terça-feira, 14 de junho de 2016

NOVAS TEORIAS SOBRE BIOGRAFIAS (cont. pt.2) (2016) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.



7. Psicologia Social


A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!


            Para falarmos sobre o trabalho, a economia e a globalização, inclusive o drama das Biografias através de rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis precisamos não somente dos conceitos sobre a consciência, a identidade, a atividade e a alienação, devemos acrescentar a afetividade (sendo esta sentimentos e emoções) descolando-a da identidade pois esta agora pode englobar aspectos do passado, presente e futuro enquanto que a afetividade pertence somente ao contexto do aqui e agora, mesmo que haja uma memória afetiva esta pertencerá à identidade e não a afetividade,  a afetividade somente o aqui e agora como por exemplo aceitável o que sentimos quando nos recordamos aqui e agora de aspectos do passado, coisas do presente ou aspectos que planejamos para o nosso futuro. E há também o inconsciente, processo pelo qual algo não se passa  nem se processa conscientemente como perceber uma coisa ou outra ao mesmo tempo, diferentemente do inconsciente freudiano. Este inconsciente está ligado à percepção que afeta a consciência, a identidade, a atividade, a alienação e a afetividade. Então a adaptação sexual, moral, física, mental, social e/ou pública dependem do contexto sócio-histórico sendo ela na maior parte das vezes violência por não aceitar e exogrupo a partir de suas concepções endogrupais e etnocêntricas onde pela força você domina, castiga, transforma, tipifica, descaracteriza, mata o outro que não lhe pertence a sua estrutura grupal e assim a sua consciência, identidade, atividade, alienação, afetividade e inconsciência, seja no trabalho, nas relações econômicas e na economia e na globalização da economia, da tecnologia, do consumo, da informação e da liberdade através ou não dos rituais e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. O outro e seu grupo são o indecente que não possuem virtudes nem qualidades onde até a terminalidade lhe são fatais, ou seja, não há vida para o outro nem independência, só há morte! O papel dos grupos é defender seus membros da fome, do frio, da terminalidade, dos perigos, ameaças e adversidades do meio ambiente assim o outro é condenado a ser domado ou morto para ser o ou não ser consumido como comida para o corpo, a alma ou para o imaginário e simbólico, somos animais, ou até mesmo para o nosso sentimento e desejo de escravizar o próximo no trabalho, na economia e através da economia e na globalização e através da globalização! E estamos fadados a nunca deixarmos nesta vida a deixarmos de sermos animais e sobrevivermos da morte das outras coisas vivas para a própria coisa chamada vida e assim também a escravidão no trabalho, na economia e na globalização por causa dos nosso rituais. A indecência hoje seria a violência, a escravidão, a alienação, o futuro é difícil de predizer, talvez com base em outras vivências e experiências grupais, novas tecnologias deixe de ser violência à morte do outro e o próprio outro o aceitando e acolhendo-o pacificamente sem dualismo amor e ódio, guerra e paz por causa de monstros internos de pessoas e grupos violentos e assim indecentes, será que um dia a indecência haverá se de se esgotar? A indecência depende de como encaramos a terminalidade e de seus rituais de luto e de consolo, de passagem, e deste modo, o consolo e o luto, depende do trabalho, da economia, da globalização, da adaptação que é por sua vez mantenedora da memória ou mesmo, a própria memória afetiva ou não afetiva! A indecência é a violência, as guerras, o protesto, o movimento, o vandalismo, o sofrimento, e a decência seria então a paz, o contentamento, a Educação é a decência, onde há decência há Educação e onde há indecência não há Educação, basicamente Educação é isto e serve para resolver este tipo de problema! A Educação se faz através de rituais de iniciação e de passagem, precisamos dos rituais. Precisamos de rituais para nossa identidade, consciência, atividade, alienação, inconsciente e afetividade desde a iniciação até a passagem pelos limiares até a liberdade. Por isso devemos Educar nossos filhos, e a nós mesmos continuamente em todos os ambientes de nossas vidas, em todos os nossos relacionamentos sociais, para que nossa consciência, atividade, identidade,
inconsciência, alienação e afetividade sirvam-nos ao nosso bem-estar social e nossos Monstros não nos dominem. Precisamos alcançar a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver através da Trajetória dos Heróis, ela:
  1. A concepção e o herói
  2. O chamado pode ser recusado
  3. As forças se unem para o bem-aventurado
  4. A travessia: se consumir
  5. Ser engolido e consumido
  6. O caminho obtuso
  7. O encontro com a deusa
  8. A mulher como tentação
  9. A relação com o pai
  10. A apoteose
  11. A última graça
  12. A difícil volta
  13. A magia nas decisões
  14. O resgate sobrenatural
  15. Os limites da volta
  16. Agora são dois mundos
  17. E a liberdade para se viver e ensinar a viver
   Nossos Heróis enfrentarão na Trajetória da Vida os Monstros.
      Para esta abordagem os Monstros são produtos da atividade, da consciência, da identidade, da alienação e do inconsciente nas relações entre sujeitos sociais também no trabalho, na economia e na globalização, inclusive no drama das Biografias através ou não de rituais.
         Pela atividade o sujeito se apropria do mundo e se expressa pela consciência processo da sua identidade e do que não consegue ter totalmente pela alienação e pelas coisas que não se processam conscientemente como perceber mais de uma coisa ao mesmo tempo, o inconsciente que condensa e desloca informatividade, saber.
         Se compreendemos a linguagem dos Monstros falaremos com eles mas se não obtivermos êxito não nos comunicaremos com eles e serão processos obscuros e menos acessíveis em nossas vidas sociais causando coisas incompreensíveis como coisas falsas que por serem falsas não têm valor de existência por não existir, mesmo existindo falsamente? Se não compreendemos a linguagem dos Monstros ela será falsa porém  
nossa atividade diante de uma coisa falsa é difícil e dolorosa, causa sofrimento à consciência e à identidade por estar alienada e sob processos inconscientes incompreensíveis.
        E assim lidamos com nossos Monstros!
        Nossos Monstros devem ser abordados no trato social através de rituais de iniciação e da passagem e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis também em movimentos, protestos, vandalismos, agitadores, criminosos, baderneiros, curiosos,  de nossos meios com Educação, pois como vimos a Educação tudo resolve, tudo socializa, desde o nascimento até a morte, ou seja, por toda a vida, durante todo o período relacional social e suas implicações educativas, não mais nem menos, só educativas, a vida é uma constante Educação, não deve ser vista como outra coisa, como violência, como trabalho, como luta, como dever, como qualquer outra coisa, deve ser vista como Educação para hoje e para a amanhã, para o futuro e assim para a eternidade, deste modo a vida na Terra estará perpetuada e a salvo dos males da criatividade associada a destrutividade e auto-destrutividade da humanidade. A vida é uma constante e transformante Educação!
            Concluo que a adaptação, inclusive no drama das Biografias propicia a atividade de memorizar que por sua vez leva a atividade, a consciência e a identidade, afetividade, inconsciência e alienação de miserável que produz nas relações sociais os ritos e a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, a caridade e o trabalho, economia e globalização da economia, da informação, da tecnologia e do consumo, e da liberdade que ajudaram a fazer surgir na humanidade a violência, a exploração e o abuso, o crime, a desordem, o caos, a crueldade, a criação e proliferação social de doenças biológicas, psicológicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais, as guerras, toda sorte de maldades que conhecemos e que cometemos uns contra os outros por não termos Educação suficiente para lidarmos com nossos Monstros e assim transcender e lidar com o sentimento de renascimento que vem do Alto! Este sentimento só vem da nossa relação para com Deus! Podemos Amar a Deus e temos uma área no nosso cérebro para isto! Deus faz bem!
            Mas para finalizar podemos abordar o Construtivismo Físico Mattanoniano onde há continuidade da vida e do Universo e assim das Ciências, das Artes e dos Saberes  e o Descontrutivismo Físico Mattanoniano onde haverá o Apocalipse Universal pondo fim ao Universo, a Biologia, a Psicologia, a Física, a Química, a Sociologia, a Filosofia e a Espiritualidade, pondo fim às Ciências Biológicas, Humanas, da Saúde, Exatas, Sociais, da Computação, etc., acabando com as Ciências que descobrimos e que criamos e desenvolvemos, restando somente Deus e o Reino de Deus com aqueles que foram para o Paraíso! Nem mesmo o Inferno resistirá ao Apocalipse Universal que poderá ocorrer se existirem outros ¨big-bangs¨ ou outros Universos que destruam o nosso Universo seja por ação Natural ou Sobrenatural como por exemplo de Deus ou do Demônio, ou até mesmo através do Ser Humano, com experiências Físicas por exemplo, ou através da Oração, da Comunhão e da Fé! O Demônio pode se arruinar se ele entrar em conflito consigo mesmo, isto é, se ele se arruinar – está na Bíblia com outras palavras mas com a mesma mensagem Sagrada e Divina, Eterna! Abordamos novamente nossos rituais religiosos de iniciação e da passagem e também seus ensinamentos agregados a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
            A liberdade pode acabar com nossas vidas e com o nosso mundo e até com o nosso Universo e o Sobrenatural, nossas experiências nos revelam nossa capacidade de sermos livres e de nos libertarmos para seguirmos sempre em frente, a liberdade deve marcar a Vida e não a Morte. A liberdade é um processo individual marcado pelo aprisionamento coletivo e social, de nossas relações sociais primárias na família e secundários, fora da família. A liberdade solitária e individual é ritualizada internamente e a liberdade partilhada e coletiva é ritualizada internamente e externamente.
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
           A Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!   A Evolução educa nossa Vida, nossos Monstros e nossos Heróis através dos rituais de iniciação e de passagem pela Escola, Religião, Trabalho, Sexo e Sexualidade, e outros aprendizados e manifestações comportamentais sociais.
           A Evolução pode ser ainda individual ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo! Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais, sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira -  a Educação não termina, não tem fim e a Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga filogenética, ontogenética e cultural, espiritual, da vida e do universo! A Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, o espírito, a vida e do cosmos, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! As Biografias são voltadas para a convivência pois transmitem conhecimento e informação! Temos leis que punem discriminadores, racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização também são voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação! Exclusão social e discriminação tendem hoje a serem crimes no Brasil e no mundo! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização dependem e caminham a passos mais rápidos do que aos da filogênese e da ontogênese, a Cultura Evolui mais rápido entre os Humanos! Estamos caminhando rapidamente para a união e para os fenômenos positivos da globalização como a integração, a derrubada de fronteiras, a educação, a economia, a tecnologia, o consumo, a informação, a liberdade e a política! A Evolução cultural produz política e depende hoje da política para se governar e se sustentar, política é a arte de bem-governar! Bem-governar é poder ter e poder oferecer Saúde, Educação, Trabalho, Liberdade, Lazer, Locomoção e Ir-e-vir, Política, Vida, Propriedade Intelectual e Propriedade Material, Religião, Alimentação e Água, Renda, Teto, Vestimenta, Afetividade, Cultura, Sexualidade, Família, Transporte, Saneamento, Segurança e Justiça como Direitos básicos a população se houvesse uma Reforma Política no Brasil!
             Para uma Reforma Política no Brasil dependemos do conhecimento e da Educação de nossas Vidas, Monstros e Heróis! Precisamos descortinar o alvorecer do Sol! Precisamos, segundo Osny Mattanó Júnior, ser Concebidos e Viver (Fase do Nascimento e da Vida); Precisamos nos Encontrar com a Deusa (Fase das Primeiras Relações Sociais); Precisamos da Relação com o Pai (Fase da Transferência de Conteúdo das Primeiras Relações Sociais); Precisamos da Magia nas Decisões (Fase da Educação e do Trabalho); e para obtermos sucesso e realização, Precisamos da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase do Trabalho, da Produtividade e da Nova  Família), inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias!



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 07 de junho de 2016.

























  1. Psicologia Escolar


A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.



Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
      Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!


No âmbito escolar a Psicologia Escolar entende que o trabalho, a economia e a globalização, e a adaptação, inclusive o drama das Biografias,  que levam a transcendência oriundos das situações em que vivemos experiências de aprendizado em experiências de conflitos e de paz e assim a adaptação estão  ligados aos processos de aprendizagem e assim aos problemas e distúrbios de aprendizagem que devem ser tratados, podendo isto levar ao bullying, já que o bullying é bastante presente nas Escolas, este bullying pode ou não ser ritualizado e pertence a história da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis na e da Escola. A escola tem este papel de formação e de transformação para a convivência entre as pessoas e os povos, formação da Trajetória da Vida e de Heróis tendo assim um papel pacificador se ela não for vítima de bullying (Trajetória dos Monstros) e prejudicada em seu papel de formação e transformação, para o futuro no trabalho, agora na economia e no futuro das relações econômicas como e geração de renda e de capital e a globalização da economia, da tecnologia, da informação, do consumo, da liberdade. A violência ou bullying pode ser transformada através da escola com o trabalho do Psicólogo Escolar atuando junto aos alunos, professores e equipe-técnica, levantando propostas e tomando decisões para otimizar a dinâmica da Escola e sua função social como educadora para o trabalho, a economia e a globalização, inclusive o drama das Biografias. Então em caso de morte e perdas o consolo e o luto em momentos e períodos de guerras na Escola seriam abordados pelos professores e equipe-técnica, e pelo próprio Psicólogo Escolar de modo a facilitar a elaboração do luto mediante o papel do consolo, ou seja, através do consolo a criança ou o aluno adquiriria repertório comportamental para elaborar o luto em quaisquer ambientes para sua adaptação e diminuição do sofrimento mental e até físico, seria este o papel da Escola quanto ao consolo e o luto e a adaptação, pura memória ou processos de Educação e de memorização. E em momentos e períodos de paz o papel do Psicólogo Escolar seria de  mantenedor e difusor de idéias e projetos pacificadores para melhorar e otimizar os relacionamentos na Escola entre os seus de modo que seus Monstros não voltem a incomodar-lhes, sabemos que o Psicólogo Escolar ajudará na formação da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e que ele também poderá representar para sua clientela tanto um Monstro quanto um Herói na Trajetória da Vida, mas...
Na Escola os Monstros estão ligados as formas de violência na Escola como o bullying sexual, moral e psicológico onde as diferenças não são toleradas e são meios ou canais para a descarga agressiva e destrutiva com ofensas, humilhações, amedrontamentos, envergonhamentos, assédios, brigas, discussões e palavras grosseiras e pesadas que podem levar a uma série de diversas conseqüências penosas para o violentado e para o violentador lesando a vida do trabalhador e do futuro trabalhador, da economia e das suas relações e da vida globalizada, inclusive o drama das Biografias, assim o Psicólogo Escolar deve ouvir e observar rituais, decifrando ganhos primários e secundários e perdas a curto, médio ou longo prazo como doenças mentais e seqüelas profundas inapagáveis que se transcendenditas impulsionarão as vítimas a se tornarem pessoas melhores que as outras que não conseguem transcender à violência e mergulharem em dores oceânicas que podem levar essas pessoas a deficiências mentais ou sociais como psicóticos, doentes sexuais, transtornos alimentares, delinqüentes, criminosos ou ensimesmados, poderemos assim deslumbrar nossos Heróis e nossos Montros em meio aos rituais da Escola.
Esses nossos Monstros, os problemas trabalhistas e no trabalho, os problemas com a economia como as dívidas e a compulsão para o consumo, e a globalização e seus frutos e fenômenos, inclusive o drama das Biografias são aprendidos em parte na Escola e são em parte  também resolvidos em grande parte na Escola, são ritos incorporados na Escola, por isso a Educação tudo resolve, evita grandes tragédias e pequenas desgraças sociais ou humanas como as guerras e os grandes horrores, evita também os movimentos e protestos desorganizados, vandalismos e crimes. Por isso a Educação nunca deve parar, devemos estudar a vida toda, não na Escola somente, mas no trabalho, na Igreja, no clube social, na casa de nossos pais, de nossos romances e de nossos filhos, de nossos parentes, devemos continuar o debate acadêmico e ler a vida toda, a informação deve ser direito de todos, ela deve ser consciente e justa, não manipuladora, devemos ter o direito de ter acesso a internet e aos mass mídia para nos atualizarmos constantemente, pois nossa consciência se atualiza constantemente, visto que está em constante movimento e transformação momento-a-momento, a consciência deve ser direito de todos assim como a Educação que tudo resolve. A Educação melhora nossos afetos e estados de consciência em meio aos rituais de iniciação e de passagem na e da Escola.
            Assim o trabalho, a economia e a globalização, inclusive o drama das Biografias levam a adaptação e a  transcendência que é o produto final dos ritos de iniciação  e  de passagem na e da Escola durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, que favoreceu ao surgimento dos modos de lidar com a miséria como a caridade e o trabalho, a exploração e o abuso, mas também a violência, os crimes, as guerras, os holocaustos, as barbáries, as tragédias, as catástrofes, as degradações, os vandalismos, os protestos e movimentos hediondos,  as difamações, as distorções, os vandalismos, as agressões, as explosões e propagações de doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psicológicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais que somente a Educação e o Amor de Deus que tem lugar em nosso sentimento de renascimento para existir e ter função em nossa luta contra as adversidades contra o meio ambiente.
            Então podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, o conhecimento é o produto dos rituais de iniciação e de passagem da e na Escola e assim continuamos por toda a vida criando e gerando o conhecimento como o de poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida.
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos isto aos rituais de iniciação e de passagem da e na Escola série após série, ou ano escolar após ano escolar, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização. Nossa História carrega em si toda a Nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Nossos Heróis obedecem uma seqüência evolutiva de estágios, são eles:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver

Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente! Já podemos provar da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver através da Escola e da Educação.
         A Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem social; e a vida e a paz. A Evolução nos ensina regras ou contingências! A Evolução tem objetivos e ensinamentos! A Evolução não tem pressa!  
           A Evolução pode ser ainda individual ou coletiva. A Evolução individual é libertadora e inovadora, e a Evolução coletiva é aprisionadora e conservadora. A Evolução caminha lentamente através da liberdade e do aprisionamento, da inovação e do conservadorismo. A vida coletiva dura mais do que a vida individual em função disto é que a Evolução não tem pressa e caminha lentamente. Querendo ou não estamos evoluindo! Desejando ou não estamos trabalhando, tendo relações econômicas e globalizadoras em função de nossas descobertas e do avanço Científico e Tecnológico, e do crescimento da população mundial – a Evolução educa e preserva a Educação e o ensino, a aprendizagem e as descobertas individuais, sociais e coletivas – estamos sendo Educados a vida inteira -  a Educação não termina, não tem fim e a Evolução também! Evoluir pode ser também se Educar que é aprender a conviver! A Evolução leva a convivência! Para conviver dependemos de nossa carga filogenética, ontogenética e cultural! A Evolução faz evoluir a espécie, o indivíduo e a cultura ou sociedade, ela é voltada para a convivência e não para a exclusão! Temos leis que punem discriminadores, racistas e perseguidores! A Evolução é voltada para a convivência e não para a exclusão e discriminação! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização também são voltadas para a convivência e não para a exclusão e discriminação! Exclusão social e discriminação tendem hoje a serem crimes no Brasil e no mundo! A Evolução do trabalho, da economia e da globalização dependem e caminham a passos mais rápidos do que aos da filogênese e da ontogênese, a Cultura evolui mais rápido entre os Humanos! Estamos caminhando rapidamente para a união e para os fenômenos positivos da globalização como a integração, a derrubada de fronteiras, a educação, a economia, a tecnologia, o consumo, a informação, a liberdade e a política! A Evolução caminha lentamente como caminha lentamente a Evolução dos nossos rituais de iniciação e de passagem na Escola e na Educação.  A Evolução cultural produz política e depende hoje da política para se governar e se sustentar, política é a arte de bem-governar! Bem-governar é poder ter e poder oferecer Saúde, Educação, Trabalho, Liberdade, Lazer, Locomoção e Ir-e-vir, Política, Vida, Propriedade Intelectual e Propriedade Material, Religião, Alimentação e Água, Renda, Teto, Vestimenta, Afetividade, Cultura, Sexualidade, Família, Transporte, Saneamento, Segurança e Justiça como Direitos básicos a população se houvesse uma Reforma Política no Brasil!
            A Evolução cultural depende da Educação que promove o  bem-estar e a convivência entre as diferenças e igualdades, a Educação pode ser Bancária que é depositária do saber e inquestionável; Educação Libertadora que é livre onde o saber é construído com a participação do aluno ativamente; e a Educação Dessensibilizadora Contexual onde aprendemos a não nos prendermos mais ao saber dessensibilizando-o e compreendendo-o como fenômeno do Contexto, de sua época sócio-histórica deixando ele passar através de seu conhecimento causando conhecimento mas não sensibilizando o aluno a mover-se por ideologias.
            O Trabalho, a Economia e a Globalização podem assim ser Bancárias, Libertadoras e/ou Dessensibilizadoras Contextuais. O Homem trabalha para ter economia, guardá-la, compreendê-la e depois livrar-se dela através de seus rituais educativos de iniciação e de passagem na Escola e fora da Escola trabalhando assim suas regras oriundas da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
O indivíduo é Concebido e Vive (A Concepção e o Herói: vive fantasticamente aprendendo a aprender mesmo sem ter aprendido a aprender, vive instintivamente desde a concepção com sua mãe na vida intra-uterina), se Encontra com a Deusa (Se Relaciona com sua Mãe), tem Sua Relação com o Pai (Aprende a Viver com o Pai), tem A Magia nas Decisões (Aprende conhecimento nas Escolas), e tem A Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Compreende o Valor de sua Vida e o de seu Mundo) – esta última fase só é alcançada por meio de regras de auto-conhecimento ou por meio de experiências culminantes e de deleite e deslumbramento intensos, pois a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis é intensa, inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias!




Osny Mattanó Júnior
Londrina, 07 de junho de 2016.




















  1. Psicologia Humanista



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  -
Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria
formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor,
República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um
grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando
em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a
analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem
sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir
que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando
conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de
psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava
cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último
dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.



Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um
dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta
para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a
encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer
rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First
National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo
discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor,
diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios
em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola,
Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell,
com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império
Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria
declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park
em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da
Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos
dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando
sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando
entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele,
nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal
personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império
britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos,
segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1)      A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do
que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais
amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito
que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia
sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a
vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente
contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no
Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua
participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com
os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até
hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os
escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal
de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e
determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música
gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e
especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para
milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em
Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e
transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política,
enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a
roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por
defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e
perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio
só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais
jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo
enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha
vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no
Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado,
durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul
de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos
sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam
a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num
boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do
apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que
apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas
aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado
Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul
africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado
à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a
liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro
presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da
qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de
diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do
presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que
ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
      Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!

A incapacidade de transcender advinda das guerras, crimes e violências dos
eventos que repercutem falta de paz em nosso interior e em nossas sociedades estão ligados as deficiências em nossos trabalhos, ofícios e profissões, como no que geram como a economia e a globalização da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e da liberdade, inclusive o drama das Biografias, à incapacidade de satisfazer nossas necessidades e de nos adaptarmos, fazendo dos nossos rituais de iniciação e de passagem verdadeiros fracassos e frustrações que daí nos tornamos destrutivos e auto-destrutivos com problemas adaptativos em aceitar as diferenças, a liberdade e a capacidade de criação e independência com privacidade e autonomia, livre-arbítrio, naturalidade e simplicidade, trabalho e percepção objetiva da realidade impulsionando as experiências místicas e culminantes, êxtase e deleite intensos, afeição e empatia para com a humanidade, resistência ao conformismo e um elevado grau de interesse social numa relação destrutiva com a Trajetória da Vida e dos Heróis e nos vencendo as capacidades nossos Monstros . Não aceitar e não saber lidar com o luto no trabalho, com as perdas, com as dívidas e com as conseqüências pós-morte da globalização, através dos nossos rituais e de nossos Monstros, como o luto ligado a economia (parar de gastar ou se fechar e economizar), a tecnologia (se abrir ou se fechar as tecnologias), ao consumo (se abrir ou se trancar ao consumo) e ao da informação (se isolar ou se abrir para o mundo de relações e informações) é problema adaptativo oriundo dos processos do consolo da singular dificuldade em se aceitar e às suas necessidades, sejam fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de auto-realização. A cada necessidade mal elaborada pelo sujeito e pela sociedade aparece a indecência reorganizada e transformada em decência através da convivência, da paz e do amor, da naturalidade e simplicidade, do trabalho (como dos profissionais da saúde, educação, política, artes, etc.), da percepção objetiva da realidade, da afeição e da empatia por toda a humanidade, a decência é aqui ritualizada na Trajetória da Vida  e dos Heróis. Assim o consolo e o luto vão sendo organizados e reorganizados através da indecência e da decência que permite ao sujeito convivência, paz, amor, naturalidade, simplicidade, trabalho, objetividade, afeição, empatia pela humanidade, ou seja, um retorno a vida saudável e assim à auto-realização. Assim lidamos com o consolo, o luto, (a terminalidade) e a adaptação, e agora também com a memória, a economia e a globalização através de ritos e de nossos Heróis. A adaptação que é memória pois não existe memória mas sim somente adaptação, isto evoca a transcendência, trabalho, economia, e globalização. Assim lidamos com o sofrimento das guerras e buscamos paz e contentamento para superar nossos erros e fracassos humanos e pessoais, nossas tragédias existenciais para sempre lembradas em processos adaptativos mas que não sei porque teimamos em alguns períodos da história esquecer, em começar outras guerras e depois lamentar e começar a chorar e a pedir desculpas não sei por quê, a história sempre revela que toda guerra poderia ter sido evitada, a Educação tudo resolve!
Não aceitar as diferenças no trabalho, na economia, não tolerar erros se necessário, e na globalização ou seja, nossos Monstros é cortar uma das veias do coração humano e deixar sangrar até o morte das diferenças ou Monstros, é dar um tiro num animal, seja perigoso ou não, depende de como o entendemos e de como lidamos em relação a ele e a nós mesmos, com ou sem segurança e o porquê dessa atitude segura ou destrutiva, amável ou hostil? Saber lidar com as diferenças ou Monstros é aceitar a liberdade e a individualidade e sua capacidade de criação e independência com privacidade e autonomia, livre-arbítrio, agindo com naturalidade e simplicidade, e tendo capacidade para algum tipo de trabalho com uma percepção objetiva da realidade levando-o a experiências místicas e culminantes, êxtase e deleite intensos, com afeição e empatia pela humanidade, apresentando resistência ao conformismo e alto grau de interesse social. Saber lidar com os nossos Monstros nos ajuda a lidar com a Trajetória dos Heróis, ela:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver

No final da Trajetória dos Heróis alcançamos nossa Liberdade. 
     Não aceitar e não saber lidar com as diferenças ou Monstros é não aceitar e não lidar com nossas próprias necessidades e liberdades, sejam fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de auto-realização.
    A auto-realização é a plena Educação. A auto-realização é saber o que você mesmo pensa, sente, fala, mostra, ouve, vê e faz, é ser Educado para os rituais e pelos rituais de iniciação e de passagem para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
   Quando falamos de auto-atualização também falamos de adaptação e assim de transcendência e de memória e meios de lidar com regras e rituais ligados a miséria como a caridade e o trabalho, o lucro, a exploração, o abuso, a violência, o controle, o mercado, as guerras, os conflitos, os horrores, as tragédias, as brigas, as perdas, os crimes, etc., para evocar a Educação e o Amor Fraterno de Deus e assim nosso sentimento de renascimento. A Educação prepara o indivíduo para o trabalho e para a economia e a globalização, inclusive para o drama das Biografias. A Educação prepara o indivíduo para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, pois nascemos num mundo já Educado ou que já existe com modelos de Educação que serão internalizados.    
Então podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da Adaptação e assim ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal!
Precisamos incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver! Não precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização! Eu escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
O Homem Trabalha e Economiza para satisfazer suas necessidades, sejam fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade), de pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de auto-realização através de ritos para sua Educação já pronta e para se fazer durante sua Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
O Homem busca sua auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver) satisfazendo suas necessidades anteriores, elas, fisiológicas (a Concepção e o Herói), de garantia (as Forças se Unem para o Bem-aventurado), de pertinência e de amor (o Encontro com a Deusa), de estima dos outros e de si mesmo (a Apoteose), e de auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver), inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias. 



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 07 de junho de 2016.





























  1. Psicologia da Personalidade


A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!


