Osny Mattanó Júnior
PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS
Especulações Sobre A Trajetória e o Caminho dos Heróis do Brasil
A Trajetória dos Heróis
27/06/2016
ÍNDICE:
1. Introdução
2. Psicanálise Lacan-Mattanoniana
3. Psicologia Cognitiva Transcendental Social
4. Psicologia da Gestalt
5. Behaviorismo
6. Psicanálise
7. Psicologia Analítica
8. Psicologia Social
9. Psicologia Escolar
10. Psicologia Humanista
11. Psicologia da Personalidade
12. Cognitivismo
13. Fenomenologia
14. Psicologia da Espécie
15. Psicobiologia
16. Psicologia Sócio-interacionista
17. Psicologia Individual
18. Psicologia Institucional
19. Psicologia do Trabalho
20. Biopsicosociofilosofia
21. Esquizoarte Perceptiva Tecnocultural
22. Cultura Psicomanifesto Comportamental
23. Psicofilosofia Mattanoniana
24. Biopsicoantropologismo
25. Movimento Psicoanalítico Cultural
26. Psicoarte Mattanoniana
27. Psicotradução Mattanoniana
28. Psicologia da Vulnerabilidade
29. Psicologia das Regras
30. Psicologia da Sensibilidade – Movimento
sensível
31. Psicologia das Sociedades (contextualizando
a Humanidade)
32. Psicotelepatia Instrumental (Psicologia e
Telepatia)
33. Análise Tecnopsicológica
34. Psicoarte Residual
35. Movimento Cognitivo Mattanoniano
36. Enfoque Contextual
Biopsicosociofiloespiritual
37. Psicologia Matemática Niilista
Existencialista
38. Niilismo Existencialista
39. Multiculturalismo Autoclítico
Biopsicosociofiloespiritualizado
40. Dialética Morfo-Mattanoniana
41. Psicodrama Comportamental de Mattanó
42. Psicologia das Massas, dos Públicos e das
Multidões
43. Psicologia de Protesto
44. Psicologia Eclética Educativa
45. Teoria Suja da Psicanálise Psicótica
Existencialista
46. Considerações Finais
Osny Mattanó
Júnior.
Professor e
Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas Teorias:
Epistemologias sobre a Trajetória e o Caminho dos Heróis do Brasil: a
Trajetória dos Heróis.
- Introdução
História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua…
História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira.
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua morte (21 de abril), é comemorado como um
feriado nacional.
História
Joaquim José da Silva Xavier, que
ficaria conhecido como Tiradentes, nasceu no dia 12 de Novembro de 1746 na
cidade de Pombal, no estado de Minas Gerais. Ele foi o quarto dos nove filhos
que os seus pais tiveram.
Em 1767, sua mãe faleceu e ele foi
morar com os irmãos e o pai na Vila de Santo Antônio. Dois anos mais tarde,
quando tinha pouco mais de 11 anos de idade, seu pai também vem a falecer e sua
família começa a perder todos os bens e propriedades por conta das dívidas que
possuíam. Ele então ficou sob os cuidados de um primo que era dentista. Em
pouco tempo ele se apaixonou por essa profissão e decidiu seguir a mesma
carreira que seu primo. É aí que encontramos o motivo do apelido “Tiradentes”.
Além disso, ele também foi sócio de uma botica que dava assistência aos pobres
na Ponte do Rosário, foi minerador e ainda exerceu algumas práticas
farmacêuticas.
Em 1780, ele decidiu se alistar na
tropa da Capitania de Minas Gerais. Um ano depois, já havia sido nomeado
comandante de um setor que cuidava do escoamento da produção de minérios. Foi
aí que ele começou a criticar a exploração abusiva dos recursos naturais do
nosso país.
Mudou-se para o Rio de Janeiro e
lá, criou vários projetos políticos, mas não conseguiu aprovação para a
execução de muitos deles. Quando voltou para Minas Gerais, começou a espalhar
suas ideias a respeito de independência da província, por toda Vila Rica. O que
deu ainda mais força para o seu movimento foi a independência da América e a
formação dos Estados Unidos.
Todo o movimento foi centrado no
ideal de tornar o Brasil um país independente. Aqueles que conspiravam
pretendiam proclamar a república, mas essa ideia ficou só na cabeça mesmo. Todo
o movimento que Tiradentes havia começado estava ganhando força, mas foi
delatado através de uma denúncia que Joaquim Silvério dos Reis fez ao
governador no ano de 1789.
Condenação e morte de Tiradentes
Quando isso aconteceu, Tiradentes
estava no Rio de Janeiro e escondeu-se, mas em pouco tempo acabou preso. O
julgamento de todos os inconfidentes, inclusive Tiradentes, durou três anos,
mas finalmente foi dada a sentença definitiva. Alguns deles foram condenados à
morte e outros ao degredo, entretanto, no dia seguinte, por conta de uma carta
de D. Maria I, a pena de morte foi dada apenas à Tiradentes.
Ele foi enforcado no dia 21 de
Abril de 1792, no Rio de Janeiro. Em seguida, seu corpo foi esquartejado e
exposto em praça pública, como era de costume naquela época.
A PRINCESA ISABEL.
Isabel (Rio de Janeiro, 29 de julho
de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), apelidada de "a Redentora",
foi a segunda filha, a primeira menina, do imperador Pedro II do Brasil e sua
esposa a imperatriz Teresa Cristina das Duas Sicílias. Como a herdeira
presuntiva do Império do Brasil, ela recebeu o título de Princesa Imperial.
A morte de seus dois irmãos homens
a fez a herdeira de Pedro, porém o imperador não conseguia aceitar a ideia de
uma mulher governando o país e dessa forma deixou de acreditar na
sustentabilidade do sistema monárquico. A própria personalidade de Isabel a
distanciou da política e de quaisquer confrontos com seu pai, ficando
satisfeita com uma vida calma e doméstica. Além disso, apesar da sua educação
ter sido bem ampla, ela jamais foi preparada para assumir o trono. Isabel se
casou em 1864 com o príncipe francês Gastão, Conde d'Eu, com quem teve três
filhos: Pedro de Alcântara, Luís e Antônio.
A princesa serviu três vezes como
regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a
abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou
assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente
popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. O fato de ser
mulher, seu forte catolicismo e casamento com um estrangeiro foram vistos como
impedimentos contra ela, juntamente com a emancipação dos escravos, que gerou
descontentamento entre ricos fazendeiros. A monarquia brasileira foi abolida em
1889 e ela e sua família foram exilados por um golpe militar. Isabel passou
seus últimos trinta anos de vida vivendo calmamente na França.
MANUEL DEODORO DA FONSECA.
Manuel Deodoro da Fonseca (Alagoas
da Lagoa do Sul, 5 de agosto de 1827 — Barra Mansa, 23 de agosto de 1892) foi
um militar, político brasileiro, proclamador da República e o primeiro
presidente do Brasil.
O Governo de Deodoro foi marcado
pelo esforço da implantação de um regime de Estado Republicano. Entretanto, foi
caracterizado por grande instabilidade política e econômica, devido às
tentativas de centralização do poder, da movimentação de opositores da queda do
Império, e por parte de outros setores das Forças Armadas descontentes com a
situação política republicana. A crise teve seu ápice no fechamento do
"Congresso Nacional do Brasil", o que mais tarde acabou levando à
renúncia de Deodoro da Fonseca.
TANCREDO NEVES.
Tancredo de Almeida Neves GCTE (São
João del-Rei, 4 de março de 1910 — São Paulo, 21 de abril de 1985) foi um
advogado, empresário e político brasileiro. Natural do sul de Minas Gerais,
formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas
Gerais. Ingressou na política em 1935, quando foi eleito vereador em sua cidade
natal pelo Partido Progressista, chegando ao cargo de presidente da Câmara
Municipal. Com o advento do Estado Novo em 1937, foi preso e o seu mandato de
vereador foi extinto. Com isso retornou à advocacia, atuando como Promotor
Público, e também exerceu a profissão de empresário. Em 1947, foi eleito
deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) e foi designado um dos
relatores da Constituição estadual mineira, tornando-se depois líder da
oposição.
Em 1950, foi eleito deputado
federal pela primeira vez. A partir de junho de 1953, exerceu os cargos de
Ministro da Justiça e Negócios Interiores até o suicídio do presidente Getúlio
Vargas. Em 1954, foi eleito novamente deputado federal, cargo que ocupou por um
ano. Foi diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais em 1955 e da Carteira
de Redescontos do Banco do Brasil de 1956 a 1958. De 1958 a 1960, assumiu a
Secretaria de Finanças do Estado de Minas Gerais. Concorreu, sem sucesso, ao
governo de Minas em 1960. Com a instauração do regime parlamentarista, logo
após a renúncia do presidente Jânio Quadros, foi nomeado primeiro-ministro do
Brasil, ocupando este cargo de setembro de 1961 a julho de 1962. Foi um dos
principais líderes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e reelegeu-se
deputado federal em 1966, 1970 e 1974. Após a volta do pluripartidarismo, foi
eleito senador em 1978 e fundou o Partido Popular (PP). Em 1982, ingressou no Partido
do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e foi eleito governador de Minas.
No período em que governou Minas,
houve uma grande agitação em prol do movimento Diretas Já, numa ação popular
que mobilizou o país e pregava as eleições diretas para presidente. Com a
derrota da emenda Dante de Oliveira, que instituía as eleições diretas para
presidente da República em 1984, foi o nome escolhido para representar uma
coligação de partidos de oposição reunidos na Aliança Democrática. Em 1984,
aceitou a proposta de se candidatar à Presidência da República e em 15 de
janeiro de 1985 foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um
colégio eleitoral por uma larga diferença. No entanto, adoeceu gravemente em 14
de março do mesmo ano, véspera da posse. Em 21 de abril, morreu de infecção
generalizada. Tancredo é considerado um dos mais importantes políticos
brasileiros do século XX.
Notamos
que estes quatro Heróis do Brasil tem uma Trajetória da Vida heroica privilegiada
e servida com boa educação e boa formação desde o início de suas vidas e histórias
de vidas que vão percorrendo um longo caminho heroico ajudado pelos seus Heróis
que enfrentam seus Monstros já desde a educação e a formação pessoal até a prática
ideológica, política e profissional derrotando-os nem que seja com a própria morte
e/ou infelicidade ou fuga para que seus Escravos sejam todos libertados com a
semeadura da Educação para Se Viver e para Ensinar a Viver. Os Heróis não morrem,
eles Educam para Se Viver e para Ensinar a Viver. Os Monstros morrem e se os
Escravos não forem libertados também morrerão, não semearão a Educação para Se
Viver e para Ensinar a Viver. Hoje no Brasil quem são os Heróis, os Monstros e
os Escravos? E no mundo? A vida é difícil e heroica para todos a todo momento,
tem seus Monstros e Escravos, só basta saber lidar com a vida e não se entregar
ao seu avesso, a morte! Morrer é tão fácil e tão difícil, só basta passar pela
experiência e conhece-la, mas não devemos nos entregar a ela, mas sim ao seu
avesso, a vida!
A Evolução
ordenada e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no crescimento quanto na
decadência do organismo, resultante de fatores inatos, hereditários e
maturativos, como também de influências ambientais chama-se crescimento. Este
crescimento não é só do organismo biológico, mas também do psicológico, social,
filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do organismo químico e
físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as atividades consideradas
como motivos da obtenção de certos resultados, como a liberdade e as
Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos para a obtenção de
resultados envolvem gasto de energia que entre os seres humanos estão entregues
a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e atenção gerando trabalho e
produtos materiais e imateriais como a força de trabalho e a qualificação para
a tarefa e o trabalho que geram Economia, incluindo bens e serviços, inclusive
a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos
temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos
respeitar o nosso tempo e contexto.
As descobertas da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis
do
Brasil que nos ensinam que todos
temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos
respeitar o nosso tempo e contexto levam e estão associadas a liberdade ou o
que conhecemos por liberdade que acompanha-nos
desde o início de nossa vida adaptada e/ou inteligente na Terra e levam-nos ao
trabalho e geram economia, saem e levam-nos a miséria, a fome, a pobreza, a
caridade, ao trabalho, a exploração e a violência e aos monstros, fazem parte
da vida do ser humano, seja ela, sexual, moral, física, psicológica, política,
artística, social, filosófica, espiritual, afetiva, naturalística, lingüística,
interpessoal, intrapessoal, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical,
espacial, artificial, cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal,
escolar, trabalhista, desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a
adaptação leva a transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas
somente adaptação. A adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas
da vida. O trabalho e a economia também existem e constroem e constituem nossa
memória e a pertencem aos nossos processos de adaptação fisiológica,
morfológica e comportamental. Todo este percurso obedece a um caminho, a
Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se
viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A
concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em
relação a figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo
momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
O
mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo
desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha
um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o
processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser
recusada.
O
levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o
poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se
como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior
das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou
um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros
fluidos e polimorfos, tormentos
inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser
cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente
benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de
todos os cantos do planeta.
- O chamado pode ser recusado
É sempre
possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos frequência em mitos. A recusa
transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um
deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua
casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para
si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da
proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e
vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com
sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da
infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com
medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento
para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que
outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
- As forças se unem para o bem-aventurado
As forças se
unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e
a ele será entregue amuletos e
objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a
jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem
eventos e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos
de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o
próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário
será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão a seu favor,
nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.
- A travessia: se consumir
A vida do herói
possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará sua força para ir além
dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um
oceano sem limites
As
regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto,
selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A
energia sexual incestuosa e a destruição
do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da
floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento
como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa
durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura
está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido
do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com
elas envolvem riscos, porém aqueles que tem talento, competência e coragem
verão o perigo se dissipar como a água no mar.
- Ser engolido e consumido
Ser engolido e
consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do limiar mágico, uma
esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o
herói é assim lançado no desconhecido.
O
desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será
revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no
ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e
nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de
demônios com espadas desembanhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são
guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem
incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São
encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os
limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram
uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa
para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da
baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não
pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao
ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada
teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá
para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.
- O caminho obtuso
Este caminho
cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e com este evento ele deve
sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por
conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia
encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem
sobre-humana.
Em
seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade,
percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde depara-se com
ossos de outros que sucumbiram a aventura e acaba encontrando uma abertura na
terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem
diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do
Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a
habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas
oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
O
herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade
comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a
realidade.
O
segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos
são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas
transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou
transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os
perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar
sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito
efetiva, são eles revivificados em nosso sonhos.
A
terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de
vitórias preliminares ou êxtase.
- O encontro com a deusa
A aventura do
herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A
Mãe Universal imputa ao cosmo a
presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já
que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com
relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também
numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem
arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza
do mundo visível.
A
mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O
herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta
iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela
jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue
compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o
prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A
mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância a
banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder
considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentiliza e
segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo
criado.
O
encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a
própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
- A mulher como tentação
Agora com o
casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do pai, ele e seu pai são um
só.
As
guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do
psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada
após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os
primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de
horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A
dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas
concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos
esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da
célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de nós,
pertencem desagradavelmente a outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando
percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de
frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande
símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do
herói em sua aventura.
- A relação com o pai
A pura Vontade
de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a misericórdia
divina, a poderosa força do Espírito de
Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é
protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de
Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais
dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a
flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
É
a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela
magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se
então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e são essencialmente a mesma
coisa.
A
iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e
prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional
com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e
representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai
agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de
porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma
experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em
paz no entendimento da revelação do ser.
O
problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num
grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas
tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O
herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio,
ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e
compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para
o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da
provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas,
gemidos e dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da
Presença.
- A apoteose
No momento em
que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional, do mundo, dos arquétipos,
compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz
e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em
demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um
símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles
que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.
- A última graça
O sofrimento
agonizante da ultrapassagem dos limites
pessoais é a agonia do
crescimento pessoal. A arte, a
literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos
destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a
alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar
limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele
convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a
esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as
experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção
do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são
crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério
inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.
- A difícil volta
Ao fim da busca
do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando com seu troféu
transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e
transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou
feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da
comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
- A magia nas decisões
Se o herói em
seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração da sociedade sua
aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural,
contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado
dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não
aceitação e fuga é encarada através da magia.
- O resgate sobrenatural
O herói pode ser
resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que vai ao seu encontro para
recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará
para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a
aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno
que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda
externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que
penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se
completos mas que na realidade não passam de frações.
- Os limites da volta
Os mundos,
divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As aventuras do herói se
passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa
sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma
do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os
dragões em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência
enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser
eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as
pessoas comuns.
- Agora são dois mundos
A liberdade de
ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente apresentam numa
única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a
ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por
vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras
vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras
insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
O campo de
batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra. Somos passageiros dos
fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o
patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.
A descobertas da
vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos
ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos
e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto associadas à liberdade
constróem a memória que é adaptação comportamental como consolo e o luta ou
trabalho, que começam quando há luta,
fracasso, vitória e/ou morte, geram através das batalhas desde as sociedades
primatas esses sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com os
hominídeos e existe até hoje com os seres humanos que se especificam pela
condição de família e de eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos.
Existem chimpanzés que apresentam dados que correspondem aos comportamentos de
luta, consolo, fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e
talvez, acredito que sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o
enfrentamento físico, o consolo seria o abraço, a vitória o mando, a morte o
desfalecimento e o luto o ritual (individual ou grupal), o discurso e a
linguagem (comportamento verbal) de despedida. Entre o ritual, o discurso e a
linguagem existe o conhecimento próprio do ser humano, codificado e
decodificado por ele mesmo. O consolo e a
luta ou trabalho. O ser humano adulto faz
descobertas e é adaptado e tende a ser livre porém preso a sociedade, é inteligente
e é essa inteligência adaptada ou somente adaptação que gera e mantêm a vida e
a luta e o trabalho, a família, os grupos sociais, o caos, a ordem, o
progresso, a civilização e a humanidade, a fraternidade e a irmandade, e até
mesmo o puritanismo, fruto da indecência e que dela também depende para que o
ser humano no outro se perpetre e a vida tenha um significado, um sentido e um
conceito de amor a Deus e de ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o repouso geram
contentamento e o bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos do sofrimento
quanto a paz vinda do contentamento dependem sempre da Educação, mesmo que não
haja saúde, a Educação resolve o problema com respostas claras e insights que
permitam reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e global. As
descobertas levam a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao repouso,
geram a transcendência diante da miséria, através da caridade e do trabalho e
da diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e afetivos ou
sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como a sexual e
a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante de uma vida
Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso planeta e da
vida neste planeta.
As descobertas
da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos
ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos
e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto na Trajetória dos
Heróis mantêm a liberdade que gera adaptação e violência na maior parte das
vezes, pois há lugar para ela em nosso meio consentido e que assim a aceita
como felicidade e amor, família e Estado que a ampara e protege por obrigação
da e à indecência política e sexual. Quem não é indecente não é gente e quem é
gente não é indecente - ¨independência ou morte!¨ Ou somos inteligentes ou
somos invariavelmente inteligentes – todos somos inteligentes, a relatividade
está no modo de usá-la, está na adaptação, na forma como nos adaptamos,
comportamentalmente, fisiologicamente e/ou morfologicamente..
As
descobertas da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do
Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa
caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto
constroem a liberdade e constroem a inteligência
e a memória, constroem a luta ou o trabalho e o descanso e o repouso, a transcendência ou mesmo a adaptação durante
a Trajetória dos Heróis que está na inteligência genética transcendental; na
percepção e na totalidade; no comportamento e na sua relação com o meio
ambiente; na interioridade do ser humano; nos complexos, na libido, no processo
de individuação; na interação social; nas relações entre alunos, professores e
equipe-técnica; na auto-realização; na auto-atualização; no desenvolvimento
infantil e nos processos cognitivos; nos fenômenos que se apresentam a
percepção; no inconsciente e no comportamento; nas relações entre fisiologia e
comportamento; no desenvolvimento infantil; na motivação e na inferioridade;
nas relações que ocorrem nos grupos e organizações; nas relações trabalhistas;
nos movimentos e transformações biopsicosociofilosóficos; na arte descabida; na
cultura comportamental e na tecnologia; no antes, durante e depois da
existência e essência; na biologia psicológica antropológica; na origem da Psicologia
e Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por sua vez é o das
artes; nas realidades literal, residual, consciente, inconsciente, simbólica,
ideal e real; na vulnerabilidade genética que se dá pelo medo; no
desenvolvimento das regras: linguagem, brinquedo, sexualidade, social,
novidades, moral, psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências, desejo,
neurológicas, consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na
sensibilidade, sentir e decifrar sensações; na cultura que molda a
personalidade; na hipótese da telepatia e do sofrimento oriundo dela; na
análise tecnopsicológica ou instrumental tecnológico; no novo psico-residual;
nos estágios cognitivos mattanonianos; na noção de que você é você e o contexto
e não a biologia, a psicologia, a sociologia, a filosofia, ou a
espiritualidade; na negação e na afirmação de verdades; no multiculturalismo
que tudo desconstrói e constrói a todo momento de modo autoclítico; na
semelhante valorização das faces da moeda na dialética morfo-mattanoniana; na
passagem do ato contextualizando-o dramaticamente; no ecletismo social reunindo
diferentes teorias para o encontro social e a socialização; no estudo do que
for protestável; no formação de conhecedores e ¨xamãs¨ para a paz e a
Democracia, Justiça e sentimento de religiosidade; na função do pensamento que
é fazer existir e fazer não existir, etc., a indecência luta pela independência e pela
sua morte, produz sentimentos conflituosos e ambíguos, vive de máscaras e
papéis desempenhados e prescritos, é a sombra, é a miséria, é a falta, é a
marca, é a vida e sua organização que a quase todo momento se descortina como
indecente e não-reveladora, pois produz medo, vergonha, humilhação e violência
como o bullying – é o terror, primeiro, pelo não-terror, e depois pelo terror. As
descobertas da vida propiciam liberdade que
gera adaptação e produz tanto lutas e trabalho quanto paz, descanso e repouso
depende da Educação e do aprendizado, ou seja, das regras que aprendemos, da
liberdade, do que adquirimos na família, na escola, na Igreja, no trabalho, na
afetividade, nos nossos relacionamentos, etc., na nossa Trajetória e na
Trajetória dos Heróis, devemos sim, é estar adaptados e prontos para continuar
adaptados, senão nos desadaptamos e poderemos causar guerras, mortes e
violência moral, sexual, psíquica, física, social, econômica, trabalhista,
política ou até bullying e terror!
A Trajetória dos
Heróis começa na concepção e continua com a vida do Herói e vai até a liberdade
para se viver e ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a liberdade é fruto
das descobertas ou existe em função das descobertas da vida, inclusive a Trajetória
da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros
e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto, a liberdade existe graças as lutas e ao trabalho que exigem
descanso e repouso, a liberdade atinge-nos como liberdade para escolhermos o
nosso trabalho, o trabalho é livre, trabalho não é só emprego, é uma coisa
indefinida, não pode ser definido ou totalmente controlado, é amigo da
dispersão e do sofrimento, este que nos definiu como corpo e mente,
comportamento, e modos de relação social, a indecência é o niilismo existencial
como as inteligências que compreendemos e lidamos uma(s) com a(s) outra(s) para
lidarmos com a indecência de nossas vidas pobres, podres, ricas, criminosas,
delinqüentes e ensimesmadas, para lidarmos com a indecência criamos compensações
e até supercompensações que dão ordem aos padrões atuais de vida, ou ao momento
sócio-histórico, ou até mesmo, contextual, porém a indecência não depende do
contexto mas pode ser dessensibilizada e reinterpretada de acordo com o modelo
de distanciamento compreensivo dela mesma em relação ao ser humano. A
indecência é indecente seja qual for o contexto? Não! De acordo com a
informação e não de acordo único com a sua auto-produção que agora deixa de ser
auto-reguladora instintivamente, nossos comportamentos permitem-nos
reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas vidas particulares e sociais com um
novo significado, sentido e conceito contextuais que se transformam, mas não
mais transformam o ser humano após a última transformação, a da
dessensibilização contextual, onde a indecência não incomoda e não transforma
mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à fome, ao abrigo, ao novo, ao
frio, ao calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e
da ansiedade, ao amor e a pertinência, a realização ou a individuação. O velho
xamã ainda existe e agora sua mensagem é contextual, o processo de individuação
leva a contextualização com significado e sentido únicos e individuais, e um
conceito partilhado coletivamente também contextualizado em cada momento
sócio-histórico que não dominam mais o ser humano e deixam de ter poder
literal, controlador ou de razões para isto ou aquilo – é o desenvolvimento da
indecência já que dependemos do sexo, e o sexo é indecente! A indecência também
atinge a luta e o trabalho, os ritos e a Trajetória da Vida e a Trajetória dos
Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio, o calor, a segurança, a proteção, a
liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, o amor e a pertinência, a
realização e a individuação são indecentes por terem um fundo de falta, desejo
e marca! Para vivermos em meio a estes eventos necessitamos de Heróis! Os
Heróis podem estar escondidos em nosso interior! Indecência ou morte
filogenética, ontogenética e cultural! Podemos ser mais inteligentes ou menos
inteligentes se também aprendermos os mecanismos de dessensibilização da
inteligência mas nunca faremos a dessensibilização da adaptação, ela jamais
cessa, jamais se esgota, jamais entra em extinção, como método de
não-aprisonamento, de liberdade, de descobertas, intelectual, sexual, moral, mental, social,
público, físico, etc., para a nossa libertação e liberdade, já que não
precisamos de exércitos mas sim de homens livres e felizes libertados do
aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra e conflito – isto
pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar aprisionado e
acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente! Precisamos viver
o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e falecer, destruindo a
própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a concepção somos
indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em Evolução, o que
somos hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não somos hoje! Não
conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a Adaptação, não
conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou adaptativos por
causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou facilita, induz
a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao sofrimento e as
doenças.
Segundo a
Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade
que é mobilidade, eu concordo com isto
pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio
diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver
problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem
ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é
liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim da habilidade e da mobilidade diante de
problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo
dia-a-dia, pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e
a adaptação é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e
socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre,
libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e
ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A transcendência
é pura liberdade, é pura adaptação, depende das descobertas da vida, inclusive da
Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos
Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos
respeitar o nosso tempo e contexto, não depende da inteligência e nem da
memória mas sim da capacidade do organismo de se adaptar e processar
informações a seu favor maximizando sua existência e suas essências também a
favor de sua espécie, assim a transcendência depende da adaptação em primeiro
lugar e para entende-la temos a nosso favor como instrumento a linguagem e a
inteligência, ela, a transcendência, vem da miséria, da caridade e do trabalho
do homem e só existe pois podemos nomeá-la de ¨transcendência¨, fato que os
outros seres vivos não conseguem! A transcendência depende de ritos e de nossa
vida e da Trajetória dos Heróis! A transcendência vem do trabalho e da luta, do
descanso e do repouso que reabilitam o homem para uma nova jornada e carga de
trabalho para a produção de bens e de serviços e de economia que afeta também
os processos da globalização da economia, da tecnologia, da informação, por
exemplo. Assim a transcendência vem de
nossas misérias, de nosso não entendimento e não assimilação de nossas
descobertas, através da adaptação
fisiológica, morfológica e comportamental gerando caridade e trabalho como
também economia, informação, tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e
guerras, devemos transcender e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos
educando as pessoas e os povos de modo a combater o abuso, a exploração, a
violência, os crimes e as guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos
transcender e a Educação tudo resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva
ao renascimento, seja ele interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de
re-encarnação, falamos de Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da
Eternidade, o Amor é Eterno e possui vários deuses e uma Santíssima e
Augustíssima Trindade, Santos, Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor
também pode ser eterno enquanto durar,
ele pode ser passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e
Augustíssima Trindade ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria
e continuar eterno propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos então da
liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos do mal e de nós mesmos,
de nosso interior de uns dos outros, de nossos conflitos e de nossos pecados,
do nosso sofrimento e de nossas doenças, de tudo que castra e tira-nos a
liberdade. Falamos da liberdade diante de nossas descobertas da vida e da
adaptação, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos
ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos
e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto – falamos da Trajetória
dos Heróis.
De acordo com os
princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles: atenção,
discriminação, controle instrucional e ordem, posso teorizar que através das
Teorias de Distanciamento Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para
o descanso e repouso ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas
descobertas e diante de nossas escolhas e procedimentos, inclusive a Trajetória
da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros
e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto, lidando com ritos e a Trajetória dos Heróis e a própria vida
e o contexto diante das regras oriundas da literalidade, das razões e do
controle, acrescento que as regras que são contingências do tipo ¨se isto...,
então aquilo...¨, podem interferir de acordo com novas regras contextuais e
autoclíticas que levem o comportamento verbal do falante a reflexão e
reorganização ou reordenação do tipo: o que era discriminação eu posso ter
agora consciência que aprendi com meus repertórios básicos do comportamento que
é imitação, ou o que era imitação é atenção, ou o que era controle instrucional
é ordem e atenção, ou o que é atenção é atenção e discriminação, etc.,
invariavelmente gerando liberdade diante do contexto, das regras contextuais
deixando de se apegar a literalidade, as razões e ao controle, mas sim ao
contexto propiciando liberdade, insight e saúde psicológica, bem-estar através
das regras agora, também, autoclíticas! O comportamento verbal do falante levado
a reflexão e reorganização ou reordenação com novas regras contextuais e
autoclíticas deve-se funcionalmente ao Episódio Verbal Incompleto e ao Episódio
Verbal Completo Mattanonianos. No Episódio Verbal Incompleto atribuiremos novos
significados, novos sentidos e novos conceitos invariavelmente as palavras; e
no Episódio Verbal Completo poderão emergir respostas novas em meio as
conceituais e invariáveis e jamais invertidas, trocadas e/ou aglutinadas nos
jogos de linguagens, por exemplo, assim conhecidas literalmente quanto a seu
significado, sentido e conceito neste Episódio Verbal Completo, havendo mútuo
entendimento na comunicação entre emissor e decodificador, o que não ocorre no
caso do Episódio Verbal Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como
Inteligência Artificial ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto
as nossas descobertas da vida e a liberdade: as nossas descobertas da vida e a
liberdade creio estar associada ao poder da Educação que dissolve a ignorância
e o não saber que os detêm aprisionando-nos no passado infantil e desconhecido
sem marcharmos para o futuro e para o avanço e progresso da humanidade e das
ciências, aqui está a liberdade, neste contexto ou no contexto
sócio-educacional em que estamos inseridos atualmente e onde desenvolvemos
nossos trabalhos como os científicos, a ciência pode gerar liberdade através do
conhecimento e de seus trabalhos humanitários e progressistas – O Episódio
Verbal Completo é exemplo de uma sociedade mais avançada, mais educada, mais técnica
e culta – o que gera bem-estar e assertividade? O Episódio Verbal Completo ou o
Episódio Verbal Incompleto? A Adaptação depende de qual Episódio Verbal para
ser obtida com sucesso? Seja a Adaptação fisiológica, morfológica e/ou
comportamental? Qual Episódio Verbal, Completo ou Incompleto assegura uma boa
Adaptação e assim a perpetuação de nossa espécie? Qual Episódio Verbal é mais
importante para assegurar a boa filogênese, a boa ontogênese e a boa cultura?
Qual assegura verdadeiramente e seguramente a vida? O Episódio Verbal
Incompleto ou o Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade? No contexto
sócio-educativo e no trabalho das ciências, por exemplo, também há liberdade
por meio das artes e das religiões, da espiritualidade, no descanso e no repouso,
na luta e no trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos Heróis. A
liberdade depende de nossas descobertas e de todos estes fatores para ser criada, mantida,
usufruída, modificada, transformada e mortificada, senão sê-la renascida num
processo cíclico mítico-ritual primitivo, espiritual, epistemológico, artístico, científico, humano
contemporâneo pois somos humanos devido a liberdade! Somos filogeneticamente descobridores
e livres! Somos ontogeneticamente descobridores e livres! E somos culturalmente descobridores e
livres! Nossa origem e nossa natureza são de descobridores e livres e rumam
para a contínua marcha de descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda
não estamos preparados o suficientemente o bastante para sermos livres e lidarmos
com toda essa liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma nossa
natureza de descobridores pois somos inventivos e destrutivos e
auto-destrutivos, por isso nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso
nos destruímos e destruímos aos outros! Devemos buscar novas descobertas em
nossas vidas e das vidas e melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem
nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e devemos melhorar nossa conduta de liberdade
pública sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e sem nos
prejudicarmos também naturalisticamente, ecologicamente e biologicamente! Não
precisamos de homens presos e de exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou
de grades para nossos antepassados, precisamos de homens livres! Precisamos de uma
Humanidade Santa! Deus nos deu a liberdade! E agora sabemos disto! Podemos
tê-la, depende de nós! Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir
e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos
positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação
morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos
antepassados, frutos de nossos ritos como os de iniciação e de passagem, frutos
da Trajetória da vida e da Trajetória dos Heróis..
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Amanhã
seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós – já
somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus
pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive a Trajetória da
Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros
e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto! Devido a como evolui e é meu corpo e meu cérebro!
Toda a riqueza
de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e repouso, férias, recompensas
pelo trabalho e pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos, profissões e
aprendizes, ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive a Trajetória da
Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros
e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto depende de nossa história filogenética, ontogenética e
cultural, espiritual, da vida e do universo, depende da Evolução de nossa
espécie, de cada indivíduo e da sociedade, do espírito, da vida e do
cosmos, Evoluir é se deixar aprender e
viver!
Evoluir é
experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente, inclusive a Trajetória
da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros
e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto!
(Osny Mattanó Júnior – 27/06/2016).
- Psicanálise
Lacan-Mattanoniana
História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua…

