OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
PSICOLOGIAS
MITOLÓGICAS
NOVAS
TEORIAS E EPISTEMOLOGIAS
ANÁLISE
DAS LETRAS DO PINK FLOYD
INTELIGÊNCIAS
E PROCESSOS SOCIAIS
ZEITGEIST
+ COSMOS + HIPERESPAÇO...
PARA
MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL
03/01/2017
ANÁLISE
DAS LETRAS DO PINK FLOYD: INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS: ZEITGEIST + COSMOS
+ HIPERESPAÇO – PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL.
Shine
On You Crazy Diamond
Pink
Floyd
Shine
On You Crazy Diamond
Remember
when you were young?
You
shone like the sun
Shine
on, you crazy diamond
Now
there's a look in your eyes
Like
black holes in the sky
Shine
on, you crazy diamond
You
were caught in the crossfire
Of
childhood and stardom
Blown
on, the steel breeze
Come
on, you target for faraway laughter
Come
on, you stranger, you legend
You
martyr, and shine!
You
reached for the secret too soon
You
cried for the moon
Shine
on you crazy diamond
Threatened
by shadows at night
And
exposed to the light
Shine
on you crazy diamond
Well
you wore out your welcome
With
random precision
Rode
on the steel breeze
Come
on, you raver, you seer of visions
Come
on, you painter, you piper
You
prisoner, and shine!
Nobody
knows where you are
How
near or how far
Shine
on, you crazy diamond
Pile
on many more layers
And
I'll be joining you there
Shine
on, you crazy diamond
And
we'll bask in the shadow
Of
yesterday's triumph
And
sail on the steel breeze
Come
on, you boy child, you winner and loser
Come
on, you miner for truth and delusion
And shine.
Brilhe Seu Diamante
Louco
Lembra quando você era novo?
Você brilhou como o sol
Brilhe, seu diamante louco
Agora há um olhar em seus olhos
Como buracos negros no céu
Brilhe, seu diamante louco
Você foi pego pelo fogo cruzado
Da infância e do estrelato
Fundido na brisa de aço
Venha, você alvo de risos distantes
Venha, seu desconhecido, sua lenda
Seu mártir, e brilhe!
Você alcançou o segredo cedo demais
Você chorou para a lua
Brilhe, seu diamante louco
Ameaçado pelas sombras da noite
E exposto a luz
Brilhe, seu diamante louco
Bem, você desgastou suas boas
vindas
Com precisão aleatória
Cavalgou na brisa de aço
Venha, seu sonhador, seu visionário
Venha, seu pintor, seu flautista
Seu prisioneiro, e brilhe!
Ninguém sabe onde você está
Quão perto ou longe
Brilhe, seu diamante louco
Empilhe muitas camadas a mais
E estaremos nos unindo lá
Brilhe, seu diamante louco
E nós nos aqueceremos na sombra
Do triunfo de ontem
E velejaremos na brisa de aço
Venha, você menino, você vencedor e
perdedor
Venha, você mineiro da verdade e da
ilusão
E
brilhe!
Composição:
David Gilmour / Richard Wright / Roger Waters ·
Traduzida por Fábio, Legendado por
Matheus, Fernanda e mais um.
Vemos
nesta canção a Trajetória da Vida do analisando lutando para brilhar, seja como
vencedor ou perdedor, como indestrutível como o aço, forte e inabalável, numa
épica luta de seus Heróis contra seus Monstros e contra a Escravidão de seus
Escravos, diante de seu atual contexto e história de vida, até mesmo para
enfrentar a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 e suas consequências até hoje
como Herói forte e inabalável.
Wish
You Were Here
Pink
Floyd
Wish
You Were Here
So,
so you think you can tell
Heaven
from hell?
Blue
skies from pain?
Can
you tell a green field
From
a cold steel rail?
A
smile from a veil?
Do
you think you can tell?
Did
they get you to trade
Your
heroes for ghosts?
Hot
ashes for trees?
Hot
air for a cool breeze?
Cold
comfort for change?
Did
you exchange
A
walk on part in the war
For
a lead role in a cage?
How
I wish
How
I wish you were here
We're
just two lost souls
Swimming
in a fish bowl
Year
after year
Running
over the same old ground
What
have we found?
The
same old fears
Wish you were here.
Eu Queria Que Você
Estivesse Aqui
Então, então você acha que consegue
distinguir
O paraíso do inferno?
Céus azuis da dor?
Você consegue distinguir um campo
esverdeado
De um trilho de aço gelado?
Um sorriso de uma máscara?
Você acha que consegue distinguir?
Eles fizeram você trocar
Os seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
O ar quente por uma brisa fria?
O conforto do frio por mudanças?
Você trocou
Um papel de figurante na guerra
Por um papel principal numa cela?
Como eu queria
Como eu queria que você estivesse
aqui
Nós somos apenas duas almas
perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre o mesmo velho chão
O que nós encontramos?
Os mesmos velhos medos
Eu queria que você estivesse aqui.
Composição: David Gilmour / Roger
Waters · Legendado por Matheus, Victor e mais 16.
Neste
episódio de sua Trajetória da Vida o analisando ou estudante encontra diante de
sua Trajetória da Vida as lamentações das más escolhas ou dos maus caminhos
escolhidos na caminhada da longa vida toda amargurada e lamentada diante de
seus Monstros e Heróis esquecidos e pouco valorizados pois são mais fortes
agora, seus Escravos, diante deste contexto e momento de sua história de vida,
como aqueles da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995.
Time
Pink Floyd
Time
Ticking
away, the moments that make up a dull day
You
fritter and waste the hours in an offhand way
Kicking
around on a piece of ground in your home town
Waiting
for someone or something to show you the way
Tired
of lying in the sunshine
Staying
home to watch the rain
You
are young, and life is long
And
there is time to kill today
And
then one day, you find
Ten
years have got behind you
No
one told you when to run
You
missed the starting gun
And
you run and you run to catch up with the sun
But
it's sinking
And
racing around to come up behind you again
The
sun is the same in a relative way
But
you're older
Shorter
of breath and one day closer to death
Every
year is getting shorter
Never
seem to find the time
Plans
that either come to naught
Or
half a page of scribbled lines
Hanging
on in quiet desperation is the english way
The
time has gone, the song is over
Thought
I'd something more to say
Home,
home again
I
like to be here when I can
When
I come home cold and tired
It's
good to warm my bones beside the fire
Far
away, across the field
The
tolling of the iron bell
Calls
the faithful to their knees
To
hear the softly spoken magic spells.
Tempo
O tempo passa, em meio a momentos
que maquiam um dia monótono
Você perde tempo gastando as horas
de modo descuidado
Perambulando por aí, em sua terra
natal
Esperando alguém ou algo que te mostre
o caminho
Cansado de ficar deitado com o sol
lá fora
E ficar em casa vendo a chuva
Você é jovem, e a vida é longa
E hoje é dia pra matar o tempo
E então um dia, você descobre
que dez anos ficaram para trás
Ninguém te disse quando correr
Você perdeu o tiro de partida
E você corre e corre atrás do sol
Mas ele está se pondo
Dando a volta, até surgir novamente
atrás de você
O sol é o mesmo, de forma relativa,
Mas você está mais velho
Com menos fôlego e um dia mais
próximo da morte
Cada ano que passa fica mais curto
Parece nunca arranjar tempo
Planos que tampouco deram em nada
Ou meia página de linhas rabiscadas
Se apegando a um desespero
silencioso, este é o jeito Inglês
O tempo passou, a música acabou
Pensei que eu teria algo mais a
dizer
Em casa, novamente em casa
Eu gosto de estar aqui quando posso
Quando chego em casa cansado e com
frio
É bom pra esquentar meus ossos ao
lado da lareira
Bem longe, do lado de lá do campo
O badalar do sino de ferro
Chama os fiéis, de joelhos
Para ouvir o encanto suave de suas
palavras.
Composição:
David Gilmour / Nick Mason / Richard Wright / Roger Waters ·
Traduzida por Juliano, Legendado
por Matheus, Luciano e mais 7.
Aqui vemos um momento da Trajetória
da Vida onde o estudante ou analisando depara-se com o enigma do tempo, de como
ele age em nossas vida e mentes, em nossas relações, levando tudo embora,
deixando apenas memórias que também vão embora se não estivermos bem e lutando
com nossos Heróis com saúde e paz, contra Monstros e salvando nossos Escravos a
fim de liberta-los em seus contextos e história de vida, até mesmo através da
Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995.
Hey
You
Pink
Floyd
Hey
You
Hey,
you
Out
there in the cold
Getting
lonely, getting old
Can
you feel me?
Hey,
you
Standing
in the aisle
With
itchy feet and fading smile
Can
you feel me?
