OSNY
MATTANÓ JÚNIOR
PSICOLOGIAS
MITOLÓGICAS
NOVAS
TEORIAS E EPISTEMOLOGIAS
ANÁLISE
DAS LETRAS DE GEORGE HARRISON
INTELIGÊNCIAS
E PROCESSOS SOCIAIS
ZEITGEIST
+ COSMOS + HIPERESPAÇO...
PARA
MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL
07/01/2017
ANÁLISE
DAS LETRAS DE GEORGE HARRISON: INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS: ZEITGEIST +
COSMOS + HIPERESPAÇO – PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL.
My
Sweet Lord
George
Harrison
My
Sweet Lord
My
sweet Lord
Hm,
my Lord
Hm,
my Lord
I
really want to see you
Really
want to be with you
Really
want to see you, Lord
But
it takes so long, my Lord
My
sweet Lord
Hm,
my Lord
Hm,
my Lord
I
really want to know you
Really
want to go with you
Really
want to show you Lord
BUt
it won't take long, my Lord (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
Really
want to see you
Really
want to see you
Really
want to see you Lord
Really
want to see you Lord
But
it takes so long, my Lord (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hallelujah)
My,
my, my Lord (hallelujah)
I
really want to know you (hallelujah)
Really
want to go with you (hallelujah)
Really
want to show you Lord(AhhhAhhhh)
But
it won't take long, my Lord (hallelujah)
Hm,
hm (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
My,
my, my Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hare krishna)
My,
my, my Lord (hare krishna)
Hm,
my sweet Lord (krishna krishna)
Hm,
hm (hare hare)
Really
want to see you (hare Rama)
Really
want to be with you (hare Rama)
Really
want to see you, Lord (AhhhAhhhh)
But
it takes so long, my Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hallelujah)
My,
my, my Lord (hare krishna)
My
sweet Lord (hare krishna)
My
sweet Lord (krishna krishna)
My
Lord (hare hare)
Hm,
hm (Gurur Brahma)
Hm,
hm (Gurur Vishnu)
Hm,
hm (Gurur Devo)
Hm,
hm (Maheshwara)
My
sweet Lord (Gurur Sakshaat)
My
sweet Lord (Parabrahma)
My,
my, my, my Lord (Tasmayi Shree)
My,
my, my, my Lord (Guruve Namah)
My
sweet Lord (Hare Rama)
[Fade:]
(Hare
krishna)
My
sweet Lord (hare krishna)
My
sweet Lord (krishna krishna)
My Lord (hare hare)
Meu Doce Senhor
Meu doce Senhor
Hm, meu Senhor
Hm, meu Senhor
Eu realmente quero vê-lo
Realmente quero estar com Você
Realmente quero vê-lo, Senhor
Mas isto vai levar muito tempo, meu
Senhor
Meu doce Senhor
Hm, meu Senhor
Hm, meu Senhor
Eu realmente quero conhecê-lo
Realmente quero ir com o Senhor
Realmente quero acompanhá-lo,
Senhor
Mas isto não vai levar muito tempo,
meu Senhor (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Realmente quero vê-lo
Realmente quero vê-lo
Realmente quero vê-lo, Senhor
Realmente quero vê-lo, Senhor
Mas isto vai demorar muito, meu
Senhor (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (aleluia)
Meu, meu, meu Senhor (aleluia)
Eu realmente quero conhecê-lo
(aleluia)
Realmente quero ir com o Senhor
(aleluia)
Realmente quero mostrar-te, Senhor
(AhhhAhhh)
Mas isto não vai demorar muito, meu
Senhor (aleluia)
Hm, hm (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Meu, meu, meu Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (hare krishna)
Meu, meu, meu Senhor (hare krishna)
Hm, meu doce Senhor (krishna,
krishna)
Hm, hm (hare hare)
Realmente quero vê-lo (hare Rama)
Realmente quero estar com o Senhor
(hare Rama)
Realmente quero ver o Senhor
(AhhhAhhh)
Mas isto vai levar muito tempo, meu
Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (aleluia)
Meu, meu, meu Senhor (hare krishna)
Meu doce Senhor (hare krishna)
Meu doce Senhor (krishna krishna)
Meu Senhor (hare hare)
Hm, hm (Gurur Brahma)
Hm, hm (Gurur Vishnu)
Hm, hm (Gurur Devo)
Hm, hm (Maheshwara)
Meu doce Senhor (Gurur Sakshaat)
Meu doce Senhor (Parabrahma)
Meu, meu, meu, meu Senhor (Tasmayi
Shree)
Meu, meu, meu, meu Senhor (Guruve
Namah)
Meu doce Senhor (Hare Rama)
[Fade:]
(Hare krishna)
Meu doce Senhor (hare krishna)
Meu doce Senhor (hare krishna)
Meu Senhor (hare hare)
Composição: George Harrison ·
Traduzida por José.
Vemos aqui a Trajetória da Vida
onde o nosso Herói está em íntima relação com Deus como forma de superar suas
dificualdades, Monstros e libertar seus Escravos, suas coisas que o aprisionam
como a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 com seus significados, sentidos e
conceitos distorcidos que trazem dor e medo afetando sua história de vida e
contextos como que numa lavagem cerebral.
Give
Me Love (Give Me Peace On Earth)
George
Harrison
Give
Me Love (Give Me Peace On Earth)
Give
me love
Give
me love
Give
me peace on earth
Give
me light
Give
me life
Keep
me free from birth
Give
me hope
Help
me cope, with this heavy load
Trying
to, touch and reach you with,
heart
and soul
Oh
My
Lord . . .
Please
take hold of my hand, that
I
might understand you
Won't
you please
Oh
won't you
Give
me love
Give
me love
Give
me peace on earth
Give
me light
Give
me life
Keep
me free from birth
Give
me hope
Help
me cope, with this heavy load
Trying
to, touch and reach you with,
heart
and soul
Oh
My
Lord
Please
take hold of my hand, that
I
might understand you
Give
Me Love (Give Me Peace On Earth)
Dê-me amor
Dê-me amor
Dê-me paz na terra
Dê-me luz
Dê-me vida
me mantenha livre como eu nasci
Dê-me esperança
Me ajude a lidar, com essa carga
pesada
Tentando, tocar e alcançar você com
O coração e a alma
Oh
Meu Deus
Por favor, segure a minha mão,
eu posso entender você
você não, por favor
Oh você não
Dê-me amor
Dê-me amor
Dê-me paz na terra
Dê-me luz
Dê-me vida
me mantenha livre como eu nasci
Dê-me esperança
Me ajude a lidar, com essa carga
pesada
Tentando, tocar e alcançar você com
O coração e a alma
Oh
Meu Deus
Por favor, segure a minha mão,
eu posso entender você
Vemos aqui o nosso Herói em sua
Trajetória da Vida lutando contra seus Monstros e Escravos como forma de vencer
suas concepções oriundas da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, seus
significados, sentidos e conceitos errados e falsos, mentirosos, diante de sua
história de vida e contextos como forma de vencer e superar a lavagem cerebral imposta pelas condições
ambientais do contexto.
All
Those Years Ago
George
Harrison
All
Those Years Ago
I'm
shouting all about love
While
they treated you like a dog
When
you were the one who had made it so clear
All
those years ago
I'm
talking all about how to give
They
don't act with much honesty
But
you point the way to the truth when you say
"All
you need is love"
Living
with good and bad
I
always looked up to you
Now
we're left cold and sad
By
someone, the devil's best friend
Someone
who offended all
We're
living in a bad dream
They've
forgotten all about mankind
And
you were the one they backed up to the wall
All
those years ago
You
were the one who imagined it all
All
those years ago..