História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira.
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua morte (21 de abril), é comemorado como um
feriado nacional.
História
Joaquim José da Silva Xavier, que
ficaria conhecido como Tiradentes, nasceu no dia 12 de Novembro de 1746 na
cidade de Pombal, no estado de Minas Gerais. Ele foi o quarto dos nove filhos
que os seus pais tiveram.
Em 1767, sua mãe faleceu e ele foi
morar com os irmãos e o pai na Vila de Santo Antônio. Dois anos mais tarde,
quando tinha pouco mais de 11 anos de idade, seu pai também vem a falecer e sua
família começa a perder todos os bens e propriedades por conta das dívidas que
possuíam. Ele então ficou sob os cuidados de um primo que era dentista. Em
pouco tempo ele se apaixonou por essa profissão e decidiu seguir a mesma
carreira que seu primo. É aí que encontramos o motivo do apelido “Tiradentes”.
Além disso, ele também foi sócio de uma botica que dava assistência aos pobres
na Ponte do Rosário, foi minerador e ainda exerceu algumas práticas farmacêuticas.
Em 1780, ele decidiu se alistar na
tropa da Capitania de Minas Gerais. Um ano depois, já havia sido nomeado
comandante de um setor que cuidava do escoamento da produção de minérios. Foi
aí que ele começou a criticar a exploração abusiva dos recursos naturais do
nosso país.
Mudou-se para o Rio de Janeiro e
lá, criou vários projetos políticos, mas não conseguiu aprovação para a
execução de muitos deles. Quando voltou para Minas Gerais, começou a espalhar
suas ideias a respeito de independência da província, por toda Vila Rica. O que
deu ainda mais força para o seu movimento foi a independência da América e a
formação dos Estados Unidos.
Todo o movimento foi centrado no
ideal de tornar o Brasil um país independente. Aqueles que conspiravam
pretendiam proclamar a república, mas essa ideia ficou só na cabeça mesmo. Todo
o movimento que Tiradentes havia começado estava ganhando força, mas foi
delatado através de uma denúncia que Joaquim Silvério dos Reis fez ao
governador no ano de 1789.
Condenação e morte de Tiradentes
Quando isso aconteceu, Tiradentes
estava no Rio de Janeiro e escondeu-se, mas em pouco tempo acabou preso. O
julgamento de todos os inconfidentes, inclusive Tiradentes, durou três anos,
mas finalmente foi dada a sentença definitiva. Alguns deles foram condenados à
morte e outros ao degredo, entretanto, no dia seguinte, por conta de uma carta
de D. Maria I, a pena de morte foi dada apenas à Tiradentes.
Ele foi enforcado no dia 21 de
Abril de 1792, no Rio de Janeiro. Em seguida, seu corpo foi esquartejado e
exposto em praça pública, como era de costume naquela época.
A PRINCESA ISABEL.

Isabel (Rio de Janeiro, 29 de julho
de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), apelidada de "a Redentora",
foi a segunda filha, a primeira menina, do imperador Pedro II do Brasil e sua
esposa a imperatriz Teresa Cristina das Duas Sicílias. Como a herdeira
presuntiva do Império do Brasil, ela recebeu o título de Princesa Imperial.
A morte de seus dois irmãos homens
a fez a herdeira de Pedro, porém o imperador não conseguia aceitar a ideia de
uma mulher governando o país e dessa forma deixou de acreditar na
sustentabilidade do sistema monárquico. A própria personalidade de Isabel a
distanciou da política e de quaisquer confrontos com seu pai, ficando
satisfeita com uma vida calma e doméstica. Além disso, apesar da sua educação
ter sido bem ampla, ela jamais foi preparada para assumir o trono. Isabel se
casou em 1864 com o príncipe francês Gastão, Conde d'Eu, com quem teve três
filhos: Pedro de Alcântara, Luís e Antônio.
A princesa serviu três vezes como
regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a
abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou
assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente
popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. O fato de ser
mulher, seu forte catolicismo e casamento com um estrangeiro foram vistos como
impedimentos contra ela, juntamente com a emancipação dos escravos, que gerou
descontentamento entre ricos fazendeiros. A monarquia brasileira foi abolida em
1889 e ela e sua família foram exilados por um golpe militar. Isabel passou
seus últimos trinta anos de vida vivendo calmamente na França.
MANUEL DEODORO DA FONSECA.

Manuel Deodoro da Fonseca (Alagoas
da Lagoa do Sul, 5 de agosto de 1827 — Barra Mansa, 23 de agosto de 1892) foi
um militar, político brasileiro, proclamador da República e o primeiro
presidente do Brasil.
O Governo de Deodoro foi marcado
pelo esforço da implantação de um regime de Estado Republicano. Entretanto, foi
caracterizado por grande instabilidade política e econômica, devido às
tentativas de centralização do poder, da movimentação de opositores da queda do
Império, e por parte de outros setores das Forças Armadas descontentes com a
situação política republicana. A crise teve seu ápice no fechamento do
"Congresso Nacional do Brasil", o que mais tarde acabou levando à
renúncia de Deodoro da Fonseca.
TANCREDO NEVES.

