sábado, 26 de novembro de 2016

NOVAS TEORIAS SOBRE COMO BUSCAR A PAZ?! (2016) OSNY MATTANÓ JÚNIOR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR



PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS
NOVAS TEORIAS E EPISTEMOLOGIAS

COMO BUSCAR A PAZ?!

INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS
ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO...
PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL








26/11/2016
COMO BUSCAR A PAZ?! EXERCÍCIO DA FORÇA: INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS: ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO – PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL.


POLÍTICOS E PESSOAS FAMOSAS DE BEM QUE BUSCARAM A PAZ: COMO BUSCAR A PAZ?!

Pessoas más são fáceis de achar. Por outro lado, o bem já é mais complicado de se destacar. Mas são das pessoas boas que temos que falar; é delas que temos que nos lembrar, para renovarmos nossas esperanças na busca pela paz mundial. Confira essa lista com 10 pessoas que pregaram o amor e a paz pelo mundo:
10 – Baha’u’llah

De acordo com a religião Bahá’í, Bahá’u’lláh nasceu em 1817, e era um membro de uma das famílias nobres da Pérsia, que podia traçar sua linhagem até as dinastias reinantes do passado imperial. Recusando a posição em tribunal que ofereceram-lhe, Bahá’u’lláh tornou-se conhecido por sua generosidade e bondade que tinha para com seus compatriotas.
Sua posição privilegiada não sobreviveu por muito tempo após seu anúncio de que apoiava a mensagem de Báb.
Envolvido nas ondas de violência desencadeadas sobre os babis após a execução de Báb, Bahá’u’lláh sofreu não só a perda de todos os seus dons mundanos, mas foi submetido a torturas, prisão e uma série de banimentos. A primeira foi para Bagdá, onde, em 1863, anunciou ser “o prometido” pelo Báb. De Bagdá, Bahá’u’lláh foi enviado para Constantinopla, Adrianópolis e, finalmente, para o Acre, na Terra Santa, onde chegou como um prisioneiro, em 1868.
De Adrianópolis, e depois do Acre, Bahá’u’lláh dirigiu uma série de cartas para os governantes de sua época, que estão entre os documentos mais notáveis da história religiosa. Elas proclamavam a iminente unificação da humanidade, e a emergência de uma civilização mundial. Os reis, imperadores e presidentes do século XIX foram chamados para reconciliar suas diferenças, reduzir seus armamentos e dedicar suas energias para o estabelecimento da paz universal.
Bahá’u’lláh faleceu em Bahjí, ao norte do Acre, e está enterrado lá. Seus ensinamentos já haviam começado a se espalhar para além dos confins do Oriente Médio, e o seu santuário é hoje o ponto focal da comunidade construída por esses ensinamentos.
9 – Benjamin Franklin

Benjamin Franklin nasceu em Boston, Massachusetts, em 17 de janeiro de 1706. Ele frequentou a escola secundária aos oito anos, mas foi colocado para trabalhar com 10. Aos 12, publicou anonimamente um artigo no New England Courant. Benjamin era um leitor ávido, questionador e cético. Através de seus artigos satíricos, ele zombou o povo de Boston. Fugiu para Nova York e depois para a Filadélfia, com 16 anos, à procura de trabalho. Sempre através do trabalho árduo e frugalidade, ele se estabeleceu na Filadélfia, em 1732, como publicador. Foi nomeado secretário da Assembleia da Pensilvânia em 1736, e como chefe dos correios no ano seguinte. Em 1741, começou a publicação Poor Richard’s Almanac, uma revista muito popular e influente.
Franklin foi eleito para a Assembleia da Pensilvânia em 1751, e serviu como um agente para a Pensilvânia (e em última análise, por três outras colônias) para a Inglaterra, França e várias outras potências europeias.
Foi eleito para o Congresso Continental em 1775, onde desempenhou um papel crucial na rebelião contra a Grã-Bretanha, incluindo a edição da Declaração de Independência. Franklin, a essa altura rico e aposentado, continuou a desempenhar um papel importante no governo, tanto local como nacional. Ele foi o primeiro chefe geral dos correios dos Estados Unidos, Ministro para a corte francesa, agente e signatário do Tratado de Paz com a Grã-Bretanha, etc. Ativista, empresário, escritor, editor, cientista, diplomata, legislador, Franklin foi um dos defensores mais antigos da abolição da escravatura e proteção dos direitos dos povos indígenas americanos. Ele morreu em 17 de abril de 1790.
8 – Sócrates