(All
those years ago)
(All
those years ago)
Deep
in the darkest night
I
send out a prayer to you
Now
in the world of light
Where
the spirit free of lies
And
all else that we despised
They've
forgotten all about God
He's
the only reason we exist
Yet
you were the one that they said was so weird
All
those years ago
You
said it all though not many had ears
All
those years ago
You
had control of our smiles and our tears
All
those years ago..
All
those years ago ...
All
those years ago ...
All
those years ago ...
Todos esses anos atrás
Estou esbravejando sobre amor
Enquanto eles trataram você como um
cachorro
Quando você foi quem fez isso tão
claramente
Todos esses anos atrás
Eu estou falando tudo sobre como
doar
Eles não agem com muita honestidade
Mas você aponta o caminho para a
verdade quando você diz:
"tudo que você precisa é
amor"
Vivendo com o bem e o mal
Eu sempre admirei você
Agora nós fomos deixados frios e
tristes
Por alguém, o melhor amigo do diabo
Alguém que feriu a todos
Nós estamos vivendo em um sonho
ruim
Eles esqueceram tudo sobre
humanidade
E você foi o único que eles
colocaram contra a parede
Todos esses anos atrás
Você foi o único que imaginou isso
tudo
Todos esses anos atrás...
(todos esses anos atrás)
(todos esses anos atrás)
Profundamente na noite escura
Eu envio uma oração pra você
Agora no mundo de luz
Onde o espírito livre de mentiras
E tudo mais que menosprezamos
Eles esqueceram tudo sobre deus
Ele é a única razão da nossa
existência
Ainda, você foi o único que eles
disseram ser tão estranho
Todos esses anos atrás
Você disse isso tudo embora não
muitos tivessem ouvidos
Todos esses anos atrás
Você teve controle sobre nossos
sorrisos e nossas lagrimas
Todos esses anos atrás...
Todos esses anos atrás...
Todos esses anos atrás...
Todos esses anos atrás...
Composição: George Harrison ·
Traduzida por Marcela
Vemos aqui o nosso Herói em sua
Trajetória da Vida lutando contra seus Monstros e Escravos oriundos da morte
brutal e violenta, da perda de um grande amigo, de tudo o que ele significava e
de seu sonhos que se foram com o mal da violência da falta de sentido e
significado, como que hoje onde enfrentamos Monstros e Escravos sem sentidos e
significados aparentes decorrentes da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995
afetando os conceitos e favorecendo a lavagem cerebral na humanidade e nas
famílias.
Cheer
Down
George
Harrison
Cheer
Down
I
can see by your grin
That
you're trembling within
It's
all over town, cheer down
And
the smile on your face
Is
sometimes out of place
Don't
mind, no frowns, cheer down.
If
your hair should fall
If
your shares should crash
You'll
get by even without getting a rash
There's
no tears to be shed
I'm
gonna love you instead
I
want you around, cheer down.
When
your teeth drop out
You'll
get by even without taking a bite
If
your dog should be dead
I'm
gonna love you instead
The
world loves a clown, cheer down.
I
want you around, cheer down
Acalme-se
Eu posso ver pelo seu sorriso
forçado
Que você está tremendo por dentro
E tudo na cidade está desanimado
E o sorriso em seu rosto
É, por vezes fora do lugar
Não esquente, nem se aborreça,
acalme-se
Se o seu cabelo deve cair
Se suas ações deve falhar
Você vai conseguir, mesmo sem
estourar
Não há lágrimas a derramar
Apesar disto eu vou te amar
Eu quero você por perto, acalme-se
Quando seus dentes caírem
Você vai conseguir, mesmo sem
morder
Se o seu cão morrer
Apesar disso, vou te amar
O mundo ama um palhaço, acalme-se
Eu quero você por perto, acalme-se
Vemos aqui a necessidade na
Trajetória da Vida do nosso Herói de vir se acalmar diante de acontecimentos
incertos e infrutíferos por causa de seus Monstros e Escravos que o atrapalham
a compreender a vida e o mundo, levando-o as incertezas e ao sofrimento
decorridos dos fenômenos das coisas aprendidas na Pulsão Auditiva de Mattanó de
1995, seus significados, sentidos e conceitos, sua nova história de vida e os
diferentes contextos que se chocarão com esta nova análise trazendo-o a
realidade.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos através das letras das canções de
George Harrison, confrontando a realidade com a realidade psíquica dividida em
normal e em realidade da lavagem cerebral, nos mostrando o impacto nocivo deste
procedimento, a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, talvez fragmentando a
consciência e a personalidade e até o inconsciente, causando muito sofrimento
psíquico e comportamental para as pessoas e famílias, desarranjando as
sociedades através da lavagem cerebral, que já existia desde o início da nossa
espécie, pois é intrínseca a nossa natureza humana e linguística, pertence a
inteligência linguística do ser humano e ao seu processo comunicacional e assim
a aprendizagem de qualquer língua, ou seja, a alfabetização! Os caminhos do
desejo pela alfabetização são difíceis de serem comentados ou explicados pois
não há relatos, mas já podemos ter passado por isto e outros momentos da
civilização humana e da vida na terra, por isso julgar sem provas é um erro!
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência,
ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às adversidades do meio
ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
Devemos encarar a telepatia através da
Trajetória dos Heróis:
A Trajetória dos Heróis
começa com:
1. A concepção e o herói
1. A concepção e o herói
A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande
inquietação e admiração em relação à figura que aparece repentinamente como
mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma
nova biografia.
O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao
inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência,
e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro
valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão
que já não pode ser recusada.
O levar-se a aventura significa que o destino convocou o
herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta
fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino
subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha
secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre
habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas
sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por
vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por
um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do
planeta.
1. O
chamado pode ser recusado
É
sempre possível desviar a atenção para outras coisas na
vida real, não com menos
frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim
seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande
falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder,
trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se
manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias,
virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de
abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais
infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso,
da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta
e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim
a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.
2. As
forças se unem para o bem-aventurado
As
forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua
viagem, seu chamado, e a
ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser
e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a
sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através
desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e
protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos
despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do
inconsciente estarão ao seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir contra
ele, o herói.
3. A
travessia: se consumir
A
vida do herói possui limites e um dia encontrará o
guardião dos limites
que aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na
direção do não conhecido, para um oceano sem limites.
As regiões do desconhecido são lugares para projeção do
inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas
subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa e a destruição do pai, sereias de beleza
nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do
limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém
somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a
morte para um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os
ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido,
e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem
riscos, porém aqueles que têm talento, competência e coragem verão o perigo se
dissipar como a água no mar.
4. Ser
engolido e consumido
Ser
engolido e consumido dá a entender que o herói morreu,
contudo é uma passagem
do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou
ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo
onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do
templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas
proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões,
matadores de demônios com espadas desembainhadas, anões rancorosos e touros
alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos
aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do
templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que
marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia.
Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o
fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas
mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O
herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o
poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita
seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais
indesejáveis como o desconhecido.
5. O
caminho obtuso
Este
caminho cheio de pedras e obstáculos vem logo após o
herói cruzar o limiar e
com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é
auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio
sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o
sustenta em sua passagem sobre-humana.
Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre
trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas
onde se depara com ossos de outros que sucumbiram à aventura e acaba
encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas
notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos
perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre
ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar
com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o
herói entre em êxtase.
O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado
condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante
na sua luta contra a realidade.
O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do
eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças
concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução,
transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações
anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental,
improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nossos
sonhos.
A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com
uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.
6. O
encontro com a deusa
A
aventura do herói continua com o encontro com a Rainha
Deusa do Mundo. A Mãe
Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um
primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre
a atitude da criança com relação à mãe e a do adulto em relação ao mundo material.
Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa
imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na
natureza do mundo visível.
A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode
ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o
herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma
várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do
que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as
correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas
limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela
ignorância à banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O
herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com
gentileza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu
mundo criado.
O encontro com a deusa é o teste final do talento para a
bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.
7. A
mulher como tentação
Agora
com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o
herói ver-se-á no lugar
do pai, ele e seu pai são um só.
As guerras e as explosões emocionais são paliativos da
ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e
alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre,
passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma
trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a
idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise.
Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a
própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de
nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente à outra pessoa ou outras
pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento
de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em
particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A
mulher é a tentação do herói em sua aventura.
8. A
relação com o pai
A
pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da
torrente e das chamas é
a misericórdia divina, a poderosa força
do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de
Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo
está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os
auxiliares sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a
humanidade de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas
quanto se parece.
É a provação do herói com a garantia de que a figura
masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de
iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e é
essencialmente a mesma coisa.
A iniciação combina uma introdução do candidato nas
técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento
de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de
sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu
duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o
papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das
ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica,
purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma
par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as
repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na
majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e,
por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do
pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as
agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é
mais um vale de lágrimas, gemidos e dores, mas uma manifestação perpétua e
geradora de bênçãos, da Presença.
9. A
apoteose
No
momento em que nos libertamos dos preconceitos, do
tribal, eclesiástico, nacional,
do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que
o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram,
mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do
Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as
coisas, são imortais.
10.
A última graça
O
sofrimento agonizante da ultrapassagem
dos limites
pessoais é a agonia do crescimento
pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas
são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes
que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e
movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura
da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo.
A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que
transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as
divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são
aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um
único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita
das estrelas.
11.
A difícil volta
Ao
fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da
penetração da fonte retornando
com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua
saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação
masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação
da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.
12.
A magia nas decisões
Se
o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum
elixir destinado à restauração
da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono
sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não
obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A
aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.
13.
O resgate sobrenatural
O
herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio
sobrenatural, o mundo,
que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que
dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem
acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise
final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra
cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas
divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção
obtida, onde os homens imaginam-se completos, mas que na realidade não passam
de frações.
14.
Os limites da volta
Os
mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a
morte, o dia e a noite.
As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das
trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um
retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas
convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana
tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a
prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e
as instituições para as pessoas comuns.
15.
Agora são dois mundos
A
liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os
mitos não frequentemente
apresenta numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem
são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor
magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes
honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.
16.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
O
campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura
vive da morte de outra.
Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer
coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas
que se tornaram.
Nossos Heróis, inclusive diante das
letras das canções de George Harrison nos mostram que a telepatia pode nos
fortalecer e aumentar nossas defesas e forças ou poderes como que verdadeiros
Super-Heróis, fazendo de nós super-humanos capazes de realizar grandes obras e
grandes planos, capazes de sermos pessoas de paz e de bem se nos ajudarmos e
entendermos nossas inteligências e nos adaptarmos ao meio ambiente.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja, sempre
estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes, ou seja,
não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Nossos
monstros, inclusive diante das letras das canções de George
Harrison
nos revelam que a telepatia pode nos fazer de tudo e da vida, da nossa missão,
dos planos de Deus, daqueles que amamos para nos amarmos, assim podemos cair em
abismos e ter que viver como monstros que assustam e assombram as pessoas
botando-lhe medo e pavor, não sobrando mais paz nem felicidade, nem mesmo mais
uma família ou amizades, levando-o a autodestruição e a destruição do outro e do seu mundo.
Nossos escravos, inclusive diante das
letras das canções de George Harrison nos mostram que a telepatia pode nos
fazer escravos ou dependentes e prisioneiros de nossa própria vida e da telepatia, levando-nos a alienação
e a loucura onde se perde a noção de realidade e não há mais nada para se
completar na vida, a não ser viver acorrentado e aprisionado, escravo e
revoltado ou alienado.
Diante destes fenômenos podemos ainda
falar que o ser humano tem problemas com a Terra e com o meio ambiente, que ele
não sabe ou não conhece como amar a Terra, inclusive diante das letras das
canções de George Harrison.
Exemplo disto são as guerras e violências,
os crimes e horrores, as indústrias e o consumismo que contaminam a terra, a
água e o ar, os carros que contaminam o ar, os cigarros e as queimadas que
contaminam o ar e destroem as matas, os desmatamentos ilegais que destroem o
meio ambiente, os indivíduos que sujam as cidades, os pescadores e os caçadores
que não respeitas as leis, os agricultores que não respeitam as leis, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison, etc..
Podemos discutir um pouco mais sobre o
gás carbônico... porquê isto está acontecendo? Porque o ser humano não ama a
Terra ou não sabe amar a Terra! E em virtude disto tem dificuldade de mudar sua
atitude, consciência, identidade, afetividade e alienação, alegando que é caro
o controle do gás carbônico, que não existem meios ou utensílios domésticos que
o ajudem nessa tarefa, que assim é difícil se sensibilizar pois no mundo tudo é
prático e fácil e isso não é, pois envolve sofrimento, educação e amor, é mais
fácil transmitir ódio do que amor hoje em dia,
vivemos mais tempos conosco do que com os outros hoje em dia em todos os
ambientes.
A Cruz é pesada mas liberta quem a ama,
é um fardo para aquele quem não a aceita, inclusive diante das letras das
canções de George Harrison. Os pecados do mundo podem libertar através do
Zeitgeist e do Cosmos.
Sigmund Freud (1856-1939) alterou
radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos
como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o
levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades, inclusive diante das letras das
canções de George Harrison.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive diante das letras das canções
de George Harrison.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive diante das letras das canções de George Harrison.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia,
ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos,
biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos,
conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a
função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se
adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive diante das letras das canções de George Harrison;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 07 de janeiro de 2017.
1.
