfológicos, fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir, somos frutos desses processos evolutivos e de seleção natural. Falo da transcendência comportamental. A transcendência é liberdade. Liberdade para mudarmos nossos comportamentos durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
            Contudo entendendo que somos o contexto, de acordo com Steven C.  Hayes, e se pararmos de dar razões, controle e literalidade, deixarmos de sermos governados por regras como o rastreamento, o acedimento e o aumentamento, entendermos que somos o contexto, trocarmos o ¨mas¨ por ¨e¨ e nos afirmarmos pelo tato, e finalmente entendermos que nossas afirmações são somente comportamentos verbais e não causas literais ampliando nossos horizontes, vivendo assim a dessensibilização viveremos melhor e a inteligência não mais nos controlará e deixará de trazer conflitos penosos aos comportamentos encobertos e aos comportamentos manifestos transmutando-se somente em adaptação e como conseqüência da adaptação em inteligência. Primeiro vem a adaptação e depois a inteligência, às regras e a memória. Assim transcendemos!
            Assim o Estímulo (som) tem uma Resposta (ouvir) e uma Primeira Conseqüência (adpatação ao som) e uma Segunda Conseqüência (inteligência). Todo Estímulo tem uma Resposta e duas Conseqüências quase que instantâneas, a 1ª é a adaptação e a 2ª a inteligência. A inteligência pode ser segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
            Naturalística
            Psicomotora
            Lúdica
            Narcísica
            Computacional ou Artificial
            Agrícola ou Operacional
            Os eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história de vida estão associados as inteligências citadas a cima, tudo é conseqüência, primeiro a primeira (adaptação) e depois a segunda (inteligência), são eventos conseqüentes, isto acontece a partir de determinada etapa do desenvolvimento da criança com o aprendizado e condicionamento, é tudo encadeamento comportamental, a segunda conseqüência é imediatamente a que surge logo após a primeira, sentidas como coisa única por causa do condicionamento, mas são duas conseqüências, uma resposta e um estímulo. O que devemos aceitar e viver o contexto e não sermos escravos de nós mesmos com comportamentos que induzam ao sofrimento como o da literalidade, o de dar razões e o de controle, seja no trabalho ou nas nossas relações econômicas e sociais como também na globalização, inclusive no drama das Biografias. Somos o contexto. A transcendência pode ou não ser evocada comportamentalmente, depende da história de vida de cada organismo. Depois da inteligência vem às regras e a memória.
     O Behaviorismo compreende que a existência de Monstros em nossos comportamentos, encobertos e manifestos no trabalho e nas relações com a economia e nas da globalização como nos rituais de iniciação e de passagem nas Fases em que o Herói pode Ser Engolido e Consumido, e tem O Caminho Obtuso, depende diretamente da qualidade de nossas regras, e da  qualidade de nossas descobertas da vida e para a vida,  estes Monstros nos tiram mas podem nos levar a liberdade como através dos trocadilhos e das inversões, aglutinações e trocas associadas à Psicologia e a Psicanálise, contingências que especificam relações do tipo ¨se... então...¨, se rastreamos há uma correspondência entre as regras e as contingências do meio ambiente, a pessoa rastreia os estímulos no sentido de ¨testar¨ as contingências descritas pelo mesmo; se acedemos o comportamento fica sob controle das conseqüências sociais; e no aumentamento o comportamento aumenta a probabilidade de ser controlado por estímulos verbais antecedentes, aumentando a motivação do ouvinte em relação a uma conseqüência. Estes 3 tipos de comportamentos revelam o modo como lidamos com os Monstros no trabalho e na economia e na relações globalizadas segundo tais regras ou princípios, rastreando-os, acedendo a eles ou aumentando-os diante do imenso sofrimento psíquico individual. Estas são as categorias do comportamento verbal do ouvinte, já o falante sugere de acordo com as 8 categorias do comportamento verbal que: ecoar diz respeito a alguém dizer medo do Monstro e o falante diz medo do Monstro; copiar respeito a alguém escrever pavor do Monstro e o emitente escreve pavor do Monstro; tomar ditado diz respeito a alguém dizer Monstro enorme e o emitente escrever Monstro enorme; tatear diz respeito a alguém diante de um Monstro dizer o nome dele; mandar diz respeito a alguém mandar um mando e o emitente responder vocal ou motoramente medo do Monstro; ler diz respeito a alguém ver um Monstro e emitir a vocalização Monstro; intraverbalizar diz respeito a alguém ter um conjunto de associações verbais do emitente e dizer pânico do Monstro; e articular / rearticular / organizar / reordenar diz respeito a alguém se auto-reforçar, onde o falante da palavra Monstro é o ouvinte de si mesmo. Estas 8 categorias do comportamento verbal