Conhecido como o fundador do método socrático de questionamento, Sócrates foi um famoso filósofo social e judicial. Através de seus diálogos, seus argumentos magistrais e seu método lógico de combater os seus adversários verbalmente, ele ganhou uma reputação no governo da Grécia.
Nascido escultor e assistente de alvenaria em Atenas, ele seguiu o caminho de seu pai por vários anos antes de se dedicar ao aperfeiçoamento do seu próprio ser intelectual. Ele tinha interesse nos grandes filósofos da época, incluindo Platão e Xenofonte. Platão usou a voz de Sócrates como o narrador de suas obras várias vezes, mostrando que a argumentação lógica poderia desarmar qualquer adversário.
Sócrates dizia ouvir vozes que lhe contavam sobre o seu comportamento moral, e que o avisavam se ele não cumprisse os seus próprios padrões elevados de verdade e justiça. Ele também concluiu que as pessoas mais sábias da Grécia não eram tão sábias quanto ele, porque Sócrates afirmou que viu a sua própria ignorância. Aquele que percebe que é ignorante se torna o mais sábio de todos.
Muitos atenienses pensavam que Sócrates estava poluindo a mente dos jovens da cidade. Acusaram-no de colocar as ideias em suas cabeças, contrárias aos objetivos do governo ateniense. Um argumento, gravado em Apologia, dá um excelente exemplo do processo argumentativo de Sócrates, onde ele mostra que, como o governo não tem poder sobre a juventude da cidade, eles não podem ser presos por sua corrupção. Este estilo de questionamento começa com um questionamento regular e continua até a lógica chegar a um ponto definitivo e conclusivo. Sua fama, vida, filosofia e lógica lhe renderam muitos elogios, e ele ainda é considerado a base das filosofias que se espalharam depois dele.
7 – Martin Luther King Jr

Martin Luther King, Jr. nasceu em 15 de janeiro de 1929, na casa de sua família em Atlanta, Geórgia. King era um pastor batista e líder do movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos. Ele promoveu meios não violentos para alcançar a reforma dos direitos civis e foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz em 1964 por seus esforços.
Martin se formou em teologia em 1951, e ganhou seu diploma em filosofia da Universidade de Boston em 1955. Enquanto no seminário, tornou-se familiarizado com a filosofia de Mohandas Gandhi (chamado de Mahatma Gandhi) de protesto social pacífico. Em uma viagem para a Índia em 1959, Martin reuniu-se com seguidores de Gandhi. Durante essas discussões, ele tornou-se mais convencido do que nunca de que a resistência pacífica era a arma mais potente disponível para as pessoas oprimidas em sua luta pela liberdade.
Como pastor de uma igreja batista em Montgomery, Alabama, King liderou um boicote a ônibus. Ele e noventa outras pessoas foram presas e indiciadas sob as disposições de uma lei que torna ilegal conspirar para obstruir o funcionamento de um negócio. King e vários outros foram condenados, mas recorreram. Conforme o boicote aos ônibus se arrastava, Martin ganhava uma reputação nacional. O sucesso do boicote aos ônibus de Montgomery o tornou um herói nacional.
A Carta de King de 1963 da Prisão de Birmingham inspirou um crescente movimento nacional de direitos civis. Em Birmingham, o objetivo era acabar completamente com o sistema de segregação em todos os aspectos da vida pública (lojas, bebedouros separados para negros, etc) e na discriminação no trabalho. Também em 1963, King liderou uma marcha em Washington DC, onde fez seu famoso discurso, “I Have A Dream” (“Eu tenho um sonho”). As táticas de King de não violência (marchas, protestos) o colocaram na agenda nacional pelos direitos civis.
Em 4 de abril de 1968, King foi baleado por James Earl Ray na varanda do Motel Lorraine, em Memphis, Tennessee. Ele tinha apenas 39 anos e estava ajudando em uma campanha nacional para os pobres na época de seu assassinato.
6 – Dalai Lama