Psicologia Cognitiva Transcendental
Social
My
Sweet Lord
George
Harrison
My
Sweet Lord
My
sweet Lord
Hm,
my Lord
Hm,
my Lord
I
really want to see you
Really
want to be with you
Really
want to see you, Lord
But
it takes so long, my Lord
My
sweet Lord
Hm,
my Lord
Hm,
my Lord
I
really want to know you
Really
want to go with you
Really
want to show you Lord
BUt
it won't take long, my Lord (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
Really
want to see you
Really
want to see you
Really
want to see you Lord
Really
want to see you Lord
But
it takes so long, my Lord (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hallelujah)
My,
my, my Lord (hallelujah)
I
really want to know you (hallelujah)
Really
want to go with you (hallelujah)
Really
want to show you Lord(AhhhAhhhh)
But
it won't take long, my Lord (hallelujah)
Hm,
hm (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
My,
my, my Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hare krishna)
My,
my, my Lord (hare krishna)
Hm,
my sweet Lord (krishna krishna)
Hm,
hm (hare hare)
Really
want to see you (hare Rama)
Really
want to be with you (hare Rama)
Really
want to see you, Lord (AhhhAhhhh)
But
it takes so long, my Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hallelujah)
My,
my, my Lord (hare krishna)
My
sweet Lord (hare krishna)
My
sweet Lord (krishna krishna)
My
Lord (hare hare)
Hm,
hm (Gurur Brahma)
Hm,
hm (Gurur Vishnu)
Hm,
hm (Gurur Devo)
Hm,
hm (Maheshwara)
My
sweet Lord (Gurur Sakshaat)
My
sweet Lord (Parabrahma)
My,
my, my, my Lord (Tasmayi Shree)
My,
my, my, my Lord (Guruve Namah)
My
sweet Lord (Hare Rama)
[Fade:]
(Hare
krishna)
My
sweet Lord (hare krishna)
My
sweet Lord (krishna krishna)
My Lord (hare hare)
Meu Doce Senhor
Meu doce Senhor
Hm, meu Senhor
Hm, meu Senhor
Eu realmente quero vê-lo
Realmente quero estar com Você
Realmente quero vê-lo, Senhor
Mas isto vai levar muito tempo, meu
Senhor
Meu doce Senhor
Hm, meu Senhor
Hm, meu Senhor
Eu realmente quero conhecê-lo
Realmente quero ir com o Senhor
Realmente quero acompanhá-lo,
Senhor
Mas isto não vai levar muito tempo,
meu Senhor (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Realmente quero vê-lo
Realmente quero vê-lo
Realmente quero vê-lo, Senhor
Realmente quero vê-lo, Senhor
Mas isto vai demorar muito, meu
Senhor (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (aleluia)
Meu, meu, meu Senhor (aleluia)
Eu realmente quero conhecê-lo
(aleluia)
Realmente quero ir com o Senhor
(aleluia)
Realmente quero mostrar-te, Senhor
(AhhhAhhh)
Mas isto não vai demorar muito, meu
Senhor (aleluia)
Hm, hm (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Meu, meu, meu Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (hare krishna)
Meu, meu, meu Senhor (hare krishna)
Hm, meu doce Senhor (krishna,
krishna)
Hm, hm (hare hare)
Realmente quero vê-lo (hare Rama)
Realmente quero estar com o Senhor
(hare Rama)
Realmente quero ver o Senhor
(AhhhAhhh)
Mas isto vai levar muito tempo, meu
Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (aleluia)
Meu, meu, meu Senhor (hare krishna)
Meu doce Senhor (hare krishna)
Meu doce Senhor (krishna krishna)
Meu Senhor (hare hare)
Hm, hm (Gurur Brahma)
Hm, hm (Gurur Vishnu)
Hm, hm (Gurur Devo)
Hm, hm (Maheshwara)
Meu doce Senhor (Gurur Sakshaat)
Meu doce Senhor (Parabrahma)
Meu, meu, meu, meu Senhor (Tasmayi
Shree)
Meu, meu, meu, meu Senhor (Guruve
Namah)
Meu doce Senhor (Hare Rama)
[Fade:]
(Hare krishna)
Meu doce Senhor (hare krishna)
Meu doce Senhor (hare krishna)
Meu Senhor (hare hare)
Composição: George Harrison ·
Traduzida por José.
Vemos aqui a Trajetória da Vida
onde o nosso Herói está em íntima relação com Deus como forma de superar suas
dificualdades, Monstros e libertar seus Escravos, suas coisas que o aprisionam
como a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 com seus significados, sentidos e
conceitos distorcidos que trazem dor e medo afetando sua história de vida e
contextos como que numa lavagem cerebral.
Give
Me Love (Give Me Peace On Earth)
George
Harrison
Give
Me Love (Give Me Peace On Earth)
Give
me love
Give
me love
Give
me peace on earth
Give
me light
Give
me life
Keep
me free from birth
Give
me hope
Help
me cope, with this heavy load
Trying
to, touch and reach you with,
heart
and soul
Oh
My
Lord . . .
Please
take hold of my hand, that
I
might understand you
Won't
you please
Oh
won't you
Give
me love
Give
me love
Give
me peace on earth
Give
me light
Give
me life
Keep
me free from birth
Give
me hope
Help
me cope, with this heavy load
Trying
to, touch and reach you with,
heart
and soul
Oh
My
Lord
Please
take hold of my hand, that
I
might understand you
Give
Me Love (Give Me Peace On Earth)
Dê-me amor
Dê-me amor
Dê-me paz na terra
Dê-me luz
Dê-me vida
me mantenha livre como eu nasci
Dê-me esperança
Me ajude a lidar, com essa carga
pesada
Tentando, tocar e alcançar você com
O coração e a alma
Oh
Meu Deus
Por favor, segure a minha mão,
eu posso entender você
você não, por favor
Oh você não
Dê-me amor
Dê-me amor
Dê-me paz na terra
Dê-me luz
Dê-me vida
me mantenha livre como eu nasci
Dê-me esperança
Me ajude a lidar, com essa carga
pesada
Tentando, tocar e alcançar você com
O coração e a alma
Oh
Meu Deus
Por favor, segure a minha mão,
eu posso entender você
Vemos aqui o nosso Herói em sua
Trajetória da Vida lutando contra seus Monstros e Escravos como forma de vencer
suas concepções oriundas da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, seus
significados, sentidos e conceitos errados e falsos, mentirosos, diante de sua
história de vida e contextos como forma de vencer e superar a lavagem cerebral imposta pelas condições
ambientais do contexto.
All
Those Years Ago
George
Harrison
All
Those Years Ago
I'm
shouting all about love
While
they treated you like a dog
When
you were the one who had made it so clear
All
those years ago
I'm
talking all about how to give
They
don't act with much honesty
But
you point the way to the truth when you say
"All
you need is love"
Living
with good and bad
I
always looked up to you
Now
we're left cold and sad
By
someone, the devil's best friend
Someone
who offended all
We're
living in a bad dream
They've
forgotten all about mankind
And
you were the one they backed up to the wall
All
those years ago
You
were the one who imagined it all
All
those years ago..
(All
those years ago)
(All
those years ago)
Deep
in the darkest night
I
send out a prayer to you
Now
in the world of light
Where
the spirit free of lies
And
all else that we despised
They've
forgotten all about God
He's
the only reason we exist
Yet
you were the one that they said was so weird
All
those years ago
You
said it all though not many had ears
All
those years ago
You
had control of our smiles and our tears
All
those years ago..
All
those years ago ...
All
those years ago ...
All
those years ago ...
Todos esses anos atrás
Estou esbravejando sobre amor
Enquanto eles trataram você como um
cachorro
Quando você foi quem fez isso tão
claramente
Todos esses anos atrás
Eu estou falando tudo sobre como
doar
Eles não agem com muita honestidade
Mas você aponta o caminho para a
verdade quando você diz:
"tudo que você precisa é
amor"
Vivendo com o bem e o mal
Eu sempre admirei você
Agora nós fomos deixados frios e
tristes
Por alguém, o melhor amigo do diabo
Alguém que feriu a todos
Nós estamos vivendo em um sonho
ruim
Eles esqueceram tudo sobre
humanidade
E você foi o único que eles
colocaram contra a parede
Todos esses anos atrás
Você foi o único que imaginou isso
tudo
Todos esses anos atrás...