Hey,
you
Don't
help them to bury the light
Don't
give in, without a fight
Hey,
you
Out
there on your own
Sitting
naked by the phone
Would
you touch me?
Hey,
you
With
your ear against the wall
Waiting
for someone to call out
Would
you touch me?
Hey,
you
Would
you help me to carry the stone?
Open
your heart, I'm coming home
But
it was only fantasy
The
wall was too high, as you can see
No
matter how he tried, he could not break free
And
the worms ate into his brain
Hey,
you
Out
there on the road
Always
doing what you're told
Can
you help me?
Hey,
you
Out
there beyond the wall
Breaking
bottles in the hall
Can
you help me?
Hey,
you
Don't
tell me there's no hope at all
Together
we stand, divided we fall.
Ei Você
Ei, você
Aí fora no frio
Ficando solitário, ficando velho
Você pode me sentir?
Ei, você
De pé no corredor
Com pés sarnentos e sorriso fraco
Você pode me sentir?
Ei, você
Não os ajude a enterrar a luz
Não se entregue sem lutar
Ei, você
Aí fora sozinho
Sentado nu ao telefone
Você poderia me tocar?
Ei, você
Com o ouvido contra o muro
Esperando alguém gritar
Você poderia me tocar?
Ei, você
Você me ajudaria a carregar a
pedra?
Abra seu coração, estou indo para
casa
Mas isso era apenas fantasia
O muro era muito alto, como você
pode ver
Não importava o quanto ele
tentasse, ele não conseguia se libertar
E os vermes comeram seu cérebro
Ei, você
Aí fora na estrada
Sempre fazendo o que te mandam
Você pode me ajudar?
Ei, você
Aí fora além do muro
Quebrando garrafas no corredor
Você pode me ajudar?
Ei, você
Não me diga que não há mais nenhuma
esperança
Juntos nós resistimos, separados
nós caímos.
Composição: Roger Waters ·
Traduzida por Eloá, Legendado por
Matheus, Cati e mais 9
Vemos
neste momento que a Trajetória da Vida nos revela que o Herói encontra-se num
dilema diante de um obstáculo, o muro, que lhe serve como amparo ou objeto para
superação e/ou divisão, por causa de seus Heróis, Escravos e Monstros, por
causa do contexto e de sua história de vida, mostrando-nos o valor da Pulsão
Auditiva de Mattanó de 1995, guardiã dos Monstros e Escravos de nosso tempo.
Coming
Back To Life
Pink
Floyd
Pink
Floyd
Coming
Back To Life
Where
were you when I was burned and broken?
While
the days slipped by from my window watching
Where
were you when I was hurt and I was helpless
Because
the things you say and the things you do surround me
While
you were hanging yourself on someone else's words
Dying
to believe in what you heard
I
was staring straight into the shining sun
Lost
in thought and lost in time
While
the seeds of life and the seeds of change were planted
Outside
the rain fell dark and slow
While
I pondered on this dangerous but irresistible pastime
I
took a heavenly ride through our silence
I
knew the moment had arrived
For
killing the past and coming back to life
I
took a heavenly ride through our silence
I
knew the waiting had begun
And
headed straight into the shining sun.
Voltando À Vida
Onde você estava quando fui
queimado e arrasado?
Enquanto os dias passavam e eu
olhava pela minha janela
Onde você estava quando fui ferido
e estava indefeso
Porque as coisas que você diz e as
coisas que você faz me cercam
Enquanto você se agarrava às
palavras de outra pessoa
Morrendo pra acreditar no que ouviu
Eu estava olhando diretamente para
o brilho do sol
Perdido em pensamentos e perdido no
tempo
Enquanto as sementes da vida e as
sementes da mudança eram plantadas
Lá fora a chuva caía escura e
devagar
Enquanto eu refletia profundamente
sobre essa perigosa porém irresistível diversão
Eu dei um passeio paradisíaco
através do nosso silêncio
Eu sabia que era chegado o momento
De matar o passado e voltar à vida
Eu dei um passeio paradisíaco
através do nosso silêncio
Eu sabia que a espera havia
começado
E fui direto para o brilho do sol.
Composição: David Gilmour ·
Traduzida por gulherme, Legendado
por Allan, Thiago e mais 3.
Vemos aqui que a Trajetória da Vida
do nosso analisando ou estudante vê em seu Herói um episódio ou momento para
recomeçar a viver ou voltar a vida e viver novamente, vemos que foi vitorioso
diante de seus Monstros e Escravos libertando-os em seu contexto atual e
história da vida, mesmo aos ligados a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995.
Notamos que podemos analisar a
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, os contextos e a
história de vida através das letras das canções do Pink Floyd como Pulsão
Auditiva de Mattanó de 1995 e como tradução para o idioma que escrevemos
suscitando um jogo de significados, sentidos e conceitos, a comunicação, a
aprendizagem e a alfabetização de uma nova língua, o episódio verbal completo e
o episódio verbal incompleto, dentre muitos outros fenômenos que podemos
estudar. Notamos que as letras das canções do Pink Floyd servem para deslumbrar
e produzir contentamento nas pessoas, admiração, até mesmo sob a ótica da
Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, porém este modelo comportamental produz
lavagem cerebral e dissociação da realidade, pois afasta o sujeito da realidade
tipificando-o como uma fratura psicológica e sexual e até moral, levando-o a
loucura e a insanidade social, induzindo-o a destruir e/ou matar a realidade! Notamos que as letras analisadas foram
feitas antes de 1995, antes da 1ª Teoria ou 1ª Idéia da Teoria da Pulsão
Auditiva de Mattanó na UEL no Brasil e que essa Idéia pode ter ajudado a
destruir parcela da realidade, levando-nos a pensar através, por exemplo, da
dedução, das hipóteses ou da indução, que todas as letras do Pink Floyd foram feitas
diretamente com a finalidade de promover a Pulsão Auditiva, mas acredito que
não!
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
Devemos encarar a telepatia através da
Trajetória dos Heróis:
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande
inquietação e admiração em relação à figura que aparece repentinamente como
mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma
nova biografia.
O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao
inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência,
e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro
valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão
que já não pode ser recusada.
O levar-se a aventura significa que o destino convocou o
herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta
fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino
subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha
secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre
habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas
sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por
vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por
um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do
planeta.
1. O
chamado pode ser recusado
É
sempre possível desviar a atenção para outras coisas na
vida real, não com menos
frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim
seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande
falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder,
trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se
manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias,
virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de
abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais
infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso,
da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta
e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim
a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
2. As
forças se unem para o bem-aventurado
As
forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua
viagem, seu chamado, e a
ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser
e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a
sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através
desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e
protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos
despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do
inconsciente estarão ao seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir
contra ele, o herói.
3. A
travessia: se consumir
A
vida do herói possui limites e um dia encontrará o
guardião dos limites
que aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na
direção do não conhecido, para um oceano sem limites.
As regiões do desconhecido são lugares para projeção do
inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas
subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa e a destruição do pai, sereias de beleza
nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do
limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém
somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a
morte para um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os
ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido,
e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem
riscos, porém aqueles que têm talento, competência e coragem verão o perigo se
dissipar como a água no mar.
4. Ser
engolido e consumido
Ser
engolido e consumido dá a entender que o herói morreu,
contudo é uma passagem
do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou
ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo
onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do
templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas
proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões,
matadores de demônios com espadas desembainhadas, anões rancorosos e touros
alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos
aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do
templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que
marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia.
Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o
fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas
mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O
herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o
poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita
seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais
indesejáveis como o desconhecido.
5. O
caminho obtuso
Este
caminho cheio de pedras e obstáculos vem logo após o
herói cruzar o limiar e
com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é
auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio
sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o
sustenta em sua passagem sobre-humana.
Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre
trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas
onde se depara com ossos de outros que sucumbiram à aventura e acaba
encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas
notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos
perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre
ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar
com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o
herói entre em êxtase.
O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado
condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante
na sua luta contra a realidade.
O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do
eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças
concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução,
transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações
anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental,
improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nossos
sonhos.
A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com
uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.
6. O
encontro com a deusa
A
aventura do herói continua com o encontro com a Rainha
Deusa do Mundo. A Mãe
Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um
primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre
a atitude da criança com relação à mãe e a do adulto em relação ao mundo
material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente
controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e
iniciação da mente na natureza do mundo visível.
A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode
ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o
herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma
várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do
que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as
correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas
limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela
ignorância à banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O
herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com
gentileza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu
mundo criado.
O encontro com a deusa é o teste final do talento para a
bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
7. A
mulher como tentação
Agora
com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o
herói ver-se-á no lugar
do pai, ele e seu pai são um só.