De acordo com seu site, o 14º Dalai Lama, Tenzin Gyatso, é tanto chefe de estado quanto líder espiritual do Tibete. Ele nasceu em 6 de julho de 1935, em uma família de agricultores, em uma pequena aldeia localizada em Taktser, Amdo, Tibete. Aos dois anos de idade, foi nomeado Lhamo Dhondup e reconhecido como a reencarnação do 13º Dalai Lama, Thubten Gyatso. Os Dalai Lamas são considerados manifestações de Avalokiteshvara ou Chenrezig, o Bodhisattva da Compaixão e santo patrono do Tibete. Bodhisattvas são seres iluminados que adiaram o seu próprio nirvana e escolherem renascer para servir à humanidade.
5 – Nelson Mandela

Nelson Mandela nasceu em uma vila pequena sul africana. Ele foi a primeira pessoa em sua família a receber uma educação ocidental, e estudou Direito. Mandela tornou-se um advogado em Joanesburgo, defendendo negros sul-africanos contra o tratamento cada vez mais injusto do governo. Uma figura-chave do Congresso Nacional
Africano, partido político que procurou unir todos os africanos e recuperar seus direitos e liberdade, ele participou de boicotes, protestos organizados, mobilizou seu povo e, por sua vez, foi marcado um inimigo do Estado: foi acusado de traição, banido de envolvimento político, expulso e condenado a prisão perpétua.
O encarceramento de Mandela chamou a atenção internacional para as injustiças raciais do governo sul-africano. Mandela serviu 27 anos na prisão, antes de sua libertação em 1990, com a idade de 72. Ele foi eleito o primeiro Presidente negro da África do Sul em 1994. Embora tenha se aposentado da vida política em 1999, Mandela continua a emprestar sua voz para as questões que afetam seu país e o mundo em geral, tais como a epidemia de AIDS, a pobreza e os direitos humanos. Ele também foi decisivo para a conquista da África do Sul como sede da Copa do Mundo de Futebol de 2010.
Nelson Mandela é um dos maiores e mais admirados líderes políticos do mundo. Ele foi agraciado com inúmeros prêmios, incluindo o Prêmio Nobel da Paz, pois é um brilhante exemplo da incrível força do espírito humano.
4 – Mohandas Gandhi

Nascido Mohandas Karamchand Gandhi, em 2 de outubro de 1869, em Porbandar, Kathiawar, Índia, Gandhi estudou Direito em Londres, e em 1893 foi para a África do Sul, onde passou 20 anos se opondo à legislação discriminatória contra os indianos. Como um pioneiro da Satyagraha, ou resistência pacífica, ele se tornou um dos principais líderes políticos e espirituais de seu tempo. Satyagraha continua sendo uma das filosofias mais potentes na luta pela paz em todo o mundo hoje.
Em 1914, Gandhi retornou à Índia, onde apoiou movimentos e tornou-se líder do Congresso Nacional Indiano, defendendo uma política de não violência para conseguir a independência. Seu objetivo era ajudar os agricultores pobres e trabalhadores a protestar contra a tributação opressiva e discriminação. Ele esforçou-se para aliviar a pobreza e pôr fim à discriminação de casta.
Depois de sua campanha de desobediência civil (1919-1922), ele foi preso por conspiração (1922-4). Em 1930, ele liderou uma marcha para o mar para coletar sal em um desafio simbólico ao monopólio do governo. Em sua libertação da prisão (1931), ele participou da Conferência de Londres sobre a reforma constitucional indiana. Em 1946, ele negociou com Inglaterra recomendando a nova estrutura constitucional. Após a independência da Índia (1947), ele tentou parar o conflito hindu-muçulmano em Bengala, uma política que levou ao seu assassinato em Nova Déli, por Nathuram Godse, um fanático hindu.
Gandhi ficou conhecido como Mahatma Gandhi (Mahatma significa “Grande Alma”). Mesmo após sua morte, o compromisso de Gandhi a não violência e sua crença em uma vida simples são muito difundidos: ele fazia suas próprias roupas, tinha uma dieta vegetariana e fazia jejuns e autopurificação. Sua forma de protesto tem sido um farol de esperança para oprimidos e marginalizados em todo o mundo.
3 – Sidarta Gautama

