OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
PSICOLOGIAS
MITOLÓGICAS
NOVAS
TEORIAS E EPISTEMOLOGIAS
COMO
BUSCAR A PAZ?!
INTELIGÊNCIAS
E PROCESSOS SOCIAIS
ZEITGEIST
+ COSMOS + HIPERESPAÇO...
PARA
MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL
26/11/2016
COMO
BUSCAR A PAZ?! EXERCÍCIO DA FORÇA: INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS: ZEITGEIST
+ COSMOS + HIPERESPAÇO – PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL.
POLÍTICOS E PESSOAS FAMOSAS DE BEM
QUE BUSCARAM A PAZ: COMO BUSCAR A PAZ?!
Pessoas más são
fáceis de achar. Por outro lado, o bem já é mais complicado de se destacar. Mas
são das pessoas boas que temos que falar; é delas que temos que nos lembrar,
para renovarmos nossas esperanças na busca pela paz mundial. Confira essa lista
com 10 pessoas que pregaram o amor e a paz pelo mundo:
10 – Baha’u’llah
De acordo com a
religião Bahá’í, Bahá’u’lláh nasceu em 1817, e era um membro de uma das
famílias nobres da Pérsia, que podia traçar sua linhagem até as dinastias
reinantes do passado imperial. Recusando a posição em tribunal que
ofereceram-lhe, Bahá’u’lláh tornou-se conhecido por sua generosidade e bondade
que tinha para com seus compatriotas.
Sua posição
privilegiada não sobreviveu por muito tempo após seu anúncio de que apoiava a
mensagem de Báb.
Envolvido nas ondas de violência desencadeadas sobre os babis após a execução de Báb, Bahá’u’lláh sofreu não só a perda de todos os seus dons mundanos, mas foi submetido a torturas, prisão e uma série de banimentos. A primeira foi para Bagdá, onde, em 1863, anunciou ser “o prometido” pelo Báb. De Bagdá, Bahá’u’lláh foi enviado para Constantinopla, Adrianópolis e, finalmente, para o Acre, na Terra Santa, onde chegou como um prisioneiro, em 1868.
Envolvido nas ondas de violência desencadeadas sobre os babis após a execução de Báb, Bahá’u’lláh sofreu não só a perda de todos os seus dons mundanos, mas foi submetido a torturas, prisão e uma série de banimentos. A primeira foi para Bagdá, onde, em 1863, anunciou ser “o prometido” pelo Báb. De Bagdá, Bahá’u’lláh foi enviado para Constantinopla, Adrianópolis e, finalmente, para o Acre, na Terra Santa, onde chegou como um prisioneiro, em 1868.
De Adrianópolis, e
depois do Acre, Bahá’u’lláh dirigiu uma série de cartas para os governantes de
sua época, que estão entre os documentos mais notáveis da história religiosa.
Elas proclamavam a iminente unificação da humanidade, e a emergência de uma
civilização mundial. Os reis, imperadores e presidentes do século XIX foram
chamados para reconciliar suas diferenças, reduzir seus armamentos e dedicar
suas energias para o estabelecimento da paz universal.
Bahá’u’lláh faleceu
em Bahjí, ao norte do Acre, e está enterrado lá. Seus ensinamentos já haviam
começado a se espalhar para além dos confins do Oriente Médio, e o seu
santuário é hoje o ponto focal da comunidade construída por esses ensinamentos.
9 – Benjamin Franklin
Benjamin Franklin
nasceu em Boston, Massachusetts, em 17 de janeiro de 1706. Ele frequentou a
escola secundária aos oito anos, mas foi colocado para trabalhar com 10. Aos
12, publicou anonimamente um artigo no New England Courant. Benjamin era um
leitor ávido, questionador e cético. Através de seus artigos satíricos, ele
zombou o povo de Boston. Fugiu para Nova York e depois para a Filadélfia, com
16 anos, à procura de trabalho. Sempre através do trabalho árduo e frugalidade,
ele se estabeleceu na Filadélfia, em 1732, como publicador. Foi nomeado
secretário da Assembleia da Pensilvânia em 1736, e como chefe dos correios no
ano seguinte. Em 1741, começou a publicação Poor Richard’s Almanac, uma revista
muito popular e influente.