(todos esses anos atrás)
(todos esses anos atrás)
Profundamente na noite escura
Eu envio uma oração pra você
Agora no mundo de luz
Onde o espírito livre de mentiras
E tudo mais que menosprezamos
Eles esqueceram tudo sobre deus
Ele é a única razão da nossa
existência
Ainda, você foi o único que eles
disseram ser tão estranho
Todos esses anos atrás
Você disse isso tudo embora não
muitos tivessem ouvidos
Todos esses anos atrás
Você teve controle sobre nossos
sorrisos e nossas lagrimas
Todos esses anos atrás...
Todos esses anos atrás...
Todos esses anos atrás...
Todos esses anos atrás...
Composição: George Harrison ·
Traduzida por Marcela
Vemos aqui o nosso Herói em sua
Trajetória da Vida lutando contra seus Monstros e Escravos oriundos da morte
brutal e violenta, da perda de um grande amigo, de tudo o que ele significava e
de seu sonhos que se foram com o mal da violência da falta de sentido e
significado, como que hoje onde enfrentamos Monstros e Escravos sem sentidos e
significados aparentes decorrentes da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995
afetando os conceitos e favorecendo a lavagem cerebral na humanidade e nas
famílias.
Cheer
Down
George
Harrison
Cheer
Down
I
can see by your grin
That
you're trembling within
It's
all over town, cheer down
And
the smile on your face
Is
sometimes out of place
Don't
mind, no frowns, cheer down.
If
your hair should fall
If
your shares should crash
You'll
get by even without getting a rash
There's
no tears to be shed
I'm
gonna love you instead
I
want you around, cheer down.
When
your teeth drop out
You'll
get by even without taking a bite
If
your dog should be dead
I'm
gonna love you instead
The
world loves a clown, cheer down.
I
want you around, cheer down
Acalme-se
Eu posso ver pelo seu sorriso
forçado
Que você está tremendo por dentro
E tudo na cidade está desanimado
E o sorriso em seu rosto
É, por vezes fora do lugar
Não esquente, nem se aborreça,
acalme-se
Se o seu cabelo deve cair
Se suas ações deve falhar
Você vai conseguir, mesmo sem
estourar
Não há lágrimas a derramar
Apesar disto eu vou te amar
Eu quero você por perto, acalme-se
Quando seus dentes caírem
Você vai conseguir, mesmo sem
morder
Se o seu cão morrer
Apesar disso, vou te amar
O mundo ama um palhaço, acalme-se
Eu quero você por perto, acalme-se
Vemos aqui a necessidade na
Trajetória da Vida do nosso Herói de vir se acalmar diante de acontecimentos
incertos e infrutíferos por causa de seus Monstros e Escravos que o atrapalham
a compreender a vida e o mundo, levando-o as incertezas e ao sofrimento
decorridos dos fenômenos das coisas aprendidas na Pulsão Auditiva de Mattanó de
1995, seus significados, sentidos e conceitos, sua nova história de vida e os
diferentes contextos que se chocarão com esta nova análise trazendo-o a
realidade.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos através das letras das canções de
George Harrison, confrontando a realidade com a realidade psíquica dividida em
normal e em realidade da lavagem cerebral, nos mostrando o impacto nocivo deste
procedimento, a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, talvez fragmentando a
consciência e a personalidade e até o inconsciente, causando muito sofrimento
psíquico e comportamental para as pessoas e famílias, desarranjando as sociedades
através da lavagem cerebral, que já existia desde o início da nossa espécie,
pois é intrínseca a nossa natureza humana e linguística, pertence a
inteligência linguística do ser humano e ao seu processo comunicacional e assim
a aprendizagem de qualquer língua, ou seja, a alfabetização! Os caminhos do
desejo pela alfabetização são difíceis de serem comentados ou explicados pois
não há relatos, mas já podemos ter passado por isto e outros momentos da
civilização humana e da vida na terra, por isso julgar sem provas é um erro!
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o indivíduo
(você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir ou para
onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras, controle,
literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver realidade,
ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A
vida teve início a partir das primeiras reações bioquímicas no Universo e se
instalou na Terra devido a Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de
¨pedras do espaço¨ com a Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na
Terra e nela Evoluiu, segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo
teorias dos monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência.
O ser humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e
comportamentais, ou seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era
evolutiva ou fase evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de
se comunicar telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos possuem
a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas,
através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
As
descobertas da vida, inclusive diante das letras das canções de
George
Harrison, através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as
oriundas do Zeitgeist associadasàs do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo
menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, ligadas ao trabalho e
a produção de bens e de serviços geram economia e globalização em nossos tempos
da economia, da tecnologia, da informação, do consumo e do comércio e da
liberdade mas também geram liberdade e ritos de iniciação e de passagem e
também a Trajetória dos Heróis por serem dinâmicas e imprecisas, livres e
multiformes formam a memória do ser humano que por sua vez produz a
transcendência que depende de nossos processos de concepção, desenvolvimento,
nascimento, desenvolvimento, velhice, e morte, ela, a memória depende da
adaptação que está ligada à inteligência genética transcendental, as 9 fases da
vida inteligente e as 19 inteligências, somados aos estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização. A
memória e a adaptação dependem do trabalho e da economia, da globalização.
As descobertas da vida, inclusive
diante das letras das canções de
George
Harrison, através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as
oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo
menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, associadas ao trabalho e a produção de bens e
de serviços geram economia e globalização porém a liberdade faz fluir a
adaptação e a memória que se transformam, se transmutam em ritos de passagem e
de iniciação e na Trajetória dos Heróis, assim em escândalo, mediocridade, bandidagem,
miséria e pobreza, drogas,
tráfico de pessoas e de sexo,
prostituição, alcoolismo, tabagismo,
educação, escravização e servidão,
fome, sede, falta de higiene, não ter roupas, mortes e
violências, bullying, palavrão,
monstros, amor e ódio,
doença, deficiência, moral,
destruição do outro, sabedoria e
vida, espécies e mundo
natural, processos corporais, gases,
urina, fezes, sexo e
masturbação, etc., infernos, cavernas e buracos profundos fazem ecoar
vozes do imaginário perpetrado pela indecência, inteligência, senão adaptação
de nossos ancestrais e pelo que somos agora, sentimentos e emoções ,
pensamentos e estados de consciência
fomentados pela falta, pela marca e pelo desejo, pelo poder, pela
felicidade, está na religiosidade, no sentimento de futuro e esperança num
futuro melhor não indecente, os mundos natural, artificial, biológico,
psicológico, sociológico, filosófico e espiritual carregam em si bases da indecência
por isso lutamos e sofremos, ganhamos e perdemos a todo instante, ganhamos e
perdemos trabalhando e todo momento e a toda momento acumulamos e gastamos
nossas economias e produzimos bens e serviços como a globalização.
Todo
este percurso obedece a um caminho, a Trajetória dos Heróis, desde a concepção
e o herói até a liberdade para se viver e ensinar a viver.
A
Trajetória dos Heróis começa com:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Ser livre é estar adaptado, é possuir um processo de liberdade
oriundo
das descobertas que a vida proporciona e produz, inclusive diante das letras
das canções de George Harrison, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas
às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente, é estar no mundo, é passar por ritos e pela Trajetória
da Vida e pela Trajetória dos Heróis, é ter memória, a memória na verdade é
apenas adaptação, é trabalhar, ter economia e globalização, ser adaptado com
sucesso é passar pelas 9 fases da vida inteligente que desenvolvem as 19
inteligências e transcender, através do exercício da força, da comunhão e da
libido.