Por volta de 500 a 400 a.C., Sidarta Gautama nasceu em uma família real. Quando ele era um jovem adulto, suas experiências com o mundo exterior o levaram a buscar uma maior compreensão da vida e da realização espiritual. Através da busca de orientação e meditação, Sidarta disse ter atingido a iluminação. A partir desse ponto, ele ficou conhecido como Buda, que significa “Iluminado”.
Pelo resto de sua vida, Buda viajou grandes distâncias, ensinando as pessoas sobre um caminho para a salvação. Após sua morte, seus discípulos continuaram a espalhar seus ensinamentos. O Budismo se desenvolveu numa época em que o hinduísmo, a religião mais difundida na Índia, tornou-se controlada por sacerdotes e classes superiores.o Budismo ofereceu esperança e acesso a compreensão espiritual e satisfação para as pessoas comuns. Em todo o mundo hoje, muitos ainda seguem os ensinamentos de Buda.
2 – Confúcio

Mestre Kong Qiu, como traduz seu nome chinês, viveu entre 551-479 a.C., e continua sendo o filósofo mais importante na história do Oriente. Ele defendia princípios importantes de ética e política, numa época em que os gregos estavam defendendo as mesmas coisas. Nós pensamos que a democracia é uma invenção grega, uma ideia ocidental, mas Confúcio escreveu que “o melhor governo é aquele que governa através dos ritos e da moralidade das pessoas naturais, em vez de usar o suborno e a coação”. Isso pode parecer óbvio para nós hoje, mas ele escreveu isso entre 500 a 400 anos a.C. É o mesmo princípio da democracia que os gregos defenderam e desenvolveram: a moral do povo está no comando, portanto governa pelo povo.
Confúcio defendeu a ideia de um imperador, mas também defendeu as limitações ao poder do imperador. O imperador deve ser honesto, e seus súditos devem respeitá-lo, mas ele deve também merecer esse respeito. Se ele comete um erro, seus súditos devem oferecer sugestões para corrigi-lo, e ele deve considerá-las. Qualquer governante que agir contrário a esses princípios é um tirano, e, portanto, um ladrão mais do que um governante.
Confúcio também criou sua própria versão independente da Regra de Ouro, que já existia há pelo menos um século na Grécia antes dele. Seu fraseado era quase idêntico, mas ia além: “O que não se deseja para si mesmo, não devemos fazer a mais ninguém, e o que se reconhece como desejável para si mesmo, devemos estar dispostos a conceder aos outros”. A primeira afirmação é negativa, e constitui um desejo passivo de não prejudicar os outros. A segunda declaração é muito mais importante, constituindo um ativo desejo de ajudar os outros. O único outro filósofo da antiguidade a defender a Regra de Ouro na forma positiva foi Jesus Cristo.
1 – Jesus Cristo