Esta abordagem entende que os rituais de iniciação e de passagem e a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis, a adaptação e a transcendência oriundos das relações
em tempos de guerras e de paz e a memória que por sua vez repercute como adaptação,  e atividades de trabalho, economia e de globalização, inclusive o drama das Biografias, podem serem fruto de uma relação mãe e filho se ela, sua mãe, não satisfazer a necessidade de amor de seu filho pela sua tendência inata para atualizar as suas capacidades e potencialidades do seu eu, gerando auto-atualização, então pode gerar sofrimento durante a etapa de adaptação no sofrimento durante as perdas. Está má relação pode originar conseqüências ruins para a auto-atualização assim para o seu modo de lidar ritualmente com o luto e com a formação do próprio luto, com nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos  Heróis, por exemplo em guerras e más memórias, ou seja, má adaptação fisiológica, morfológica  e/ou comportamental no trabalho, nas relações econômicas e com a economia e na globalização da tecnologia, da economia, da informação, do consumo e da liberdade. A tendência inata para a auto-atualização deixa o indivíduo capaz de dominar seu luto em seus relacionamentos gerando paz e um alto grau de saúde psicológica através de seu pleno funcionamento mental deixando-o em pleno funcionamento mental para o trabalho, a economia e a globalização. Esta capacidade permite toda e qualquer experiência seguindo seus próprios instintos e não pelas opiniões e vontades dos outros com liberdade de pensamento e um alto grau de criatividade dominando seu sofrimento e luto e assim sendo adaptado e justo consigo mesmo, oferecendo ao indivíduo o mais alto grau de saúde psicológica, a auto-atualização. Assim a Educação com seus rituais de iniciação e de passagem ajuda a levar a auto-atualização pois com uma boa relação entre mãe e filho tudo fica melhor para o futuro das crianças, havendo então paz e contentamento, produzindo boa adaptação que é assim também boa memória já que não existe memória, apenas adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental.
     Pela nossa tendência inata para atualizar as nossas capacidades e potencialidades do eu se dá a auto-atualização que pode ser prejudicada pelas experiências infantis se suas experiências com sua mãe não satisfazer sua necessidade de amor pela estima positiva entre mãe-filho e pela aprendizagem oriunda das relações com sua mãe e de outras relações limitando-a a possíveis Monstros como o bullying sexual, moral ou psicológico dentre outras formas de violência e agressão como a física e social no trabalho, nas relações econômicas e na globalização, inclusive no drama das Biografias, assim, favorecendo o desrespeito as incolumidades corporal, pessoal, patrimonial e da vida pública, e delinqüência podendo se transformar num criminoso ou ensimesmado.
     A tendência inata para a auto-atualização permite ao sujeito dominar seus Monstros internos e relacionados as relações sociais conduzindo-o a paz e equilíbrio num alto grau de saúde psicológica pelo pleno funcionamento de sua mente no trabalho, na economia e na globalização, inclusive no drama das Biografias. Serão assim abertos a toda e qualquer experiência, viverão plenamente cada momento de suas vidas, guiar-se-ão pelos seus próprios instintos e não pelas opiniões e vontades dos outros, terão liberdade de pensamento e a um alto grau de criatividade assujeitando-os ao domínio dos seus Monstros biológicos, psicológicos, sociológicos, filosóficos e/ou espirituais com satisfatória adaptação e boa memória.
     A tendência inata satisfeita permite a auto-atualização reforçada pela Educação que deste modo assegura a segurança e a paz no mundo e nas regiões do mundo, graças a boa relação entre mãe e filho e a auto-atualização, enfim a Educação que tudo resolve. A Educação nos educa para o trabalho, para a economia e para a globalização. A Educação nos educa para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Trajetória dos Heróis é a seguinte:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver
     A auto-atualização só é alcançada com a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, ela é fruto da Educação etapa-a-etapa, desde a Concepção e o Herói até a última já citada anteriormente.
     A Educação é assim um conjunto de ritos de iniciação e de passagem,  frutos da adaptação que evocam transcendência para lidarmos com as misérias com a caridade e o trabalho, e também com seus desenvolvimentos, o abuso, a exploração, a violência, os crimes, as guerras, os holocaustos, as barbaridades, as crueldades, as insanidades, as doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais, as tragédias, os conflitos, as perdas, etc., deste modo abordamos o Amor de Deus e o nosso sentimento de renascimento que nos faz renascer e enfrentar tudo de novo, cada problema e superar momento-a-momento problema-a-problema como os sexuais, os morais, os mentais, os físicos, etc., para alcançarmos a auto-atualização diante da Trajetória dos Heróis.
Então podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da auto-atualização e da  Adaptação e assim ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o  Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! A auto-atualização pode nos Salvar!
O Homem Trabalha pois é Educado e é através da Educação que atinge a auto-atualização e assim o pleno funcionamento mental no Trabalho, na Economia e na Globalização através dos ritos de sua sociedade.
O Homem trabalha para garantir sua Educação e sua auto-atualização econômica, ou seja, permitir que sua tendência inata para a auto-atualização leve-o a relações sociais de paz e de equilíbrio com um alto grau de saúde psicológica pelo seu pleno funcionamento mental no trabalho, na economia e na globalização, ficando abertos a toda e qualquer experiência, a cada momento de suas vidas, aos seus próprios instintos e não às opiniões e vontades dos outros, terão liberdade de pensamento e um alto grau de criatividade dominando seus Monstros a ponto de vencê-los com a força de seus Heróis durante sua Trajetória dos Heróis a fim de que encontre a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e viva assim sua auto-atualização, inclusive para desfrutar do drama das Biografias.



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 07 de junho de 2016.














  1. Cognitivismo



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!

Os ritos do trabalho, da economia e da globalização da economia, da tecnologia,
do consumo, da informação e da liberdade, inclusive do drama das Biografias que fazem parte dos processos da adaptação e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, segundo o Cognitivismo de Mattanó que apresenta-se primeiro no período Sensório-Motor (0 a 2 anos) onde a a criança se integra com ambiente pela imitação das regras e assim, mesmo que compreenda algumas palavras no final deste período só será capaz da fala imitativa, deste modo seu comportamento e sua adaptação as conseqüências apresentar-se-ão pela imitação, seu contentamento poderá ser seu primeiro episódio manifesto de transcendência, através dos seus Heróis ela adquirirá a fala imitativa. No período Pré-Operatório (2 a 7 anos) acontece o aparecimento da linguagem e assim modificações nas aspectos intelectual, afetivo e social da criança, o pensamento se acelera, surgem sentimentos inter-individuais como o respeito pelos que julga seus superiores, um misto de amor e temor, a moral da obediência, deste jeito o sofrimento e o contentamento, o trabalho e a economia e a globalização já fazem significado e sentido, estará a aprender o seus conceitos que  se modificam através da obediência, a obediência, o respeito e o amor trazem parte da transcendência que ficarão marcados em sua memória, ou seja, em sua adaptação, através de seus ritos com a linguagem e intelectualidade, afetividade e vida social ela experimentará sentimentos inter-individuais e compreenderá  a obediência, a obediência é fundamental para a prática dos ritos e dos Heróis. No período de Operações Concretas (dos 7 aos 11 anos) onde a criança começa a usar a lógica e o raciocínio de modo elementar, o sofrimento e o contentamento se dão de  modo lógico e elementar,  a transcendência depende agora do raciocínio lógico e elementar, haverá aqui não somente significado, sentido mas também  conceito de trabalho, economia e globalização para a criança, seus Heróis adquirem elementos e lógica, raciocínio, seus ritos também, inclusive o drama das Biografias, o domínio completo se dá no último estágio, o de Operações Formais (após os 12 anos), aqui o sofrimento e o contentamento, o trabalho, a economia e a globalização tornam-se hipotéticos-dedutivos, a transcendência aplica-se hipotética-dedutivamente, seus Heróis tornam-se hipóteses e deduções, abstrações, e seus rituais também. Pode-se dizer que após os 12 anos surge o pensamento hipotético-dedutivo, que lhe proporciona ser capaz de deduzir as conclusões de puras hipóteses e não apenas da observação real compreendendo seus problemas e os dos outros como a indecência sexual, moral, mental, física, social e/ou pública, coisas objetivas e subjetivas, inclusive o drama das Biografias, porém após os 60 anos de idade o indivíduo poderá começar a apresentar demência e outras doenças que diminuirão sua capacidade hipotética-dedutiva surgindo novos e velhos problemas ligados à decadência física, mental, moral, sexual, social e pública, a transcendência decai cognitivamente, seus Heróis são afetados pela decadência e pela generosidade, seus rituais também, inclusive o drama das Biografias. Assim a indecência liga-se ao fato de o sujeito descobrir em si à capacidade hipotética-dedutiva e fazer mal uso dela, por exemplo como bullying ou incentivo de violência como o bulling na escola, na igreja, no trabalho, na política, na família, nas amizades, etc.. Deste modo finalizo que pode haver uma nova fase Cognitiva da 3ª Idade onde decaem suas forças físicas e intelectuais, sendo contudo mais vítima do que agressor por causa da demência e decadência existencial, aqui  o sofrimento e o contentamento, o trabalho, a economia e a globalização podem reencontrar a demência. Devemos entender ainda que haja diferenças entre bullying e demência ou alienação mental, no bullying a pessoa é consciente e na demência e alienação mental a pessoa é incapaz de lidar com seu mundo adequadamente e por isso deve ser protegida pelo Estado, pela sociedade e pela família. A demência e alienação mental podem ocorrer em qualquer fase cognitiva, desde bebê até a morte, devo salientar isto. Assim o rito onde há sofrimento e o contentamento é imitativo no primeiro período, depois surgem sentimento inter-individuais e de respeito e de obediência, depois no terceiro período a criança usa a lógica e o raciocínio para elaborar o sofrimento e o contentamento e adaptação, depois  é capaz de efetuar conclusões de puras hipóteses que lhe permitam elaborar o luto e finalmente na 3ª Idade na demência e da decadência e/ou na alienação a pessoa perde ou começa a perder contato com a realidade objetiva, ou seja, com o mundo real, sua cognição se volta para a demência, decadência, alienação e confusão mental e morte. Contudo não estamos a salvo dos Monstros, enfim... Nestas últimas Fases Cognitivas ficarão as informações marcadas na memória e assim será a sua adaptação de 3 formas: fisiológica, morfológica e comportamental.
     Os Monstros pelo Cognitivismo emergem durante o desenvolvimento infantil em processos cognitivos apresentados em estágios:
     1º) Inteligência sensório-motora (0 aos 18 meses): pela natureza da sua intelectualidade ser sensorial e motora e a sua linguagem ser imitativa no final deste estágio, a criança processará seus Monstros sensorialmente e motoramente pela inteligência que é anterior a linguagem e independe dela mostrando-se ser imitativa a linguagem e talvez a inteligência até o final deste estágio, assim ela depende da imitação, da atenção, da discriminação e das ordens emitidas pelos seus cuidadores a ela, recurso para lidar com seus Monstros como o egocentrismo e por se desenvolver através do processo desconhecer-se conhecer-se gradualmente pela inteligência sensório-motora imitativa. Seus Monstros são a fome, a sede, a higiene, os cuidados maternos, os sons do ambiente externo e os que emite vocalmente chorando, balbuciando, gritando, imitando, o calor, o frio, a dor, a sua afetividade, o seu mundo psíquico e relacional intra-objetalmente e extra-objetalmente, estes são seus principais Monstros deste estágio. Neste estágio não existem Monstros ligados ao trabalho, a economia e a globalização, inclusive ao drama das Biografias pois a criança depende totalmente dos pais.
     2º) Inteligência intuitiva ou pré-operacional (dos 2 aos 6 anos): aparece neste estágio a capacidade simbólica (imagens ou palavras) que representam o não-presente, surgindo então imagens ou palavras que se causarem desiquilíbrio cognitivo serão Monstros. Outros Monstros estarão associados ao egocentrismo, a centralização, ao animismo, ao realismo nominal, aos problemas com a classificação, a inclusão de classe e a seriação apresentando dificuldades e incapacidades que a levarão ao encontro de outros Monstros como a incapacidade de se colocar noutro ponto de vista, de relacionar diferentes aspectos de uma situação, de atribuir vida aos objetos, de pensar que o nome faz parte do objeto, dos problemas de agrupamento com base no tamanho, forma ou cor, da dificuldade de entender que uma coisa pode pertencer a outra coisa, e das dificuldades de ordenação e seriação. Cada problema destes pode ser um Monstro se a criança não se desenvolver adequadamente até o próximo estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada pela Adaptação Pré-operacional. Começam a surgir os primeiros Monstros ligados ao trabalho, a economia e a globalização de modo significado  e sentido e não como conceitos, inclusive ao drama das Biografias.
     3º) Operações concretas (dos 7 aos 11 anos): os Monstros tornam-se menores pois a criança consegue usar a lógica e o raciocínio de modo elementar, mas só a objetos concretos. Compreende quantidades, inclusão de classe e termos de relação como maior, menor, direita, esquerda, mais alto, mais largo, etc.. Os Monstros começam a serem dominados até o último estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada pela Adaptação Concreta. Os Monstros são menores pois passam a serem conceituados, eles ligados ao trabalho, a economia e a globalização, inclusive ao drama das Biografias.
     4º) Operações formais (após os 12 anos): com o pensamento hipotético-dedutivo será capaz de deduzir as conclusões de puras hipóteses e não apenas e através da observação real compreendendo os seus Monstros e os dos outros seres humanos e coisas do mundo objetivo e subjetivo até o fim da vida.  A memória já é  parte da Adaptação Formal. Seus Monstros serão suas hipóteses e suas deduções como significados e sentidos até que encontrem os conceitos e deixem de serem Monstros, inclusive o drama das Biografias.
     5º) Operações finais (após os 60 anos): que apresentará em casos processos de demência ou outras doenças que tornarão difícil a vida hipotética-dedutiva onde surgirão velhos e novos Monstros como a decadência física, mental e social. A memória enfrenta os processos das Operações Finais com decadência e demência afetando a Adaptação Final, inclusive o drama das Biografias.
     A Educação devemos lembrar tudo resolve, seja nossos Monstros, seja nossas guerras, sejas nossos problemas cognitivos – a Educação tudo resolve! A Educação prepara para o Trabalho, para a Economia e para a Globalização, inclusive para o drama das Biografias. A Educação cria e mantêm e pode modificar nossos rituais de iniciação e de passagem e assim nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
     A Trajetória dos Heróis é assim seguida:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver
     A  Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver é o objetivo final da evolução cognitiva, ela só vem através da Educação.
     A Educação é fruto da adaptação que evoca a transcendência fase-a-fase cognitiva da vida, para lidarmos com as misérias com a caridade e o trabalho e suas conseqüências como a exploração e o abuso, a violência, os crimes e as guerras, os horrores, os holocaustos, as barbáries, os medos, os temores, as doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais para evocarmos a religiosidade e assim Deus e o sentimento de renascimento que nos faz renovar nossas esperanças e modos de vida e termos fé e um olhar para o futuro ou no amanhã, um desejo de cuidar de nossos filhos e assim até o fim!
Então podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber, a Adaptação Cognitiva e assim dos Processos Cognitivos da Adaptação e seus Desenvolvimentos como a fase em que há Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e deste modo a uma Nova Teoria Sobre o Apocalipse, ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o  Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! O Apocalipse trata também do fim da vida pessoal, social  e pública como já sabíamos através da Igreja Católica.
O Homem trabalha para conceituar seus significados e seus sentidos e encontrar a solução para suas hipóteses e deduções, não há provação que dure por tanto tempo, não conseguimos abandonar a nossa Cruz, e assim gerar seus bens, desenvolvido cognitivamente, o que lhe garante a capacidade de formular e descobrir conceitos para suas hipóteses e deduções como esperança de um dia melhor para não desanimar e ter forças para trabalhar. Nosso trabalho obedece a rituais advindos da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, sobre esta última sabemos que começa com A Concepção e o Herói (Inteligência sensório-motora) – O Herói é concebido e vive, e vai prosseguindo para A Travessia: Se Consumir (Inteligência pré-operacional) e (Operações Concretas) – O Herói se descobre e vai se descobrindo, até chegar a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Operações Formais) e (Operações Finais) – O Herói aprende a especular, a tirar conclusões de puras hipóteses e no fim de sua vida torna-se generoso e depois decai com suas forças físicas e psíquicas, com sua demência e sua Crise Final, porém pode haver diferenças entre os tipos de pessoas e de personalidades, resistindo assim o Herói a ação do tempo, inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias. 



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 07 de junho de 2016.




























  1. Fenomenologia



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!