As guerras e as explosões emocionais são paliativos da
ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e
alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre,
passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma
trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a
idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise.
Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a
própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de
nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente à outra pessoa ou outras
pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento
de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em
particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A
mulher é a tentação do herói em sua aventura.
8. A
relação com o pai
A
pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da
torrente e das chamas é
a misericórdia divina, a poderosa força
do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de
Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo
está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os
auxiliares sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a
humanidade de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas
quanto se parece.
É a provação do herói com a garantia de que a figura
masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de
iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e é
essencialmente a mesma coisa.
A iniciação combina uma introdução do candidato nas
técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento
de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de
sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu
duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o
papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das
ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica,
purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma
par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as
repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na
majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e,
por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do
pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as
agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é
mais um vale de lágrimas, gemidos e dores, mas uma manifestação perpétua e
geradora de bênçãos, da Presença.
9. A
apoteose
No
momento em que nos libertamos dos preconceitos, do
tribal, eclesiástico, nacional,
do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que
o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram,
mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do
Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as
coisas, são imortais.
10.
A última graça
O
sofrimento agonizante da ultrapassagem
dos limites
pessoais é a agonia do crescimento
pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas
são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes
que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e
movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura
da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo.
A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que
transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades,
a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados,
são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério
inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.
11.
A difícil volta
Ao
fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da
penetração da fonte retornando
com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua
saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação
masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação
da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
12.
A magia nas decisões
Se
o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum
elixir destinado à restauração
da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono
sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não
obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A
aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.
13.
O resgate sobrenatural
O
herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio
sobrenatural, o mundo,
que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que
dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem
acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise
final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra
cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas
divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção
obtida, onde os homens imaginam-se completos, mas que na realidade não passam
de frações.
14.
Os limites da volta
Os
mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a
morte, o dia e a noite.
As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das
trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um
retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas
convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana
tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a
prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e
as instituições para as pessoas comuns.
15.
Agora são dois mundos
A
liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os
mitos não frequentemente
apresenta numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem
são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor
magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes
honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
16.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
O
campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura
vive da morte de outra.
Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer
coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que
se tornaram.
Nossos Heróis, inclusive quando
analisamos as letras das canções do Pink Floyd nos mostram que a telepatia pode
nos fortalecer e aumentar nossas defesas e forças ou poderes como que
verdadeiros Super-Heróis, fazendo de nós super-humanos capazes de realizar
grandes obras e grandes planos, capazes de sermos pessoas de paz e de bem se
nos ajudarmos e entendermos nossas inteligências e nos adaptarmos ao meio
ambiente.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Nossos
monstros, inclusive quando analisamos as letras das canções
do
Pink Floyd nos revelam que a telepatia pode nos fazer de tudo e da vida, da
nossa missão, dos planos de Deus, daqueles que amamos para nos amarmos, assim
podemos cair em abismos e ter que viver como monstros que assustam e assombram
as pessoas botando-lhe medo e pavor, não sobrando mais paz nem felicidade, nem
mesmo mais uma família ou amizades, levando-o a autodestruição e a destruição do outro e do seu mundo.
Nossos escravos, inclusive quando
analisamos as letras das canções do Pink Floyd nos mostram que a telepatia pode
nos fazer escravos ou dependentes e prisioneiros de nossa própria vida e da telepatia, levando-nos a alienação
e a loucura onde se perde a noção de realidade e não há mais nada para se
completar na vida, a não ser viver acorrentado e aprisionado, escravo e
revoltado ou alienado.
Diante destes fenômenos podemos ainda
falar que o ser humano tem problemas com a Terra e com o meio ambiente, que ele
não sabe ou não conhece como amar a Terra, inclusive quando analisamos as
letras das canções do Pink Floyd.
Exemplo disto são as guerras e
violências, os crimes e horrores, as indústrias e o consumismo que contaminam a
terra, a água e o ar, os carros que contaminam o ar, os cigarros e as queimadas
que contaminam o ar e destroem as matas, os desmatamentos ilegais que destroem
o meio ambiente, os indivíduos que sujam as cidades, os pescadores e os
caçadores que não respeitas as leis, os agricultores que não respeitam as leis,
inclusive quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd, etc..
Podemos discutir um pouco mais sobre o
gás carbônico... porquê isto está acontecendo? Porque o ser humano não ama a
Terra ou não sabe amar a Terra! E em virtude disto tem dificuldade de mudar sua
atitude, consciência, identidade, afetividade e alienação, alegando que é caro
o controle do gás carbônico, que não existem meios ou utensílios domésticos que
o ajudem nessa tarefa, que assim é difícil se sensibilizar pois no mundo tudo é
prático e fácil e isso não é, pois envolve sofrimento, educação e amor, é mais
fácil transmitir ódio do que amor hoje em dia,
vivemos mais tempos conosco do que com os outros hoje em dia em todos os
ambientes.
A Cruz é pesada mas liberta quem a ama,
é um fardo para aquele quem não a aceita, inclusive quando analisamos as letras
das canções do Pink Floyd. Os pecados do mundo podem libertar através do
Zeitgeist e do Cosmos.
Sigmund Freud (1856-1939) alterou
radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos
como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o
levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há descontinuidade
na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o
condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja
niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da
pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da
consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na
produção das causalidades, inclusive quando analisamos as letras das canções do
Pink Floyd.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive quando analisamos as letras
das canções do Pink Floyd.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive
quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 03 de janeiro de 2017.
1.
Psicologia Cognitiva Transcendental
Social
Shine
On You Crazy Diamond
Pink
Floyd
Shine
On You Crazy Diamond
Remember
when you were young?
You
shone like the sun
Shine
on, you crazy diamond
Now
there's a look in your eyes
Like
black holes in the sky
Shine
on, you crazy diamond
You
were caught in the crossfire
Of
childhood and stardom
Blown
on, the steel breeze
Come
on, you target for faraway laughter
Come
on, you stranger, you legend
You
martyr, and shine!
You
reached for the secret too soon
You
cried for the moon
Shine
on you crazy diamond
Threatened
by shadows at night
And
exposed to the light
Shine
on you crazy diamond
Well
you wore out your welcome
With
random precision
Rode
on the steel breeze
Come
on, you raver, you seer of visions
Come
on, you painter, you piper
You
prisoner, and shine!
Nobody
knows where you are
How
near or how far
Shine
on, you crazy diamond
Pile
on many more layers
And
I'll be joining you there
Shine
on, you crazy diamond
And
we'll bask in the shadow
Of
yesterday's triumph
And
sail on the steel breeze
Come
on, you boy child, you winner and loser
Come
on, you miner for truth and delusion
And shine.
Brilhe Seu Diamante
Louco
Lembra quando você era novo?
Você brilhou como o sol
Brilhe, seu diamante louco
Agora há um olhar em seus olhos
Como buracos negros no céu
Brilhe, seu diamante louco
Você foi pego pelo fogo cruzado
Da infância e do estrelato
Fundido na brisa de aço
Venha, você alvo de risos distantes
Venha, seu desconhecido, sua lenda
Seu mártir, e brilhe!
Você alcançou o segredo cedo demais
Você chorou para a lua
Brilhe, seu diamante louco
Ameaçado pelas sombras da noite
E exposto a luz
Brilhe, seu diamante louco
Bem, você desgastou suas boas
vindas
Com precisão aleatória
Cavalgou na brisa de aço
Venha, seu sonhador, seu visionário
Venha, seu pintor, seu flautista
Seu prisioneiro, e brilhe!
Ninguém sabe onde você está
Quão perto ou longe
Brilhe, seu diamante louco
Empilhe muitas camadas a mais
E estaremos nos unindo lá
Brilhe, seu diamante louco
E nós nos aqueceremos na sombra
Do triunfo de ontem
E velejaremos na brisa de aço
Venha, você menino, você vencedor e
perdedor
Venha, você mineiro da verdade e da
ilusão
E
brilhe!
Composição:
David Gilmour / Richard Wright / Roger Waters ·
Traduzida por Fábio, Legendado por
Matheus, Fernanda e mais um.
Vemos
nesta canção a Trajetória da Vida do analisando lutando para brilhar, seja como
vencedor ou perdedor, como indestrutível como o aço, forte e inabalável, numa
épica luta de seus Heróis contra seus Monstros e contra a Escravidão de seus
Escravos, diante de seu atual contexto e história de vida, até mesmo para
enfrentar a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 e suas consequências até hoje
como Herói forte e inabalável.
Wish
You Were Here
Pink
Floyd
Wish
You Were Here
So,
so you think you can tell
Heaven
from hell?
Blue
skies from pain?
Can
you tell a green field
From
a cold steel rail?
A
smile from a veil?