do falante revelam-nos modos de lidar com contingências associadas aos nossos ritos e nossos Monstros, medos, pavores, pânico, e nomeações dos Monstros que surgem durante a vida encoberta e manifesta. Monstros são adversidades do meio ambiente econômico e não somente os que já abordei, são também o PIB, a inflação, os impostos, os investimentos, os custos e os benefícios, etc., e os da globalização os Monstros que se relacionam com a tecnologia como as pesquisas, os investimentos, os equipamentos, etc., com o consumo como o mercado, o comprador, a mercadoria, o valor, etc., com a informação como as emissoras de rádio e de televisão, os jornais e revistas, a internet, etc., com a liberdade como as decisões, os conselhos, as atitudes, a consciência, a introspecção, a saúde, etc.,  e reagir a tais adversidades é assim, se adaptar. A adaptação não pode implicar em sofrimento para si ou para os outros na maior parte das vezes mas esta tarefa é quase impossível por sermos seres com falhas e repertórios comportamentais deficientes manifestos ou encobertos, jamais alcançaremos a totalidade e estamos em constantes transformações nos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. E durante a vida sempre há sofrimento e processos adaptativos morfológicos, fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir. Conclui-se que a adaptação nunca cessará pois somos frutos dela, da Evolução das Espécies e da Seleção Natural. Como ela jamais cessará também a transcendência nunca acabará. Deste modo também as descobertas da vida e para a vida, as regras, as novas regras, contextuais, e os rituais na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis também não deixarão de existirem.
     Mas podemos emergir das profundezas das habitações dos nossos Monstros com uma mensagem de esperança e de solução de medos e conflitos se redirecionarmos nossos comportamentos e ritos enfraquecendo segundo Steven C. Hayes e raciocínios meus 3 contextos, de literalidade, de dar razões e de controle; depois entender que não devemos seguir regras pois é contra-produtivo, causa insensibilidade e generalização; depois entender que a melhor escolha é entender e aceitar que você é o contexto, devemos trocar o ¨mas¨ por ¨e ¨ e parar de lutar com nossos Monstros; e viver a dessensibilização, se afastar das regras, dos pensamentos, dos afetos, sentimentos e emoções e deixar de sermos controlados por esses comportamentos que só produzem e trazem Monstros para dentro de nossas vidas e de nossos relacionamentos sociais, ou seja, que só prejudicam com monstruosidades as nossas descobertas da vida  e para a vida também no trabalho, na economia e na globalização. O rito agora passa a ser a dessensibilização e você passa a ser o contexto após o ritual de iniciação e de passagem. Você é Engolido e Consumido, passa por Um Caminho Obtuso, chega a Apoteose, alcança a Última Graça, tem uma Difícil Volta, Magia nas Decisões, vive os Limites da Volta, Agora são Dois Mundos, e tem a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver.
            Assim as lutas e o sofrimento no trabalho e na economia, na globalização deixarão de ser problema para a humanidade e perderão valor reforçador, não terão mais ganhos, e a humanidade poderá ter um sentimento de contentamento e paz que ainda não experimentou pois ainda não se permitiu e ainda não se permite com suas lutas, batalhas, violências, guerras e holocaustos, e sua criatividade associada a destrutividade a auto-destrutividade poderá deixar de ser problema para a humanidade através da liberdade, pois não precisamos de ¨homens¨ presos e de exércitos e de reféns, mas sim da liberdade, a liberdade proporciona a gratidão, o respeito e o amor e não as armas que aprisionam e tiram a liberdade de todos, tiram talvez, até mesmo, parcela da transcendência. Precisamos da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver. Precisamos de rituais para viver. Precisamos de regras para viver.
            Concluo que as descobertas da vida e para a vida, inclusive o drama das Biografias asseguram nossa adaptação que evoca a transcendência, o trabalho, a economia e a globalização, rituais e nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que por sua vez selecionam repertórios comportamentais e modelam comportamentos para lidar com padrões de comportamentos associados a miséria como os que levam a caridade e ao trabalho que por sua vez podem levar ao abuso e a exploração como também a violência, ao crime, a tortura, a guerra, a catástrofe, ao holocausto, a barbárie, a falta de humanidade, ao tratamento degradante, a proliferação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas, sociais, físicas, químicas, filosóficas e/ou espirituais, etc., só a Educação como conhecimento e o Amor de Deus que se renova com o sentimento de renascimento pode nos ajudar e solucionar, atualmente, unindo-nos como humanidade estes problemas atuais de nosso planeta Terra. Isto é a Liberdade da Vida para viver e ensinar a viver.
