sábado, 25 de junho de 2016

NOVAS TEORIAS SOBRE A FAMÍLIA DO OSNY (2016) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.



Osny Mattanó Júnior



PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS


Especulações Sobre A Família do Osny
A Trajetória dos Heróis











25/06/2016



 ÍNDICE:
1.      Introdução
2.      Psicanálise Lacan-Mattanoniana
3.      Psicologia Cognitiva Transcendental Social
4.      Psicologia da Gestalt
5.      Behaviorismo
6.      Psicanálise
7.      Psicologia Analítica
8.      Psicologia Social
9.      Psicologia Escolar
10.  Psicologia Humanista
11.  Psicologia da Personalidade
12.  Cognitivismo
13.  Fenomenologia
14.  Psicologia da Espécie
15.  Psicobiologia
16.  Psicologia Sócio-interacionista
17.  Psicologia Individual
18.  Psicologia Institucional
19.  Psicologia do Trabalho
20.  Biopsicosociofilosofia
21.  Esquizoarte Perceptiva Tecnocultural
22.  Cultura Psicomanifesto Comportamental
23.  Psicofilosofia Mattanoniana
24.  Biopsicoantropologismo
25.  Movimento Psicoanalítico Cultural
26.  Psicoarte Mattanoniana
27.  Psicotradução Mattanoniana
28.  Psicologia da Vulnerabilidade
29.  Psicologia das Regras
30.  Psicologia da Sensibilidade – Movimento sensível
31.  Psicologia das Sociedades (contextualizando a Humanidade)
32.  Psicotelepatia Instrumental (Psicologia e Telepatia)
33.  Análise Tecnopsicológica
34.  Psicoarte Residual
35.  Movimento Cognitivo Mattanoniano
36.  Enfoque Contextual Biopsicosociofiloespiritual
37.  Psicologia Matemática Niilista Existencialista
38.  Niilismo Existencialista
39.  Multiculturalismo Autoclítico Biopsicosociofiloespiritualizado
40.  Dialética Morfo-Mattanoniana
41.  Psicodrama Comportamental de Mattanó
42.  Psicologia das Massas, dos Públicos e das Multidões
43.  Psicologia de Protesto
44.  Psicologia Eclética Educativa
45.  Teoria Suja da Psicanálise Psicótica Existencialista
46.  Considerações Finais




Osny Mattanó Júnior.
Professor e Pesquisador em Psicologia pela UEL/Pr/Brasil.
Novas Teorias: Epistemologias sobre a Família do Osny: a Trajetória dos Heróis.


  1. Introdução


Que a Família do Osny tem problemas todo mundo já sabe! Mas vamos saber
agora como é que o Osny lida com esses problemas e sua família! Ele prefere nas horas difíceis e no sofrimento escolher e acolher sua família com trabalho, com o enfrentamento dos seus problemas, com amor, com presença, com afeto, com clareza e verdade, com assertividade, com socorro psicológico e emocional, com economias, com bens materiais, com projetos e projetos de vida, com atividade, arte e sublimação, com educação, com justiça, com informação, com autoajuda, com humor, com inteligência, com espiritualidade, com tratamentos de saúde, com confiança nas autoridades, com convívio e sempre com perdão e inclusão social e familiar do que por ventura venha a ficar marginalizado ou excluído seja qual for o motivo, pois somo vítimas de vários crimes como lavagem cerebral, tortura, abuso e exploração sexual, cobaias humanas, terrorismo, tentativas de homicídio e vítimas do tráfico de drogas, por exemplo. Acredito que estes comportamentos que selecionei me servem para me comportar de forma adaptada e otimizada salvando até agora minha família, que boa parte é idosa e enfrenta problemas graves com estes eventos sociais adversos criminosos e há também aquela parte que é menor de idade com seu desenvolvimento e crescimento, amadurecimento psicológico, moral, sexual e físico desde o ventre de suas mães até agora sem grandes  problemas pois também são vítimas de vários crimes como a pedofilia e o abuso de incapazes.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              
A Evolução ordenada e controlada da Vida Humana e de suas potencialidades
tanto no crescimento quanto na decadência do organismo, resultante de fatores inatos, hereditários e maturativos, como também de influências ambientais chama-se crescimento. Este crescimento não é só do organismo biológico, mas também do psicológico, social, filosófico e espiritual, podemos ainda dizer também do organismo químico e físico. Seu crescimento está entregue às tarefas, as atividades consideradas como motivos da obtenção de certos resultados, como a liberdade e as Descobertas da Vida. Essas tarefas e atividades como motivos para a obtenção de resultados envolvem gasto de energia que entre os seres humanos estão entregues a aprendizagem por imitação, discriminação, ordem e atenção gerando trabalho e produtos materiais e imateriais como a força de trabalho e a qualificação para a tarefa e o trabalho que geram Economia, incluindo bens e serviços, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação.
As descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de
sua família, mesmo sem premeditação levam e estão associadas a liberdade ou o que
conhecemos por liberdade que acompanha-nos desde o início de nossa vida adaptada e/ou inteligente na Terra e levam-nos ao trabalho e geram economia, saem e levam-nos a miséria, a fome, a pobreza, a caridade, ao trabalho, a exploração e a violência e aos monstros, fazem parte da vida do ser humano, seja ela, sexual, moral, física, psicológica, política, artística, social, filosófica, espiritual, afetiva, naturalística, lingüística, interpessoal, intrapessoal, lógico-matemática, corporal-cinestésica, musical, espacial, artificial, cognitiva, ritual, mitológica, arquetípica, libidinal, escolar, trabalhista, desportiva, etc.. A liberdade constrói a memória ou a adaptação leva a transcendência e ao renascimento. Não existe memória mas somente adaptação. A adaptação é o mais profundo desejo de nossas descobertas da vida. O trabalho e a economia também existem e constroem e constituem nossa memória e a pertencem aos nossos processos de adaptação fisiológica, morfológica e comportamental. Todo este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
            A Trajetória dos Heróis começa com:
      1. A concepção e o herói

            A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em relação a figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
            O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser recusada.
            O levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e  polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do planeta.


  1. O chamado pode ser recusado

É sempre possível desviar a atenção para outras coisas na vida real, não com
menos frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.



  1. As forças se unem para o bem-aventurado

As forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua viagem, seu chamado, e
a ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão a seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.



  1. A travessia: se consumir


A vida do herói possui limites e um dia encontrará o guardião dos limites que
aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um oceano sem limites
            As regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa e  a destruição do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem riscos, porém aqueles que tem talento, competência e coragem verão o perigo se dissipar como a água no mar.



  1. Ser engolido e consumido

Ser engolido e consumido dá a entender que o herói morreu, contudo é uma
passagem do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
            O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de demônios com espadas desembanhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
            Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.



  1. O caminho obtuso

Este caminho cheio de pedras e obstáculos, vem logo após o herói cruzar o
limiar e com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem sobre-humana.
            Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde depara-se com ossos de outros que sucumbiram a aventura e acaba encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
            O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a realidade.
            O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
            Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nosso sonhos.
            A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.



  1. O encontro com a deusa

A aventura do herói continua com o encontro com a Rainha-Deusa do Mundo. A
Mãe Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com relação a mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza do mundo visível.
            A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância a banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentiliza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo criado.
            O encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.


  1. A mulher como tentação


Agora com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o herói ver-se-á no
lugar do pai, ele e seu pai são um só.
            As guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
            A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente a outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do herói em sua aventura.



  1. A relação com o pai


A pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da torrente e das
chamas é a misericórdia divina,  a poderosa força do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
            É a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e são essencialmente a mesma coisa.
            A iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
            O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
            Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas, gemidos e dores mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da Presença.



  1. A apoteose

No momento em que nos libertamos dos preconceitos, do tribal, eclesiástico,
nacional, do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
            Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.



  1. A última graça

O sofrimento agonizante da ultrapassagem  dos limites pessoais é a agonia do
crescimento pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.



  1. A difícil volta


Ao fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da penetração da fonte
retornando com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.


  1. A magia nas decisões


Se o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum elixir destinado à
restauração da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.



  1. O resgate sobrenatural


O herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio sobrenatural, o
mundo, que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se completos mas que na realidade não passam de frações.



  1. Os limites da volta


Os mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a morte, o dia e a
noite. As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as pessoas comuns.



  1. Agora são dois mundos

A liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os mitos não
frequentemente apresentam numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
            Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.



  1. E a liberdade para se viver e ensinar a viver


O campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura vive da morte de
outra. Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.


A descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação associadas à liberdade constróem a memória que é adaptação comportamental como consolo e o luta ou trabalho,  que começam quando há luta, fracasso, vitória e/ou morte, geram através das batalhas desde as sociedades primatas esses sentimentos e estado orgânico de morte, continuou com os hominídeos e existe até hoje com os seres humanos que se especificam pela condição de família e de eternidade, diferenciando-os dos demais seres vivos. Existem chimpanzés que apresentam dados que correspondem aos comportamentos de luta, consolo, fracasso, vitória, morte e luto como também nós humanos e talvez, acredito que sim, os hominídeos também. A luta ou o trabalho é o enfrentamento físico, o consolo seria o abraço, a vitória o mando, a morte o desfalecimento e o luto o ritual (individual ou grupal), o discurso e a linguagem (comportamento verbal) de despedida. Entre o ritual, o discurso e a linguagem existe o conhecimento próprio do ser humano, codificado e decodificado por ele  mesmo. O consolo e a luta ou trabalho.  O ser humano adulto faz descobertas e é adaptado e tende a ser livre porém preso a sociedade, é inteligente e é essa inteligência adaptada ou somente adaptação que gera e mantêm a vida e a luta e o trabalho, a família, os grupos sociais, o caos, a ordem, o progresso, a civilização e a humanidade, a fraternidade e a irmandade, e até mesmo o puritanismo, fruto da indecência e que dela também depende para que o ser humano no outro se perpetre e a vida tenha um significado, um sentido e um conceito de amor a Deus e de ódio ao diabo. A paz ou o descanso e o repouso geram contentamento e o bem-estar, tanto as lutas ou trabalhos oriundos do sofrimento quanto a paz vinda do contentamento dependem sempre da Educação, mesmo que não haja saúde, a Educação resolve o problema com respostas claras e insights que permitam reflexão e bem-estar pessoal e social, senão humano e global. As descobertas levam a Educação que leva a liberdade e ao descanso e ao repouso, geram a transcendência diante da miséria, através da caridade e do trabalho e da diversão e da família, e dos demais relacionamentos sexuais e afetivos ou sociais, miséria não é só pobreza, é também abuso e exploração como a sexual e a do homem pelo homem no trabalho por exemplo ou da natureza diante de uma vida Ecológica insustentável e incompatível para com o futuro do nosso planeta e da vida neste planeta.
As descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação na Trajetória dos Heróis mantêm a liberdade que gera adaptação e violência na maior parte das vezes, pois há lugar para ela em nosso meio consentido e que assim a aceita como felicidade e amor, família e Estado que a ampara e protege por obrigação da e à indecência política e sexual. Quem não é indecente não é gente e quem é gente não é indecente - ¨independência ou morte!¨ Ou somos inteligentes ou somos invariavelmente inteligentes – todos somos inteligentes, a relatividade está no modo de usá-la, está na adaptação, na forma como nos adaptamos, comportamentalmente, fisiologicamente e/ou morfologicamente..
            As descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação constroem a  liberdade e constroem a inteligência e a memória, constroem a luta ou o trabalho e o descanso e o repouso,  a transcendência ou mesmo a adaptação durante a Trajetória dos Heróis que está na inteligência genética transcendental; na percepção e na totalidade; no comportamento e na sua relação com o meio ambiente; na interioridade do ser humano; nos complexos, na libido, no processo de individuação; na interação social; nas relações entre alunos, professores e equipe-técnica; na auto-realização; na auto-atualização; no desenvolvimento infantil e nos processos cognitivos; nos fenômenos que se apresentam a percepção; no inconsciente e no comportamento; nas relações entre fisiologia e comportamento; no desenvolvimento infantil; na motivação e na inferioridade; nas relações que ocorrem nos grupos e organizações; nas relações trabalhistas; nos movimentos e transformações biopsicosociofilosóficos; na arte descabida; na cultura comportamental e na tecnologia; no antes, durante e depois da existência e essência; na biologia psicológica antropológica; na origem da Psicologia e Análise, na cultura; no desenvolvimento da vida que por sua vez é o das artes; nas realidades literal, residual, consciente, inconsciente, simbólica, ideal e real; na vulnerabilidade genética que se dá pelo medo; no desenvolvimento das regras: linguagem, brinquedo, sexualidade, social, novidades, moral, psicomotora, afetiva, intelectual, inteligências, desejo, neurológicas, consciente, inconsciente, alfabetização, cognitivas; na sensibilidade, sentir e decifrar sensações; na cultura que molda a personalidade; na hipótese da telepatia e do sofrimento oriundo dela; na análise tecnopsicológica ou instrumental tecnológico; no novo psico-residual; nos estágios cognitivos mattanonianos; na noção de que você é você e o contexto e não a biologia, a psicologia, a sociologia, a filosofia, ou a espiritualidade; na negação e na afirmação de verdades; no multiculturalismo que tudo desconstrói e constrói a todo momento de modo autoclítico; na semelhante valorização das faces da moeda na dialética morfo-mattanoniana; na passagem do ato contextualizando-o dramaticamente; no ecletismo social reunindo diferentes teorias para o encontro social e a socialização; no estudo do que for protestável; no formação de conhecedores e ¨xamãs¨ para a paz e a Democracia, Justiça e sentimento de religiosidade; na função do pensamento que é fazer existir e fazer não existir, etc.,  a indecência luta pela independência e pela sua morte, produz sentimentos conflituosos e ambíguos, vive de máscaras e papéis desempenhados e prescritos, é a sombra, é a miséria, é a falta, é a marca, é a vida e sua organização que a quase todo momento se descortina como indecente e não-reveladora, pois produz medo, vergonha, humilhação e violência como o bullying – é o terror, primeiro, pelo não-terror, e depois pelo terror. As descobertas da vida propiciam  liberdade que gera adaptação e produz tanto lutas e trabalho quanto paz, descanso e repouso depende da Educação e do aprendizado, ou seja, das regras que aprendemos, da liberdade, do que adquirimos na família, na escola, na Igreja, no trabalho, na afetividade, nos nossos relacionamentos, etc., na nossa Trajetória e na Trajetória dos Heróis, devemos sim, é estar adaptados e prontos para continuar adaptados, senão nos desadaptamos e poderemos causar guerras, mortes e violência moral, sexual, psíquica, física, social, econômica, trabalhista, política ou até bullying e terror!
A Trajetória dos Heróis começa na concepção e continua com a vida do Herói e vai até a liberdade para se viver e ensinar a viver, a liberdade é adaptação, a liberdade é fruto das descobertas ou existe em função das descobertas da vida, inclusive dos métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, a liberdade existe graças as lutas e ao trabalho que exigem descanso e repouso, a liberdade atinge-nos como liberdade para escolhermos o nosso trabalho, o trabalho é livre, trabalho não é só emprego, é uma coisa indefinida, não pode ser definido ou totalmente controlado, é amigo da dispersão e do sofrimento, este que nos definiu como corpo e mente, comportamento, e modos de relação social, a indecência é o niilismo existencial como as inteligências que compreendemos e lidamos uma(s) com a(s) outra(s) para lidarmos com a indecência de nossas vidas pobres, podres, ricas, criminosas, delinqüentes e ensimesmadas, para lidarmos com a indecência criamos compensações e até supercompensações que dão ordem aos padrões atuais de vida, ou ao momento sócio-histórico, ou até mesmo, contextual, porém a indecência não depende do contexto mas pode ser dessensibilizada e reinterpretada de acordo com o modelo de distanciamento compreensivo dela mesma em relação ao ser humano. A indecência é indecente seja qual for o contexto? Não! De acordo com a informação e não de acordo único com a sua auto-produção que agora deixa de ser auto-reguladora instintivamente, nossos comportamentos permitem-nos reelaborá-la e reintroduzí-la em nossas vidas particulares e sociais com um novo significado, sentido e conceito contextuais que se transformam, mas não mais transformam o ser humano após a última transformação, a da dessensibilização contextual, onde a indecência não incomoda e não transforma mais ninguém, mas existe sem resistir ao sexo, à fome, ao abrigo, ao novo, ao frio, ao calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, ao amor e a pertinência, a realização ou a individuação. O velho xamã ainda existe e agora sua mensagem é contextual, o processo de individuação leva a contextualização com significado e sentido únicos e individuais, e um conceito partilhado coletivamente também contextualizado em cada momento sócio-histórico que não dominam mais o ser humano e deixam de ter poder literal, controlador ou de razões para isto ou aquilo – é o desenvolvimento da indecência já que dependemos do sexo, e o sexo é indecente! A indecência também atinge a luta e o trabalho, os ritos e a Trajetória da Vida e a Trajetória dos Heróis! A fome, o abrigo, o novo, o frio, o calor, a segurança, a proteção, a liberdade e a libertação do medo e da ansiedade, o amor e a pertinência, a realização e a individuação são indecentes por terem um fundo de falta, desejo e marca! Para vivermos em meio a estes eventos necessitamos de Heróis! Os Heróis podem estar escondidos em nosso interior! Indecência ou morte filogenética, ontogenética e cultural! Podemos ser mais inteligentes ou menos inteligentes se também aprendermos os mecanismos de dessensibilização da inteligência mas nunca faremos a dessensibilização da adaptação, ela jamais cessa, jamais se esgota, jamais entra em extinção, como método de não-aprisonamento, de liberdade, de descobertas,  intelectual, sexual, moral, mental, social, público, físico, etc., para a nossa libertação e liberdade, já que não precisamos de exércitos mas sim de homens livres e felizes libertados do aprisionamento de qualquer forma de combate, luta, guerra e conflito – isto pode ser possível?. Ninguém produz progresso e bem-estar aprisionado e acorrentado numa ¨cela¨, seja ela intelectual ou inteligente! Precisamos viver o contexto para que ele não nos faça nos destruirmos e falecer, destruindo a própria vida, sinônimo agora, de liberdade, desde a concepção somos indeterminados e precisamos disto para continuarmos aqui e em Evolução, o que somos hoje não seremos amanhã, pois o que fomos no passado não somos hoje! Não conseguimos usar o que chamamos de Inteligência mas sim a Adaptação, não conseguimos ser mais inteligentes mas sim mais adaptados ou adaptativos por causa da liberdade. A adaptação de uma área do cérebro leva ou facilita, induz a adaptação de outra área cerebral, a não adaptação leva ao sofrimento e as doenças.
Segundo a Filósofa L. A. (que não deseja ver seu nome citado) a Inteligência é habilidade que é mobilidade, eu concordo com  isto pois a adaptação é habilidade e mobilidade, senão plasticidade e raciocínio diferentemente do conceito de inteligência que é a capacidade de resolver problemas, não falo de capacidade mas sim de habilidade e mobilidade, coisa bem ou mal resolvida, não importa, isto é adaptação e não inteligência, isto é liberdade, não falo da capacidade resolver e obter sucesso mas sim  da habilidade e da mobilidade diante de problemas, alcançando ou não as metas que são encontradas ou impostas pelo dia-a-dia, pela vida! A inteligência é um constructo social, um pacto social e a adaptação é habilidade e mobilidade plástica cerebral construída individual e socialmente, não depende de pactos para resolver problemas, é livre, libertadora, pura liberdade! A inteligência e a adaptação servem-nos as lutas e ao trabalho e produção de bens e de serviços como a economia.
A transcendência é pura liberdade, é pura adaptação, depende das descobertas da vida, inclusive dos métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, não depende da inteligência e nem da memória mas sim da capacidade do organismo de se adaptar e processar informações a seu favor maximizando sua existência e suas essências também a favor de sua espécie, assim a transcendência depende da adaptação em primeiro lugar e para entende-la temos a nosso favor como instrumento a linguagem e a inteligência, ela, a transcendência, vem da miséria, da caridade e do trabalho do homem e só existe pois podemos nomeá-la de ¨transcendência¨, fato que os outros seres vivos não conseguem! A transcendência depende de ritos e de nossa vida e da Trajetória dos Heróis! A transcendência vem do trabalho e da luta, do descanso e do repouso que reabilitam o homem para uma nova jornada e carga de trabalho para a produção de bens e de serviços e de economia que afeta também os processos da globalização da economia, da tecnologia, da informação, por exemplo.  Assim a transcendência vem de nossas misérias, de nosso não entendimento e não assimilação de nossas descobertas,  através da adaptação fisiológica, morfológica e comportamental gerando caridade e trabalho como também economia, informação, tecnologia, abuso, exploração, violência, crimes e guerras, devemos transcender e ser caridosos, devemos trabalhar e ser amorosos educando as pessoas e os povos de modo a combater o abuso, a exploração, a violência, os crimes e as guerras, pois querendo ou não, sabemos e podemos transcender e a Educação tudo resolve com amor! E o amor que vem do Alto leva ao renascimento, seja ele interior ou espiritual, ou até mesmo em termos de re-encarnação, falamos de Deus e de Suas Obras, de Seu Mundo! Falamos da Eternidade, o Amor é Eterno e possui vários deuses e uma Santíssima e Augustíssima Trindade, Santos, Apóstolos, Beatos, Mártires e Veneráveis, o amor também pode  ser eterno enquanto durar, ele pode ser passageiro, mudar de destino, pode voltar a Santíssima e Augustíssima Trindade ou somente ao Filho de Deus, Jesus Cristo e sua mãe Maria e continuar eterno propagando ainda o renascimento e a vida em abundância!
Falamos então da liberdade e do desejo de liberdade, de nos libertar-nos do mal e de nós mesmos, de nosso interior de uns dos outros, de nossos conflitos e de nossos pecados, do nosso sofrimento e de nossas doenças, de tudo que castra e tira-nos a liberdade. Falamos da liberdade diante de nossas descobertas da vida e da adaptação, inclusive dos métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação – falamos da Trajetória dos Heróis.
De acordo com os princípios básicos dos repertórios comportamentais, eles: atenção, discriminação, controle instrucional e ordem, posso teorizar que através das Teorias de Distanciamento Compreensivo teremos liberdade em nosso trabalho para o descanso e repouso ainda gerando economia e mais trabalho diante de nossas descobertas e diante de nossas escolhas e procedimentos, inclusive dos métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, lidando com ritos e a Trajetória dos Heróis e a própria vida e o contexto diante das regras oriundas da literalidade, das razões e do controle, acrescento que as regras que são contingências do tipo ¨se isto..., então aquilo...¨, podem interferir de acordo com novas regras contextuais e autoclíticas que levem o comportamento verbal do falante a reflexão e reorganização ou reordenação do tipo: o que era discriminação eu posso ter agora consciência que aprendi com meus repertórios básicos do comportamento que é imitação, ou o que era imitação é atenção, ou o que era controle instrucional é ordem e atenção, ou o que é atenção é atenção e discriminação, etc., invariavelmente gerando liberdade diante do contexto, das regras contextuais deixando de se apegar a literalidade, as razões e ao controle, mas sim ao contexto propiciando liberdade, insight e saúde psicológica, bem-estar através das regras agora, também, autoclíticas! O comportamento verbal do falante levado a reflexão e reorganização ou reordenação com novas regras contextuais e autoclíticas deve-se funcionalmente ao Episódio Verbal Incompleto e ao Episódio Verbal Completo Mattanonianos. No Episódio Verbal Incompleto atribuiremos novos significados, novos sentidos e novos conceitos invariavelmente as palavras; e no Episódio Verbal Completo poderão emergir respostas novas em meio as conceituais e invariáveis e jamais invertidas, trocadas e/ou aglutinadas nos jogos de linguagens, por exemplo, assim conhecidas literalmente quanto a seu significado, sentido e conceito neste Episódio Verbal Completo, havendo mútuo entendimento na comunicação entre emissor e decodificador, o que não ocorre no caso do Episódio Verbal Incompleto. Podemos especular que funcionaríamos como Inteligência Artificial ou Computadores melhorando o nosso desempenho!? Quanto as nossas descobertas da vida e a  liberdade: as nossas descobertas da vida e a liberdade creio estar associada ao poder da Educação que dissolve a ignorância e o não saber que os detêm aprisionando-nos no passado infantil e desconhecido sem marcharmos para o futuro e para o avanço e progresso da humanidade e das ciências, aqui está a liberdade, neste contexto ou no contexto sócio-educacional em que estamos inseridos atualmente e onde desenvolvemos nossos trabalhos como os científicos, a ciência pode gerar liberdade através do conhecimento e de seus trabalhos humanitários e progressistas – O Episódio Verbal Completo é exemplo de uma sociedade mais avançada, mais educada, mais técnica e culta – o que gera bem-estar e assertividade? O Episódio Verbal Completo ou o Episódio Verbal Incompleto? A Adaptação depende de qual Episódio Verbal para ser obtida com sucesso? Seja a Adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental? Qual Episódio Verbal, Completo ou Incompleto assegura uma boa Adaptação e assim a perpetuação de nossa espécie? Qual Episódio Verbal é mais importante para assegurar a boa filogênese, a boa ontogênese e a boa cultura? Qual assegura verdadeiramente e seguramente a vida? O Episódio Verbal Incompleto ou o Episódio Verbal Completo? Onde há liberdade? No contexto sócio-educativo e no trabalho das ciências, por exemplo, também há liberdade por meio das artes e das religiões, da espiritualidade, no descanso e no repouso, na luta e no trabalho, ou nos ritos, na vida ou na Trajetória dos Heróis. A liberdade depende de nossas descobertas e de  todos estes fatores para ser criada, mantida, usufruída, modificada, transformada e mortificada, senão sê-la renascida num processo cíclico mítico-ritual primitivo, espiritual,  epistemológico, artístico, científico, humano contemporâneo pois somos humanos devido a liberdade! Somos filogeneticamente descobridores e livres! Somos ontogeneticamente descobridores e  livres! E somos culturalmente descobridores e livres! Nossa origem e nossa natureza são de descobridores e livres e rumam para a contínua marcha de descobertas da vida e para a liberdade, porém ainda não estamos preparados o suficientemente o bastante para sermos livres e lidarmos com toda essa liberdade e com nossa natureza de liberdade e nem coma nossa natureza de descobridores pois somos inventivos e destrutivos e auto-destrutivos, por isso nos aprisionamos e aprisionamos os outros, por isso nos destruímos e destruímos aos outros! Devemos buscar novas descobertas em nossas vidas e das vidas e melhorar nossa conduta de liberdade encoberta sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente,  e devemos melhorar nossa conduta de liberdade pública sem nos prejudicarmos moralmente, sexualmente e fisicamente, e sem nos prejudicarmos também naturalisticamente, ecologicamente e biologicamente! Não precisamos de homens presos e de exércitos, nem de gaiolas para nossas asas ou de grades para nossos antepassados,  precisamos de homens livres! Precisamos de uma Humanidade Santa! Deus nos deu a liberdade! E agora sabemos disto! Podemos tê-la, depende de nós! Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados, frutos de nossos ritos como os de iniciação e de passagem, frutos da Trajetória da vida e da Trajetória dos Heróis..
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Amanhã seremos os mesmos Heróis que nossos antepassados foram e são para nós – já somos Heróis? Será a Humanidade algo heróico? Creio que sim devido aos meus pensamentos, afetos, idéias, relações e trabalhos, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação! Devido a como evolui e é meu corpo e meu cérebro!
Toda a riqueza de lutas e trabalhos incluindo modos de descanso e repouso, férias, recompensas pelo trabalho e pelo esforço, jornadas e cargas, funções e cargos, profissões e aprendizes, ensinamentos, toda a História do Trabalho, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação depende de nossa história filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo, depende da Evolução de nossa espécie, de cada indivíduo e da sociedade, do espírito, da vida e do cosmos, Evoluir é se deixar aprender e viver!
Evoluir é experienciar a vida e tudo que ela oferece heroicamente, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação!