Do
you think you can tell?
Did
they get you to trade
Your
heroes for ghosts?
Hot
ashes for trees?
Hot
air for a cool breeze?
Cold
comfort for change?
Did
you exchange
A
walk on part in the war
For
a lead role in a cage?
How
I wish
How
I wish you were here
We're
just two lost souls
Swimming
in a fish bowl
Year
after year
Running
over the same old ground
What
have we found?
The
same old fears
Wish you were here.
Eu Queria Que Você
Estivesse Aqui
Então, então você acha que consegue
distinguir
O paraíso do inferno?
Céus azuis da dor?
Você consegue distinguir um campo
esverdeado
De um trilho de aço gelado?
Um sorriso de uma máscara?
Você acha que consegue distinguir?
Eles fizeram você trocar
Os seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
O ar quente por uma brisa fria?
O conforto do frio por mudanças?
Você trocou
Um papel de figurante na guerra
Por um papel principal numa cela?
Como eu queria
Como eu queria que você estivesse
aqui
Nós somos apenas duas almas
perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre o mesmo velho chão
O que nós encontramos?
Os mesmos velhos medos
Eu queria que você estivesse aqui.
Composição: David Gilmour / Roger
Waters · Legendado por Matheus, Victor e mais 16.
Neste
episódio de sua Trajetória da Vida o analisando ou estudante encontra diante de
sua Trajetória da Vida as lamentações das más escolhas ou dos maus caminhos
escolhidos na caminhada da longa vida toda amargurada e lamentada diante de
seus Monstros e Heróis esquecidos e pouco valorizados pois são mais fortes
agora, seus Escravos, diante deste contexto e momento de sua história de vida,
como aqueles da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995.
Time
Pink
Floyd
Time
Ticking
away, the moments that make up a dull day
You
fritter and waste the hours in an offhand way
Kicking
around on a piece of ground in your home town
Waiting
for someone or something to show you the way
Tired
of lying in the sunshine
Staying
home to watch the rain
You
are young, and life is long
And
there is time to kill today
And
then one day, you find
Ten
years have got behind you
No
one told you when to run
You
missed the starting gun
And
you run and you run to catch up with the sun
But
it's sinking
And
racing around to come up behind you again
The
sun is the same in a relative way
But
you're older
Shorter
of breath and one day closer to death
Every
year is getting shorter
Never
seem to find the time
Plans
that either come to naught
Or
half a page of scribbled lines
Hanging
on in quiet desperation is the english way
The
time has gone, the song is over
Thought
I'd something more to say
Home,
home again
I
like to be here when I can
When
I come home cold and tired
It's
good to warm my bones beside the fire
Far
away, across the field
The
tolling of the iron bell
Calls
the faithful to their knees
To
hear the softly spoken magic spells.
Tempo
O tempo passa, em meio a momentos
que maquiam um dia monótono
Você perde tempo gastando as horas
de modo descuidado
Perambulando por aí, em sua terra
natal
Esperando alguém ou algo que te
mostre o caminho
Cansado de ficar deitado com o sol
lá fora
E ficar em casa vendo a chuva
Você é jovem, e a vida é longa
E hoje é dia pra matar o tempo
E então um dia, você descobre
que dez anos ficaram para trás
Ninguém te disse quando correr
Você perdeu o tiro de partida
E você corre e corre atrás do sol
Mas ele está se pondo
Dando a volta, até surgir novamente
atrás de você
O sol é o mesmo, de forma relativa,
Mas você está mais velho
Com menos fôlego e um dia mais
próximo da morte
Cada ano que passa fica mais curto
Parece nunca arranjar tempo
Planos que tampouco deram em nada
Ou meia página de linhas rabiscadas
Se apegando a um desespero
silencioso, este é o jeito Inglês
O tempo passou, a música acabou
Pensei que eu teria algo mais a
dizer
Em casa, novamente em casa
Eu gosto de estar aqui quando posso
Quando chego em casa cansado e com
frio
É bom pra esquentar meus ossos ao
lado da lareira
Bem longe, do lado de lá do campo
O badalar do sino de ferro
Chama os fiéis, de joelhos
Para ouvir o encanto suave de suas
palavras.
Composição:
David Gilmour / Nick Mason / Richard Wright / Roger Waters ·
Traduzida por Juliano, Legendado
por Matheus, Luciano e mais 7.
Aqui vemos um momento da Trajetória
da Vida onde o estudante ou analisando depara-se com o enigma do tempo, de como
ele age em nossas vida e mentes, em nossas relações, levando tudo embora,
deixando apenas memórias que também vão embora se não estivermos bem e lutando
com nossos Heróis com saúde e paz, contra Monstros e salvando nossos Escravos a
fim de liberta-los em seus contextos e história de vida, até mesmo através da
Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995.
Hey
You
Pink
Floyd
Hey
You
Hey,
you
Out
there in the cold
Getting
lonely, getting old
Can
you feel me?
Hey,
you
Standing
in the aisle
With
itchy feet and fading smile
Can
you feel me?
Hey,
you
Don't
help them to bury the light
Don't
give in, without a fight
Hey,
you
Out
there on your own
Sitting
naked by the phone
Would
you touch me?
Hey,
you
With
your ear against the wall
Waiting
for someone to call out
Would
you touch me?
Hey,
you
Would
you help me to carry the stone?
Open
your heart, I'm coming home
But
it was only fantasy
The
wall was too high, as you can see
No
matter how he tried, he could not break free
And
the worms ate into his brain
Hey,
you
Out
there on the road
Always
doing what you're told
Can
you help me?
Hey,
you
Out
there beyond the wall
Breaking
bottles in the hall
Can
you help me?
Hey,
you
Don't
tell me there's no hope at all
Together
we stand, divided we fall.
Ei Você
Ei, você
Aí fora no frio
Ficando solitário, ficando velho
Você pode me sentir?
Ei, você
De pé no corredor
Com pés sarnentos e sorriso fraco
Você pode me sentir?
Ei, você
Não os ajude a enterrar a luz
Não se entregue sem lutar
Ei, você
Aí fora sozinho
Sentado nu ao telefone
Você poderia me tocar?
Ei, você
Com o ouvido contra o muro
Esperando alguém gritar
Você poderia me tocar?
Ei, você
Você me ajudaria a carregar a
pedra?
Abra seu coração, estou indo para
casa
Mas isso era apenas fantasia
O muro era muito alto, como você
pode ver
Não importava o quanto ele
tentasse, ele não conseguia se libertar
E os vermes comeram seu cérebro
Ei, você
Aí fora na estrada
Sempre fazendo o que te mandam
Você pode me ajudar?
Ei, você
Aí fora além do muro
Quebrando garrafas no corredor
Você pode me ajudar?
Ei, você
Não me diga que não há mais nenhuma
esperança
Juntos nós resistimos, separados
nós caímos.
Composição: Roger Waters ·
Traduzida por Eloá, Legendado por
Matheus, Cati e mais 9
Vemos
neste momento que a Trajetória da Vida nos revela que o Herói encontra-se num
dilema diante de um obstáculo, o muro, que lhe serve como amparo ou objeto para
superação e/ou divisão, por causa de seus Heróis, Escravos e Monstros, por
causa do contexto e de sua história de vida, mostrando-nos o valor da Pulsão
Auditiva de Mattanó de 1995, guardiã dos Monstros e Escravos de nosso tempo.
Coming
Back To Life
Pink
Floyd
Pink
Floyd
Coming
Back To Life
Where
were you when I was burned and broken?
While
the days slipped by from my window watching
Where
were you when I was hurt and I was helpless
Because
the things you say and the things you do surround me
While
you were hanging yourself on someone else's words
Dying
to believe in what you heard
I
was staring straight into the shining sun
Lost
in thought and lost in time
While
the seeds of life and the seeds of change were planted
Outside
the rain fell dark and slow
While
I pondered on this dangerous but irresistible pastime
I
took a heavenly ride through our silence
I
knew the moment had arrived
For
killing the past and coming back to life
I
took a heavenly ride through our silence
I
knew the waiting had begun
And
headed straight into the shining sun.
Voltando À Vida
Onde você estava quando fui
queimado e arrasado?
Enquanto os dias passavam e eu
olhava pela minha janela
Onde você estava quando fui ferido
e estava indefeso
Porque as coisas que você diz e as
coisas que você faz me cercam
Enquanto você se agarrava às
palavras de outra pessoa
Morrendo pra acreditar no que ouviu
Eu estava olhando diretamente para
o brilho do sol
Perdido em pensamentos e perdido no
tempo
Enquanto as sementes da vida e as
sementes da mudança eram plantadas
Lá fora a chuva caía escura e
devagar
Enquanto eu refletia profundamente
sobre essa perigosa porém irresistível diversão
Eu dei um passeio paradisíaco
através do nosso silêncio
Eu sabia que era chegado o momento
De matar o passado e voltar à vida
Eu dei um passeio paradisíaco
através do nosso silêncio
Eu sabia que a espera havia
começado
E fui direto para o brilho do sol.
