Osny Mattanó Júnior
PSICOLOGIAS DA MÚSICA MITOLÓGICAS
Especulações Sobre A Música e a Anti-música
A Trajetória dos Heróis
24/06/2016
ÍNDICE:
1. Introdução
2. Psicanálise Lacan-Mattanoniana da Música Mitológica
3. Psicologia Cognitiva Transcendental Social
da Música Mitológica
4. Psicologia da Gestalt da Música Mitológica
5. Behaviorismo da Música Mitológico
6. Psicanálise da Música Mitológica
7. Psicologia Analítica da Música Mitológica
8. Psicologia Social da Música Mitológica
9. Psicologia Escolar da Música Mitológica
10. Psicologia Humanista da Música Mitológica
11. Psicologia da Personalidade da Música Mitológica
12. Cognitivismo da Música Mitológico
13. Fenomenologia da Música Mitológica
14. Psicologia da Espécie da Música Mitológica
15. Psicobiologia da Música Mitológica
16. Psicologia Sócio-interacionista da Música Mitológica
17. Psicologia Individual da Música Mitológica
18. Psicologia Institucional da Música Mitológica
19. Psicologia do Trabalho da Música Mitológica
20. Biopsicosociofilosofia
21. Esquizoarte Perceptiva Tecnocultural
22. Cultura Psicomanifesto Comportamental
23. Psicofilosofia Mattanoniana
24. Biopsicoantropologismo
25. Movimento Psicoanalítico Cultural
26. Psicoarte Mattanoniana
27. Psicotradução Mattanoniana
28. Psicologia da Vulnerabilidade
29. Psicologia das Regras
30. Psicologia da Sensibilidade – Movimento
sensível
31. Psicologia das Sociedades (contextualizando
a Humanidade)
32. Psicotelepatia Instrumental (Psicologia e
Telepatia)
33. Análise Tecnopsicológica
34. Psicoarte Residual
35. Movimento Cognitivo Mattanoniano
36. Enfoque Contextual
Biopsicosociofiloespiritual
37. Psicologia Matemática Niilista
Existencialista
38. Niilismo Existencialista
39. Multiculturalismo Autoclítico
Biopsicosociofiloespiritualizado
40. Dialética Morfo-Mattanoniana
41. Psicodrama Comportamental de Mattanó
42. Psicologia das Massas, dos Públicos e das
Multidões
43. Psicologia de Protesto
44. Psicologia Eclética Educativa
45. Teoria Suja da Psicanálise Psicótica
Existencialista
46. Considerações Finais
Osny Mattanó
Júnior.
Professor e
Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas Teorias:
Epistemologias sobre a Música e a Anti-música: a Trajetória dos Heróis.
- Introdução
O que é Música:
Música é a combinação de ritmo,
harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização
temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de
coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos,
podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação artística
e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo
usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu através dos
séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a
música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou
folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de subgêneros e
estilos.
Música erudita ou clássica
Música erudita ou clássica é uma
música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma música culta,
caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem na necessidade
de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios religiosos.
A música erudita ou clássica é
caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de forma
instrumental, que chegou ao ápice com os
grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e Beethoven.
A expressão "música
clássica" passou a ser usada para representar a evolução musical no século
XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra dramática em que o
teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um gênero teatral
dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto, no qual se
sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais que vão do
mais agudo até os mais graves.
A ópera é encenada com os elementos
do teatro, como enredo, coreografia e vestuário característico, em conjunto com
a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural de opus, que no latim
significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e geralmente é apresentada em
latim ou italiano.
Música popular
Música popular é aquela que tem uma
letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com refrões fáceis de
memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da música popular,
seguido da música romântica.
A música popular brasileira recebeu
influência de diversas escolas, entre elas a de João Gilberto, com a precisão
técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis Regina, com interpretação
sentimental, em que a emoção importa mais do que a técnica. Michael Jackson e
Madona serviram de parâmetro para o pop americano e para um grande número de
seguidores.
A música popular cantada por
grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes, se enraizou
na cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos mais bem
sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música tradicional
Música tradicional ou folclórica é
aquela que simboliza as tradições e costumes de um povo, e são passadas de
geração a geração, como parte dos valores e da identidade de um povo. A música
tradicional representa as crenças e as tradições de uma determinada região.
Grande parte da música folclórica
possui letra de fácil memorização e está ligada às festividades, envolvendo
danças típicas de uma determinada cultura.
A música tradicional ou folclórica,
está intimamente ligada à música popular. O fado, o tango, o samba, o frevo, o
forró, a música de viola, a música sertaneja, o maracatu, o reggae, o blues,
entre outras, se perpetuaram e muitas delas exercem grande influência na música
moderna.
A anti-música
Caracteriza-se pelo Episódio
Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro temos ciência
do significado, sentido e conceito das letras das canções e no segundo não
compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras das canções;
no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso passa a ser
indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota para nota de
acordo com o desejo do artista.
A Música é melodia, ritmo e
harmonia.
A Anti-música é anti-melodia,
anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia são os sons formando
o caos musical.
O Anti-ritmo são os sons regulados
pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são os vários sons
ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical Incompleto e do
Anti-música
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 24 de junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a descoberta de Osny
Mattanó Júnior).
A Evolução
ordenada e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no crescimento quanto na
decadência do organismo, resultante de fatores inatos, hereditários e
maturativos, como também de influências ambientais chama-se crescimento. Este
crescimento não é só do organismo biológico, mas também do psicológico, social,
filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do organismo químico e
físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as atividades consideradas
como motivos da obtenção de certos resultados, como a liberdade e as
Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos para a obtenção de
resultados envolvem gasto de energia que entre os seres humanos estão entregues
a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e atenção gerando trabalho e
produtos materiais e imateriais como a força de trabalho e a qualificação para
a tarefa e o trabalho que geram Economia, incluindo bens e serviços, inclusive
para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da
música propriamente dita.
As descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da
anti-música,
certamente o primeiro estágio da
música propriamente dita levam e estão associadas a liberdade ou o que conhecemos por liberdade que acompanha-nos
desde o início de nossa vida adaptada e/ou inteligente na Terra e levam-nos ao
trabalho e geram economia, saem e levam-nos a miséria, a fome, a pobreza, a
caridade, ao trabalho, a exploração e a violência e aos monstros, fazem parte
da vida do ser humano, seja ela, sexual, moral, física, psicológica, política,
artística, social, filosófica, espiritual, afetiva, naturalística, lingüística,
interpessoal, intrapessoal, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical,
espacial, artificial, cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal,
escolar, trabalhista, desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a
adaptação leva a transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas
somente adaptação. A adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas
da vida. O trabalho e a economia também existem e constroem e constituem nossa
memória e a pertencem aos nossos processos de adaptação fisiológica,
morfológica e comportamental. Todo este percurso obedece a um caminho, a
Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se
viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A
concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em
relação a figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo
momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
O
mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo
desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha
um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o
processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser
recusada.
O
levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o
poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se
como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior
das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou
um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros
fluidos e polimorfos, tormentos
inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser
cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente
benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de
todos os cantos do planeta.
- O chamado pode ser recusado
É sempre
possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos frequência em mitos. A recusa
transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um
deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua
casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para
si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da
proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e
vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com
sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da
infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com
medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento
para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que
outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
- As forças se unem para o bem-aventurado
As forças se
unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e
a ele será entregue amuletos e
objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a
jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem
eventos e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos
de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o
próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário
será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão a seu favor,
nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.
- A travessia: se consumir
A vida do herói
possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará sua força para ir além
dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um
oceano sem limites
As
regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto,
selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A
energia sexual incestuosa e a destruição
do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da
floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento
como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa
durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura
está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido
do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com
elas envolvem riscos, porém aqueles que tem talento, competência e coragem
verão o perigo se dissipar como a água no mar.
- Ser engolido e consumido
Ser engolido e
consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do limiar mágico, uma
esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o
herói é assim lançado no desconhecido.
O
desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será
revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no
ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e
nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de demônios
com espadas desembanhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são guardiões
do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem incapazes
de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São encarnações
preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os limites do mundo
convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram uma metamorfose ao
entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa para fora seu lado
secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da baleia o herói
encontra a concentração e a renovação da vida.
Não
pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao
ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada
teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá
para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.
- O caminho obtuso
Este caminho
cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e com este evento ele deve
sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por
conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia
encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem sobre-humana.
Em
seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade,
percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde depara-se com
ossos de outros que sucumbiram a aventura e acaba encontrando uma abertura na
terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem
diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do
Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a
habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas
oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
O
herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade
comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a
realidade.
O
segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos
são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas
transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou
transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os
perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar
sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito
efetiva, são eles revivificados em nosso sonhos.
A
terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de
vitórias preliminares ou êxtase.
- O encontro com a deusa
A aventura do
herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A
Mãe Universal imputa ao cosmo a
presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já
que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com
relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também
numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem
arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza
do mundo visível.
A
mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O
herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta
iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela
jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue
compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o prendem.
Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A mulher
pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância a banalidade
e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder
considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentiliza e
segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo
criado.
O
encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a
própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
- A mulher como tentação
Agora com o
casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do pai, ele e seu pai são um
só.
As
guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do
psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada
após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os
primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de
horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A
dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas
concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos
esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da
célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de
nós, pertencem desagradavelmente a outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando
percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de
frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande
símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do
herói em sua aventura.
- A relação com o pai
A pura Vontade
de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a misericórdia
divina, a poderosa força do Espírito de
Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é
protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de
Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais
dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a
flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
É
a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela
magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se
então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e são essencialmente a mesma
coisa.
A
iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e
prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional
com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e
representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai
agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de
porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma
experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em
paz no entendimento da revelação do ser.
O
problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num
grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas
tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O
herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio,
ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e
compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para
o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da
provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas,
gemidos e dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da
Presença.
- A apoteose
No momento em
que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional, do mundo, dos arquétipos,
compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz
e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em
demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um
símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles
que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.
- A última graça
O sofrimento
agonizante da ultrapassagem dos limites
pessoais é a agonia do
crescimento pessoal. A arte, a
literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos
destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a
alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar
limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele
convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a
esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as
experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção
do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são
crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério
inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.
- A difícil volta
Ao fim da busca
do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando com seu troféu
transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e
transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou
feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da
comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
- A magia nas decisões
Se o herói em
seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração da sociedade sua
aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural,
contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado
dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não
aceitação e fuga é encarada através da magia.
- O resgate sobrenatural
O herói pode ser
resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que vai ao seu encontro para
recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará
para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a
aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno
que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda
externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que
penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se
completos mas que na realidade não passam de frações.
- Os limites da volta
Os mundos,
divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As aventuras do herói se
passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa
sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma
do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os
dragões em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência
enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser
eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as
pessoas comuns.
- Agora são dois mundos
A liberdade de
ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente apresentam numa
única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a
ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por
vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras
vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras
insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
O campo de
batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra. Somos passageiros dos
fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o
patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.
A descobertas da
vida, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita associadas à liberdade constróem a
memória que é adaptação comportamental como consolo e o luta ou trabalho, que começam quando há luta, fracasso, vitória
e/ou morte, geram através das batalhas desde as sociedades primatas esses
sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com os hominídeos e existe
até hoje com os seres humanos que se especificam pela condição de família e de
eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos. Existem chimpanzés que
apresentam dados que correspondem aos comportamentos de luta, consolo,
fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e talvez, acredito que
sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o enfrentamento físico, o
consolo seria o abraço, a vitória o mando, a morte o desfalecimento e o luto o
ritual (individual ou grupal), o discurso e a linguagem (comportamento verbal)
de despedida. Entre o ritual, o discurso e a linguagem existe o conhecimento
próprio do ser humano, codificado e decodificado por ele mesmo. O consolo e a luta ou trabalho. O ser humano adulto faz descobertas e é adaptado
e tende a ser livre porém preso a sociedade, é inteligente e é essa inteligência
adaptada ou somente adaptação que gera e mantêm a vida e a luta e o trabalho, a
família, os grupos sociais, o caos, a ordem, o progresso, a civilização e a
humanidade, a fraternidade e a irmandade, e até mesmo o puritanismo, fruto da
indecência e que dela também depende para que o ser humano no outro se perpetre
e a vida tenha um significado, um sentido e um conceito de amor a Deus e de
ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o repouso geram contentamento e o
bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos do sofrimento quanto a paz
vinda do contentamento dependem sempre da Educação, mesmo que não haja saúde, a
Educação resolve o problema com respostas claras e insights que permitam
reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e global. As descobertas levam
a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao repouso, geram a
transcendência diante da miséria, através da caridade e do trabalho e da
diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e afetivos ou
sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como a sexual e
a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante de uma vida
Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso planeta e da
vida neste planeta.
As descobertas
da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita na Trajetória dos Heróis mantêm a liberdade
que gera adaptação e violência na maior parte das vezes, pois há lugar para ela
em nosso meio consentido e que assim a aceita como felicidade e amor, família e
Estado que a ampara e protege por obrigação da e à indecência política e
sexual. Quem não é indecente não é gente e quem é gente não é indecente -
¨independência ou morte!¨ Ou somos inteligentes ou somos invariavelmente
inteligentes – todos somos inteligentes, a relatividade está no modo de usá-la,
está na adaptação, na forma como nos adaptamos, comportamentalmente,
fisiologicamente e/ou morfologicamente.
As
descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita constroem a liberdade e constroem a inteligência e a
memória, constroem a luta ou o trabalho e o descanso e o repouso, a transcendência ou mesmo a adaptação durante
a Trajetória dos Heróis que está na inteligência genética transcendental; na
percepção e na totalidade; no comportamento e na sua relação com o meio
ambiente; na interioridade do ser humano; nos complexos, na libido, no processo
de individuação; na interação social; nas relações entre alunos, professores e
equipe-técnica; na auto-realização; na auto-atualização; no desenvolvimento
infantil e nos processos cognitivos; nos fenômenos que se apresentam a
percepção; no inconsciente e no comportamento; nas relações entre fisiologia e
comportamento; no desenvolvimento infantil; na motivação e na inferioridade;
nas relações que ocorrem nos grupos e organizações; nas relações trabalhistas;
nos movimentos e transformações biopsicosociofilosóficos; na arte descabida; na
cultura comportamental e na tecnologia; no antes, durante e depois da
existência e essência; na biologia psicológica antropológica; na origem da
Psicologia e Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por sua vez é
o das artes; nas realidades literal, residual, consciente, inconsciente,
simbólica, ideal e real; na vulnerabilidade genética que se dá pelo medo; no
desenvolvimento das regras: linguagem, brinquedo, sexualidade, social,
novidades, moral, psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências, desejo,
neurológicas, consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na
sensibilidade, sentir e decifrar sensações; na cultura que molda a
personalidade; na hipótese da telepatia e do sofrimento oriundo dela; na
análise tecnopsicológica ou instrumental tecnológico; no novo psico-residual;
nos estágios cognitivos mattanonianos; na noção de que você é você e o contexto
e não a biologia, a psicologia, a sociologia, a filosofia, ou a
espiritualidade; na negação e na afirmação de verdades; no multiculturalismo
que tudo desconstrói e constrói a todo momento de modo autoclítico; na
semelhante valorização das faces da moeda na dialética morfo-mattanoniana; na
passagem do ato contextualizando-o dramaticamente; no ecletismo social reunindo
diferentes teorias para o encontro social e a socialização; no estudo do que
for protestável; no formação de conhecedores e ¨xamãs¨ para a paz e a
Democracia, Justiça e sentimento de religiosidade; na função do pensamento que
é fazer existir e fazer não existir, etc., a indecência luta pela independência e pela
sua morte, produz sentimentos conflituosos e ambíguos, vive de máscaras e
papéis desempenhados e prescritos, é a sombra, é a miséria, é a falta, é a
marca, é a vida e sua organização que a quase todo momento se descortina como
indecente e não-reveladora, pois produz medo, vergonha, humilhação e violência
como o bullying – é o terror, primeiro, pelo não-terror, e depois pelo terror. As
descobertas da vida propiciam liberdade que
gera adaptação e produz tanto lutas e trabalho quanto paz, descanso e repouso
depende da Educação e do aprendizado, ou seja, das regras que aprendemos, da
liberdade, do que adquirimos na família, na escola, na Igreja, no trabalho, na
afetividade, nos nossos relacionamentos, etc., na nossa Trajetória e na
Trajetória dos Heróis, devemos sim, é estar adaptados e prontos para continuar
adaptados, senão nos desadaptamos e poderemos causar guerras, mortes e
violência moral, sexual, psíquica, física, social, econômica, trabalhista,
política ou até bullying e terror!
A Trajetória dos
Heróis começa na concepção e continua com a vida do Herói e vai até a liberdade
para se viver e ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a liberdade é fruto
das descobertas ou existe em função das descobertas da vida, inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita, a liberdade existe graças as lutas e ao trabalho que exigem
descanso e repouso, a liberdade atinge-nos como liberdade para escolhermos o
nosso trabalho, o trabalho é livre, trabalho não é só emprego, é uma coisa
indefinida, não pode ser definido ou totalmente controlado, é amigo da
dispersão e do sofrimento, este que nos definiu como corpo e mente,
comportamento, e modos de relação social, a indecência é o niilismo existencial
como as inteligências que compreendemos e lidamos uma(s) com a(s) outra(s) para
lidarmos com a indecência de nossas vidas pobres, podres, ricas, criminosas,
delinqüentes e ensimesmadas, para lidarmos com a indecência criamos compensações
e até supercompensações que dão ordem aos padrões atuais de vida, ou ao momento
sócio-histórico, ou até mesmo, contextual, porém a indecência não depende do
contexto mas pode ser dessensibilizada e reinterpretada de acordo com o modelo
de distanciamento compreensivo dela mesma em relação ao ser humano. A
indecência é indecente seja qual for o contexto? Não! De acordo com a
informação e não de acordo único com a sua auto-produção que agora deixa de ser
auto-reguladora instintivamente, nossos comportamentos permitem-nos
reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas vidas particulares e sociais com um
novo significado, sentido e conceito contextuais que se transformam, mas não
mais transformam o ser humano após a última transformação, a da
dessensibilização contextual, onde a indecência não incomoda e não transforma
mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à fome, ao abrigo, ao novo, ao
frio, ao calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e
da ansiedade, ao amor e a pertinência, a realização ou a individuação. O velho
xamã ainda existe e agora sua mensagem é contextual, o processo de individuação
leva a contextualização com significado e sentido únicos e individuais, e um
conceito partilhado coletivamente também contextualizado em cada momento
sócio-histórico que não dominam mais o ser humano e deixam de ter poder
literal, controlador ou de razões para isto ou aquilo – é o desenvolvimento da
indecência já que dependemos do sexo, e o sexo é indecente! A indecência também
atinge a luta e o trabalho, os ritos e a Trajetória da Vida e a Trajetória dos
Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio, o calor, a segurança, a proteção, a
liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, o amor e a pertinência, a
realização e a individuação são indecentes por terem um fundo de falta, desejo
e marca! Para vivermos em meio a estes eventos necessitamos de Heróis! Os
Heróis podem estar escondidos em nosso interior! Indecência ou morte
filogenética, ontogenética e cultural! Podemos ser mais inteligentes ou menos inteligentes
se também aprendermos os mecanismos de dessensibilização da inteligência mas
nunca faremos a dessensibilização da adaptação, ela jamais cessa, jamais se
esgota, jamais entra em extinção, como método de não-aprisonamento, de
liberdade, de descobertas, intelectual,
sexual, moral, mental, social, público, físico, etc., para a nossa libertação e
liberdade, já que não precisamos de exércitos mas sim de homens livres e
felizes libertados do aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra
e conflito – isto pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar
aprisionado e acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente!
Precisamos viver o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e
falecer, destruindo a própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a
concepção somos indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em
Evolução, o que somos hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não
somos hoje! Não conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a
Adaptação, não conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou
adaptativos por causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou
facilita, induz a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao
sofrimento e as doenças.