As 9 fases da vida inteligente são:
1. (antes
de nascer): inteligência dual sensório-motora
2. (0
– 2 anos): inteligência oral sensório-motora
3. (2
– 4 anos): inteligência anal pré-operacional
4. (4
– 7 anos): inteligência fálica pré-operacional
5. (7
– 11 anos): inteligência do período de latência concreta
6. (12
– 18 anos): inteligência genital formal
7. (19
– 29 anos): inteligência do período de privacidade
8. (30
– 59 anos): inteligência do período de produtividade
9. (60
anos em diante): inteligência da crise final
As
19 inteligências são:
1. Espacial
2. Territorial
3.
Corporal
4.
Lingüística
5.
Musical
6.
Matemática
7.
Interpessoal
8.
Intrapessoal
9.
Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência é como o Monstro ritualizado nas Escolas que marcam
que Trajetória dos
Heróis e da Vida, dos nossos Monstros que devem serem superados para o bem
estar grupal, e em parte o individual, já que a ontogênese expele falta, desejo
e marca, contudo não necessariamente o grupo filogenético e cultural. A
inteligência como um Monstro superado leva-nos a superar também o trabalho, a
economia e a globalização. Porém é através da filogênese humana que se dá o
florescer da falta, do desejo e da marca oriundas da liberdade ontogenética que
há de prender-se e que podem sofrer variações culturais livres mas contextuais,
mas a base da aquisição de conhecimentos e aprendizados é ontogenética.
Domar as descobertas da vida, inclusive
diante das letras das canções
de
George Harrison, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, é domar a liberdade, pode ser domar a
inteligência, é também dominar o trabalho, a economia e a globalização, é domar a si mesmo e uma seqüência de
monstros até a crise final, Monstros que nos atingem também através de ritos,
de ritos de iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida e dos Heróis.
Para aqueles que defendem o aborto o filho no ventre é um monstro, um monstro
não domado e inteligente, repelente e que só trará infelicidade, assim não
estamos prontos para a educação através do Estado. O respeito humano é uma
incapacidade por causa da inteligência! Por causa da inteligência temos
descobertas na vida! Por causa da inteligência temos o trabalho, a
economia e a globalização, mas podemos
reinterpretar nossos conceitos tentando melhorá-los e aprofundá-los.
Devemos transformar o conceito inteligência
em adaptação e aceitar
as
diferenças individuais e grupais otimizando-as para as transformações sociais
sem destruir o passado e os nossos antepassados, ou seja, nossas memórias,
nossa adaptação sócio-histórica gravada em documentos e gravada em nossos
cérebros e mentes gerando conhecimento para a melhor e otimizada adaptação,
sucesso para nossa existência, se tivéssemos que considerar apenas a
inteligência para o nosso sucesso talvez fracassaríamos pois os inteligentes
que não se adaptam morrem antes dos mais
adaptados e até menos inteligentes. Acredito que primeiro vem a adaptação as
descobertas da vida, desde a vida intra-uterina, e depois vem a inteligência ou
a percepção, o óvulo se adapta ao espermatozóide e o espermatozóide se adapta
ao óvulo e só depois vem a inteligência, após a fecundação e ela continua por
toda a vida até a morte. Esta inteligência também é livre pelo ¨crossing-over¨
e pela aprendizagem da liberdade. A aprendizagem da liberdade ocorre em função
das descobertas da vida, inclusive diante das letras das canções de George
Harrison. As descobertas da vida muitas vezes nos aparecem em ritos de
iniciação e de passagem e pela Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Amar ou odiar a sua própria vida ou de
seus grupos sociais? Esses sentimentos podem levar indivíduo e grupos de
indivíduos a se perderem em seus mundos
obscuros e profundos? Amando ao ponto de tentar vivenciar um crescimento
pessoal. E odiando ao ponto de tentar se destruir nas profundezas do seu ser.
Amar ou odiar refletem estados da inteligência genética transcendental, as 9
fases da vida inteligente e as 19 inteligências, mais estados de consciência,
atividade, identidade, alienação, inconsciência, linguagem, desejo, cognição,
maturação, desenvolvimento, amadurecimento, externalização e internalização.
Amar ou odiar revelam descobertas associadas as inteligências. Amar ou odiar
revelam manifestações dados ao trabalho, a economia, aos bens e serviços e a
globalização. Amar ou odiar nos mostram nossas Vidas, Monstros e Heróis.
Os Monstros, inclusive diante das
letras das canções de
George
Harrison, através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive os
oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há,
pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, são nossas regras que produzem sofrimento e
impedem o contentamento pessoal ou social, são nossas descobertas que causam
sofrimento em meio a nossa Trajetória de Vida e de Heróis, nossos Monstros nos
destroem como nossos delírios e fantasias de horrores hostis que adquirimos ao
longo da vida, todos nós conhecemos isto, todos nós ficamos alegres e felizes
quando socorridos em meios as urgências da vida, é assim minha vida! Não
devemos nos abandonar uns aos outros jamais pois somos frutos da união dos
nossos ancestrais, senão aqui não estaríamos, não existiríamos se não houvesse
a união e o amor, senão a paz! Assim derrotamos nossos Monstros! Nossos
Monstros lutam contra nossa liberdade! O sofrimento ao mesmo tempo que impede
causa novas descobertas como as Biológicas e Psicológicas.
Os Monstros, inclusive diante das letras
das canções de George
Harrison,
através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive os oriundos
do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos,
uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente, surgem durante as 9 fases da vida inteligência
e são domesticados pela inteligência genética transcendental e as 19
inteligências. As profundezas do ser revelam as pessoas seus Monstros oriundos
de infernos, buracos, cavernas, galerias subterrâneas, bueiros, mares, lagos,
rios e oceanos, florestas e desertos onde muitas vezes o sentimento
predominante é o de solidão e isolamento com a perda do auto-controle e
equilíbrio interior, onde afloram sentimentos monstruosos de revolta e
destruição de si, do mundo ao seu redor ou dos outros. Nossos Monstros também
estão ligados ao trabalho, a economia e a globalização. Os modos, figuras e
objetos não são mais os de felicidade e
de prazer com os mundos natural (planeta), artificial (tecnologias), biológico
(organismo), psicológico (mental e comportamental), sociológico (relações
sociais), filosófico (especulações sobre sua origem e vida) e espiritual
(relações com a salvação, imortalidade e eternidade). Nossos Monstros obedecem
a ritos onde nos entregamos e nos oferecemos a rituais de passagem e de iniciação para alcançarmos a liberdade
dada aos vencedores da Trajetória dos Heróis.
A transcendência é se superar se perpassar
e retornar do ventre do
Monstro
com um modo de vida superior e exemplar a sua comunidade, a sua família, com
uma memória, com uma adaptação comportamental, fisiológica e morfológica,
regressar com uma ou mais de uma descobertas, inclusive diante das letras das canções
de George Harrison, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos
e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que
percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente. Quantos jovens e adultos se perdem em suas famílias no mundo das
drogas, falta de educação, alcoolismo, prostituição, tráfico de pessoas,
escravização, servidão, fome, sede, falta de higiene, falta de roupas, doenças,
roubo, mortes, violências e sexo desregrado perpetuando a destruição humana, e
àqueles que se tornam lideranças e só trazem desespero e destruição dos seus e
dos seus semelhantes humanos com guerras, tragédias e holocaustos, grandes
desgraças e sofrimentos como pegadas no barro que não se apagam. Estas são as
pessoas que foram engolidas pelas profundezas da natureza humana com seus
Monstros que surgem e não reconhecem sua existência por serem diferentes ou
feios – domar a si é domar uma seqüência de Monstros até a crise final e assim
prosperar com o uso das 19 inteligências
e o respeito humano perante deficiências ou incapacidades de ser o que não
somos – perfeitos! Domar a si é domar suas descobertas! Se entregar aos
Monstros e não conseguir passar pelos rituais de iniciação e de passagem
implicam em morte, morte psicológica, exclusão social, problemas de saúde
mental ou de corpo, problemas sociais mais graves entre nações, problemas com a
Educação e a Saúde, a Liberdade e a
Vida.