            Só com a Educação e o Amor de Deus aprenderemos e teremos como lidar com o Universo, a Biologia, a Psicologia, a Sociologia, a Química, a Física, Filosofia e a Espiritualidade, com seu começo, meio e fim! A Adaptação nos revela que poderá haver o fim do Universo e das demais categorias da vida: Biologia, Psicologia, Sociologia, Quimica, Fisica, Filosofia, Espiritualidade; se juntarmos a Adaptação as Teorias de Osny Mattanó Jùnior sobre o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo, e sobre o Descontrutivismo Físico Mattanoniamo onde haverá através de outros ¨big-bangs¨ criando talvez outros Universos que se chocarão com os nosso Universo destruindo-o e assim não haverá mais vida e nem Universo. Devemos respeitar nossos saberes, conhecimentos, lições, artes, educadores, ciências e religiões se desejamos evoluir e progredir constantemente e mutuamente – Deus sempre será objeto de estudo e de pesquisas para estudiosos e pesquisadores sérios que crêem e também para aqueles que não crêem pois Ele existe e só Ele e Seu Reino continuarão existindo após o fim, após o Apocalipse!
              As descobertas da vida e para a vida, inclusive o drama das Biografias evocam rituais para o trabalho, a adaptação, a economia, a globalização, os bens e serviços e as Ciências e Religiões que tem como conseqüência  liberdade para  nosso meio ambiente individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está no Reino de Deus e não no cemitério!
   A liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a liberdade!
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Devemos preservar nossa história e compreender os nossos ritos e história de Trajetória da Vida, de Monstros e de Heróis de nossa espécie e de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
           A Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
           A Evolução humana filogenética é mantenedora do trabalho e da economia, dos rituais; a Evolução ontogenética é neutra, depende da filogenética e da cultural, depende dos rituais, depende da aprendizagem e da estimulação de genes; e a Evolução cultural tende a ser mantenedora do trabalho e da economia em sua maioria, depende dos rituais.  A Evolução espiritual é mantenedora do trabalho e tende a reprimir a economia, também depende dos rituais. O homem trabalha e economiza mas não sabe o porquê?  Talvez para praticar seus rituais de iniciação e de passagem?! Talvez para desfrutarmos do drama das Biografias!                



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 06 de junho de 2016.
3.      Psicanálise


A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 1912, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.
É por isso que tenho presenteado os recentes papais e mamães (muitos amigos, alunos e pacientes com bebês recém chegados ao mundo) com o livro ‘Gandhi – O Herói da Paz’, da editora Omnisciência. Os ensinamentos de Gandhi são contados de maneira lúdica para encantar e despertar os pequenos, que são nossa esperança de uma geração mais consciente e transformadora no nosso planeta.
São cinco as principais lições deste líder: Não violência, equidade entre homens e mulheres, diálogo entre as religiões, simplicidade e amor à verdade, todas elas contidas no livro.

Existem vários outros livros adultos que contam sobre a história de Gandhi. Para saber mais, leia: ‘Autobiografia – Minha Vida e Experiências com a Verdade’, Mahatama Gandhi (ed. Palas Athena)
‘Mahatma Gandhi’, de Humberto Rohden (ed. Martin Claret)
Filme: ‘Gandhi’, de Richard Attenborough.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.