Tancredo de Almeida Neves GCTE (São
João del-Rei, 4 de março de 1910 — São Paulo, 21 de abril de 1985) foi um
advogado, empresário e político brasileiro. Natural do sul de Minas Gerais,
formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas
Gerais. Ingressou na política em 1935, quando foi eleito vereador em sua cidade
natal pelo Partido Progressista, chegando ao cargo de presidente da Câmara
Municipal. Com o advento do Estado Novo em 1937, foi preso e o seu mandato de
vereador foi extinto. Com isso retornou à advocacia, atuando como Promotor
Público, e também exerceu a profissão de empresário. Em 1947, foi eleito
deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) e foi designado um dos
relatores da Constituição estadual mineira, tornando-se depois líder da
oposição.
Em 1950, foi eleito deputado
federal pela primeira vez. A partir de junho de 1953, exerceu os cargos de
Ministro da Justiça e Negócios Interiores até o suicídio do presidente Getúlio
Vargas. Em 1954, foi eleito novamente deputado federal, cargo que ocupou por um
ano. Foi diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais em 1955 e da Carteira
de Redescontos do Banco do Brasil de 1956 a 1958. De 1958 a 1960, assumiu a
Secretaria de Finanças do Estado de Minas Gerais. Concorreu, sem sucesso, ao
governo de Minas em 1960. Com a instauração do regime parlamentarista, logo
após a renúncia do presidente Jânio Quadros, foi nomeado primeiro-ministro do
Brasil, ocupando este cargo de setembro de 1961 a julho de 1962. Foi um dos
principais líderes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e reelegeu-se
deputado federal em 1966, 1970 e 1974. Após a volta do pluripartidarismo, foi
eleito senador em 1978 e fundou o Partido Popular (PP). Em 1982, ingressou no
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e foi eleito governador de Minas.
No período em que governou Minas,
houve uma grande agitação em prol do movimento Diretas Já, numa ação popular
que mobilizou o país e pregava as eleições diretas para presidente. Com a
derrota da emenda Dante de Oliveira, que instituía as eleições diretas para
presidente da República em 1984, foi o nome escolhido para representar uma
coligação de partidos de oposição reunidos na Aliança Democrática. Em 1984,
aceitou a proposta de se candidatar à Presidência da República e em 15 de
janeiro de 1985 foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um
colégio eleitoral por uma larga diferença. No entanto, adoeceu gravemente em 14
de março do mesmo ano, véspera da posse. Em 21 de abril, morreu de infecção
generalizada. Tancredo é considerado um dos mais importantes políticos
brasileiros do século XX.
Notamos
que estes quatro Heróis do Brasil tem uma Trajetória da Vida heroica
privilegiada e servida com boa educação e boa formação desde o início de suas
vidas e histórias de vidas que vão percorrendo um longo caminho heroico ajudado
pelos seus Heróis que enfrentam seus Monstros já desde a educação e a formação
pessoal até a prática ideológica, política e profissional derrotando-os nem que
seja com a própria morte e/ou infelicidade ou fuga para que seus Escravos sejam
todos libertados com a semeadura da Educação para Se Viver e para Ensinar a
Viver. Os Heróis não morrem, eles Educam para Se Viver e para Ensinar a Viver.
Os Monstros morrem e se os Escravos não forem libertados também morrerão, não
semearão a Educação para Se Viver e para Ensinar a Viver. Hoje no Brasil quem
são os Heróis, os Monstros e os Escravos? E no mundo? A vida é difícil e
heroica para todos a todo momento, tem seus Monstros e Escravos, só basta saber
lidar com a vida e não se entregar ao seu avesso, a morte! Morrer é tão fácil e
tão difícil, só basta passar pela experiência e conhece-la, mas não devemos nos
entregar a ela, mas sim ao seu avesso, a vida!
Jacques-Marie Émile Lacan (Paris,
13 de abril de 1901 — Paris, 9 de setembro de 1981) foi um psicanalista
francês.
Formado em Medicina, passou da
neurologia à psiquiatria, tendo sido aluno de Gatian de Clérambault. Teve
contato com a psicanálise através do surrealismo e a partir de 1951, afirmando
que os pós-freudianos haviam se desviado, propõe um retorno a Freud. Para isso,
utiliza-se da linguística de Saussure (e posteriormente de Jakobson e Benveniste)
e da antropologia estrutural de Lévi-Strauss, tornando-se importante figura do
Estruturalismo. Posteriormente encaminha-se para a Lógica e para a Topologia.
Seu ensino é primordialmente oral, dando-se através de seminários e
conferências. Em 1966 foi publicada uma coletânea de 34 artigos e conferências,
os Écrits (Escritos). A partir de 1973 inicia-se a publicação de seus 26
seminários, sob o título Le Séminaire (O Seminário), sob a direção de seu
genro, Jacques-Alain Miller.
Sua primeira intervenção na
psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de
alienação, sede do narcisismo. É o momento do Estádio do Espelho. O Eu é
situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor e ódio. É
o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do
Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito,
pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do
Inconsciente que deveríamos situar a ação da psicanálise.
Esse registro é o do Simbólico, é o
campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss afirmava que "os
símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e
determina o significado" , no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a
autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito,
que só se constitui através deste - "o inconsciente é o discurso do
Outro", "o desejo é o desejo do Outro".
O campo de ação da psicanálise
situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos
falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de sonhos, enfim, naqueles
fenômenos que Lacan nomeia como "formações do inconsciente". A isto
se refere o aforismo lacaniano "o inconsciente é estruturado como uma
linguagem".
O Simbólico é o registro em que se
marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de
Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan, "a lei e o desejo
recalcado são uma só e a mesma coisa". Lacan pensa a lei a partir de
Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do
maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada
na interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo
enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o
Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas.
É na década de 1970 que Lacan dará
cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em sua tópica de três registros,
Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe aquilo que resiste a
simbolização, "o real é o impossível", "não cessa de não se
inscrever". Seu pensamento sobre o Real deriva primeiramente de três
fontes: a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia, de Bataille, e dos
conceitos de realidade psíquica e de pulsão, de Freud. O Real toca naquilo que
no sujeito é o "improdutivo", resto inassimilável, sua "parte
maldita", o gozo, já que é "aquilo que não serve para nada". Na
tentativa de fazer a psicanálise operar com este registro, Lacan envereda pela
Topologia, pelo Nó Borromeano, revalorizando a escrita, constrói uma Lógica da
Sexuação ("não há relação sexual", "A Mulher não existe").
Se grande parte de sua obra foi marcada pelo signo de um retorno a Freud, Lacan
considera o Real, junto com o Objeto a ("objeto ausente"), suas
criações.
No Brasil, um dos principais
pioneiros da psicanálise lacaniana é MD Magno, fundador do Colégio Freudiano do
Rio de Janeiro, em 1975, bem como Célio Garcia, um dos primeiros a introduzir o
pensamento de Lacan na Universidade, em Minas Gerais. O trabalho de Lacan
exerce forte influência nos rumos do tratamento psíquico, inclusive na
definição de políticas de saúde mental, especialmente no Brasil.
Ao lidar com um parceiro substituto
do objeto paterno, trata-se, para ele, como frequentemente aparece nas
fantasias e sonhos dos homossexuais, de desarmá-lo, de humilhá-lo. Por outro
lado, a exigência de encontrar no parceiro o órgão peniano, corresponde à
posição primitiva ocupada pela mãe, que dita a lei ao pai. O homossexual
desafia seu parceiro para saber se o pai tem ou não tem. Na medida em que o pai
se mostra verdadeiramente apaixonado pela mãe, ele fica sob a suspeita de não
ter.
Enfim, o medo pavoroso de ver o
órgão da mulher deve ser entendido, segundo Lacan, para além da idéia de
castração que ele sugere. O que os paraliza diante do órgão da mulher é
precisamente a suposição de que ele ingeriu o falo do pai. O que é temido na
penetração é justamente o encontro com esse falo paterno. Para além do perigo da
vagina dentada, que também existe, trata-se da vagina temida por conter o falo
hostil, absorvido pela mãe, cuja potência ela detém no órgão feminino.
Trata-se pois de uma situação
estável, não dual, cheia de segurança, a três. É por considerá-la uma relação
dual que, segundo Lacan, os analistas não chegam a elucidá-la. Mesmo havendo as
mais estreitas relações com a mãe, a situação só tem importância pela relação
com o pai. O que deveria ser a mensagem da lei é justamente o contrário, e
mostra estar nas mãos da mãe. A mãe detém a chave, porém de um modo muito mais
complexo do que a noção da mãe provida de um falo. Se o homossexual se
identifica com ela não é por ela ter ou não ter o falo, mas por deter as chaves
da situação que prevalece na saída do Édipo, onde se julga quem detém o poder
do amor, diz Lacan.
A homossexualidade masculina é
então um disfuncionamento do segundo tempo do Édipo, que é essencialmente a
inversão da metáfora paterna: é a mãe que dita a lei ao pai. O pai como
privador da mãe fracassa. O que tem como resultado: "é a mamãe que o
tem" (recusa da castração).
Esses
sonhos e fantasias homossexuais de desarmá-lo e de humilhá-lo e a exigência de
encontrar o órgão peniano faz do futebol um meio propício ao homossexualismo
segundo esta teoria lacaniana.
Já
segundo Mattanó, o futebol vai mais além e é construído pelas Inteligências
Emocional, Psicomotora, Interpessoal, Intrapessoal, Naturalística, Lingüística,
Corporal e Territorial de modo que o homossexualismo torna-se apenas efeito da
Evolução da Estruturação do Inconsciente como uma linguagem. O Futebol deve-se
as Inteligências e ao Inconsciente e o homossexualismo deve-se a linguagem que
estrutura o Inconsciente.
O Futebol é um esporte coletivo.
Este esporte exige esforço físico, afetivo e mental. Seus participantes,
equipe-técnica e jogadores, devem se adequar as suas regras padronizadas
universalmente para o sucesso de suas tarefas. Seus objetivos são marcar gols
ou ganhar pontos na tabela de pontuação dos Campeonatos ou se manter líder ou
classificado e avançar as fases até a grande final e decisão do título. Podemos
ver o Futebol como o esporte onde há grande esforço físico e mental, depois
afetivo, a afetividade é sentida em casos de Campeonatos Internacionais e ou
Grandes Decisões. A afetividade também é explorada no início e no fim da
carreira dos atletas, é como se isso também fossem ¨grandes decisões¨ que vão
marcar as suas vidas e histórias e de suas famílias, seus povos e nações. O
esforço físico é a exigência para ser atleta, correr, saltar, disputar um lance
ou jogada, cobrar um falta, etc.. E o esforço mental é aquele que recai sobre a
vida e a saúde-mental do atleta sobretudo nas Grandes Decisões e nas outras
¨grandes decisões¨ da vida inclusive o casamento e a família, o prazer e o
sofrimento oriundo do seu trabalho e esforço.
O
Futebol pode ser visto como um Campo Espiritual onde o Campo é um parte da
Terra e os jogadores são os escolhidos para uma missão, no campo os jogadores
dispõem-se organizadamente para defenderem suas metas e alcançarem seus
objetivos, vencer a partida! O Técnico é o líder ¨espiritual¨ e os atletas seus
seguidores, o goleiro é o homem da porta do Céu e dos Infernos, os zagueiros
são os Anjos Guardiões ou a base da sociedade espiritual cristã, o meio-campo
são os Anjos Mensageiros ou aqueles que fazem a ligação entre os dois extremos
do campo, e os atacantes são os Anjos Vingadores ou aqueles que empenham
Espadas para derrotar o homem da porta do Céu e dos Infernos, o goleiro! Quando
enfrentamos zagueiros enfrentamos Anjos Guardiões ou mesmo Grandes Montanhas e
quando atacamos sem que haja zagueiros pela frente enfrentamos Grandes
Desertos, devemos aprender a enfrentar Montanhas e Desertos, Obstáculos e
Facilidades, ambos os casos são problemáticos e exigem esforço e trabalho,
consciência, precisamos de um líder ¨espiritual¨, mas precisamos muito mais do
que isto, precisamos de Deus. Pois precisamos todos nos defendermos desde o
início da prática dos esportes, e em particular, do Futebol. Como as crianças se
defendem?
No Futebol podemos deslumbrar um
Campo de Força donde cada atleta representa um Vetor que se movimenta e que
movimenta o jogo e os outros atletas comunitariamente para vencer, perder ou
empatar a Partida e o Campeonato em disputa. Esse Vetor é Individual através da
Força e Movimento de cada atleta e Coletivo através da Gestalt ou
Forma/Configuração que se forma e se orientam os atletas de cada equipe. São os
Vetores Individual e Coletivo em grande parte os responsáveis pelo sucesso ou
pelo fracasso de cada equipe, pois eles determinam o Movimento físico e da
psique ou da consciência e da socialização inclusive da filosofia e
espiritualidade, vida e universo a quem pertencem cada atleta e cada equipe.
Com o Movimento nota-se que melhor é o atleta que tem melhor Movimento físico,
psíquico, social, filosófico, espiritual, da vida e do universo pois é mais
Inteligente e age psicomotoramente e pensa mais rápido e com mais eficiência e
precisão. Futebol depende do Movimento do atleta e do jogo e da bola, depende
do Vetor Individual e Coletivo e de sua Força e da Capacidade de cada atleta e
de cada equipe de lidar com o Vetor Individual e Coletivo de sua equipe e da
equipe adversária.
Como se defendem as crianças
desde a vida intra-uterina? Como se
desenvolvem essas defesas? Como pode ser essa defesa? Porque as crianças se
defendem assim e não de outros modos e maneiras? Afinal, como é isso? As
crianças crescem e aprendem a se defender desde a vida intra-uterina até a
adolescência através da ingenuidade. A ingenuidade pode se desenvolver através
de 5 Fases, elas:
1ª)
Biológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
orgânicos, das respostas sensório-motoras, da imunidade, dos sinais vitais;
2ª)
Psicológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
psíquicos, através da passividade e da atividade, da consciência e do
inconsciente, da inteligência intrapessoal;
3ª)
Sociológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
sociais, das formas de domínio e poder entre os indivíduos e grupos sociais;
4ª)
Filosófica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos de
querer se conhecer e a sua origem, quando ainda não teve formação Espiritual
como o Catecismo;
5ª)
Espiritual: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos
espirituais, quando já há uma formação da Espiritualidade como o Catecismo.
Mas
o que é a ingenuidade? A ingenuidade é estar desligado, ou não conseguir
captar, assimilar e acomodar determinadas informações, seja reprimindo, se
distanciando, fugindo, se esquivando, ou simplesmente não conseguindo compreender parcialmente ou
coisa alguma, não conseguindo vencer ou efetuar determinados processos
biológicos (como em casos de vírus), psicológicos (como no caso do medo e do
ódio), sociológicos (como em caso de problemas sociais como guerras e
revoltas), filosóficos (como em caso de filosofias destrutivas e proibidas), e
espirituais (como no caso de seitas que levam a morte ou degradação dos valores
sociais, familiares e da vida e paz).
A
ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, atravessa ou afeta os
fenômenos da alfabetização através da Ingenuidade Biológica, Psicológica,
Sociológica, Filosófica e Espiritual, a alfabetização consiste no aprendizado
do alfabeto e de seus modos de
utilização como código de comunicação, inclusive a Trajetória da Vida
heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e
Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto. A alfabetização é definida como um processo no qual o
indivíduo constrói a gramática e em suas variações. Esse processo não se resume
apenas na aquisição dessas habilidades mecânicas (codificação e decodificação)
do acto de ler, mas na capacidade de interpretar, compreender, criticar,
resignificar e produzir conhecimento. Todas essas habilidades citadas
anteriormente só serão materializadas se os alunos tiverem acesso a todos os
tipos de portadores de textos. O aluno precisa encontrar os usos sociais da
leitura e da escrita. A alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e
de sua ¨espiritualidade¨e seus processos, cerca também o desenvolvimento de
novas formas de compreensão e uso da linguagem de uma maneira geral.
A alfabetização e a prática dos
esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, de uma pessoa promove sua
socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas
simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades
oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do
exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um
todo, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos
ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos
e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto.
A incapacidade de ler e escrever é
denominada analfabetismo, enquanto que a incapacidade de interpretar textos
simples é chamada analfabetismo funcional ou semianalfabetismo.
A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, os seus processos são
afetados pelos processos da Ingenuidade
Biológica, Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual que ajudam a
construir e a elaborar a adaptação e a memória do ser humano.
A
ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, marca a adaptação através das
marcas durante a psicossexualidade, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos
Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em
nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e
contexto.
A adaptação e a memória que se faz
pela adaptação e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os
Vetores Educam, seus processos, na
infância e no Desenvolvimento da Ingenuidade Biológica, Psicológica,
Sociológica, Filosófica e Espiritual marcam a alfabetização e seus processos, a
adaptação biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual,
inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que
todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros,
que devemos respeitar o nosso tempo e contexto, e assim sugere a transcendência pela
Psicanálise que não está vinculada ao id que é o componente arcaico e
inconsciente do nosso sistema de
energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, apenas em casos de
psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à gratificação direta ou
indireta, mas o mais bastante possível e imediato do instinto sexual (libido),
vinculado estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a fome, a
sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais profunda da
mente. Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único de interesses é o corpo,
sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de vida e de
auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de forma direta
(beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória (através de
fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra alucinatória. A
fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação do prazer pode
ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou indiretamente, entendo
adaptação às necessidades primárias da pessoa quando crianças antes da
castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser direta ou indireta,
a adaptação e a transcendência dependem dos fenômenos biológicos, psicológicos,
socilógicos, filosóficos e espirituais.
Com o desenvolvimento do ego, o indivíduo acaba se tornando consciente
das exigências da realidade (princípio de realidade); e quando se estabelece o
superego, a moral, o nome do pai, o
sujeito passa a ter consciência das satisfações ideais. Mas há Eros, a pulsão
total de vida (auto-conservação), e Tanatos, a pulsão de morte
(autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e Tanatos e o id, o ego e o
superego em nossas relações inconscientes e conscientes conosco e com os outros
objetos de desejo e satisfação através da marca e de como isso fica arranjado,
organizado na vida mental, na unidade mental e comportamental da pessoa, isto é
o que prevalece para cada sujeito, nestes casos a transcendência é consciente.
A adaptação é a linguagem do
inconsciente e que dá forma ao inconsciente e aos anseios instintivos da
libido. Assim surgem grandes e pequenos monstros que aprendemos a domar durante
o desenvolvimento psicossexual da libido da pessoa. Esta adaptação evoca a
transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros
monstros grandes ou pequenos que dependem da infância e a prática dos esportes
e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e
sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor
Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol
e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do
homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, e do Desenvolvimento da
Ingenuidade e da alfabetização e de seus processos, inclusive a Trajetória da
Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis,
Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar
o nosso tempo e contexto.
A
adaptação faz o neurótico, o psicótico, o boderline, o psicopata. Ela faz parte
do desenvolvimento da personalidade oral: característica prepotente, dominadora,
voraz, cobiça, inveja e otimismo; da personalidade anal: característica de
vaidade, desconfiança, ambição, generosidade sem amor (ligadas à evacuação),
meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação, avareza (ligadas à
retenção das fezes); da personalidade fálica: característica de ostentação,
prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas, necessidade de afiliação,
narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições esportivas, concursos de
beleza, etc.); período de latência: característica de declínio e extinção do
complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o intervalo entre o
estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal adulta; e da
personalidade genital: característica de potência fisiológica e capacidade de amor
em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável.
A
cada estágio psicossexual lidamos com a adaptação, com a infância, com a
linguagem e talvez muito com a alfabetização e a prática dos esportes e do
Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o
Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do
resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo,
durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, e o Desenvolvimento da
Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual,
inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que
todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros,
que devemos respeitar o nosso tempo e contexto, e assim com a memória e a transcendência que se caracteriza pela pulsão
de morte ou de autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor, a
Eros, a pulsão de vida. Esta é à base da organização da personalidade e da
humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência ligadas a vida e a
morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos evolutivos e
selecionados naturalmente.
Já
o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a
adaptação e com sua infância, suas memórias e marcas, com sua alfabetização e a
prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e seus processos, e
seu Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica,
filosófica e espiritual, não consegue transcender, tornando-se desadaptado e
assim pode se tornar um viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente
ou ensimesmado e possuir ainda as outras características de sua personalidade
lidando com monstros que surgem com a não satisfação adequada de nossas
necessidades primárias ou instintivas do id.
Abordarei os aspectos psicanalíticos
ligados aos nossos Monstros através da explicação da fantasia que é uma
formação de imagens mentais de cenas e de seqüências de cenas ou experiências
que não existiram no mundo real ou que
se passaram de modo diverso do fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem
tais pressupostos, conforme Álvaro Cabral e Eva Nick:
1. ¨As fantasias são o conteúdo
primário dos processos mentais inconscientes e representam anseios instintivos
em relações objetais;
2. São representantes psíquicos dos
instintos da libido e, no início do desenvolvimento da criança, passam a ser
elaboradas como defesas, realizações de desejos e conteúdos de ansiedade;
3. O conceito, postulado por
Freud, de ¨realização alucinatória de
desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a ¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem
a base da vida da fantasia;
4. Através da experiência externa,
as fantasias tornam-se suscetíveis de expressão, mas não dependem dessa
experiência para existir, nem das palavras, embora possam exprimir-se por
palavras, em certas condições;
5. As fantasias primitivas são
experimentadas através das sensações; mais tarde, assumem forma de imagens
plásticas e representação dramáticas;
6. Têm efeitos psíquicos e
corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no caráter e personalidade,
nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7. As fantasias inconscientes
constituem o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego. (apud
Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim nossos Monstros constituídos
através das fantasias representam anseios instintivos da libido em nossas
relações objetais, no início da vida é uma defesa, realizações de desejos e
conteúdos de ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma
representação primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem
realizadas através da experiência externa, mas podem serem realizadas através
das palavras, porém para existir não dependem da realidade externa e das
palavras, primeiramente são sensações e depois assumem formas e representações
dramáticas, produzem efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre
os instintos e os mecanismos do ego. Nossos Monstros são um mergulho profundo
em formas e representações dramáticas das profundezas da nossa vida mental
instintiva que visa nos defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador
das energias mentais do id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo
sobre a realidade externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados
dolorosos, ansiedades e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros
instintivos durante nossa vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros.
Monstros e fantasias se
relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo e a realização
de desejos instintivos. Referem-se a estados da infância como na alfabetização
e seus processos e ao Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica,
sociológica, filosófica e espiritual.
Monstros surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias
ou instintivas como a fome, a sede, o ar, a atividade, o sexo, os cuidados
maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a dor, o calor e o frio, a
segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem grandes e pequenos
Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas invencíveis e guerras,
horrores e holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e
privilégios assegurados pela organização humana.
O sofrimento causa-nos sentimentos
de perda e de reparação levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição
e/ou a auto-destruição como nas guerras e nas violências, a paz é a
reorganização social humana desse processo de sofrimento unicamente humano e
afetivo, pois o homem é um animal emocional, as guerras e violências só existem
por causa das nossas emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o
animal mais evoluído na escola filogenética por isso temos mais afetos e
devemos aprender a lidar com eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade
e esperança num futuro melhor que pode e é construído diariamente,
momento-a-momento com a Educação.
Deste
modo a adaptação a psicossexualidade e a
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, ao Desenvolvimento da
Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual,
inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que
todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros,
que devemos respeitar o nosso tempo e contexto leva a transcendência oriunda
dos modos de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a
atividades de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também,
guerras, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes, horrores contra a
humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas,
físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo a impelir o
ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de Amor e de
Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga seu rumo
evolutivo naturalmente e socialmente.
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo!
A
psicossexualidade está em desenvolvimento até a fase genital e o
desenvolvimento das sublimações, porém o Desenvolvimento da Ingenuidade começa
na vida intra-uterina e continua por toda a vida, ela e a Ingenuidade em
desenvolvimento, biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual,
desde a Concepção e o Herói até a
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver onde a Ingenuidade assume outra
representação oriunda do desenvolvimento das sublimações após a fase genital,
assim o Desenvolvimento da Ingenuidade não para e está em constante movimento.
A
alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua
¨espiritualidade¨e sobre o Campo de
Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo
parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os
atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam, seus processos, inclusive a Trajetória da
Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis,
Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar
o nosso tempo e contexto, devem alcançar a liberdade. Somente através da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é que alcançaremos a Liberdade
Para Se Viver e Ensinar a Viver em nossos processos da alfabetização
livrando-nos do poder do id e do superego que ampliam e trazem sofrimento as
pessoas nos processos da linguagem e da alfabetização, a Liberdade Para Se
Viver e Ensinar a Viver envolve uma Educação Bancária, Educação
Libertadora, Contextualização e um
distanciamento compreensivo associado de um Niilismo Educativo ou mesmo através
da Educação por Episódio Verbal Incompleto ou Educação por Episódio Verbal
Completo ou mesmo uma Educação Plástica para a alfabetização e a prática dos
esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que
paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela
significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas
durante o jogo, os Vetores Educam,
seus processos de nossas pessoas, adultos, jovens e crianças, ou seja,
em qualquer momento da vida se já estivermos desenvolvidos e crescidos,
amadurecidos e mielinizados, preparados organicamente para a educação, assim
podemos ser alfabetizados e ter melhores condições para alcançar a Liberdade ou
a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver.
Sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor
Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol
e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do
homossexualismo, os Vetores Educam e
asseguram a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, garantido assim as
regras ou contingências do jogo ou partida de futebol e o seu pleno
acontecimento, preparação, início, meio e fim, e os Direitos, Deveres,
Obrigações e Privilégios do Público, da Massa, da Multidão, Telespectadores,
Ouvintes, da Opinião Pública, dos Atletas, dos Árbitros e de toda a
Equipe-técnica, e dos Comunicadores, Autoridades e Policiais.
Lacan
deixou a análise Biológica para a análise da Linguagem e Mattanó passou para a
análise Universal, inclusive abordando a Telepatia como fenômeno da Evolução
Bio-Psico-Cultural, Espiritual, da Vida e do Universo, otimizando as contingências filogenéticas,
ontogenéticas, culturais, espirituais, da vida e do universo.
Sujeito
e Significante:
Temos, portanto, diante de nós os
termos sujeito e significante. Tratemos de definir cada um deles a fim de
posteriormente analisarmos a relação atávica que Lacan defende que exista entre
ambos.
Sujeito como lugar vazio
O conceito de sujeito, como
qualquer estudante de ciências humanas deveria saber, não é uma noção unívoca,
ou seja, comporta uma diversidade de interpretações e definições. No campo
filosófico, o termo sujeito é elevado ao estatuto de conceito a partir do
pensamento de René Descartes. Como foge aos nossos propósitos, analisar o
conceito de sujeito em Descartes em todas as suas particularidades, serei
bastante sucinto ao falar dele, mesmo correndo o risco de simplificá-lo
demasiadamente.
Assim, o sujeito cartesiano poderia
ser identificado ao eu, realidade supostamente irredutível, pois, segundo
Descartes, sua existência não poderia ser posta em dúvida, já que o próprio ato
de duvidar pressuporia um sujeito. No domínio da linguística, diz-se que
sujeito é o elemento de uma sentença que sofre a predicação. Em outras
palavras, o sujeito é aquilo ao qual atribuímos ou negamos determinadas
características.
Observe que tanto do ponto de vista
cartesiano quanto linguístico, o termo sujeito é um lugar vazio. Com efeito,
para Descartes, tudo o que se diz a respeito de alguém pode ser colocado em
dúvida pelo próprio sujeito. Qualquer atributo que sobre ele recaia não pode
lhe servir como representante último, pois o próprio sujeito possuiria a
capacidade de colocar o mérito do qualificativo em xeque e, se necessário,
descartá-lo. Nesse sentido, o sujeito constitui-se em um lugar a priori vazio.
Ocorre o mesmo com a noção linguística de sujeito: a palavra “Pedro”
considerada isoladamente não possui sentido algum. Só adquire significação
quando atribuímos a ela algum predicado, como na sentença “Pedro é um aluno.”.
Portanto, o sujeito “Pedro” considerado em si mesmo é um lugar inicialmente
vazio a ser preenchido com predicados.
Signo, significante, significado:
Ora, o que são predicados senão
palavras, significantes? A noção de significante utilizada por Lacan é
proveniente de Ferdinand de Saussure, um linguista que propôs uma visão
estruturalista da linguagem. Para Saussurre, a linguagem seria formada por
elementos chamados signos. Esses, por sua vez, seriam compostos de duas
dimensões, unidas arbitrariamente, ou seja, em função do acaso, a saber: o
significante e o significado. O significante seria a parcela material do signo
linguístico (o som da palavra, por exemplo). Já o significado seria o conceito,
o sentido, a ideia associada ao significante. A teoria da linguagem de Saussure
é estrutural porque pressupõe que o valor de um determinado signo não é dado a
priori, mas depende da relação com os demais signos do sistema linguístico.
Lacan, guiado pela experiência com
as formações do inconsciente (sonhos, lapsos, chistes, atos-falhos, etc.)
reinventa a proposta original de Saussure, argumentando que a linguagem seria
constituída essencialmente de significantes e não de signos e que o significado
não teria – ainda que arbitrariamente produzida – uma relação fixa com o
significante. Para Lacan, a experiência psicanalítica teria demonstrado que o
significado é extremamente volátil, evanescente, como um fluido que desliza ao
longo da cadeia de significantes. Nesse sentido, a noção de signo deveria ser
relativizada, já que uma relação mais ou menos fixa entre significante e
significado estaria restrita a um dado contexto. Por outro lado, na linguagem
como um todo, isto é, no lugar do Outro, só existiriam significantes. Aliás,
Lacan define o Outro precisamente como “tesouro dos significantes”.
Percebemos
que no lugar do Outro só existiriam significantes que são justamente o som da
palavra e o significado estaria associado ao som da palavra, seria o conceito
da palavra, o Outro seria o objeto. Assim um ¨resíduo auditivo¨ seria e teria o
poder de um significante que geraria um novo significado no lugar do objeto ou
do Outro, está explicada a Teoria da
Pulsão Auditiva de 1995 de Osny Mattanó Júnior.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 29 de junho de 2016.
2. Psicologia
Cognitiva Transcendental Social
História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua…