Franklin foi eleito
para a Assembleia da Pensilvânia em 1751, e serviu como um agente para a
Pensilvânia (e em última análise, por três outras colônias) para a Inglaterra,
França e várias outras potências europeias.
Foi eleito para o
Congresso Continental em 1775, onde desempenhou um papel crucial na rebelião
contra a Grã-Bretanha, incluindo a edição da Declaração de Independência.
Franklin, a essa altura rico e aposentado, continuou a desempenhar um papel
importante no governo, tanto local como nacional. Ele foi o primeiro chefe
geral dos correios dos Estados Unidos, Ministro para a corte francesa, agente e
signatário do Tratado de Paz com a Grã-Bretanha, etc. Ativista, empresário,
escritor, editor, cientista, diplomata, legislador, Franklin foi um dos
defensores mais antigos da abolição da escravatura e proteção dos direitos dos
povos indígenas americanos. Ele morreu em 17 de abril de 1790.
8 – Sócrates
Conhecido como o
fundador do método socrático de questionamento, Sócrates foi um famoso filósofo
social e judicial. Através de seus diálogos, seus argumentos magistrais e seu
método lógico de combater os seus adversários verbalmente, ele ganhou uma
reputação no governo da Grécia.
Nascido escultor e
assistente de alvenaria em Atenas, ele seguiu o caminho de seu pai por vários
anos antes de se dedicar ao aperfeiçoamento do seu próprio ser intelectual. Ele
tinha interesse nos grandes filósofos da época, incluindo Platão e Xenofonte.
Platão usou a voz de Sócrates como o narrador de suas obras várias vezes,
mostrando que a argumentação lógica poderia desarmar qualquer adversário.
Sócrates dizia
ouvir vozes que lhe contavam sobre o seu comportamento moral, e que o avisavam
se ele não cumprisse os seus próprios padrões elevados de verdade e justiça.
Ele também concluiu que as pessoas mais sábias da Grécia não eram tão sábias
quanto ele, porque Sócrates afirmou que viu a sua própria ignorância. Aquele
que percebe que é ignorante se torna o mais sábio de todos.
Muitos atenienses
pensavam que Sócrates estava poluindo a mente dos jovens da cidade. Acusaram-no
de colocar as ideias em suas cabeças, contrárias aos objetivos do governo
ateniense. Um argumento, gravado em Apologia, dá um excelente exemplo do
processo argumentativo de Sócrates, onde ele mostra que, como o governo não tem
poder sobre a juventude da cidade, eles não podem ser presos por sua corrupção.
Este estilo de questionamento começa com um questionamento regular e continua
até a lógica chegar a um ponto definitivo e conclusivo. Sua fama, vida,
filosofia e lógica lhe renderam muitos elogios, e ele ainda é considerado a
base das filosofias que se espalharam depois dele.
7 – Martin Luther King Jr
Martin Luther King,
Jr. nasceu em 15 de janeiro de 1929, na casa de sua família em Atlanta, Geórgia.
King era um pastor batista e líder do movimento pelos direitos civis nos
Estados Unidos. Ele promoveu meios não violentos para alcançar a reforma dos
direitos civis e foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz em 1964 por seus
esforços.
Martin se formou em
teologia em 1951, e ganhou seu diploma em filosofia da Universidade de Boston
em 1955. Enquanto no seminário, tornou-se familiarizado com a filosofia de
Mohandas Gandhi (chamado de Mahatma Gandhi) de protesto social pacífico. Em uma
viagem para a Índia em 1959, Martin reuniu-se com seguidores de Gandhi. Durante
essas discussões, ele tornou-se mais convencido do que nunca de que a
resistência pacífica era a arma mais potente disponível para as pessoas
oprimidas em sua luta pela liberdade.