Segundo a
Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade
que é mobilidade, eu concordo com isto
pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio
diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver
problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem
ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é
liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim da habilidade e da mobilidade diante de
problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo
dia-a-dia, pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e
a adaptação é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e
socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre,
libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e
ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A transcendência
é pura liberdade, é pura adaptação, depende das descobertas da vida, inclusive
para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da
música propriamente dita, não depende da inteligência e nem da memória mas sim
da capacidade do organismo de se adaptar e processar informações a seu favor
maximizando sua existência e suas essências também a favor de sua espécie,
assim a transcendência depende da adaptação em primeiro lugar e para entende-la
temos a nosso favor como instrumento a linguagem e a inteligência, ela, a
transcendência, vem da miséria, da caridade e do trabalho do homem e só existe
pois podemos nomeá-la de ¨transcendência¨, fato que os outros seres vivos não
conseguem! A transcendência depende de ritos e de nossa vida e da Trajetória
dos Heróis! A transcendência vem do trabalho e da luta, do descanso e do
repouso que reabilitam o homem para uma nova jornada e carga de trabalho para a
produção de bens e de serviços e de economia que afeta também os processos da
globalização da economia, da tecnologia, da informação, por exemplo. Assim a transcendência vem de nossas misérias,
de nosso não entendimento e não assimilação de nossas descobertas, através da adaptação fisiológica, morfológica
e comportamental gerando caridade e trabalho como também economia, informação,
tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e guerras, devemos transcender
e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos educando as pessoas e os
povos de modo a combater o abuso, a exploração, a violência, os crimes e as
guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos transcender e a Educação tudo
resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva ao renascimento, seja ele
interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de re-encarnação, falamos de
Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da Eternidade, o Amor é Eterno e
possui vários deuses e uma Santíssima e Augustíssima Trindade, Santos,
Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor também pode ser eterno enquanto durar, ele pode ser
passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e Augustíssima Trindade
ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria e continuar eterno
propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos então da
liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos do mal e de nós mesmos,
de nosso interior de uns dos outros, de nossos conflitos e de nossos pecados,
do nosso sofrimento e de nossas doenças, de tudo que castra e tira-nos a
liberdade. Falamos da liberdade diante de nossas descobertas da vida e da
adaptação, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita – falamos da Trajetória dos Heróis.
De acordo com os
princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles: atenção,
discriminação, controle instrucional e ordem, posso teorizar que através das
Teorias de Distanciamento Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para
o descanso e repouso ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas
descobertas e diante de nossas escolhas e procedimentos, inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita, lidando com ritos e a Trajetória dos Heróis e a própria vida
e o contexto diante das regras oriundas da literalidade, das razões e do
controle, acrescento que as regras que são contingências do tipo ¨se isto...,
então aquilo...¨, podem interferir de acordo com novas regras contextuais e
autoclíticas que levem o comportamento verbal do falante a reflexão e
reorganização ou reordenação do tipo: o que era discriminação eu posso ter
agora consciência que aprendi com meus repertórios básicos do comportamento que
é imitação, ou o que era imitação é atenção, ou o que era controle instrucional
é ordem e atenção, ou o que é atenção é atenção e discriminação, etc.,
invariavelmente gerando liberdade diante do contexto, das regras contextuais
deixando de se apegar a literalidade, as razões e ao controle, mas sim ao
contexto propiciando liberdade, insight e saúde psicológica, bem-estar através
das regras agora, também, autoclíticas! O comportamento verbal do falante
levado a reflexão e reorganização ou reordenação com novas regras contextuais e
autoclíticas deve-se funcionalmente ao Episódio Verbal Incompleto e ao Episódio
Verbal Completo Mattanonianos. No Episódio Verbal Incompleto atribuiremos novos
significados, novos sentidos e novos conceitos invariavelmente as palavras; e
no Episódio Verbal Completo poderão emergir respostas novas em meio as
conceituais e invariáveis e jamais invertidas, trocadas e/ou aglutinadas nos
jogos de linguagens, por exemplo, assim conhecidas literalmente quanto a seu
significado, sentido e conceito neste Episódio Verbal Completo, havendo mútuo
entendimento na comunicação entre emissor e decodificador, o que não ocorre no
caso do Episódio Verbal Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como
Inteligência Artificial ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto
as nossas descobertas da vida e a liberdade: as nossas descobertas da vida e a
liberdade creio estar associada ao poder da Educação que dissolve a ignorância
e o não saber que os detêm aprisionando-nos no passado infantil e desconhecido
sem marcharmos para o futuro e para o avanço e progresso da humanidade e das
ciências, aqui está a liberdade, neste contexto ou no contexto
sócio-educacional em que estamos inseridos atualmente e onde desenvolvemos
nossos trabalhos como os científicos, a ciência pode gerar liberdade através do
conhecimento e de seus trabalhos humanitários e progressistas – O Episódio Verbal
Completo é exemplo de uma sociedade mais avançada, mais educada, mais técnica e
culta – o que gera bem-estar e assertividade? O Episódio Verbal Completo ou o
Episódio Verbal Incompleto? A Adaptação depende de qual Episódio Verbal para
ser obtida com sucesso? Seja a Adaptação fisiológica, morfológica e/ou
comportamental? Qual Episódio Verbal, Completo ou Incompleto assegura uma boa
Adaptação e assim a perpetuação de nossa espécie? Qual Episódio Verbal é mais
importante para assegurar a boa filogênese, a boa ontogênese e a boa cultura?
Qual assegura verdadeiramente e seguramente a vida? O Episódio Verbal
Incompleto ou o Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade? No contexto
sócio-educativo e no trabalho das ciências, por exemplo, também há liberdade por
meio das artes e das religiões, da espiritualidade, no descanso e no repouso,
na luta e no trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos Heróis. A
liberdade depende de nossas descobertas e de todos estes fatores para ser criada, mantida,
usufruída, modificada, transformada e mortificada, senão sê-la renascida num
processo cíclico mítico-ritual primitivo, espiritual, epistemológico, artístico, científico, humano
contemporâneo pois somos humanos devido a liberdade! Somos filogeneticamente descobridores
e livres! Somos ontogeneticamente descobridores e livres! E somos culturalmente descobridores e
livres! Nossa origem e nossa natureza são de descobridores e livres e rumam
para a contínua marcha de descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda
não estamos preparados o suficientemente o bastante para sermos livres e
lidarmos com toda essa liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma
nossa natureza de descobridores pois somos inventivos e destrutivos e
auto-destrutivos, por isso nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso
nos destruímos e destruímos aos outros! Devemos buscar novas descobertas em
nossas vidas e das vidas e melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem
nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e devemos melhorar nossa conduta de liberdade
pública sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e sem nos
prejudicarmos também naturalisticamente, ecologicamente e biologicamente! Não
precisamos de homens presos e de exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou
de grades para nossos antepassados, precisamos de homens livres! Precisamos de uma
Humanidade Santa! Deus nos deu a liberdade! E agora sabemos disto! Podemos
tê-la, depende de nós! Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir
e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos
positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação
morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos
antepassados, frutos de nossos ritos como os de iniciação e de passagem, frutos
da Trajetória da vida e da Trajetória dos Heróis..
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Amanhã
seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós – já
somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus
pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive para a criação da
música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente
dita! Devido a como evolui e é meu corpo e meu cérebro!
Toda a riqueza
de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e repouso, férias, recompensas
pelo trabalho e pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos, profissões e
aprendizes, ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive para a criação
da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita depende de nossa história filogenética, ontogenética e
cultural, espiritual, da vida e do universo, depende da Evolução de nossa
espécie, de cada indivíduo e da sociedade, do espírito, da vida e do cosmos, Evoluir
é se deixar aprender e viver!
Evoluir é
experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente, inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita!
(Osny Mattanó Júnior – 24/06/2016).
- Psicanálise Lacan-Mattanoniana da Música Mitológica
O que é Música:
Música é a combinação de ritmo,
harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização
temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de
coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos,
podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação artística
e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo
usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu através dos
séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a
música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou
folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de subgêneros e
estilos.
Música erudita ou clássica
Música erudita ou clássica é uma
música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma música culta,
caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem na necessidade
de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios religiosos.
A música erudita ou clássica é
caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de forma
instrumental, que chegou ao ápice com os
grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e Beethoven.
A expressão "música
clássica" passou a ser usada para representar a evolução musical no século
XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra dramática em que o
teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um gênero teatral
dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto, no qual se
sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais que vão do
mais agudo até os mais graves.
A ópera é encenada com os elementos
do teatro, como enredo, coreografia e vestuário característico, em conjunto com
a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural de opus, que no latim
significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e geralmente é apresentada em
latim ou italiano.
Música popular
Música popular é aquela que tem uma
letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com refrões fáceis de
memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da música popular,
seguido da música romântica.
A música popular brasileira recebeu
influência de diversas escolas, entre elas a de João Gilberto, com a precisão
técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis Regina, com interpretação
sentimental, em que a emoção importa mais do que a técnica. Michael Jackson e
Madona serviram de parâmetro para o pop americano e para um grande número de
seguidores.
A música popular cantada por
grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes, se enraizou
na cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos mais bem
sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música tradicional
Música tradicional ou folclórica é
aquela que simboliza as tradições e costumes de um povo, e são passadas de
geração a geração, como parte dos valores e da identidade de um povo. A música
tradicional representa as crenças e as tradições de uma determinada região.
Grande parte da música folclórica
possui letra de fácil memorização e está ligada às festividades, envolvendo
danças típicas de uma determinada cultura.
A música tradicional ou folclórica,
está intimamente ligada à música popular. O fado, o tango, o samba, o frevo, o
forró, a música de viola, a música sertaneja, o maracatu, o reggae, o blues,
entre outras, se perpetuaram e muitas delas exercem grande influência na música
moderna.
A anti-música
Caracteriza-se pelo Episódio
Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro temos ciência
do significado, sentido e conceito das letras das canções e no segundo não
compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras das canções;
no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso passa a ser
indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota para nota de
acordo com o desejo do artista.
A Música é melodia, ritmo e
harmonia.
A Anti-música é anti-melodia,
anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia são os sons formando
o caos musical.
O Anti-ritmo são os sons regulados
pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são os vários sons
ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical Incompleto e do
Anti-música
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 24 de junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a descoberta de Osny
Mattanó Júnior).






Jacques-Marie Émile Lacan (Paris,
13 de abril de 1901 — Paris, 9 de setembro de 1981) foi um psicanalista
francês.
Formado em Medicina, passou da
neurologia à psiquiatria, tendo sido aluno de Gatian de Clérambault. Teve
contato com a psicanálise através do surrealismo e a partir de 1951, afirmando
que os pós-freudianos haviam se desviado, propõe um retorno a Freud. Para isso,
utiliza-se da linguística de Saussure (e posteriormente de Jakobson e
Benveniste) e da antropologia estrutural de Lévi-Strauss, tornando-se
importante figura do Estruturalismo. Posteriormente encaminha-se para a Lógica
e para a Topologia. Seu ensino é primordialmente oral, dando-se através de
seminários e conferências. Em 1966 foi publicada uma coletânea de 34 artigos e
conferências, os Écrits (Escritos). A partir de 1973 inicia-se a publicação de
seus 26 seminários, sob o título Le Séminaire (O Seminário), sob a direção de
seu genro, Jacques-Alain Miller.
Sua primeira intervenção na
psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de
alienação, sede do narcisismo. É o momento do Estádio do Espelho. O Eu é
situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor e ódio. É
o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do
Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito,
pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do
Inconsciente que deveríamos situar a ação da psicanálise.
Esse registro é o do Simbólico, é o
campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss afirmava que "os
símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e
determina o significado" , no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a
autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito,
que só se constitui através deste - "o inconsciente é o discurso do
Outro", "o desejo é o desejo do Outro".
O campo de ação da psicanálise
situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos
falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de sonhos, enfim, naqueles
fenômenos que Lacan nomeia como "formações do inconsciente". A isto
se refere o aforismo lacaniano "o inconsciente é estruturado como uma linguagem".
O Simbólico é o registro em que se
marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de
Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan, "a lei e o desejo
recalcado são uma só e a mesma coisa". Lacan pensa a lei a partir de Lévi-Strauss,
ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do maior dos
bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada na
interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo enquanto
metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o Nome-do-Pai
e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas.
É na década de 1970 que Lacan dará
cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em sua tópica de três registros,
Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe aquilo que resiste a
simbolização, "o real é o impossível", "não cessa de não se
inscrever". Seu pensamento sobre o Real deriva primeiramente de três
fontes: a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia, de Bataille, e dos
conceitos de realidade psíquica e de pulsão, de Freud. O Real toca naquilo que
no sujeito é o "improdutivo", resto inassimilável, sua "parte
maldita", o gozo, já que é "aquilo que não serve para nada". Na
tentativa de fazer a psicanálise operar com este registro, Lacan envereda pela
Topologia, pelo Nó Borromeano, revalorizando a escrita, constrói uma Lógica da
Sexuação ("não há relação sexual", "A Mulher não existe").
Se grande parte de sua obra foi marcada pelo signo de um retorno a Freud, Lacan
considera o Real, junto com o Objeto a ("objeto ausente"), suas
criações.
No Brasil, um dos principais
pioneiros da psicanálise lacaniana é MD Magno, fundador do Colégio Freudiano do
Rio de Janeiro, em 1975, bem como Célio Garcia, um dos primeiros a introduzir o
pensamento de Lacan na Universidade, em Minas Gerais. O trabalho de Lacan
exerce forte influência nos rumos do tratamento psíquico, inclusive na
definição de políticas de saúde mental, especialmente no Brasil.
Ao lidar com um parceiro substituto
do objeto paterno, trata-se, para ele, como frequentemente aparece nas
fantasias e sonhos dos homossexuais, de desarmá-lo, de humilhá-lo. Por outro
lado, a exigência de encontrar no parceiro o órgão peniano, corresponde à
posição primitiva ocupada pela mãe, que dita a lei ao pai. O homossexual
desafia seu parceiro para saber se o pai tem ou não tem. Na medida em que o pai
se mostra verdadeiramente apaixonado pela mãe, ele fica sob a suspeita de não
ter.
Enfim, o medo pavoroso de ver o
órgão da mulher deve ser entendido, segundo Lacan, para além da idéia de
castração que ele sugere. O que os paraliza diante do órgão da mulher é
precisamente a suposição de que ele ingeriu o falo do pai. O que é temido na
penetração é justamente o encontro com esse falo paterno. Para além do perigo
da vagina dentada, que também existe, trata-se da vagina temida por conter o
falo hostil, absorvido pela mãe, cuja potência ela detém no órgão feminino.
Trata-se pois de uma situação
estável, não dual, cheia de segurança, a três. É por considerá-la uma relação
dual que, segundo Lacan, os analistas não chegam a elucidá-la. Mesmo havendo as
mais estreitas relações com a mãe, a situação só tem importância pela relação
com o pai. O que deveria ser a mensagem da lei é justamente o contrário, e
mostra estar nas mãos da mãe. A mãe detém a chave, porém de um modo muito mais
complexo do que a noção da mãe provida de um falo. Se o homossexual se
identifica com ela não é por ela ter ou não ter o falo, mas por deter as chaves
da situação que prevalece na saída do Édipo, onde se julga quem detém o poder
do amor, diz Lacan.
A homossexualidade masculina é
então um disfuncionamento do segundo tempo do Édipo, que é essencialmente a
inversão da metáfora paterna: é a mãe que dita a lei ao pai. O pai como
privador da mãe fracassa. O que tem como resultado: "é a mamãe que o
tem" (recusa da castração).
Esses
sonhos e fantasias homossexuais de desarmá-lo e de humilhá-lo e a exigência de
encontrar o órgão peniano faz do futebol um meio propício ao homossexualismo
segundo esta teoria lacaniana.
Já
segundo Mattanó, o futebol vai mais além e é construído pelas Inteligências
Emocional, Psicomotora, Interpessoal, Intrapessoal, Naturalística, Lingüística,
Corporal e Territorial de modo que o homossexualismo torna-se apenas efeito da
Evolução da Estruturação do Inconsciente como uma linguagem. O Futebol deve-se
as Inteligências e ao Inconsciente e o homossexualismo deve-se a linguagem que
estrutura o Inconsciente.
O Futebol é um esporte coletivo.
Este esporte exige esforço físico, afetivo e mental. Seus participantes,
equipe-técnica e jogadores, devem se adequar as suas regras padronizadas
universalmente para o sucesso de suas tarefas. Seus objetivos são marcar gols
ou ganhar pontos na tabela de pontuação dos Campeonatos ou se manter líder ou
classificado e avançar as fases até a grande final e decisão do título. Podemos
ver o Futebol como o esporte onde há grande esforço físico e mental, depois
afetivo, a afetividade é sentida em casos de Campeonatos Internacionais e ou
Grandes Decisões. A afetividade também é explorada no início e no fim da
carreira dos atletas, é como se isso também fossem ¨grandes decisões¨ que vão
marcar as suas vidas e histórias e de suas famílias, seus povos e nações. O
esforço físico é a exigência para ser atleta, correr, saltar, disputar um lance
ou jogada, cobrar um falta, etc.. E o esforço mental é aquele que recai sobre a
vida e a saúde-mental do atleta sobretudo nas Grandes Decisões e nas outras
¨grandes decisões¨ da vida inclusive o casamento e a família, o prazer e o sofrimento
oriundo do seu trabalho e esforço.
O
Futebol pode ser visto como um Campo Espiritual onde o Campo é um parte da
Terra e os jogadores são os escolhidos para uma missão, no campo os jogadores
dispõem-se organizadamente para defenderem suas metas e alcançarem seus
objetivos, vencer a partida! O Técnico é o líder ¨espiritual¨ e os atletas seus
seguidores, o goleiro é o homem da porta do Céu e dos Infernos, os zagueiros
são os Anjos Guardiões ou a base da sociedade espiritual cristã, o meio-campo
são os Anjos Mensageiros ou aqueles que fazem a ligação entre os dois extremos
do campo, e os atacantes são os Anjos Vingadores ou aqueles que empenham
Espadas para derrotar o homem da porta do Céu e dos Infernos, o goleiro! Quando
enfrentamos zagueiros enfrentamos Anjos Guardiões ou mesmo Grandes Montanhas e
quando atacamos sem que haja zagueiros pela frente enfrentamos Grandes
Desertos, devemos aprender a enfrentar Montanhas e Desertos, Obstáculos e
Facilidades, ambos os casos são problemáticos e exigem esforço e trabalho,
consciência, precisamos de um líder ¨espiritual¨, mas precisamos muito mais do
que isto, precisamos de Deus. Pois precisamos todos nos defendermos desde o
início da prática dos esportes, e em particular, do Futebol. Como as crianças
se defendem?
No Futebol podemos deslumbrar um
Campo de Força donde cada atleta representa um Vetor que se movimenta e que
movimenta o jogo e os outros atletas comunitariamente para vencer, perder ou
empatar a Partida e o Campeonato em disputa. Esse Vetor é Individual através da
Força e Movimento de cada atleta e Coletivo através da Gestalt ou
Forma/Configuração que se forma e se orientam os atletas de cada equipe. São os
Vetores Individual e Coletivo em grande parte os responsáveis pelo sucesso ou
pelo fracasso de cada equipe, pois eles determinam o Movimento físico e da
psique ou da consciência e da socialização inclusive da filosofia e
espiritualidade, vida e universo a quem pertencem cada atleta e cada equipe.
Com o Movimento nota-se que melhor é o atleta que tem melhor Movimento físico,
psíquico, social, filosófico, espiritual, da vida e do universo pois é mais
Inteligente e age psicomotoramente e pensa mais rápido e com mais eficiência e
precisão. Futebol depende do Movimento do atleta e do jogo e da bola, depende do
Vetor Individual e Coletivo e de sua Força e da Capacidade de cada atleta e de
cada equipe de lidar com o Vetor Individual e Coletivo de sua equipe e da
equipe adversária.
Como se defendem as crianças
desde a vida intra-uterina? Como se
desenvolvem essas defesas? Como pode ser essa defesa? Porque as crianças se
defendem assim e não de outros modos e maneiras? Afinal, como é isso? As
crianças crescem e aprendem a se defender desde a vida intra-uterina até a
adolescência através da ingenuidade. A ingenuidade pode se desenvolver através
de 5 Fases, elas:
1ª)
Biológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
orgânicos, das respostas sensório-motoras, da imunidade, dos sinais vitais;
2ª)
Psicológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
psíquicos, através da passividade e da atividade, da consciência e do
inconsciente, da inteligência intrapessoal;
3ª)
Sociológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
sociais, das formas de domínio e poder entre os indivíduos e grupos sociais;
4ª)
Filosófica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos de
querer se conhecer e a sua origem, quando ainda não teve formação Espiritual
como o Catecismo;
5ª)
Espiritual: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
espirituais, quando já há uma formação da Espiritualidade como o Catecismo.
Mas
o que é a ingenuidade? A ingenuidade é estar desligado, ou não conseguir
captar, assimilar e acomodar determinadas informações, seja reprimindo, se
distanciando, fugindo, se esquivando, ou simplesmente não conseguindo compreender parcialmente ou
coisa alguma, não conseguindo vencer ou efetuar determinados processos
biológicos (como em casos de vírus), psicológicos (como no caso do medo e do
ódio), sociológicos (como em caso de problemas sociais como guerras e
revoltas), filosóficos (como em caso de filosofias destrutivas e proibidas), e
espirituais (como no caso de seitas que levam a morte ou degradação dos valores
sociais, familiares e da vida e paz).