Segundo a Fenomenologia os rituais de iniciação e de passagem para o ingresso  no
trabalho propiciam a geração de economia e a globalização da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e da liberdade, inclusive o drama das Biografias que  provêem da adaptação que implica em memória, pois é a própria memória em si e assim esta na existência e nas essências. É pelo ritual da  existência e das essências que se dá a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis de cada um de nós. Pela existência a transcendência oriunda da memória durante o processo de adaptação ao trabalho, a economia e a globalização são  fenômenos como consciência de alguma coisa e pelas essências as abstrações como conhecimentos não factuais, coisas inacabadas que se valorizam, enriquecem e se modificam. A existência pode criar a dor  e nas essências as domesticamos e modificamos de modo as enriquecermos o sujeito ou faze-lo se perder em si mesmo tornando-se ruminante e sofredor durante o luto que pode prolongar-se se mal elaborado durante as perdas na insalubridade e no  mal-estar no e do trabalho. A saúde depende de como abstraímos e nos enriquecemos  através das essências durante os ganhos o bem-estar e saúde-mental no trabalho e na economia, também na globalização. As abstrações podem gerar o bem ou o mal, a vida ou a destruição do indivíduo, grupo ou espécie, toda a civilização e humanidade, pondo fim a nossa história, depende muito disto de como lidamos com a dor do luto criada pela existência que abarca o natural, o artificial, o biológico, o psicológico, o social, o filosófico e/ou o espiritual e a essência, para finalizar, desfruta destes meios como fins inacabados em nossa adaptação.
     A Fenomenologia vê Monstros na existência e nas essências, no ritual do trabalho, na economia, na globalização, inclusive no drama das Biografias, assim na nossa adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental e nas memórias. Na existência há apenas o Monstro como fenômeno, como consciência de alguma coisa, e nas essências como Monstros, abstrações, conhecimentos não factuais, coisas inacabadas que se enriquecem e se modificam como adaptação e memória; se a existência pode criar o Monstro é na essência que eles são domesticados e modificados de maneira a enriquecer o indivíduo ou  a fazê-lo se tornar um agressor ou doente. O fato pode gerar abstrações para o bem ou mal, vida ou destruição do indivíduo, da espécie ou do grupo onde vive, seja também no trabalho, na economia ou na globalização, bem como de toda a civilização e humanidade, acabando com a nossa história. A existência abrange o natural, o artificial,  o biológico, o psicológico, o social, o filosófico e/ou o espiritual e a essência desfruta destes meios como fins inacabados.
     A existência como o natural vê na Educação a consciência e nas discussões e debates ou enriquecimentos teóricos a essência para a solução de nossos problemas pequenos ou grandes como as guerras, as violências, os holocaustos e os crimes contra a humanidade – a Educação tudo resolve, inclusive o drama das Biografias! A existência é o ritual e a essência seu saber e solução!
     A adaptação é a existência assim é ritual como a transcendência também o é, já as misérias, a caridade e o trabalho e seus frutos como a exploração, o abuso, a violência, os crimes, a crueldades, as guerras, as doenças propagas por meios biológicos, ecológicos, físicos, químicos, psíquicos, sociais, filosóficos e/ou espirituais, etc., são essências assim como a Educação e seu teor carregado de essências, sabedorias, conhecimentos, teorias e práticas, debates e discussões, exemplos, etc., ensinamentos, que levam ao Amor de Deus, o Amor de Deus brotou da terra que foi semeada e não da terra sem sementes, qual semente? A Educação! A Educação são ensinamentos, podemos renascer como as sementes de Deus por mais pequenas que sejam! Temos o direito de Amar a Deus e de ter o sentimento bio-psicológico e espiritual de renascimento!
Então podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, a sabedoria, ao saber, a solução, a liberdade, ultrapassamos limiares ritualísticamente, teremos o poder  da Adaptação e sobre a Adaptação e assim dos Processos da Adaptação e seus Desenvolvimentos na existência e nas essências e ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o  Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! Com o poder da Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular também que poderíamos criar um Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo quantos podermos e desejarmos através da Física e da Tecnologia, ou da Religião, da  Oração e de Deus, do Poder de Criação de Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os nossos Universos atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso, Purgatório e Inferno e num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de Apocalipse individual, familiar, planetário e Universal e toda esta nova esperança na Crença em Deus e no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por meio não somente da Física e da Religião, mas por outros ainda não descobertos. 
            Vemos que o homem trabalha para sua existência e tem sua economia e a globalização como essências da existência do trabalho. Pois todo trabalho gera e produz bens e serviços, ou assim, essências que nos servem a economia ou a atividade de economizar e de gastar ou de usar e não usar. A existência faz o homem trabalhar e as essências produzir e economizar e usufruir para a manutenção da existência do trabalho. O Trabalho é um ritual, uma existência e seus frutos,  ganhos e perdas durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis  são as essências. A Trajetória dos Heróis obedece a seguinte característica:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver
         A existência começa com a Concepção e o Herói e vai prosseguindo essência-a-essência de modo a enriquecer suas essências, são de  fato essências que alcançarão a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, a última essência da Trajetória do Herói, inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias.




Osny Mattanó Júnior
Londrina, 08 de junho de 2016.









  1. Psicologia da Espécie



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!

Os rituais de iniciação e de passagem, a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, o trabalho, a economia e a produção de bens e de serviços geram também a globalização da economia, da tecnologia, do consumo e da informação, senão também da liberdade, inclusive o drama das Biografias, agora pertencem aos símbolos pela formação dos nossos inconscientes, da Espécie, do Indivíduo e do Grupo, deste modo também a memória. Essa manifestação comportamental esta em nossos inconscientes e estes regulam e ordenam nossas atividades e relações com outras pessoas, seres e coisas ou objetos de desejo através da adaptação.
            A Seleção Natural, o organismo e a adaptação física tem impacto físico, mental e social. O condicionamento operante, a pessoa e a adaptação às conseqüências implicam em sofrimento ou prazer. O comportamento social, a existência do eu e a adaptação contextual também geram sofrimento por serem coisas de grande esforço e alto grau de afetividade, assim de indecência e/ou decência. Estes são nossos problemas filogenéticos, ontogenéticos e/ou culturais, todos através dos inconscientes da Espécie, do Indivíduo e/ou do Grupo relacionam aspectos de decência (amor) e de indecência (ódio) e assim Amor sexual, à união e à sabedoria, e Ódio sexual, à união e à sabedoria, tanto o Amor quanto o Ódio são ritualizados e passam por estágios de iniciação e de passagem. Estes elementos trazem, fazem desfazem prazer e o sofrimento dialéticamente em nossos inconscientes se declaramos paz ou guerra, amor ou ódio, vida ou morte, proteção ou destruição, trabalho ou preguiça ou descanso, economia ou gastos, globalização ou particularização a eles e aos modos de se relacionar com eles. Deste modo lidamos com nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e com o sofrimento e o contentamento durante nossa vida enquanto espécie, indivíduo e grupo. Cada forma de adaptação evoca a transcendência e assim a superação das adversidades do meio ambiente influenciando nossos processos da memória.           
     Os Monstros no trabalho, na preguiça ou no descanso, na economia ou nos gastos, na globalização ou na particularização ou isolamento, inclusive no drama das Biografias agora pertencem aos símbolos (imagens visuais através dos olhos, do tato, da gustação, do calor, do frio, da pressão, do apetite, das necessidades de descarga, higiene, segurança, amor, atividade, das palavras escritas, faladas, cantadas, lidas ou pensadas, palavras reais e/ou residuais) pela formação dos nossos inconscientes, da Espécie, do Indivíduo e do Grupo. Os símbolos pertencem a adaptação e a memória.
     Os símbolos Monstros são produto da filogênese (da Seleção Natural, do Organismo, da Adaptação física), da ontogênese (do Condicionamento operante, da Pessoa, da Adaptação conseqüêncial) e da cultura (do Comportamento social, da Existência do eu, da Adaptação contextual). Os Monstros são produtos da transcendência para que possamos evoluir sempre e continuar evoluindo. A Transcendência depende da adaptação e da memória.
     Os Monstros povoam nossos inconscientes e estes regulam e organizam nossas vidas e relações com outras pessoas, seres e coisas ou objetos de desejo como no e o trabalho, a economia e a globalização, inclusive o drama das Biografias.
     A Seleção Natural, o organismo e a adaptação física são coisas monstruosas de impacto biológico, mental e social. O condicionamento operante, a pessoa e a adaptação às conseqüências também são coisas difíceis e monstruosas. E o comportamento social, a existência do eu e a adaptação contextual também geram sofrimento e assim é coisa monstruosa. Estes são os nossos Monstros devido ao Amor sexual, à união e à sabedoria, e ao Ódio sexual, à união e à sabedoria no trabalho, na preguiça ou no descanso, na economia ou nos gastos, na globalização ou na particularização ou no isolamento. Coisas que trazem, fazem e desfazem Monstros em nossos inconscientes se declaramos paz ou guerra a eles e aos modos de se relacionar com eles.
           Para enfrentarmos nossos Monstros temos nossos Heróis que atuam seguindo uma Trajetória:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver
           Nossos Heróis nos trazem a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver através da Educação face aos nossos rituais de iniciação e de passagem!
     A Educação tudo resolve! Seja nossos Monstros ou nossos símbolos pela
formação de nossos inconscientes pelo Amor ou Ódio! O Ódio manifesta-se através da violência.ue pertencem aos sa nossos azdeou grandes como aqueles que trazem e aqueles que n A violência manifesta-se através da agressividade para destruir ou matar outros seres vivos, outros grupos e/ou outras sabedorias, seja no trabalho, na economia ou na globalização. Ela se manifesta pelo Inconsciente da Espécie com seus impulsos animais/à vida e esquemas motores inatos que manifestam o Inconsciente sensual com seus impulsos sensuais e organizacionais. O Inconsciente da Espécie também leva ao Inconsciente Organizacional e assim à Cultura, à Filogênese e à Ontogênese. Os modos de dominação surgem com as regras, úteis para a solução de problemas e para a superação de adversidades ambientais, são aprendidas e pertencem ao Inconsciente da Espécie, do Indivíduo e do Grupo, originam-se pela imitação, atenção, discriminação e/ou controle instrucional e servem à genética afetiva-libidinal e à aprendizagem comportamental. As regras permitem e auxiliam na adaptação física, conseqüêncial e contextual, portanto na memória.
         A Educação leva ao entendimento dos processos da transcendência e assim da miséria, da caridade, do trabalho, do abuso, da exploração, das formas de violência e de crimes, de guerras e holocaustos, de tragédias e catástrofes, de agressividade, etc., para que a Educação se perpetue e permita-nos entender o Amor de Deus e o sentimento de renascimento e sua função individual, social, civilizatória, fraterna e humana. A Educação leva a Liberdade!ue pertencem aos sa nossos azdeou grandes como aqueles que trazem e aqueles que n
Então podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber, ao poder sobre si mesmo, ao poder sobre a Adaptação e ao poder da Adaptação e assim dos Processos da Adaptação e seus Desenvolvimentos  e ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até de ETs ou do Demônio que poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o  Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! Contudo através também da Física com o poder da Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular também que poderíamos criar um Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo quantos podermos e desejarmos através da Física e da Tecnologia, ou da Religião, da  Oração e de Deus, do Poder de Criação de Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os nossos Universos atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso, Purgatório e Inferno e num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de Apocalipse individual, familiar, planetário e Universal e toda esta nova esperança na Crença em Deus e no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por meio não somente da Física e da Religião, mas por outros ainda não descobertos. 
          Concluímos que o homem trabalha para manter sua espécie, satisfazer suas necessidades pessoais e criar e reorganizar sua cultura, seja através do Amor ou do Ódio que acaba sendo reorganizado reestruturando a espécie,  o indivíduo e a cultura para ritualizar sua história, sua Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis que o leva desde a Concepção e o Herói (Fase da Iniciação da Vida), demais estágios dos Heróis (Fase das Passagens e dos Processos Monstruosos)  até a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase dos Heróis que Venceram seus Monstros), inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias.



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 08 de junho de 2016.























  1. Psicobiologia



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!

Ao falarmos de Psicobiologia falamos naturalmente da adaptação de natureza
morfológica, fisiológica e/ou comportamental, fecundo campo para investigarmos vinculadamante as bases sensoriais da percepção, o pensamento, os estados de consciência e a linguagem, e agora também do trabalho, da economia e da globalização, inclusive o drama das Biografias, pois se falamos de trabalho e de seus eventos falamos da adaptação e evocamos a transcendência, falamos também de seus rituais de iniciação e de passagem e da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
      As bases sensoriais da percepção integram as informações, reconhece-as e as interpretam dando origem e/ou combate aos problemas ligados ao prazer e ao desprazer no trabalho, na economia e nos gastos, e na globalização da economia, da informação, da tecnologia e do consumo, inclusive o drama das Biografias, como as representações mentais, significados, sentidos, conceitos ou imagens mentais conseqüênciando-as e formando,  por exemplo, rituais e indivíduos que participam desses ritos e tomando atitudes com o uso da linguagem, problemas grandes ou pequenos desde a formação deste processo já que causam medo, aflição, fome, calor, frio, dor, cansaço, amor, ódio, êxtase, violência, agressividade, hostilidade, paz, alterações morfológicas, alterações fisiológicas como diante do calor ou da luz, alterações comportamentais diante de ameaças e adversidades do meio ambiente.
      O prazer e o desprazer no trabalho, nas relações com a economia e na globalização, inclusive no drama das Biografias aparecem e devemos enfrenta-los com Educação através do nosso desenvolvimento, maturação e amadurecimento mesmo diante de grandes horrores e dificuldades como por exemplo diante dos problemas enfrentados ou obstáculos em nossos rituais de iniciação e de passagem. O processo de adaptação morfológica, fisiológica e/ou comportamental seleciona quem vive e quem morre, seja, biologicamente, psicologicamente, socialmente, filosoficamente e/ou espiritualmente e jamais deixaremos de lidar com a dor e as coisas dela ligadas ou  não ao novo e a novidade através da liberdade filogenética pelo ¨crossing-over¨, liberdade ontogenética pelas nossas escolhas, e liberdade cultural onde nos associamos aos outros neste mundo globalizado e fluindo diferenças como através da linguagem e de seus processos de aquisição como o significado, o sentido e o conceito, também os processos da memória encefálica como as associações do córtex cerebral e as 3 camadas cerebrais e suas informações e como são processadas e armazenadas pela adaptação. A liberdade gera e mantêm o novo e as novidades e o sofrimento como também o elimina ou purifica através das agências de controle e Seleção Natural.
     A Psicobiologia por centrar-se na adaptação; de natureza morfológica, fisiológica e/ou comportamental vê nestes 3 processos o fecundo campo dos nossos Monstros que estão vinculados as bases sensoriais da percepção, com o pensamento, com os estados de consciência e com a linguagem e agora a transcendência, e também a memória no trabalho, na economia e nos gastos, na produção de bens e de serviços, no mercado, na globalização do consumo da economia, da tecnologia, da informação e da liberdade.
     As 3 formas de adaptação dependem e são frutos da Evolução das Espécies e da Seleção Natural onde o mais apto sobrevive e perpetra sua espécie.
     As bases sensoriais da percepção integram as informações, reconhece-as e as interpretam dando origem e/ou enfrentamento aos problemas ligados a percepção como as representações mentais, significados, sentidos, conceitos ou imagens mentais conseqüênciando-os e tomando atitudes diante dos rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, com o uso da linguagem, os problemas que surgem desde o início deste processo são monstruosos pois causam medo, aflição, fome, calor, frio, dor, cansaço, amor e ódio, êxtase, violência, agressividade, hostilidade, alterações morfológicas após a fecundação em meio aos seus processos de meiose e mitose, alterações fisiológicas para enfrentar a luz solar, e alterações comportamentais diante de ameaças ou adversidades ambientais sempre com o auxílio e dependência de nossa memória no trabalho, na economia e na globalização.
     Os Monstros podem ser muitos em nossos ritos mas os nossos recursos para enfrentá-los durante nosso desenvolvimento, maturação e amadurecimento nos favorecem a sermos vitoriosos mesmo em meio a grandes horrores, calamidades e holocaustos onde sucumbimos como humanos e sociais por natureza. Contudo o processo de adaptação morfológica, fisiológica e/ou comportamental seleciona quem vive e quem morre, seja biologicamente, psicologicamente, sociologicamente, filosoficamente e/ou espiritualmente e a vida continua gerando coisas novas como a liberdade de consumo, de informação, de economia, de tecnologia, de linguagem, de escolhas profissionais, de relacionamentos afetivos, de religião, de vida sexual, de competição ou concorrência (não somos mais obrigados a nos matarmos para fazer sexo e perpetrar nossa espécie), liberdade filogenética pelo ¨crossing-over¨, liberdade ontogenética pelas nossas escolhas, e liberdade cultural onde nos associamos aos outros sem sermos obrigados como antigamente. A adaptação comportamental evoca a transcendência e produz comportamentos e estímulos que fazem emergir comportamentos que se encadeiam assim, da miséria a caridade, ao trabalho, ao abuso, a exploração, a violência, as drogas, a criminalidade, ao roubo, a deturpação, as desrespeito, a tortura, as guerras, ao tráfico de pessoas e de drogas, etc., e assim a Educação e a religiosidade e ao Amor a Deus e de Deus aos Homens e seres vivos e o sentimento de renascimento que só as contingências associadas a religião ou espiritualidade fazem evocar.
   Contudo devemos estar atentos que a Educação é o melhor meio para a adaptação comportamental, fisiológica e morfológica nos tempos de hoje, pois possuímos conhecimento para isto como, por exemplo a Medicina, a Farmácia, a Fisioterapia, a Psicologia, a Psiquiatria, a Neurologia, a Anatomia, etc., que nos permitem trabalhar as 3 formas de adaptação maximizando-as e deste jeito também maximizamos a transcendência e também nossa memória no trabalho, na economia e na globalização para melhor passarmos pelos rituais e iniciação e de passagem, por exemplo nas Escolas, otimizando nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
            A Trajetória dos Heróis tem a seguinte ordem:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver

A Trajetória dos Heróis consuma-se através da Educação.
Então podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, a Liberdade da Adaptação e assim dos Processos da Adaptação e seus Desenvolvimentos, como a fisiológica, a morfológica e a comportamental,  e ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até de ETs ou do Demônio que poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o  Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais!
Contudo através também da Física com o poder da Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular também que poderíamos criar um Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo quantos podermos e desejarmos através da Física e da Tecnologia, ou da Religião, da  Oração e de Deus, do Poder de Criação de Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os nossos Universos atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso, Purgatório e Inferno e num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de Apocalipse individual, familiar, planetário e Universal e toda esta nova esperança na Crença em Deus e no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por meio não somente da Física e da Religião, mas por outros ainda não descobertos.
            O Homem trabalha se adaptando e para se adaptar aos recursos e ao meio ambiente e suas relações como a economia e a globalização através da adaptação fisiológica, morfológica e comportamental. O Trabalho do homem evoca a adaptação e a economia. O Trabalho do  homem compreende desde seus primórdios com os rituais de iniciação e de passagem para a aprendizagem e o ingresso no Trabalho que ritualmente cria, gera, produz, mantêm e consome a Economia evocando desde a sua criação a Adaptação fisiológica, morfológica e comportamental e assim a Economia!
A Adaptação fisiológica, morfológica e comportamental dá início  a Fase da Concepção e o Herói e vai assim evocando mais Adaptação fisiológica, morfológica e comportamental fase-a-fase da Trajetória dos Heróis até a última onde há a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver fase onde há o pleno entendimento e uso da Economia como recurso para Se Viver Livre e Ensinar a Viver Livre, inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias.


Osny Mattanó Júnior
Londrina, 08 de junho de 2016.







  1. Psicologia Sócio-interacionista



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!

Assim sendo esta Psicologia o trabalho, a economia e os seus bens e serviços, o
mercado e a globalização da economia, da tecnologia, do comércio, da informação e da liberdade, inclusive o drama das Biografias geram transcendência e assim é memória por ser adaptação, como também em rituais de iniciação e de passagem associados ao sofrimento e ao contentamento como parte dos crimes contra a humanidade que estão amparados nos meios instrumental, cultural e histórico por causa dos seus Monstros.
      Pelo meio instrumental o sofrimento e o contentamento em processos de transcendência oriundos da adaptação e memória ao e no trabalho, na economia e na globalização, inclusive no drama das Biografias podem estar associados a instrumentos como nossos rituais de iniciação e de passagem onde usamos roupas pretas, caixões, velas, crucifixos que causam e lembram coisas tristes e ligadas a morte – terminalidade – com seus perigos que servem como meios para evocar pensamentos e sentimentos ligados neste caso a terminalidade daqueles que são ou foram ameaça para determinado grupo. 
      Pelo meio cultural o sofrimento e o contentamento em processos de transcendência vinculados a adaptação que por sua vez é memória no trabalho, na economia e na globalização, inclusive no drama das Biografias podem aparecer pela alfabetização e aquisição da linguagem com seu significado, sentido e conceito na Escola onde os alunos passam por rituais de iniciação e de passagem, como exemplo, novamente a terminalidade.
      Pelo meio histórico o sofrimento e o contentamento em processos de transcendência configura-se como adpatação e memória no trabalho, na economia e na globalização, inclusive no drama das Biografias podem ter aparecido em dado momento sócio-histórico e aparecer novamente como a idolatria ou a primitividade em comportamentos anti-sociais em nossos rituais de iniciação e de passagem.
      A história da humanidade e seu desenvolvimento caminham sempre juntos e em contínuo movimento.
      Ainda por tempo o sofrimento e o contentamento inicialmente são um processo interpsíquico, partilhado entre indivíduos, e depois tornar-se-á intrapsíquico através da interiorização, processo executado dentro das crianças, fenômenos que já acontecem durante os rituais de iniciação e de passagem como na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. O aprendizado pode ser proximal quando realizado com a ajuda de outras pessoas ou aprendizado real, onde não há ajuda para obter êxito em suas tarefas. O consolo e o luto oriundos tanto do sofrimento quanto do contentamento podem ser aprendidos com a ajuda, mesmo em rituais, aprendizado proximal, ou sem a ajuda, mesmo em rituais, aprendizado real, depende dos meios instrumental, cultural e histórico, e dos processos interpsíquicos e depois intrapsíquicos. O aprendizado faz ou constrói a adaptação. A adaptação evoca a transcendência e assim a adaptação e a memória. Todos estes processos de consolo e de luto e da aprendizagem proximal e real também acontecem no trabalho  e para o trabalho, na economia e para  a economia e na globalização e para a globalização, inclusive no drama das Biografias.
     Para esta Psicologia os Monstros revestem-se de meio instrumental, cultural e histórico. Pelo meio instrumental um crucifixo retirado do pescoço pode instrumentalmente causar e lembrar de coisas ruins – monstros como o diabo em nossos rituais - como punições espirituais e falta de proteção ante perigos reais e imaginários. Pelo meio cultural os Monstros aparecem e desaparecem em nossos rituais através da alfabetização e aquisição da linguagem com seu significado, sentido e conceito. E pelo meio histórico cada Monstro é criado e modificado ao longo da história social da civilização também por meio dos rituais. A história da civilização e o desenvolvimento dos homens caminham juntas sempre e continuamente em movimento. Os Monstros no trabalho podem ser a exploração, a má remuneração, a longa jornada de trabalho, a insalubridade, na economia podem ser a miséria, as dívidas, a inflação, os impostos, as cargas tributárias, o salário, e na globalização podem ser a descaracterização cultural, o controle das massas, o mercado ideológico, etc..
     Inicialmente os Monstros são processos interpsíquicos, partilhados entre pessoas, e depois tornam-se intrapsíquicos através da interiorização, processos executados dentro das próprias crianças, a solução primeiro vem interpsíquica e depois intrapsíquica. Com ajuda e depois sem ajuda dos outros. É o aprendizado proximal com a ajuda nas tarefas, e é o aprendizado real sem ajuda para obter êxito nas tarefas do dia-a-dia das crianças.
     A Educação em meio aos nossos rituais de iniciação e de passagem que constroem a nossa Educação para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, tanto com o aprendizado proximal ou com o aprendizado real é fundamental para que evitemos guerras, perdas, horrores, holocaustos e crimes contra a humanidade, senão toda e qualquer forma de violência! A Educação tudo resolve! Só depende do Estado! A Educação favorece a transcendência visto que esta é produto da adaptação que é produto da vida que é produto da miséria, que produz caridade, trabalho, abuso, exploração, violência, crimes, holocaustos, barbaridades, catástrofes, guerras, criação e proliferação de doenças biológicas, ecológicas, psicológicas, físicas, químicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais onde a Educação favorece a paz e ao Amor de Deus que evoca sentimentos como o de renascimento, belo e profundo como o sono e o despertar a cada dia-a-dia, é assim que vivemos nossas vidas. A Educação gera trabalho e a economia como também a globalização.
Contudo devemos estar atentos que a Educação é o melhor meio para a adaptação comportamental, fisiológica e morfológica nos tempos de hoje, pois possuímos conhecimento para isto como, por exemplo a Medicina, a Farmácia, a Fisioterapia, a Psicologia, a Psiquiatria, a Neurologia, a Anatomia, etc., que nos permitem trabalhar as 3 formas de adaptação maximizando-as e deste jeito também maximizamos a transcendência e também nossa memória no trabalho, na economia e na globalização.
Através da Educação lidamos com a experienciamos a Trajetória dos Heróis, assim:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver

Então podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, ao saber da Adaptação e assim dos Processos da Adaptação e seus Desenvolvimentos, como a fisiológica, a morfológica e a comportamental,  e ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até de ETs ou do Demônio que poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o  Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais!
Contudo através também da Física com o poder da Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular também que poderíamos criar um Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo quantos podermos e desejarmos através da Física e da Tecnologia, ou da Religião, da  Oração e de Deus, do Poder de Criação de Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os nossos Universos atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso, Purgatório e Inferno e num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de Apocalipse individual, familiar, planetário e Universal e toda esta nova esperança na Crença em Deus e no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por meio não somente da Física e da Religião, mas por outros ainda não descobertos.
          O Homem trabalha usando seu corpo como instrumento, cultura e história para gerar e consumir economia e assim também a globalização, inclusive para ter o drama das Biografias!
          O Homem internaliza seu saber a partir da Concepção e o Herói e vai fase-a-fase internalizando e aprendendo real e proximalmente seus modos como instrumento, cultura e história até chegar a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver quando se encontra livre, realizado e generoso, inclusive para desfrutar do drama das Biografias!



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 08 de junho de 2016.
















  1. Psicologia Individual



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!

Através desta Psicologia visualizamos melhor o que e o que é ou pode ser
o trabalho, a economia e a globalização, inclusive o drama das Biografias por meio das coisas que estão associadas à inferioridade e pelos caminhos e esforços, como os ritos, para se conquistar a superioridade em nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A superioridade liga-se ao fim do desprazer  enquanto que a inferioridade gera e o processo de sofrimento e assim a esse período de adaptação. Falamos agora da vida sexual, moral, mental, social e pública, a inferioridade é não respeitar o próximo e suas dificuldades no trabalho, nas relações com a economia e na globalização, e a superioridade é justamente respeitar ao ponto de valorizar e dar apoio às pessoas em suas dificuldades no trabalho, na economia e na globalização do consumo, da tecnologia, da informação e do comércio, inclusive no drama das Biografias, na inferioridade lidamos com nossos Monstros e na luta pela superioridade com nossos Heróis. Quanto mais respeitosa a humanidade superior será ela e quanto menos respeitosa ela será inferior, mas a superioridade nos leva até a respeitar e ajudá-la em seus obstáculos e perseguições sem bullying e preferencialmente apenas cobrando-a legalmente no trabalho, na economia e nas relações globalizadas, inclusive no drama das Biografias. As compensações podem  se tornar supercompensações e levar as tentativas de dominar o outro, gerando hostilidade, atitudes anti-sociais e se tornar um sujeito, não humanidade, criminoso, delinqüente ou ensimesmado seja nos ritos no trabalho, na economia ou na globalização. A batalha pela superioridade é a mola responsável pelos avanços da humanidade como Bethoveen, Van Gogh e John Nash, todos considerados mais inferiores. A incapacidade de elaborar o luto é o que faz a inferioridade e que gera a luta pela superioridade humana, como a luta pela liberdade e avanço das ciências, artes, políticas, educações, saúde, trabalhos, esportes, etc.. A liberdade no trabalho, na economia e na globalização gera tanto adaptação em sujeitos comprometidos com os povos, quanto incapacidade de adaptação em indivíduos não comprometidos com a civilização e a humanidade, com os povos. A luta pela liberdade deve ser a luta pela superioridade e pela paz comprometida e livre por esse direito. Assim a humanidade superará sempre suas inferioridades e respeitará a incolumidade pessoal, corporal, patrimonial e pública de cada ser humano, senão cada ser vivo, seja qual for o seu trabalho ou profissão. Finalmente o consolo é um processo que faz parte do processo de luto que quando elaborado termina e gera superioridade ou superação da inferioridade. Este consolo gerando superação da inferioridade assim pela adaptação é transcendental, deste  jeito a luta pela superioridade é transcendental, seja no trabalho ou na economia ou na globalização.
      A luta pela superioridade é a luta pela Educação! É a luta transcendental!
      É através da Psicologia Individual que observamos mais explicitamente nossos Monstros ligados aos rituais associados a inferioridade no trabalho, na economia e nas relações globalizadas e pelos esforços para chegar a superioridade. As inferioridades podem ser deficiências sensoriais, motoras ou mentais vinculadas as deficiências de aprendizagem como pela hiperatividade e aos distúrbios da linguagem como a não compreensão do dito, as pessoas são cônscias de suas motivações e o objetivo final é a superioridade. Os sentimentos agravados de inferioridade levam a atividades compensatórias e a um estilo de vida por uma situação de mais superioridade. As compensações podem se tornar supercompensações e levar a pessoa a tentativas de dominar os outros, gerar hostilidade, atitudes anti-sociais  e se tornar esse sujeito um criminoso, delinqüente ou ensimesmado. A luta pela superioridade é responsável pelos progressos da humanidade, pelas vitórias, pelos nossos Heróis, como exemplos, o grande músico Bethoveen que era surdo e assim mais inferior, e o grande pintor Van Gogh que era esquizofrênico e John Nash também esquizofrênico e Matemático vencedor do Prêmio Nobel, todos mais inferiores. Os Monstros são o que nos tornam inferiores e que geram a luta pela superioridade humana, como a luta pela liberdade, pela paz, pelo bem, pela Educação, pelo trabalho, pela economia e pela globalização. A Educação tudo resolve! A Educação se dá pela adaptação que se dá pela transcendência, fenômeno puramente rico em misérias oriundas da caridade e do trabalho que geram e evocam ou fazem se manifestar como outros fenômenos psico-sociais o abuso, a exploração, as guerras, as violências, os crimes, as torturas, as difamações, as doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais, as catástrofes, as calamidades, os horrores, as barbáries, as tragédias, o vandalismo, etc., fenômenos que acabam evocando outros fenômenos conhecidos por Educação e Amor de Deus e por Deus para a Humanidade em termos de aflorar um sentimento de renascimento interior.
        O Homem trabalha para superar sua inferioridade através de um estilo de vida e de compensações ou de supercompensações. O trabalho é a arma na luta pela superioridade do homem na Terra, inclusive no drama das Biografias!
        O trabalho do homem hoje está associado a Educação filogenética, ontogenética e cultural. A Educação é atravessada pelos fenômenos da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Trajetória dos Heróis segue a seguinte ordem:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver

Então podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber da Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, ao saber da Adaptação e assim dos Processos da Adaptação e seus Desenvolvimentos, como a fisiológica, a morfológica e a comportamental,  e ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até de ETs ou do Demônio que poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o  Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das dificuldades e problemas agora até mesmo Universais!
Contudo através também da Física com o poder da Adaptação e sobre a Adaptação podemos especular também que poderíamos criar um Segundo e/ou Terceiro Universo ou até mesmo quantos podermos e desejarmos através da Física e da Tecnologia, ou da Religião, da  Oração e de Deus, do Poder de Criação de Deus, dos Milagres de Deus, sem necessariamente destruirmos os nossos Universos atuais Via-Láctea e Cosmos, todo o Universo e o Paraíso, Purgatório e Inferno e num outro futuro reavivarmos nossos sentimentos de Apocalipse individual, familiar, planetário e Universal e toda esta nova esperança na Crença em Deus e no poder da Adaptação e sobre a Adaptação por meio não somente da Física e da Religião, mas por outros ainda não descobertos.
           A Concepção e o Herói marca a inferioridade e o início da vida e da caminhada através de um estilo de vida e de compensações e/ou super-compensações, fase-a-fase, ritualmente, até a última onde há a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver onde é atingida e encontrada a superioridade, inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias.