Jesus Cristo teve um impacto muito mais abrangente do que qualquer outro membro desta lista, pois tem mais adeptos no mundo do que qualquer outro grupo religioso. Jesus de Nazaré é a figura do fundador do cristianismo, que nasceu na Europa e se espalhou para boa parte do mundo. Como a maior religião ainda hoje, não há dúvida de que impacta a sociedade.
As principais fontes de informação sobre a vida de Jesus e seus ensinamentos são os quatro evangelhos canônicos. A maioria dos estudiosos críticos nas áreas de história e estudos bíblicos acredita que os textos antigos sobre a vida de Jesus são, pelo menos parcialmente, precisos. Esses textos concordam que Jesus era um judeu da Galiléia, considerado um mestre e curador. Eles também costumam aceitar que Jesus foi batizado por João Batista, e foi crucificado em Jerusalém por ordem do prefeito romano da Judéia Pôncio Pilatos, sob a acusação de sedição contra o Império Romano. Muitos sabem quais foram as palavras de Jesus. Curiosamente, o homem mais pacífico desta lista também disse: “Não penseis que vim trazer paz sobre a terra: Eu não vim trazer paz, mas espada” [São Mateus 10:34].

         Notamos que pessoas importantes e famosas podem fazer a diferença na História da Humanidade e se destacarem na História regional, nacional e internacional devido a sua luta pela paz, pelo convívio, pelo bem-estar e pela salvação. Só em paz temos noites de sono bem dormidas e dias melhores, cada vez melhores! Se não fossem estes e outros Heróis talvez estivéssemos em guerras ou no colapso total hoje em dia – a paz também se faz com a História!

         A vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras, controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
         É através do Hiperespaço que podemos voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
         Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
         O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.
         A vida teve início a partir das primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu, segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar telepaticamente.
         Porém a telepatia pode ter surgido devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos, tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir  devido as influências e interferências das tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros seres humanos,  revelando que todos possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores (emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
         Isto nos mostra que o ser humano e suas tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e elaborado, sincronizado.
         Notamos que a telepatia nos mostra que existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
         Devemos encarar a telepatia através da Trajetória dos Heróis:

A Trajetória dos Heróis começa com:
      1. A concepção e o herói

         A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em relação à figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
         O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser recusada.
         O levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e  polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do planeta.


1.     O chamado pode ser recusado

É sempre possível desviar a atenção para outras coisas na
vida real, não com menos frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.



2.     As forças se unem para o bem-aventurado

As forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua
viagem, seu chamado, e a ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão ao seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.



3.     A travessia: se consumir


A vida do herói possui limites e um dia encontrará o
guardião dos limites que aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um oceano sem limites
         As regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa e  a destruição do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem riscos, porém aqueles que têm talento, competência e coragem verão o perigo se dissipar como a água no mar.



4.     Ser engolido e consumido

Ser engolido e consumido dá a entender que o herói morreu,
contudo é uma passagem do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
         O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de demônios com espadas desembainhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
         Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.



5.     O caminho obtuso

Este caminho cheio de pedras e obstáculos vem logo após o
herói cruzar o limiar e com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem sobre-humana.
         Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde se depara com ossos de outros que sucumbiram à aventura e acaba encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
         O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a realidade.
         O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
         Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nossos sonhos.
         A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.



6.     O encontro com a deusa

A aventura do herói continua com o encontro com a Rainha
Deusa do Mundo. A Mãe Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com relação à mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza do mundo visível.
         A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância à banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentileza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo criado.
         O encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.


7.     A mulher como tentação


Agora com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o
herói ver-se-á no lugar do pai, ele e seu pai são um só.
         As guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
         A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente à outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do herói em sua aventura.



8.     A relação com o pai


A pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da
torrente e das chamas é a misericórdia divina,  a poderosa força do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
         É a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e é essencialmente a mesma coisa.
         A iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
         O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
         Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas, gemidos e dores, mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da Presença.



9.     A apoteose

No momento em que nos libertamos dos preconceitos, do
tribal, eclesiástico, nacional, do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
         Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.



10.                       A última graça

O sofrimento agonizante da ultrapassagem  dos limites
pessoais é a agonia do crescimento pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.



11.                       A difícil volta


Ao fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da
penetração da fonte retornando com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.


12.                       A magia nas decisões


Se o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum
elixir destinado à restauração da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.