A
ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, atravessa ou afeta os
fenômenos da alfabetização através da Ingenuidade Biológica, Psicológica,
Sociológica, Filosófica e Espiritual, a alfabetização consiste no aprendizado
do alfabeto e de seus modos de
utilização como código de comunicação, inclusive para a criação da
música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente
dita. A alfabetização é definida como um processo no qual o indivíduo constrói
a gramática e em suas variações. Esse processo não se resume apenas na
aquisição dessas habilidades mecânicas (codificação e decodificação) do acto de
ler, mas na capacidade de interpretar, compreender, criticar, resignificar e
produzir conhecimento. Todas essas habilidades citadas anteriormente só serão
materializadas se os alunos tiverem acesso a todos os tipos de portadores de
textos. O aluno precisa encontrar os usos sociais da leitura e da escrita. A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e
seus processos,cerca também o desenvolvimento de novas formas de compreensão e
uso da linguagem de uma maneira geral.
A alfabetização e a prática dos
esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, de uma pessoa promove sua
socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas
simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades
oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do
exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um
todo, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita.
A incapacidade de ler e escrever é
denominada analfabetismo, enquanto que a incapacidade de interpretar textos
simples é chamada analfabetismo funcional ou semianalfabetismo.
A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, os seus processos são
afetados pelos processos da Ingenuidade
Biológica, Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual que ajudam a
construir e a elaborar a adaptação e a memória do ser humano, inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita.
A
ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, marca a adaptação através das
marcas durante a psicossexualidade, inclusive para a criação da música e da
anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente dita.
A adaptação e a memória que se faz
pela adaptação e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os
Vetores Educam, seus processos, na
infância e no Desenvolvimento da Ingenuidade Biológica, Psicológica,
Sociológica, Filosófica e Espiritual marcam a alfabetização e seus processos, a
adaptação biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual,
inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro
estágio da música propriamente dita, e
assim sugere a transcendência pela Psicanálise que não está vinculada ao
id que é o componente arcaico e inconsciente
do nosso sistema de energias mentais que dá forma aos nossos
comportamentos, apenas em casos de psicose. Do id emanam os impulsos cegamente
devotados à gratificação direta ou indireta, mas o mais bastante possível e
imediato do instinto sexual (libido), vinculado estreitamente às necessidades
primárias da pessoa como a fome, a sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro
inconsciente e a parte mais profunda da mente. Ele ignora o mundo exterior, seu
objeto único de interesses é o corpo, sendo dominado pelo princípio do prazer,
o instinto de vida e de auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer
se dá de forma direta (beber água, por exemplo), ou indireta como a
alucinatória (através de fantasias), falo de uma transcendência de forma direta
e outra alucinatória. A fantasia não se distingue da realidade, portanto, a
satisfação do prazer pode ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou
indiretamente, entendo adaptação às necessidades primárias da pessoa quando
crianças antes da castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser
direta ou indireta, a adaptação e a transcendência dependem dos fenômenos
biológicos, psicológicos, socilógicos, filosóficos e espirituais. Com o desenvolvimento do ego, o indivíduo
acaba se tornando consciente das exigências da realidade (princípio de
realidade); e quando se estabelece o superego,
a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter consciência das
satisfações ideais. Mas há Eros, a pulsão total de vida (auto-conservação), e
Tanatos, a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e
Tanatos e o id, o ego e o superego em nossas relações inconscientes e
conscientes conosco e com os outros objetos de desejo e satisfação através da
marca e de como isso fica arranjado, organizado na vida mental, na unidade
mental e comportamental da pessoa, isto é o que prevalece para cada sujeito, nestes
casos a transcendência é consciente.
A adaptação é a linguagem do
inconsciente e que dá forma ao inconsciente e aos anseios instintivos da
libido. Assim surgem grandes e pequenos monstros que aprendemos a domar durante
o desenvolvimento psicossexual da libido da pessoa. Esta adaptação evoca a
transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros
monstros grandes ou pequenos que dependem da infância e a prática dos esportes
e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e
sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor
Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol
e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do
homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, e do Desenvolvimento da
Ingenuidade e da alfabetização e de seus processos, inclusive para a criação da
música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente
dita.
A
adaptação faz o neurótico, o psicótico, o boderline, o psicopata. Ela faz parte
do desenvolvimento da personalidade oral: característica prepotente,
dominadora, voraz, cobiça, inveja e otimismo; da personalidade anal:
característica de vaidade, desconfiança, ambição, generosidade sem amor
(ligadas à evacuação), meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação,
avareza (ligadas à retenção das fezes); da personalidade fálica: característica
de ostentação, prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas,
necessidade de afiliação, narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições
esportivas, concursos de beleza, etc.); período de latência: característica de
declínio e extinção do complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o
intervalo entre o estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal
adulta; e da personalidade genital: característica de potência fisiológica e
capacidade de amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável.
A
cada estágio psicossexual lidamos com a adaptação, com a infância, com a
linguagem e talvez muito com a alfabetização e a prática dos esportes e do
Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, e o Desenvolvimento da
Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual,
inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro
estágio da música propriamente dita, e assim com a memória e a transcendência que se caracteriza pela pulsão
de morte ou de autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor, a
Eros, a pulsão de vida. Esta é à base da organização da personalidade e da
humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência ligadas a vida e a
morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos evolutivos e
selecionados naturalmente.
Já
o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a
adaptação e com sua infância, suas memórias e marcas, com sua alfabetização e a
prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e seus processos, e
seu Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica,
filosófica e espiritual, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita, não consegue
transcender, tornando-se desadaptado e assim pode se tornar um viciado,
violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou ensimesmado e possuir ainda as
outras características de sua personalidade lidando com monstros que surgem com
a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas do
id.
Abordarei os aspectos psicanalíticos
ligados aos nossos Monstros através da explicação da fantasia que é uma
formação de imagens mentais de cenas e de seqüências de cenas ou experiências
que não existiram no mundo real ou que
se passaram de modo diverso do fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem
tais pressupostos, conforme Álvaro Cabral e Eva Nick:
1. ¨As fantasias são o conteúdo
primário dos processos mentais inconscientes e representam anseios instintivos
em relações objetais;
2. São representantes psíquicos dos
instintos da libido e, no início do desenvolvimento da criança, passam a ser
elaboradas como defesas, realizações de desejos e conteúdos de ansiedade;
3. O conceito, postulado por
Freud, de ¨realização alucinatória de
desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a ¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem
a base da vida da fantasia;
4. Através da experiência externa,
as fantasias tornam-se suscetíveis de expressão, mas não dependem dessa
experiência para existir, nem das palavras, embora possam exprimir-se por
palavras, em certas condições;
5. As fantasias primitivas são
experimentadas através das sensações; mais tarde, assumem forma de imagens
plásticas e representação dramáticas;
6. Têm efeitos psíquicos e
corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no caráter e personalidade,
nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7. As fantasias inconscientes
constituem o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego. (apud
Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim nossos Monstros constituídos
através das fantasias representam anseios instintivos da libido em nossas
relações objetais, no início da vida é uma defesa, realizações de desejos e
conteúdos de ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma
representação primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem
realizadas através da experiência externa, mas podem serem realizadas através
das palavras, porém para existir não dependem da realidade externa e das
palavras, primeiramente são sensações e depois assumem formas e representações
dramáticas, produzem efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre
os instintos e os mecanismos do ego. Nossos Monstros são um mergulho profundo
em formas e representações dramáticas das profundezas da nossa vida mental
instintiva que visa nos defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador
das energias mentais do id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo
sobre a realidade externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados
dolorosos, ansiedades e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros
instintivos durante nossa vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros.
Monstros e fantasias se
relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo e a realização
de desejos instintivos. Referem-se a estados da infância como na alfabetização
e seus processos e ao Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica,
sociológica, filosófica e espiritual.
Monstros surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias
ou instintivas como a fome, a sede, o ar, a atividade, o sexo, os cuidados
maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a dor, o calor e o frio, a
segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem grandes e pequenos
Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas invencíveis e guerras,
horrores e holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e
privilégios assegurados pela organização humana.
O sofrimento causa-nos sentimentos
de perda e de reparação levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição
e/ou a auto-destruição como nas guerras e nas violências, a paz é a
reorganização social humana desse processo de sofrimento unicamente humano e
afetivo, pois o homem é um animal emocional, as guerras e violências só existem
por causa das nossas emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o animal
mais evoluído na escola filogenética por isso temos mais afetos e devemos
aprender a lidar com eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade e
esperança num futuro melhor que pode e é construído diariamente,
momento-a-momento com a Educação.
Deste
modo a adaptação a psicossexualidade e a
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, ao Desenvolvimento da
Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual,
inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro
estágio da música propriamente dita leva a transcendência oriunda dos modos de
miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a atividades de
abuso, força, violência e exploração, senão outrora também, guerras, conflitos,
holocaustos, catástrofes, crimes, horrores contra a humanidade, propagação de
doenças biológicas e ecológicas, psicológicas, físicas, químicas, sociais,
filosóficas e/ou espirituais de modo a impelir o ser humano as atividades
Educativas e de Fraternidade em busca de Amor e de Justiça para que haja um
sentimento de renascimento e a vida prossiga seu rumo evolutivo naturalmente e
socialmente.
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo!
A
psicossexualidade está em desenvolvimento até a fase genital e o
desenvolvimento das sublimações, porém o Desenvolvimento da Ingenuidade começa
na vida intra-uterina e continua por toda a vida, ela e a Ingenuidade em
desenvolvimento, biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual,
inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro
estágio da música propriamente dita, desde a Concepção e o Herói até a Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver onde a Ingenuidade assume outra representação oriunda do
desenvolvimento das sublimações após a fase genital, assim o Desenvolvimento da
Ingenuidade não para e está em constante movimento.
A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive para a criação da
música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente
dita devem alcançar a liberdade. Somente através da Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis é que alcançaremos a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a
Viver em nossos processos da alfabetização livrando-nos do poder do id e do
superego que ampliam e trazem sofrimento as pessoas nos processos da linguagem
e da alfabetização, a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver envolve uma Educação
Bancária, Educação Libertadora,
Contextualização e um distanciamento compreensivo associado de um
Niilismo Educativo ou mesmo através da Educação por Episódio Verbal Incompleto
ou Educação por Episódio Verbal Completo ou mesmo uma Educação Plástica para a
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e
sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor
Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol
e de como reagirão os atletas durante o jogo, os Vetores Educam, seus processos de nossas pessoas, adultos,
jovens e crianças, ou seja, em qualquer momento da vida se já estivermos
desenvolvidos e crescidos, amadurecidos e mielinizados, preparados
organicamente para a educação, assim podemos ser alfabetizados e ter melhores
condições para alcançar a Liberdade ou a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a
Viver. Sobre o Campo de Força que paira
sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela
significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas
durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam e asseguram a Liberdade
para Se Viver e Ensinar a Viver, garantido assim as regras ou contingências do
jogo ou partida de futebol e o seu pleno acontecimento, preparação, início,
meio e fim, e os Direitos, Deveres, Obrigações e Privilégios do Público, da
Massa, da Multidão, Telespectadores, Ouvintes, da Opinião Pública, dos Atletas,
dos Árbitros e de toda a Equipe-técnica, e dos Comunicadores, Autoridades e
Policiais.
Lacan
deixou a análise Biológica para a análise da Linguagem e Mattanó passou para a
análise Universal, inclusive abordando a Telepatia como fenômeno da Evolução
Bio-Psico-Cultural, Espiritual, da Vida e do Universo, otimizando as contingências filogenéticas,
ontogenéticas, culturais, espirituais, da vida e do universo.
Sujeito
e Significante:
Temos, portanto, diante de nós os
termos sujeito e significante. Tratemos de definir cada um deles a fim de
posteriormente analisarmos a relação atávica que Lacan defende que exista entre
ambos.
Sujeito como lugar vazio
O conceito de sujeito, como
qualquer estudante de ciências humanas deveria saber, não é uma noção unívoca,
ou seja, comporta uma diversidade de interpretações e definições. No campo
filosófico, o termo sujeito é elevado ao estatuto de conceito a partir do
pensamento de René Descartes. Como foge aos nossos propósitos, analisar o
conceito de sujeito em Descartes em todas as suas particularidades, serei
bastante sucinto ao falar dele, mesmo correndo o risco de simplificá-lo
demasiadamente.
Assim, o sujeito cartesiano poderia
ser identificado ao eu, realidade supostamente irredutível, pois, segundo
Descartes, sua existência não poderia ser posta em dúvida, já que o próprio ato
de duvidar pressuporia um sujeito. No domínio da linguística, diz-se que
sujeito é o elemento de uma sentença que sofre a predicação. Em outras
palavras, o sujeito é aquilo ao qual atribuímos ou negamos determinadas
características.
Observe que tanto do ponto de vista
cartesiano quanto linguístico, o termo sujeito é um lugar vazio. Com efeito,
para Descartes, tudo o que se diz a respeito de alguém pode ser colocado em
dúvida pelo próprio sujeito. Qualquer atributo que sobre ele recaia não pode
lhe servir como representante último, pois o próprio sujeito possuiria a
capacidade de colocar o mérito do qualificativo em xeque e, se necessário,
descartá-lo. Nesse sentido, o sujeito constitui-se em um lugar a priori vazio. Ocorre
o mesmo com a noção linguística de sujeito: a palavra “Pedro” considerada
isoladamente não possui sentido algum. Só adquire significação quando
atribuímos a ela algum predicado, como na sentença “Pedro é um aluno.”.
Portanto, o sujeito “Pedro” considerado em si mesmo é um lugar inicialmente
vazio a ser preenchido com predicados.
Signo, significante, significado:
Ora, o que são predicados senão
palavras, significantes? A noção de significante utilizada por Lacan é
proveniente de Ferdinand de Saussure, um linguista que propôs uma visão
estruturalista da linguagem. Para Saussurre, a linguagem seria formada por
elementos chamados signos. Esses, por sua vez, seriam compostos de duas
dimensões, unidas arbitrariamente, ou seja, em função do acaso, a saber: o
significante e o significado. O significante seria a parcela material do signo
linguístico (o som da palavra, por exemplo). Já o significado seria o conceito,
o sentido, a ideia associada ao significante. A teoria da linguagem de Saussure
é estrutural porque pressupõe que o valor de um determinado signo não é dado a
priori, mas depende da relação com os demais signos do sistema linguístico.
Lacan, guiado pela experiência com
as formações do inconsciente (sonhos, lapsos, chistes, atos-falhos, etc.) reinventa
a proposta original de Saussure, argumentando que a linguagem seria constituída
essencialmente de significantes e não de signos e que o significado não teria –
ainda que arbitrariamente produzida – uma relação fixa com o significante. Para
Lacan, a experiência psicanalítica teria demonstrado que o significado é
extremamente volátil, evanescente, como um fluido que desliza ao longo da
cadeia de significantes. Nesse sentido, a noção de signo deveria ser
relativizada, já que uma relação mais ou menos fixa entre significante e
significado estaria restrita a um dado contexto. Por outro lado, na linguagem
como um todo, isto é, no lugar do Outro, só existiriam significantes. Aliás,
Lacan define o Outro precisamente como “tesouro dos significantes”.
Percebemos
que no lugar do Outro só existiriam significantes que são justamente o som da
palavra e o significado estaria associado ao som da palavra, seria o conceito
da palavra, o Outro seria o objeto. Assim um ¨resíduo auditivo¨ seria e teria o
poder de um significante que geraria um novo significado no lugar do objeto ou
do Outro, está explicada a Teoria da
Pulsão Auditiva de 1995 de Osny Mattanó Júnior.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 25 de junho de 2016.
2.
Psicologia Cognitiva Transcendental Social da Música
Mitológica
O que é Música:
Música é a combinação de ritmo,
harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização
temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de
coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos,
podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação artística
e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo
usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu através dos
séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a
música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou
folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de subgêneros e
estilos.
Música erudita ou clássica
Música erudita ou clássica é uma
música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma música culta,
caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem na necessidade
de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios religiosos.
A música erudita ou clássica é
caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de forma
instrumental, que chegou ao ápice com os
grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e Beethoven.
A expressão "música
clássica" passou a ser usada para representar a evolução musical no século
XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra dramática em que o
teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um gênero teatral
dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto, no qual se
sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais que vão do
mais agudo até os mais graves.
A ópera é encenada com os elementos
do teatro, como enredo, coreografia e vestuário característico, em conjunto com
a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural de opus, que no latim
significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e geralmente é apresentada em
latim ou italiano.
Música popular
Música popular é aquela que tem uma
letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com refrões fáceis de
memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da música popular,
seguido da música romântica.
A música popular brasileira recebeu
influência de diversas escolas, entre elas a de João Gilberto, com a precisão
técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis Regina, com interpretação
sentimental, em que a emoção importa mais do que a técnica. Michael Jackson e
Madona serviram de parâmetro para o pop americano e para um grande número de
seguidores.
A música popular cantada por
grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes, se enraizou
na cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos mais bem
sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música tradicional
Música tradicional ou folclórica é
aquela que simboliza as tradições e costumes de um povo, e são passadas de
geração a geração, como parte dos valores e da identidade de um povo. A música
tradicional representa as crenças e as tradições de uma determinada região.
Grande parte da música folclórica
possui letra de fácil memorização e está ligada às festividades, envolvendo
danças típicas de uma determinada cultura.
A música tradicional ou folclórica,
está intimamente ligada à música popular. O fado, o tango, o samba, o frevo, o
forró, a música de viola, a música sertaneja, o maracatu, o reggae, o blues,
entre outras, se perpetuaram e muitas delas exercem grande influência na música
moderna.
A anti-música
Caracteriza-se pelo Episódio
Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro temos ciência
do significado, sentido e conceito das letras das canções e no segundo não
compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras das canções;
no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso passa a ser
indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota para nota de
acordo com o desejo do artista.
A Música é melodia, ritmo e
harmonia.
A Anti-música é anti-melodia,
anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia são os sons formando
o caos musical.
O Anti-ritmo são os sons regulados
pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são os vários sons
ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical Incompleto e do
Anti-música
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 24 de junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a descoberta de Osny
Mattanó Júnior).






As descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da
anti-música,
certamente o primeiro estágio da
música propriamente dita ligadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços
geram economia e globalização em nossos tempos da economia, da tecnologia, da
informação, do consumo e do comércio e da liberdade mas também geram liberdade
e ritos de iniciação e de passagem e também a Trajetória dos Heróis por serem
dinâmicas e imprecisas, livres e multiformes formam a memória do ser humano que
por sua vez produz a transcendência que depende de nossos processos de
concepção, desenvolvimento, nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela,
a memória depende da adaptação que está ligada à inteligência genética
transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 16 inteligências, somados
aos estados de consciência, atividade, identidade, alienação, inconsciência,
linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento, amadurecimento,
externalização e internalização. A memória e a adaptação dependem do trabalho e
da economia, da globalização.
As
descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita associadas ao
trabalho e a produção de bens e de serviços geram economia e globalização porém
a liberdade faz fluir a adaptação e a memória que se transformam, se transmutam
em ritos de passagem e de iniciação e na Trajetória dos Heróis, assim em escândalo,
mediocridade, bandidagem, miséria e
pobreza, drogas, tráfico de pessoas e de sexo, prostituição,
alcoolismo, tabagismo, educação,
escravização e servidão, fome,
sede, falta de higiene, não ter
roupas, mortes e violências,
bullying, palavrão, monstros,
amor e ódio, doença,
deficiência, moral, destruição do outro, sabedoria e vida,
espécies e mundo natural,
processos corporais, gases, urina,
fezes, sexo e masturbação, etc., infernos, cavernas e
buracos profundos fazem ecoar vozes do imaginário perpetrado pela indecência,
inteligência, senão adaptação de nossos ancestrais e pelo que somos agora,
sentimentos e emoções , pensamentos e estados de consciência fomentados pela falta, pela marca e pelo
desejo, pelo poder, pela felicidade, está na religiosidade, no sentimento de
futuro e esperança num futuro melhor não indecente, os mundos natural,
artificial, biológico, psicológico, sociológico, filosófico e espiritual
carregam em si bases da indecência por isso lutamos e sofremos, ganhamos e
perdemos a todo instante, ganhamos e perdemos trabalhando e todo momento e a
toda momento acumulamos e gastamos nossas economias e produzimos bens e
serviços como a globalização.
Todo este
percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o
herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ser
livre é estar adaptado, é possuir um
processo de liberdade oriundo das descobertas que a vida proporciona e produz, é
estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da Vida e pela Trajetória
dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas adaptação, é
trabalhar, ter economia e globalização, ser adaptado com sucesso é passar pelas
9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 16 inteligências e transcender.
As
9 fases da vida inteligente são:
1.
(antes de nascer): inteligência dual sensório-motora
2.
(0 – 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3.
(2 – 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4.
(4 – 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5.
(7 – 11 anos): inteligência do período de latência
concreta
6.
(12 – 18 anos): inteligência genital formal
7.