As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias associadas a  liberdade
marcam a adaptação e a memória que se faz pela adaptação ou mesmo é adaptação e  assim sugere a transcendência e o trabalho e seus frutos como a economia, os bens e serviços, e a globalização da economia, da tecnologia, da informação, do consumo  e da liberdade expressada e representada em ritos e assim na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que pela Psicanálise que está vinculada ao id que é o componente arcaico e inconsciente  do nosso sistema de energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, não apenas em casos de psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à gratificação direta ou indireta, mas o mais bastante possível e imediato do instinto sexual (libido), vinculado estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a fome, a sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais profunda da mente. O id começa como pura liberdade e marca a nossa atividade e o nosso trabalho e a economia, começamos a economizar com o processo do pensamento secundário substituindo a gratificação e diminuindo nossa primitividade psicológica, e assim os fenômenos da globalização e ela mesma, mas com as marcas fica marcado em seu niilismo, condensamento e deslocamento, as 3 leis do inconsciente segundo Mattanó.  Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único de interesses é o corpo, sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de vida e de auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de forma direta (beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória (através de fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra alucinatória. A fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação do prazer pode ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou indiretamente, entendo adaptação às necessidades primárias da pessoa quando crianças antes da castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser direta ou indireta. Com o desenvolvimento do ego vão se dando novas descobertas e o contato com o trabalho e novas economias como  a da fase anal, que realmente nos educa para gastarmos ou pouparmos,  o indivíduo acaba se tornando consciente das exigências da realidade (princípio de realidade) o que diminui sua liberdade mas também constrói modos de relação que a mantêm e a reapropriam, lidando assim com seus rituais e a sua Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis; e quando se estabelece o superego,  a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter consciência das satisfações ideais, com o superego a liberdade se esgota ou se torna moralista, com o superego moralizamos nossa Trajetória na Vida, dos Monstros e dos Heróis. Mas há Eros, a pulsão total de vida (auto-conservação), e Tanatos, a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e Tanatos e o id, o ego e o superego em nossas relações inconscientes e conscientes conosco e com os outros objetos de desejo e satisfação através da marca e de como isso fica arranjado, organizado na vida mental, na unidade mental e comportamental da pessoa, isto é o que prevalece para cada sujeito, nestes casos a transcendência é consciente, de acordo com as suas marcas e descobertas da vida que geram marcas no e para o trabalho e seus frutos como os bens e serviços, a economia, e a globalização em função de nossos rituais.
            Podemos falar de Pulsões Fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), Pulsões de Garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade), Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor, e Pulsões de Auto-realização.
            As Pulsões Fisiológicas são as do olhar, a oral, a anal, a fálica, o período de latência, a genital e o desenvolvimento das sublimações.
            As Pulsões de Garantia são as da coordenação motora e da afetividade, do esquema sensório-motor, do esquema sensório-afetivo, do esquema motor-afetivo.
            As Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor são da afetividade e da sociabilidade, são as do desenvolvimento emocional e social.
            E as Pulsões de Auto-realização são as da auto-realização, auto-atualização, processo de individuação, êxtase e deslumbramento, crise-final, consciência, produtividade no trabalho, etc.. Para alcançarmos esta fase devemos satisfazer as fazes anteriores. Assim fazemos nossas descobertas da vida e nos adaptamos continuamente e progressivamente, inconscientemente!
As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias associadas a liberdade são a adaptação,  a linguagem do inconsciente e que dá forma ao inconsciente e aos anseios instintivos da libido. Assim surgem grandes e pequenos monstros que aprendemos a domar durante o desenvolvimento psicossexual da libido da pessoa, desenvolvimento marcado por muitas descobertas da vida que englobam as pulsões de vida e de morte, pulsões que também marcam os rituais como os de iniciação e de passagem e a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. Esta liberdade marca a adaptação e evoca a transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros monstros grandes ou pequenos que afetam nosso trabalho e nossa economia e nossa globalização econômica, tecnológica, das informações e de consumo, da liberdade.
            As  descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias associadas a liberdade da adaptação fazem o neurótico, o psicótico, o boderline, o psicopata. Elas fazem parte do desenvolvimento da personalidade oral: característica prepotente, dominadora, voraz, cobiça, inveja e otimismo; da personalidade anal: característica de vaidade, desconfiança, ambição, generosidade sem amor (ligadas à evacuação), meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação, avareza (ligadas à retenção das fezes); da personalidade fálica: característica de ostentação, prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas, necessidade de afiliação, narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições esportivas, concursos de beleza, etc.); período de latência: característica de declínio e extinção do complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o intervalo entre o estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal adulta; e da personalidade genital: característica de potência fisiológica e capacidade de amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável. Elas fazem as Pulsões de Vida e de Morte.
            No enfrentamento de nossas descobertas da vida lidamos com a Trajetória dos Heróis:
  1. A concepção e o herói
  2. O chamado pode ser recusado
  3. As forças se unem para o bem-aventurado
  4. A travessia: se consumir
  5. Ser engolido e consumido
  6. O caminho obtuso
  7. O encontro com a deusa
  8. A mulher como tentação
  9. A relação com o pai
  10. A apoteose
  11. A última graça
  12. A difícil volta
  13. A magia nas decisões
  14. O resgate sobrenatural
  15. Os limites da volta
  16. Agora são dois mundos
  17. E a liberdade para se viver e ensinar a viver
A cada estágio psicossexual lidamos com as descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias e com a liberdade e as marcas da adaptação e assim com a memória e a  transcendência e deste modo com o trabalho, a economia, e a globalização que se caracteriza pela pulsão de morte ou de autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor, a Eros, a pulsão de vida, oriundas das descobertas da vida e nossas Trajetórias da Vida, dos Monstros e dos Heróis. Esta é à base da organização da personalidade e da humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência ligadas a vida e a morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos evolutivos e selecionados naturalmente.