(Osny Mattanó Júnior – 25/06/2016).








  1. Psicanálise Lacan-Mattanoniana


Que a Família do Osny tem problemas todo mundo já sabe! Mas vamos saber
agora como é que o Osny lida com esses problemas e sua família! Ele prefere nas horas difíceis e no sofrimento escolher e acolher sua família com trabalho, com o enfrentamento dos seus problemas, com amor, com presença, com afeto, com clareza e verdade, com assertividade, com socorro psicológico e emocional, com economias, com bens materiais, com projetos e projetos de vida, com atividade, arte e sublimação, com educação, com justiça, com informação, com autoajuda, com humor, com inteligência, com espiritualidade, com tratamentos de saúde, com confiança nas autoridades, com convívio e sempre com perdão e inclusão social e familiar do que por ventura venha a ficar marginalizado ou excluído seja qual for o motivo, pois somo vítimas de vários crimes como lavagem cerebral, tortura, abuso e exploração sexual, cobaias humanas, terrorismo, tentativas de homicídio e vítimas do tráfico de drogas, por exemplo. Acredito que estes comportamentos que selecionei me servem para me comportar de forma adaptada e otimizada salvando até agora minha família, que boa parte é idosa e enfrenta problemas graves com estes eventos sociais adversos criminosos e há também aquela parte que é menor de idade com seu desenvolvimento e crescimento, amadurecimento psicológico, moral, sexual e físico desde o ventre de suas mães até agora sem grandes  problemas pois também são vítimas de vários crimes como a pedofilia e o abuso de incapazes.