História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira.
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua morte (21 de abril), é comemorado como um
feriado nacional.
História
Joaquim José da Silva Xavier, que
ficaria conhecido como Tiradentes, nasceu no dia 12 de Novembro de 1746 na
cidade de Pombal, no estado de Minas Gerais. Ele foi o quarto dos nove filhos
que os seus pais tiveram.
Em 1767, sua mãe faleceu e ele foi
morar com os irmãos e o pai na Vila de Santo Antônio. Dois anos mais tarde,
quando tinha pouco mais de 11 anos de idade, seu pai também vem a falecer e sua
família começa a perder todos os bens e propriedades por conta das dívidas que
possuíam. Ele então ficou sob os cuidados de um primo que era dentista. Em
pouco tempo ele se apaixonou por essa profissão e decidiu seguir a mesma
carreira que seu primo. É aí que encontramos o motivo do apelido “Tiradentes”.
Além disso, ele também foi sócio de uma botica que dava assistência aos pobres
na Ponte do Rosário, foi minerador e ainda exerceu algumas práticas farmacêuticas.
Em 1780, ele decidiu se alistar na
tropa da Capitania de Minas Gerais. Um ano depois, já havia sido nomeado
comandante de um setor que cuidava do escoamento da produção de minérios. Foi
aí que ele começou a criticar a exploração abusiva dos recursos naturais do
nosso país.
Mudou-se para o Rio de Janeiro e
lá, criou vários projetos políticos, mas não conseguiu aprovação para a
execução de muitos deles. Quando voltou para Minas Gerais, começou a espalhar
suas ideias a respeito de independência da província, por toda Vila Rica. O que
deu ainda mais força para o seu movimento foi a independência da América e a
formação dos Estados Unidos.
Todo o movimento foi centrado no
ideal de tornar o Brasil um país independente. Aqueles que conspiravam
pretendiam proclamar a república, mas essa ideia ficou só na cabeça mesmo. Todo
o movimento que Tiradentes havia começado estava ganhando força, mas foi
delatado através de uma denúncia que Joaquim Silvério dos Reis fez ao
governador no ano de 1789.
Condenação e morte de Tiradentes
Quando isso aconteceu, Tiradentes
estava no Rio de Janeiro e escondeu-se, mas em pouco tempo acabou preso. O
julgamento de todos os inconfidentes, inclusive Tiradentes, durou três anos,
mas finalmente foi dada a sentença definitiva. Alguns deles foram condenados à
morte e outros ao degredo, entretanto, no dia seguinte, por conta de uma carta
de D. Maria I, a pena de morte foi dada apenas à Tiradentes.
Ele foi enforcado no dia 21 de
Abril de 1792, no Rio de Janeiro. Em seguida, seu corpo foi esquartejado e
exposto em praça pública, como era de costume naquela época.
A PRINCESA ISABEL.

Isabel (Rio de Janeiro, 29 de julho
de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), apelidada de "a Redentora",
foi a segunda filha, a primeira menina, do imperador Pedro II do Brasil e sua
esposa a imperatriz Teresa Cristina das Duas Sicílias. Como a herdeira
presuntiva do Império do Brasil, ela recebeu o título de Princesa Imperial.
A morte de seus dois irmãos homens
a fez a herdeira de Pedro, porém o imperador não conseguia aceitar a ideia de
uma mulher governando o país e dessa forma deixou de acreditar na
sustentabilidade do sistema monárquico. A própria personalidade de Isabel a
distanciou da política e de quaisquer confrontos com seu pai, ficando
satisfeita com uma vida calma e doméstica. Além disso, apesar da sua educação
ter sido bem ampla, ela jamais foi preparada para assumir o trono. Isabel se
casou em 1864 com o príncipe francês Gastão, Conde d'Eu, com quem teve três
filhos: Pedro de Alcântara, Luís e Antônio.
A princesa serviu três vezes como
regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a
abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou
assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente
popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. O fato de ser
mulher, seu forte catolicismo e casamento com um estrangeiro foram vistos como
impedimentos contra ela, juntamente com a emancipação dos escravos, que gerou
descontentamento entre ricos fazendeiros. A monarquia brasileira foi abolida em
1889 e ela e sua família foram exilados por um golpe militar. Isabel passou
seus últimos trinta anos de vida vivendo calmamente na França.
MANUEL DEODORO DA FONSECA.

Manuel Deodoro da Fonseca (Alagoas
da Lagoa do Sul, 5 de agosto de 1827 — Barra Mansa, 23 de agosto de 1892) foi
um militar, político brasileiro, proclamador da República e o primeiro
presidente do Brasil.
O Governo de Deodoro foi marcado
pelo esforço da implantação de um regime de Estado Republicano. Entretanto, foi
caracterizado por grande instabilidade política e econômica, devido às
tentativas de centralização do poder, da movimentação de opositores da queda do
Império, e por parte de outros setores das Forças Armadas descontentes com a
situação política republicana. A crise teve seu ápice no fechamento do
"Congresso Nacional do Brasil", o que mais tarde acabou levando à
renúncia de Deodoro da Fonseca.
TANCREDO NEVES.

Tancredo de Almeida Neves GCTE (São
João del-Rei, 4 de março de 1910 — São Paulo, 21 de abril de 1985) foi um
advogado, empresário e político brasileiro. Natural do sul de Minas Gerais,
formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas
Gerais. Ingressou na política em 1935, quando foi eleito vereador em sua cidade
natal pelo Partido Progressista, chegando ao cargo de presidente da Câmara
Municipal. Com o advento do Estado Novo em 1937, foi preso e o seu mandato de
vereador foi extinto. Com isso retornou à advocacia, atuando como Promotor
Público, e também exerceu a profissão de empresário. Em 1947, foi eleito
deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) e foi designado um dos
relatores da Constituição estadual mineira, tornando-se depois líder da
oposição.
Em 1950, foi eleito deputado
federal pela primeira vez. A partir de junho de 1953, exerceu os cargos de
Ministro da Justiça e Negócios Interiores até o suicídio do presidente Getúlio
Vargas. Em 1954, foi eleito novamente deputado federal, cargo que ocupou por um
ano. Foi diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais em 1955 e da Carteira
de Redescontos do Banco do Brasil de 1956 a 1958. De 1958 a 1960, assumiu a
Secretaria de Finanças do Estado de Minas Gerais. Concorreu, sem sucesso, ao
governo de Minas em 1960. Com a instauração do regime parlamentarista, logo
após a renúncia do presidente Jânio Quadros, foi nomeado primeiro-ministro do
Brasil, ocupando este cargo de setembro de 1961 a julho de 1962. Foi um dos
principais líderes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e reelegeu-se
deputado federal em 1966, 1970 e 1974. Após a volta do pluripartidarismo, foi
eleito senador em 1978 e fundou o Partido Popular (PP). Em 1982, ingressou no
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e foi eleito governador de Minas.
No período em que governou Minas,
houve uma grande agitação em prol do movimento Diretas Já, numa ação popular
que mobilizou o país e pregava as eleições diretas para presidente. Com a
derrota da emenda Dante de Oliveira, que instituía as eleições diretas para
presidente da República em 1984, foi o nome escolhido para representar uma
coligação de partidos de oposição reunidos na Aliança Democrática. Em 1984,
aceitou a proposta de se candidatar à Presidência da República e em 15 de
janeiro de 1985 foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um
colégio eleitoral por uma larga diferença. No entanto, adoeceu gravemente em 14
de março do mesmo ano, véspera da posse. Em 21 de abril, morreu de infecção
generalizada. Tancredo é considerado um dos mais importantes políticos
brasileiros do século XX.
Notamos
que estes quatro Heróis do Brasil tem uma Trajetória da Vida heroica
privilegiada e servida com boa educação e boa formação desde o início de suas
vidas e histórias de vidas que vão percorrendo um longo caminho heroico ajudado
pelos seus Heróis que enfrentam seus Monstros já desde a educação e a formação
pessoal até a prática ideológica, política e profissional derrotando-os nem que
seja com a própria morte e/ou infelicidade ou fuga para que seus Escravos sejam
todos libertados com a semeadura da Educação para Se Viver e para Ensinar a
Viver. Os Heróis não morrem, eles Educam para Se Viver e para Ensinar a Viver.
Os Monstros morrem e se os Escravos não forem libertados também morrerão, não
semearão a Educação para Se Viver e para Ensinar a Viver. Hoje no Brasil quem
são os Heróis, os Monstros e os Escravos? E no mundo? A vida é difícil e
heroica para todos a todo momento, tem seus Monstros e Escravos, só basta saber
lidar com a vida e não se entregar ao seu avesso, a morte! Morrer é tão fácil e
tão difícil, só basta passar pela experiência e conhece-la, mas não devemos nos
entregar a ela, mas sim ao seu avesso, a vida!
As descobertas da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis
do
Brasil que nos ensinam que todos
temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que
devemos respeitar o nosso tempo e contexto ligadas ao trabalho e a produção de
bens e de serviços geram economia e globalização em nossos tempos da economia,
da tecnologia, da informação, do consumo e do comércio e da liberdade mas
também geram liberdade e ritos de iniciação e de passagem e também a Trajetória
dos Heróis por serem dinâmicas e imprecisas, livres e multiformes formam a memória
do ser humano que por sua vez produz a transcendência que depende de nossos
processos de concepção, desenvolvimento, nascimento, desenvolvimento, velhice,
e morte, ela, a memória depende da adaptação que está ligada à inteligência
genética transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 16 inteligências,
somados aos estados de consciência, atividade, identidade, alienação,
inconsciência, linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento,
amadurecimento, externalização e internalização. A memória e a adaptação
dependem do trabalho e da economia, da globalização.
As
descobertas da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do
Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa
caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto
associadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram economia e
globalização porém a liberdade faz fluir a adaptação e a memória que se
transformam, se transmutam em ritos de passagem e de iniciação e na Trajetória
dos Heróis, assim em escândalo, mediocridade,
bandidagem, miséria e pobreza,
drogas, tráfico de pessoas e de
sexo, prostituição, alcoolismo,
tabagismo, educação, escravização e servidão,
fome, sede, falta de higiene, não ter roupas, mortes e
violências, bullying, palavrão,
monstros, amor e ódio,
doença, deficiência, moral,
destruição do outro, sabedoria e
vida, espécies e mundo
natural, processos corporais, gases,
urina, fezes, sexo e
masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar
vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação
de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções ,
pensamentos e estados de consciência
fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela felicidade,
está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num futuro melhor
não indecente, os mundos natural, artificial, biológico, psicológico,
sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da indecência por
isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante, ganhamos e
perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e gastamos
nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo este
percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o
herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis
começa com:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ser
livre é estar adaptado, é possuir um
processo de liberdade oriundo das descobertas que a vida proporciona e produz, é
estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da Vida e pela Trajetória
dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas adaptação, é
trabalhar, ter economia e globalização, ser adaptado com sucesso é passar pelas
9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 16 inteligências e transcender.
As
9 fases da vida inteligente são:
1.
(antes de nascer): inteligência dual sensório-motora
2.
(0 – 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3.
(2 – 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4.
(4 – 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5.
(7 – 11 anos): inteligência do período de latência
concreta
6.
(12 – 18 anos): inteligência genital formal
7.
(19 – 29 anos): inteligência do período de privacidade
8.
(30 – 59 anos): inteligência do período de
produtividade
9.
(60 anos em diante): inteligência da crise final
As 16
inteligências são:
1.
Espacial
2.
Territorial
3.
Corporal
4.
Lingüística
5.
Musical
6.
Matemática
7.
Interpessoal
8.
Intrapessoal
9.
Espiritual
10. Emocional
11. Naturalística
12. Psicomotora
13. Lúdica
14. Narcísica
15. Computacional
ou Artificial
16. Agrícola
ou Operacional
A inteligência
é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam que
Trajetória dos Heróis e da Vida,
dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem estar grupal, e em
parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo e marca, contudo
não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A inteligência como um
Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a economia e a
globalização, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que
nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada,
acertos e erros, onde devemos respeitar o nosso tempo e contexto. Porém é
através da filogênese humana que se dá o florescer da falta, do desejo e da
marca oriundas da liberdade ontogenética que há de prender-se e que podem
sofrer variações culturais livres mas contextuais, mas a base da aquisição de
conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
Domar
as descobertas da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do
Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa
caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto é domar
a liberdade, pode ser domar a inteligência, é também dominar o trabalho, a
economia e a globalização, é domar a si
mesmo e uma seqüência de monstros até a crise final, Monstros que nos atingem
também através de ritos, de ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória
da Vida e dos Heróis. Para aqueles que defendem o aborto o filho no ventre é um
monstro, um monstro não domado e inteligente, repelente e que só trará
infelicidade, assim não estamos prontos para a educação através do Estado. O
respeito humano é uma incapacidade por causa da inteligência! Por causa da
inteligência temos descobertas na vida! Por causa da inteligência temos o
trabalho, a economia e a globalização,
mas podemos reinterpretar nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.
Devemos
transformar o conceito inteligência em adaptação e aceitar as diferenças
individuais e grupais otimizando-as para as transformações sociais sem destruir
o passado e os nossos antepassados, ou seja, nossas memórias, nossa adaptação
sócio-histórica gravada em documentos e gravada em nossos cérebros e mentes
gerando conhecimento para a melhor e otimizada adaptação, sucesso para nossa
existência, se tivéssemos que considerar apenas a inteligência para o nosso
sucesso talvez fracassaríamos pois os inteligentes que não se adaptam morrem antes dos mais
adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro vem a adaptação as
descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois vem a inteligência ou
a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o espermatozóide se adapta
ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a fecundação e ela continua por
toda a vida até a morte. Esta inteligência também é livre pelo ¨crossing-over¨
e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem da liberdade ocorre em função
das descobertas da vida. As descobertas da vida muitas vezes nos aparecem em
ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Amar ou odiar a sua própria vida ou de
seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de
indivíduos a se perderem em seus mundos
obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento
pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser.
Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9
fases da vida inteligente e as 16 inteligências, mais estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização.
Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar
revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a
globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros são nossas regras que
produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas
descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de
Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e fantasias de
horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós conhecemos isto,
todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios as urgências da
vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois
somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não
existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos
nossos Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao
mesmo tempo que impede causa novas descobertas como as Biológicas e
Psicológicas.
Os Monstros surgem durante as 9 fases da
vida inteligência e são domesticados
pela
inteligência genética transcendental e as 16 inteligências. As profundezas do
ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos, cavernas,
galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos, florestas e
desertos onde muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão e
isolamento com a perda do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram
sentimentos monstruosos de revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou
dos outros. Nossos Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a
globalização. Os modos, figuras e objetos não são mais os de felicidade e de prazer com os mundos
natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico (organismo), psicológico
(mental e comportamental), sociológico (relações sociais), filosófico
(especulações sobre sua origem e vida) e espiritual (relações com a salvação,
imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem a ritos onde nos
entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem e de iniciação para alcançarmos a liberdade
dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
A transcendência é se superar se perpassar
e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua
comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental,
fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas,
inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que
todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros,
que devemos respeitar o nosso tempo e contexto. Quantos jovens e adultos se
perdem em suas famílias no mundo das drogas, falta de educação, alcoolismo,
prostituição, tráfico de pessoas, escravização, servidão, fome, sede, falta de
higiene, falta de roupas, doenças, roubo, mortes, violências e sexo desregrado
perpetuando a destruição humana, e àqueles que se tornam lideranças e só trazem
desespero e destruição dos seus e dos seus semelhantes humanos com guerras,
tragédias e holocaustos, grandes desgraças e sofrimentos como pegadas no barro
que não se apagam. Estas são as pessoas que foram engolidas pelas profundezas
da natureza humana com seus Monstros que surgem e não reconhecem sua existência
por serem diferentes ou feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros
até a crise final e assim prosperar com
o uso das 16 inteligências e o respeito humano perante deficiências ou
incapacidades de ser o que não somos – perfeitos! Domar a si é domar suas
descobertas! Se entregar aos Monstros e não conseguir passar pelos rituais de
iniciação e de passagem implicam em morte, morte psicológica, exclusão social,
problemas de saúde mental ou de corpo, problemas sociais mais graves entre
nações, problemas com a Educação e a Saúde, a Liberdade e a Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação
de nossa liberdade para vivermos! Precisamos
de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos descobertas! Precisamos
desde o nascimento de rituais de iniciação como o parto e de passagem como o Batismo em nossa
Trajetória de Heróis.
Transcender depende da adaptação e de como
ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se
manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do
trabalho e das necessidades do trabalho, de sua regras e obrigações, dos bens e
serviços e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação,
consumo, comércio, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil
que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada,
acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto, com o uso da Educação e das 16 inteligências
e do respeito humano perante nossas falhas e deficiências ou mesmo
incapacidades para conosco, com os outros e com a natureza e com a Ecologia e o
Universo, a inteligência se faz presente com o uso da linguagem e da
comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a superação das
adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo ou não, viver é
enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros e assim com a
miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime e a guerra,
também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao sentimento de
renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e descobrir, e ajudar a
descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A Educação e o Amor geram memória, assim também Adaptação,
trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação! Tudo começou pela e
através da Adaptação, seja no Universo,
na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia
ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela Adaptação, seja no
Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na
Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O
Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode
acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que
conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque
com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo
pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for, no princípio, no meio ou no fim, gerando
outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus continuarão existindo, eles não se
acabam!
As descobertas da vida, inclusive a Trajetória
da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis,
Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar
o nosso tempo e contexto levam a adaptação
que produz liberdade para nosso meio
ambiente individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de
privações para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em
nossos processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e
isso produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem
e maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice
da liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através do ritos de iniciação e de passagem e com a Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência
Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se descobrir é
poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da globalização e
dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na promoção da
Justiça Social!
Se descobrir é descobrir-se em meio
a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver,
inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que
todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros,
que devemos respeitar o nosso tempo e contexto.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
29 de junho de 2016.
1. Psicologia
da Gestalt
História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua…