            Já o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a liberdade e a marca da adaptação, inclusive com o drama das Biografias, não consegue transcender, tornando-se desadaptado e assim pode se tornar um viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou ensimesmado e possuir ainda as outras características de sua personalidade lidando com monstros que surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas do id. Esse adulto vai se tornar também desiquilibrado no trabalho, nas suas relações econômicas e na sua estrutura diante da globalização se ferindo e se auto-destruindo, talvez, muito provavelmente sim.
            Ao lidarmos com as descobertas da vida associadas a  liberdade também lidamos com nossas Inteligências para lidarmos com nossos problemas e/ou nossos Monstros. Nossas Inteligências são segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
            Naturalística
            Psicomotora
            Lúdica
            Narcísica
            Computacional ou Artificial
            Agrícola ou Operacional
            Nossas Inteligências são trabalhadas pelo ego, emanam do id e são controladas moralmente pelo superego, tudo começou através da Inteligência Naturalística, seguiram-se as demais e os nossos Monstros.
     Abordarei os aspectos psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através da explicação da fantasia que é uma formação de imagens mentais de cenas e de seqüências de cenas ou experiências que não existiram no mundo real  ou que se passaram de modo diverso do fantasiado.
          Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem tais pressupostos, conforme Álvaro Cabral e Eva Nick:
1. ¨As fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e representam anseios instintivos em relações objetais;
2. São representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do desenvolvimento da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações de desejos e conteúdos de ansiedade;
3. O conceito, postulado por Freud,  de ¨realização alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a ¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4. Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras, embora possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5. As fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde, assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6. Têm efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7. As fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
     Assim nossos Monstros constituídos através dos ritos e das fantasias representam anseios instintivos da libido em nossas relações objetais, de nossas descobertas, no início da vida é uma defesa, é constituída de liberdade,  realizações de desejos e conteúdos de ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma representação primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem realizadas através da experiência externa, mas podem serem realizadas através das palavras, porém para existir não dependem da realidade externa e das palavras, primeiramente são sensações e depois assumem formas e representações dramáticas, produzem efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego. Nossos Monstros no trabalho e nas relações com a economia e com a globalização são um mergulho profundo em formas e representações dramáticas das profundezas da nossa vida mental instintiva que visa nos defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador das energias mentais do id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo sobre a realidade externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados dolorosos, ansiedades e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros instintivos durante nossa vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros com nossos rituais e a nossa Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis.
     Monstros e fantasias se relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo e a realização de desejos instintivos. Monstros surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas também em meio a rituais frustrados de iniciação e de passagem como com a fome, a sede, o ar, a atividade, o sexo, os cuidados maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a dor, o calor e o frio, a segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem grandes e pequenos Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas invencíveis e guerras, protestos, movimentos, vandalismos, atentados, horrores e holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e privilégios assegurados pela organização humana. Monstros e fantasias dependem também de nossas descobertas da vida.
O sofrimento causa-nos regras e ritos que fazem aflorar sentimentos de perda e de reparação levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição e/ou a auto-destruição da liberdade como nas guerras e nas violências, a paz é a reorganização social humana desse processo de sofrimento unicamente humano e afetivo, pois o homem é um animal emocional, as guerras e violências só existem por causa das nossas emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o animal mais evoluído na escola filogenética por isso temos mais afetos e devemos aprender a lidar com eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade e esperança num futuro melhor que pode e é construído diariamente, momento-a-momento com a Educação, deveria ser assim no Trabalho e na globalização.
            Deste modo a liberdade marca a adaptação que leva a transcendência oriunda dos modos de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a atividades de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também, guerras, movimentos, protestos, lutas, vandalismos, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes, horrores contra a humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo a impelir o ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de Amor e de Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga seu rumo evolutivo naturalmente e socialmente. A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, é esta a liberdade que alcançamos com nosso desenvolvimento, rituais e atividades educativas.