Jacques-Marie Émile Lacan (Paris, 13 de abril de 1901 — Paris, 9 de setembro de 1981) foi um psicanalista francês.
Formado em Medicina, passou da neurologia à psiquiatria, tendo sido aluno de Gatian de Clérambault. Teve contato com a psicanálise através do surrealismo e a partir de 1951, afirmando que os pós-freudianos haviam se desviado, propõe um retorno a Freud. Para isso, utiliza-se da linguística de Saussure (e posteriormente de Jakobson e Benveniste) e da antropologia estrutural de Lévi-Strauss, tornando-se importante figura do Estruturalismo. Posteriormente encaminha-se para a Lógica e para a Topologia. Seu ensino é primordialmente oral, dando-se através de seminários e conferências. Em 1966 foi publicada uma coletânea de 34 artigos e conferências, os Écrits (Escritos). A partir de 1973 inicia-se a publicação de seus 26 seminários, sob o título Le Séminaire (O Seminário), sob a direção de seu genro, Jacques-Alain Miller.
Sua primeira intervenção na psicanálise é para situar o Eu como instância de desconhecimento, de ilusão, de alienação, sede do narcisismo. É o momento do Estádio do Espelho. O Eu é situado no registro do Imaginário, juntamente com fenômenos como amor e ódio. É o lugar das identificações e das relações duais. Distingue-se do Sujeito do Inconsciente, instância simbólica. Lacan reafirma, então, a divisão do sujeito, pois o Inconsciente seria autônomo com relação ao Eu. E é no registro do Inconsciente que deveríamos situar a ação da psicanálise.
Esse registro é o do Simbólico, é o campo da linguagem, do significante. Lévi-Strauss afirmava que "os símbolos são mais reais que aquilo que simbolizam, o significante precede e determina o significado" , no que é seguido por Lacan. Marca-se aqui a autonomia da função simbólica. Este é o Grande Outro que antecede o sujeito, que só se constitui através deste - "o inconsciente é o discurso do Outro", "o desejo é o desejo do Outro".
O campo de ação da psicanálise situa-se então na fala, onde o inconsciente se manifesta, através de atos falhos, esquecimentos, chistes e de relatos de sonhos, enfim, naqueles fenômenos que Lacan nomeia como "formações do inconsciente". A isto se refere o aforismo lacaniano "o inconsciente é estruturado como uma linguagem".
O Simbólico é o registro em que se marca a ligação do Desejo com a Lei e a Falta, através do Complexo de Castração, operador do Complexo de Édipo. Para Lacan, "a lei e o desejo recalcado são uma só e a mesma coisa". Lacan pensa a lei a partir de Lévi-Strauss, ou seja, da interdição do incesto que possibilita a circulação do maior dos bens simbólicos, as mulheres. O desejo é uma falta-a-ser metaforizada na interdição edipiana, a falta possibilitando a deriva do desejo, desejo enquanto metonímia. Lacan articula neste processo dois grandes conceitos, o Nome-do-Pai e o Falo. Para operar com este campo, cria seus Matemas.
É na década de 1970 que Lacan dará cada vez mais prioridade ao registro do Real. Em sua tópica de três registros, Real, Simbólico e Imaginário, RSI, ao Real cabe aquilo que resiste a simbolização, "o real é o impossível", "não cessa de não se inscrever". Seu pensamento sobre o Real deriva primeiramente de três fontes: a ciência do real, de Meyerson, da Heterologia, de Bataille, e dos conceitos de realidade psíquica e de pulsão, de Freud. O Real toca naquilo que no sujeito é o "improdutivo", resto inassimilável, sua "parte maldita", o gozo, já que é "aquilo que não serve para nada". Na tentativa de fazer a psicanálise operar com este registro, Lacan envereda pela Topologia, pelo Nó Borromeano, revalorizando a escrita, constrói uma Lógica da Sexuação ("não há relação sexual", "A Mulher não existe"). Se grande parte de sua obra foi marcada pelo signo de um retorno a Freud, Lacan considera o Real, junto com o Objeto a ("objeto ausente"), suas criações.
No Brasil, um dos principais pioneiros da psicanálise lacaniana é MD Magno, fundador do Colégio Freudiano do Rio de Janeiro, em 1975, bem como Célio Garcia, um dos primeiros a introduzir o pensamento de Lacan na Universidade, em Minas Gerais. O trabalho de Lacan exerce forte influência nos rumos do tratamento psíquico, inclusive na definição de políticas de saúde mental, especialmente no Brasil.
Ao lidar com um parceiro substituto do objeto paterno, trata-se, para ele, como frequentemente aparece nas fantasias e sonhos dos homossexuais, de desarmá-lo, de humilhá-lo. Por outro lado, a exigência de encontrar no parceiro o órgão peniano, corresponde à posição primitiva ocupada pela mãe, que dita a lei ao pai. O homossexual desafia seu parceiro para saber se o pai tem ou não tem. Na medida em que o pai se mostra verdadeiramente apaixonado pela mãe, ele fica sob a suspeita de não ter.
Enfim, o medo pavoroso de ver o órgão da mulher deve ser entendido, segundo Lacan, para além da idéia de castração que ele sugere. O que os paraliza diante do órgão da mulher é precisamente a suposição de que ele ingeriu o falo do pai. O que é temido na penetração é justamente o encontro com esse falo paterno. Para além do perigo da vagina dentada, que também existe, trata-se da vagina temida por conter o falo hostil, absorvido pela mãe, cuja potência ela detém no órgão feminino.
Trata-se pois de uma situação estável, não dual, cheia de segurança, a três. É por considerá-la uma relação dual que, segundo Lacan, os analistas não chegam a elucidá-la. Mesmo havendo as mais estreitas relações com a mãe, a situação só tem importância pela relação com o pai. O que deveria ser a mensagem da lei é justamente o contrário, e mostra estar nas mãos da mãe. A mãe detém a chave, porém de um modo muito mais complexo do que a noção da mãe provida de um falo. Se o homossexual se identifica com ela não é por ela ter ou não ter o falo, mas por deter as chaves da situação que prevalece na saída do Édipo, onde se julga quem detém o poder do amor, diz Lacan.
A homossexualidade masculina é então um disfuncionamento do segundo tempo do Édipo, que é essencialmente a inversão da metáfora paterna: é a mãe que dita a lei ao pai. O pai como privador da mãe fracassa. O que tem como resultado: "é a mamãe que o tem" (recusa da castração).
            Esses sonhos e fantasias homossexuais de desarmá-lo e de humilhá-lo e a exigência de encontrar o órgão peniano faz do futebol um meio propício ao homossexualismo segundo esta teoria lacaniana.
            Já segundo Mattanó, o futebol vai mais além e é construído pelas Inteligências Emocional, Psicomotora, Interpessoal, Intrapessoal, Naturalística, Lingüística, Corporal e Territorial de modo que o homossexualismo torna-se apenas efeito da Evolução da Estruturação do Inconsciente como uma linguagem. O Futebol deve-se as Inteligências e ao Inconsciente e o homossexualismo deve-se a linguagem que estrutura o Inconsciente.
O Futebol é um esporte coletivo. Este esporte exige esforço físico, afetivo e mental. Seus participantes, equipe-técnica e jogadores, devem se adequar as suas regras padronizadas universalmente para o sucesso de suas tarefas. Seus objetivos são marcar gols ou ganhar pontos na tabela de pontuação dos Campeonatos ou se manter líder ou classificado e avançar as fases até a grande final e decisão do título. Podemos ver o Futebol como o esporte onde há grande esforço físico e mental, depois afetivo, a afetividade é sentida em casos de Campeonatos Internacionais e ou Grandes Decisões. A afetividade também é explorada no início e no fim da carreira dos atletas, é como se isso também fossem ¨grandes decisões¨ que vão marcar as suas vidas e histórias e de suas famílias, seus povos e nações. O esforço físico é a exigência para ser atleta, correr, saltar, disputar um lance ou jogada, cobrar um falta, etc.. E o esforço mental é aquele que recai sobre a vida e a saúde-mental do atleta sobretudo nas Grandes Decisões e nas outras ¨grandes decisões¨ da vida inclusive o casamento e a família, o prazer e o sofrimento oriundo do seu trabalho e esforço.
            O Futebol pode ser visto como um Campo Espiritual onde o Campo é um parte da Terra e os jogadores são os escolhidos para uma missão, no campo os jogadores dispõem-se organizadamente para defenderem suas metas e alcançarem seus objetivos, vencer a partida! O Técnico é o líder ¨espiritual¨ e os atletas seus seguidores, o goleiro é o homem da porta do Céu e dos Infernos, os zagueiros são os Anjos Guardiões ou a base da sociedade espiritual cristã, o meio-campo são os Anjos Mensageiros ou aqueles que fazem a ligação entre os dois extremos do campo, e os atacantes são os Anjos Vingadores ou aqueles que empenham Espadas para derrotar o homem da porta do Céu e dos Infernos, o goleiro! Quando enfrentamos zagueiros enfrentamos Anjos Guardiões ou mesmo Grandes Montanhas e quando atacamos sem que haja zagueiros pela frente enfrentamos Grandes Desertos, devemos aprender a enfrentar Montanhas e Desertos, Obstáculos e Facilidades, ambos os casos são problemáticos e exigem esforço e trabalho, consciência, precisamos de um líder ¨espiritual¨, mas precisamos muito mais do que isto, precisamos de Deus. Pois precisamos todos nos defendermos desde o início da prática dos esportes, e em particular, do Futebol. Como as crianças se defendem?
No Futebol podemos deslumbrar um Campo de Força donde cada atleta representa um Vetor que se movimenta e que movimenta o jogo e os outros atletas comunitariamente para vencer, perder ou empatar a Partida e o Campeonato em disputa. Esse Vetor é Individual através da Força e Movimento de cada atleta e Coletivo através da Gestalt ou Forma/Configuração que se forma e se orientam os atletas de cada equipe. São os Vetores Individual e Coletivo em grande parte os responsáveis pelo sucesso ou pelo fracasso de cada equipe, pois eles determinam o Movimento físico e da psique ou da consciência e da socialização inclusive da filosofia e espiritualidade, vida e universo a quem pertencem cada atleta e cada equipe. Com o Movimento nota-se que melhor é o atleta que tem melhor Movimento físico, psíquico, social, filosófico, espiritual, da vida e do universo pois é mais Inteligente e age psicomotoramente e pensa mais rápido e com mais eficiência e precisão. Futebol depende do Movimento do atleta e do jogo e da bola, depende do Vetor Individual e Coletivo e de sua Força e da Capacidade de cada atleta e de cada equipe de lidar com o Vetor Individual e Coletivo de sua equipe e da equipe adversária.
Como se defendem as crianças desde  a vida intra-uterina? Como se desenvolvem essas defesas? Como pode ser essa defesa? Porque as crianças se defendem assim e não de outros modos e maneiras? Afinal, como é isso? As crianças crescem e aprendem a se defender desde a vida intra-uterina até a adolescência através da ingenuidade. A ingenuidade pode se desenvolver através de 5 Fases, elas:
            1ª) Biológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos orgânicos, das respostas sensório-motoras, da imunidade, dos sinais vitais;
            2ª) Psicológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos psíquicos, através da passividade e da atividade, da consciência e do inconsciente, da inteligência intrapessoal;
            3ª) Sociológica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos sociais, das formas de domínio e poder entre os indivíduos e grupos sociais;
            4ª) Filosófica: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos de querer se conhecer e a sua origem, quando ainda não teve formação Espiritual como o Catecismo;
            5ª) Espiritual: a ingenuidade se expressa e se desenvolve através dos processos espirituais, quando já há uma formação da Espiritualidade como o Catecismo.
            Mas o que é a ingenuidade? A ingenuidade é estar desligado, ou não conseguir captar, assimilar e acomodar determinadas informações, seja reprimindo, se distanciando, fugindo, se esquivando, ou simplesmente  não conseguindo compreender parcialmente ou coisa alguma, não conseguindo vencer ou efetuar determinados processos biológicos (como em casos de vírus), psicológicos (como no caso do medo e do ódio), sociológicos (como em caso de problemas sociais como guerras e revoltas), filosóficos (como em caso de filosofias destrutivas e proibidas), e espirituais (como no caso de seitas que levam a morte ou degradação dos valores sociais, familiares e da vida e paz).
            A ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,  seus processos, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, atravessa ou afeta os fenômenos da alfabetização através da Ingenuidade Biológica, Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual, a alfabetização consiste no aprendizado do alfabeto e de seus modos de  utilização como código de comunicação. A alfabetização é definida como um processo no qual o indivíduo constrói a gramática e em suas variações. Esse processo não se resume apenas na aquisição dessas habilidades mecânicas (codificação e decodificação) do acto de ler, mas na capacidade de interpretar, compreender, criticar, resignificar e produzir conhecimento. Todas essas habilidades citadas anteriormente só serão materializadas se os alunos tiverem acesso a todos os tipos de portadores de textos. O aluno precisa encontrar os usos sociais da leitura e da escrita. A alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e seus processos, cerca também o desenvolvimento de novas formas de compreensão e uso da linguagem de uma maneira geral.
A alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,  seus processos, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, de uma pessoa promove sua socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.
A incapacidade de ler e escrever é denominada analfabetismo, enquanto que a incapacidade de interpretar textos simples é chamada analfabetismo funcional ou semianalfabetismo.
            A alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,  seus processos, os seus processos são afetados pelos processos da  Ingenuidade Biológica, Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual que ajudam a construir e a elaborar a adaptação e a memória do ser humano.