(19 – 29 anos): inteligência do período de privacidade
8.
(30 – 59 anos): inteligência do período de
produtividade
9.
(60 anos em diante): inteligência da crise final
As 16
inteligências são:
1.
Espacial
2.
Territorial
3.
Corporal
4.
Lingüística
5.
Musical
6.
Matemática
7.
Interpessoal
8.
Intrapessoal
9.
Espiritual
10. Emocional
11. Naturalística
12. Psicomotora
13. Lúdica
14. Narcísica
15. Computacional
ou Artificial
16. Agrícola
ou Operacional
A inteligência
é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam que
Trajetória dos Heróis e da Vida,
dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem estar grupal, e em
parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo e marca, contudo
não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A inteligência como um
Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a economia e a
globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o florescer da falta,
do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que há de prender-se e
que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais, mas a base da
aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
Domar
as descobertas da vida, inclusive a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita é domar a liberdade,
pode ser domar a inteligência, é também dominar o trabalho, a economia e a
globalização, é domar a si mesmo e uma
seqüência de monstros até a crise final, Monstros que nos atingem também
através de ritos, de ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida
e dos Heróis. Para aqueles que defendem o aborto o filho no ventre é um
monstro, um monstro não domado e inteligente, repelente e que só trará
infelicidade, assim não estamos prontos para a educação através do Estado. O
respeito humano é uma incapacidade por causa da inteligência! Por causa da
inteligência temos descobertas na vida! Por causa da inteligência temos o
trabalho, a economia e a globalização,
mas podemos reinterpretar nossos conceitos tentando melhorá-los e
aprofundá-los.
Devemos
transformar o conceito inteligência em adaptação e aceitar as diferenças
individuais e grupais otimizando-as para as transformações sociais sem destruir
o passado e os nossos antepassados, ou seja, nossas memórias, nossa adaptação
sócio-histórica gravada em documentos e gravada em nossos cérebros e mentes
gerando conhecimento para a melhor e otimizada adaptação, sucesso para nossa
existência, se tivéssemos que considerar apenas a inteligência para o nosso
sucesso talvez fracassaríamos pois os inteligentes que não se adaptam morrem antes dos mais
adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro vem a adaptação as
descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois vem a inteligência ou
a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o espermatozóide se adapta
ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a fecundação e ela continua por
toda a vida até a morte. Esta inteligência também é livre pelo ¨crossing-over¨
e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem da liberdade ocorre em função
das descobertas da vida. As descobertas da vida muitas vezes nos aparecem em
ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Amar ou odiar a sua própria vida ou de
seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de
indivíduos a se perderem em seus mundos
obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento
pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser.
Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9
fases da vida inteligente e as 16 inteligências, mais estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização.
Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar
revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a
globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros são nossas regras que
produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas
descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de
Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e fantasias de
horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós conhecemos isto,
todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios as urgências da
vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois
somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não
existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos
nossos Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao
mesmo tempo que impede causa novas descobertas como as Biológicas e
Psicológicas.
Os Monstros surgem durante as 9 fases da
vida inteligência e são domesticados
pela
inteligência genética transcendental e as 16 inteligências. As profundezas do
ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos, cavernas,
galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos, florestas e
desertos onde muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão e
isolamento com a perda do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram sentimentos
monstruosos de revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou dos outros.
Nossos Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a globalização,
inclusive na criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio
da música propriamente dita. Os modos, figuras e objetos não são mais os de felicidade e de prazer com os
mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico (organismo),
psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações sociais),
filosófico (especulações sobre sua origem e vida) e espiritual (relações com a
salvação, imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem a ritos onde nos
entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem e de iniciação para alcançarmos a liberdade
dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
A transcendência é se superar se perpassar
e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua
comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental,
fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas,
inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro
estágio da música propriamente dita. Quantos jovens e adultos se perdem em suas
famílias no mundo das drogas, falta de educação, alcoolismo, prostituição,
tráfico de pessoas, escravização, servidão, fome, sede, falta de higiene, falta
de roupas, doenças, roubo, mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a
destruição humana, e àqueles que se tornam lideranças e só trazem desespero e
destruição dos seus e dos seus semelhantes humanos com guerras, tragédias e
holocaustos, grandes desgraças e sofrimentos como pegadas no barro que não se
apagam. Estas são as pessoas que foram engolidas pelas profundezas da natureza
humana com seus Monstros que surgem e não reconhecem sua existência por serem
diferentes ou feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros até a crise
final e assim prosperar com o uso das 16
inteligências e o respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser
o que não somos – perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar
aos Monstros e não conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem
implicam em morte, morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde
mental ou de corpo, problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a
Educação e a Saúde, a Liberdade e a
Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação
de nossa liberdade para vivermos! Precisamos
de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos descobertas! Precisamos
desde o nascimento de rituais de iniciação como o parto e de passagem como o Batismo em nossa
Trajetória de Heróis.
Transcender depende da adaptação e de como
ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se
manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do
trabalho e das necessidades do trabalho, de sua regras e obrigações, dos bens e
serviços e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação,
consumo, comércio, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita, com o uso da Educação e das 16 inteligências
e do respeito humano perante nossas falhas e deficiências ou mesmo
incapacidades para conosco, com os outros e com a natureza e com a Ecologia e o
Universo, a inteligência se faz presente com o uso da linguagem e da
comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a superação das
adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo ou não, viver é
enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros e assim com a
miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime e a guerra,
também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao sentimento de
renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e descobrir, e ajudar a
descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A Educação e o Amor geram memória, assim também Adaptação,
trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação! Tudo começou pela e
através da Adaptação, seja no Universo,
na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia
ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela Adaptação, seja no
Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na
Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O
Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode
acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que
conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque
com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo
pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for, no princípio, no meio ou no fim, gerando
outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus continuarão existindo, eles não se
acabam!
As descobertas da vida, inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita levam a adaptação que produz
liberdade para nosso meio ambiente
individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações
para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos
processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso
produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e
maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da
liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através do ritos de iniciação e de passagem e com a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência
Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se descobrir é
poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da globalização e
dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na promoção da
Justiça Social!
Se descobrir é descobrir-se em meio
a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver,
inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro
estágio da música propriamente dita.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
25 de junho de 2016.
3.
Psicologia da Gestalt da Música Mitológica
O que é Música:
Música é a combinação de ritmo,
harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização
temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de
coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos,
podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação artística
e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo
usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu através dos
séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a
música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou
folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de subgêneros e
estilos.
Música erudita ou clássica
Música erudita ou clássica é uma
música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma música culta,
caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem na necessidade
de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios religiosos.
A música erudita ou clássica é
caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de forma
instrumental, que chegou ao ápice com os
grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e Beethoven.
A expressão "música
clássica" passou a ser usada para representar a evolução musical no século
XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra dramática em que o
teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um gênero teatral
dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto, no qual se
sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais que vão do
mais agudo até os mais graves.
A ópera é encenada com os elementos
do teatro, como enredo, coreografia e vestuário característico, em conjunto com
a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural de opus, que no latim
significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e geralmente é apresentada em
latim ou italiano.
Música popular
Música popular é aquela que tem uma
letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com refrões fáceis de
memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da música popular,
seguido da música romântica.
A música popular brasileira recebeu
influência de diversas escolas, entre elas a de João Gilberto, com a precisão
técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis Regina, com interpretação
sentimental, em que a emoção importa mais do que a técnica. Michael Jackson e
Madona serviram de parâmetro para o pop americano e para um grande número de
seguidores.
A música popular cantada por
grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes, se enraizou
na cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos mais bem
sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música tradicional
Música tradicional ou folclórica é
aquela que simboliza as tradições e costumes de um povo, e são passadas de
geração a geração, como parte dos valores e da identidade de um povo. A música
tradicional representa as crenças e as tradições de uma determinada região.
Grande parte da música folclórica
possui letra de fácil memorização e está ligada às festividades, envolvendo
danças típicas de uma determinada cultura.
A música tradicional ou folclórica,
está intimamente ligada à música popular. O fado, o tango, o samba, o frevo, o
forró, a música de viola, a música sertaneja, o maracatu, o reggae, o blues,
entre outras, se perpetuaram e muitas delas exercem grande influência na música
moderna.
A anti-música
Caracteriza-se pelo Episódio
Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro temos ciência
do significado, sentido e conceito das letras das canções e no segundo não
compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras das canções;
no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso passa a ser
indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota para nota de
acordo com o desejo do artista.
A Música é melodia, ritmo e
harmonia.
A Anti-música é anti-melodia,
anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia são os sons formando
o caos musical.
O Anti-ritmo são os sons regulados
pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são os vários sons
ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical Incompleto e do
Anti-música
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 24 de junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a descoberta de Osny
Mattanó Júnior).






As descobertas
da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita associadas a liberdade configuram o
trabalho que gera economia, bens e serviços, também globalização do consumo, do
comércio, da tecnologia, da informação, do mercado, da liberdade,
e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis segundo
eu mesmo, está na configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na morfologia
das coisas, depende dos princípios da organização perceptiva e dos princípios
gestaltistas da aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação que gera a economia,
bens e serviços como a globalização, depende de como e do que fazemos com as
gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as Trajetórias da
Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e no que
ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades humanas
como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de amor e
de realização. As descobertas da vida ligadas a liberdade e os seus rituais fazem
a nossa curiosidade que faz parte do
processo que modela a forma ou a configuração associadas as nossas
necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo
insight, por exemplo, ou em coisas que nos trazem felicidade como a
religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz
formas de transcendência que se configuram pela Educação da gestalt pela
memória, ou seja , pela adaptação oriundas das descobertas da vida que promovem
a atividade, o trabalho, a economia, e a globalização, promovem a descoberta e
a imersão em ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa
forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou
mais ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os princípios da
aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão
ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente espontânea e imediata
das relações; Pensamento produtivo,
onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a criatividade e
produtividade; Princípio do isomorfismo,
o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos ativos interagem num
dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou modificar ativamente os
elementos sensoriais que recebe, e a percepção é idêntica (iso) em forma
(morfo) àquilo que representa.
Somos incapazes de fugirmos
da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade, influencia o trabalho, a
economia, os bens e serviços e a globalização, inclusive para a criação da
música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente
dita que por sua vez ligada aos fenômenos dos estímulos configuram descobertas
como os rituais de iniciação e de passagem, e também a Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, pois ela obedece
à organização perceptiva e a aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso
cérebro é incapaz de modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais
que recebe e responde de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a
falta e o querer em meio às necessidades de nossos organismos incompletos,
porém completos pela morfologia ou totalidade da percepção decente ou indecente.
A adaptação produz memória que por sua vez faz parte dos processos da
adaptação, ela, a memória, é adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os
fenômenos das descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e em seus rituais.
Nossos
Monstros segundo minhas contribuições estão nos rituais que estão na forma, na
configuração ou morfologia das coisas, no como de configura nossos processos
oriundos da liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da aprendizagem,
dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas, inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita. Os Monstros podem estar no que percebemos e no que ocultamos
no trabalho gerando economia e Monstros econômicos que ¨são do bem¨ e outros
que ¨são do mal¨. Eles nos revelam a nossa natureza ancestral e primitiva do
sofrimento posto como linguagem, Cruz,
fardo e demônios persecutórios que se revelam quanto mais fundo fomos em
nós mesmos, em nossas aventuras em nossos oceanos e cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros são os Monstros da
curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta determinar a
totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da curiosidade. A
curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos princípios
gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a mergulhar e
ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia, bens e
serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da tecnologia, da
informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência biológica,
psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas de
Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo,
pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia,
fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores,
compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição
dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e
sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros dependem de
nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos
Monstros expressam gestalts, configurações ou formas que estão sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem que se apresentam também em rituais para
o nosso bem se nos aperfeiçoarmos nos valores humanos e pautados na Educação
que vence tudo, vence ódio, guerras, violência, destruição, medo, humilhação,
vergonha, temor, qualquer perigo ou ameaça, a Educação constrói o homem e o
verdadeiro homem constrói a humanidade e a vida, a sociedade e a paz na Terra,
construímos assim a nossa liberdade! A Educação é feita pela memória, ou seja,
pela adaptação, pela liberdade! A Educação se dá pelas gestalts dos fenômenos
das descobertas da vida. Dentre as descobertas da vida estão o trabalho, a
economia, os bens e serviços, o trabalhador, o mercado, a globalização da
economia, do consumo, do comércio, da informação, da liberdade, do trabalho, da
tecnologia, inclusive a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita.
As
descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita podem formar gestalts
de liberdade? A liberdade leva ao trabalho e o trabalho a economia que formam a
Educação, a Educação hoje que leva a adaptação mas não somente a Educação pois
a adaptação é constituída de natureza fisiológica, morfológica e comportamental
(esta implica em forma, configuração ou gestalt), a adaptação permite a
transcendência, a transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros e Heróis,
que por sua vez originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que renderam
e rendem até hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras, niilismo e
paralisias, holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou gestalt
que é a transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao sentimento
de renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é construída
a partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da adaptação
que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência para um mundo
mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal, Biológico,
Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou Espiritual através
do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do Desconstrutivismo Físico
Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a continuidade e o fim da
vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo
jamais deixarão de existirem. Pelo Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida
e o Universo deixarão de existirem seja pela Adaptação por meio de outros
¨big-bangs¨ ou por outros meios como por ação de Deus ou outros meios ainda não
descobertos ou ainda não pensados, existindo no fim somente Deus e o Reino de
Deus e nada mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do
passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução
filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a
Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual
também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como
impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a
destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz.
A
Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da globalização mas pode
continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia e da globalização para
crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e culturalmente, espiritual, da
vida e do universo, de acordo com o princípios da Educação!
A
Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma trajetória:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Depois da
concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros nosso
Herói encontra a liberdade para se
viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive para a criação da
música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente
dita!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 25 de junho de 2016.
4.
Behaviorismo da Música Mitológico
O que é Música:
Música é a combinação de ritmo,
harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização
temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de
coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos,
podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação artística
e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo
usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu através dos
séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a
música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou
folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de subgêneros e
estilos.
Música erudita ou clássica
Música erudita ou clássica é uma
música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma música culta,
caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem na necessidade
de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios religiosos.
A música erudita ou clássica é
caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de forma
instrumental, que chegou ao ápice com os
grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e Beethoven.
A expressão "música
clássica" passou a ser usada para representar a evolução musical no século
XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra dramática em que o
teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um gênero teatral
dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto, no qual se
sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais que vão do
mais agudo até os mais graves.
A ópera é encenada com os elementos
do teatro, como enredo, coreografia e vestuário característico, em conjunto com
a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural de opus, que no latim
significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e geralmente é apresentada em
latim ou italiano.
Música popular
Música popular é aquela que tem uma
letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com refrões fáceis de
memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da música popular,
seguido da música romântica.
A música popular brasileira recebeu
influência de diversas escolas, entre elas a de João Gilberto, com a precisão
técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis Regina, com interpretação
sentimental, em que a emoção importa mais do que a técnica. Michael Jackson e
Madona serviram de parâmetro para o pop americano e para um grande número de
seguidores.
A música popular cantada por
grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes, se enraizou
na cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos mais bem
sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música tradicional
Música tradicional ou folclórica é
aquela que simboliza as tradições e costumes de um povo, e são passadas de
geração a geração, como parte dos valores e da identidade de um povo. A música
tradicional representa as crenças e as tradições de uma determinada região.
Grande parte da música folclórica
possui letra de fácil memorização e está ligada às festividades, envolvendo
danças típicas de uma determinada cultura.
A música tradicional ou folclórica,
está intimamente ligada à música popular. O fado, o tango, o samba, o frevo, o
forró, a música de viola, a música sertaneja, o maracatu, o reggae, o blues,
entre outras, se perpetuaram e muitas delas exercem grande influência na música
moderna.
A anti-música
Caracteriza-se pelo Episódio
Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro temos ciência
do significado, sentido e conceito das letras das canções e no segundo não
compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras das canções;
no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso passa a ser
indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota para nota de
acordo com o desejo do artista.
A Música é melodia, ritmo e
harmonia.
A Anti-música é anti-melodia,
anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia são os sons formando
o caos musical.
O Anti-ritmo são os sons regulados
pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são os vários sons
ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical Incompleto e do
Anti-música
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 24 de junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a descoberta de Osny
Mattanó Júnior).






Para o
Behaviorismo Mattanoniano as descobertas da vida, inclusive para a
criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita evocam a liberdade que
evoca e estimula a adaptação que é comportamental, fisiológica e/ou morfológica
em tempos de trabalho e de ter que trabalhar para que desejemos a economia e a paz,
ou para que passemos do sofrimento ao contentamento através de rituais e da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, é apenas questão de regra e de
mudança contextual para esta regra para um melhor padrão de vida daquele que
sofre por causa de regras desadaptadas, já a memória é comportamental e
encoberta, faz parte das regras, da adaptação às regras. Regras são
contingências que especificam relações do tipo ¨se..., então...¨, elas podem
acabar fazendo com que o indivíduo generalize seus comportamentos pois quem
segue regras cegamente não consegue discriminá-las, o que não permite uma
relação satisfatória e de boa adaptação com o meio ambiente gerando sofrimento
para si mesmo e/ou para os outros. O sofrimento e o sofrimento no e do trabalho
que gera economia que também gera sofrimento é causado em função da liberdade e
das regras aprendidas por causa da liberdade. O sofrimento é conseqüência das
descobertas da vida e de seus processos comportamentais encobertos como as
emoções e os sentimentos. O sofrimento é evocado em rituais com sua regras e
com as regras da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis que se
relacionam invariavelmente.
As
descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita evocam a liberdade
que estimula a adaptação às regras e leva a transcendência, ao trabalho e gera
a economia, os bens e os serviços e a globalização da informação, da
tecnologia, do consumo, da economia, do trabalho, da liberdade e aparece em
nossos comportamentos antes da mudança contextual deles por causa de nossas
regras reforçadas e associadas aos estímulos ligados as nossas necessidades
como a água, o alimento, o amor e a afeição, o ar, a atividade, a atividade
materna, o calor, o sexo e o sono, acrescento o traje limpo e em bom estado de
conservação, a higiene diária e o frio em ambientes onde há muito calor, e
finalmente o abrigo. As descobertas da vida evocam a liberdade e isto nos permite escolher mesmo
sendo nós produtos de esquemas de reforços, pois há liberdade através da
linguagem com o trocadilho e com o Enfoque Contextual seja também nos rituais
ou na Trajetória da Vida, dos Monstros ou dos Heróis, paradoxalmente há a
globalização da liberdade e da linguagem.
As
descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita evocam a liberdade que evoca e estimula os ritos da adaptação
às regras que evoca a transcendência, o trabalho, a economia, os bens e
serviços, a globalização, também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, a Trajetória dos Heróis apresenta as seguintes fases:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ela, a Trajetória
dos Heróis, aparece em comportamentos encobertos e em comportamentos
manifestos, ela é aprendida através dos repertórios básicos de comportamento
como a imitação, a atenção, a discriminação e a ordem instrucional e promove
mudanças e constantes transformações no dia-a-dia de cada pessoa
diante de cada uma dessas necessidades já comentadas, pode assim ser saciada ou
privada, aumentada, ou aumentado o seu valor reforçador e de saciação através
dos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida. As nossas descobertas da vida, inclusive
para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da
música propriamente dita evocam aos comportamentos respondentes e operantes da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, evocam a liberdade que evoca e
estimula a adaptação às regras e tem um limiar e também pode se de acordo com a
estimulação provocar a fadiga, fuga ou esquiva, pode ser extinta ou
condicionada com estímulos antecedentes que nada tinham a ver com ela. A
educação psicoterapêutica pode extinguir a adaptação não somente pela extinção,
mas também pela mudança contextual onde o indivíduo aprende a distanciar-se
dela mesmo com ela presente não provocando reações de desconforto ou de
sofrimento mas sempre se adaptando contextualmente melhorando sua saúde mental
e a sua adaptação ao trabalho e a economia, e a globalização. A mudança
contextual ensina a lidar com esses fenômenos comportamentais evitando a
propagação do sofrimento oriundo do processo de adaptação, entendida como
carência e escândalo ou até mesmo como mediocridade e violência, bullying
físico, sexual, moral, social, político, psicológico, espiritual, filosófico,
contra o organismo individual e social quando a violência é praticada contra um
determinado grupo de pessoas. A mudança contextual leva a liberdade. A mudança
contextual leva a novas descobertas da vida e para a vida ajudando-nos ou
enriquecendo ou mesmo ampliando o nosso repertório comportamental para lidarmos
com a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Durante
a vida sem mudança contextual sempre haverá sofrimentos e processos adaptativos
morfológicos, fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir,
somos frutos desses processos evolutivos e de seleção natural. Falo da
transcendência comportamental. A transcendência é liberdade. Liberdade para
mudarmos nossos comportamentos durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Contudo
entendendo que somos o contexto, de acordo com Steven C. Hayes, e se pararmos de dar razões, controle
e literalidade, deixarmos de sermos governados por regras como o rastreamento,
o acedimento e o aumentamento, entendermos que somos o contexto, trocarmos o
¨mas¨ por ¨e¨ e nos afirmarmos pelo tato, e finalmente entendermos que nossas
afirmações são somente comportamentos verbais e não causas literais ampliando
nossos horizontes, vivendo assim a dessensibilização viveremos melhor e a
inteligência não mais nos controlará e deixará de trazer conflitos penosos aos
comportamentos encobertos e aos comportamentos manifestos transmutando-se
somente em adaptação e como conseqüência da adaptação em inteligência. Primeiro
vem a adaptação e depois a inteligência, às regras e a memória. Assim
transcendemos!