Não
somos perfeitos – não somos livres, não nascemos livres, não conseguimos viver
com a liberdade ou longe de nossa mãe ao nascermos, dependemos dela e da
privação de nossa liberdade para
vivermos! Precisamos de contato com os outros e com nossa mãe para fazermos
descobertas! Precisamos desde o nascimento de rituais de iniciação como o
parto e de passagem como o Batismo em
nossa Trajetória de Heróis.
Transcender depende da adaptação e de como
ficou a liberdade à
seqüência
de Monstros fase-a-fase até a morte, se manifestando diante de rituais e da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, agindo e lidando bem com suas
descobertas e as dos outros diante do trabalho e das necessidades do trabalho,
de suas regras e obrigações, dos bens e serviços e da economia e da
globalização da economia, tecnologia, informação, consumo, comércio, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison, inclusive das oriundas do
Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente,
com o uso da Educação e das 19 inteligências e do respeito humano
perante nossas falhas e deficiências ou mesmo incapacidades para conosco, com
os outros e com a natureza e com a Ecologia e o Universo, a inteligência se faz
presente com o uso da linguagem e da comunicação com a nomeação dos eventos
ambientais para a superação das adversidades ambientais que enfrentamos a todo
momento querendo ou não, viver é enfrentar o perigo da morte, é se adaptar, é
lidar com Monstros e assim com a miséria, a caridade e o trabalho que levam a
violência, ao crime e a guerra, também ao abuso, a exploração, à paralisação e
ao niilismo, e ao sentimento de renascimento através de Deus, se adaptar é se
descobrir e descobrir, e ajudar a descobrir. Pois a Educação e o Amor tudo
resolvem! A Educação e o Amor geram
memória, assim também Adaptação, trabalho, economia e liberdade! Tudo começa
pela Adaptação! Tudo começou pela e através da Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na Psicologia,
na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na Espiritualidade! Tudo
há de se acabar também pela Adaptação, seja no Universo, na Biologia, na
Psicologia, na Sociologia, na Química, na Física, na Filosofia ou na
Espiritualidade, mas Deus e Seu Reino continuarão existindo! O Universo pode
acabar? O Universo pode acabar de alguma forma? O Universo pode acabar através
da Adaptação? Se houver outro Universo maior do que este que conhecemos e se
ele for maior do que este que conhecemos e se ele entrar choque com este pode
acabar sim! O Universo pode acabar pela Adaptação! O Universo pode acabar se
houverem outros ¨big-bangs¨ seja quando for,
no princípio, no meio ou no fim, gerando outros Universos! O Universo
pode Acabar, mas o Reino de Deus e Deus
continuarão existindo, eles não se acabam!
As
descobertas da vida, inclusive diante das letras das canções de George Harrison,
inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, levam a adaptação que produz liberdade
para nosso meio ambiente individual,
social e patrimonial, nascemos dependentes, dependemos de privações para
vivermos, como a de liberdade ao nascermos, somos dependentes em nossos
processos adaptativos fisiológicos, morfológicos e comportamentais e isso
produz liberdade com o nosso desenvolvimento, amadurecimento, aprendizagem e
maturação. A cada dia de nossas vidas ficamos mais livres! A morte é o ápice da
liberdade! Vivemos para morrer! Morremos para sermos livres! A liberdade está
no Reino de Deus e não no cemitério! A liberdade é produto do trabalho, da
economia e da globalização produtos da adaptação e das descobertas da vida. A
liberdade também vem através dos ritos de iniciação e de passagem e com a
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
liberdade está na morte em Jesus Cristo! A liberdade está no bom uso da
Inteligência Espiritual que produz assim o sentimento de liberdade, portanto, a
liberdade! A liberdade é saber usar os ritos associados a Inteligência
Espiritual como a morte de Jesus Cristo e a vida no Paraíso!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas de nossos antepassados.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Se
descobrir é poder trabalhar, ter economia e hoje, viver e poder usufruir da
globalização e dos seus direitos que devem estar pautados na Vida e na Paz e na
promoção da Justiça Social, através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
Se descobrir é descobrir-se em meio
a rituais de iniciação e de passagem durante a Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis chegando ou não a liberdade para se viver e ensinar a viver,
inclusive diante das letras das canções de George Harrison, inclusive para
poder desfrutar das descobertas oriundas
do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos,
uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente, através do exercício da força, da
comunhão e da libido.
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou
estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a
interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades, inclusive diante das letras das
canções de George Harrison.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive diante das letras das canções
de George Harrison.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive diante das letras das canções de George Harrison.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser
que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo,
mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive diante das letras das canções de George Harrison;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
08 de janeiro de 2017.
2.