            A ingenuidade e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,  seus processos, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, marca a adaptação através das marcas durante a psicossexualidade.
A adaptação e a memória que se faz pela adaptação e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e   sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam,  seus processos, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, na infância e no Desenvolvimento da Ingenuidade Biológica, Psicológica, Sociológica, Filosófica e Espiritual marcam a alfabetização e seus processos, a adaptação biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, e  assim sugere a transcendência pela Psicanálise que não está vinculada ao id que é o componente arcaico e inconsciente  do nosso sistema de energias mentais que dá forma aos nossos comportamentos, apenas em casos de psicose. Do id emanam os impulsos cegamente devotados à gratificação direta ou indireta, mas o mais bastante possível e imediato do instinto sexual (libido), vinculado estreitamente às necessidades primárias da pessoa como a fome, a sede, o sexo, etc., o id é o verdadeiro inconsciente e a parte mais profunda da mente. Ele ignora o mundo exterior, seu objeto único de interesses é o corpo, sendo dominado pelo princípio do prazer, o instinto de vida e de auto-preservação. A gratificação pelo princípio do prazer se dá de forma direta (beber água, por exemplo), ou indireta como a alucinatória (através de fantasias), falo de uma transcendência de forma direta e outra alucinatória. A fantasia não se distingue da realidade, portanto, a satisfação do prazer pode ser imediata. Assim a adaptação pode ser direta ou indiretamente, entendo adaptação às necessidades primárias da pessoa quando crianças antes da castração ou em psicóticos, aqui a transcendência pode ser direta ou indireta, a adaptação e a transcendência dependem dos fenômenos biológicos, psicológicos, socilógicos, filosóficos e espirituais.  Com o desenvolvimento do ego, o indivíduo acaba se tornando consciente das exigências da realidade (princípio de realidade); e quando se estabelece o superego,  a moral, o nome do pai, o sujeito passa a ter consciência das satisfações ideais. Mas há Eros, a pulsão total de vida (auto-conservação), e Tanatos, a pulsão de morte (autodestruição). Deste modo lidamos com Eros e Tanatos e o id, o ego e o superego em nossas relações inconscientes e conscientes conosco e com os outros objetos de desejo e satisfação através da marca e de como isso fica arranjado, organizado na vida mental, na unidade mental e comportamental da pessoa, isto é o que prevalece para cada sujeito, nestes casos a transcendência é consciente.
A adaptação é a linguagem do inconsciente e que dá forma ao inconsciente e aos anseios instintivos da libido. Assim surgem grandes e pequenos monstros que aprendemos a domar durante o desenvolvimento psicossexual da libido da pessoa. Esta adaptação evoca a transcendência pela linguagem do inconsciente que acaba por evocar outros monstros grandes ou pequenos que dependem da infância e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,    seus processos, e do Desenvolvimento da Ingenuidade e da alfabetização e de seus processos.
            A adaptação faz o neurótico, o psicótico, o boderline, o psicopata. Ela faz parte do desenvolvimento da personalidade oral: característica prepotente, dominadora, voraz, cobiça, inveja e otimismo; da personalidade anal: característica de vaidade, desconfiança, ambição, generosidade sem amor (ligadas à evacuação), meticulosidade, parcimônia, amor ao método, obstinação, avareza (ligadas à retenção das fezes); da personalidade fálica: característica de ostentação, prodigalidade sem conotações generosas ou altruístas, necessidade de afiliação, narcisismo e atividades lúdicas (jogos, competições esportivas, concursos de beleza, etc.); período de latência: característica de declínio e extinção do complexo de Édipo e o desenvolvimento do superego, é o intervalo entre o estágio de sexualidade infantil e o de sexualidade normal adulta; e da personalidade genital: característica de potência fisiológica e capacidade de amor em termos adultos, são o equilibrado, ajustado e saudável.
            A cada estágio psicossexual lidamos com a adaptação, com a infância, com a linguagem e talvez muito com a alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo, os Vetores Educam,     seus processos, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, e o Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, e assim com a memória e a  transcendência que se caracteriza pela pulsão de morte ou de autodestruição, a morte, e com a decência ligada ao amor, a Eros, a pulsão de vida. Esta é à base da organização da personalidade e da humanidade! Como lidamos com a indecência e com a decência ligadas a vida e a morte, a auto-preservação e a autodestruição, processos evolutivos e selecionados naturalmente.
            Já o adulto desiquilibrado, desajustado e/ou doente lida de modo anormal com a adaptação e com sua infância, suas memórias e marcas, com sua alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e seus processos, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, e seu Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, não consegue transcender, tornando-se desadaptado e assim pode se tornar um viciado, violentador, agressor, criminoso, delinqüente ou ensimesmado e possuir ainda as outras características de sua personalidade lidando com monstros que surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas do id.
                 Abordarei os aspectos psicanalíticos ligados aos nossos Monstros através da explicação da fantasia que é uma formação de imagens mentais de cenas e de seqüências de cenas ou experiências que não existiram no mundo real  ou que se passaram de modo diverso do fantasiado.
                 Segundo Susan Isaacs as fantasias assumem tais pressupostos, conforme Álvaro Cabral e Eva Nick:
1. ¨As fantasias são o conteúdo primário dos processos mentais inconscientes e representam anseios instintivos em relações objetais;
2. São representantes psíquicos dos instintos da libido e, no início do desenvolvimento da criança, passam a ser elaboradas como defesas, realizações de desejos e conteúdos de ansiedade;
3. O conceito, postulado por Freud,  de ¨realização alucinatória de desejo¨, sua ¨identificação primária¨, a ¨introjeção¨ e a ¨projeção¨ constituem a base da vida da fantasia;
4. Através da experiência externa, as fantasias tornam-se suscetíveis de expressão, mas não dependem dessa experiência para existir, nem das palavras, embora possam exprimir-se por palavras, em certas condições;
5. As fantasias primitivas são experimentadas através das sensações; mais tarde, assumem forma de imagens plásticas e representação dramáticas;
6. Têm efeitos psíquicos e corporais, por exemplo, nos sintomas de conversão, no caráter e personalidade, nos sintomas neuróticos, inibições e sublimações;
7. As fantasias inconscientes constituem o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego. (apud Susan Isaacs, A Natureza e Função da Fantasia).
Assim nossos Monstros constituídos através das fantasias representam anseios instintivos da libido em nossas relações objetais, no início da vida é uma defesa, realizações de desejos e conteúdos de ansiedade, são realizações alucinatórias de desejos, possuem uma representação primária, uma relevante introjeção e projeção, podem serem realizadas através da experiência externa, mas podem serem realizadas através das palavras, porém para existir não dependem da realidade externa e das palavras, primeiramente são sensações e depois assumem formas e representações dramáticas, produzem efeitos psíquicos e corporais e são o elo operativo entre os instintos e os mecanismos do ego. Nossos Monstros são um mergulho profundo em formas e representações dramáticas das profundezas da nossa vida mental instintiva que visa nos defender e proteger pelo ego, mediador, intermediador das energias mentais do id e do superego. É através do ego que aprendemos tudo sobre a realidade externa e nos orientamos no sentido de evitarmos estados dolorosos, ansiedades e punições e é deste modo que lidamos com os Monstros instintivos durante nossa vida e evitamos a nossa destruição e a dos outros.
            Monstros e fantasias se relacionam profundamente pois ambos possuem o estado instintivo e a realização de desejos instintivos. Referem-se a estados da infância como na alfabetização e seus processos e ao Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica  e espiritual. Monstros surgem com a não satisfação adequada de nossas necessidades primárias ou instintivas como a fome, a sede, o ar, a atividade, o sexo, os cuidados maternos, as secreções, urina e fezes, evitar a dor, o calor e o frio, a segurança. E assim se não conseguimos transcender surgem grandes e pequenos Monstros que nos atormentam e nos destróem com lutas invencíveis e guerras, horrores e holocaustos se não tivermos nossos direitos, deveres, obrigações e privilégios assegurados pela organização humana.
O sofrimento causa-nos sentimentos de perda e de reparação levando-nos a justiça ou a vingança, assim a destruição e/ou a auto-destruição como nas guerras e nas violências, a paz é a reorganização social humana desse processo de sofrimento unicamente humano e afetivo, pois o homem é um animal emocional, as guerras e violências só existem por causa das nossas emoções e sentimentos, da nossa afetividade, somos o animal mais evoluído na escola filogenética por isso temos mais afetos e devemos aprender a lidar com eles para vivermos bem e em paz, com fraternidade e esperança num futuro melhor que pode e é construído diariamente, momento-a-momento com a Educação.
            Deste modo a adaptação a  psicossexualidade e a alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e   sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,    seus processos, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, ao Desenvolvimento da Ingenuidade biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual leva a transcendência oriunda dos modos de miséria, caridade e trabalho, forças que impelem o ser humano a atividades de abuso, força, violência e exploração, senão outrora também, guerras, conflitos, holocaustos, catástrofes, crimes, horrores contra a humanidade, propagação de doenças biológicas e ecológicas, psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais de modo a impelir o ser humano as atividades Educativas e de Fraternidade em busca de Amor e de Justiça para que haja um sentimento de renascimento e a vida prossiga seu rumo evolutivo naturalmente e socialmente.
            Também podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! O Apocalipse Universal poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo!
            A psicossexualidade está em desenvolvimento até a fase genital e o desenvolvimento das sublimações, porém o Desenvolvimento da Ingenuidade começa na vida intra-uterina e continua por toda a vida, ela e a Ingenuidade em desenvolvimento, biológica, psicológica, sociológica, filosófica e espiritual, desde a Concepção e  o Herói até a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver onde a Ingenuidade assume outra representação oriunda do desenvolvimento das sublimações após a fase genital, assim o Desenvolvimento da Ingenuidade não para e está em constante movimento.
            A alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e  sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam,    seus processos, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação, devem alcançar a liberdade. Somente através da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é que alcançaremos a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver em nossos processos da alfabetização livrando-nos do poder do id e do superego que ampliam e trazem sofrimento as pessoas nos processos da linguagem e da alfabetização, a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver envolve uma Educação Bancária, Educação Libertadora,  Contextualização e um distanciamento compreensivo associado de um Niilismo Educativo ou mesmo através da Educação por Episódio Verbal Incompleto ou Educação por Episódio Verbal Completo ou mesmo uma Educação Plástica para a alfabetização e a prática dos esportes e do Futebol e de sua ¨espiritualidade¨e sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, os Vetores Educam,     seus processos de nossas pessoas, adultos, jovens e crianças, ou seja, em qualquer momento da vida se já estivermos desenvolvidos e crescidos, amadurecidos e mielinizados, preparados organicamente para a educação, assim podemos ser alfabetizados e ter melhores condições para alcançar a Liberdade ou a Liberdade Para Se Viver e Ensinar a Viver.  Sobre o Campo de Força que paira sobre o Campo de Futebol, cabe ao Vetor Individual e Coletivo parcela significativa do resultado da partida de futebol e de como reagirão os atletas durante o jogo, durante a prática do futebol e do homossexualismo,  os Vetores Educam e asseguram a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, garantido assim as regras ou contingências do jogo ou partida de futebol e o seu pleno acontecimento, preparação, início, meio e fim, e os Direitos, Deveres, Obrigações e Privilégios do Público, da Massa, da Multidão, Telespectadores, Ouvintes, da Opinião Pública, dos Atletas, dos Árbitros e de toda a Equipe-técnica, e dos Comunicadores, Autoridades e Policiais.
            Lacan deixou a análise Biológica para a análise da Linguagem e Mattanó passou para a análise Universal, inclusive abordando a Telepatia como fenômeno da Evolução Bio-Psico-Cultural, Espiritual, da Vida e do Universo,  otimizando as contingências filogenéticas, ontogenéticas, culturais, espirituais, da vida e do universo.