Como pastor de uma
igreja batista em Montgomery, Alabama, King liderou um boicote a ônibus. Ele e
noventa outras pessoas foram presas e indiciadas sob as disposições de uma lei
que torna ilegal conspirar para obstruir o funcionamento de um negócio. King e
vários outros foram condenados, mas recorreram. Conforme o boicote aos ônibus
se arrastava, Martin ganhava uma reputação nacional. O sucesso do boicote aos
ônibus de Montgomery o tornou um herói nacional.
A Carta de King de
1963 da Prisão de Birmingham inspirou um crescente movimento nacional de
direitos civis. Em Birmingham, o objetivo era acabar completamente com o
sistema de segregação em todos os aspectos da vida pública (lojas, bebedouros
separados para negros, etc) e na discriminação no trabalho. Também em 1963, King
liderou uma marcha em Washington DC, onde fez seu famoso discurso, “I Have A
Dream” (“Eu tenho um sonho”). As táticas de King de não violência (marchas,
protestos) o colocaram na agenda nacional pelos direitos civis.
Em 4 de abril de
1968, King foi baleado por James Earl Ray na varanda do Motel Lorraine, em
Memphis, Tennessee. Ele tinha apenas 39 anos e estava ajudando em uma campanha
nacional para os pobres na época de seu assassinato.
6 – Dalai Lama
De acordo com seu
site, o 14º Dalai Lama, Tenzin Gyatso, é tanto chefe de estado quanto líder
espiritual do Tibete. Ele nasceu em 6 de julho de 1935, em uma família de
agricultores, em uma pequena aldeia localizada em Taktser, Amdo, Tibete. Aos
dois anos de idade, foi nomeado Lhamo Dhondup e reconhecido como a reencarnação
do 13º Dalai Lama, Thubten Gyatso. Os Dalai Lamas são considerados
manifestações de Avalokiteshvara ou Chenrezig, o Bodhisattva da Compaixão e
santo patrono do Tibete. Bodhisattvas são seres iluminados que adiaram o seu
próprio nirvana e escolherem renascer para servir à humanidade.
5 – Nelson Mandela
Nelson Mandela
nasceu em uma vila pequena sul africana. Ele foi a primeira pessoa em sua
família a receber uma educação ocidental, e estudou Direito. Mandela tornou-se
um advogado em Joanesburgo, defendendo negros sul-africanos contra o tratamento
cada vez mais injusto do governo. Uma figura-chave do Congresso Nacional
Africano, partido político que procurou unir todos os africanos e recuperar seus direitos e liberdade, ele participou de boicotes, protestos organizados, mobilizou seu povo e, por sua vez, foi marcado um inimigo do Estado: foi acusado de traição, banido de envolvimento político, expulso e condenado a prisão perpétua.
Africano, partido político que procurou unir todos os africanos e recuperar seus direitos e liberdade, ele participou de boicotes, protestos organizados, mobilizou seu povo e, por sua vez, foi marcado um inimigo do Estado: foi acusado de traição, banido de envolvimento político, expulso e condenado a prisão perpétua.
O encarceramento de
Mandela chamou a atenção internacional para as injustiças raciais do governo
sul-africano. Mandela serviu 27 anos na prisão, antes de sua libertação em
1990, com a idade de 72. Ele foi eleito o primeiro Presidente negro da África
do Sul em 1994. Embora tenha se aposentado da vida política em 1999, Mandela
continua a emprestar sua voz para as questões que afetam seu país e o mundo em
geral, tais como a epidemia de AIDS, a pobreza e os direitos humanos. Ele
também foi decisivo para a conquista da África do Sul como sede da Copa do
Mundo de Futebol de 2010.
Nelson Mandela é um
dos maiores e mais admirados líderes políticos do mundo. Ele foi agraciado com
inúmeros prêmios, incluindo o Prêmio Nobel da Paz, pois é um brilhante exemplo
da incrível força do espírito humano.