            Também podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo e o Desconstrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo! O Trabalho aliado a Educação pode nos salvar e alterar esta realidade?! Dependemos dos nossos rituais Sagrados para continuar existindo! Deus pode nos salvar! Os rituais são imprescindíveis a existência humana hoje!
            A liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade deve marcar a Vida e não a Morte. O Trabalho e a Educação devemos levar-nos a poupar ou economizar bens e serviços a serviço da Humanidade e de seu progresso e Evolução, para a continuidade da Vida na Terra!
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
           A Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos pois não se compreende ainda, ainda tenta se compreender e se explicar; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
           A Evolução tem uma ordem, objetiva a vida, porém se destrói e mantêm uma certa ordem, vive disto, do caos e da ordem, para que haja vida e paz, o ser ontológico ainda não sabe o porquê que existe e de onde veio?! O Homem não consegue se explicar satisfatoriamente pois a todo momento está encarando a vida e a morte, ou a morte e a vida! E prefere não acreditar em Deus, pois Deus lhe rouba tudo, principalmente o coração. O Homem contemporâneo não deixa Deus atingir o seu coração! O Homem ainda não prefere a vida e a paz, mas a busca! O Homem busca e precisa da Moral para trabalhar, ter economia e ter sua globalização!
          O Homem necessita da Moral para sua Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis! O Homem busca e precisa da Moral para agir e ter atividades e ter a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, inclusive para desfrutar do drama das Biografias!


Osny Mattanó Júnior
Londrina, 06 de junho de 2016.

















4.      Psicologia Analítica


A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.
É por isso que tenho presenteado os recentes papais e mamães (muitos amigos, alunos e pacientes com bebês recém chegados ao mundo) com o livro ‘Gandhi – O Herói da Paz’, da editora Omnisciência. Os ensinamentos de Gandhi são contados de maneira lúdica para encantar e despertar os pequenos, que são nossa esperança de uma geração mais consciente e transformadora no nosso planeta.
São cinco as principais lições deste líder: Não violência, equidade entre homens e mulheres, diálogo entre as religiões, simplicidade e amor à verdade, todas elas contidas no livro.

Existem vários outros livros adultos que contam sobre a história de Gandhi. Para saber mais, leia: ‘Autobiografia – Minha Vida e Experiências com a Verdade’, Mahatama Gandhi (ed. Palas Athena)
‘Mahatma Gandhi’, de Humberto Rohden (ed. Martin Claret)
Filme: ‘Gandhi’, de Richard Attenborough.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.


As descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias e a liberdade como
também os processos da transcendência oriundos da adaptação e da memória referentes ao desenvolvimento e ao trabalho e seus frutos como os bens e serviços, e a economia e  a globalização e seus rituais e toda a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis estão vinculadas nesta abordagem ao processo de individuação, processo pelo qual uma parcela do todo se torna progressivamente distinta e independente, tornando essas parcelas cada vez mais independentes, processo que faz parte da Educação e da aprendizagem individual e coletiva. Essas partes emergem dos todos, o todo é temporalmente anterior às suas partes, estes fenômenos pertencem as descobertas da vida. É um processo onde a pessoa se destaca como coisa única distinta no grupo e assim essas mudanças na própria pessoa influenciam como ela é percebida pelos outros. O processo de individuação envolve um processo de concepção naturalística da consciência. Deste modo a adaptação que é a memória forma a consciência do indivíduo. Deste modo a transcendência pode formar a consciência do indivíduo. Assim o podre, o feio, o absurdo, o sujo, o bandido, o vagabundo, etc., pertencem primeiro ao todo e depois  com a particularização da essência do indivíduo essa essência do todo se diferencia do todo se tornando única e singular. Essa essência é tanto o decente quanto indecente, ambas pertencem primeiro ao todo e depois ao particular diverso ao todo. Nascemos decentes e indecentes, devemos situarmos no ambiente de trabalho e nas relações econômicas e globalizadas de modo que nossos rituais e a nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis sejam  de modo adaptativo e favorável a adaptação ou ao contexto e assim o futuro que depende do processo de individuação e de como nos lidamos com suas fases, a urubórus, a matriarcal, a patriarcal, o ciclo de alteridade, e a cósmica, que moldarão nossas características e nossas atitudes e afetos, nosso pensamento, sentimento, intuição e sensação, deste modo nosso tipo de personalidade. O objetivo do processo de individuação é o desenvolvimento da personalidade individual e suas descobertas, ou seja, as descobertas da vida e a liberdade como o trabalho, a economia e a globalização, inclusive o drama das Biografias. Grupos sociais que através de normas que possam impedir o