História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira.
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua morte (21 de abril), é comemorado como um
feriado nacional.
História
Joaquim José da Silva Xavier, que
ficaria conhecido como Tiradentes, nasceu no dia 12 de Novembro de 1746 na
cidade de Pombal, no estado de Minas Gerais. Ele foi o quarto dos nove filhos
que os seus pais tiveram.
Em 1767, sua mãe faleceu e ele foi
morar com os irmãos e o pai na Vila de Santo Antônio. Dois anos mais tarde,
quando tinha pouco mais de 11 anos de idade, seu pai também vem a falecer e sua
família começa a perder todos os bens e propriedades por conta das dívidas que
possuíam. Ele então ficou sob os cuidados de um primo que era dentista. Em
pouco tempo ele se apaixonou por essa profissão e decidiu seguir a mesma
carreira que seu primo. É aí que encontramos o motivo do apelido “Tiradentes”.
Além disso, ele também foi sócio de uma botica que dava assistência aos pobres
na Ponte do Rosário, foi minerador e ainda exerceu algumas práticas farmacêuticas.
Em 1780, ele decidiu se alistar na
tropa da Capitania de Minas Gerais. Um ano depois, já havia sido nomeado
comandante de um setor que cuidava do escoamento da produção de minérios. Foi
aí que ele começou a criticar a exploração abusiva dos recursos naturais do
nosso país.
Mudou-se para o Rio de Janeiro e
lá, criou vários projetos políticos, mas não conseguiu aprovação para a
execução de muitos deles. Quando voltou para Minas Gerais, começou a espalhar
suas ideias a respeito de independência da província, por toda Vila Rica. O que
deu ainda mais força para o seu movimento foi a independência da América e a
formação dos Estados Unidos.
Todo o movimento foi centrado no
ideal de tornar o Brasil um país independente. Aqueles que conspiravam
pretendiam proclamar a república, mas essa ideia ficou só na cabeça mesmo. Todo
o movimento que Tiradentes havia começado estava ganhando força, mas foi
delatado através de uma denúncia que Joaquim Silvério dos Reis fez ao
governador no ano de 1789.
Condenação e morte de Tiradentes
Quando isso aconteceu, Tiradentes
estava no Rio de Janeiro e escondeu-se, mas em pouco tempo acabou preso. O
julgamento de todos os inconfidentes, inclusive Tiradentes, durou três anos,
mas finalmente foi dada a sentença definitiva. Alguns deles foram condenados à
morte e outros ao degredo, entretanto, no dia seguinte, por conta de uma carta
de D. Maria I, a pena de morte foi dada apenas à Tiradentes.
Ele foi enforcado no dia 21 de
Abril de 1792, no Rio de Janeiro. Em seguida, seu corpo foi esquartejado e
exposto em praça pública, como era de costume naquela época.
A PRINCESA ISABEL.

Isabel (Rio de Janeiro, 29 de julho
de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), apelidada de "a Redentora",
foi a segunda filha, a primeira menina, do imperador Pedro II do Brasil e sua
esposa a imperatriz Teresa Cristina das Duas Sicílias. Como a herdeira
presuntiva do Império do Brasil, ela recebeu o título de Princesa Imperial.
A morte de seus dois irmãos homens
a fez a herdeira de Pedro, porém o imperador não conseguia aceitar a ideia de
uma mulher governando o país e dessa forma deixou de acreditar na
sustentabilidade do sistema monárquico. A própria personalidade de Isabel a
distanciou da política e de quaisquer confrontos com seu pai, ficando
satisfeita com uma vida calma e doméstica. Além disso, apesar da sua educação
ter sido bem ampla, ela jamais foi preparada para assumir o trono. Isabel se
casou em 1864 com o príncipe francês Gastão, Conde d'Eu, com quem teve três
filhos: Pedro de Alcântara, Luís e Antônio.
A princesa serviu três vezes como
regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a
abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou
assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente
popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. O fato de ser
mulher, seu forte catolicismo e casamento com um estrangeiro foram vistos como
impedimentos contra ela, juntamente com a emancipação dos escravos, que gerou
descontentamento entre ricos fazendeiros. A monarquia brasileira foi abolida em
1889 e ela e sua família foram exilados por um golpe militar. Isabel passou
seus últimos trinta anos de vida vivendo calmamente na França.
MANUEL DEODORO DA FONSECA.

Manuel Deodoro da Fonseca (Alagoas
da Lagoa do Sul, 5 de agosto de 1827 — Barra Mansa, 23 de agosto de 1892) foi
um militar, político brasileiro, proclamador da República e o primeiro
presidente do Brasil.
O Governo de Deodoro foi marcado
pelo esforço da implantação de um regime de Estado Republicano. Entretanto, foi
caracterizado por grande instabilidade política e econômica, devido às
tentativas de centralização do poder, da movimentação de opositores da queda do
Império, e por parte de outros setores das Forças Armadas descontentes com a
situação política republicana. A crise teve seu ápice no fechamento do
"Congresso Nacional do Brasil", o que mais tarde acabou levando à
renúncia de Deodoro da Fonseca.
TANCREDO NEVES.

Tancredo de Almeida Neves GCTE (São
João del-Rei, 4 de março de 1910 — São Paulo, 21 de abril de 1985) foi um
advogado, empresário e político brasileiro. Natural do sul de Minas Gerais,
formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas
Gerais. Ingressou na política em 1935, quando foi eleito vereador em sua cidade
natal pelo Partido Progressista, chegando ao cargo de presidente da Câmara
Municipal. Com o advento do Estado Novo em 1937, foi preso e o seu mandato de
vereador foi extinto. Com isso retornou à advocacia, atuando como Promotor
Público, e também exerceu a profissão de empresário. Em 1947, foi eleito
deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) e foi designado um dos
relatores da Constituição estadual mineira, tornando-se depois líder da
oposição.
Em 1950, foi eleito deputado
federal pela primeira vez. A partir de junho de 1953, exerceu os cargos de
Ministro da Justiça e Negócios Interiores até o suicídio do presidente Getúlio
Vargas. Em 1954, foi eleito novamente deputado federal, cargo que ocupou por um
ano. Foi diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais em 1955 e da Carteira
de Redescontos do Banco do Brasil de 1956 a 1958. De 1958 a 1960, assumiu a
Secretaria de Finanças do Estado de Minas Gerais. Concorreu, sem sucesso, ao
governo de Minas em 1960. Com a instauração do regime parlamentarista, logo
após a renúncia do presidente Jânio Quadros, foi nomeado primeiro-ministro do
Brasil, ocupando este cargo de setembro de 1961 a julho de 1962. Foi um dos
principais líderes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e reelegeu-se
deputado federal em 1966, 1970 e 1974. Após a volta do pluripartidarismo, foi
eleito senador em 1978 e fundou o Partido Popular (PP). Em 1982, ingressou no
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e foi eleito governador de Minas.
No período em que governou Minas,
houve uma grande agitação em prol do movimento Diretas Já, numa ação popular
que mobilizou o país e pregava as eleições diretas para presidente. Com a
derrota da emenda Dante de Oliveira, que instituía as eleições diretas para
presidente da República em 1984, foi o nome escolhido para representar uma
coligação de partidos de oposição reunidos na Aliança Democrática. Em 1984,
aceitou a proposta de se candidatar à Presidência da República e em 15 de
janeiro de 1985 foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um
colégio eleitoral por uma larga diferença. No entanto, adoeceu gravemente em 14
de março do mesmo ano, véspera da posse. Em 21 de abril, morreu de infecção
generalizada. Tancredo é considerado um dos mais importantes políticos
brasileiros do século XX.
Notamos
que estes quatro Heróis do Brasil tem uma Trajetória da Vida heroica
privilegiada e servida com boa educação e boa formação desde o início de suas
vidas e histórias de vidas que vão percorrendo um longo caminho heroico ajudado
pelos seus Heróis que enfrentam seus Monstros já desde a educação e a formação
pessoal até a prática ideológica, política e profissional derrotando-os nem que
seja com a própria morte e/ou infelicidade ou fuga para que seus Escravos sejam
todos libertados com a semeadura da Educação para Se Viver e para Ensinar a
Viver. Os Heróis não morrem, eles Educam para Se Viver e para Ensinar a Viver.
Os Monstros morrem e se os Escravos não forem libertados também morrerão, não
semearão a Educação para Se Viver e para Ensinar a Viver. Hoje no Brasil quem
são os Heróis, os Monstros e os Escravos? E no mundo? A vida é difícil e
heroica para todos a todo momento, tem seus Monstros e Escravos, só basta saber
lidar com a vida e não se entregar ao seu avesso, a morte! Morrer é tão fácil e
tão difícil, só basta passar pela experiência e conhece-la, mas não devemos nos
entregar a ela, mas sim ao seu avesso, a vida!
As descobertas
da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos
ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos
e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto associadas a liberdade
configuram o trabalho que gera economia, bens e serviços, também globalização
do consumo, do comércio, da tecnologia, da informação, do mercado, da liberdade,
e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis segundo
eu mesmo, está na configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na morfologia
das coisas, depende dos princípios da organização perceptiva e dos princípios
gestaltistas da aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação que gera a economia,
bens e serviços como a globalização, depende de como e do que fazemos com as
gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as Trajetórias da
Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e no que
ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades humanas
como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de amor e
de realização. As descobertas da vida ligadas a liberdade e os seus rituais fazem
a nossa curiosidade que faz parte do
processo que modela a forma ou a configuração associadas as nossas
necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo
insight, por exemplo, ou em coisas que nos trazem felicidade como a
religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz
formas de transcendência que se configuram pela Educação da gestalt pela memória,
ou seja , pela adaptação oriundas das descobertas da vida que promovem a
atividade, o trabalho, a economia, e a globalização, promovem a descoberta e a
imersão em ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa
forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou
mais ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os princípios da
aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão
ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente espontânea e imediata
das relações; Pensamento produtivo,
onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a criatividade e
produtividade; Princípio do isomorfismo,
o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos ativos interagem num
dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou modificar ativamente os
elementos sensoriais que recebe, e a percepção é idêntica (iso) em forma
(morfo) àquilo que representa.
Somos incapazes de fugirmos
da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade, influencia o trabalho, a
economia, os bens e serviços e a globalização, inclusive a Trajetória da Vida
heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e
Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto que por sua vez ligada aos fenômenos dos estímulos configuram
descobertas como os rituais de iniciação e de passagem, e também a Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis, pois
ela obedece à organização perceptiva e a aprendizagem de acordo com os
gestaltistas, nosso cérebro é incapaz de modificar ou organizar ativamente os
elementos sensoriais que recebe e responde de acordo com a organização da nossa
percepção, ela é a falta e o querer em meio às necessidades de nossos
organismos incompletos, porém completos pela morfologia ou totalidade da
percepção decente ou indecente. A adaptação produz memória que por sua vez faz
parte dos processos da adaptação, ela, a memória, é adaptação. A adaptação gera
gestalts sobre os fenômenos das descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis e em seus rituais.
Nossos
Monstros segundo minhas contribuições estão nos rituais que estão na forma, na
configuração ou morfologia das coisas, no como de configura nossos processos
oriundos da liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da
aprendizagem, dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas,
inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que
todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros,
que devemos respeitar o nosso tempo e contexto. Os Monstros podem estar no que
percebemos e no que ocultamos no trabalho gerando economia e Monstros
econômicos que ¨são do bem¨ e outros que ¨são do mal¨. Eles nos revelam a nossa
natureza ancestral e primitiva do sofrimento posto como linguagem, Cruz, fardo e demônios persecutórios que se revelam
quanto mais fundo fomos em nós mesmos, em nossas aventuras em nossos oceanos e
cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros são os Monstros da
curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta determinar a
totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da curiosidade. A
curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos princípios
gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a mergulhar e
ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia, bens e
serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da tecnologia, da
informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência biológica,
psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas de
Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo,
pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia,
fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores,
compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição
dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e
sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros dependem de
nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos
Monstros expressam gestalts, configurações ou formas que estão sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem que se apresentam também em rituais para
o nosso bem se nos aperfeiçoarmos nos valores humanos e pautados na Educação
que vence tudo, vence ódio, guerras, violência, destruição, medo, humilhação,
vergonha, temor, qualquer perigo ou ameaça, a Educação constrói o homem e o
verdadeiro homem constrói a humanidade e a vida, a sociedade e a paz na Terra,
construímos assim a nossa liberdade! A Educação é feita pela memória, ou seja,
pela adaptação, pela liberdade! A Educação se dá pelas gestalts dos fenômenos
das descobertas da vida. Dentre as descobertas da vida estão o trabalho, a
economia, os bens e serviços, o trabalhador, o mercado, a globalização da
economia, do consumo, do comércio, da informação, da liberdade, do trabalho, da
tecnologia, inclusive da Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que
nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada,
acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto.
As
descobertas da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do
Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa
caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto
podem formar gestalts de liberdade? A liberdade leva ao trabalho e o trabalho a
economia que formam a Educação, a Educação hoje que leva a adaptação mas não
somente a Educação pois a adaptação é constituída de natureza fisiológica,
morfológica e comportamental (esta implica em forma, configuração ou gestalt),
a adaptação permite a transcendência, a transcendência evocada em rituais de
Vida, Monstros e Heróis, que por sua vez originou-se da miséria, da caridade e
do trabalho que renderam e rendem até hoje abuso, exploração, violências,
crimes e guerras, niilismo e paralisias, holocaustos e catástrofes, a adaptação
comportamental ou gestalt que é a transcendência também leva a Educação, ao Amor
Divino e ao sentimento de renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A
Educação é construída a partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos
da ¨memória¨ ou da adaptação que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e
transcendência para um mundo mais justo e solidário, igual e humano, seja no
âmbito Universal, Biológico, Psicológico, Sociológico, Químico, Físico,
Filosófico e/ou Espiritual através do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do
Desconstrutivismo Físico Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a
continuidade e o fim da vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico
Mattanoniano a Vida e o Universo jamais deixarão de existirem. Pelo
Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo deixarão de existirem
seja pela Adaptação por meio de outros ¨big-bangs¨ ou por outros meios como por
ação de Deus ou outros meios ainda não descobertos ou ainda não pensados,
existindo no fim somente Deus e o Reino de Deus e nada mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do
passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução
filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a
Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual
também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como
impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a
destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz.
A
Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da globalização mas pode
continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia e da globalização para
crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e culturalmente, de acordo com
o princípios da Educação!
A
Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma trajetória:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Depois da
concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros nosso
Herói encontra a liberdade para se
viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive a Trajetória da
Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis,
Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar
o nosso tempo e contexto!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 29 de junho de 2016.
2. Behaviorismo
História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua…

História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira.
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua morte (21 de abril), é comemorado como um
feriado nacional.
História
Joaquim José da Silva Xavier, que
ficaria conhecido como Tiradentes, nasceu no dia 12 de Novembro de 1746 na
cidade de Pombal, no estado de Minas Gerais. Ele foi o quarto dos nove filhos
que os seus pais tiveram.
Em 1767, sua mãe faleceu e ele foi
morar com os irmãos e o pai na Vila de Santo Antônio. Dois anos mais tarde,
quando tinha pouco mais de 11 anos de idade, seu pai também vem a falecer e sua
família começa a perder todos os bens e propriedades por conta das dívidas que
possuíam. Ele então ficou sob os cuidados de um primo que era dentista. Em
pouco tempo ele se apaixonou por essa profissão e decidiu seguir a mesma
carreira que seu primo. É aí que encontramos o motivo do apelido “Tiradentes”.
Além disso, ele também foi sócio de uma botica que dava assistência aos pobres
na Ponte do Rosário, foi minerador e ainda exerceu algumas práticas farmacêuticas.
Em 1780, ele decidiu se alistar na
tropa da Capitania de Minas Gerais. Um ano depois, já havia sido nomeado
comandante de um setor que cuidava do escoamento da produção de minérios. Foi
aí que ele começou a criticar a exploração abusiva dos recursos naturais do
nosso país.
Mudou-se para o Rio de Janeiro e
lá, criou vários projetos políticos, mas não conseguiu aprovação para a
execução de muitos deles. Quando voltou para Minas Gerais, começou a espalhar
suas ideias a respeito de independência da província, por toda Vila Rica. O que
deu ainda mais força para o seu movimento foi a independência da América e a
formação dos Estados Unidos.
Todo o movimento foi centrado no
ideal de tornar o Brasil um país independente. Aqueles que conspiravam
pretendiam proclamar a república, mas essa ideia ficou só na cabeça mesmo. Todo
o movimento que Tiradentes havia começado estava ganhando força, mas foi
delatado através de uma denúncia que Joaquim Silvério dos Reis fez ao
governador no ano de 1789.
Condenação e morte de Tiradentes
Quando isso aconteceu, Tiradentes
estava no Rio de Janeiro e escondeu-se, mas em pouco tempo acabou preso. O
julgamento de todos os inconfidentes, inclusive Tiradentes, durou três anos,
mas finalmente foi dada a sentença definitiva. Alguns deles foram condenados à
morte e outros ao degredo, entretanto, no dia seguinte, por conta de uma carta
de D. Maria I, a pena de morte foi dada apenas à Tiradentes.
Ele foi enforcado no dia 21 de
Abril de 1792, no Rio de Janeiro. Em seguida, seu corpo foi esquartejado e
exposto em praça pública, como era de costume naquela época.
A PRINCESA ISABEL.

Isabel (Rio de Janeiro, 29 de julho
de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), apelidada de "a Redentora",
foi a segunda filha, a primeira menina, do imperador Pedro II do Brasil e sua
esposa a imperatriz Teresa Cristina das Duas Sicílias. Como a herdeira
presuntiva do Império do Brasil, ela recebeu o título de Princesa Imperial.
A morte de seus dois irmãos homens
a fez a herdeira de Pedro, porém o imperador não conseguia aceitar a ideia de
uma mulher governando o país e dessa forma deixou de acreditar na
sustentabilidade do sistema monárquico. A própria personalidade de Isabel a
distanciou da política e de quaisquer confrontos com seu pai, ficando
satisfeita com uma vida calma e doméstica. Além disso, apesar da sua educação
ter sido bem ampla, ela jamais foi preparada para assumir o trono. Isabel se
casou em 1864 com o príncipe francês Gastão, Conde d'Eu, com quem teve três
filhos: Pedro de Alcântara, Luís e Antônio.
A princesa serviu três vezes como
regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a
abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou
assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente
popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. O fato de ser
mulher, seu forte catolicismo e casamento com um estrangeiro foram vistos como
impedimentos contra ela, juntamente com a emancipação dos escravos, que gerou
descontentamento entre ricos fazendeiros. A monarquia brasileira foi abolida em
1889 e ela e sua família foram exilados por um golpe militar. Isabel passou
seus últimos trinta anos de vida vivendo calmamente na França.
MANUEL DEODORO DA FONSECA.