            Sujeito e Significante:
Temos, portanto, diante de nós os termos sujeito e significante. Tratemos de definir cada um deles a fim de posteriormente analisarmos a relação atávica que Lacan defende que exista entre ambos.

Sujeito como lugar vazio

O conceito de sujeito, como qualquer estudante de ciências humanas deveria saber, não é uma noção unívoca, ou seja, comporta uma diversidade de interpretações e definições. No campo filosófico, o termo sujeito é elevado ao estatuto de conceito a partir do pensamento de René Descartes. Como foge aos nossos propósitos, analisar o conceito de sujeito em Descartes em todas as suas particularidades, serei bastante sucinto ao falar dele, mesmo correndo o risco de simplificá-lo demasiadamente.

Assim, o sujeito cartesiano poderia ser identificado ao eu, realidade supostamente irredutível, pois, segundo Descartes, sua existência não poderia ser posta em dúvida, já que o próprio ato de duvidar pressuporia um sujeito. No domínio da linguística, diz-se que sujeito é o elemento de uma sentença que sofre a predicação. Em outras palavras, o sujeito é aquilo ao qual atribuímos ou negamos determinadas características.

Observe que tanto do ponto de vista cartesiano quanto linguístico, o termo sujeito é um lugar vazio. Com efeito, para Descartes, tudo o que se diz a respeito de alguém pode ser colocado em dúvida pelo próprio sujeito. Qualquer atributo que sobre ele recaia não pode lhe servir como representante último, pois o próprio sujeito possuiria a capacidade de colocar o mérito do qualificativo em xeque e, se necessário, descartá-lo. Nesse sentido, o sujeito constitui-se em um lugar a priori vazio. Ocorre o mesmo com a noção linguística de sujeito: a palavra “Pedro” considerada isoladamente não possui sentido algum. Só adquire significação quando atribuímos a ela algum predicado, como na sentença “Pedro é um aluno.”. Portanto, o sujeito “Pedro” considerado em si mesmo é um lugar inicialmente vazio a ser preenchido com predicados.

Signo, significante, significado:

Ora, o que são predicados senão palavras, significantes? A noção de significante utilizada por Lacan é proveniente de Ferdinand de Saussure, um linguista que propôs uma visão estruturalista da linguagem. Para Saussurre, a linguagem seria formada por elementos chamados signos. Esses, por sua vez, seriam compostos de duas dimensões, unidas arbitrariamente, ou seja, em função do acaso, a saber: o significante e o significado. O significante seria a parcela material do signo linguístico (o som da palavra, por exemplo). Já o significado seria o conceito, o sentido, a ideia associada ao significante. A teoria da linguagem de Saussure é estrutural porque pressupõe que o valor de um determinado signo não é dado a priori, mas depende da relação com os demais signos do sistema linguístico.