processo de individuação normal e saudável acabam por atrofiar o indivíduo impedindo sua máxima liberdade possível, estes grupos impedem o processo de individuação também através de rituais, por exemplo, com o uso da Teoria dos Símbolos de Mattanó, símbolos que atrapalham a vida. Por não ser o indivíduo uma peça só do jogo da vida, já que precisa conviver e se relacionar com outros indivíduos destacamos a importância do coletivo e assim da consciência coletiva atribuída aos conteúdos coletivamente inconscientes, deste modo herdado como estrutura cerebral. Assim vemos que também herdamos cerebralmente aspectos dos nossos antepassados, coisas filogenéticas oriundas de nossa espécie animal. Aparecem nos arquétipos como o sombra nossos Monstros onde nos projetamos outros todas as coisas que nos pertencem como ruins ou más, intoleráveis, criminosas, violentas, bandidas, agressivas, inaceitáveis e cruéis, isto faz parte do processo de individuação e só compreenderemos nossos problemas com a indecência com a decência ou aceitação de nossos limites e necessidades e as dos outros como coisa do processo de individuação. E finalmente as inteligências (descobertas por Gardner) e completas por Osny Mattanó Júnior (Espiritual, Emocional e Psicomotora), as inteligências satisfazem a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
            Naturalística
            Psicomotora
            Lúdica
            Narcísica
            Computacional ou Artificial
            Agrícola ou Operacional
que nos auxiliam e determinam como nos comportamos contextualmente, intelectualmente (inteligentemente), como aprendizes e a nossa própria adaptação e memorização ao que se refere ao meio ambiente e as interações do indivíduo com o ambiente durante o processo de individuação efetuando as descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias e a liberdade no trabalho e para o trabalho, na economia, e na globalização da economia, da tecnologia, do consumo, da informação, da liberdade através também de rituais.
            A Trajetória dos Heróis visa desenvolver a Liberdade e os Ensinamentos, passa pelos estágios:
  1. A concepção e o herói
  2. O chamado pode ser recusado
  3. As forças se unem para o bem-aventurado
  4. A travessia: se consumir
  5. Ser engolido e consumido
  6. O caminho obtuso
  7. O encontro com a deusa
  8. A mulher como tentação
  9. A relação com o pai
  10. A apoteose
  11. A última graça
  12. A difícil volta
  13. A magia nas decisões
  14. O resgate sobrenatural
  15. Os limites da volta
  16. Agora são dois mundos
  17. E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Deste modo trabalhamos as descobertas da vida, inclusive o drama das Biografias, a liberdade, o contexto, a aprendizagem, a inteligência,  a adaptação e a memória, e também com o trabalho, a economia e a globalização e os rituais de iniciação e de passagem, como a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
As monstruosidades e os Monstros surgem durante o processo de individuação de cada sujeito por causa das descobertas da vida e da liberdade individual e do aprisionamento coletivo assujeitado ao coletivo e ao individual, ambos, inconscientes, e assim aos arquétipos como o sombra onde depositamos nossa carga agressiva e destrutiva negando-as de nossa constituição e destinando-as aos outros, jamais a nós mesmos também no trabalho e nas relações que o trabalho proporciona, na economia e suas relações como as de poder, e na globalização, inclusive no drama das Biografias, também por meio de rituais como os de iniciação e de passagem.
Deste modo a Humanidade já destruiu e criou Monstros através de suas descobertas da vida e de sua liberdade individual e de seu  aprisionamento coletivo, como pelo arquétipo sombra durante sua evolução da civilização como na Inquisição, na 2ª Guerra Mundial, nas Ditaduras Militares, nos Grupos Terroristas, nos Grupos de Extermínio, no crescimento e desenvolvimento da Igreja Católica, nas Intifadas, na Guerra do Vietnã, na Guerra do Iraque, na Guerra do Afeganistão, no combate ao Terrorismo, na prática dos crimes sexuais e de toda a ordem como a pedofilia, a prostituição, as drogas, a discriminação racial, a escravização, o tráfico de pessoas, a servidão, a fome, a miséria, a despersonalização, no Darwinismo, no Freudianismo, no Lacanismo, no Comportamentalismo, as Artes, as Culturas de Morte, como nas disputas eleitorais e políticas, etc., e continuará a destruí-los pois originam-se das origens da vida na Terra, da luta e da guerra pela sobrevivência e bem-estar e perpetuação de sua espécie, somos uma espécie como tantas outras que também lutam contra as adversidades do meio ambiente como as sexuais onde os mais fortes vencem e derrotam muitas vezes cruelmente adversários sexuais através da Seleção Natural, dependem ontogeneticamente também do trabalho, da economia, da globalização, do poder, da Saúde, da Educação, e culturalmente dependem década sociedade e grupo social com sua cultura e modos de relação social. Sempre encontraremos Monstros e a sombra reconhecida e assumida através da projeção de nossa carga hostil em outros objetos em nossos caminhos até a Salvação, a fase Cósmica do Processo de Individuação, durante nossas descobertas da vida.