Composição: David Gilmour ·
Traduzida por gulherme, Legendado
por Allan, Thiago e mais 3.
Vemos aqui que a Trajetória da Vida
do nosso analisando ou estudante vê em seu Herói um episódio ou momento para
recomeçar a viver ou voltar a vida e viver novamente, vemos que foi vitorioso
diante de seus Monstros e Escravos libertando-os em seu contexto atual e
história da vida, mesmo aos ligados a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995.
Notamos que podemos analisar a
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, os contextos e a
história de vida através das letras das canções do Pink Floyd como Pulsão
Auditiva de Mattanó de 1995 e como tradução para o idioma que escrevemos
suscitando um jogo de significados, sentidos e conceitos, a comunicação, a
aprendizagem e a alfabetização de uma nova língua, o episódio verbal completo e
o episódio verbal incompleto, dentre muitos outros fenômenos que podemos
estudar. Notamos que as letras das canções do Pink Floyd servem para deslumbrar
e produzir contentamento nas pessoas, admiração, até mesmo sob a ótica da
Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, porém este modelo comportamental produz
lavagem cerebral e dissociação da realidade, pois afasta o sujeito da realidade
tipificando-o como uma fratura psicológica e sexual e até moral, levando-o a
loucura e a insanidade social, induzindo-o a destruir e/ou matar a realidade! Notamos que as letras analisadas foram
feitas antes de 1995, antes da 1ª Teoria ou 1ª Idéia da Teoria da Pulsão
Auditiva de Mattanó na UEL no Brasil e que essa Idéia pode ter ajudado a
destruir parcela da realidade, levando-nos a pensar através, por exemplo, da
dedução, das hipóteses ou da indução, que todas as letras do Pink Floyd foram
feitas diretamente com a finalidade de promover a Pulsão Auditiva, mas acredito
que não!
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida
e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às adversidades
do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.
A
vida teve início a partir das primeiras reações bioquímicas no Universo e se
instalou na Terra devido a Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de
¨pedras do espaço¨ com a Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na
Terra e nela Evoluiu, segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo
teorias dos monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência.
O ser humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e
comportamentais, ou seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era
evolutiva ou fase evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de
se comunicar telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas,
através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
As
descobertas da vida, inclusive quando analisamos as letras das
canções
do Pink Floyd, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive as oriundas do Zeitgeist associadasàs do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, ligadas
ao trabalho e a produção de bens e de serviços geram economia e globalização em
nossos tempos da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e do
comércio e da liberdade mas também geram liberdade e ritos de iniciação e de
passagem e também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e imprecisas,
livres e multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez produz a
transcendência que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento,
nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da
adaptação que está ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da
vida inteligente e as 19 inteligências, somados aos estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A
memória e a adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.
As descobertas da vida, inclusive
quando analisamos as letras das
canções
do Pink Floyd, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, associadas ao trabalho e a produção de bens e
de serviços geram economia e globalização porém a liberdade faz fluir a
adaptação e a memória que se transformam, se transmutam em ritos de passagem e
de iniciação e na Trajetória dos Heróis, assim em escândalo, mediocridade, bandidagem,
miséria e pobreza, drogas,
tráfico de pessoas e de sexo,
prostituição, alcoolismo, tabagismo,
educação, escravização e servidão,
fome, sede, falta de higiene, não ter roupas, mortes e
violências, bullying, palavrão,
monstros, amor e ódio,
doença, deficiência, moral,
destruição do outro, sabedoria e
vida, espécies e mundo
natural, processos corporais, gases,
urina, fezes, sexo e
masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar
vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação de
nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções , pensamentos e
estados de consciência fomentados pela
falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela felicidade, está na
religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num futuro melhor não
indecente, os mundos natural, artificial, biológico, psicológico, sociológico,
filosófico e espiritual carregam em si bases da indecência por isso lutamos e
sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante, ganhamos e perdemos trabalhando
e todo momento e a toda momento acumulamos e gastamos nossas economias e
produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo
este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção
e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A Trajetória dos Heróis começa com:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Ser livre é estar adaptado, é possuir um processo de liberdade
oriundo
das descobertas que a vida proporciona e produz, inclusive quando analisamos as
letras das canções do Pink Floyd, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas
às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente, é estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória
da Vida e pela Trajetória dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é
apenas adaptação, é trabalhar, ter economia e globalização, ser adaptado com
sucesso é passar pelas 9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 19
inteligências e transcender, através do exercício da força, da comunhão e da
libido.
As 9 fases da vida inteligente são:
1. (antes
de nascer): inteligência dual sensório-motora
2. (0
– 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3. (2
– 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4. (4
– 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5. (7
– 11 anos): inteligência do período de latência concreta
6. (12
– 18 anos): inteligência genital formal
7. (19
– 29 anos): inteligência do período de privacidade
8. (30
– 59 anos): inteligência do período de produtividade
9. (60
anos em diante): inteligência da crise final
As
19 inteligências são:
1. Espacial
2. Territorial
3.
Corporal
4.
Lingüística
5.
Musical
6.
Matemática
7.
Interpessoal
8.
Intrapessoal
9.
Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam
que Trajetória dos
Heróis e da Vida, dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem
estar grupal, e em parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo
e marca, contudo não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A
inteligência como um Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a
economia e a globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o
florescer da falta, do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que
há de prender-se e que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais,
mas a base da aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
Domar as descobertas da vida, inclusive
quando analisamos as letras
das
canções do Pink Floyd, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, é domar a liberdade, pode ser domar a
inteligência, é também dominar o trabalho, a economia e a globalização, é domar a si mesmo e uma seqüência de
monstros até a crise final, Monstros que nos atingem também através de ritos,
de ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida e dos Heróis.
Para aqueles que defendem o aborto o filho no ventre é um monstro, um monstro
não domado e inteligente, repelente e que só trará infelicidade, assim não
estamos prontos para a educação através do Estado. O respeito humano é uma
incapacidade por causa da inteligência! Por causa da inteligência temos
descobertas na vida! Por causa da inteligência temos o trabalho, a
economia e a globalização, mas podemos
reinterpretar nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.
Devemos transformar o conceito inteligência
em adaptação e aceitar
as
diferenças individuais e grupais otimizando-as para as transformações sociais
sem destruir o passado e os nossos antepassados, ou seja, nossas memórias,
nossa adaptação sócio-histórica gravada em documentos e gravada em nossos
cérebros e mentes gerando conhecimento para a melhor e otimizada adaptação,
sucesso para nossa existência, se tivéssemos que considerar apenas a
inteligência para o nosso sucesso talvez fracassaríamos pois os inteligentes
que não se adaptam morrem antes dos mais
adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro vem a adaptação as
descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois vem a inteligência ou
a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o espermatozóide se adapta
ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a fecundação e ela continua por
toda a vida até a morte. Esta inteligência também é livre pelo ¨crossing-over¨
e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem da liberdade ocorre em função
das descobertas da vida, inclusive quando analisamos as letras das canções do
Pink Floyd. As descobertas da vida muitas vezes nos aparecem em ritos de
iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Amar ou odiar a sua própria vida ou de
seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de
indivíduos a se perderem em seus mundos
obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento
pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser.
Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9
fases da vida inteligente e as 19 inteligências, mais estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização.
Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar
revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a
globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros, inclusive quando
analisamos as letras das
canções
do Pink Floyd, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, são nossas regras que produzem sofrimento e
impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas descobertas que causam
sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de Heróis, nossos Monstros nos
destroem como nossos delírios e fantasias de horrores hostis que adquirimos ao
longo da vida, todos nós conhecemos isto, todos nós ficamos alegres e felizes
quando socorridos em meios as urgências da vida, é assim minha vida! Não
devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois somos frutos da união dos
nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não existiríamos se não houvesse
a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos nossos Monstros! Nossos
Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao mesmo tempo que impede
causa novas descobertas como as Biológicas e Psicológicas.