Manuel Deodoro da Fonseca (Alagoas
da Lagoa do Sul, 5 de agosto de 1827 — Barra Mansa, 23 de agosto de 1892) foi
um militar, político brasileiro, proclamador da República e o primeiro
presidente do Brasil.
O Governo de Deodoro foi marcado
pelo esforço da implantação de um regime de Estado Republicano. Entretanto, foi
caracterizado por grande instabilidade política e econômica, devido às
tentativas de centralização do poder, da movimentação de opositores da queda do
Império, e por parte de outros setores das Forças Armadas descontentes com a
situação política republicana. A crise teve seu ápice no fechamento do
"Congresso Nacional do Brasil", o que mais tarde acabou levando à
renúncia de Deodoro da Fonseca.
TANCREDO NEVES.

Tancredo de Almeida Neves GCTE (São
João del-Rei, 4 de março de 1910 — São Paulo, 21 de abril de 1985) foi um
advogado, empresário e político brasileiro. Natural do sul de Minas Gerais,
formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas
Gerais. Ingressou na política em 1935, quando foi eleito vereador em sua cidade
natal pelo Partido Progressista, chegando ao cargo de presidente da Câmara
Municipal. Com o advento do Estado Novo em 1937, foi preso e o seu mandato de
vereador foi extinto. Com isso retornou à advocacia, atuando como Promotor
Público, e também exerceu a profissão de empresário. Em 1947, foi eleito
deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) e foi designado um dos
relatores da Constituição estadual mineira, tornando-se depois líder da
oposição.
Em 1950, foi eleito deputado
federal pela primeira vez. A partir de junho de 1953, exerceu os cargos de
Ministro da Justiça e Negócios Interiores até o suicídio do presidente Getúlio
Vargas. Em 1954, foi eleito novamente deputado federal, cargo que ocupou por um
ano. Foi diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais em 1955 e da Carteira
de Redescontos do Banco do Brasil de 1956 a 1958. De 1958 a 1960, assumiu a
Secretaria de Finanças do Estado de Minas Gerais. Concorreu, sem sucesso, ao
governo de Minas em 1960. Com a instauração do regime parlamentarista, logo
após a renúncia do presidente Jânio Quadros, foi nomeado primeiro-ministro do
Brasil, ocupando este cargo de setembro de 1961 a julho de 1962. Foi um dos
principais líderes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e reelegeu-se
deputado federal em 1966, 1970 e 1974. Após a volta do pluripartidarismo, foi
eleito senador em 1978 e fundou o Partido Popular (PP). Em 1982, ingressou no
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e foi eleito governador de Minas.
No período em que governou Minas,
houve uma grande agitação em prol do movimento Diretas Já, numa ação popular
que mobilizou o país e pregava as eleições diretas para presidente. Com a
derrota da emenda Dante de Oliveira, que instituía as eleições diretas para
presidente da República em 1984, foi o nome escolhido para representar uma
coligação de partidos de oposição reunidos na Aliança Democrática. Em 1984,
aceitou a proposta de se candidatar à Presidência da República e em 15 de
janeiro de 1985 foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um
colégio eleitoral por uma larga diferença. No entanto, adoeceu gravemente em 14
de março do mesmo ano, véspera da posse. Em 21 de abril, morreu de infecção
generalizada. Tancredo é considerado um dos mais importantes políticos
brasileiros do século XX.
Notamos
que estes quatro Heróis do Brasil tem uma Trajetória da Vida heroica
privilegiada e servida com boa educação e boa formação desde o início de suas
vidas e histórias de vidas que vão percorrendo um longo caminho heroico ajudado
pelos seus Heróis que enfrentam seus Monstros já desde a educação e a formação
pessoal até a prática ideológica, política e profissional derrotando-os nem que
seja com a própria morte e/ou infelicidade ou fuga para que seus Escravos sejam
todos libertados com a semeadura da Educação para Se Viver e para Ensinar a
Viver. Os Heróis não morrem, eles Educam para Se Viver e para Ensinar a Viver.
Os Monstros morrem e se os Escravos não forem libertados também morrerão, não
semearão a Educação para Se Viver e para Ensinar a Viver. Hoje no Brasil quem
são os Heróis, os Monstros e os Escravos? E no mundo? A vida é difícil e
heroica para todos a todo momento, tem seus Monstros e Escravos, só basta saber
lidar com a vida e não se entregar ao seu avesso, a morte! Morrer é tão fácil e
tão difícil, só basta passar pela experiência e conhece-la, mas não devemos nos
entregar a ela, mas sim ao seu avesso, a vida!
Para o
Behaviorismo Mattanoniano as descobertas da vida, inclusive a Trajetória
da Vida heroica dos Heróis do
Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa
caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto
evocam a liberdade que evoca e estimula a adaptação que é comportamental,
fisiológica e/ou morfológica em tempos de trabalho e de ter que trabalhar para
que desejemos a economia e a paz, ou para que passemos do sofrimento ao
contentamento através de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, é apenas questão de regra e de mudança contextual para esta regra para
um melhor padrão de vida daquele que sofre por causa de regras desadaptadas, já
a memória é comportamental e encoberta, faz parte das regras, da adaptação às
regras. Regras são contingências que especificam relações do tipo ¨se...,
então...¨, elas podem acabar fazendo com que o indivíduo generalize seus
comportamentos pois quem segue regras cegamente não consegue discriminá-las, o
que não permite uma relação satisfatória e de boa adaptação com o meio ambiente
gerando sofrimento para si mesmo e/ou para os outros. O sofrimento e o
sofrimento no e do trabalho que gera economia que também gera sofrimento é
causado em função da liberdade e das regras aprendidas por causa da liberdade.
O sofrimento é conseqüência das descobertas da vida e de seus processos
comportamentais encobertos como as emoções e os sentimentos. O sofrimento é
evocado em rituais com sua regras e com as regras da Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis que se relacionam invariavelmente.
As
descobertas da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do
Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa
caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto
evocam a liberdade que estimula a adaptação às regras e leva a transcendência,
ao trabalho e gera a economia, os bens e os serviços e a globalização da
informação, da tecnologia, do consumo, da economia, do trabalho, da liberdade e
aparece em nossos comportamentos antes da mudança contextual deles por causa de
nossas regras reforçadas e associadas aos estímulos ligados as nossas
necessidades como a água, o alimento, o amor e a afeição, o ar, a atividade, a
atividade materna, o calor, o sexo e o sono, acrescento o traje limpo e em bom
estado de conservação, a higiene diária e o frio em ambientes onde há muito
calor, e finalmente o abrigo. As descobertas da vida evocam a liberdade e isto nos permite escolher mesmo
sendo nós produtos de esquemas de reforços, pois há liberdade através da
linguagem com o trocadilho e com o Enfoque Contextual seja também nos rituais
ou na Trajetória da Vida, dos Monstros ou dos Heróis, paradoxalmente há a
globalização da liberdade e da linguagem.
As
descobertas da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do
Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa
caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto
evocam a liberdade que evoca e estimula os
ritos da adaptação às regras que evoca a transcendência, o trabalho, a
economia, os bens e serviços, a globalização, também a Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, a Trajetória dos Heróis apresenta as seguintes fases:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Ela, a
Trajetória dos Heróis, aparece em comportamentos encobertos e em comportamentos
manifestos, ela é aprendida através dos repertórios básicos de comportamento
como a imitação, a atenção, a discriminação e a ordem instrucional e promove
mudanças e constantes transformações no dia-a-dia de cada pessoa
diante de cada uma dessas necessidades já comentadas, pode assim ser saciada ou
privada, aumentada, ou aumentado o seu valor reforçador e de saciação através
dos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida. As nossas descobertas da vida, inclusive a
Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos
Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos
respeitar o nosso tempo e contexto evocam aos comportamentos respondentes e
operantes da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, evocam a liberdade
que evoca e estimula a adaptação às regras e tem um limiar e também pode se de
acordo com a estimulação provocar a fadiga, fuga ou esquiva, pode ser extinta
ou condicionada com estímulos antecedentes que nada tinham a ver com ela. A
educação psicoterapêutica pode extinguir a adaptação não somente pela extinção,
mas também pela mudança contextual onde o indivíduo aprende a distanciar-se
dela mesmo com ela presente não provocando reações de desconforto ou de
sofrimento mas sempre se adaptando contextualmente melhorando sua saúde mental
e a sua adaptação ao trabalho e a economia, e a globalização. A mudança
contextual ensina a lidar com esses fenômenos comportamentais evitando a
propagação do sofrimento oriundo do processo de adaptação, entendida como
carência e escândalo ou até mesmo como mediocridade e violência, bullying
físico, sexual, moral, social, político, psicológico, espiritual, filosófico,
contra o organismo individual e social quando a violência é praticada contra um
determinado grupo de pessoas. A mudança contextual leva a liberdade. A mudança
contextual leva a novas descobertas da vida e para a vida ajudando-nos ou
enriquecendo ou mesmo ampliando o nosso repertório comportamental para lidarmos
com a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Durante
a vida sem mudança contextual sempre haverá sofrimentos e processos adaptativos
morfológicos, fisiológicos e/ou comportamentais que jamais deixarão de existir,
somos frutos desses processos evolutivos e de seleção natural. Falo da
transcendência comportamental. A transcendência é liberdade. Liberdade para
mudarmos nossos comportamentos durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis.
Contudo
entendendo que somos o contexto, de acordo com Steven C. Hayes, e se pararmos de dar razões, controle
e literalidade, deixarmos de sermos governados por regras como o rastreamento,
o acedimento e o aumentamento, entendermos que somos o contexto, trocarmos o
¨mas¨ por ¨e¨ e nos afirmarmos pelo tato, e finalmente entendermos que nossas
afirmações são somente comportamentos verbais e não causas literais ampliando
nossos horizontes, vivendo assim a dessensibilização viveremos melhor e a
inteligência não mais nos controlará e deixará de trazer conflitos penosos aos
comportamentos encobertos e aos comportamentos manifestos transmutando-se
somente em adaptação e como conseqüência da adaptação em inteligência. Primeiro
vem a adaptação e depois a inteligência, às regras e a memória. Assim
transcendemos!
Assim
o Estímulo (som) tem uma Resposta (ouvir) e uma Primeira Conseqüência
(adpatação ao som) e uma Segunda Conseqüência (inteligência). Todo Estímulo tem
uma Resposta e duas Conseqüências quase que instantâneas, a 1ª é a adaptação e
a 2ª a inteligência. A inteligência pode ser segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
ou Artificial
Agrícola
ou Operacional
Os
eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes, sociais, lingüísticos,
conseqüentes e de história de vida estão associados as inteligências citadas a
cima, tudo é conseqüência, primeiro a primeira (adaptação) e depois a segunda
(inteligência), são eventos conseqüentes, isto acontece a partir de determinada
etapa do desenvolvimento da criança com o aprendizado e condicionamento, é tudo
encadeamento comportamental, a segunda conseqüência é imediatamente a que surge
logo após a primeira, sentidas como coisa única por causa do condicionamento,
mas são duas conseqüências, uma resposta e um estímulo. O que devemos aceitar e
viver o contexto e não sermos escravos de nós mesmos com comportamentos que
induzam ao sofrimento como o da literalidade, o de dar razões e o de controle,
seja no trabalho ou nas nossas relações econômicas e sociais como também na
globalização, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que
nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada,
acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto. Somos o
contexto. A transcendência pode ou não ser evocada comportamentalmente, depende
da história de vida de cada organismo. Depois da inteligência vem às regras e a
memória.
O Behaviorismo compreende que a existência
de Monstros em nossos comportamentos, encobertos e manifestos no trabalho e nas
relações com a economia e nas da globalização, inclusive na Trajetória da Vida
heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e
Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto como nos rituais de iniciação e de passagem nas Fases em que o
Herói pode Ser Engolido e Consumido, e tem O Caminho Obtuso, depende
diretamente da qualidade de nossas regras, e da
qualidade de nossas descobertas da vida e para a vida, estes Monstros nos tiram mas podem nos levar a
liberdade como através dos trocadilhos e das inversões, aglutinações e trocas
associadas à Psicologia e a Psicanálise, contingências que especificam relações
do tipo ¨se... então...¨, se rastreamos há uma correspondência entre as regras
e as contingências do meio ambiente, a pessoa rastreia os estímulos no sentido
de ¨testar¨ as contingências descritas pelo mesmo; se acedemos o comportamento
fica sob controle das conseqüências sociais; e no aumentamento o comportamento
aumenta a probabilidade de ser controlado por estímulos verbais antecedentes,
aumentando a motivação do ouvinte em relação a uma conseqüência. Estes 3 tipos
de comportamentos revelam o modo como lidamos com os Monstros no trabalho e na
economia e na relações globalizadas segundo tais regras ou princípios,
rastreando-os, acedendo a eles ou aumentando-os diante do imenso sofrimento
psíquico individual. Estas são as categorias do comportamento verbal do
ouvinte, já o falante sugere de acordo com as 8 categorias do comportamento
verbal que: ecoar diz respeito a alguém dizer medo do Monstro e o falante diz
medo do Monstro; copiar respeito a alguém escrever pavor do Monstro e o
emitente escreve pavor do Monstro; tomar ditado diz respeito a alguém dizer
Monstro enorme e o emitente escrever Monstro enorme; tatear diz respeito a
alguém diante de um Monstro dizer o nome dele; mandar diz respeito a alguém
mandar um mando e o emitente responder vocal ou motoramente medo do Monstro;
ler diz respeito a alguém ver um Monstro e emitir a vocalização Monstro;
intraverbalizar diz respeito a alguém ter um conjunto de associações verbais do
emitente e dizer pânico do Monstro; e articular / rearticular / organizar /
reordenar diz respeito a alguém se auto-reforçar, onde o falante da palavra
Monstro é o ouvinte de si mesmo. Estas 8 categorias do comportamento verbal do
falante revelam-nos modos de lidar com contingências associadas aos nossos
ritos e nossos Monstros, medos, pavores, pânico, e nomeações dos Monstros que
surgem durante a vida encoberta e manifesta. Monstros são adversidades do meio
ambiente econômico e não somente os que já abordei, são também o PIB, a
inflação, os impostos, os investimentos, os custos e os benefícios, etc., e os
da globalização os Monstros que se relacionam com a tecnologia como as
pesquisas, os investimentos, os equipamentos, etc., com o consumo como o
mercado, o comprador, a mercadoria, o valor, etc., com a informação como as
emissoras de rádio e de televisão, os jornais e revistas, a internet, etc., com
a liberdade como as decisões, os conselhos, as atitudes, a consciência, a
introspecção, a saúde, etc., e reagir a
tais adversidades é assim, se adaptar. A adaptação não pode implicar em
sofrimento para si ou para os outros na maior parte das vezes mas esta tarefa é
quase impossível por sermos seres com falhas e repertórios comportamentais
deficientes manifestos ou encobertos, jamais alcançaremos a totalidade e
estamos em constantes transformações nos eventos biológicos, fisiológicos, antecedentes,
sociais, lingüísticos, conseqüentes e de história de vida. E durante a vida
sempre há sofrimento e processos adaptativos morfológicos, fisiológicos e/ou
comportamentais que jamais deixarão de existir. Conclui-se que a adaptação
nunca cessará pois somos frutos dela, da Evolução das Espécies e da Seleção
Natural. Como ela jamais cessará também a transcendência nunca acabará. Deste
modo também as descobertas da vida e para a vida, as regras, as novas regras,
contextuais, e os rituais na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis
também não deixarão de existirem.
Mas podemos emergir das profundezas das
habitações dos nossos Monstros com uma mensagem de esperança e de solução de
medos e conflitos se redirecionarmos nossos comportamentos e ritos enfraquecendo
segundo Steven C. Hayes e raciocínios meus 3 contextos, de literalidade, de dar
razões e de controle; depois entender que não devemos seguir regras pois é
contra-produtivo, causa insensibilidade e generalização; depois entender que a
melhor escolha é entender e aceitar que você é o contexto, devemos trocar o
¨mas¨ por ¨e ¨ e parar de lutar com nossos Monstros; e viver a
dessensibilização, se afastar das regras, dos pensamentos, dos afetos,
sentimentos e emoções e deixar de sermos controlados por esses comportamentos
que só produzem e trazem Monstros para dentro de nossas vidas e de nossos
relacionamentos sociais, ou seja, que só prejudicam com monstruosidades as
nossas descobertas da vida e para a vida
também no trabalho, na economia e na globalização. O rito agora passa a ser a
dessensibilização e você passa a ser o contexto após o ritual de iniciação e de
passagem. Você é Engolido e Consumido, passa por Um Caminho Obtuso, chega a
Apoteose, alcança a Última Graça, tem uma Difícil Volta, Magia nas Decisões,
vive os Limites da Volta, Agora são Dois Mundos, e tem a Liberdade para Se
Viver e Ensinar a Viver.
Assim
as lutas e o sofrimento no trabalho e na economia, na globalização, inclusive a
Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos
Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos
respeitar o nosso tempo e contexto deixarão de ser problema para a humanidade e
perderão valor reforçador, não terão mais ganhos, e a humanidade poderá ter um
sentimento de contentamento e paz que ainda não experimentou pois ainda não se
permitiu e ainda não se permite com suas lutas, batalhas, violências, guerras e
holocaustos, e sua criatividade associada a destrutividade a
auto-destrutividade poderá deixar de ser problema para a humanidade através da
liberdade, pois não precisamos de ¨homens¨ presos e de exércitos e de reféns,
mas sim da liberdade, a liberdade proporciona a gratidão, o respeito e o amor e
não as armas que aprisionam e tiram a liberdade de todos, tiram talvez, até
mesmo, parcela da transcendência. Precisamos da Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver. Precisamos de rituais para viver. Precisamos de regras para
viver.
Concluo
que as descobertas da vida e para a vida, inclusive a Trajetória da Vida
heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e
Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto asseguram nossa adaptação que evoca a transcendência, o
trabalho, a economia e a globalização, rituais e nossa Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, que por sua vez selecionam repertórios comportamentais e
modelam comportamentos para lidar com padrões de comportamentos associados a
miséria como os que levam a caridade e ao trabalho que por sua vez podem levar
ao abuso e a exploração como também a violência, ao crime, a tortura, a guerra,
a catástrofe, ao holocausto, a barbárie, a falta de humanidade, ao tratamento
degradante, a proliferação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas,
sociais, físicas, químicas, filosóficas e/ou espirituais, etc., só a Educação
como conhecimento e o Amor de Deus que se renova com o sentimento de renascimento
pode nos ajudar e solucionar, atualmente, unindo-nos como humanidade estes
problemas atuais de nosso planeta Terra. Isto é a Liberdade da Vida para viver
e ensinar a viver.
Só
com a Educação e o Amor de Deus aprenderemos e teremos como lidar com o
Universo, a Biologia, a Psicologia, a Sociologia, a Química, a Física,
Filosofia e a Espiritualidade, com seu começo, meio e fim! A Adaptação nos
revela que poderá haver o fim do Universo e das demais categorias da vida:
Biologia, Psicologia, Sociologia, Quimica, Fisica, Filosofia, Espiritualidade;
se juntarmos a Adaptação as Teorias de Osny Mattanó Jùnior sobre o
Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo,
e sobre o Descontrutivismo Físico Mattanoniamo onde haverá através de outros
¨big-bangs¨ criando talvez outros Universos que se chocarão com os nosso
Universo destruindo-o e assim não haverá mais vida e nem Universo. Devemos
respeitar nossos saberes, conhecimentos, lições, artes, educadores, ciências e
religiões se desejamos evoluir e progredir constantemente e mutuamente – Deus
sempre será objeto de estudo e de pesquisas para estudiosos e pesquisadores
sérios que crêem e também para aqueles que não crêem pois Ele existe e só Ele e
Seu Reino continuarão existindo após o fim, após o Apocalipse!
As
descobertas da vida e para a vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos
Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em
nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e
contexto evocam rituais para o trabalho, a adaptação, a economia, a
globalização, os bens e serviços e as Ciências e Religiões que tem como
conseqüência liberdade para nosso meio ambiente individual, social e
patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para vivermos, como
a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos processos adaptativos
fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso produz liberdade com o
nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e maturação. A cada dia de
nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da liberdade! Vivemos para
morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está no Reino de Deus e não no
cemitério!
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Devemos
preservar nossa história e compreender os nossos ritos e história de Trajetória
da Vida, de Monstros e de Heróis de nossa espécie e de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e
foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa!
Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é
aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução humana filogenética é
mantenedora do trabalho e da economia, dos rituais; a Evolução ontogenética é
neutra, depende da filogenética e da cultural, depende dos rituais, depende da
aprendizagem e da estimulação de genes; e a Evolução cultural tende a ser
mantenedora do trabalho e da economia em sua maioria, depende dos rituais. A Evolução espiritual é mantenedora do
trabalho e tende a reprimir a economia, também depende dos rituais. O homem
trabalha e economiza mas não sabe o porquê?
Talvez para praticar seus rituais de iniciação e de passagem?! Talvez para desfrutar da Trajetória da Vida
heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e
Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
29 de junho de 2016.
3. Psicanálise
História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua…

História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira.
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua morte (21 de abril), é comemorado como um
feriado nacional.
História
Joaquim José da Silva Xavier, que
ficaria conhecido como Tiradentes, nasceu no dia 12 de Novembro de 1746 na
cidade de Pombal, no estado de Minas Gerais. Ele foi o quarto dos nove filhos
que os seus pais tiveram.
Em 1767, sua mãe faleceu e ele foi
morar com os irmãos e o pai na Vila de Santo Antônio. Dois anos mais tarde,
quando tinha pouco mais de 11 anos de idade, seu pai também vem a falecer e sua
família começa a perder todos os bens e propriedades por conta das dívidas que
possuíam. Ele então ficou sob os cuidados de um primo que era dentista. Em
pouco tempo ele se apaixonou por essa profissão e decidiu seguir a mesma
carreira que seu primo. É aí que encontramos o motivo do apelido “Tiradentes”.
Além disso, ele também foi sócio de uma botica que dava assistência aos pobres
na Ponte do Rosário, foi minerador e ainda exerceu algumas práticas farmacêuticas.
Em 1780, ele decidiu se alistar na
tropa da Capitania de Minas Gerais. Um ano depois, já havia sido nomeado
comandante de um setor que cuidava do escoamento da produção de minérios. Foi
aí que ele começou a criticar a exploração abusiva dos recursos naturais do
nosso país.
Mudou-se para o Rio de Janeiro e
lá, criou vários projetos políticos, mas não conseguiu aprovação para a
execução de muitos deles. Quando voltou para Minas Gerais, começou a espalhar
suas ideias a respeito de independência da província, por toda Vila Rica. O que
deu ainda mais força para o seu movimento foi a independência da América e a
formação dos Estados Unidos.
Todo o movimento foi centrado no
ideal de tornar o Brasil um país independente. Aqueles que conspiravam
pretendiam proclamar a república, mas essa ideia ficou só na cabeça mesmo. Todo
o movimento que Tiradentes havia começado estava ganhando força, mas foi
delatado através de uma denúncia que Joaquim Silvério dos Reis fez ao
governador no ano de 1789.
Condenação e morte de Tiradentes
Quando isso aconteceu, Tiradentes
estava no Rio de Janeiro e escondeu-se, mas em pouco tempo acabou preso. O
julgamento de todos os inconfidentes, inclusive Tiradentes, durou três anos,
mas finalmente foi dada a sentença definitiva. Alguns deles foram condenados à
morte e outros ao degredo, entretanto, no dia seguinte, por conta de uma carta
de D. Maria I, a pena de morte foi dada apenas à Tiradentes.
Ele foi enforcado no dia 21 de
Abril de 1792, no Rio de Janeiro. Em seguida, seu corpo foi esquartejado e
exposto em praça pública, como era de costume naquela época.
A PRINCESA ISABEL.