4 – Mohandas Gandhi
Nascido Mohandas
Karamchand Gandhi, em 2 de outubro de 1869, em Porbandar, Kathiawar, Índia,
Gandhi estudou Direito em Londres, e em 1893 foi para a África do Sul, onde
passou 20 anos se opondo à legislação discriminatória contra os indianos. Como
um pioneiro da Satyagraha, ou resistência pacífica, ele se tornou um dos
principais líderes políticos e espirituais de seu tempo. Satyagraha continua
sendo uma das filosofias mais potentes na luta pela paz em todo o mundo hoje.
Em 1914, Gandhi
retornou à Índia, onde apoiou movimentos e tornou-se líder do Congresso
Nacional Indiano, defendendo uma política de não violência para conseguir a
independência. Seu objetivo era ajudar os agricultores pobres e trabalhadores a
protestar contra a tributação opressiva e discriminação. Ele esforçou-se para
aliviar a pobreza e pôr fim à discriminação de casta.
Depois de sua
campanha de desobediência civil (1919-1922), ele foi preso por conspiração
(1922-4). Em 1930, ele liderou uma marcha para o mar para coletar sal em um
desafio simbólico ao monopólio do governo. Em sua libertação da prisão (1931),
ele participou da Conferência de Londres sobre a reforma constitucional
indiana. Em 1946, ele negociou com Inglaterra recomendando a nova estrutura
constitucional. Após a independência da Índia (1947), ele tentou parar o
conflito hindu-muçulmano em Bengala, uma política que levou ao seu assassinato
em Nova Déli, por Nathuram Godse, um fanático hindu.
Gandhi ficou
conhecido como Mahatma Gandhi (Mahatma significa “Grande Alma”). Mesmo após sua
morte, o compromisso de Gandhi a não violência e sua crença em uma vida simples
são muito difundidos: ele fazia suas próprias roupas, tinha uma dieta
vegetariana e fazia jejuns e autopurificação. Sua forma de protesto tem sido um
farol de esperança para oprimidos e marginalizados em todo o mundo.
3 – Sidarta Gautama
Por volta de 500 a
400 a.C., Sidarta Gautama nasceu em uma família real. Quando ele era um jovem
adulto, suas experiências com o mundo exterior o levaram a buscar uma maior
compreensão da vida e da realização espiritual. Através da busca de orientação
e meditação, Sidarta disse ter atingido a iluminação. A partir desse ponto, ele
ficou conhecido como Buda, que significa “Iluminado”.
Pelo resto de sua
vida, Buda viajou grandes distâncias, ensinando as pessoas sobre um caminho
para a salvação. Após sua morte, seus discípulos continuaram a espalhar seus
ensinamentos. O Budismo se desenvolveu numa época em que o hinduísmo, a
religião mais difundida na Índia, tornou-se controlada por sacerdotes e classes
superiores.o Budismo ofereceu esperança e acesso a compreensão espiritual e
satisfação para as pessoas comuns. Em todo o mundo hoje, muitos ainda seguem os
ensinamentos de Buda.
2 – Confúcio
Mestre Kong Qiu,
como traduz seu nome chinês, viveu entre 551-479 a.C., e continua sendo o
filósofo mais importante na história do Oriente. Ele defendia princípios
importantes de ética e política, numa época em que os gregos estavam defendendo
as mesmas coisas. Nós pensamos que a democracia é uma invenção grega, uma ideia
ocidental, mas Confúcio escreveu que “o melhor governo é aquele que governa
através dos ritos e da moralidade das pessoas naturais, em vez de usar o
suborno e a coação”. Isso pode parecer óbvio para nós hoje, mas ele escreveu
isso entre 500 a 400 anos a.C. É o mesmo princípio da democracia que os gregos
defenderam e desenvolveram: a moral do povo está no comando, portanto governa
pelo povo.