Lacan, guiado pela experiência com as formações do inconsciente (sonhos, lapsos, chistes, atos-falhos, etc.) reinventa a proposta original de Saussure, argumentando que a linguagem seria constituída essencialmente de significantes e não de signos e que o significado não teria – ainda que arbitrariamente produzida – uma relação fixa com o significante. Para Lacan, a experiência psicanalítica teria demonstrado que o significado é extremamente volátil, evanescente, como um fluido que desliza ao longo da cadeia de significantes. Nesse sentido, a noção de signo deveria ser relativizada, já que uma relação mais ou menos fixa entre significante e significado estaria restrita a um dado contexto. Por outro lado, na linguagem como um todo, isto é, no lugar do Outro, só existiriam significantes. Aliás, Lacan define o Outro precisamente como “tesouro dos significantes”.

            Percebemos que no lugar do Outro só existiriam significantes que são justamente o som da palavra e o significado estaria associado ao som da palavra, seria o conceito da palavra, o Outro seria o objeto. Assim um ¨resíduo auditivo¨ seria e teria o poder de um significante que geraria um novo significado no lugar do objeto ou do Outro, está explicada  a Teoria da Pulsão Auditiva de 1995 de Osny Mattanó Júnior.


Osny Mattanó Júnior
Londrina, 27 de junho de 2016.

















2.      Psicologia Cognitiva Transcendental Social


Que a Família do Osny tem problemas todo mundo já sabe! Mas vamos saber
agora como é que o Osny lida com esses problemas e sua família! Ele prefere nas horas difíceis e no sofrimento escolher e acolher sua família com trabalho, com o enfrentamento dos seus problemas, com amor, com presença, com afeto, com clareza e verdade, com assertividade, com socorro psicológico e emocional, com economias, com bens materiais, com projetos e projetos de vida, com atividade, arte e sublimação, com educação, com justiça, com informação, com autoajuda, com humor, com inteligência, com espiritualidade, com tratamentos de saúde, com confiança nas autoridades, com convívio e sempre com perdão e inclusão social e familiar do que por ventura venha a ficar marginalizado ou excluído seja qual for o motivo, pois somo vítimas de vários crimes como lavagem cerebral, tortura, abuso e exploração sexual, cobaias humanas, terrorismo, tentativas de homicídio e vítimas do tráfico de drogas, por exemplo. Acredito que estes comportamentos que selecionei me servem para me comportar de forma adaptada e otimizada salvando até agora minha família, que boa parte é idosa e enfrenta problemas graves com estes eventos sociais adversos criminosos e há também aquela parte que é menor de idade com seu desenvolvimento e crescimento, amadurecimento psicológico, moral, sexual e físico desde o ventre de suas mães até agora sem grandes  problemas pois também são vítimas de vários crimes como a pedofilia e o abuso de incapazes.

As descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de
sua família, mesmo sem premeditação ligadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram economia e globalização em nossos tempos da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e do comércio e da liberdade mas também geram liberdade e ritos de iniciação e de passagem e também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e imprecisas, livres e multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez produz a transcendência que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento, nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da adaptação que está ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 16 inteligências, somados aos estados de consciência, atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A memória e a adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.
            As descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação associadas ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram economia e globalização porém a liberdade faz fluir a adaptação e a memória que se transformam, se transmutam em ritos de passagem e de iniciação e na Trajetória dos Heróis, assim em escândalo, mediocridade,  bandidagem,  miséria e  pobreza,  drogas,  tráfico de pessoas e de sexo,  prostituição,  alcoolismo,  tabagismo,  educação,  escravização e  servidão,  fome,  sede,  falta de higiene, não ter roupas, mortes e violências,  bullying,  palavrão,  monstros,  amor e  ódio,  doença,  deficiência,  moral,  destruição do outro, sabedoria e  vida,  espécies e mundo natural,  processos corporais,  gases,  urina,  fezes,  sexo e  masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções , pensamentos e estados de consciência  fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela felicidade, está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num futuro melhor não indecente, os mundos natural, artificial, biológico, psicológico, sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da indecência por isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante, ganhamos e perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e gastamos nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
            A Trajetória dos Heróis começa com:
  1. A concepção e o herói
  2. O chamado pode ser recusado
  3. As forças se unem para o bem-aventurado
  4. A travessia: se consumir
  5. Ser engolido e consumido
  6. O caminho obtuso
  7. O encontro com a deusa
  8. A mulher como tentação
  9. A relação com o pai
  10. A apoteose
  11. A última graça
  12. A difícil volta
  13. A magia nas decisões
  14. O resgate sobrenatural
  15. Os limites da volta
  16. Agora são dois mundos
  17. E a liberdade para se viver e ensinar a viver
            Ser livre é estar adaptado,  é possuir um processo de liberdade oriundo das descobertas que a vida proporciona e produz, é estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória da Vida e pela Trajetória dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é apenas adaptação, é trabalhar, ter economia e globalização, ser adaptado com sucesso é passar pelas 9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 16 inteligências e transcender.
            As 9 fases da vida inteligente são:
1.      (antes de nascer): inteligência dual sensório-motora
2.      (0 – 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3.      (2 – 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4.      (4 – 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5.      (7 – 11 anos): inteligência do período de latência concreta
6.      (12 – 18 anos): inteligência genital formal
7.      (19 – 29 anos): inteligência do período de privacidade
8.      (30 – 59 anos): inteligência do período de produtividade
9.      (60 anos em diante): inteligência da crise final

As 16 inteligências são:
1.      Espacial
2.      Territorial
3.      Corporal
4.      Lingüística
5.      Musical
6.      Matemática
7.      Interpessoal
8.      Intrapessoal
9.      Espiritual
10.  Emocional
11.  Naturalística
12.  Psicomotora
13.  Lúdica
14.  Narcísica
15.  Computacional ou Artificial
16.  Agrícola ou Operacional
A inteligência é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam que
Trajetória dos Heróis e da Vida, dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem estar grupal, e em parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo e marca, contudo não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A inteligência como um Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a economia e a globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o florescer da falta, do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que há de prender-se e que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais, mas a base da aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
            Domar as descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação é domar a liberdade, pode ser domar a inteligência, é também dominar o trabalho, a economia e a globalização,  é domar a si mesmo e uma seqüência de monstros até a crise final, Monstros que nos atingem também através de ritos, de ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida e dos Heróis. Para aqueles que defendem o aborto o filho no ventre é um monstro, um monstro não domado e inteligente, repelente e que só trará infelicidade, assim não estamos prontos para a educação através do Estado. O respeito humano é uma incapacidade por causa da inteligência! Por causa da inteligência temos descobertas na vida! Por causa da inteligência temos o trabalho, a economia  e a globalização, mas podemos reinterpretar nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.
            Devemos transformar o conceito inteligência em adaptação e aceitar as diferenças individuais e grupais otimizando-as para as transformações sociais sem destruir o passado e os nossos antepassados, ou seja, nossas memórias, nossa adaptação sócio-histórica gravada em documentos e gravada em nossos cérebros e mentes gerando conhecimento para a melhor e otimizada adaptação, sucesso para nossa existência, se tivéssemos que considerar apenas a inteligência para o nosso sucesso talvez fracassaríamos pois os inteligentes que  não se adaptam morrem antes dos mais adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro vem a adaptação as descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois vem a inteligência ou a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o espermatozóide se adapta ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a fecundação e ela continua por toda a vida até a morte. Esta inteligência também é livre pelo ¨crossing-over¨ e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem da liberdade ocorre em função das descobertas da vida. As descobertas da vida muitas vezes nos aparecem em ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
     Amar ou odiar a sua própria vida ou de seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de indivíduos a se perderem  em seus mundos obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser. Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9 fases da vida inteligente e as 16 inteligências, mais estados de consciência, atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição, maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
           Os Monstros são nossas regras que produzem sofrimento e impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas descobertas que causam sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de Heróis, nossos Monstros nos destroem como nossos delírios e fantasias de horrores hostis que adquirimos ao longo da vida, todos nós conhecemos isto, todos nós ficamos alegres e felizes quando socorridos em meios as urgências da vida, é assim minha vida! Não devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois somos frutos da união dos nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não existiríamos se não houvesse a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos nossos Monstros! Nossos Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao mesmo tempo que impede causa novas descobertas como as Biológicas e Psicológicas.
     Os Monstros surgem durante as 9 fases da vida inteligência e são domesticados
pela inteligência genética transcendental e as 16 inteligências. As profundezas do ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos de infernos, buracos, cavernas, galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos, rios e oceanos, florestas e desertos onde muitas vezes o sentimento predominante é o de solidão e isolamento com a perda do auto-controle e equilíbrio interior, onde afloram sentimentos monstruosos de revolta e destruição de si, do mundo ao seu redor ou dos outros. Nossos Monstros também estão ligados ao trabalho, a economia e a globalização. Os modos, figuras e objetos não são  mais os de felicidade e de prazer com os mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico (organismo), psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações sociais), filosófico (especulações sobre sua origem e vida) e espiritual (relações com a salvação, imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem a ritos onde nos entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem  e de iniciação para alcançarmos a liberdade dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
     A transcendência é se superar se perpassar e retornar do ventre do Monstro com um modo de vida superior e exemplar a sua comunidade, a sua família, com uma memória, com uma adaptação comportamental, fisiológica e morfológica, regressar com uma ou mais de uma descobertas, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação. Quantos jovens e adultos se perdem em suas famílias no mundo das drogas, falta de educação, alcoolismo, prostituição, tráfico de pessoas, escravização, servidão, fome, sede, falta de higiene, falta de roupas, doenças, roubo, mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a destruição humana, e àqueles que se tornam lideranças e só trazem desespero e destruição dos seus e dos seus semelhantes humanos com guerras, tragédias e holocaustos, grandes desgraças e sofrimentos como pegadas no barro que não se apagam. Estas são as pessoas que foram engolidas pelas profundezas da natureza humana com seus Monstros que surgem e não reconhecem sua existência por serem diferentes ou feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros até a crise final e assim prosperar com  o uso das 16 inteligências e o respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser o que não somos – perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar aos Monstros e não conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem implicam em morte, morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde mental ou de corpo, problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a Educação e a Saúde, a Liberdade  e a Vida.
  Não somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da privação
 de nossa liberdade para vivermos! Precisamos de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos descobertas! Precisamos desde o nascimento de rituais de iniciação como o parto  e de passagem como o Batismo em nossa Trajetória de Heróis.
     Transcender depende da adaptação e de como ficou a liberdade à seqüência de Monstros fase-a-fase até a morte, se manifestando diante de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, agindo e lidando bem com suas descobertas e as dos outros diante do trabalho e das necessidades do trabalho, de sua regras e obrigações, dos bens e serviços e da economia e da globalização da economia, tecnologia, informação, consumo, comércio, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação,  com o uso da Educação e das 16 inteligências e do respeito humano perante nossas falhas e deficiências ou mesmo incapacidades para conosco, com os outros e com a natureza e com a Ecologia e o Universo, a inteligência se faz presente com o uso da linguagem e da comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a superação das adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo ou não, viver é enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros e assim com a miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime e a guerra, também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao sentimento de renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e descobrir, e ajudar a descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A Educação e  o Amor geram memória, assim também Adaptação, trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação! Tudo começou pela e através da Adaptação,  seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for,  no princípio, no meio ou no fim, gerando outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus  e Deus continuarão existindo, eles não se acabam!
As descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação  levam a adaptação que produz liberdade para  nosso meio ambiente individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A liberdade também vem através do ritos de iniciação e de passagem e com a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
   A liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se descobrir é poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da globalização e dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na promoção da Justiça Social!
           Se descobrir é descobrir-se em meio a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação.