Assim
o Estímulo (som) tem uma Resposta (ouvir) e uma Primeira Conseqüência
(adpatação ao som) e uma Segunda Conseqüência (inteligência). Todo Estímulo tem
uma Resposta e duas Conseqüências quase que instantâneas, a 1ª é a adaptação e
a 2ª a inteligência. A inteligência pode ser segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
ou Artificial
Agrícola
ou Operacional
Os
eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida estão associados as inteligências citadas a
cima, tudo é conseqüência, primeiro a primeira (adaptação) e depois a segunda
(inteligência), são eventos conseqüentes, isto acontece a partir de determinada
etapa do desenvolvimento da criança com o aprendizado e condicionamento, é tudo
encadeamento comportamental, a segunda conseqüência é imediatamente a que surge
logo após a primeira, sentidas como coisa única por causa do condicionamento,
mas são duas conseqüências, uma resposta e um estímulo. O que devemos aceitar e
viver o contexto e não sermos escravos de nós mesmos com comportamentos que
induzam ao sofrimento como o da literalidade, o de dar razões e o de controle,
seja no trabalho ou nas nossas relações econômicas e sociais como também na
globalização, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita. Somos o contexto. A
transcendência pode ou não ser evocada comportamentalmente, depende da história
de vida de cada organismo. Depois da inteligência vem às regras e a memória.
O Behaviorismo compreende que a existência
de Monstros em nossos comportamentos, encobertos e manifestos no trabalho e nas
relações com a economia e nas da globalização, inclusive na criação da música e
da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente dita como
nos rituais de iniciação e de passagem nas Fases em que o Herói pode Ser
Engolido e Consumido, e tem O Caminho Obtuso, depende diretamente da qualidade
de nossas regras, e da qualidade de
nossas descobertas da vida e para a vida, estes Monstros nos tiram mas podem nos levar a
liberdade como através dos trocadilhos e das inversões, aglutinações e trocas
associadas à Psicologia e a Psicanálise, contingências que especificam relações
do tipo ¨se... então...¨, se rastreamos há uma correspondência entre as regras
e as contingências do meio ambiente, a pessoa rastreia os estímulos no sentido
de ¨testar¨ as contingências descritas pelo mesmo; se acedemos o comportamento
fica sob controle das conseqüências sociais; e no aumentamento o comportamento
aumenta a probabilidade de ser controlado por estímulos verbais antecedentes,
aumentando a motivação do ouvinte em relação a uma conseqüência. Estes 3 tipos
de comportamentos revelam o modo como lidamos com os Monstros no trabalho e na
economia e na relações globalizadas segundo tais regras ou princípios,
rastreando-os, acedendo a eles ou aumentando-os diante do imenso sofrimento
psíquico individual. Estas são as categorias do comportamento verbal do
ouvinte, já o falante sugere de acordo com as 8 categorias do comportamento
verbal que: ecoar diz respeito a alguém dizer medo do Monstro e o falante diz
medo do Monstro; copiar respeito a alguém escrever pavor do Monstro e o
emitente escreve pavor do Monstro; tomar ditado diz respeito a alguém dizer Monstro
enorme e o emitente escrever Monstro enorme; tatear diz respeito a alguém
diante de um Monstro dizer o nome dele; mandar diz respeito a alguém mandar um
mando e o emitente responder vocal ou motoramente medo do Monstro; ler diz
respeito a alguém ver um Monstro e emitir a vocalização Monstro;
intraverbalizar diz respeito a alguém ter um conjunto de associações verbais do
emitente e dizer pânico do Monstro; e articular / rearticular / organizar /
reordenar diz respeito a alguém se auto-reforçar, onde o falante da palavra
Monstro é o ouvinte de si mesmo. Estas 8 categorias do comportamento verbal do
falante revelam-nos modos de lidar com contingências associadas aos nossos
ritos e nossos Monstros, medos, pavores, pânico, e nomeações dos Monstros que
surgem durante a vida encoberta e manifesta. Monstros são adversidades do meio
ambiente econômico e não somente os que já abordei, são também o PIB, a
inflação, os impostos, os investimentos, os custos e os benefícios, etc., e os
da globalização os Monstros que se relacionam com a tecnologia como as
pesquisas, os investimentos, os equipamentos, etc., com o consumo como o
mercado, o comprador, a mercadoria, o valor, etc., com a informação como as
emissoras de rádio e de televisão, os jornais e revistas, a internet, etc., com
a liberdade como as decisões, os conselhos, as atitudes, a consciência, a
introspecção, a saúde, etc., e reagir a
tais adversidades é assim, se adaptar. A adaptação não pode implicar em
sofrimento para si ou para os outros na maior parte das vezes mas esta tarefa é
quase impossível por sermos seres com falhas e repertórios comportamentais
deficientes manifestos ou encobertos, jamais alcançaremos a totalidade e
estamos em constantes transformações nos eventos biológicos, fisiológicos,
antecedentes, sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. E
durante a vida sempre há sofrimento e processos adaptativos morfológicos,
fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir. Conclui-se
que a adaptação nunca cessará pois somos frutos dela, da Evolução das Espécies
e da Seleção Natural. Como ela jamais cessará também a transcendência nunca
acabará. Deste modo também as descobertas da vida e para a vida, as regras, as
novas regras, contextuais, e os rituais na Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis também não deixarão de existirem.
Mas podemos emergir das profundezas das
habitações dos nossos Monstros com uma mensagem de esperança e de solução de
medos e conflitos se redirecionarmos nossos comportamentos e ritos enfraquecendo
segundo Steven C. Hayes e raciocínios meus 3 contextos, de literalidade, de dar
razões e de controle; depois entender que não devemos seguir regras pois é
contra-produtivo, causa insensibilidade e generalização; depois entender que a
melhor escolha é entender e aceitar que você é o contexto, devemos trocar o
¨mas¨ por ¨e ¨ e parar de lutar com nossos Monstros; e viver a
dessensibilização, se afastar das regras, dos pensamentos, dos afetos,
sentimentos e emoções e deixar de sermos controlados por esses comportamentos
que só produzem e trazem Monstros para dentro de nossas vidas e de nossos
relacionamentos sociais, ou seja, que só prejudicam com monstruosidades as
nossas descobertas da vida e para a vida
também no trabalho, na economia e na globalização. O rito agora passa a ser a
dessensibilização e você passa a ser o contexto após o ritual de iniciação e de
passagem. Você é Engolido e Consumido, passa por Um Caminho Obtuso, chega a
Apoteose, alcança a Última Graça, tem uma Difícil Volta, Magia nas Decisões,
vive os Limites da Volta, Agora são Dois Mundos, e tem a Liberdade para Se
Viver e Ensinar a Viver.
Assim
as lutas e o sofrimento no trabalho e na economia, na globalização, inclusive na
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita deixarão de ser problema para a humanidade e perderão valor
reforçador, não terão mais ganhos, e a humanidade poderá ter um sentimento de
contentamento e paz que ainda não experimentou pois ainda não se permitiu e
ainda não se permite com suas lutas, batalhas, violências, guerras e
holocaustos, e sua criatividade associada a destrutividade a
auto-destrutividade poderá deixar de ser problema para a humanidade através da
liberdade, pois não precisamos de ¨homens¨ presos e de exércitos e de reféns,
mas sim da liberdade, a liberdade proporciona a gratidão, o respeito e o amor e
não as armas que aprisionam e tiram a liberdade de todos, tiram talvez, até
mesmo, parcela da transcendência. Precisamos da Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver. Precisamos de rituais para viver. Precisamos de regras para
viver.
Concluo
que as descobertas da vida e para a vida, inclusive para a criação da música e
da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente dita
asseguram nossa adaptação que evoca a transcendência, o trabalho, a economia e
a globalização, rituais e nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis,
que por sua vez selecionam repertórios comportamentais e modelam comportamentos
para lidar com padrões de comportamentos associados a miséria como os que levam
a caridade e ao trabalho que por sua vez podem levar ao abuso e a exploração
como também a violência, ao crime, a tortura, a guerra, a catástrofe, ao
holocausto, a barbárie, a falta de humanidade, ao tratamento degradante, a
proliferação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas, sociais,
físicas, químicas, filosóficas e/ou espirituais, etc., só a Educação como
conhecimento e o Amor de Deus que se renova com o sentimento de renascimento
pode nos ajudar e solucionar, atualmente, unindo-nos como humanidade estes
problemas atuais de nosso planeta Terra. Isto é a Liberdade da Vida para viver
e ensinar a viver.
Só
com a Educação e o Amor de Deus aprenderemos e teremos como lidar com o
Universo, a Biologia, a Psicologia, a Sociologia, a Química, a Física,
Filosofia e a Espiritualidade, com seu começo, meio e fim! A Adaptação nos
revela que poderá haver o fim do Universo e das demais categorias da vida:
Biologia, Psicologia, Sociologia, Quimica, Fisica, Filosofia, Espiritualidade;
se juntarmos a Adaptação as Teorias de Osny Mattanó Jùnior sobre o
Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo,
e sobre o Descontrutivismo Físico Mattanoniamo onde haverá através de outros
¨big-bangs¨ criando talvez outros Universos que se chocarão com os nosso
Universo destruindo-o e assim não haverá mais vida e nem Universo. Devemos
respeitar nossos saberes, conhecimentos, lições, artes, educadores, ciências e
religiões se desejamos evoluir e progredir constantemente e mutuamente – Deus
sempre será objeto de estudo e de pesquisas para estudiosos e pesquisadores
sérios que crêem e também para aqueles que não crêem pois Ele existe e só Ele e
Seu Reino continuarão existindo após o fim, após o Apocalipse!
As
descobertas da vida e para a vida, inclusive para a criação da música e da
anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente dita evocam rituais
para o trabalho, a adaptação, a economia, a globalização, os bens e serviços e
as Ciências e Religiões que tem como conseqüência liberdade para nosso meio ambiente individual, social e
patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para vivermos, como
a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos processos adaptativos
fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso produz liberdade com o
nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e maturação. A cada dia de
nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da liberdade! Vivemos para
morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está no Reino de Deus e não no
cemitério!
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Devemos
preservar nossa história e compreender os nossos ritos e história de Trajetória
da Vida, de Monstros e de Heróis de nossa espécie e de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e
foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa!
Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é
aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução humana filogenética é
mantenedora do trabalho e da economia, dos rituais; a Evolução ontogenética é
neutra, depende da filogenética e da cultural, depende dos rituais, depende da
aprendizagem e da estimulação de genes; e a Evolução cultural tende a ser mantenedora
do trabalho e da economia em sua maioria, depende dos rituais. A Evolução espiritual é mantenedora do
trabalho e tende a reprimir a economia, também depende dos rituais. O homem
trabalha e economiza mas não sabe o porquê?
Talvez para praticar seus rituais de iniciação e de passagem?! Talvez para poder desfrutar da criação da
música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente
dita!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
25 de junho de 2016.
5.
Psicanálise da Música Mitológica
O que é Música:
Música é a combinação de ritmo,
harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização
temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de
coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos,
podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação artística
e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo
usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu através dos
séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a
música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou
folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de subgêneros e
estilos.
Música erudita ou clássica
Música erudita ou clássica é uma
música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma música culta,
caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem na necessidade
de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios religiosos.
A música erudita ou clássica é
caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de forma
instrumental, que chegou ao ápice com os
grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e Beethoven.
A expressão "música
clássica" passou a ser usada para representar a evolução musical no século
XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra dramática em que o
teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um gênero teatral
dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto, no qual se
sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais que vão do
mais agudo até os mais graves.
A ópera é encenada com os elementos
do teatro, como enredo, coreografia e vestuário característico, em conjunto com
a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural de opus, que no latim
significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e geralmente é apresentada em
latim ou italiano.
Música popular
Música popular é aquela que tem uma
letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com refrões fáceis de
memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da música popular,
seguido da música romântica.
A música popular brasileira recebeu
influência de diversas escolas, entre elas a de João Gilberto, com a precisão
técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis Regina, com interpretação
sentimental, em que a emoção importa mais do que a técnica. Michael Jackson e
Madona serviram de parâmetro para o pop americano e para um grande número de
seguidores.
A música popular cantada por
grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes, se enraizou
na cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos mais bem
sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música tradicional
Música tradicional ou folclórica é
aquela que simboliza as tradições e costumes de um povo, e são passadas de
geração a geração, como parte dos valores e da identidade de um povo. A música
tradicional representa as crenças e as tradições de uma determinada região.
Grande parte da música folclórica
possui letra de fácil memorização e está ligada às festividades, envolvendo
danças típicas de uma determinada cultura.
A música tradicional ou folclórica,
está intimamente ligada à música popular. O fado, o tango, o samba, o frevo, o
forró, a música de viola, a música sertaneja, o maracatu, o reggae, o blues,
entre outras, se perpetuaram e muitas delas exercem grande influência na música
moderna.
A anti-música
Caracteriza-se pelo Episódio
Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro temos ciência
do significado, sentido e conceito das letras das canções e no segundo não
compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras das canções;
no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso passa a ser
indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota para nota de
acordo com o desejo do artista.
A Música é melodia, ritmo e
harmonia.
A Anti-música é anti-melodia,
anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia são os sons formando
o caos musical.
O Anti-ritmo são os sons regulados
pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são os vários sons
ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical Incompleto e do
Anti-música
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 24 de junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a descoberta de Osny
Mattanó Júnior).






As descobertas
da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da
música propriamente dita associadas a liberdade
marcam a adaptação e a memória que se faz pela adaptação ou mesmo é adaptação
e assim sugere a transcendência e o
trabalho e seus frutos como a economia, os bens e serviços, e a globalização da
economia, da tecnologia, da informação, do consumo e da liberdade expressada e representada em
ritos e assim na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que pela
Psicanálise que está vinculada ao id que é o componente arcaico e inconsciente do nosso sistema de energias mentais que dá
forma aos nossos comportamentos, não apenas em casos de psicose. Do id emanam
os impulsos cegamente devotados à gratificação direta ou indireta, mas o mais
bastante possível e imediato do instinto sexual (libido), vinculado
estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a fome, a sede, o sexo,
etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais profunda da mente. O id
começa como pura liberdade e marca a nossa atividade e o nosso trabalho e a
economia, começamos a economizar com o processo do pensamento secundário
substituindo a gratificação e diminuindo nossa primitividade psicológica, e
assim os fenômenos da globalização e ela mesma, mas com as marcas fica marcado
em seu niilismo, condensamento e deslocamento, as 3 leis do inconsciente
segundo Mattanó. Ele ignora o mundo
exterior, seu objeto único de interesses é o corpo, sendo dominado pelo
princípio do prazer, o instinto de vida e de auto-preservação. A gratificação
pelo princípio do prazer se dá de forma direta (beber água, por exemplo), ou
indireta como a alucinatória (através de fantasias), falo de uma transcendência
de forma direta e outra alucinatória. A fantasia não se distingue da realidade,
portanto, a satisfação do prazer pode ser imediata. Assim a adaptação pode ser
direta ou indiretamente, entendo adaptação às necessidades primárias da pessoa
quando crianças antes da castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode
ser direta ou indireta. Com o desenvolvimento do ego vão se dando novas
descobertas e o contato com o trabalho e novas economias como a da fase anal, que realmente nos educa para
gastarmos ou pouparmos, o indivíduo
acaba se tornando consciente das exigências da realidade (princípio de
realidade) o que diminui sua liberdade mas também constrói modos de relação que
a mantêm e a reapropriam, lidando assim com seus rituais e a sua Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis; e quando se estabelece o superego, a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter
consciência das satisfações ideais, com o superego a liberdade se esgota ou se
torna moralista, com o superego moralizamos nossa Trajetória na Vida, dos
Monstros e dos Heróis. Mas há Eros, a pulsão total de vida (auto-conservação),
e Tanatos, a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e
Tanatos e o id, o ego e o superego em nossas relações inconscientes e
conscientes conosco e com os outros objetos de desejo e satisfação através da
marca e de como isso fica arranjado, organizado na vida mental, na unidade
mental e comportamental da pessoa, isto é o que prevalece para cada sujeito,
nestes casos a transcendência é consciente, de acordo com as suas marcas e
descobertas da vida que geram marcas no e para o trabalho e seus frutos como os
bens e serviços, a economia, e a globalização em função de nossos rituais.
Podemos
falar de Pulsões Fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), Pulsões de
Garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da
ansiedade), Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor, e Pulsões de
Auto-realização.
As
Pulsões Fisiológicas são as do olhar, a oral, a anal, a fálica, o período de
latência, a genital e o desenvolvimento das sublimações.
As
Pulsões de Garantia são as da coordenação motora e da afetividade, do esquema
sensório-motor, do esquema sensório-afetivo, do esquema motor-afetivo.
As
Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor são da afetividade e da sociabilidade,
são as do desenvolvimento emocional e social.
E
as Pulsões de Auto-realização são as da auto-realização, auto-atualização,
processo de individuação, êxtase e deslumbramento, crise-final, consciência,
produtividade no trabalho, etc.. Para alcançarmos esta fase devemos satisfazer
as fazes anteriores. Assim fazemos nossas descobertas da vida e nos adaptamos
continuamente e progressivamente, inconscientemente!
As descobertas
da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita associadas a liberdade são a
adaptação, a linguagem do inconsciente e
que dá forma ao inconsciente e aos anseios instintivos da libido. Assim surgem
grandes e pequenos monstros que aprendemos a domar durante o desenvolvimento
psicossexual da libido da pessoa, desenvolvimento marcado por muitas
descobertas da vida que englobam as pulsões de vida e de morte, pulsões que
também marcam os rituais como os de iniciação e de passagem e a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis. Esta liberdade marca a adaptação e evoca a
transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros
monstros grandes ou pequenos que afetam nosso trabalho e nossa economia e nossa
globalização econômica, tecnológica, das informações e de consumo, da liberdade.
As descobertas da vida, inclusive para a criação
da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita associadas a liberdade da adaptação fazem o neurótico, o
psicótico, o boderline, o psicopata. Elas fazem parte do desenvolvimento da
personalidade oral: característica prepotente, dominadora, voraz, cobiça,
inveja e otimismo; da personalidade anal: característica de vaidade,
desconfiança, ambição, generosidade sem amor (ligadas à evacuação),
meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação, avareza (ligadas à
retenção das fezes); da personalidade fálica: característica de ostentação,
prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas, necessidade de afiliação,
narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições esportivas, concursos de
beleza, etc.); período de latência: característica de declínio e extinção do
complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o intervalo entre o
estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal adulta; e da
personalidade genital: característica de potência fisiológica e capacidade de
amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável. Elas fazem as
Pulsões de Vida e de Morte.
No
enfrentamento de nossas descobertas da vida lidamos com a Trajetória dos
Heróis:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
A cada estágio
psicossexual lidamos com as descobertas da vida, inclusive com a criação da
música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente
dita e com a liberdade e as marcas da adaptação e assim com a memória e a transcendência e deste modo com o trabalho, a
economia, e a globalização que se caracteriza pela pulsão de morte ou de
autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor, a Eros, a pulsão de
vida, oriundas das descobertas da vida e nossas Trajetórias da Vida, dos
Monstros e dos Heróis. Esta é à base da organização da personalidade e da
humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência ligadas a vida e a
morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos evolutivos e
selecionados naturalmente.
Já
o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a
liberdade e a marca da adaptação, inclusive com a criação da música e da
anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente dita, não
consegue transcender, tornando-se desadaptado e assim pode se tornar um
viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou ensimesmado e possuir
ainda as outras características de sua personalidade lidando com monstros que
surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou
instintivas do id. Esse adulto vai se tornar também desiquilibrado no trabalho,
nas suas relações econômicas e na sua estrutura diante da globalização se
ferindo e se auto-destruindo, talvez, muito provavelmente sim.
Ao
lidarmos com as descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da
anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente dita
associadas a liberdade também lidamos
com nossas Inteligências para lidarmos com nossos problemas e/ou nossos Monstros.