Confúcio defendeu a ideia de um imperador, mas também defendeu as limitações ao poder do imperador. O imperador deve ser honesto, e seus súditos devem respeitá-lo, mas ele deve também merecer esse respeito. Se ele comete um erro, seus súditos devem oferecer sugestões para corrigi-lo, e ele deve considerá-las. Qualquer governante que agir contrário a esses princípios é um tirano, e, portanto, um ladrão mais do que um governante.
Confúcio defendeu a ideia de um imperador, mas também defendeu as limitações ao poder do imperador. O imperador deve ser honesto, e seus súditos devem respeitá-lo, mas ele deve também merecer esse respeito. Se ele comete um erro, seus súditos devem oferecer sugestões para corrigi-lo, e ele deve considerá-las. Qualquer governante que agir contrário a esses princípios é um tirano, e, portanto, um ladrão mais do que um governante.
Confúcio também
criou sua própria versão independente da Regra de Ouro, que já existia há pelo
menos um século na Grécia antes dele. Seu fraseado era quase idêntico, mas ia
além: “O que não se deseja para si mesmo, não devemos fazer a mais ninguém, e o
que se reconhece como desejável para si mesmo, devemos estar dispostos a
conceder aos outros”. A primeira afirmação é negativa, e constitui um desejo
passivo de não prejudicar os outros. A segunda declaração é muito mais
importante, constituindo um ativo desejo de ajudar os outros. O único outro
filósofo da antiguidade a defender a Regra de Ouro na forma positiva foi Jesus
Cristo.
1 – Jesus Cristo
Jesus Cristo teve
um impacto muito mais abrangente do que qualquer outro membro desta lista, pois
tem mais adeptos no mundo do que qualquer outro grupo religioso. Jesus de
Nazaré é a figura do fundador do cristianismo, que nasceu na Europa e se
espalhou para boa parte do mundo. Como a maior religião ainda hoje, não há
dúvida de que impacta a sociedade.
As principais
fontes de informação sobre a vida de Jesus e seus ensinamentos são os quatro
evangelhos canônicos. A maioria dos estudiosos críticos nas áreas de história e
estudos bíblicos acredita que os textos antigos sobre a vida de Jesus são, pelo
menos parcialmente, precisos. Esses textos concordam que Jesus era um judeu da
Galiléia, considerado um mestre e curador. Eles também costumam aceitar que
Jesus foi batizado por João Batista, e foi crucificado em Jerusalém por ordem
do prefeito romano da Judéia Pôncio Pilatos, sob a acusação de sedição contra o
Império Romano. Muitos sabem quais foram as palavras de Jesus. Curiosamente, o
homem mais pacífico desta lista também disse: “Não penseis que vim trazer paz
sobre a terra: Eu não vim trazer paz, mas espada” [São Mateus 10:34].
Notamos
que pessoas importantes e famosas podem fazer a diferença na História da
Humanidade e se destacarem na História regional, nacional e internacional
devido a sua luta pela paz, pelo convívio, pelo bem-estar e pela salvação. Só
em paz temos noites de sono bem dormidas e dias melhores, cada vez melhores! Se
não fossem estes e outros Heróis talvez estivéssemos em guerras ou no colapso
total hoje em dia – a paz também se faz com a História!
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão
tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos
Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido
também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
Devemos encarar a telepatia através da
Trajetória dos Heróis:
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande
inquietação e admiração em relação à figura que aparece repentinamente como
mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma
nova biografia.
O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao
inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência,
e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro
valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão
que já não pode ser recusada.
O levar-se a aventura significa que o destino convocou o
herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta
fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo,
a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo
de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres
diferentes e bizarros fluidos e
polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias
impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por vontade própria, por ser
lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu
caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do planeta.