Osny Mattanó Júnior
Londrina, 27 de junho de 2016.



1.      Psicologia da Gestalt



Que a Família do Osny tem problemas todo mundo já sabe! Mas vamos saber
agora como é que o Osny lida com esses problemas e sua família! Ele prefere nas horas difíceis e no sofrimento escolher e acolher sua família com trabalho, com o enfrentamento dos seus problemas, com amor, com presença, com afeto, com clareza e verdade, com assertividade, com socorro psicológico e emocional, com economias, com bens materiais, com projetos e projetos de vida, com atividade, arte e sublimação, com educação, com justiça, com informação, com autoajuda, com humor, com inteligência, com espiritualidade, com tratamentos de saúde, com confiança nas autoridades, com convívio e sempre com perdão e inclusão social e familiar do que por ventura venha a ficar marginalizado ou excluído seja qual for o motivo, pois somo vítimas de vários crimes como lavagem cerebral, tortura, abuso e exploração sexual, cobaias humanas, terrorismo, tentativas de homicídio e vítimas do tráfico de drogas, por exemplo. Acredito que estes comportamentos que selecionei me servem para me comportar de forma adaptada e otimizada salvando até agora minha família, que boa parte é idosa e enfrenta problemas graves com estes eventos sociais adversos criminosos e há também aquela parte que é menor de idade com seu desenvolvimento e crescimento, amadurecimento psicológico, moral, sexual e físico desde o ventre de suas mães até agora sem grandes  problemas pois também são vítimas de vários crimes como a pedofilia e o abuso de incapazes.

As descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação associadas a liberdade configuram o trabalho que gera economia, bens e serviços, também globalização do consumo, do comércio, da tecnologia, da informação, do mercado,  da liberdade,  e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis segundo eu mesmo, está na configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na morfologia das coisas, depende dos princípios da organização perceptiva e dos princípios gestaltistas da aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação que gera a economia, bens e serviços como a globalização,  depende de como e do que fazemos com as gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as Trajetórias da Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e no que ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades humanas como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de amor e de realização. As descobertas da vida ligadas a liberdade e os seus rituais fazem  a nossa curiosidade que faz parte do processo que modela a forma ou a configuração associadas as nossas necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo insight, por exemplo, ou em coisas que nos trazem felicidade como a religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da organização perceptiva e da aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz formas de transcendência que se configuram pela Educação da gestalt pela memória, ou seja , pela adaptação oriundas das descobertas da vida que promovem a atividade, o trabalho, a economia, e a globalização, promovem a descoberta e a imersão em ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
            A organização perceptiva se dá pela Proximidade, nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que estão próximas; Continuidade, nossa percepção obedece  uma direção vinculando elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e preencher figuras incompletas; Simplicidade, nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou mais ordenada; Figura/Fundo, nossa percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
            Os princípios da aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente espontânea e imediata das relações; Pensamento produtivo, onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a criatividade e produtividade; Princípio do isomorfismo, o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos ativos interagem num dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou modificar ativamente os elementos sensoriais que recebe, e a percepção é idêntica (iso) em forma (morfo) àquilo que representa.
            Somos incapazes de fugirmos da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade, influencia o trabalho, a economia, os bens e serviços e a globalização, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação que por sua vez ligada aos fenômenos dos estímulos configuram descobertas como os rituais de iniciação e de passagem, e também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis,  pois ela obedece à organização perceptiva e a aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso cérebro é incapaz de modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais que recebe e responde de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a falta e o querer em meio às necessidades de nossos organismos incompletos, porém completos pela morfologia ou totalidade da percepção decente ou indecente. A adaptação produz memória que por sua vez faz parte dos processos da adaptação, ela, a memória, é adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os fenômenos das descobertas da vida,  da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e em seus rituais.
          Nossos Monstros segundo minhas contribuições estão nos rituais que estão na forma, na configuração ou morfologia das coisas, no como de configura nossos processos oriundos da liberdade, portanto dependem da organização perceptiva e da aprendizagem, dependem de nossas descobertas e de como lidamos com elas, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação. Os Monstros podem estar no que percebemos e no que ocultamos no trabalho gerando economia e Monstros econômicos que ¨são do bem¨ e outros que ¨são do mal¨. Eles nos revelam a nossa natureza ancestral e primitiva do sofrimento posto como linguagem, Cruz,  fardo e demônios persecutórios que se revelam quanto mais fundo fomos em nós mesmos, em nossas aventuras em nossos oceanos e cavernas subterrâneas.
          A Gestalt dos Monstros são os Monstros da curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta determinar a totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da curiosidade. A curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos princípios gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a mergulhar e ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia, bens e serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da tecnologia, da informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência biológica, psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas de Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo, pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia, fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores, compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc..  Nossos Monstros dependem de nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
            Nossos Monstros expressam gestalts, configurações ou formas que estão sob efeito da organização perceptiva e da aprendizagem que se apresentam também em rituais para o nosso bem se nos aperfeiçoarmos nos valores humanos e pautados na Educação que vence tudo, vence ódio, guerras, violência, destruição, medo, humilhação, vergonha, temor, qualquer perigo ou ameaça, a Educação constrói o homem e o verdadeiro homem constrói a humanidade e a vida, a sociedade e a paz na Terra, construímos assim a nossa liberdade! A Educação é feita pela memória, ou seja, pela adaptação, pela liberdade! A Educação se dá pelas gestalts dos fenômenos das descobertas da vida. Dentre as descobertas da vida estão o trabalho, a economia, os bens e serviços, o trabalhador, o mercado, a globalização da economia, do consumo, do comércio, da informação, da liberdade, do trabalho, da tecnologia, inclusive dos métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação.
            As descobertas da vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação podem formar gestalts de liberdade? A liberdade leva ao trabalho e o trabalho a economia que formam a Educação, a Educação hoje que leva a adaptação mas não somente a Educação pois a adaptação é constituída de natureza fisiológica, morfológica e comportamental (esta implica em forma, configuração ou gestalt), a adaptação permite a transcendência, a transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros e Heróis, que por sua vez originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que renderam e rendem até hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras, niilismo e paralisias, holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou gestalt que é a transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao sentimento de renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é construída a partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da adaptação que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência para um mundo mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal, Biológico, Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou Espiritual através do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do Desconstrutivismo Físico Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a continuidade e o fim da vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo jamais deixarão de existirem. Pelo Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo deixarão de existirem seja pela Adaptação por meio de outros ¨big-bangs¨ ou por outros meios como por ação de Deus ou outros meios ainda não descobertos ou ainda não pensados, existindo no fim somente Deus e o Reino de Deus e nada mais!
            Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz.
            A Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da globalização mas pode continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia e da globalização para crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e culturalmente, espiritualmente, pela vida e pelo universo, de acordo com o princípios da Educação!
            A Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma trajetória:
  1. A concepção e o herói
  2. O chamado pode ser recusado
  3. As forças se unem para o bem-aventurado
  4. A travessia: se consumir
  5. Ser engolido e consumido
  6. O caminho obtuso
  7. O encontro com a deusa
  8. A mulher como tentação
  9. A relação com o pai
  10. A apoteose
  11. A última graça
  12. A difícil volta
  13. A magia nas decisões
  14. O resgate sobrenatural
  15. Os limites da volta
  16. Agora são dois mundos
  17. E a liberdade para se viver e ensinar a viver
Depois da concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros nosso
Herói encontra a liberdade para se viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive os métodos que Osny emprega para cuidar de sua família, mesmo sem premeditação!



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 27 de junho de 2016.



Nenhum comentário:

Postar um comentário