Nossas Inteligências são segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
ou Artificial
Agrícola
ou Operacional
Nossas Inteligências são
trabalhadas pelo ego, emanam do id e são controladas moralmente pelo superego,
tudo começou através da Inteligência Naturalística, seguiram-se as demais e os
nossos Monstros.
Abordarei
os aspectos psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através da explicação da
fantasia que é uma formação de imagens mentais de cenas e de seqüências de
cenas ou experiências que não existiram no mundo real ou que se passaram de modo diverso do
fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem tais pressupostos, conforme
Álvaro Cabral e Eva Nick:
1.
¨As fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e
representam anseios instintivos em relações objetais;
2.
São representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do
desenvolvimento da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações
de desejos e conteúdos de ansiedade;
3.
O conceito, postulado por Freud, de
¨realização alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a
¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4.
Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de
expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras, embora
possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5.
As fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde,
assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6.
Têm efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no
caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7.
As fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim
nossos Monstros constituídos através dos ritos e das fantasias representam
anseios instintivos da libido em nossas relações objetais, de nossas
descobertas, no início da vida é uma defesa, é constituída de liberdade, realizações de desejos e conteúdos de
ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma representação
primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem realizadas através
da experiência externa, mas podem serem realizadas através das palavras, porém
para existir não dependem da realidade externa e das palavras, primeiramente
são sensações e depois assumem formas e representações dramáticas, produzem
efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. Nossos Monstros no trabalho e nas relações com a economia e
com a globalização são um mergulho profundo em formas e representações
dramáticas das profundezas da nossa vida mental instintiva que visa nos
defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador das energias mentais do
id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo sobre a realidade
externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados dolorosos, ansiedades
e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros instintivos durante nossa
vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros com nossos rituais e a nossa
Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Monstros
e fantasias se relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo
e a realização de desejos instintivos. Monstros surgem com a não satisfação
adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas também em meio a
rituais frustrados de iniciação e de passagem como com a fome, a sede, o ar, a
atividade, o sexo, os cuidados maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a
dor, o calor e o frio, a segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem
grandes e pequenos Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas
invencíveis e guerras, protestos, movimentos, vandalismos, atentados, horrores
e holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e
privilégios assegurados pela organização humana. Monstros e fantasias dependem
também de nossas descobertas da vida.
O sofrimento
causa-nos regras e ritos que fazem aflorar sentimentos de perda e de reparação
levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição e/ou a auto-destruição
da liberdade como nas guerras e nas violências, a paz é a reorganização social
humana desse processo de sofrimento unicamente humano e afetivo, pois o homem é
um animal emocional, as guerras e violências só existem por causa das nossas
emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o animal mais evoluído na
escola filogenética por isso temos mais afetos e devemos aprender a lidar com
eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade e esperança num futuro melhor
que pode e é construído diariamente, momento-a-momento com a Educação, deveria
ser assim no Trabalho e na globalização, inclusive na criação da música e da
anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente dita.
Deste
modo a liberdade marca a adaptação que leva a transcendência oriunda dos modos
de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a atividades
de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também, guerras, movimentos,
protestos, lutas, vandalismos, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes,
horrores contra a humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas,
psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo
a impelir o ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de
Amor e de Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga
seu rumo evolutivo naturalmente e socialmente. A Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver, é esta a liberdade que alcançamos com nosso desenvolvimento,
rituais e atividades educativas.
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo! O Trabalho aliado a Educação pode nos salvar e alterar esta
realidade?! Dependemos dos nossos rituais Sagrados para continuar existindo!
Deus pode nos salvar! Os rituais são imprescindíveis a existência humana hoje!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. O Trabalho e a Educação devemos levar-nos a
poupar ou economizar bens e serviços a serviço da Humanidade e de seu progresso
e Evolução, para a continuidade da Vida na Terra!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos pois não se compreende ainda,
ainda tenta se compreender e se explicar; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução tem uma ordem, objetiva a
vida, porém se destrói e mantêm uma certa ordem, vive disto, do caos e da
ordem, para que haja vida e paz, o ser ontológico ainda não sabe o porquê que
existe e de onde veio?! O Homem não consegue se explicar satisfatoriamente pois
a todo momento está encarando a vida e a morte, ou a morte e a vida! E prefere
não acreditar em Deus, pois Deus lhe rouba tudo, principalmente o coração. O
Homem contemporâneo não deixa Deus atingir o seu coração! O Homem ainda não
prefere a vida e a paz, mas a busca! O Homem busca e precisa da Moral para
trabalhar, ter economia e ter sua globalização!
O Homem necessita da Moral para sua
Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis! O Homem busca e precisa da Moral
para agir e ter atividades e ter a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver,
inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro
estágio da música propriamente dita!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
25 de junho de 2016.
6.
Psicologia Analítica da Música Mitológica
O que é Música:
Música é a combinação de ritmo,
harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a organização
temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a arte de
coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente válidos,
podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação artística
e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um veículo
usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu através dos
séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a
música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou
folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de subgêneros e
estilos.
Música erudita ou clássica
Música erudita ou clássica é uma
música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma música culta,
caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem na necessidade
de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios religiosos.
A música erudita ou clássica é
caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de forma
instrumental, que chegou ao ápice com os
grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e Beethoven.
A expressão "música
clássica" passou a ser usada para representar a evolução musical no século
XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra dramática em que o
teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um gênero teatral
dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto, no qual se
sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais que vão do
mais agudo até os mais graves.
A ópera é encenada com os elementos
do teatro, como enredo, coreografia e vestuário característico, em conjunto com
a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural de opus, que no latim
significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e geralmente é apresentada em
latim ou italiano.
Música popular
Música popular é aquela que tem uma
letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com refrões fáceis de
memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da música popular,
seguido da música romântica.
A música popular brasileira recebeu
influência de diversas escolas, entre elas a de João Gilberto, com a precisão
técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis Regina, com interpretação
sentimental, em que a emoção importa mais do que a técnica. Michael Jackson e
Madona serviram de parâmetro para o pop americano e para um grande número de
seguidores.
A música popular cantada por
grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes, se enraizou
na cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos mais bem
sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música tradicional
Música tradicional ou folclórica é
aquela que simboliza as tradições e costumes de um povo, e são passadas de
geração a geração, como parte dos valores e da identidade de um povo. A música
tradicional representa as crenças e as tradições de uma determinada região.
Grande parte da música folclórica
possui letra de fácil memorização e está ligada às festividades, envolvendo
danças típicas de uma determinada cultura.
A música tradicional ou folclórica,
está intimamente ligada à música popular. O fado, o tango, o samba, o frevo, o
forró, a música de viola, a música sertaneja, o maracatu, o reggae, o blues,
entre outras, se perpetuaram e muitas delas exercem grande influência na música
moderna.
A anti-música
Caracteriza-se pelo Episódio
Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro temos ciência
do significado, sentido e conceito das letras das canções e no segundo não
compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras das canções;
no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso passa a ser
indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota para nota de
acordo com o desejo do artista.
A Música é melodia, ritmo e
harmonia.
A Anti-música é anti-melodia,
anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia são os sons formando
o caos musical.
O Anti-ritmo são os sons regulados
pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são os vários sons
ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical Incompleto e do
Anti-música
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 24 de junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a descoberta de Osny
Mattanó Júnior).






As descobertas
da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da
música propriamente dita e a liberdade como também os processos da transcendência
oriundos da adaptação e da memória referentes ao desenvolvimento e ao trabalho
e seus frutos como os bens e serviços, e a economia e a globalização e seus rituais e toda a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis estão vinculadas nesta abordagem
ao processo de individuação, processo pelo qual uma parcela do todo se torna
progressivamente distinta e independente, tornando essas parcelas cada vez mais
independentes, processo que faz parte da Educação e da aprendizagem individual
e coletiva. Essas partes emergem dos todos, o todo é temporalmente anterior às
suas partes, estes fenômenos pertencem as descobertas da vida. É um processo
onde a pessoa se destaca como coisa única distinta no grupo e assim essas
mudanças na própria pessoa influenciam como ela é percebida pelos outros. O
processo de individuação envolve um processo de concepção naturalística da
consciência. Deste modo a adaptação que é a memória forma a consciência do
indivíduo. Deste modo a transcendência pode formar a consciência do indivíduo. Assim
o podre, o feio, o absurdo, o sujo, o bandido, o vagabundo, etc., pertencem
primeiro ao todo e depois com a
particularização da essência do indivíduo essa essência do todo se diferencia
do todo se tornando única e singular. Essa essência é tanto o decente quanto
indecente, ambas pertencem primeiro ao todo e depois ao particular diverso ao
todo. Nascemos decentes e indecentes, devemos situarmos no ambiente de trabalho
e nas relações econômicas e globalizadas de modo que nossos rituais e a nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis sejam de modo adaptativo e favorável a adaptação ou
ao contexto e assim o futuro que depende do processo de individuação e de como
nos lidamos com suas fases, a urubórus, a matriarcal, a patriarcal, o ciclo de
alteridade, e a cósmica, que moldarão nossas características e nossas atitudes
e afetos, nosso pensamento, sentimento, intuição e sensação, deste modo nosso
tipo de personalidade. O objetivo do processo de individuação é o
desenvolvimento da personalidade individual e suas descobertas, ou seja, as
descobertas da vida e a liberdade como o trabalho, a economia e a globalização.
Grupos sociais que através de normas que possam impedir o processo de
individuação normal e saudável acabam por atrofiar o indivíduo impedindo sua
máxima liberdade possível, estes grupos impedem o processo de individuação
também através de rituais, por exemplo, com o uso da Teoria dos Símbolos de
Mattanó, símbolos que atrapalham a vida. Por não ser o indivíduo uma peça só do
jogo da vida, já que precisa conviver e se relacionar com outros indivíduos
destacamos a importância do coletivo e assim da consciência coletiva atribuída
aos conteúdos coletivamente inconscientes, deste modo herdado como estrutura
cerebral. Assim vemos que também herdamos cerebralmente aspectos dos nossos
antepassados, coisas filogenéticas oriundas de nossa espécie animal. Aparecem
nos arquétipos como o sombra nossos Monstros onde nos projetamos outros todas
as coisas que nos pertencem como ruins ou más, intoleráveis, criminosas,
violentas, bandidas, agressivas, inaceitáveis e cruéis, isto faz parte do
processo de individuação e só compreenderemos nossos problemas com a indecência
com a decência ou aceitação de nossos limites e necessidades e as dos outros
como coisa do processo de individuação. E finalmente as inteligências
(descobertas por Gardner) e completas por Osny Mattanó Júnior (Espiritual,
Emocional e Psicomotora), as inteligências satisfazem a Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
ou Artificial
Agrícola
ou Operacional
que nos auxiliam e determinam como
nos comportamos contextualmente, intelectualmente (inteligentemente), como
aprendizes e a nossa própria adaptação e memorização ao que se refere ao meio
ambiente e as interações do indivíduo com o ambiente durante o processo de
individuação efetuando as descobertas da vida, inclusive para a criação da
música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente
dita e a liberdade no trabalho e para o trabalho, na economia, e na
globalização da economia, da tecnologia, do consumo, da informação, da
liberdade através também de rituais.
A
Trajetória dos Heróis visa desenvolver a Liberdade e os Ensinamentos, passa
pelos estágios:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Deste modo
trabalhamos as descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da
anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente dita, a
liberdade, o contexto, a aprendizagem, a inteligência, a adaptação e a memória, e também com o
trabalho, a economia e a globalização e os rituais de iniciação e de passagem,
como a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
As
monstruosidades e os Monstros surgem durante o processo de individuação de cada
sujeito por causa das descobertas da vida, inclusive para a criação da música e
da anti-música, certamente o primeiro estágio da música propriamente dita e da
liberdade individual e do aprisionamento coletivo assujeitado ao coletivo e ao
individual, ambos, inconscientes, e assim aos arquétipos como o sombra onde
depositamos nossa carga agressiva e destrutiva negando-as de nossa constituição
e destinando-as aos outros, jamais a nós mesmos também no trabalho e nas
relações que o trabalho proporciona, na economia e suas relações como as de
poder, e na globalização, também por meio de rituais como os de iniciação e de
passagem.
Deste modo a
Humanidade já destruiu e criou Monstros através de suas descobertas da vida,
inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro
estágio da música propriamente dita e de sua liberdade individual e de seu aprisionamento coletivo, como pelo arquétipo
sombra durante sua evolução da civilização como na Inquisição, na 2ª Guerra
Mundial, nas Ditaduras Militares, nos Grupos Terroristas, nos Grupos de
Extermínio, no crescimento e desenvolvimento da Igreja Católica, nas Intifadas,
na Guerra do Vietnã, na Guerra do Iraque, na Guerra do Afeganistão, no combate
ao Terrorismo, na prática dos crimes sexuais e de toda a ordem como a
pedofilia, a prostituição, as drogas, a discriminação racial, a escravização, o
tráfico de pessoas, a servidão, a fome, a miséria, a despersonalização, no
Darwinismo, no Freudianismo, no Lacanismo, no Comportamentalismo, as Artes, as
Culturas de Morte, como nas disputas eleitorais e políticas, etc., e continuará
a destruí-los pois originam-se das origens da vida na Terra, da luta e da
guerra pela sobrevivência e bem-estar e perpetuação de sua espécie, somos uma
espécie como tantas outras que também lutam contra as adversidades do meio
ambiente como as sexuais onde os mais fortes vencem e derrotam muitas vezes
cruelmente adversários sexuais através da Seleção Natural, dependem
ontogeneticamente também do trabalho, da economia, da globalização, do poder,
da Saúde, da Educação, e culturalmente dependem década sociedade e grupo social
com sua cultura e modos de relação social. Sempre encontraremos Monstros e a
sombra reconhecida e assumida através da projeção de nossa carga hostil em
outros objetos em nossos caminhos até a Salvação, a fase Cósmica do Processo de
Individuação, durante nossas descobertas da vida.
A Educação
resolve nossos problemas com a sombra e nossos Monstros internos que projetamos
nos outros com no trabalho, na economia, na globalização, inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita e nas guerras, movimentos, protestos e conflitos e
vandalismos em busca de paz justamente porque não conhecemos ainda a paz,
porque não fomos e não somos educados ainda o suficiente seja pelos nossos
pais, cuidadores, professores, políticos, religiosos, amigos, amores e
romances, policiais, profissionais da saúde, psicólogos, médicos, psiquiatras,
artistas, filósofos, comunicadores, cientistas, etc.. A Educação tudo resolve.
A Educação educa nossos Monstros e evita nossas monstruosidades melhorando
nossos processos de descobertas da vida e de liberdade individual e
aprisionamento coletivo através do Processo de Individuação. A liberdade
individual é experimentada nos rituais porém com o aprisionamento coletivo na
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A nossa sombra
sofre mudanças durante o dia mas nós não, somos os mesmos, ela ora é menor ora
é maior ou é distorcida ou se mistura a outras sombras, nós, o self, não nos
misturamos, para compreender a sombra precisamos aceita-la e reconhece-la como
parte de nós e que ela sofre transformações, ora é ¨bonita¨ ora é feia, não há como lutar com a sombra,
ela nunca fugirá de nós, precisamos conhece-la e aceita-la como parte de nosso
mundo psíquico sem nos ¨machucarmos¨, precisamos fazer nossas descobertas da
vida, dos monstros, dos heróis e dos escravos para lidar bem com a nossa sombra
arquetípica.
Eu acredito que
as descobertas da vida, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita ajudam na adaptação
da memória que produz a transcendência que assim gera a miséria, a caridade e o
trabalho a fim de servir à vida e à
Evolução, mas surgem adversidades com o sombra que se personificam como
violência, guerras, crimes, holocaustos, barbáries, atentados, terrorismo,
deturpação, difamação, conflitos, abuso e exploração, movimentos, protestos e
vandalismos, etc., que são resolvidos através da Educação e do Amor Fraterno
que nos auxilia com o sentimento de renascimento que vem do Estado e de cada
família e emerge de cada indivíduo, só este Amor nos permite isto durante
nossas vidas, mas nada na vida! Pense nisto! Deus faz bem! Eu posso acreditar
em Deus, no Pai, no Filho e no Espírito Santo, Amém!
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno
resistirá ao Apocalipse Universal que poderá ocorrer se existirem outros
¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação
Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo
através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo, ou através da
Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar se ele entrar em
conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na Bíblia com outras
palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado
pelo aprisionamento coletivo.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida, compreende seus ritos e os absorve
mantendo-os e os perpetra; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para ser
destrutiva em nossos tempos, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e
os perpetra; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra; a Evolução
espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução depende da transmissão de
conhecimento, seja celular, genético, molecular, atômico, arquetípico,
inconsciente ou qualquer outra forma de transmissão de conhecimento como as
Escolas de hoje. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito,
a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! A
anti-música assim como a música é voltada para a convivência pois reúne pessoas,
grupos e nações, transmite afetividade e informação, educa! Temos leis que
punem discriminadores, racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para a
convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da
economia e da globalização também são voltadas para a convivência e não para a
exclusão e discriminação! A Evolução cria e depende de rituais e da Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Evolução precisa do Processo de
Individuação e de todos os seus elementos constitutivos como os arquétipos e as
fases. O Processo de Inidividuação segundo Mattanó começa com a Concepção e o Herói (Fase
Urubórus), o Chamado que Pode ser Recusado, as Forças se Unem Para o
Bem-aventurado,... o Encontro com a Deusa (Fase Matriarcal),... a Relação com o
Pai (Fase Patriarcal),... a Magia nas Decisões (Ciclo de Alteridade)...e vai
até A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase Cósmica). O Processo de
Individuação tem por finalidade a Liberdade da Vida e dos Ensinamentos da Vida
numa relação Cósmica de maravilhamento e contentamento, deleite profundo a
favor do Cosmos, do Universo, do Universal, da Universalidade, da amplidão
experiencial e do descortinar do caminho rumo ao infinito e mais belo,
inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro
estágio da música propriamente dita.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 25 de junho de 2016.
7. Psicologia Social
O que é Música:
Música é a combinação de ritmo,
harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a
organização temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a
arte de coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente
válidos, podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação
artística e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um
veículo usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu através dos
séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a
música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou
folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de subgêneros e
estilos.
Música erudita ou clássica
Música erudita ou clássica é uma
música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma música culta,
caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem na necessidade
de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios religiosos.
A música erudita ou clássica é
caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de forma
instrumental, que chegou ao ápice com os
grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e Beethoven.
A expressão "música
clássica" passou a ser usada para representar a evolução musical no século
XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra dramática em que o
teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um gênero teatral
dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto, no qual se
sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais que vão do
mais agudo até os mais graves.
A ópera é encenada com os elementos
do teatro, como enredo, coreografia e vestuário característico, em conjunto com
a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural de opus, que no
latim significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e geralmente é
apresentada em latim ou italiano.
Música popular
Música popular é aquela que tem uma
letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com refrões fáceis de
memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da música popular,
seguido da música romântica.
A música popular brasileira recebeu
influência de diversas escolas, entre elas a de João Gilberto, com a precisão
técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis Regina, com interpretação
sentimental, em que a emoção importa mais do que a técnica. Michael Jackson e
Madona serviram de parâmetro para o pop americano e para um grande número de
seguidores.
A música popular cantada por
grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes, se enraizou na
cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos mais bem
sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música tradicional
Música tradicional ou folclórica é
aquela que simboliza as tradições e costumes de um povo, e são passadas de
geração a geração, como parte dos valores e da identidade de um povo. A música
tradicional representa as crenças e as tradições de uma determinada região.
Grande parte da música folclórica
possui letra de fácil memorização e está ligada às festividades, envolvendo
danças típicas de uma determinada cultura.
A música tradicional ou folclórica,
está intimamente ligada à música popular. O fado, o tango, o samba, o frevo, o
forró, a música de viola, a música sertaneja, o maracatu, o reggae, o blues,
entre outras, se perpetuaram e muitas delas exercem grande influência na música
moderna.
A anti-música
Caracteriza-se pelo Episódio
Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro temos ciência
do significado, sentido e conceito das letras das canções e no segundo não
compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras das canções;
no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso passa a ser
indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota para nota de
acordo com o desejo do artista.
A Música é melodia, ritmo e
harmonia.
A Anti-música é anti-melodia,
anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia são os sons formando
o caos musical.
O Anti-ritmo são os sons regulados
pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são os vários sons
ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical Incompleto e do
Anti-música
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 24 de junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a descoberta de Osny
Mattanó Júnior).






Para
falarmos sobre o trabalho, a economia e a globalização, inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita através de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis precisamos não somente dos conceitos sobre a consciência, a
identidade, a atividade e a alienação, devemos acrescentar a afetividade (sendo
esta sentimentos e emoções) descolando-a da identidade pois esta agora pode
englobar aspectos do passado, presente e futuro enquanto que a afetividade
pertence somente ao contexto do aqui e agora, mesmo que haja uma memória
afetiva esta pertencerá à identidade e não a afetividade, a afetividade somente o aqui e agora como por
exemplo aceitável o que sentimos quando nos recordamos aqui e agora de aspectos
do passado, coisas do presente ou aspectos que planejamos para o nosso futuro.