1. O
chamado pode ser recusado
É
sempre possível desviar a atenção para outras coisas na
vida real, não com menos
frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim
seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande
falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder,
trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se
manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias,
virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de
abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais
infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso,
da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta
e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim
a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
2. As
forças se unem para o bem-aventurado
As
forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua
viagem, seu chamado, e a
ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser
e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a
sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através
desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e
protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos
despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do
inconsciente estarão ao seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir
contra ele, o herói.
3. A
travessia: se consumir
A
vida do herói possui limites e um dia encontrará o
guardião dos limites
que aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na
direção do não conhecido, para um oceano sem limites
As regiões do desconhecido são lugares para projeção do
inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas
subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa e a destruição do pai, sereias de beleza
nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do
limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém
somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a
morte para um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os
ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido,
e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem
riscos, porém aqueles que têm talento, competência e coragem verão o perigo se
dissipar como a água no mar.
4. Ser
engolido e consumido
Ser
engolido e consumido dá a entender que o herói morreu,
contudo é uma passagem
do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre
da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo
onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do
templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas
proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões,
matadores de demônios com espadas desembainhadas, anões rancorosos e touros
alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos
aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do
templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que
marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia.
Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o
fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas
mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O
herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o
poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita
seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais
indesejáveis como o desconhecido.
5. O
caminho obtuso
Este
caminho cheio de pedras e obstáculos vem logo após o
herói cruzar o limiar e
com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é
auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio
sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o
sustenta em sua passagem sobre-humana.
Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre
trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas
onde se depara com ossos de outros que sucumbiram à aventura e acaba
encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas
notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos
perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre
ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar
com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o
herói entre em êxtase.
O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado
condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante
na sua luta contra a realidade.
O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do
eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se
em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência
ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações
anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental,
improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nossos
sonhos.
A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com
uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.
6. O
encontro com a deusa
A
aventura do herói continua com o encontro com a Rainha
Deusa do Mundo. A Mãe
Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um
primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre
a atitude da criança com relação à mãe e a do adulto em relação ao mundo
material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente
controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e
iniciação da mente na natureza do mundo visível.
A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode
ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o
herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma
várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do
que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as
correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas
limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela
ignorância à banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O
herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com
gentileza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu
mundo criado.
O encontro com a deusa é o teste final do talento para a
bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
7. A
mulher como tentação
Agora
com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o
herói ver-se-á no lugar
do pai, ele e seu pai são um só.
As guerras e as explosões emocionais são paliativos da
ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e
alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre,
passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma
trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a
idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise.
Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a
própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de
nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente à outra pessoa ou outras
pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento
de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em
particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A
mulher é a tentação do herói em sua aventura.
8. A
relação com o pai
A
pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da
torrente e das chamas é
a misericórdia divina, a poderosa força
do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de
Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo
está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os
auxiliares sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a
humanidade de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas
quanto se parece.
É a provação do herói com a garantia de que a figura
masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de
iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e é
essencialmente a mesma coisa.
A iniciação combina uma introdução do candidato nas
técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento
de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de
sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu
duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o
papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das
ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica,
purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma
par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as
repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na
majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e,
por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do
pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as
agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é
mais um vale de lágrimas, gemidos e dores, mas uma manifestação perpétua e
geradora de bênçãos, da Presença.
9. A
apoteose
No
momento em que nos libertamos dos preconceitos, do
tribal, eclesiástico, nacional,
do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que
o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram,
mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do
Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as
coisas, são imortais.
10.
A última graça
O
sofrimento agonizante da ultrapassagem
dos limites
pessoais é a agonia do crescimento
pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas
são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes
que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e
movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura
da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo.
A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que
transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as
divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são
aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um
único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita
das estrelas.
11.
A difícil volta
Ao
fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da
penetração da fonte retornando
com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua
saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação
masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação
da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
12.
A magia nas decisões
Se
o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum
elixir destinado à restauração
da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono
sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não
obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A
aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.