Os Monstros, inclusive quando analisamos
as letras das canções
do
Pink Floyd, através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive
os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há,
pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, surgem durante as 9 fases da vida inteligência
e são domesticados pela inteligência genética transcendental e as 19
inteligências. As profundezas do ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos
de infernos, buracos, cavernas, galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos,
rios e oceanos, florestas e desertos onde muitas vezes o sentimento
predominante é o de solidão e isolamento com a perda do auto-controle e
equilíbrio interior, onde afloram sentimentos monstruosos de revolta e
destruição de si, do mundo ao seu redor ou dos outros. Nossos Monstros também
estão ligados ao trabalho, a economia e a globalização. Os modos, figuras e
objetos não são mais os de felicidade e
de prazer com os mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico
(organismo), psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações
sociais), filosófico (especulações sobre sua origem e vida) e espiritual
(relações com a salvação, imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem
a ritos onde nos entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem e de iniciação para alcançarmos a liberdade
dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
A transcendência é se superar se perpassar
e retornar do ventre do
Monstro
com um modo de vida superior e exemplar a sua comunidade, a sua família, com
uma memória, com uma adaptação comportamental, fisiológica e morfológica,
regressar com uma ou mais de uma descobertas, inclusive quando analisamos as
letras das canções do Pink Floyd, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas
às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente. Quantos jovens e adultos se perdem em suas famílias no
mundo das drogas, falta de educação, alcoolismo, prostituição, tráfico de
pessoas, escravização, servidão, fome, sede, falta de higiene, falta de roupas,
doenças, roubo, mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a destruição
humana, e àqueles que se tornam lideranças e só trazem desespero e destruição
dos seus e dos seus semelhantes humanos com guerras, tragédias e holocaustos,
grandes desgraças e sofrimentos como pegadas no barro que não se apagam. Estas
são as pessoas que foram engolidas pelas profundezas da natureza humana com
seus Monstros que surgem e não reconhecem sua existência por serem diferentes
ou feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros até a crise final e
assim prosperar com o uso das 19
inteligências e o respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser
o que não somos – perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar
aos Monstros e não conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem
implicam em morte, morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde
mental ou de corpo, problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a
Educação e a Saúde, a Liberdade e a
Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação de nossa liberdade para
vivermos! Precisamos de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos
descobertas! Precisamos desde o nascimento de rituais de iniciação como o
parto e de passagem como o Batismo em
nossa Trajetória de Heróis.
Transcender depende da adaptação e de como
ficou a liberdade à
seqüência
de Monstros fase-a-fase até a morte, se manifestando diante de rituais e da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, agindo e lidando bem com suas
descobertas e as dos outros diante do trabalho e das necessidades do trabalho,
de suas regras e obrigações, dos bens e serviços e da economia e da
globalização da economia, tecnologia, informação, consumo, comércio, inclusive
quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd e as informações oriundas do Zeitgeist
associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta
inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que
também revela-se inteligente, com o uso
da Educação e das 19 inteligências e do respeito humano perante nossas falhas e
deficiências ou mesmo incapacidades para conosco, com os outros e com a
natureza e com a Ecologia e o Universo, a inteligência se faz presente com o
uso da linguagem e da comunicação com a nomeação dos eventos ambientais para a
superação das adversidades ambientais que enfrentamos a todo momento querendo
ou não, viver é enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é lidar com Monstros
e assim com a miséria, a caridade e o trabalho que levam a violência, ao crime
e a guerra, também ao abuso, a exploração, à paralisação e ao niilismo, e ao
sentimento de renascimento através de Deus, se adaptar é se descobrir e
descobrir, e ajudar a descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo resolvem! A
Educação e o Amor geram memória, assim
também Adaptação, trabalho, economia e liberdade! Tudo começa pela Adaptação!
Tudo começou pela e através da Adaptação,
seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na Química,
na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade! Tudo há de se acabar também pela
Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na Psicologia, na Sociologia, na
Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino
continuarão existindo! O Universo pode acabar? O Universo pode acabar de alguma
forma? O Universo pode acabar através da Adaptação? Se houver outro Universo
maior do que este que conhecemos e se ele for maior do que este que conhecemos
e se ele entrar choque com este pode acabar sim! O Universo pode acabar pela
Adaptação! O Universo pode acabar se houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for, no princípio, no meio ou no fim, gerando
outros Universos! O Universo pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus continuarão existindo, eles não se
acabam!
As
descobertas da vida, inclusive quando analisamos as
letras
das canções do Pink Floyd, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do
Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para
tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, levam a adaptação que
produz liberdade para nosso meio
ambiente individual, social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de
privações para vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em
nossos processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e
isso produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem
e maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice
da liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade
está no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através dos ritos de iniciação e de passagem e com a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência
Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se
descobrir é poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da
globalização e dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na
promoção da Justiça Social, através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
Se descobrir é descobrir-se em meio a rituais de iniciação e de
passagem
durante a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis chegando ou não a
liberdade para se viver e ensinar a viver, inclusive para poder desfrutar das descobertas oriundas inclusive quando
analisamos as letras das canções do Pink Floyd e do Zeitgeist associadas às do
Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para
tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou
estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a
interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai
além
da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal,
pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e
pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também que não há descontinuidade na vida mental, que
existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o
deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas
causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte
do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade
mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das
causalidades, inclusive quando analisamos as letras das canções
do
Pink Floyd.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e
somente
depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido
na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia, inclusive
quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo
energético,
capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao
meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as,
favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução, inclusive quando analisamos as
letras das canções do Pink Floyd.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação
mental
da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da
força, na comunhão ou na libido, inclusive quando analisamos as letras das
canções do Pink Floyd.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma
instância
de gratificação mais remota, inclusive quando analisamos as letras das canções do
Pink Floyd.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos,
conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a
função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se
adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade
também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão
segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do
organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd; concluído este
processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a
família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA +
NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará
ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as
INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o
Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
04 de janeiro de 2017.
2.
Psicologia da Gestalt
Shine
On You Crazy Diamond
Pink
Floyd
Shine
On You Crazy Diamond
Remember
when you were young?
You
shone like the sun
Shine
on, you crazy diamond
Now
there's a look in your eyes
Like
black holes in the sky
Shine
on, you crazy diamond
You
were caught in the crossfire
Of
childhood and stardom
Blown
on, the steel breeze
Come
on, you target for faraway laughter
Come
on, you stranger, you legend
You
martyr, and shine!
You
reached for the secret too soon
You
cried for the moon
Shine
on you crazy diamond
Threatened
by shadows at night
And
exposed to the light
Shine
on you crazy diamond
Well
you wore out your welcome
With
random precision
Rode
on the steel breeze
Come
on, you raver, you seer of visions
Come
on, you painter, you piper
You
prisoner, and shine!
Nobody
knows where you are
How
near or how far
Shine
on, you crazy diamond
Pile
on many more layers
And
I'll be joining you there
Shine
on, you crazy diamond
And
we'll bask in the shadow
Of
yesterday's triumph
And
sail on the steel breeze
Come
on, you boy child, you winner and loser
Come
on, you miner for truth and delusion
And shine.
Brilhe Seu Diamante
Louco
Lembra quando você era novo?
Você brilhou como o sol
Brilhe, seu diamante louco
Agora há um olhar em seus olhos
Como buracos negros no céu
Brilhe, seu diamante louco
Você foi pego pelo fogo cruzado
Da infância e do estrelato
Fundido na brisa de aço
Venha, você alvo de risos distantes
Venha, seu desconhecido, sua lenda
Seu mártir, e brilhe!
Você alcançou o segredo cedo demais
Você chorou para a lua
Brilhe, seu diamante louco
Ameaçado pelas sombras da noite
E exposto a luz
Brilhe, seu diamante louco
Bem, você desgastou suas boas
vindas
Com precisão aleatória
Cavalgou na brisa de aço
Venha, seu sonhador, seu visionário
Venha, seu pintor, seu flautista
Seu prisioneiro, e brilhe!
Ninguém sabe onde você está
Quão perto ou longe
Brilhe, seu diamante louco
Empilhe muitas camadas a mais
E estaremos nos unindo lá
Brilhe, seu diamante louco
E nós nos aqueceremos na sombra
Do triunfo de ontem
E velejaremos na brisa de aço
Venha, você menino, você vencedor e
perdedor
Venha, você mineiro da verdade e da
ilusão
E
brilhe!
Composição:
David Gilmour / Richard Wright / Roger Waters ·
Traduzida por Fábio, Legendado por
Matheus, Fernanda e mais um.
Vemos
nesta canção a Trajetória da Vida do analisando lutando para brilhar, seja como
vencedor ou perdedor, como indestrutível como o aço, forte e inabalável, numa
épica luta de seus Heróis contra seus Monstros e contra a Escravidão de seus
Escravos, diante de seu atual contexto e história de vida, até mesmo para
enfrentar a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 e suas consequências até hoje
como Herói forte e inabalável.
Wish
You Were Here
Pink
Floyd
Wish
You Were Here
So,
so you think you can tell
Heaven
from hell?
Blue
skies from pain?
Can
you tell a green field
From
a cold steel rail?
A
smile from a veil?
Do
you think you can tell?
Did
they get you to trade
Your
heroes for ghosts?