E há também o inconsciente, processo pelo qual algo não se passa nem se processa conscientemente como perceber
uma coisa ou outra ao mesmo tempo, diferentemente do inconsciente freudiano.
Este inconsciente está ligado à percepção que afeta a consciência, a
identidade, a atividade, a alienação e a afetividade. Então a adaptação sexual,
moral, física, mental, social e/ou pública dependem do contexto sócio-histórico
sendo ela na maior parte das vezes violência por não aceitar e exogrupo a
partir de suas concepções endogrupais e etnocêntricas onde pela força você
domina, castiga, transforma, tipifica, descaracteriza, mata o outro que não lhe
pertence a sua estrutura grupal e assim a sua consciência, identidade,
atividade, alienação, afetividade e inconsciência, seja no trabalho, nas
relações econômicas e na economia e na globalização da economia, da tecnologia,
do consumo, da informação e da liberdade através ou não dos rituais e da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. O outro e seu grupo são o
indecente que não possuem virtudes nem qualidades onde até a terminalidade lhe
são fatais, ou seja, não há vida para o outro nem independência, só há morte! O
papel dos grupos é defender seus membros da fome, do frio, da terminalidade,
dos perigos, ameaças e adversidades do meio ambiente assim o outro é condenado
a ser domado ou morto para ser o ou não ser consumido como comida para o corpo,
a alma ou para o imaginário e simbólico, somos animais, ou até mesmo para o
nosso sentimento e desejo de escravizar o próximo no trabalho, na economia e
através da economia e na globalização e através da globalização! E estamos
fadados a nunca deixarmos nesta vida a deixarmos de sermos animais e
sobrevivermos da morte das outras coisas vivas para a própria coisa chamada
vida e assim também a escravidão no trabalho, na economia e na globalização por
causa dos nosso rituais. A indecência hoje seria a violência, a escravidão, a
alienação, o futuro é difícil de predizer, talvez com base em outras vivências
e experiências grupais, novas tecnologias deixe de ser violência à morte do
outro e o próprio outro o aceitando e acolhendo-o pacificamente sem dualismo
amor e ódio, guerra e paz por causa de monstros internos de pessoas e grupos
violentos e assim indecentes, será que um dia a indecência haverá se de se
esgotar? A indecência depende de como encaramos a terminalidade e de seus
rituais de luto e de consolo, de passagem, e deste modo, o consolo e o luto,
depende do trabalho, da economia, da globalização, da adaptação que é por sua
vez mantenedora da memória ou mesmo, a própria memória afetiva ou não afetiva!
A indecência é a violência, as guerras, o protesto, o movimento, o vandalismo,
o sofrimento, e a decência seria então a paz, o contentamento, a Educação é a
decência, onde há decência há Educação e onde há indecência não há Educação,
basicamente Educação é isto e serve para resolver este tipo de problema! A
Educação se faz através de rituais de iniciação e de passagem, precisamos dos
rituais. Precisamos de rituais para nossa identidade, consciência, atividade,
alienação, inconsciente e afetividade desde a iniciação até a passagem pelos
limiares até a liberdade. Por isso devemos Educar nossos filhos, e a nós mesmos
continuamente em todos os ambientes de nossas vidas, em todos os nossos
relacionamentos sociais, para que nossa consciência, atividade, identidade,
inconsciência, alienação e
afetividade sirvam-nos ao nosso bem-estar social e nossos Monstros não nos
dominem. Precisamos alcançar a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver
através da Trajetória dos Heróis, ela:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Nossos Heróis enfrentarão na Trajetória da
Vida os Monstros.
Para esta abordagem os Monstros são
produtos da atividade, da consciência, da identidade, da alienação e do
inconsciente nas relações entre sujeitos sociais também no trabalho, na
economia e na globalização, inclusive na criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita através ou não de
rituais.
Pela atividade o sujeito se apropria
do mundo e se expressa pela consciência processo da sua identidade e do que não
consegue ter totalmente pela alienação e pelas coisas que não se processam
conscientemente como perceber mais de uma coisa ao mesmo tempo, o inconsciente
que condensa e desloca informatividade, saber.
Se
compreendemos a linguagem dos Monstros falaremos com eles mas se não obtivermos
êxito não nos comunicaremos com eles e serão processos obscuros e menos
acessíveis em nossas vidas sociais causando coisas incompreensíveis como coisas
falsas que por serem falsas não têm valor de existência por não existir, mesmo
existindo falsamente? Se não compreendemos a linguagem dos Monstros ela será
falsa porém
nossa
atividade diante de uma coisa falsa é difícil e dolorosa, causa sofrimento à
consciência e à identidade por estar alienada e sob processos inconscientes
incompreensíveis.
E
assim lidamos com nossos Monstros!
Nossos Monstros devem ser abordados no
trato social através de rituais de iniciação e da passagem e da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis também em movimentos, protestos, vandalismos,
agitadores, criminosos, baderneiros, curiosos, de nossos meios com Educação, pois como vimos
a Educação tudo resolve, tudo socializa, desde o nascimento até a morte, ou
seja, por toda a vida, durante todo o período relacional social e suas
implicações educativas, não mais nem menos, só educativas, a vida é uma
constante Educação, não deve ser vista como outra coisa, como violência, como
trabalho, como luta, como dever, como qualquer outra coisa, deve ser vista como
Educação para hoje e para a amanhã, para o futuro e assim para a eternidade,
deste modo a vida na Terra estará perpetuada e a salvo dos males da
criatividade associada a destrutividade e auto-destrutividade da humanidade. A
vida é uma constante e transformante Educação!
Concluo
que a adaptação propicia a atividade de memorizar que por sua vez leva a
atividade, a consciência e a identidade, afetividade, inconsciência e alienação
de miserável que produz nas relações sociais os ritos e a Trajetória da Vida,
dos Monstros e dos Heróis, a caridade e o trabalho, economia e globalização da
economia, da informação, da tecnologia e do consumo, e da liberdade, inclusive da
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita que ajudaram a fazer surgir na humanidade a violência, a
exploração e o abuso, o crime, a desordem, o caos, a crueldade, a criação e
proliferação social de doenças biológicas, psicológicas, sociais, filosóficas
e/ou espirituais, as guerras, toda sorte de maldades que conhecemos e que
cometemos uns contra os outros por não termos Educação suficiente para lidarmos
com nossos Monstros e assim transcender e lidar com o sentimento de
renascimento que vem do Alto! Este sentimento só vem da nossa relação para com
Deus! Podemos Amar a Deus e temos uma área no nosso cérebro para isto! Deus faz
bem!
Mas
para finalizar podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há
continuidade da vida e do Universo e assim das Ciências, das Artes e dos
Saberes e o Descontrutivismo Físico
Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a
Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a
Espiritualidade, pondo fim às Ciências Biológicas, Humanas, da Saúde, Exatas, Sociais,
da Computação, etc., acabando com as Ciências que descobrimos e que criamos e
desenvolvemos, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram
para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno resistirá ao Apocalipse Universal que
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo, ou através da Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar
se ele entrar em conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na
Bíblia com outras palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
Abordamos novamente nossos rituais religiosos de iniciação e da passagem e
também seus ensinamentos agregados a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado
pelo aprisionamento coletivo e social, de nossas relações sociais primárias na
família e secundários, fora da família. A liberdade solitária e individual é
ritualizada internamente e a liberdade partilhada e coletiva é ritualizada
internamente e externamente.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações
sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não
precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu
escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos
tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e
alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a
paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e
ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução educa nossa Vida, nossos Monstros e nossos Heróis através dos
rituais de iniciação e de passagem pela Escola, Religião, Trabalho, Sexo e
Sexualidade, e outros aprendizados e manifestações comportamentais sociais.
A Evolução pode ser ainda individual ou
coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito,
a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! A música
e a anti-música são voltadas para a convivência pois reúnem pessoas e nações e
transmitem informações e valores sócias! Temos leis que punem discriminadores,
racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a
exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização
também são voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação!
Exclusão social e discriminação tendem hoje a serem crimes no Brasil e no
mundo! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização dependem e
caminham a passos mais rápidos do que aos da filogênese e da ontogênese, a
Cultura Evolui mais rápido entre os Humanos! Estamos caminhando rapidamente
para a união e para os fenômenos positivos da globalização como a integração, a
derrubada de fronteiras, a educação, a economia, a tecnologia, o consumo, a
informação, a liberdade e a política! A Evolução cultural produz política e
depende hoje da política para se governar e se sustentar, política é a arte de
bem-governar! Bem-governar é poder ter e poder oferecer Saúde, Educação,
Trabalho, Liberdade, Lazer, Locomoção e Ir-e-vir, Política, Vida, Propriedade
Intelectual e Propriedade Material, Religião, Alimentação e Água, Renda, Teto,
Vestimenta, Afetividade, Cultura, Sexualidade, Família, Transporte, Saneamento,
Segurança e Justiça como Direitos básicos a população se houvesse uma Reforma
Política no Brasil!
Para uma Reforma Política no Brasil dependemos
do conhecimento e da Educação de nossas Vidas, Monstros e Heróis! Precisamos
descortinar o alvorecer do Sol! Precisamos, segundo Osny Mattanó Júnior, ser
Concebidos e Viver (Fase do Nascimento e da Vida); Precisamos nos Encontrar com
a Deusa (Fase das Primeiras Relações Sociais); Precisamos da Relação com o Pai
(Fase da Transferência de Conteúdo das Primeiras Relações Sociais); Precisamos
da Magia nas Decisões (Fase da Educação e do Trabalho); e para obtermos sucesso
e realização, Precisamos da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase do
Trabalho, da Produtividade e da Nova
Família), inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 26 de junho de 2016.
- Psicologia Escolar
O que é Música:
Música é a
combinação de ritmo, harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No
sentido amplo é a organização temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido
restrito, é a arte de coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e
esteticamente válidos, podendo ser transmitida através da voz ou de
instrumentos musicais.
A música é uma
manifestação artística e cultural de um povo, em determinada época ou região. A
música é um veículo usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu
através dos séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais,
entre eles, a música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a
tradicional ou folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de
subgêneros e estilos.
Música erudita
ou clássica
Música erudita
ou clássica é uma música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma
música culta, caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem
na necessidade de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios
religiosos.
A música erudita
ou clássica é caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de
forma instrumental, que chegou ao ápice
com os grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e
Beethoven.
A expressão
"música clássica" passou a ser usada para representar a evolução
musical no século XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra
dramática em que o teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um
gênero teatral dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto,
no qual se sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais
que vão do mais agudo até os mais graves.
A ópera é
encenada com os elementos do teatro, como enredo, coreografia e vestuário
característico, em conjunto com a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural
de opus, que no latim significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e
geralmente é apresentada em latim ou italiano.
Música popular
Música popular é
aquela que tem uma letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com
refrões fáceis de memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da
música popular, seguido da música romântica.
A música popular
brasileira recebeu influência de diversas escolas, entre elas a de João
Gilberto, com a precisão técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis
Regina, com interpretação sentimental, em que a emoção importa mais do que a
técnica. Michael Jackson e Madona serviram de parâmetro para o pop americano e
para um grande número de seguidores.
A música popular
cantada por grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes,
se enraizou na cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos
mais bem sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música
tradicional
Música
tradicional ou folclórica é aquela que simboliza as tradições e costumes de um
povo, e são passadas de geração a geração, como parte dos valores e da
identidade de um povo. A música tradicional representa as crenças e as
tradições de uma determinada região.
Grande parte da
música folclórica possui letra de fácil memorização e está ligada às
festividades, envolvendo danças típicas de uma determinada cultura.
A música
tradicional ou folclórica, está intimamente ligada à música popular. O fado, o
tango, o samba, o frevo, o forró, a música de viola, a música sertaneja, o
maracatu, o reggae, o blues, entre outras, se perpetuaram e muitas delas
exercem grande influência na música moderna.
A anti-música
Caracteriza-se
pelo Episódio Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro
temos ciência do significado, sentido e conceito das letras das canções e no
segundo não compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras
das canções; no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso
passa a ser indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota
para nota de acordo com o desejo do artista.
A Música é
melodia, ritmo e harmonia.
A Anti-música é
anti-melodia, anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia
são os sons formando o caos musical.
O Anti-ritmo são
os sons regulados pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são
os vários sons ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical
Incompleto e do Anti-música
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 24 de
junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a
descoberta de Osny Mattanó Júnior).






No âmbito
escolar a Psicologia Escolar entende que o trabalho, a economia e a
globalização, e a adaptação, inclusive a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita, que levam a transcendência oriundos das
situações em que vivemos experiências de aprendizado em experiências de
conflitos e de paz e assim a adaptação estão
ligados aos processos de aprendizagem e assim aos problemas e distúrbios
de aprendizagem que devem ser tratados, podendo isto levar ao bullying, já que
o bullying é bastante presente nas Escolas, este bullying pode ou não ser
ritualizado e pertence a história da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis na e da Escola. A escola tem este papel de formação e de transformação
para a convivência entre as pessoas e os povos, formação da Trajetória da Vida
e de Heróis tendo assim um papel pacificador se ela não for vítima de bullying (Trajetória
dos Monstros) e prejudicada em seu papel de formação e transformação, para o
futuro no trabalho, agora na economia e no futuro das relações econômicas como
e geração de renda e de capital e a globalização da economia, da tecnologia, da
informação, do consumo, da liberdade. A violência ou bullying pode ser
transformada através da escola com o trabalho do Psicólogo Escolar atuando
junto aos alunos, professores e equipe-técnica, levantando propostas e tomando
decisões para otimizar a dinâmica da Escola e sua função social como educadora
para o trabalho, a economia e a globalização. Então em caso de morte e perdas o
consolo e o luto em momentos e períodos de guerras na Escola seriam abordados
pelos professores e equipe-técnica, e pelo próprio Psicólogo Escolar de modo a
facilitar a elaboração do luto mediante o papel do consolo, ou seja, através do
consolo a criança ou o aluno adquiriria repertório comportamental para elaborar
o luto em quaisquer ambientes para sua adaptação e diminuição do sofrimento
mental e até físico, seria este o papel da Escola quanto ao consolo e o luto e
a adaptação, pura memória ou processos de Educação e de memorização. E em
momentos e períodos de paz o papel do Psicólogo Escolar seria de mantenedor e difusor de idéias e projetos
pacificadores para melhorar e otimizar os relacionamentos na Escola entre os
seus de modo que seus Monstros não voltem a incomodar-lhes, sabemos que o
Psicólogo Escolar ajudará na formação da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis e que ele também poderá representar para sua clientela tanto um Monstro
quanto um Herói na Trajetória da Vida, mas...
Na Escola os
Monstros oriundos da Música e da Anti-música estão ligados as formas de
violência na Escola como o bullying sexual, moral e psicológico onde as
diferenças não são toleradas e são meios ou canais para a descarga agressiva e
destrutiva com ofensas, humilhações, amedrontamentos, envergonhamentos,
assédios, brigas, discussões e palavras grosseiras e pesadas que podem levar a
uma série de diversas conseqüências penosas para o violentado e para o
violentador lesando a vida do trabalhador e do futuro trabalhador, da economia
e das suas relações e da vida globalizada, assim o Psicólogo Escolar deve ouvir
e observar rituais, decifrando ganhos primários e secundários e perdas a curto,
médio ou longo prazo como doenças mentais e seqüelas profundas inapagáveis que
se transcendenditas impulsionarão as vítimas a se tornarem pessoas melhores que
as outras que não conseguem transcender à violência e mergulharem em dores
oceânicas que podem levar essas pessoas a deficiências mentais ou sociais como
psicóticos, doentes sexuais, transtornos alimentares, delinqüentes, criminosos
ou ensimesmados, poderemos assim deslumbrar nossos Heróis e nossos Montros em
meio aos rituais da Escola.
Esses nossos
Monstros, os problemas trabalhistas e no trabalho, os problemas com a economia
como as dívidas e a compulsão para o consumo, e a globalização e seus frutos e
fenômenos, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita são aprendidos em parte na Escola
e são em parte também resolvidos em
grande parte na Escola, são ritos incorporados na Escola, por isso a Educação
tudo resolve, evita grandes tragédias e pequenas desgraças sociais ou humanas
como as guerras e os grandes horrores, evita também os movimentos e protestos
desorganizados, vandalismos e crimes. Por isso a Educação nunca deve parar,
devemos estudar a vida toda, não na Escola somente, mas no trabalho, na Igreja,
no clube social, na casa de nossos pais, de nossos romances e de nossos filhos,
de nossos parentes, devemos continuar o debate acadêmico e ler a vida toda, a
informação deve ser direito de todos, ela deve ser consciente e justa, não
manipuladora, devemos ter o direito de ter acesso a internet e aos mass mídia
para nos atualizarmos constantemente, pois nossa consciência se atualiza
constantemente, visto que está em constante movimento e transformação
momento-a-momento, a consciência deve ser direito de todos assim como a
Educação que tudo resolve. A Educação melhora nossos afetos e estados de
consciência em meio aos rituais de iniciação e de passagem na e da Escola.
Assim
o trabalho, a economia e a globalização, inclusive a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita levam a adaptação e a
transcendência que é o produto final dos
ritos de iniciação e de passagem na e da Escola durante a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que favoreceu ao surgimento dos
modos de lidar com a miséria como a caridade e o trabalho, a exploração e o
abuso, mas também a violência, os crimes, as guerras, os holocaustos, as
barbáries, as tragédias, as catástrofes, as degradações, os vandalismos, os
protestos e movimentos hediondos, as
difamações, as distorções, os vandalismos, as agressões, as explosões e
propagações de doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psicológicas,
sociais, filosóficas e/ou espirituais que somente a Educação e o Amor de Deus
que tem lugar em nosso sentimento de renascimento para existir e ter função em
nossa luta contra as adversidades contra o meio ambiente.
Então
podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, o conhecimento é o
produto dos rituais de iniciação e de passagem da e na Escola e assim
continuamos por toda a vida criando e gerando o conhecimento como o de poder
haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e
das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas
através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a
vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de
Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da
Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia
arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se
afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de
existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte
do nosso tempo e da minha vida.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente,
devemos isto aos rituais de iniciação e de passagem da e na Escola série após
série, ou ano escolar após ano escolar, devemos nos entregar aos processos
positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação
morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e do
trabalho, da economia e até dos fenômenos associados a globalização de nossos
antepassados e de suas relações sociais que marcaram a História da Humanidade e
da Civilização. Nossa História carrega em si toda a Nossa Trajetória da Vida,
dos Monstros e dos Heróis.
Nossos Heróis
obedecem uma seqüência evolutiva de estágios, são eles:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não
precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu
escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente! Já podemos
provar da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver através da Escola e da
Educação.
A Evolução filogenética é um processo
crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais
para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora
da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e
mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos.
A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança
seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A Evolução
nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e ensinamentos! A
Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e
preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais,
sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito,
a vida e do cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! A música
e a anti-música são voltadas para a convivência pois transmitem informações,
valores sociais e reúnem pessoas e nações! Temos leis que punem discriminadores,
racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a
exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização
também são voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação!
Exclusão social e discriminação tendem hoje a serem crimes no Brasil e no
mundo! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização dependem e
caminham a passos mais rápidos do que aos da filogênese e da ontogênese, a
Cultura evolui mais rápido entre os Humanos! Estamos caminhando rapidamente
para a união e para os fenômenos positivos da globalização como a integração, a
derrubada de fronteiras, a educação, a economia, a tecnologia, o consumo, a
informação, a liberdade e a política! A Evolução caminha lentamente como caminha
lentamente a Evolução dos nossos rituais de iniciação e de passagem na Escola e
na Educação. A Evolução cultural produz
política e depende hoje da política para se governar e se sustentar, política é
a arte de bem-governar! Bem-governar é poder ter e poder oferecer Saúde,
Educação, Trabalho, Liberdade, Lazer, Locomoção e Ir-e-vir, Política, Vida,
Propriedade Intelectual e Propriedade Material, Religião, Alimentação e Água,
Renda, Teto, Vestimenta, Afetividade, Cultura, Sexualidade, Família, Transporte,
Saneamento, Segurança e Justiça como Direitos básicos a população se houvesse
uma Reforma Política no Brasil!
A
Evolução cultural depende da Educação que promove o bem-estar e a convivência entre as diferenças
e igualdades, a Educação pode ser Bancária que é depositária do saber e
inquestionável; Educação Libertadora que é livre onde o saber é construído com
a participação do aluno ativamente; e a Educação Dessensibilizadora Contexual
onde aprendemos a não nos prendermos mais ao saber dessensibilizando-o e
compreendendo-o como fenômeno do Contexto, de sua época sócio-histórica
deixando ele passar através de seu conhecimento causando conhecimento mas não
sensibilizando o aluno a mover-se por ideologias.