Isabel (Rio de Janeiro, 29 de julho
de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), apelidada de "a Redentora",
foi a segunda filha, a primeira menina, do imperador Pedro II do Brasil e sua
esposa a imperatriz Teresa Cristina das Duas Sicílias. Como a herdeira
presuntiva do Império do Brasil, ela recebeu o título de Princesa Imperial.
A morte de seus dois irmãos homens
a fez a herdeira de Pedro, porém o imperador não conseguia aceitar a ideia de
uma mulher governando o país e dessa forma deixou de acreditar na
sustentabilidade do sistema monárquico. A própria personalidade de Isabel a
distanciou da política e de quaisquer confrontos com seu pai, ficando
satisfeita com uma vida calma e doméstica. Além disso, apesar da sua educação
ter sido bem ampla, ela jamais foi preparada para assumir o trono. Isabel se
casou em 1864 com o príncipe francês Gastão, Conde d'Eu, com quem teve três
filhos: Pedro de Alcântara, Luís e Antônio.
A princesa serviu três vezes como
regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a
abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou
assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente
popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. O fato de ser
mulher, seu forte catolicismo e casamento com um estrangeiro foram vistos como
impedimentos contra ela, juntamente com a emancipação dos escravos, que gerou
descontentamento entre ricos fazendeiros. A monarquia brasileira foi abolida em
1889 e ela e sua família foram exilados por um golpe militar. Isabel passou
seus últimos trinta anos de vida vivendo calmamente na França.
MANUEL DEODORO DA FONSECA.

Manuel Deodoro da Fonseca (Alagoas
da Lagoa do Sul, 5 de agosto de 1827 — Barra Mansa, 23 de agosto de 1892) foi
um militar, político brasileiro, proclamador da República e o primeiro
presidente do Brasil.
O Governo de Deodoro foi marcado
pelo esforço da implantação de um regime de Estado Republicano. Entretanto, foi
caracterizado por grande instabilidade política e econômica, devido às
tentativas de centralização do poder, da movimentação de opositores da queda do
Império, e por parte de outros setores das Forças Armadas descontentes com a
situação política republicana. A crise teve seu ápice no fechamento do
"Congresso Nacional do Brasil", o que mais tarde acabou levando à
renúncia de Deodoro da Fonseca.
TANCREDO NEVES.

Tancredo de Almeida Neves GCTE (São
João del-Rei, 4 de março de 1910 — São Paulo, 21 de abril de 1985) foi um
advogado, empresário e político brasileiro. Natural do sul de Minas Gerais,
formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas
Gerais. Ingressou na política em 1935, quando foi eleito vereador em sua cidade
natal pelo Partido Progressista, chegando ao cargo de presidente da Câmara
Municipal. Com o advento do Estado Novo em 1937, foi preso e o seu mandato de
vereador foi extinto. Com isso retornou à advocacia, atuando como Promotor
Público, e também exerceu a profissão de empresário. Em 1947, foi eleito
deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) e foi designado um dos
relatores da Constituição estadual mineira, tornando-se depois líder da
oposição.
Em 1950, foi eleito deputado
federal pela primeira vez. A partir de junho de 1953, exerceu os cargos de
Ministro da Justiça e Negócios Interiores até o suicídio do presidente Getúlio
Vargas. Em 1954, foi eleito novamente deputado federal, cargo que ocupou por um
ano. Foi diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais em 1955 e da Carteira
de Redescontos do Banco do Brasil de 1956 a 1958. De 1958 a 1960, assumiu a
Secretaria de Finanças do Estado de Minas Gerais. Concorreu, sem sucesso, ao
governo de Minas em 1960. Com a instauração do regime parlamentarista, logo
após a renúncia do presidente Jânio Quadros, foi nomeado primeiro-ministro do
Brasil, ocupando este cargo de setembro de 1961 a julho de 1962. Foi um dos
principais líderes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e reelegeu-se
deputado federal em 1966, 1970 e 1974. Após a volta do pluripartidarismo, foi
eleito senador em 1978 e fundou o Partido Popular (PP). Em 1982, ingressou no
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e foi eleito governador de Minas.
No período em que governou Minas,
houve uma grande agitação em prol do movimento Diretas Já, numa ação popular
que mobilizou o país e pregava as eleições diretas para presidente. Com a
derrota da emenda Dante de Oliveira, que instituía as eleições diretas para
presidente da República em 1984, foi o nome escolhido para representar uma
coligação de partidos de oposição reunidos na Aliança Democrática. Em 1984,
aceitou a proposta de se candidatar à Presidência da República e em 15 de
janeiro de 1985 foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um
colégio eleitoral por uma larga diferença. No entanto, adoeceu gravemente em 14
de março do mesmo ano, véspera da posse. Em 21 de abril, morreu de infecção
generalizada. Tancredo é considerado um dos mais importantes políticos
brasileiros do século XX.
Notamos
que estes quatro Heróis do Brasil tem uma Trajetória da Vida heroica
privilegiada e servida com boa educação e boa formação desde o início de suas
vidas e histórias de vidas que vão percorrendo um longo caminho heroico ajudado
pelos seus Heróis que enfrentam seus Monstros já desde a educação e a formação
pessoal até a prática ideológica, política e profissional derrotando-os nem que
seja com a própria morte e/ou infelicidade ou fuga para que seus Escravos sejam
todos libertados com a semeadura da Educação para Se Viver e para Ensinar a
Viver. Os Heróis não morrem, eles Educam para Se Viver e para Ensinar a Viver.
Os Monstros morrem e se os Escravos não forem libertados também morrerão, não
semearão a Educação para Se Viver e para Ensinar a Viver. Hoje no Brasil quem
são os Heróis, os Monstros e os Escravos? E no mundo? A vida é difícil e
heroica para todos a todo momento, tem seus Monstros e Escravos, só basta saber
lidar com a vida e não se entregar ao seu avesso, a morte! Morrer é tão fácil e
tão difícil, só basta passar pela experiência e conhece-la, mas não devemos nos
entregar a ela, mas sim ao seu avesso, a vida!
As descobertas
da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil
que nos ensinam que todos temos
Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos
respeitar o nosso tempo e contexto associadas a liberdade marcam a adaptação e a memória que se
faz pela adaptação ou mesmo é adaptação e
assim sugere a transcendência e o trabalho e seus frutos como a
economia, os bens e serviços, e a globalização da economia, da tecnologia, da
informação, do consumo e da liberdade
expressada e representada em ritos e assim na Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis, que pela Psicanálise que está vinculada ao id que é o componente
arcaico e inconsciente do nosso sistema
de energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, não apenas em casos
de psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à gratificação direta
ou indireta, mas o mais bastante possível e imediato do instinto sexual
(libido), vinculado estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a
fome, a sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais
profunda da mente. O id começa como pura liberdade e marca a nossa atividade e
o nosso trabalho e a economia, começamos a economizar com o processo do
pensamento secundário substituindo a gratificação e diminuindo nossa
primitividade psicológica, e assim os fenômenos da globalização e ela mesma,
mas com as marcas fica marcado em seu niilismo, condensamento e deslocamento,
as 3 leis do inconsciente segundo Mattanó. Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único
de interesses é o corpo, sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de
vida e de auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de
forma direta (beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória
(através de fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra
alucinatória. A fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação
do prazer pode ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou
indiretamente, entendo adaptação às necessidades primárias da pessoa quando
crianças antes da castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser
direta ou indireta. Com o desenvolvimento do ego vão se dando novas descobertas
e o contato com o trabalho e novas economias como a da fase anal, que realmente nos educa para
gastarmos ou pouparmos, o indivíduo
acaba se tornando consciente das exigências da realidade (princípio de
realidade) o que diminui sua liberdade mas também constrói modos de relação que
a mantêm e a reapropriam, lidando assim com seus rituais e a sua Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis; e quando se estabelece o superego, a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter
consciência das satisfações ideais, com o superego a liberdade se esgota ou se
torna moralista, com o superego moralizamos nossa Trajetória na Vida, dos
Monstros e dos Heróis. Mas há Eros, a pulsão total de vida (auto-conservação),
e Tanatos, a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e
Tanatos e o id, o ego e o superego em nossas relações inconscientes e
conscientes conosco e com os outros objetos de desejo e satisfação através da
marca e de como isso fica arranjado, organizado na vida mental, na unidade
mental e comportamental da pessoa, isto é o que prevalece para cada sujeito,
nestes casos a transcendência é consciente, de acordo com as suas marcas e
descobertas da vida que geram marcas no e para o trabalho e seus frutos como os
bens e serviços, a economia, e a globalização em função de nossos rituais.
Podemos
falar de Pulsões Fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), Pulsões de
Garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da
ansiedade), Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor, e Pulsões de
Auto-realização.
As
Pulsões Fisiológicas são as do olhar, a oral, a anal, a fálica, o período de
latência, a genital e o desenvolvimento das sublimações.
As
Pulsões de Garantia são as da coordenação motora e da afetividade, do esquema
sensório-motor, do esquema sensório-afetivo, do esquema motor-afetivo.
As
Pulsões de Pertinência, Estima e de Amor são da afetividade e da sociabilidade,
são as do desenvolvimento emocional e social.
E
as Pulsões de Auto-realização são as da auto-realização, auto-atualização,
processo de individuação, êxtase e deslumbramento, crise-final, consciência,
produtividade no trabalho, etc.. Para alcançarmos esta fase devemos satisfazer
as fazes anteriores. Assim fazemos nossas descobertas da vida e nos adaptamos
continuamente e progressivamente, inconscientemente!
As descobertas
da vida, inclusive a Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos
ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos
e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto associadas a liberdade são
a adaptação, a linguagem do inconsciente
e que dá forma ao inconsciente e aos anseios instintivos da libido. Assim
surgem grandes e pequenos monstros que aprendemos a domar durante o
desenvolvimento psicossexual da libido da pessoa, desenvolvimento marcado por
muitas descobertas da vida que englobam as pulsões de vida e de morte, pulsões
que também marcam os rituais como os de iniciação e de passagem e a Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis. Esta liberdade marca a adaptação e evoca a
transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros
monstros grandes ou pequenos que afetam nosso trabalho e nossa economia e nossa
globalização econômica, tecnológica, das informações e de consumo, da liberdade.
As descobertas da vida, inclusive a Trajetória
da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis,
Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar
o nosso tempo e contexto associadas a liberdade da adaptação fazem o neurótico,
o psicótico, o boderline, o psicopata. Elas fazem parte do desenvolvimento da
personalidade oral: característica prepotente, dominadora, voraz, cobiça,
inveja e otimismo; da personalidade anal: característica de vaidade,
desconfiança, ambição, generosidade sem amor (ligadas à evacuação),
meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação, avareza (ligadas à
retenção das fezes); da personalidade fálica: característica de ostentação,
prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas, necessidade de afiliação,
narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições esportivas, concursos de
beleza, etc.); período de latência: característica de declínio e extinção do
complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o intervalo entre o
estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal adulta; e da
personalidade genital: característica de potência fisiológica e capacidade de
amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável. Elas fazem as
Pulsões de Vida e de Morte.
No
enfrentamento de nossas descobertas da vida lidamos com a Trajetória dos
Heróis:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
A cada estágio
psicossexual lidamos com as descobertas da vida, inclusive com a Trajetória da
Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis,
Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar
o nosso tempo e contexto e com a liberdade e as marcas da adaptação e assim com
a memória e a transcendência e deste
modo com o trabalho, a economia, e a globalização que se caracteriza pela
pulsão de morte ou de autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor,
a Eros, a pulsão de vida, oriundas das descobertas da vida e nossas Trajetórias
da Vida, dos Monstros e dos Heróis. Esta é à base da organização da
personalidade e da humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência
ligadas a vida e a morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos
evolutivos e selecionados naturalmente.
Já
o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a
liberdade e a marca da adaptação, inclusive com a Trajetória da Vida heroica
dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e
Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto, não consegue transcender, tornando-se desadaptado e assim pode
se tornar um viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou
ensimesmado e possuir ainda as outras características de sua personalidade
lidando com monstros que surgem com a não satisfação adequada de nossas
necessidades primárias ou instintivas do id. Esse adulto vai se tornar também
desiquilibrado no trabalho, nas suas relações econômicas e na sua estrutura
diante da globalização se ferindo e se auto-destruindo, talvez, muito
provavelmente sim.
Ao
lidarmos com as descobertas da vida associadas a liberdade também lidamos com nossas
Inteligências para lidarmos com nossos problemas e/ou nossos Monstros. Nossas
Inteligências são segundo Gardner e Mattanó:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
ou Artificial
Agrícola
ou Operacional
Nossas Inteligências são
trabalhadas pelo ego, emanam do id e são controladas moralmente pelo superego,
tudo começou através da Inteligência Naturalística, seguiram-se as demais e os
nossos Monstros.
Abordarei os aspectos psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através
da explicação da fantasia que é uma formação de imagens mentais de cenas e de
seqüências de cenas ou experiências que não existiram no mundo real ou que se passaram de modo diverso do
fantasiado.
Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem tais pressupostos, conforme
Álvaro Cabral e Eva Nick:
1.
¨As fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e
representam anseios instintivos em relações objetais;
2.
São representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do
desenvolvimento da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações
de desejos e conteúdos de ansiedade;
3.
O conceito, postulado por Freud, de
¨realização alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a
¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4.
Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de
expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras,
embora possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5.
As fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde,
assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6.
Têm efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no
caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7.
As fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim
nossos Monstros constituídos através dos ritos e das fantasias representam
anseios instintivos da libido em nossas relações objetais, de nossas
descobertas, no início da vida é uma defesa, é constituída de liberdade, realizações de desejos e conteúdos de
ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma representação
primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem realizadas através
da experiência externa, mas podem serem realizadas através das palavras, porém
para existir não dependem da realidade externa e das palavras, primeiramente
são sensações e depois assumem formas e representações dramáticas, produzem
efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre os instintos e os
mecanismos do ego. Nossos Monstros no trabalho e nas relações com a economia e
com a globalização são um mergulho profundo em formas e representações
dramáticas das profundezas da nossa vida mental instintiva que visa nos
defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador das energias mentais do
id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo sobre a realidade
externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados dolorosos, ansiedades
e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros instintivos durante nossa
vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros com nossos rituais e a nossa
Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Monstros
e fantasias se relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo
e a realização de desejos instintivos. Monstros surgem com a não satisfação
adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas também em meio a
rituais frustrados de iniciação e de passagem como com a fome, a sede, o ar, a
atividade, o sexo, os cuidados maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a
dor, o calor e o frio, a segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem
grandes e pequenos Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas
invencíveis e guerras, protestos, movimentos, vandalismos, atentados, horrores
e holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e
privilégios assegurados pela organização humana. Monstros e fantasias dependem
também de nossas descobertas da vida.
O sofrimento
causa-nos regras e ritos que fazem aflorar sentimentos de perda e de reparação
levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição e/ou a auto-destruição
da liberdade como nas guerras e nas violências, a paz é a reorganização social
humana desse processo de sofrimento unicamente humano e afetivo, pois o homem é
um animal emocional, as guerras e violências só existem por causa das nossas
emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o animal mais evoluído na
escola filogenética por isso temos mais afetos e devemos aprender a lidar com
eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade e esperança num futuro melhor
que pode e é construído diariamente, momento-a-momento com a Educação, deveria
ser assim no Trabalho e na globalização.
Deste
modo a liberdade marca a adaptação que leva a transcendência oriunda dos modos
de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a atividades
de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também, guerras, movimentos,
protestos, lutas, vandalismos, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes,
horrores contra a humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas,
psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo
a impelir o ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de
Amor e de Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga
seu rumo evolutivo naturalmente e socialmente. A Liberdade para Se Viver e
Ensinar a Viver, é esta a liberdade que alcançamos com nosso desenvolvimento,
rituais e atividades educativas.
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal
poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam
o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus
ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por
exemplo! O Trabalho aliado a Educação pode nos salvar e alterar esta
realidade?! Dependemos dos nossos rituais Sagrados para continuar existindo!
Deus pode nos salvar! Os rituais são imprescindíveis a existência humana hoje!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. O Trabalho e a Educação devemos levar-nos a
poupar ou economizar bens e serviços a serviço da Humanidade e de seu progresso
e Evolução, para a continuidade da Vida na Terra!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e
tende mais para ser destrutiva em nossos tempos pois não se compreende ainda,
ainda tenta se compreender e se explicar; a Evolução cultural é mista e
mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo
crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em
nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução tem uma ordem, objetiva a
vida, porém se destrói e mantêm uma certa ordem, vive disto, do caos e da
ordem, para que haja vida e paz, o ser ontológico ainda não sabe o porquê que
existe e de onde veio?! O Homem não consegue se explicar satisfatoriamente pois
a todo momento está encarando a vida e a morte, ou a morte e a vida! E prefere
não acreditar em Deus, pois Deus lhe rouba tudo, principalmente o coração. O
Homem contemporâneo não deixa Deus atingir o seu coração! O Homem ainda não
prefere a vida e a paz, mas a busca! O Homem busca e precisa da Moral para
trabalhar, ter economia e ter sua globalização!
O Homem necessita da Moral para sua
Trajetória de Vida, dos Monstros e dos Heróis! O Homem busca e precisa da Moral
para agir e ter atividades e ter a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver,
inclusive para desfrutar da Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que
nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada,
acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
29 de junho de 2016.
4. Psicologia
Analítica
História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua…

História de Tiradentes, líder da
Inconfidência Mineira.
Tiradentes é considerado nos dias
de hoje, uma espécie de herói, por ter morrido como mártir na Inconfidência
Mineira. Atualmente, o dia de sua morte (21 de abril), é comemorado como um
feriado nacional.
História
Joaquim José da Silva Xavier, que
ficaria conhecido como Tiradentes, nasceu no dia 12 de Novembro de 1746 na
cidade de Pombal, no estado de Minas Gerais. Ele foi o quarto dos nove filhos
que os seus pais tiveram.
Em 1767, sua mãe faleceu e ele foi
morar com os irmãos e o pai na Vila de Santo Antônio. Dois anos mais tarde,
quando tinha pouco mais de 11 anos de idade, seu pai também vem a falecer e sua
família começa a perder todos os bens e propriedades por conta das dívidas que
possuíam. Ele então ficou sob os cuidados de um primo que era dentista. Em
pouco tempo ele se apaixonou por essa profissão e decidiu seguir a mesma
carreira que seu primo. É aí que encontramos o motivo do apelido “Tiradentes”.
Além disso, ele também foi sócio de uma botica que dava assistência aos pobres
na Ponte do Rosário, foi minerador e ainda exerceu algumas práticas farmacêuticas.
Em 1780, ele decidiu se alistar na
tropa da Capitania de Minas Gerais. Um ano depois, já havia sido nomeado
comandante de um setor que cuidava do escoamento da produção de minérios. Foi
aí que ele começou a criticar a exploração abusiva dos recursos naturais do
nosso país.
Mudou-se para o Rio de Janeiro e
lá, criou vários projetos políticos, mas não conseguiu aprovação para a
execução de muitos deles. Quando voltou para Minas Gerais, começou a espalhar
suas ideias a respeito de independência da província, por toda Vila Rica. O que
deu ainda mais força para o seu movimento foi a independência da América e a
formação dos Estados Unidos.
Todo o movimento foi centrado no
ideal de tornar o Brasil um país independente. Aqueles que conspiravam
pretendiam proclamar a república, mas essa ideia ficou só na cabeça mesmo. Todo
o movimento que Tiradentes havia começado estava ganhando força, mas foi
delatado através de uma denúncia que Joaquim Silvério dos Reis fez ao
governador no ano de 1789.
Condenação e morte de Tiradentes
Quando isso aconteceu, Tiradentes
estava no Rio de Janeiro e escondeu-se, mas em pouco tempo acabou preso. O
julgamento de todos os inconfidentes, inclusive Tiradentes, durou três anos,
mas finalmente foi dada a sentença definitiva. Alguns deles foram condenados à
morte e outros ao degredo, entretanto, no dia seguinte, por conta de uma carta
de D. Maria I, a pena de morte foi dada apenas à Tiradentes.
Ele foi enforcado no dia 21 de
Abril de 1792, no Rio de Janeiro. Em seguida, seu corpo foi esquartejado e
exposto em praça pública, como era de costume naquela época.
A PRINCESA ISABEL.