A Educação resolve nossos problemas com a sombra e nossos Monstros internos que projetamos nos outros com no trabalho, na economia, na globalização e nas guerras, movimentos, protestos e conflitos e vandalismos em busca de paz justamente porque não conhecemos ainda a paz, porque não fomos e não somos educados ainda o suficiente seja pelos nossos pais, cuidadores, professores, políticos, religiosos, amigos, amores e romances, policiais, profissionais da saúde, psicólogos, médicos, psiquiatras, artistas, filósofos, comunicadores, cientistas, etc.. A Educação tudo resolve. A Educação educa nossos Monstros e evita nossas monstruosidades melhorando nossos processos de descobertas da vida e de liberdade individual e aprisionamento coletivo através do Processo de Individuação. A liberdade individual é experimentada nos rituais porém com o aprisionamento coletivo na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A nossa sombra sofre mudanças durante o dia mas nós não, somos os mesmos, ela ora é menor ora é maior ou é distorcida ou se mistura a outras sombras, nós, o self, não nos misturamos, para compreender a sombra precisamos aceita-la e reconhece-la como parte de nós e que ela sofre transformações, ora é ¨bonita¨  ora é feia, não há como lutar com a sombra, ela nunca fugirá de nós, precisamos conhece-la e aceita-la como parte de nosso mundo psíquico sem nos ¨machucarmos¨, precisamos fazer nossas descobertas da vida, dos monstros, dos heróis e dos escravos para lidar bem com a nossa sombra arquetípica.
Eu acredito que as descobertas da vida ajudam na adaptação da memória que produz a transcendência que assim gera a miséria, a caridade e o trabalho a fim de servir à  vida e à Evolução, mas surgem adversidades com o sombra que se personificam como violência, guerras, crimes, holocaustos, barbáries, atentados, terrorismo, deturpação, difamação, conflitos, abuso e exploração, movimentos, protestos e vandalismos, etc., que são resolvidos através da Educação e do Amor Fraterno que nos auxilia com o sentimento de renascimento que vem do Estado e de cada família e emerge de cada indivíduo, só este Amor nos permite isto durante nossas vidas, mas nada na vida! Pense nisto! Deus faz bem! Eu posso acreditar em Deus, no Pai, no Filho e no Espírito Santo, Amém!
            Também podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo e o Desconstrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno resistirá ao Apocalipse Universal que poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo, ou através da Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar se ele entrar em conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na Bíblia com outras palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
            A liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado pelo aprisionamento coletivo.
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos fenômenos associados a globalização de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
           A Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra; a Evolução espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução depende da transmissão de conhecimento, seja celular, genético, molecular, atômico, arquetípico, inconsciente ou qualquer outra forma de transmissão de conhecimento como as Escolas de hoje. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!   
           A Evolução pode ser ainda individual ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo! Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais, sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira -  a Educação não termina, não tem fim e a Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito, a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! As Biografias são voltadas para a convivência pois transmitem conhecimento e informação! Temos leis que punem discriminadores, racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização também são voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução cria e depende de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Evolução precisa do Processo de Individuação e de todos os seus elementos constitutivos como os arquétipos e as fases. O Processo de Inidividuação segundo Mattanó  começa com a Concepção e o Herói (Fase Urubórus), o Chamado que Pode ser Recusado, as Forças se Unem Para o Bem-aventurado,... o Encontro com a Deusa (Fase Matriarcal),... a Relação com o Pai (Fase Patriarcal),... a Magia nas Decisões (Ciclo de Alteridade)...e vai até A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase Cósmica). O Processo de Individuação tem por finalidade a Liberdade da Vida e dos Ensinamentos da Vida numa relação Cósmica de maravilhamento e contentamento, deleite profundo a favor do Cosmos, do Universo, do Universal, da Universalidade, da amplidão experiencial e do descortinar do caminho rumo ao infinito e mais belo, inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias.



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 06 de junho de 2016.







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