Hot
ashes for trees?
Hot
air for a cool breeze?
Cold
comfort for change?
Did
you exchange
A
walk on part in the war
For
a lead role in a cage?
How
I wish
How
I wish you were here
We're
just two lost souls
Swimming
in a fish bowl
Year
after year
Running
over the same old ground
What
have we found?
The
same old fears
Wish you were here.
Eu Queria Que Você
Estivesse Aqui
Então, então você acha que consegue
distinguir
O paraíso do inferno?
Céus azuis da dor?
Você consegue distinguir um campo
esverdeado
De um trilho de aço gelado?
Um sorriso de uma máscara?
Você acha que consegue distinguir?
Eles fizeram você trocar
Os seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
O ar quente por uma brisa fria?
O conforto do frio por mudanças?
Você trocou
Um papel de figurante na guerra
Por um papel principal numa cela?
Como eu queria
Como eu queria que você estivesse
aqui
Nós somos apenas duas almas
perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre o mesmo velho chão
O que nós encontramos?
Os mesmos velhos medos
Eu queria que você estivesse aqui.
Composição: David Gilmour / Roger
Waters · Legendado por Matheus, Victor e mais 16.
Neste
episódio de sua Trajetória da Vida o analisando ou estudante encontra diante de
sua Trajetória da Vida as lamentações das más escolhas ou dos maus caminhos
escolhidos na caminhada da longa vida toda amargurada e lamentada diante de
seus Monstros e Heróis esquecidos e pouco valorizados pois são mais fortes
agora, seus Escravos, diante deste contexto e momento de sua história de vida,
como aqueles da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995.
Time
Pink
Floyd
Time
Ticking
away, the moments that make up a dull day
You
fritter and waste the hours in an offhand way
Kicking
around on a piece of ground in your home town
Waiting
for someone or something to show you the way
Tired
of lying in the sunshine
Staying
home to watch the rain
You
are young, and life is long
And
there is time to kill today
And
then one day, you find
Ten
years have got behind you
No
one told you when to run
You
missed the starting gun
And
you run and you run to catch up with the sun
But
it's sinking
And
racing around to come up behind you again
The
sun is the same in a relative way
But
you're older
Shorter
of breath and one day closer to death
Every
year is getting shorter
Never
seem to find the time
Plans
that either come to naught
Or
half a page of scribbled lines
Hanging
on in quiet desperation is the english way
The
time has gone, the song is over
Thought
I'd something more to say
Home,
home again
I
like to be here when I can
When
I come home cold and tired
It's
good to warm my bones beside the fire
Far
away, across the field
The
tolling of the iron bell
Calls
the faithful to their knees
To
hear the softly spoken magic spells.
Tempo
O tempo passa, em meio a momentos
que maquiam um dia monótono
Você perde tempo gastando as horas
de modo descuidado
Perambulando por aí, em sua terra
natal
Esperando alguém ou algo que te
mostre o caminho
Cansado de ficar deitado com o sol
lá fora
E ficar em casa vendo a chuva
Você é jovem, e a vida é longa
E hoje é dia pra matar o tempo
E então um dia, você descobre
que dez anos ficaram para trás
Ninguém te disse quando correr
Você perdeu o tiro de partida
E você corre e corre atrás do sol
Mas ele está se pondo
Dando a volta, até surgir novamente
atrás de você
O sol é o mesmo, de forma relativa,
Mas você está mais velho
Com menos fôlego e um dia mais
próximo da morte
Cada ano que passa fica mais curto
Parece nunca arranjar tempo
Planos que tampouco deram em nada
Ou meia página de linhas rabiscadas
Se apegando a um desespero silencioso,
este é o jeito Inglês
O tempo passou, a música acabou
Pensei que eu teria algo mais a
dizer
Em casa, novamente em casa
Eu gosto de estar aqui quando posso
Quando chego em casa cansado e com
frio
É bom pra esquentar meus ossos ao
lado da lareira
Bem longe, do lado de lá do campo
O badalar do sino de ferro
Chama os fiéis, de joelhos
Para ouvir o encanto suave de suas
palavras.
Composição:
David Gilmour / Nick Mason / Richard Wright / Roger Waters ·
Traduzida por Juliano, Legendado
por Matheus, Luciano e mais 7.
Aqui vemos um momento da Trajetória
da Vida onde o estudante ou analisando depara-se com o enigma do tempo, de como
ele age em nossas vida e mentes, em nossas relações, levando tudo embora,
deixando apenas memórias que também vão embora se não estivermos bem e lutando
com nossos Heróis com saúde e paz, contra Monstros e salvando nossos Escravos a
fim de liberta-los em seus contextos e história de vida, até mesmo através da
Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995.
Hey
You
Pink
Floyd
Hey
You
Hey,
you
Out
there in the cold
Getting
lonely, getting old
Can
you feel me?
Hey,
you
Standing
in the aisle
With
itchy feet and fading smile
Can
you feel me?
Hey,
you
Don't
help them to bury the light
Don't
give in, without a fight
Hey,
you
Out
there on your own
Sitting
naked by the phone
Would
you touch me?
Hey,
you
With
your ear against the wall
Waiting
for someone to call out
Would
you touch me?
Hey,
you
Would
you help me to carry the stone?
Open
your heart, I'm coming home
But
it was only fantasy
The
wall was too high, as you can see
No
matter how he tried, he could not break free
And
the worms ate into his brain
Hey,
you
Out
there on the road
Always
doing what you're told
Can
you help me?
Hey,
you
Out
there beyond the wall
Breaking
bottles in the hall
Can
you help me?
Hey,
you
Don't
tell me there's no hope at all
Together
we stand, divided we fall.
Ei Você
Ei, você
Aí fora no frio
Ficando solitário, ficando velho
Você pode me sentir?
Ei, você
De pé no corredor
Com pés sarnentos e sorriso fraco
Você pode me sentir?
Ei, você
Não os ajude a enterrar a luz
Não se entregue sem lutar
Ei, você
Aí fora sozinho
Sentado nu ao telefone
Você poderia me tocar?
Ei, você
Com o ouvido contra o muro
Esperando alguém gritar
Você poderia me tocar?
Ei, você
Você me ajudaria a carregar a
pedra?
Abra seu coração, estou indo para
casa
Mas isso era apenas fantasia
O muro era muito alto, como você
pode ver
Não importava o quanto ele
tentasse, ele não conseguia se libertar
E os vermes comeram seu cérebro
Ei, você
Aí fora na estrada
Sempre fazendo o que te mandam
Você pode me ajudar?
Ei, você
Aí fora além do muro
Quebrando garrafas no corredor
Você pode me ajudar?
Ei, você
Não me diga que não há mais nenhuma
esperança
Juntos nós resistimos, separados
nós caímos.
Composição: Roger Waters ·
Traduzida por Eloá, Legendado por
Matheus, Cati e mais 9
Vemos
neste momento que a Trajetória da Vida nos revela que o Herói encontra-se num
dilema diante de um obstáculo, o muro, que lhe serve como amparo ou objeto para
superação e/ou divisão, por causa de seus Heróis, Escravos e Monstros, por
causa do contexto e de sua história de vida, mostrando-nos o valor da Pulsão
Auditiva de Mattanó de 1995, guardiã dos Monstros e Escravos de nosso tempo.
Coming
Back To Life
Pink
Floyd
Pink
Floyd
Coming
Back To Life
Where
were you when I was burned and broken?
While
the days slipped by from my window watching
Where
were you when I was hurt and I was helpless
Because
the things you say and the things you do surround me
While
you were hanging yourself on someone else's words
Dying
to believe in what you heard
I
was staring straight into the shining sun
Lost
in thought and lost in time
While
the seeds of life and the seeds of change were planted
Outside
the rain fell dark and slow
While
I pondered on this dangerous but irresistible pastime
I
took a heavenly ride through our silence
I
knew the moment had arrived
For
killing the past and coming back to life
I
took a heavenly ride through our silence
I
knew the waiting had begun
And
headed straight into the shining sun.
Voltando À Vida
Onde você estava quando fui
queimado e arrasado?
Enquanto os dias passavam e eu
olhava pela minha janela
Onde você estava quando fui ferido
e estava indefeso
Porque as coisas que você diz e as
coisas que você faz me cercam
Enquanto você se agarrava às
palavras de outra pessoa
Morrendo pra acreditar no que ouviu
Eu estava olhando diretamente para
o brilho do sol
Perdido em pensamentos e perdido no
tempo
Enquanto as sementes da vida e as
sementes da mudança eram plantadas
Lá fora a chuva caía escura e
devagar
Enquanto eu refletia profundamente
sobre essa perigosa porém irresistível diversão
Eu dei um passeio paradisíaco
através do nosso silêncio
Eu sabia que era chegado o momento
De matar o passado e voltar à vida
Eu dei um passeio paradisíaco
através do nosso silêncio
Eu sabia que a espera havia
começado
E fui direto para o brilho do sol.