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 08 de junho de 2016.































  1. Psicologia Institucional



A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!

  O trabalho produz economia e globalização da economia, da tecnologia, da
informação e do consumo, inclusive o drama das Biografias justamente nas relações das personalidades dos indivíduos com as tarefas, preconceitos, hábitos e atitudes, é a ausência ou má saúde mental, é não bem-estar na família, na escola, no trabalho e nas comunidades, que observamos, ela, a adaptação ou má adaptação,  nos rituais e discursos dos indivíduos em suas relações interpessoais, ela pode ser por causa do sofrimento mal elaborado a violência, o desamparo, a supervalorização, a diminuição, a inflação, as dívidas, a derrubada de fronteiras sem limitações ou sem respeito ou com etnocentrismo, o desmerecimento, a discriminação, a corrupção e o mal-estar que gera sofrimento mental em meio aos rituais, tarefas, preconceitos, hábitos, atitudes e alterações, durante os discursos onde revelam-se os problemas de saúde mental nos grupos durante o luto em meio ao consolo e as perdas em guerras por exemplo. Tudo isto ocorre ritualmente pela e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
            Cabe ao Psicólogo Institucional enriquecer e desenvolver estimulando a personalidade de cada indivíduo, sua relação e sua produção de subjetividade otimizando e abrindo os caminhos da compreensão e saúde mental através da observação e significado das relações humanas no trabalho para a economia e para as relações globalizadas através dos rituais de iniciação e de passagem, por exemplo.
            O sofrimento durante o processo de luto e agora também não de transcendência deve ser domesticado para que não destrua o indivíduo e os grupos, como na família, na escola, no trabalho, na religião e nas atividades comunitárias, como no trabalho, nas relações econômicas e na globalização, inclusive no drama das Biografias. Os grandes avanços da humanidade estão associados em larga medida a domesticação dos nossos monstros e também da indecência por meio da subjetividade humana. E creio no trabalho subjetivo de compreensão do que se é tido como coisa indecente em mera coisa ou coisa decente como por meio da dessensibilização, ou distanciamento compreensivo onde o contexto é você e você é o contexto, ou seja pela mudança e aceitação de novas regras mais produtivas e maximizadas onde a família, a escola, o trabalho, a religião, a economia, a globalização e as comunidades terão um sentido de adaptação aumentado e melhorado. Somente domesticando ou entendendo os rituais e os discursos de nossos Monstros que os dominaremos e conquistaremos grandes avanços.
     Pela prática do Psicólogo Institucional ele lidará com a saúde mental e a psicohigiene ou trabalho de promover o bem-estar na família, na escola, no trabalho e nas comunidades, na economia e na globalização ou na vida globalizada de sua comunidade, inclusive o drama das Biografias através da observação dos rituais e discursos desenvolvendo personalidades através do trabalho das tarefas, preconceitos, hábitos e atitudes e em movimentos de mudanças ocupando-se disto e das relações interpessoais e portanto poderão emergir das relações com nossos Monstros como a violência, o desamparo, e a supervalorização de alguns e desmerecimento de outros, a discriminação e atitudes de corrupção, inflação, dívidas, problemas com o etnocentrismo e as fronteiras,  e de mal-estar ocasionando sofrimento mental durante os rituais, tarefas, preconceitos, hábitos, atitudes e mudanças, e durante os discursos que revelarão tais problemas ou Monstros sociais que surgem pela internalização e externalização de processos relacionais humanos.
     O Psicólogo Institucional enriquecerá e desenvolverá a personalidade, relação e produção de subjetividade permitindo-lhes compreensão e saúde mental em suas atividades observando o significado das relações humanas.
     Sem uma subjetividade domesticada a saúde mental estará ameaçada e assim produzir-se-ão Monstros que destruirão o indivíduo e os grupos, como os da família, da escola, do trabalho, da religião, da economia, da globalização e das comunidades humanas. Os progressos da humanidade estão vinculados aos progressos de domesticação dos nossos Monstros através da subjetividade.
    A domesticação de nossa subjetividade é a nossa própria Educação, assim a Educação é o melhor caminho para a humanidade, a Educação tudo resolve! A Educação domestica nossa subjetividade, nossa miséria, nossa atitude da caridade e de trabalho, e assim seus desenvolvimentos como a economia e a globalização, inclusive o drama das Biografias, problemas e distúrbios como os abusos, as explorações, os crimes, as violências, as guerras, as doenças, os horrores e os holocaustos, dívidas, inflações, problemas com o PIB, impostos, derrubada de fronteiras e etnocentrismo, etc., domestica nosso Amor e nosso modo de lidar com nós mesmos e com Deus através do sentimento de renascimento e toda a religião e Igreja.
   A Educação nos ensina a lidar com nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, está última compreende as seguintes fases:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver


    O Homem trabalha para produzir subjetividade e rituais para assim lidar com bem-estar para consigo mesmo no trabalho, na economia e  na vida globalizada. O trabalho, a economia e a vida globalizada ou globalização são rituais e apresentam discursos e subjetividade. Assim o trabalho do homem lhe serve para a subjetividade, discursos e aos rituais. Somente assim terá como evoluir fase-a-fase desde a Concepção e o Herói (Fase de heteronomia e dependência para sua Vida e Liberdade) até a última fase onde há a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver (Fase de autonomia e independência para sua Vida e Liberdade), inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias.



Osny Mattanó Júnior
Londrina, 08 de junho de 2016.

























18.  Psicologia do Trabalho


A vida de Sigmund Freud (1856-1939) : uma breve história.



" Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer"  - Sigmund Freud

A psicanálise.

        Sigmund Freud (1856-1939) foi o idealizador da Psicanálise, a primeira teoria formal sobre a personalidade, e a mais conhecida. Apesar de sua natureza polêmica, a psicanálise tem uma influência profunda que, após mais de um século depois do seu surgimento, continua sendo a estrutura para o estudo da personalidade. O trabalho de Freud afetou todo modo de pensar a personalidade, seja na psicologia ou na psiquiatria, além de causar um grande impacto na nossa forma de encarar a natureza humana. Sem dúvida, poucas idéias na história da civilização tiveram uma influência tão ampla e profunda como a de Freud. Muitas das teorias da personalidade surgidas após a psicanálise foram derivadas dela. Outras devem parte de sua força e rumo à oposição feita à psicanálise de Freud.

Os primeiros anos.

        No dia 06 de maio de 1856 nascia Freud, em Freiberg, Morávia (hoje Pribor, República Tcheca), filho de um comerciante de lã relativamente malsucedido, o que levou a família a mudar-se para Leipzig, Alemanha. O pai de Freud era severo e autoritário, tinha 40 anos quando Freud nasceu. Mais tarde, quando adulto, Freud se lembraria de sua infância com hostilidade, ódio e ira contra o pai. Escreveu que se sentia superior a ele desde os dois anos. A mãe de Freud era magra e atraente, mãe protetora e carinhosa, tinha 20 anos quando ele nasceu, e foi a terceira esposa de seu pai. Freud sentiu uma ligação apaixonada e sexual por ela, o que influenciou, sem dúvida, no desenvolvimento do seu conceito de Complexo de Édipo. Grande parte de sua teoria foi influenciada pela suas vivências de infância e, portanto, pode ser considerada de natureza autobiográfica. Mais tarde, quando Freud tinha 4 anos, a família mudou-se novamente, desta vez para Viena, Áustria, onde permaneceu por quase 80 anos.

        Freud crescia e sua mãe orgulhava-se dele, convicta de que se tornaria um grande homem, o que pode ter influenciado características de sua personalidade como o alto grau de autoconfiança, grande ambição de vencer e sonhos de glória e fama. Freud era o primogênito de sua mãe, guardava rancor de todos seus irmãos ( 7 irmãos). Expressou raiva e ciúme quando nasceram os concorrentes ao amor de sua mãe. Freud sempre foi muito inteligente e estimulado por seus pais a ponto de suas irmãs serem impedidas de estudar piano para não incomodá-lo em seus estudos. Ingressou na faculdade um ano antes do habitual e sempre liderou sua classe. Fluente em alemão e hebraico, dominava o grego, o francês, o inglês, o latim, o italiano e o espanhol. Dentre as poucas profissões abertas aos judeus em Viena, optou pela Medicina na Universidade de Viena. Não desejava ser médico, mas acreditava que a medicina poderia levá-lo a uma carreira na área de pesquisa científica, o que poderia lhe render a fama que ardentemente desejava.

A cocaína.

        Durante o curso de medicina Freud fez experiência com a cocaína, publicando em 1884 um artigo sobre os efeitos benéficos dela. Ele fez uso da droga e, de acordo com cartas publicas após sua morte, continuou a usá-la até a meia-idade. Insistiu também para que sua noiva, suas irmãs e seus amigos a experimentassem. Foi um entusiasta da substância, chegando a descrevê-la como droga miraculosa e substância mágica que curaria muitas doenças. No entanto, o que ele esperava que lhe trouxesse a fama, trouxe-lhe a infâmia e pelo resto de sua vida tentou livrar-se disso retirando até mesmo de sua própria bibliografia todas as referências à substância, além de ter sido severamente criticado por seu papel na expansão do uso da cocaína nos E.U.A e na Europa, que durou até a década de 1920.

A base sexual da neurose.

        Em 1881 Freud começou a trabalhar como neurologista clínico e passou a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais. Foi para Paris e estudou alguns meses com o psiquiatra Jean Martin Charcot, pioneiro na utilização da hipinose, Charcot o alertou sobre a possível base sexual da neurose.
        Ao voltar para Viena, Freud foi novamente alertado sobre a possível origem sexual dos problemas emocionais: um colega descreveu a ansiedade de uma paciente, que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido, com quem não mantinha relações sexuais em 18 anos de casamento. "A única receita para este tipo de doença ... nos é suficientemente familiar, mas não podemos recomendá-la. Ela é a seguinte: Penis normalis dosim repetatur!¹".
        Baseado nesses incidentes e em seus próprios conflitos sexuais, pode-se sugerir que Freud estava aberto para a possibilidade de uma base sexual para a neurose, mas foi somente em 1896, depois de vários anos de prática clínica, que convenceu-se de que os conflitos sexuais eram a causa básica de todas as neuroses.

O auge do sucesso.

        Por meio de seus artigos e livros publicados o seu trabalho foi se tornando conhecido, o que atraiu um grupo de discípulos que se reunia com ele semanalmente buscando aprender a psicanálise. Entre tais discípulos estavam Carl Jung e Alfred Adler, que depois romperam com Freud e desenvolveram suas próprias teorias. Freud os considerava traidores e nunca os perdoou por questionar o seu enfoque da psicanálise.
         Em 1909 Freud recebeu o reconhecimento formal da comunidade de psicologia norte-americana e recebeu o título de doutor honorário na Clark University em Worcester, Massachussets. A psicanálise foi muito bem recebida no E.U.A e dois anos após a sua visita, seus seguidores norte-americanos fundaram a Associação Americana de Psicanálise. Em 1920 mais de 200 livros sobre psicanálise já haviam sido publicados. As principais revistas americanas publicaram artigos sobre Freud. Isso tudo o ajudou a ter fama  internacional.
        Freud atingiu o auge de seu sucesso entre as décadas de 1920 e 1930. Fumava cerca de 20 charutos por dia e submeteu-se a 33 operações para tratar de câncer na boca entre 1923 e 1939, ano de sua morte. Em 1933 os nazistas subiram ao poder na Alemanha e expressaram o que sentiam por Freud queimando publicamente seus livros. Em 1938 os mesmos nazistas ocuparam a Áustria e, apesar do apelo dos seus amigos, Freud recusou-se a sair de Viena. Sua casa foi invadida  várias vezes e depois de sua filha  Anna ser detida, ele concordou em ir para Londres. Quatro irmãs suas morreram em campos de concentração nazistas.

A morte.

    Em Londres sua saúde pirou, mas ele permaneceu trabalhando até quase o último dia de vida. Em 1939, no final de setembro, disse a seu médico, Max Schur: "Hoje em dia, viver não é nada mais do que tortura. Não faz mais sentido". Max havia lhe prometido que não o deixaria sofrer desnecessariamente e ministrou três injeções de morfina nas 24 horas seguintes, cada dose maior do que o necessário para a sedação , e pôs fim aos longos anos de sofrimento de Freud.
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Biografia de Charles Chaplin.

      


Muitas vezes chamado de Carlitos ou apenas de “vagabundo”, Charles Chaplin é um dos grandes nomes da história da sétima arte. Nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos. Mesmo assim, fez muita gente sorrir.

Em 1910, parte para uma turnê nos Estados Unidos, onde fica por dois anos. Volta para a Inglaterra em 2012, mas pouco depois decide ficar definitivamente na América. Após uma série de apresentações com a Companhia de Karno, chama a atenção de Mack Sennett, da Keystone Film Company, que o contrata para o filme Making a Living. O primeiro trabalho no cinema não foi muito satisfatório, mas Sennett acaba lhe dando uma nova chance. Na sequência, é dirigido por Mabel Normand em alguns filmes, mas logo decide assumir também a cadeira de diretor. Entre 1914 e 1916, realizou mais de 40 curtas, com destaque para O Vagabundo, em que incorporava o personagem que marcaria sua carreira.

Na pele do pobre andarilho de chapéu-coco e bengala de bambu, Chaplin começou a encantar o mundo do cinema e a conquistar muito mais espaço no imaginário da população mundial. O ator virou a cara do Cinema Mudo e pouco depois estava recebendo valores jamais imaginados para um artista. Sua fama era tanta que se tornou o primeiro ator a aparecer na capa da revista Time, em 6 de julho de 1925.