13.
O resgate sobrenatural
O
herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio
sobrenatural, o mundo,
que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que
dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem
acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise
final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana.
Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas divindades
orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde
os homens imaginam-se completos, mas que na realidade não passam de frações.
14.
Os limites da volta
Os
mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a
morte, o dia e a noite.
As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das
trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um
retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas
convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana
tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a
prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e
as instituições para as pessoas comuns.
15.
Agora são dois mundos
A
liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os
mitos não frequentemente
apresenta numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem
são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor
magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes
honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
16.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
O
campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura
vive da morte de outra.
Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer
coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas
que se tornaram.
Nossos Heróis, inclusive quando
caminhamos no desconhecido em busca de paz nos mostram que a telepatia pode nos
fortalecer e aumentar nossas defesas e forças ou poderes como que verdadeiros
Super-Heróis, fazendo de nós super-humanos capazes de realizar grandes obras e
grandes planos, capazes de sermos pessoas de paz e de bem se nos ajudarmos e
entendermos nossas inteligências e nos adaptarmos ao meio ambiente.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Nossos
monstros, inclusive quando caminhamos no desconhecido em
busca
de paz nos revelam que a telepatia pode nos fazer de tudo e da vida, da nossa
missão, dos planos de Deus, daqueles que amamos para nos amarmos, assim podemos
cair em abismos e ter que viver como monstros que assustam e assombram as
pessoas botando-lhe medo e pavor, não sobrando mais paz nem felicidade, nem
mesmo mais uma família ou amizades, levando-o a autodestruição e a destruição do outro e do seu mundo.
Nossos escravos, inclusive quando
caminhamos no desconhecido em busca de paz nos mostram que a telepatia pode nos
fazer escravos ou dependentes e prisioneiros de nossa própria vida e da telepatia, levando-nos a alienação
e a loucura onde se perde a noção de realidade e não há mais nada para se
completar na vida, a não ser viver acorrentado e aprisionado, escravo e
revoltado ou alienado.
Diante destes fenômenos podemos ainda
falar que o ser humano tem problemas com a Terra e com o meio ambiente, que ele
não sabe ou não conhece como amar a Terra, inclusive quando caminhamos no
desconhecido em busca de paz.
Exemplo disto são as guerras e
violências, os crimes e horrores, as indústrias e o consumismo que contaminam a
terra, a água e o ar, os carros que contaminam o ar, os cigarros e as queimadas
que contaminam o ar e destroem as matas, os desmatamentos ilegais que destroem
o meio ambiente, os indivíduos que sujam as cidades, os pescadores e os
caçadores que não respeitas as leis, os agricultores que não respeitam as leis,
etc..
Podemos discutir um pouco mais sobre o
gás carbônico... porquê isto está acontecendo? Porque o ser humano não ama a
Terra ou não sabe amar a Terra! E em virtude disto tem dificuldade de mudar sua
atitude, consciência, identidade, afetividade e alienação, alegando que é caro
o controle do gás carbônico, que não existem meios ou utensílios domésticos que
o ajudem nessa tarefa, que assim é difícil se sensibilizar pois no mundo tudo é
prático e fácil e isso não é, pois envolve sofrimento, educação e amor, é mais
fácil transmitir ódio do que amor hoje em dia,
vivemos mais tempos conosco do que com os outros hoje em dia em todos os
ambientes, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
A Cruz é pesada mas liberta quem a ama,
é um fardo para aquele quem não a aceita, inclusive quando caminhamos no
desconhecido em busca de paz. Os pecados do mundo podem libertar através do
Zeitgeist e do Cosmos.
Sigmund Freud (1856-1939) alterou
radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos
como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o
levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades, inclusive quando caminhamos no
desconhecido em busca de paz.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive quando caminhamos no
desconhecido em busca de paz.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive
quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas
de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 26 de novembro de 2016.










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