Composição: David Gilmour ·
Traduzida por gulherme, Legendado
por Allan, Thiago e mais 3.
Vemos aqui que a Trajetória da Vida
do nosso analisando ou estudante vê em seu Herói um episódio ou momento para
recomeçar a viver ou voltar a vida e viver novamente, vemos que foi vitorioso
diante de seus Monstros e Escravos libertando-os em seu contexto atual e
história da vida, mesmo aos ligados a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995.
Notamos que podemos analisar a
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, os contextos e a
história de vida através das letras das canções do Pink Floyd como Pulsão
Auditiva de Mattanó de 1995 e como tradução para o idioma que escrevemos
suscitando um jogo de significados, sentidos e conceitos, a comunicação, a
aprendizagem e a alfabetização de uma nova língua, o episódio verbal completo e
o episódio verbal incompleto, dentre muitos outros fenômenos que podemos
estudar. Notamos que as letras das canções do Pink Floyd servem para deslumbrar
e produzir contentamento nas pessoas, admiração, até mesmo sob a ótica da
Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, porém este modelo comportamental produz
lavagem cerebral e dissociação da realidade, pois afasta o sujeito da realidade
tipificando-o como uma fratura psicológica e sexual e até moral, levando-o a
loucura e a insanidade social, induzindo-o a destruir e/ou matar a realidade! Notamos que as letras analisadas foram
feitas antes de 1995, antes da 1ª Teoria ou 1ª Idéia da Teoria da Pulsão
Auditiva de Mattanó na UEL no Brasil e que essa Idéia pode ter ajudado a
destruir parcela da realidade, levando-nos a pensar através, por exemplo, da
dedução, das hipóteses ou da indução, que todas as letras do Pink Floyd foram
feitas diretamente com a finalidade de promover a Pulsão Auditiva, mas acredito
que não!
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica,
através do exercício da força, da comunhão e da libido.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
É
através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a
partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a
partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso
cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, através do exercício da força, da comunhão e da
libido.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
As
descobertas da vida, inclusive quando analisamos as letras das canções do Pink
Floyd, através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as
oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo
menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, associadas a liberdade configuram o trabalho
que gera economia, bens e serviços, também globalização do consumo, do
comércio, da tecnologia, da informação, do mercado, da liberdade,
e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis
segundo eu mesmo, está na configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na
morfologia das coisas, depende dos princípios da organização perceptiva e dos
princípios gestaltistas da aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação
que gera a economia, bens e serviços como a globalização, depende de como e do que fazemos com as
gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as Trajetórias da
Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e no que ocultamos
de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades humanas como as
fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de amor e de
realização. As descobertas da vida, inclusive quando analisamos as letras das
canções do Pink Floyd ligadas a liberdade e os seus rituais fazem a nossa curiosidade que faz parte do processo
que modela a forma ou a configuração associadas as nossas necessidades; assim a
fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo insight, por exemplo,
ou em coisas que nos trazem felicidade como a religiosidade e a tecnologia. A
curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da organização perceptiva e da
aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz formas de transcendência que se
configuram pela Educação da gestalt pela memória, ou seja , pela adaptação
oriundas das descobertas da vida que promovem a atividade, o trabalho, a
economia, e a globalização, promovem a descoberta e a imersão em ritos e na
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa
forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou
mais ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os
princípios da aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente
espontânea e imediata das relações; Pensamento
produtivo, onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a
criatividade e produtividade; Princípio
do isomorfismo, o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos
ativos interagem num dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou
modificar ativamente os elementos sensoriais que recebe, e a percepção é
idêntica (iso) em forma (morfo) àquilo que representa.
Somos
incapazes de fugirmos da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade,
influencia o trabalho, a economia, os bens e serviços e a globalização que por
sua vez ligada aos fenômenos dos estímulos configuram descobertas, inclusive
quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd, através do exercício da
força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas
às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente, como os rituais
de iniciação e de passagem, e também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, pois ela obedece à organização
perceptiva e a aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso cérebro é
incapaz de modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais que recebe
e responde de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a falta e o
querer em meio às necessidades de nossos organismos incompletos, porém
completos pela morfologia ou totalidade da percepção decente ou indecente. A
adaptação produz memória que por sua vez faz parte dos processos da adaptação,
ela, a memória, é adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os fenômenos das
descobertas da vida, da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis e em seus rituais.
Nossos Monstros,
inclusive quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd, inclusive os
oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há,
pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, segundo minhas contribuições estão nos rituais
que estão na forma, na configuração ou morfologia das coisas, no como de
configura nossos processos oriundos da liberdade, portanto dependem da
organização perceptiva e da aprendizagem, dependem de nossas descobertas e de
como lidamos com elas, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Os Monstros, inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos podem
estar no que percebemos e no que ocultamos no trabalho gerando economia e
Monstros econômicos que ¨são do bem¨ e outros que ¨são do mal¨. Eles nos revelam
a nossa natureza ancestral e primitiva do sofrimento posto como linguagem,
Cruz, fardo e demônios persecutórios que
se revelam quanto mais fundo fomos em nós mesmos, em nossas aventuras em nossos
oceanos e cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros, inclusive
quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd, através do exercício da
força, da comunhão e da libido, inclusive os oriundos do Zeitgeist associados
aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente, são os Monstros
da curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta determinar a
totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da curiosidade. A
curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos princípios
gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a mergulhar e
ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia, bens e
serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da tecnologia, da
informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência biológica,
psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas de
Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo,
pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia,
fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores,
compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição
dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e sabedorias,
ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros dependem de nossa
memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos Monstros, inclusive quando analisamos as letras das
canções do Pink Floyd, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, expressam gestalts, configurações ou formas
que estão sob efeito da organização perceptiva e da aprendizagem que se
apresentam também em rituais para o nosso bem se nos aperfeiçoarmos nos valores
humanos e pautados na Educação que vence tudo, vence ódio, guerras, violência,
destruição, medo, humilhação, vergonha, temor, qualquer perigo ou ameaça, a
Educação constrói o homem e o verdadeiro homem constrói a humanidade e a vida,
a sociedade e a paz na Terra, construímos assim a nossa liberdade! A Educação é
feita pela memória, ou seja, pela adaptação, pela liberdade! A Educação se dá
pelas gestalts dos fenômenos das descobertas da vida. Dentre as descobertas da
vida estão o trabalho, a economia, os bens e serviços, o trabalhador, o
mercado, a globalização da economia, do consumo, do comércio, da informação, da
liberdade, do trabalho, da tecnologia.
As descobertas da vida, inclusive quando analisamos as
letras das canções do Pink Floyd, através do exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do
Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que
percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, podem formar gestalts de
liberdade? A liberdade leva ao trabalho e o trabalho a economia que formam a
Educação, a Educação hoje que leva a adaptação mas não somente a Educação pois
a adaptação é constituída de natureza fisiológica, morfológica e comportamental
(esta implica em forma, configuração ou gestalt), a adaptação permite a
transcendência, a transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros e Heróis,
que por sua vez originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que renderam
e rendem até hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras, niilismo e
paralisias, holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou gestalt
que é a transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao sentimento
de renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é construída
a partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da adaptação
que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência para um mundo
mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal, Biológico,
Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou Espiritual através
do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do Desconstrutivismo Físico
Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a continuidade e o fim da
vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico Mattanoniano a Vida e o Universo
jamais deixarão de existirem. Pelo Descontrutivismo Físico Mattanoniano a Vida
e o Universo deixarão de existirem seja pela Adaptação por meio de outros
¨big-bangs¨ ou por outros meios como por ação de Deus ou outros meios ainda não
descobertos ou ainda não pensados, existindo no fim somente Deus e o Reino de
Deus e nada mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do
passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A
Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a
Evolução cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também
é um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da
Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela
caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem
social; e a vida e a paz.
A Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da
globalização mas pode continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia
e da globalização para crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e
culturalmente, espiritualmente, pela vida e pelo universo, de acordo com o
princípios da Educação!
A Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma
trajetória:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Depois
da concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros
nosso Herói encontra a
liberdade para se viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive
quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd, inclusive para podermos
desfrutar das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do
Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que
percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, através do exercício da força, da comunhão e da libido!
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou
estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a
interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades, inclusive quando analisamos as letras
das canções do Pink Floyd.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive quando analisamos as letras
das canções do Pink Floyd.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive
quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser
que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo,
mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive quando analisamos as letras das canções do Pink Floyd;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 04 de janeiro
de 2017.
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