Sempre foi conhecido por seu perfeccionismo e incomodava muita gente por querer rodar a mesma tomada dezenas de vezes. Chegou, inclusive, a destruir os negativos de The Sea Gull (1933), antes mesmo de seu lançamento, por ter ficado decepcionado com o desempenho da protagonista Edna Purviance.

Após trabalhar com algumas produtoras como Essanay Studios, Mutual Film e First National, para quem realizou O Garoto (1921), Charles Chaplin decidiu fundar seu próprio estúdio. Junto com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith, fundou a United Artists, quando adquiriu controle total da produção de suas obras. Lá, realizou clássicos como Em Busca do Ouro (1925) e O Circo (1928), e não se abalou nem mesmo com a chegada do cinema falado. Nos anos seguintes, realizou clássicos como Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos (1936). Neste último, foi possível ouvir sua voz pela primeira vez, embora apenas nos créditos finais, que eram acompanhados da canção “Smile”.

Adere ao cinema falado em 1940, com O Grande Ditador, em que realiza um belo discurso final. Lançamento em meio a Segunda Guerra Mundial, o longa fez muito sucesso. Boatos davam conta, inclusive, de que o próprio Adolf Hitler assistia secretamente a obra na Alemanha.

Chaplin trabalhou como ator, diretor, produtor, roteirista, montador, compositor, diretor de fotografia e regente da orquestra. Sempre teve uma posição política de esquerda, o que desagradou o governo norte-americano durante a Guerra Fria. Foi inserido na Lista Negra de Hollywood por J. Edgar Hoover, que aproveitou uma viagem do artista para a Inglaterra para promover Luzes da Ribalta (1952), para revogar seu visto e impedi-lo de regressar aos Estados Unidos. Decidiu então permanecer na Europa, passando a morar em Vevey, na Suíça. Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong (1967), estrelado por Marlon Brando e Sophia Loren.

Um dos momentos mais aguardados e que causou comoção na entrega dos prêmios em 1972 foi a presença de Charles Chaplin para receber um Oscar especial pelo conjunto da obra. "Palavras são tão fúteis, tão frágeis. Gostaria apenas de dizer obrigado pela honra do convite", discursou. Nos bastidores, Chaplin declarou a um repórter: "Fiquei muito honrado, mas devo admitir que comecei a fazer cinema por dinheiro. A arte veio depois, naturalmente. Nada posso fazer se as pessoas se decepcionam com essa afirmação. É a pura verdade". Morreu de causas naturais no natal de 1977. Em 3 de março de 1978 seu corpo foi roubado do cemitério onde estava, tendo sido encontrado pela polícia em 18 de maio do mesmo ano. Possui uma estrela na Calçada da Fama, localizada em 6751 Hollywood Boulevard.

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Biografia de John Lennon.



John Winston Lennon nasceu dia 9 de outubro de 1940 na Inglaterra. Na escola, Lennon sempre foi um garoto rebelde. Devido às suas notas baixas, ele não era um bom aluno. Ele era mais preocupado com a música. Sua mãe lhe deu uma guitarra de presente. Ele formou uma banda chamada Quarry Man, e acabou deixando a escola. Após a entrada de Paul na banda, os dois começaram a compôr juntos. Mas ao contrário de Paul, que era mais romântico, Lennon escrevia músicas mais explosivas, mais energéticas.

      Em 23 de Agosto de 1962 John se casou pela primeira vez, com Cynthia Powell, com quem teve um filho, Julian Lennon. Os Beatles estavam em pleno sucesso internacional, quando John lançou seu primeiro livro, em 1964, chamado "In His Own Write", que se tornou um best-seller.

      Em 1965 os 4 Beatles receberam o título de MBE (Membro do Império Britânico) da realeza inglêsa. Mais tarde John criou a maior polêmica ao devolver seu MBE por causa do auxílio da Inglaterra aos Estados Unidos na guerra do Vietnã.

      Mas em 1966 ocorreu o fato mais polêmico da vida de Lennon. Ele teria declarado em uma entrevista a Maureen Cleave que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo; o que causou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

      Ainda em 1966 os Beatles fizeram seu último show ao vivo, no Candlestick Park em San Francisco, EUA. Em novembro desse ano John Lennon conheceu uma artista Japonesa, chamada Yoko Ono, na "Indica Gallery" de Londres.

      A relação de John com Yoko crescia fortemente. Após os Beatles voltarem da Índia, onde foram aprender meditação transcendental, John e Cynthia se divorciaram, e ele começou a viver com Yoko Ono. Se casaram em 20 de Março de 1969, o que desagradou profundamente Paul, George e Ringo. Segundo os 3 ela atrapalhava as gravações e ensaios da banda. Yoko foi considerada um dos motivos do fim dos Beatles.

      Em se tratando de música, suas composições junto com Paul, concederam aos dois o título de melhores compositores do mundo. Durante os anos de Beatles, Lennon foi mudando completamente sua personalidade. Em 1967 começou a compor músicas pouco convencionais, como "Strawberry Fields Forever", "I am the Walrus", "Happiness is a Warm Gun" que criticavam o comportamento das pessoas. Além de usar barba, óculos, cabelos cumpridos, influenciando a toda uma geração. Tornou-se o Beatle mais polêmico. A imprensa o considerava o líder do grupo.

      Após a separação dos Beatles, Lennon começou sua carreira solo, e foi cantando sozinho que Lennon fez sua mais bonita e famosa música: Imagine. Outros grandes sucessos foram Jealous Guy, Woman, Happy Xmas, Mother e Give Peace a Chance.

      Chegou a ter uma grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado a respeito do que achava do primeiro disco solo de McCartney, John deu a seguinte declaração: "Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda".

      Lennon morreu assassinado em 1980, mas o mundo nunca se esquecerá dele, nem de Help!, Ticket To Ride, Strawberry Fields Forever, Revolution, Come Together, entre outras músicas. Ele, Paul, Ringo e George formaram a maior banda de todos os tempos, e disso ninguém irá se esquecer.

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Biografia de Mahatma Gandhi.



Quem foi Mahatma Gandhi? Uma história para contar aos seus filhos.

O líder pacifista e guia espiritual Mohandas Karamchand Gandhi, foi a principal personalidade na luta pela independência da Índia, país colonizado pela Ingraterra.

“Um longo jejum foi sua arma de resistência pacífica à dominação do império britânico. O fato comoveu o mundo e obrigou os ingleses a dar a independência aos hindus”, lembra a monja Sundari Shakti.

A trajetória deste homem (1869-1948) pode ser compreendida em quatro períodos, segundo Lia Diskin, diretora da Associação Palas Athena, em São Paulo.
1) A Infância e a adolescência em Porbandar, cidade litorânea no noroeste da Índia – casou-se aos 13 anos com uma menina da mesma idade com quem viveu por 62 anos;
2) Os quatro anos de estudos em Londres, onde se formou em direito;
3) O início das lutas contra o racismo na África do Sul (também colônia britânica na época);
4) O retorno à terra natal em 1915.

Na África do Sul, onde permaneceu por 20 anos, surgiram os primeiros sinais do que viria a ser o mais forte dos princípios defendidos por Gandhi: a não violência. Lá conduziu marchas, foi preso e viu milhares de indianos serem escravizados na prisão. Mas sempre defendendo a resistência sem luta, conquistou vitórias para a população hindu que vivia lá. De volta à India, ingressou no Congresso Nacional e liderou uma campanha nacional de não cooperação com o governo britânico.


De figura tímida a respeitado líder, de sujeito teimoso e cheio de manias ao mais amoroso ser humano, Gandhi mostrou como o homem pode se transformar internamente. Viveu de maneira muito humilde – tecia suas próprias roupas -, pregando o amor aos pobres e a necessidade de diálogo entre as religiões. Por causa dessa tolerância, foi assassinado em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, por um fanático religioso hindu que discordava da união entre seu povo e os muçulmanos habitantes da multirreligiosa Índia. A luta entre os dois povos continua, mas os ideais de Gandhi foram imortalizados e prosseguem levando as sementes da não-violência às mentes, palavras e ações em todas as partes do planeta.
fonte: Bons Fluidos

A luta pacifista de Gandhi foi algo tão marcante na história mundial que acredito que deveria ser ensinada às crianças desde cedo, como parte de uma educação mais ampla e focada na evolução de todos os seres.


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Biografia do Santo Papa João Paulo II



História de São João Paulo II
Papa João Paulo II
João Paulo II nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadovice na Polônia sob o nome de Karol Wojtyla. Sua história está totalmente ligada a história do seu país, oprimido até a 1ª Guerra Mundial e em sua grande maioria católico. A Polônia era praticamente uma vitoriosa em meio a tantos países vizinhos protestantes e ortodoxos. Ali, ser católico era motivo de orgulho a pátria e o nosso papa João Paulo II, desde criança, foi um católico fervoroso e muito nacionalista.
Os primeiros passos na Igreja Católica
Tinha o sonho de ser ator e aos 19 anos seu maior sonho era ajudar a Polônia a vencer a guerra e queria fazer isso através do teatro, utilizando-o como "arma" para "ganhar espíritos". A Polônia tinha sido invadida por Hitler e os nazistas haviam proibido qualquer tipo de missa ou seminário mas em 1942, com 22 anos, entrou para o seminário “clandestinamente” e surpreendeu a todos quando anunciou que queria ser padre. A intenção continuava a mesma, mas agora tinha o propósito da Igreja Católica por trás de dela.
João Paulo II manteve-se firme e tranquilo durante todo o processo principalmente contra os comunistas que eram contra o catolicismo e com seu carisma e diplomacia conseguiu subir rapidamente na hierarquia da Igreja Católica. No dia 1º de novembro de 1946 aconteceu a sua ordenação sacerdotal na Cracóvia e em 1948 após a sua gradução como doutor, voltou a Polônia onde foi vigário e capelão dos Universitários.
A nomeação como Papa
Em 1960, a Igreja Católica na Polônia vivia o momento oposto da Igreja Católica no Ocidente. Enquanto uma era muito respeitada e admirada a outra ia de mal a pior. Por conta disso, em 1962 o Papa João XXIII convocou o “Concílio do Vaticano” com o intuito de de modernizar o catolicismo e reverter a atual situação que a Igreja se encontrava.
João Paulo II, recém promovido a bispo, foi um dos convidados do Concílio e sua participação foi muito firme e discreta, fato que despertou o interesse do Papa VI (sucessor de João XXIII) em querer escutar mais as suas propostas e ideias. Karol foi responsável por influenciar muitas realizações na Igreja até a morte do Papa VI e a fatídica morte do Papa João Paulo I (seu sucessor) que morreu após 33 dias no cargo. Diante dessa situação, houve uma votação e com 99 votos de 108 era eleito como novo papa, Karol Wojtyla, que escolheu o nome de João Paulo II em homenagem aos seus 3 antecessores.
Realizações e fatos
Na missa inaugural, João Paulo II declarou publicamente a sua vontade de estar com os poloneses. Nunca um Papa tinha entrado em um bloco comunista, mas sob ameaça de revolta, o dirigente na época foi obrigado a ceder e proporcionar ao povo uma visita de 8 dias a sua terra Natal sendo recebido pelo grito “queremos Deus”.
Em 1981, sofreu um atentado onde levou dois tiros e por pouco não morreu. Até hoje não se sabe quem foram os responsáveis, mas desconfia-se da participação de algum governo comunista. Mesmo depois disso, o Papa seguiu firme nos seus propósitos e continuou criticando os comunistas e usava suas armas mais fortes: diplomacia agressiva, espionagem e encontros secretos. Prova de seu carisma e popularidade foi o encontro de diversos líderes religiosos em 1986 onde a seu pedido houve uma trégua mundial que foi respeitada em várias nações em guerra. Inclusive, foi um dos grandes responsáveis pela queda do comunismo.
Em 1991, lutou contra a queda dos costumes da Igreja e também contra os escândalos de pedofilia na igreja americana além de lutar também dentro da própria Igreja onde acusou muitos dérigos e teólogos que defendiam casamento de padres, ordenação de mulheres e outras teses polêmicas.
No final de seu pontificado, já estava com a saúde bem debilitada e sofrendo do mal de Parkinson e com dificuldades para falar, respirar e andar teve que parar com as viagens que lhe renderam o carinhoso título de “grande missionário” e também com as aparições em público.
Canonização
A trajetória do Papa João Paulo II até o pontificado é cheia de fé, coragem e determinação e não podemos deixar de exaltar esses elementos como fatores essenciais para a sua canonização e popularidade até nos dias de hoje.

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Biografia de Elvis Presley.



Elvis Presley

As influências musicais de Elvis eram a música pop e country da época, a música gospel que ele ouvia na igreja e nas noites de cantoria que ele frequentava, e o R&B que ele absorveu na histórica Beale Street quando adolescente em Memphis. Em 1954, ele iniciou sua carreira musical no lendário selo Sun Records em Memphis. No fim de 1955, seu contrato foi vendido para RCA Victor. Em 1956, ele era uma sensação internacional. Com um som e estilo que unicamente combinavam suas diversificadas influências e confundiam e desafiavam as barreiras racias da época, ele conduziu uma nova era da música e cultura pop Americana.
Ele estrelou 33 filmes de sucesso, fez história com suas aparições na televisão e especiais, e foi muito aclamado por suas apresentações que frequentemente quebravam recordes, suas turnês e em Las Vegas. Globalmente, ele já vendeu mais de um bilhão de discos, mais do que qualquer outro artista. Suas vendas Americanas o garantiraram prêmios de ouro, platina e multi-platina por seus 149 álbuns e singles, muito mais do que qualquer outro artista. Entre seus muitos prêmios estão 14 indicações ao Grammy (3 prêmios) da National Academy of Recording Arts & Sciences, o prêmio Grammy por sua obra, que recebeu aos 36 anos, e a nomeação como um dos 10 Jovens Homens Mais Prominentes da Nação em 1970 nos EUA. Sem nenhum dos privilégios que seu status de celebridade poderiam ter o concedido, ele serviu seu país no Exercíto dos EUA.

Seu talento, beleza, sensualidade, carisma e bom humor o tornou querido para milhões, assim como a humildade e bondade que desmontrou durante sua vida. Conhecido pelo mundo por seu primeiro nome, ele é considerado uma das figuras mais importantes da cultura pop do século 20. Elvis morreu em sua casa em Memphis, Graceland, em 16 de agosto de 1977.



Biografia de Malala Yousafzai.


MALALA YOUSAFZAI: “Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.”

Homenageada Malala Yousafzai | IKMRMalala nasceu em 12 de julho de 1997, em Mingora, a maior cidade do Vale do Swat, região montanhosa e tribal ao noroeste do Paquistão e próxima à fronteira com o Afeganistão. A situação geral da educação no país é de extrema precariedade e, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o país tem mais de cinco milhões de menores entre cinco e 11 anos que não frequentam a escola, sendo que duas em cada três crianças são meninas. O Paquistão ocupa o terceiro pior posto no índice mundial relativo à igualdade dos sexos no sistema educacional. Na província onde Malala vivia, Khyber Pakhtunkhwa, a taxa de analfabetismo entre as mulheres é superior a 60%.

O pai de Malala, Zia-ud-Din Yousafzai, sempre foi um defensor da educação e transmitiu esta paixão à filha. Segundo amigos, o educador e dono de uma escola mista de ensino médio costumava dizer que, se fosse assassinado por educar crianças, “não haveria forma melhor de morrer”.