Isabel (Rio de Janeiro, 29 de julho
de 1846 – Eu, 14 de novembro de 1921), apelidada de "a Redentora",
foi a segunda filha, a primeira menina, do imperador Pedro II do Brasil e sua
esposa a imperatriz Teresa Cristina das Duas Sicílias. Como a herdeira
presuntiva do Império do Brasil, ela recebeu o título de Princesa Imperial.
A morte de seus dois irmãos homens
a fez a herdeira de Pedro, porém o imperador não conseguia aceitar a ideia de
uma mulher governando o país e dessa forma deixou de acreditar na
sustentabilidade do sistema monárquico. A própria personalidade de Isabel a
distanciou da política e de quaisquer confrontos com seu pai, ficando
satisfeita com uma vida calma e doméstica. Além disso, apesar da sua educação
ter sido bem ampla, ela jamais foi preparada para assumir o trono. Isabel se
casou em 1864 com o príncipe francês Gastão, Conde d'Eu, com quem teve três
filhos: Pedro de Alcântara, Luís e Antônio.
A princesa serviu três vezes como
regente do império enquanto seu pai viajava pelo exterior. Isabel promoveu a
abolição da escravidão durante sua terceira e última regência e acabou
assinando a Lei Áurea em 1888. Apesar da ação ter se mostrado amplamente
popular, houve forte oposição contra sua sucessão ao trono. O fato de ser
mulher, seu forte catolicismo e casamento com um estrangeiro foram vistos como
impedimentos contra ela, juntamente com a emancipação dos escravos, que gerou
descontentamento entre ricos fazendeiros. A monarquia brasileira foi abolida em
1889 e ela e sua família foram exilados por um golpe militar. Isabel passou
seus últimos trinta anos de vida vivendo calmamente na França.
MANUEL DEODORO DA FONSECA.

Manuel Deodoro da Fonseca (Alagoas
da Lagoa do Sul, 5 de agosto de 1827 — Barra Mansa, 23 de agosto de 1892) foi
um militar, político brasileiro, proclamador da República e o primeiro
presidente do Brasil.
O Governo de Deodoro foi marcado
pelo esforço da implantação de um regime de Estado Republicano. Entretanto, foi
caracterizado por grande instabilidade política e econômica, devido às
tentativas de centralização do poder, da movimentação de opositores da queda do
Império, e por parte de outros setores das Forças Armadas descontentes com a
situação política republicana. A crise teve seu ápice no fechamento do
"Congresso Nacional do Brasil", o que mais tarde acabou levando à
renúncia de Deodoro da Fonseca.
TANCREDO NEVES.

Tancredo de Almeida Neves GCTE (São
João del-Rei, 4 de março de 1910 — São Paulo, 21 de abril de 1985) foi um
advogado, empresário e político brasileiro. Natural do sul de Minas Gerais,
formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas
Gerais. Ingressou na política em 1935, quando foi eleito vereador em sua cidade
natal pelo Partido Progressista, chegando ao cargo de presidente da Câmara
Municipal. Com o advento do Estado Novo em 1937, foi preso e o seu mandato de
vereador foi extinto. Com isso retornou à advocacia, atuando como Promotor
Público, e também exerceu a profissão de empresário. Em 1947, foi eleito
deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD) e foi designado um dos
relatores da Constituição estadual mineira, tornando-se depois líder da
oposição.
Em 1950, foi eleito deputado
federal pela primeira vez. A partir de junho de 1953, exerceu os cargos de
Ministro da Justiça e Negócios Interiores até o suicídio do presidente Getúlio
Vargas. Em 1954, foi eleito novamente deputado federal, cargo que ocupou por um
ano. Foi diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais em 1955 e da Carteira
de Redescontos do Banco do Brasil de 1956 a 1958. De 1958 a 1960, assumiu a
Secretaria de Finanças do Estado de Minas Gerais. Concorreu, sem sucesso, ao
governo de Minas em 1960. Com a instauração do regime parlamentarista, logo
após a renúncia do presidente Jânio Quadros, foi nomeado primeiro-ministro do
Brasil, ocupando este cargo de setembro de 1961 a julho de 1962. Foi um dos
principais líderes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e reelegeu-se
deputado federal em 1966, 1970 e 1974. Após a volta do pluripartidarismo, foi
eleito senador em 1978 e fundou o Partido Popular (PP). Em 1982, ingressou no
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e foi eleito governador de Minas.
No período em que governou Minas,
houve uma grande agitação em prol do movimento Diretas Já, numa ação popular
que mobilizou o país e pregava as eleições diretas para presidente. Com a
derrota da emenda Dante de Oliveira, que instituía as eleições diretas para
presidente da República em 1984, foi o nome escolhido para representar uma
coligação de partidos de oposição reunidos na Aliança Democrática. Em 1984,
aceitou a proposta de se candidatar à Presidência da República e em 15 de
janeiro de 1985 foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um
colégio eleitoral por uma larga diferença. No entanto, adoeceu gravemente em 14
de março do mesmo ano, véspera da posse. Em 21 de abril, morreu de infecção
generalizada. Tancredo é considerado um dos mais importantes políticos
brasileiros do século XX.
Notamos
que estes quatro Heróis do Brasil tem uma Trajetória da Vida heroica
privilegiada e servida com boa educação e boa formação desde o início de suas
vidas e histórias de vidas que vão percorrendo um longo caminho heroico ajudado
pelos seus Heróis que enfrentam seus Monstros já desde a educação e a formação
pessoal até a prática ideológica, política e profissional derrotando-os nem que
seja com a própria morte e/ou infelicidade ou fuga para que seus Escravos sejam
todos libertados com a semeadura da Educação para Se Viver e para Ensinar a
Viver. Os Heróis não morrem, eles Educam para Se Viver e para Ensinar a Viver.
Os Monstros morrem e se os Escravos não forem libertados também morrerão, não
semearão a Educação para Se Viver e para Ensinar a Viver. Hoje no Brasil quem
são os Heróis, os Monstros e os Escravos? E no mundo? A vida é difícil e
heroica para todos a todo momento, tem seus Monstros e Escravos, só basta saber
lidar com a vida e não se entregar ao seu avesso, a morte! Morrer é tão fácil e
tão difícil, só basta passar pela experiência e conhece-la, mas não devemos nos
entregar a ela, mas sim ao seu avesso, a vida!
As descobertas
da vida, inclusive para desfrutar da Trajetória da Vida heroica dos
Heróis do Brasil que nos ensinam
que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e
erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto e a liberdade como também
os processos da transcendência oriundos da adaptação e da memória referentes ao
desenvolvimento e ao trabalho e seus frutos como os bens e serviços, e a
economia e a globalização e seus rituais
e toda a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis estão vinculadas nesta
abordagem ao processo de individuação, processo pelo qual uma parcela do todo
se torna progressivamente distinta e independente, tornando essas parcelas cada
vez mais independentes, processo que faz parte da Educação e da aprendizagem
individual e coletiva. Essas partes emergem dos todos, o todo é temporalmente
anterior às suas partes, estes fenômenos pertencem as descobertas da vida. É um
processo onde a pessoa se destaca como coisa única distinta no grupo e assim
essas mudanças na própria pessoa influenciam como ela é percebida pelos outros.
O processo de individuação envolve um processo de concepção naturalística da
consciência. Deste modo a adaptação que é a memória forma a consciência do
indivíduo. Deste modo a transcendência pode formar a consciência do indivíduo. Assim
o podre, o feio, o absurdo, o sujo, o bandido, o vagabundo, etc., pertencem
primeiro ao todo e depois com a
particularização da essência do indivíduo essa essência do todo se diferencia
do todo se tornando única e singular. Essa essência é tanto o decente quanto
indecente, ambas pertencem primeiro ao todo e depois ao particular diverso ao
todo. Nascemos decentes e indecentes, devemos situarmos no ambiente de trabalho
e nas relações econômicas e globalizadas de modo que nossos rituais e a nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis sejam de modo adaptativo e favorável a adaptação ou
ao contexto e assim o futuro que depende do processo de individuação e de como
nos lidamos com suas fases, a urubórus, a matriarcal, a patriarcal, o ciclo de
alteridade, e a cósmica, que moldarão nossas características e nossas atitudes
e afetos, nosso pensamento, sentimento, intuição e sensação, deste modo nosso
tipo de personalidade. O objetivo do processo de individuação é o
desenvolvimento da personalidade individual e suas descobertas, ou seja, as
descobertas da vida e a liberdade como o trabalho, a economia e a globalização.
Grupos sociais que através de normas que possam impedir o processo de
individuação normal e saudável acabam por atrofiar o indivíduo impedindo sua
máxima liberdade possível, estes grupos impedem o processo de individuação
também através de rituais, por exemplo, com o uso da Teoria dos Símbolos de
Mattanó, símbolos que atrapalham a vida. Por não ser o indivíduo uma peça só do
jogo da vida, já que precisa conviver e se relacionar com outros indivíduos
destacamos a importância do coletivo e assim da consciência coletiva atribuída
aos conteúdos coletivamente inconscientes, deste modo herdado como estrutura
cerebral. Assim vemos que também herdamos cerebralmente aspectos dos nossos antepassados,
coisas filogenéticas oriundas de nossa espécie animal. Aparecem nos arquétipos
como o sombra nossos Monstros onde nos projetamos outros todas as coisas que
nos pertencem como ruins ou más, intoleráveis, criminosas, violentas, bandidas,
agressivas, inaceitáveis e cruéis, isto faz parte do processo de individuação e
só compreenderemos nossos problemas com a indecência com a decência ou
aceitação de nossos limites e necessidades e as dos outros como coisa do
processo de individuação. E finalmente as inteligências (descobertas por
Gardner) e completas por Osny Mattanó Júnior (Espiritual, Emocional e
Psicomotora), as inteligências satisfazem a Trajetória da Vida, dos Monstros e
dos Heróis:
Espacial
Territorial
Corporal
Lingüística
Musical
Matemática
Interpessoal
Intrapessoal
Espiritual
Emocional
Naturalística
Psicomotora
Lúdica
Narcísica
Computacional
ou Artificial
Agrícola
ou Operacional
que nos auxiliam e determinam como
nos comportamos contextualmente, intelectualmente (inteligentemente), como
aprendizes e a nossa própria adaptação e memorização ao que se refere ao meio
ambiente e as interações do indivíduo com o ambiente durante o processo de
individuação efetuando as descobertas da vida, inclusive para desfrutar da
Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos
Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos
respeitar o nosso tempo e contexto e a liberdade no trabalho e para o trabalho,
na economia, e na globalização da economia, da tecnologia, do consumo, da
informação, da liberdade através também de rituais.
A
Trajetória dos Heróis visa desenvolver a Liberdade e os Ensinamentos, passa
pelos estágios:
- A concepção e o herói
- O chamado pode ser recusado
- As forças se unem para o bem-aventurado
- A travessia: se consumir
- Ser engolido e consumido
- O caminho obtuso
- O encontro com a deusa
- A mulher como tentação
- A relação com o pai
- A apoteose
- A última graça
- A difícil volta
- A magia nas decisões
- O resgate sobrenatural
- Os limites da volta
- Agora são dois mundos
- E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Deste modo
trabalhamos as descobertas da vida, inclusive para desfrutar da Trajetória da
Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis,
Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar
o nosso tempo e contexto, a liberdade, o contexto, a aprendizagem, a
inteligência, a adaptação e a memória, e
também com o trabalho, a economia e a globalização e os rituais de iniciação e
de passagem, como a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
As
monstruosidades e os Monstros surgem durante o processo de individuação de cada
sujeito por causa das descobertas da vida, inclusive para desfrutar da
Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos
Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos
respeitar o nosso tempo e contexto e da liberdade individual e do
aprisionamento coletivo assujeitado ao coletivo e ao individual, ambos,
inconscientes, e assim aos arquétipos como o sombra onde depositamos nossa
carga agressiva e destrutiva negando-as de nossa constituição e destinando-as
aos outros, jamais a nós mesmos também no trabalho e nas relações que o
trabalho proporciona, na economia e suas relações como as de poder, e na
globalização, também por meio de rituais como os de iniciação e de passagem.
Deste modo a
Humanidade já destruiu e criou Monstros através de suas descobertas da vida,
inclusive para desfrutar da Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que
nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada,
acertos e erros, que devemos respeitar o nosso tempo e contexto e de sua
liberdade individual e de seu aprisionamento
coletivo, como pelo arquétipo sombra durante sua evolução da civilização como
na Inquisição, na 2ª Guerra Mundial, nas Ditaduras Militares, nos Grupos
Terroristas, nos Grupos de Extermínio, no crescimento e desenvolvimento da
Igreja Católica, nas Intifadas, na Guerra do Vietnã, na Guerra do Iraque, na
Guerra do Afeganistão, no combate ao Terrorismo, na prática dos crimes sexuais
e de toda a ordem como a pedofilia, a prostituição, as drogas, a discriminação
racial, a escravização, o tráfico de pessoas, a servidão, a fome, a miséria, a
despersonalização, no Darwinismo, no Freudianismo, no Lacanismo, no
Comportamentalismo, as Artes, as Culturas de Morte, como nas disputas
eleitorais e políticas, etc., e continuará a destruí-los pois originam-se das origens
da vida na Terra, da luta e da guerra pela sobrevivência e bem-estar e
perpetuação de sua espécie, somos uma espécie como tantas outras que também
lutam contra as adversidades do meio ambiente como as sexuais onde os mais
fortes vencem e derrotam muitas vezes cruelmente adversários sexuais através da
Seleção Natural, dependem ontogeneticamente também do trabalho, da economia, da
globalização, do poder, da Saúde, da Educação, e culturalmente dependem década
sociedade e grupo social com sua cultura e modos de relação social. Sempre
encontraremos Monstros e a sombra reconhecida e assumida através da projeção de
nossa carga hostil em outros objetos em nossos caminhos até a Salvação, a fase
Cósmica do Processo de Individuação, durante nossas descobertas da vida.
A Educação
resolve nossos problemas com a sombra e nossos Monstros internos que projetamos
nos outros com no trabalho, na economia, na globalização e nas guerras,
movimentos, protestos e conflitos e vandalismos em busca de paz justamente
porque não conhecemos ainda a paz, porque não fomos e não somos educados ainda
o suficiente seja pelos nossos pais, cuidadores, professores, políticos,
religiosos, amigos, amores e romances, policiais, profissionais da saúde,
psicólogos, médicos, psiquiatras, artistas, filósofos, comunicadores, cientistas,
etc.. A Educação tudo resolve. A Educação educa nossos Monstros e evita nossas
monstruosidades melhorando nossos processos de descobertas da vida e de
liberdade individual e aprisionamento coletivo através do Processo de
Individuação. A liberdade individual é experimentada nos rituais porém com o
aprisionamento coletivo na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A nossa sombra
sofre mudanças durante o dia mas nós não, somos os mesmos, ela ora é menor ora
é maior ou é distorcida ou se mistura a outras sombras, nós, o self, não nos
misturamos, para compreender a sombra precisamos aceita-la e reconhece-la como
parte de nós e que ela sofre transformações, ora é ¨bonita¨ ora é feia, não há como lutar com a sombra,
ela nunca fugirá de nós, precisamos conhece-la e aceita-la como parte de nosso
mundo psíquico sem nos ¨machucarmos¨, precisamos fazer nossas descobertas da
vida, dos monstros, dos heróis e dos escravos para lidar bem com a nossa sombra
arquetípica.
Eu acredito que
as descobertas da vida, inclusive para desfrutar da Trajetória da Vida heroica
dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e
Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto ajudam na adaptação da memória que produz a transcendência que
assim gera a miséria, a caridade e o trabalho a fim de servir à vida e à Evolução, mas surgem adversidades
com o sombra que se personificam como violência, guerras, crimes, holocaustos,
barbáries, atentados, terrorismo, deturpação, difamação, conflitos, abuso e
exploração, movimentos, protestos e vandalismos, etc., que são resolvidos
através da Educação e do Amor Fraterno que nos auxilia com o sentimento de renascimento
que vem do Estado e de cada família e emerge de cada indivíduo, só este Amor
nos permite isto durante nossas vidas, mas nada na vida! Pense nisto! Deus faz
bem! Eu posso acreditar em Deus, no Pai, no Filho e no Espírito Santo, Amém!
Também
podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da
vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o
Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física,
a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus
e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno
resistirá ao Apocalipse Universal que poderá ocorrer se existirem outros
¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação
Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo
através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo, ou através da
Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar se ele entrar em
conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na Bíblia com outras
palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna!
A
liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso
Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de
sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade
deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado
pelo aprisionamento coletivo.
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados.
Amanhã seremos
os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e
agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar
com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um
processo crescente e mantenedor da vida, compreende seus ritos e os absorve
mantendo-os e os perpetra; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para
ser destrutiva em nossos tempos, compreende seus ritos e os absorve mantendo-os
e os perpetra; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra; a Evolução
espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz,
compreende seus ritos e os absorve mantendo-os e os perpetra. Assim podemos
falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução depende da transmissão de
conhecimento, seja celular, genético, molecular, atômico, arquetípico,
inconsciente ou qualquer outra forma de transmissão de conhecimento como as
Escolas de hoje. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem
pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a
vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem
objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!
A Evolução pode ser ainda individual
ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução
coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através
da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida
coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução
não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo!
Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e
globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e
Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e preserva
a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais, sociais e
coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira - a Educação não termina, não tem fim e a
Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A
Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga
filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A
Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito,
a vida e o cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! Desfrutar
da Trajetória da Vida heroica dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos
temos Heróis, Monstros e Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que
devemos respeitar o nosso tempo e contexto é algo voltado para a convivência pois implica
em educação, saber, conhecimento e informação! Temos leis que punem discriminadores,
racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a
exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização
também são voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação! A
Evolução cria e depende de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis. A Evolução precisa do Processo de Individuação e de todos os seus
elementos constitutivos como os arquétipos e as fases. O Processo de
Inidividuação segundo Mattanó começa com
a Concepção e o Herói (Fase Urubórus), o Chamado que Pode ser Recusado, as
Forças se Unem Para o Bem-aventurado,... o Encontro com a Deusa (Fase
Matriarcal),... a Relação com o Pai (Fase Patriarcal),... a Magia nas Decisões
(Ciclo de Alteridade)...e vai até A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver
(Fase Cósmica). O Processo de Individuação tem por finalidade a Liberdade da
Vida e dos Ensinamentos da Vida numa relação Cósmica de maravilhamento e
contentamento, deleite profundo a favor do Cosmos, do Universo, do Universal,
da Universalidade, da amplidão experiencial e do descortinar do caminho rumo ao
infinito e mais belo, inclusive para desfrutar da Trajetória da Vida heroica
dos Heróis do Brasil que nos ensinam que todos temos Heróis, Monstros e
Escravos em nossa caminhada, acertos e erros, que devemos respeitar o nosso
tempo e contexto.
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 29 de junho de 2016.




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