O
Trabalho, a Economia e a Globalização podem assim ser Bancárias, Libertadoras
e/ou Dessensibilizadoras Contextuais. O Homem trabalha para ter economia,
guardá-la, compreendê-la e depois livrar-se dela através de seus rituais
educativos de iniciação e de passagem na Escola e fora da Escola trabalhando assim
suas regras oriundas da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
O indivíduo é
Concebido e Vive (A Concepção e o Herói: vive fantasticamente aprendendo a
aprender mesmo sem ter aprendido a aprender, vive instintivamente desde a
concepção com sua mãe na vida intra-uterina), se Encontra com a Deusa (Se
Relaciona com sua Mãe), tem Sua Relação com o Pai (Aprende a Viver com o Pai),
tem A Magia nas Decisões (Aprende conhecimento nas Escolas), e tem A Liberdade
para Se Viver e Ensinar a Viver (Compreende o Valor de sua Vida e o de seu
Mundo) – esta última fase só é alcançada por meio de regras de
auto-conhecimento ou por meio de experiências culminantes e de deleite e
deslumbramento intensos, pois a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é
intensa, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 26 de junho de 2016.
- Psicologia Humanista
O que é Música:
Música é a
combinação de ritmo, harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No
sentido amplo é a organização temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido
restrito, é a arte de coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e
esteticamente válidos, podendo ser transmitida através da voz ou de
instrumentos musicais.
A música é uma
manifestação artística e cultural de um povo, em determinada época ou região. A
música é um veículo usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu
através dos séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais,
entre eles, a música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a
tradicional ou folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de
subgêneros e estilos.
Música erudita
ou clássica
Música erudita
ou clássica é uma música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma
música culta, caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem
na necessidade de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios
religiosos.
A música erudita
ou clássica é caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de
forma instrumental, que chegou ao ápice
com os grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e
Beethoven.
A expressão
"música clássica" passou a ser usada para representar a evolução
musical no século XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra
dramática em que o teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um
gênero teatral dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto,
no qual se sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais
que vão do mais agudo até os mais graves.
A ópera é
encenada com os elementos do teatro, como enredo, coreografia e vestuário
característico, em conjunto com a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural
de opus, que no latim significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e
geralmente é apresentada em latim ou italiano.
Música popular
Música popular é
aquela que tem uma letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com
refrões fáceis de memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da
música popular, seguido da música romântica.
A música popular
brasileira recebeu influência de diversas escolas, entre elas a de João
Gilberto, com a precisão técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis
Regina, com interpretação sentimental, em que a emoção importa mais do que a
técnica. Michael Jackson e Madona serviram de parâmetro para o pop americano e
para um grande número de seguidores.
A música popular
cantada por grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes,
se enraizou na cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos
mais bem sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música
tradicional
Música
tradicional ou folclórica é aquela que simboliza as tradições e costumes de um
povo, e são passadas de geração a geração, como parte dos valores e da
identidade de um povo. A música tradicional representa as crenças e as
tradições de uma determinada região.
Grande parte da
música folclórica possui letra de fácil memorização e está ligada às
festividades, envolvendo danças típicas de uma determinada cultura.
A música
tradicional ou folclórica, está intimamente ligada à música popular. O fado, o
tango, o samba, o frevo, o forró, a música de viola, a música sertaneja, o
maracatu, o reggae, o blues, entre outras, se perpetuaram e muitas delas
exercem grande influência na música moderna.
A anti-música
Caracteriza-se
pelo Episódio Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro
temos ciência do significado, sentido e conceito das letras das canções e no
segundo não compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras
das canções; no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso
passa a ser indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota
para nota de acordo com o desejo do artista.
A Música é
melodia, ritmo e harmonia.
A Anti-música é
anti-melodia, anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia
são os sons formando o caos musical.
O Anti-ritmo são
os sons regulados pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são
os vários sons ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical
Incompleto e do Anti-música
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 24 de
junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a
descoberta de Osny Mattanó Júnior).






A incapacidade de transcender advinda das guerras, crimes e violências
dos
eventos que repercutem falta de paz
em nosso interior e em nossas sociedades estão ligados as deficiências em
nossos trabalhos, ofícios e profissões, como no que geram como a economia e a
globalização da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e da
liberdade, inclusive da criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita, à incapacidade de satisfazer
nossas necessidades e de nos adaptarmos, fazendo dos nossos rituais de
iniciação e de passagem verdadeiros fracassos e frustrações que daí nos
tornamos destrutivos e auto-destrutivos com problemas adaptativos em aceitar as
diferenças, a liberdade e a capacidade de criação e independência com privacidade
e autonomia, livre-arbítrio, naturalidade e simplicidade, trabalho e percepção
objetiva da realidade impulsionando as experiências místicas e culminantes,
êxtase e deleite intensos, afeição e empatia para com a humanidade, resistência
ao conformismo e um elevado grau de interesse social numa relação destrutiva
com a Trajetória da Vida e dos Heróis e nos vencendo as capacidades nossos
Monstros . Não aceitar e não saber lidar com o luto no trabalho, com as perdas,
com as dívidas e com as conseqüências pós-morte da globalização, através dos
nossos rituais e de nossos Monstros, como o luto ligado a economia (parar de
gastar ou se fechar e economizar), a tecnologia (se abrir ou se fechar as
tecnologias), ao consumo (se abrir ou se trancar ao consumo) e ao da informação
(se isolar ou se abrir para o mundo de relações e informações) é problema
adaptativo oriundo dos processos do consolo da singular dificuldade em se
aceitar e às suas necessidades, sejam fisiológicas (comida, água, sexo, sono e
ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo
e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo,
e de auto-realização. A cada necessidade mal elaborada pelo sujeito e pela
sociedade aparece a indecência reorganizada e transformada em decência através
da convivência, da paz e do amor, da naturalidade e simplicidade, do trabalho
(como dos profissionais da saúde, educação, política, artes, etc.), da
percepção objetiva da realidade, da afeição e da empatia por toda a humanidade,
a decência é aqui ritualizada na Trajetória da Vida e dos Heróis. Assim o consolo e o luto vão
sendo organizados e reorganizados através da indecência e da decência que
permite ao sujeito convivência, paz, amor, naturalidade, simplicidade,
trabalho, objetividade, afeição, empatia pela humanidade, ou seja, um retorno a
vida saudável e assim à auto-realização. Assim lidamos com o consolo, o luto,
(a terminalidade) e a adaptação, e agora também com a memória, a economia e a
globalização através de ritos e de nossos Heróis. A adaptação que é memória
pois não existe memória mas sim somente adaptação, isto evoca a transcendência,
trabalho, economia, e globalização. Assim lidamos com o sofrimento das guerras
e buscamos paz e contentamento para superar nossos erros e fracassos humanos e
pessoais, nossas tragédias existenciais para sempre lembradas em processos
adaptativos mas que não sei porque teimamos em alguns períodos da história
esquecer, em começar outras guerras e depois lamentar e começar a chorar e a
pedir desculpas não sei por quê, a história sempre revela que toda guerra
poderia ter sido evitada, a Educação tudo resolve!
Não aceitar as diferenças no trabalho, na
economia, inclusive na criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita, não tolerar erros se necessário,
e na globalização ou seja, nossos Monstros é cortar uma das veias do coração
humano e deixar sangrar até o morte das diferenças ou Monstros, é dar um tiro
num animal, seja perigoso ou não, depende de como o entendemos e de como
lidamos em relação a ele e a nós mesmos, com ou sem segurança e o porquê dessa
atitude segura ou destrutiva, amável ou hostil? Saber lidar com as diferenças
ou Monstros é aceitar a liberdade e a individualidade e sua capacidade de
criação e independência com privacidade e autonomia, livre-arbítrio, agindo com
naturalidade e simplicidade, e tendo capacidade para algum tipo de trabalho com
uma percepção objetiva da realidade levando-o a experiências místicas e
culminantes, êxtase e deleite intensos, com afeição e empatia pela humanidade,
apresentando resistência ao conformismo e alto grau de interesse social. Saber
lidar com os nossos Monstros nos ajuda a lidar com a Trajetória dos Heróis,
ela:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
No final da
Trajetória dos Heróis alcançamos nossa Liberdade.
Não aceitar e não saber lidar com as
diferenças ou Monstros é não aceitar e não lidar com nossas próprias
necessidades e liberdades, sejam fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar),
de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da
ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de
auto-realização.
A auto-realização é a plena Educação. A
auto-realização é saber o que você mesmo pensa, sente, fala, mostra, ouve, vê e
faz, é ser Educado para os rituais e pelos rituais de iniciação e de passagem
para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Quando falamos de auto-atualização também falamos de adaptação e assim
de transcendência e de memória e meios de lidar com regras e rituais ligados a
miséria como a caridade e o trabalho, o lucro, a exploração, o abuso, a
violência, o controle, o mercado, as guerras, os conflitos, os horrores, as
tragédias, as brigas, as perdas, os crimes, etc., para evocar a Educação e o
Amor Fraterno de Deus e assim nosso sentimento de renascimento. A Educação
prepara o indivíduo para o trabalho e para a economia e a globalização. A
Educação prepara o indivíduo para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, pois nascemos num mundo já Educado ou que já existe com modelos de
Educação que serão internalizados.
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da Adaptação e assim ao um
poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos
Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico
Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará
havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros
¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou
mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o
Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também
a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo
deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal
fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser
transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o
Universo, o Apocalipse Universal!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações
sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não
precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu
escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
O Homem Trabalha
e Economiza para satisfazer suas necessidades, sejam fisiológicas (comida,
água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e
libertação do medo e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos
outros e de si mesmo, e de auto-realização através de ritos para sua Educação
já pronta e para se fazer durante sua Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
O Homem busca
sua auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver) satisfazendo
suas necessidades anteriores, elas, fisiológicas (a Concepção e o Herói), de
garantia (as Forças se Unem para o Bem-aventurado), de pertinência e de amor (o
Encontro com a Deusa), de estima dos outros e de si mesmo (a Apoteose), e de
auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver), inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita.
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 26 de junho
de 2016.
- Psicologia da Personalidade
O que é Música:
Música é a combinação de ritmo,
harmonia e melodia, de maneira agradável ao ouvido. No sentido amplo é a
organização temporal de sons e silêncios (pausas). No sentido restrito, é a
arte de coordenar e transmitir efeitos sonoros, harmoniosos e esteticamente
válidos, podendo ser transmitida através da voz ou de instrumentos musicais.
A música é uma manifestação
artística e cultural de um povo, em determinada época ou região. A música é um
veículo usado para expressar os sentimentos.
A música evoluiu através dos
séculos, resultando numa grande variedade de gêneros musicais, entre eles, a
música sacra ou religiosa, a erudita ou clássica, a popular e a tradicional ou
folclórica. Cada um dos gêneros musicais possuem uma série de subgêneros e
estilos.
Música erudita ou clássica
Música erudita ou clássica é uma
música bem elaborada, que foge das tradições populares. É uma música culta,
caracterizada pela simetria e equilíbrio sonoro. Teve sua origem na necessidade
de aumento do poder expressivo das melodias nos ofícios religiosos.
A música erudita ou clássica é
caracterizada por uma música refinada e agradável, apresentada de forma
instrumental, que chegou ao ápice com os
grandes gênios da música, entre eles, Haendel, Bach, Haydn, Mozar e Beethoven.
A expressão "música
clássica" passou a ser usada para representar a evolução musical no século
XIX, chamado século de ouro, dos grandes compositores.
Ópera
Ópera é uma obra dramática em que o
teatro, a música e a poesia se completam. A ópera é um gênero teatral
dramático, encenado junto com a música instrumental e o canto, no qual se
sobressai um solista, representado por cantores com timbres vocais que vão do
mais agudo até os mais graves.
A ópera é encenada com os elementos
do teatro, como enredo, coreografia e vestuário característico, em conjunto com
a música instrumental e o canto.
Ópera é o plural de opus, que no
latim significa obra de arte. A ópera surgiu na Itália, e geralmente é
apresentada em latim ou italiano.
Música popular
Música popular é aquela que tem uma
letra predominantemente romântica, jovem, dançante e com refrões fáceis de
memorizar. O rock foi um dos mais bem sucedidos gêneros da música popular,
seguido da música romântica.
A música popular brasileira recebeu
influência de diversas escolas, entre elas a de João Gilberto, com a precisão
técnica e a interpretação contida, e a escola de Elis Regina, com interpretação
sentimental, em que a emoção importa mais do que a técnica. Michael Jackson e
Madona serviram de parâmetro para o pop americano e para um grande número de
seguidores.
A música popular cantada por
grandes nomes do showbiz, com melodias suaves e rítmos dançantes, se enraizou na
cultura da juventude urbana, virou sucesso comercial e é um dos mais bem
sucedidos gêneros da música contemporânea.
Música tradicional
Música tradicional ou folclórica é
aquela que simboliza as tradições e costumes de um povo, e são passadas de
geração a geração, como parte dos valores e da identidade de um povo. A música
tradicional representa as crenças e as tradições de uma determinada região.
Grande parte da música folclórica
possui letra de fácil memorização e está ligada às festividades, envolvendo
danças típicas de uma determinada cultura.
A música tradicional ou folclórica,
está intimamente ligada à música popular. O fado, o tango, o samba, o frevo, o
forró, a música de viola, a música sertaneja, o maracatu, o reggae, o blues,
entre outras, se perpetuaram e muitas delas exercem grande influência na música
moderna.
A anti-música
Caracteriza-se pelo Episódio
Musical Completo mais o Episódio Musical Incompleto, no primeiro temos ciência
do significado, sentido e conceito das letras das canções e no segundo não
compreendemos o significado, o sentido e/ou o conceito das letras das canções;
no Episódio Musical Incompleto a unidade de tempo no compasso passa a ser
indefinida ou variável, incompleta, podendo assim mudar de nota para nota de
acordo com o desejo do artista.
A Música é melodia, ritmo e
harmonia.
A Anti-música é anti-melodia,
anti-ritmo e anti-harmonia,
A Anti-melodia são os sons formando
o caos musical.
O Anti-ritmo são os sons regulados
pela duração intermitente de tempo.
A Anti-harmonia são os vários sons
ouvidos ao mesmo tempo obedecendo as leis do Episódio Musical Incompleto e do
Anti-música
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 24 de junho de 2016.
A ANTI-MÚSICA (a descoberta de Osny
Mattanó Júnior).






Esta abordagem
entende que os rituais de iniciação e de passagem e a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis, a
adaptação e a transcendência oriundos das relações
em tempos de guerras e de paz e a
memória que por sua vez repercute como adaptação, e atividades de trabalho, economia e de
globalização, inclusive para a criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita, podem serem fruto de uma relação
mãe e filho se ela, sua mãe, não satisfazer a necessidade de amor de seu filho
pela sua tendência inata para atualizar as suas capacidades e potencialidades
do seu eu, gerando auto-atualização, então pode gerar sofrimento durante a
etapa de adaptação no sofrimento durante as perdas. Está má relação pode
originar conseqüências ruins para a auto-atualização assim para o seu modo de
lidar ritualmente com o luto e com a formação do próprio luto, com nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, por exemplo em guerras e más memórias, ou seja, má adaptação
fisiológica, morfológica e/ou
comportamental no trabalho, nas relações econômicas e com a economia e na
globalização da tecnologia, da economia, da informação, do consumo e da
liberdade. A tendência inata para a auto-atualização deixa o indivíduo capaz de
dominar seu luto em seus relacionamentos gerando paz e um alto grau de saúde
psicológica através de seu pleno funcionamento mental deixando-o em pleno
funcionamento mental para o trabalho, a economia e a globalização, inclusive
para a criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da
música propriamente dita. Esta capacidade permite toda e qualquer experiência
seguindo seus próprios instintos e não pelas opiniões e vontades dos outros com
liberdade de pensamento e um alto grau de criatividade dominando seu sofrimento
e luto e assim sendo adaptado e justo consigo mesmo, oferecendo ao indivíduo o
mais alto grau de saúde psicológica, a auto-atualização. Assim a Educação com
seus rituais de iniciação e de passagem ajuda a levar a auto-atualização pois
com uma boa relação entre mãe e filho tudo fica melhor para o futuro das
crianças, havendo então paz e contentamento, produzindo boa adaptação que é
assim também boa memória já que não existe memória, apenas adaptação
fisiológica, morfológica e/ou comportamental.
Pela
nossa tendência inata para atualizar as nossas capacidades e potencialidades do
eu se dá a auto-atualização que pode ser prejudicada pelas experiências
infantis se suas experiências com sua mãe não satisfazer sua necessidade de
amor pela estima positiva entre mãe-filho e pela aprendizagem oriunda das
relações com sua mãe e de outras relações limitando-a a possíveis Monstros como
o bullying sexual, moral ou psicológico dentre outras formas de violência e
agressão como a física e social no trabalho, nas relações econômicas e na
globalização, inclusive na criação da música e da anti-música, certamente o
primeiro estágio da música propriamente dita, assim, favorecendo o desrespeito
as incolumidades corporal, pessoal, patrimonial e da vida pública, e
delinqüência podendo se transformar num criminoso ou ensimesmado.
A tendência inata para a auto-atualização
permite ao sujeito dominar seus Monstros internos e relacionados as relações
sociais conduzindo-o a paz e equilíbrio num alto grau de saúde psicológica pelo
pleno funcionamento de sua mente no trabalho, na economia e na globalização,
inclusive na criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio
da música propriamente dita. Serão assim abertos a toda e qualquer experiência,
viverão plenamente cada momento de suas vidas, guiar-se-ão pelos seus próprios
instintos e não pelas opiniões e vontades dos outros, terão liberdade de
pensamento e a um alto grau de criatividade assujeitando-os ao domínio dos seus
Monstros biológicos, psicológicos, sociológicos, filosóficos e/ou espirituais
com satisfatória adaptação e boa memória.
A tendência inata satisfeita permite a
auto-atualização reforçada pela Educação que deste modo assegura a segurança e
a paz no mundo e nas regiões do mundo, graças a boa relação entre mãe e filho e
a auto-atualização, enfim a Educação que tudo resolve. A Educação nos educa
para o trabalho, para a economia e para a globalização, inclusive para a
criação da música e da anti-música, certamente o primeiro estágio da música
propriamente dita. A Educação nos educa para a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis. A Trajetória dos Heróis é a seguinte:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10. A apoteose
11. A última
graça
12. A difícil
volta
13. A magia nas
decisões
14. O resgate
sobrenatural
15. Os limites
da volta
16. Agora são
dois mundos
17. E a
liberdade para se viver e ensinar a viver
A auto-atualização só é alcançada com a
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, ela é fruto da Educação
etapa-a-etapa, desde a Concepção e o Herói até a última já citada
anteriormente.
A
Educação é assim um conjunto de ritos de iniciação e de passagem, frutos da adaptação que evocam transcendência
para lidarmos com as misérias com a caridade e o trabalho, e também com seus
desenvolvimentos, o abuso, a exploração, a violência, os crimes, as guerras, os
holocaustos, as barbaridades, as crueldades, as insanidades, as doenças
biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou
espirituais, as tragédias, os conflitos, as perdas, etc., deste modo abordamos
o Amor de Deus e o nosso sentimento de renascimento que nos faz renascer e
enfrentar tudo de novo, cada problema e superar momento-a-momento
problema-a-problema como os sexuais, os morais, os mentais, os físicos, etc.,
para alcançarmos a auto-atualização diante da Trajetória dos Heróis.
Então podemos
dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da auto-atualização e da Adaptação e assim ao um poder haver o
Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das
Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através
do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida,
as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus
ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e
da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o
Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e
deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através
desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo
e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado,
começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse
Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o
Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das
dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! A auto-atualização pode
nos Salvar!
O Homem Trabalha
pois é Educado e é através da Educação que atinge a auto-atualização e assim o
pleno funcionamento mental no Trabalho, na Economia e na Globalização através
dos ritos de sua sociedade.
O Homem trabalha
para garantir sua Educação e sua auto-atualização econômica, ou seja, permitir
que sua tendência inata para a auto-atualização leve-o a relações sociais de
paz e de equilíbrio com um alto grau de saúde psicológica pelo seu pleno
funcionamento mental no trabalho, na economia e na globalização, ficando
abertos a toda e qualquer experiência, a cada momento de suas vidas, aos seus
próprios instintos e não às opiniões e vontades dos outros, terão liberdade de
pensamento e um alto grau de criatividade dominando seus Monstros a ponto de
vencê-los com a força de seus Heróis durante sua Trajetória dos Heróis a fim de
que encontre a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e viva assim sua
auto-atualização, inclusive para a criação da música e da anti-música,
certamente o primeiro estágio da música propriamente dita.
Osny Mattanó
Júnior
Londrina, 26 de junho
de 2016.
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