Pai e filha têm uma relação especial. Era com ela que Yousafzai discutia política, enquanto os outros dois filhos iam dormir. A luta para educar a menina e manter sua escola começou em 2007, quando o Tehrik-i-Taliban (braço paquistanês do Taliban) infiltrou-se em Mingora e, a partir de então, destruiu mais de 400 escolas, baniu as mulheres da vida social, proibindo-lhes o acesso à educação, e aterrorizou a população com execuções públicas e ameaças transmitidas por rádios clandestinas.

Malala mudava o caminho para a escola todos os dias, escondia os livros sob a roupa e não usava mais o uniforme para não chamar a atenção. Em 2009, encorajada por seu pai, começou a escrever o blog “Diário de uma estudante paquistanesa” para a BBC urdu, com o pseudônimo Gul Makai, sobre as dificuldades que enfrentava no Vale do Swat sob a égide do Taliban. Sua identidade real tornou-se conhecida através do documentário produzido pelo “The New York Times” no mesmo ano, “Class Dismissed”.

Àquela altura, Malala já havia se tornado um ícone para as meninas da região por defender a educação feminina e criticar abertamente o Taliban, algo que nem os políticos paquistaneses faziam por medo. Malala ganhou prêmios e conseguiu das autoridades melhorias para as escolas da região. Em dezembro de 2011, recebeu do primeiro-ministro Yousaf Paza Gilano o Prêmio Nacional da Paz – rebatizado com seu nome, assim como o colégio onde estudava. Na cerimônia, revelou o desejo de formar um partido político para defender a educação.

Em outubro de 2012, homens armados entraram no ônibus escolar onde viajava e perguntaram por Malala. Quando uma colega de classe apontou para ela, um homem armado atirou em sua cabeça e a bala atravessou o pescoço, instalando-se no ombro. Os tiros também feriram outras meninas que estavam no ônibus. Malala foi levada para a Inglaterra, onde fez uma operação para reconstruir o crânio e restaurar a audição no Queen Elizabeth Hospital.

Recuperada, hoje mora com a família em Birmingham, onde estuda em um colégio só para meninas e seu pai já foi empregado pelo consulado paquistanês para os próximos três anos.

Desde o atentado, Malala foi homenageada com diversos prêmios e é a pessoa mais jovem a ser indicada para o Prêmio Nobel da Paz.

Durante o Women in The World Summit em abril de 2013, em mensagem de vídeo enviada da Inglaterra, Malala anunciou a primeira doação de 45.000 dólares ao fundo criado em seu nome e hospedado pela ONG Vital Choices, direcionado à construção de uma escola para 40 meninas de cinco a doze anos no Vale do Swat.

“Anunciar a primeira subvenção do Fundo Malala é o momento mais feliz da minha vida. Convido a todos a apoiarem o Fundo Malala, para que possamos passar da educação de 40 meninas à de 40 milhões de meninas”, disse a jovem.

A soma foi arrecadada com a ajuda de Angelina Jolie, da Fundação Mulheres no Mundo e da Vital Voices, a qual informou que, por razões de segurança, não irá revelar a região onde o projeto será levado adiante, nem o nome da organização responsável.

Em 12 de julho de 2013, Malala fez o primeiro discurso público desde o atentado, durante a reunião dos jovens líderes na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A data coincidiu com o seu aniversário de 16 anos e foi oficializada pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, como o “Dia Malala”, em homenagem aos seus esforços para garantir educação para todos. A jovem paquistanesa também entregou a Ban Ki-moon uma petição com quatro milhões de assinaturas que apela à ONU para que se concretize o objetivo de uma educação gratuita e universal para todas as crianças até 2015, num momento em que cerca de 57 milhões de menores em todo o mundo permanecem sem acesso à educação básica.

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Biografia de Nelson Mandela.


Nelson Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Seu nome verdadeiro é Rolihlahla Madiba Mandela. Principal representante do movimento antiapartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.

De etnia Xhosa, Mandela nasceu num pequeno vilarejo na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.

Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali se interessou pelo boxe e por corridas. Após se matricular, começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.

Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.

Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942 e dois anos depois fundou, com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.

Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade – documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid.

Comprometido de início apenas com atos não violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.

Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros militantes. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Marrocos e Etiópia para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).

No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas antiapartheid em vários países.

Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.

Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.

Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois se casou com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.

Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.

Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.

Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.

A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

Nelson Mandela faleceu em 2013 aos 95 anos em sua casa na África do Sul.


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Notamos estudando as Biografias autorizadas que muitas personalidades,
artistas, autoridades e famosos são como a família Mattanó, ou seja, tem problemas e até eventos que suscitariam problemas na Justiça se não estivessem amparados pelas leis de seus países tornando em direito, dever, obrigação e/ou privilégio o evento ambiental ou comportamental em questão, são centenas de famosos que têm problemas graves e gravíssimos com outras pessoas, famílias, ou o Estado ou autoridades,  por exemplo, hoje, em nosso tempo, praticamente todos os famosos e anônimos do Brasil e do mundo já tiveram ou têm algum problema com a família Mattanó ou com Osny Mattanó Júnior, de fato se fosse justo hipnotizar e observar através do pensamento a intimidade e a privacidade dessa família e desse homem seria também justo fazer isto com toda a humanidade, pois todos nós estamos passando pelos mesmos problemas e dramas, ou seja, imoralidade, corrupção e violência a fim de sustentar movimentos, protestos, guerras e conflitos que servem apenas para tirar a paz das famílias e do mundo. Não seria esta a finalidade da minha Biografia!? Eis aqui o drama das Biografias! Histórias de morte e destruição, de movimentos, protestos, guerras e conflitos que só serão resolvidas com a paz! ¨Nossos heróis morreram de overdose¨ cantou o cantor que já se foi para a eternidade e que também teve problemas mas até hoje não foi ¨desmascarado¨ pelos poderosos do Brasil! Se esta moda pegar não vão mais existir heróis no Brasil e aqueles que o Brasil já chamou de heróis serão agora criminosos, a História pode mudar, mas um dia volta a ser o que era e isso não vai mais mudar, não votem mais em políticos que aceitam e obrigam os trabalhadores a trabalharem em regime de escravidão, de exploração física, sexual e moral, de abuso de incapazes, de violência e tortura, de terrorismo, de periclitação da vida e da saúde, onde tentam estupra-lo coletivamente, onde o assediam sexualmente,  que não pagam o salário e nem as indenizações de seus trabalhadores, que não pedem desculpas por seus erros, roubos e omissões, que aceitam que quadrilhas violem a intimidade e a privacidade de outros trabalhadores, que aceitem fazer de trabalhadores cobaias humanas, não votem nesses políticos se quiserem mudar o país pois os Heróis do mundo serão chamados de bandidos, de criminosos e de terroristas e isso vai pegar mal para a nossa gente! Isto está acontecendo comigo na minha luta contra a UEL e o Estado do Paraná, fui e sou vítima desses crimes e não sou devidamente respeitado e nem a minha família que também é vítima de perseguição e de atentados contra a vida, a saúde e a liberdade! Estou esperando autoridades responsáveis do país e do Paraná virem até minha casa para nos pedirem desculpas desde 1999 e só vejo violência e mortes! Se fazem isto com minha história de vida, com meu passado violentando-o então a história de vida dos demais heróis da humanidade também está ameaçada, podem se tornar criminosos como fizeram e fazem comigo e com minha família desde 1984, os direitos, deveres, obrigações e privilégios são iguais para todos no Brasil hoje em dia! Imagine a tragédia que estão provocando difamando a História, distorcendo os valores e os caminhos do ser humano e da vida, da agressividade, dos instintos, da igualdade, do imaginário e do simbólico, das representações sociais, dos arquétipos, dos sacrifícios, das lendas, dos Monstros, dos nossos ancestrais e dos povos primitivos, dos pecados e da organização social, imagine o tamanho da ignorância desse ignorante que permanece na ignorância e que deve ser ajudado para sair da ignorância e permitir que o mundo volte a girar normalmente!? As Biografias tem seu papel dramático e assim nos ajudam como meio instrumental para resgatarmos os valores universais da humanidade e do seu crescimento, desenvolvimento e amadurecimento salvando o ser humano do iminente fracasso ideológico.
            Certamente quando participamos violentamente, ativamente ou passivamente da contaminação da vida  e da saúde, dos tratamentos de saúde mental e corporal, até do trabalho de alguma pessoa e de sua família toda perseguida por violadores, contaminadores e violentadores da intimidade, da privacidade e do sigilo das informações prestadas ao serviços de saúde mental ou corporal estamos prejudicando essa pessoa e toda sua vida e saúde, inclusive suas família e relacionamentos e atividades como o trabalho, a religião e os estudos, lembro que eu e minha família somos vítimas de manipuladores dessas informações e tratamentos de saúde mental e corporal há mais de 20 anos, quem assumiu este compromisso deve ser responsabilizado e punido, somos vítimas também de maus-tratos e curandeirismo!

A exploração do trabalho e da economia, e também da globalização no trabalho da
economia, da informação, do consumo e da tecnologia, inclusive do drama das Biografias se dão quando está sujeito o trabalhador aos processos penosos dos rituais da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, mas sobretudo dos nossos Monstros do trabalho como a escravidão, degradação, humilhação, assédio sexual, assédio moral, assédio homossexual, alienação, remuneração abaixo do necessário para satisfazer as necessidades do trabalhador como alimentação, água, esgoto, vestuário, higiene, transporte, lazer, educação, saúde, bem-estar, consumo, comunicação, segurança, informação, família e atividades comunitárias, moradia, globalização, economia, etc., longa jornada de trabalho e uma subjetividade que não contribua para a paz e o bem-estar bio-psico-sócio-filosófico e espiritual do trabalhador.
      O Trabalho e as relações dele com a economia e a globalização, inclusive com o drama das Biografias também se tornam ruins para a saúde do trabalhador quando os mecanismos psicossociais de controle prejudicam o trabalho e o trabalhador, são elas também em parte rituais e Trajetória da Vida, Monstros e Heróis: as normas pessoais (educação, socialização e religião), as normas sociais (valores  e crenças) e as estratégias racionais (relação custo-benefício), elas existem como relações de vigilância pela hegemonia e legitimidade através da hierarquia, conferindo liderança, que atribui obediência e submissão, e consenso, uma ilusão por meio da justiça, da colaboração e da eqüidade. Este jogo de alienação e de ilusão  permite gerenciar, controlar, comandar, remanejar e estabelecer prioridades de demanda e de oferta de trabalho. Isto contribui para a saúde mental do trabalhador que pode ser melhorada ou piorada dependendo da organização do trabalho e políticas de gestão, do processo de avaliação e seleção de recursos humanos, da inserção do indivíduo na organização, do comportamento organizacional e da relação educação e trabalho (fundamental para a saúde mental no trabalho). A indecência está esparramada nestes processos e modos de trabalho e pode ser transformada em decência pela ação do Psicólogo do Trabalho na organização se esta contribuir e não for obstáculo para o seu trabalho, impedindo-o também da indecência e aumentando sua produtividade e satisfação no trabalho para sua vida econômica e globalizada.
Assim o sofrimento mental causado pelos processos do  sofrimento e do
contentamento e assim da adaptação referente à terminalidade às perdas das guerras por exemplo como também a paz devem ser transformados e elaborados com ajuda do Psicólogo do Trabalho para que o trabalhador volte a exercer a sua capacidade de trabalho e de produtividade, ou seja, suas forças produtivas sejam recuperadas  para que volte a trabalhar com saúde mental, ou seja, para que o trabalhador transcenda e volte ao trabalho e gere economia e se insira num mundo globalizado de modo que lhe traga saúde mental no trabalho através da luta entre Heróis e Monstros.
     Dentre os Monstros no Trabalho, inclusive no drama das Biografias estão a escravização, a servidão, o trabalho degradante, o assédio sexual, o assédio homossexual, o assédio moral, a alienação, as dívidas, os impostos, a economia, a globalização, o consumo, a tecnologia, o comércio, a informação, a discriminação, o bullying,  a não remuneração que permita satisfazer suas coisas primárias como alimentação, água, vestuário, transporte, lazer, educação, saúde, bem-estar, consumo, comunicação, segurança, informação, família e atividades comunitárias, moradia, globalização, etc., a longa jornada de trabalho, e uma subjetividade que contribua para a paz e o bem-estar bio-psico-socio-filosófico e espiritual do trabalhador.
     Os Monstros no Trabalho têm solução, inclusive no drama das Biografias, dependem de políticas, atitudes políticas e organizacionais adequadas as condições reais que sejam atuais e adequadas as da humanidade e da vida do trabalhador, ao mundo real mesmo sendo ele de mercado e de mercadoria, valorizando-os para que a humanidade seja também valorizada.
    Pode-se dizer também que os Monstros no Trabalho dependem da nossa Educação para e no Trabalho e o Psicólogo do Trabalho deve escutar, levantar propostas e tomar atitudes para resolver esses Monstros assombrosos do e no Trabalho que quase todo trabalhador enfrenta e leva consigo para todos os lugares como fantasmas, criaturas horríveis, infernos e maldições, seja qual for o seu Trabalho a Educação tudo resolve, inclusive o drama das Biografias! Estes Monstros fazem parte da Cultura Individual do trabalhador mas existem aqueles Monstros que são da Cultura Organizacional e até Mundial que diminuem a capacidade produtiva do trabalhador, assim o Psicólogo do Trabalho deve agir de modo a resolver estes problemas visando a saúde, a adaptação que permite assim a transcendência do trabalhador no ambiente de trabalho restaurando, mantendo e até aumentando suas forças produtivas através de novos conceitos como a Educação, a miséria, a caridade, o trabalho, o abuso, a exploração, a violência, a guerra, as doenças biológicas, ecológicas, físicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais, etc., o Amor de Deus e a Fraternidade e o sentimento de renascimento para o bem-estar e saúde-mental do trabalhador como um novo método de dinâmica produtivas de forças e capacidades de trabalho, e saúde-mental do trabalhador, num primeiro momento, teoricamente, segundo Osny Mattanó Júnior.
            A Educação melhora e contribui para a saúde-mental do trabalhador e sua inserção no mundo e no trabalho como força produtiva e capacidade para o trabalho, a Educação capacita-nos lidar com a nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis. A Trajetória dos Heróis obedece a seguinte manifestação para e no trabalho:
1.      A concepção e o herói
2.      O chamado pode ser recusado
3.      As forças se unem para o bem-aventurado
4.      A travessia: se consumir
5.      Ser engolido e consumido
6.      O caminho obtuso
7.      O encontro com a deusa
8.      A mulher como tentação
9.      A relação com o pai
10.  A apoteose
11.  A última graça
12.  A difícil volta
13.  A magia nas decisões
14.  O resgate sobrenatural
15.  Os limites da volta
16.  Agora são dois mundos
17.  E a liberdade para se viver e ensinar a viver

O Homem trabalha para manter suas normas pessoais, suas normas sociais e suas estratégias racionais e assim gerar, manter e consumir seus bens e serviços, a economia e a globalização da economia, da informação, da tecnologia e do consumo. O Homem trabalha para sua origem, sua Concepção e o Herói e desenvolve seu trabalho fase-a-fase para gerar, manter e consumir bens e serviços, até a última fase, onde há a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, onde experimenta o trabalho libertando-se e como liberdade, inclusive para desfrutarmos do drama das Biografias.




Osny Mattanó Júnior
Londrina, 08 de junho de 2016.



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