13.                       O resgate sobrenatural


O herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio
sobrenatural, o mundo, que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se completos, mas que na realidade não passam de frações.



14.                       Os limites da volta


Os mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a
morte, o dia e a noite. As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as pessoas comuns.



15.                       Agora são dois mundos

A liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os
mitos não frequentemente apresenta numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
         Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.



16.                       E a liberdade para se viver e ensinar a viver


O campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura
vive da morte de outra. Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.


         Nossos Heróis, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz nos mostram que a telepatia pode nos fortalecer e aumentar nossas defesas e forças ou poderes como que verdadeiros Super-Heróis, fazendo de nós super-humanos capazes de realizar grandes obras e grandes planos, capazes de sermos pessoas de paz e de bem se nos ajudarmos e entendermos nossas inteligências e nos adaptarmos ao meio ambiente.
         Nossas inteligências são 19:
1.     Espacial
2.     Territorial
3.     Corporal
4.     Lingüística
5.     Musical
6.     Matemática
7.     Interpessoal
8.     Intrapessoal
9.     Espiritual
10.           Emocional
11.           Naturalística
12.           Psicomotora
13.           Lúdica
14.           Narcísica
15.           Computacional
16.           Agrícola
17.           Urbana
18.           Moral
19.           Mortal

A inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou morte.
                   Sabemos que o cérebro é uma resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas comportamentais e psíquicas.
Diante e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja, sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes, ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Nossos monstros, inclusive quando caminhamos no desconhecido em
busca de paz nos revelam que a telepatia pode nos fazer de tudo e da vida, da nossa missão, dos planos de Deus, daqueles que amamos para nos amarmos, assim podemos cair em abismos e ter que viver como monstros que assustam e assombram as pessoas botando-lhe medo e pavor, não sobrando mais paz nem felicidade, nem mesmo mais uma família ou amizades, levando-o a autodestruição  e a destruição do outro e do seu mundo.       
         Nossos escravos, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz nos mostram que a telepatia pode nos fazer escravos ou dependentes e prisioneiros de nossa própria  vida e da telepatia, levando-nos a alienação e a loucura onde se perde a noção de realidade e não há mais nada para se completar na vida, a não ser viver acorrentado e aprisionado, escravo e revoltado ou alienado.
         Diante destes fenômenos podemos ainda falar que o ser humano tem problemas com a Terra e com o meio ambiente, que ele não sabe ou não conhece como amar a Terra, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
         Exemplo disto são as guerras e violências, os crimes e horrores, as indústrias e o consumismo que contaminam a terra, a água e o ar, os carros que contaminam o ar, os cigarros e as queimadas que contaminam o ar e destroem as matas, os desmatamentos ilegais que destroem o meio ambiente, os indivíduos que sujam as cidades, os pescadores e os caçadores que não respeitas as leis, os agricultores que não respeitam as leis, etc..
         Podemos discutir um pouco mais sobre o gás carbônico... porquê isto está acontecendo? Porque o ser humano não ama a Terra ou não sabe amar a Terra! E em virtude disto tem dificuldade de mudar sua atitude, consciência, identidade, afetividade e alienação, alegando que é caro o controle do gás carbônico, que não existem meios ou utensílios domésticos que o ajudem nessa tarefa, que assim é difícil se sensibilizar pois no mundo tudo é prático e fácil e isso não é, pois envolve sofrimento, educação e amor, é mais fácil transmitir ódio do que amor hoje em dia,  vivemos mais tempos conosco do que com os outros hoje em dia em todos os ambientes, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
         A Cruz é pesada mas liberta quem a ama, é um fardo para aquele quem não a aceita, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz. Os pecados do mundo podem libertar através do Zeitgeist e do Cosmos.

         Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
         Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
         Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
         O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
         A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
         Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
         O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz.
         O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
         Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
         Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
         E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido!

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

         A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive quando caminhamos no desconhecido em busca de paz; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!


Osny Mattanó Júnior
Londrina, 26 de novembro de 2016.




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