OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
CONTO
DO SANTO E O MENDIGO
13/11/2016
CONTO DO SANTO E O MENDIGO.
CAP.
1
Era uma vez um Santo que vivia um
conflito por ser muito rico e viver repleto de luxo e conforto, ele não tinha
dinheiro e nem posses mas vivia assim na
riqueza por obra de sua família inspirada por Deus, que lhes deu educação e
trabalho.
Então esse Santo ficou doente e teve
uma experiência com Jesus que lhe ensinou que deveria repartir o pão e acolher
seu irmão, ser misericordioso e amar ao próximo como a si mesmo.
Esse Santo ficou curado e passou a
receber a visita de um mendigo, de pobres e de miseráveis em sua casa, como lhe
pediu o Senhor, e assim aprendeu os valores sagrados da fraternidade, onde ele
se pôs aos pés do próximo como se colava aos pés da Cruz de Jesus Cristo num
ato de amor e de compaixão. Ele aprendeu que seja quem for, quem quer que seja,
trás consigo dor, medo, feiura, inveja, ciúme, ódio, raiva, escândalo, morte, pois
também recebia pessoas ricas em sua casa que eram assim também. Ele aprendeu
que servir ao dinheiro é não servir ao próximo e nem a salvação, muito menos a
Jesus Cristo.
CAP.
2
Num outro dia ele estava internado num
Hospital e disse que queria receber a visita de pobres e miseráveis, e também do seu amigo, o mendigo, isso
comoveu aos funcionários do Hospital que o atenderam prontamente, mas só o
atenderam porque ele estava prestes a sair de alta hospitalar. Seu amigo
mendigo lhe disse que rezou muito pela sua saúde e ele agradeceu pelas suas
orações, disse-lhe também que os outros mendigos também rezaram por ele, e ele
ficou extremamente feliz e orou por eles todos sempre.
O Santo foi assim desenvolvendo a
caridade e vivenciando o amor ao próximo e percebeu que ser Santo é levar a
Palavra para todos os lugares e pessoas ou povos, sobretudo para a riqueza da Igreja, os pobres.
O mendigo percebeu que ele era uma
grande pessoa com um grande tesouro interior, a riqueza da Igreja, e decidiu-se
por seguir os passos do Senhor Jesus Cristo.
CAP.
3
Então passaram-se meses e foi a vez do
mendigo ficar doente e de ficar internado no Hospital, desta vez ele agiu
diferente, ele pediu para deixarem-lhe visitar doentes e deficientes do próprio
Hospital e da comunidade, e o mais incrível é que deu certo, foram-lhe visitar
pois também precisavam de contato e de amigos, de força para continuar a
caminhada em meio a dor e ao sofrimento imposto pelas doenças e condições
orgânicas do corpo de cada um deles, revelaram-lhe que também, muitos deles,
não recebiam visitas por serem muito doentes, idosos e deficientes, sozinhos. O
mendigo estimulou a fraternidade, o amor e a acolhida.
CAP.
4
Então o Santo assistindo televisão
testemunhou as emissoras de televisão e as autoridades se rebelando e se
revoltando contra o maior piloto de Fórmula 1 da história, M.S., começaram a
invadir sua intimidade e privacidade e a trata-lo como um criminoso, a deixa-lo
cada vez mais doente e começaram a deixa-lo insano aos poucos até chegar ao
ponto de internaram-no a força e tentarem matarem-no no Hospital, depois destruíram
toda sua vida lançando-o para brigar nos Estádios e Arenas de Futebol e demais
modalidades esportivas, tudo porque M.S. fora tratado com violência e como
escravo, vítima de violência sexual e tentativa de estupro coletivo e não
produziu o suficiente no trabalho, o que fez com que as autoridades o
perseguissem até os limites da loucura e do holocausto. M.S. acabou ficando
mais doente e nos limites da vida e da
morte, Santo aprendeu que deveria sempre rezar para essas pessoas cada vez mais
para evitar maiores problemas, era como se Deus quisesse lhe ensinar que depois
de cada tragédia vem o perdão, a necessidade do perdão.
CAP.
5
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