Psicologia da Gestalt
My
Sweet Lord
George
Harrison
My
Sweet Lord
My
sweet Lord
Hm,
my Lord
Hm,
my Lord
I
really want to see you
Really
want to be with you
Really
want to see you, Lord
But
it takes so long, my Lord
My
sweet Lord
Hm,
my Lord
Hm,
my Lord
I
really want to know you
Really
want to go with you
Really
want to show you Lord
BUt
it won't take long, my Lord (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
Really
want to see you
Really
want to see you
Really
want to see you Lord
Really
want to see you Lord
But
it takes so long, my Lord (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hallelujah)
My,
my, my Lord (hallelujah)
I
really want to know you (hallelujah)
Really
want to go with you (hallelujah)
Really
want to show you Lord(AhhhAhhhh)
But
it won't take long, my Lord (hallelujah)
Hm,
hm (hallelujah)
My
sweet Lord (hallelujah)
My,
my, my Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hare krishna)
My,
my, my Lord (hare krishna)
Hm,
my sweet Lord (krishna krishna)
Hm,
hm (hare hare)
Really
want to see you (hare Rama)
Really
want to be with you (hare Rama)
Really
want to see you, Lord (AhhhAhhhh)
But
it takes so long, my Lord (hallelujah)
Hm,
my Lord (hallelujah)
My,
my, my Lord (hare krishna)
My
sweet Lord (hare krishna)
My
sweet Lord (krishna krishna)
My
Lord (hare hare)
Hm,
hm (Gurur Brahma)
Hm,
hm (Gurur Vishnu)
Hm,
hm (Gurur Devo)
Hm,
hm (Maheshwara)
My
sweet Lord (Gurur Sakshaat)
My
sweet Lord (Parabrahma)
My,
my, my, my Lord (Tasmayi Shree)
My,
my, my, my Lord (Guruve Namah)
My
sweet Lord (Hare Rama)
[Fade:]
(Hare
krishna)
My
sweet Lord (hare krishna)
My
sweet Lord (krishna krishna)
My Lord (hare hare)
Meu Doce Senhor
Meu doce Senhor
Hm, meu Senhor
Hm, meu Senhor
Eu realmente quero vê-lo
Realmente quero estar com Você
Realmente quero vê-lo, Senhor
Mas isto vai levar muito tempo, meu
Senhor
Meu doce Senhor
Hm, meu Senhor
Hm, meu Senhor
Eu realmente quero conhecê-lo
Realmente quero ir com o Senhor
Realmente quero acompanhá-lo,
Senhor
Mas isto não vai levar muito tempo,
meu Senhor (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Realmente quero vê-lo
Realmente quero vê-lo
Realmente quero vê-lo, Senhor
Realmente quero vê-lo, Senhor
Mas isto vai demorar muito, meu
Senhor (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (aleluia)
Meu, meu, meu Senhor (aleluia)
Eu realmente quero conhecê-lo
(aleluia)
Realmente quero ir com o Senhor
(aleluia)
Realmente quero mostrar-te, Senhor
(AhhhAhhh)
Mas isto não vai demorar muito, meu
Senhor (aleluia)
Hm, hm (aleluia)
Meu doce Senhor (aleluia)
Meu, meu, meu Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (hare krishna)
Meu, meu, meu Senhor (hare krishna)
Hm, meu doce Senhor (krishna,
krishna)
Hm, hm (hare hare)
Realmente quero vê-lo (hare Rama)
Realmente quero estar com o Senhor
(hare Rama)
Realmente quero ver o Senhor
(AhhhAhhh)
Mas isto vai levar muito tempo, meu
Senhor (aleluia)
Hm, meu Senhor (aleluia)
Meu, meu, meu Senhor (hare krishna)
Meu doce Senhor (hare krishna)
Meu doce Senhor (krishna krishna)
Meu Senhor (hare hare)
Hm, hm (Gurur Brahma)
Hm, hm (Gurur Vishnu)
Hm, hm (Gurur Devo)
Hm, hm (Maheshwara)
Meu doce Senhor (Gurur Sakshaat)
Meu doce Senhor (Parabrahma)
Meu, meu, meu, meu Senhor (Tasmayi
Shree)
Meu, meu, meu, meu Senhor (Guruve
Namah)
Meu doce Senhor (Hare Rama)
[Fade:]
(Hare krishna)
Meu doce Senhor (hare krishna)
Meu doce Senhor (hare krishna)
Meu Senhor (hare hare)
Composição: George Harrison ·
Traduzida por José.
Vemos aqui a Trajetória da Vida
onde o nosso Herói está em íntima relação com Deus como forma de superar suas
dificualdades, Monstros e libertar seus Escravos, suas coisas que o aprisionam
como a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 com seus significados, sentidos e
conceitos distorcidos que trazem dor e medo afetando sua história de vida e
contextos como que numa lavagem cerebral.
Give
Me Love (Give Me Peace On Earth)
George
Harrison
Give
Me Love (Give Me Peace On Earth)
Give
me love
Give
me love
Give
me peace on earth
Give
me light
Give
me life
Keep
me free from birth
Give
me hope
Help
me cope, with this heavy load
Trying
to, touch and reach you with,
heart
and soul
Oh
My
Lord . . .
Please
take hold of my hand, that
I
might understand you
Won't
you please
Oh
won't you
Give
me love
Give
me love
Give
me peace on earth
Give
me light
Give
me life
Keep
me free from birth
Give
me hope
Help
me cope, with this heavy load
Trying
to, touch and reach you with,
heart
and soul
Oh
My
Lord
Please
take hold of my hand, that
I
might understand you
Give
Me Love (Give Me Peace On Earth)
Dê-me amor
Dê-me amor
Dê-me paz na terra
Dê-me luz
Dê-me vida
me mantenha livre como eu nasci
Dê-me esperança
Me ajude a lidar, com essa carga
pesada
Tentando, tocar e alcançar você com
O coração e a alma
Oh
Meu Deus
Por favor, segure a minha mão,
eu posso entender você
você não, por favor
Oh você não
Dê-me amor
Dê-me amor
Dê-me paz na terra
Dê-me luz
Dê-me vida
me mantenha livre como eu nasci
Dê-me esperança
Me ajude a lidar, com essa carga
pesada
Tentando, tocar e alcançar você com
O coração e a alma
Oh
Meu Deus
Por favor, segure a minha mão,
eu posso entender você
Vemos aqui o nosso Herói em sua
Trajetória da Vida lutando contra seus Monstros e Escravos como forma de vencer
suas concepções oriundas da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, seus
significados, sentidos e conceitos errados e falsos, mentirosos, diante de sua
história de vida e contextos como forma de vencer e superar a lavagem cerebral imposta pelas condições
ambientais do contexto.
All
Those Years Ago
George
Harrison
All
Those Years Ago
I'm
shouting all about love
While
they treated you like a dog
When
you were the one who had made it so clear
All
those years ago
I'm
talking all about how to give
They
don't act with much honesty
But
you point the way to the truth when you say
"All
you need is love"
Living
with good and bad
I
always looked up to you
Now
we're left cold and sad
By
someone, the devil's best friend
Someone
who offended all
We're
living in a bad dream
They've
forgotten all about mankind
And
you were the one they backed up to the wall
All
those years ago
You
were the one who imagined it all
All
those years ago..
(All
those years ago)
(All
those years ago)
Deep
in the darkest night
I
send out a prayer to you
Now
in the world of light
Where
the spirit free of lies
And
all else that we despised
They've
forgotten all about God
He's
the only reason we exist
Yet
you were the one that they said was so weird
All
those years ago
You
said it all though not many had ears
All
those years ago
You
had control of our smiles and our tears
All
those years ago..
All
those years ago ...
All
those years ago ...
All
those years ago ...
Todos esses anos atrás
Estou esbravejando sobre amor
Enquanto eles trataram você como um
cachorro
Quando você foi quem fez isso tão
claramente
Todos esses anos atrás
Eu estou falando tudo sobre como
doar
Eles não agem com muita honestidade
Mas você aponta o caminho para a
verdade quando você diz:
"tudo que você precisa é
amor"
Vivendo com o bem e o mal
Eu sempre admirei você
Agora nós fomos deixados frios e
tristes
Por alguém, o melhor amigo do diabo
Alguém que feriu a todos
Nós estamos vivendo em um sonho ruim
Eles esqueceram tudo sobre
humanidade
E você foi o único que eles
colocaram contra a parede
Todos esses anos atrás
Você foi o único que imaginou isso
tudo
Todos esses anos atrás...
(todos esses anos atrás)
(todos esses anos atrás)
Profundamente na noite escura
Eu envio uma oração pra você
Agora no mundo de luz
Onde o espírito livre de mentiras
E tudo mais que menosprezamos
Eles esqueceram tudo sobre deus
Ele é a única razão da nossa
existência
Ainda, você foi o único que eles
disseram ser tão estranho
Todos esses anos atrás
Você disse isso tudo embora não
muitos tivessem ouvidos
Todos esses anos atrás
Você teve controle sobre nossos
sorrisos e nossas lagrimas
Todos esses anos atrás...
Todos esses anos atrás...
Todos esses anos atrás...
Todos esses anos atrás...
Composição: George Harrison ·
Traduzida por Marcela
Vemos aqui o nosso Herói em sua
Trajetória da Vida lutando contra seus Monstros e Escravos oriundos da morte
brutal e violenta, da perda de um grande amigo, de tudo o que ele significava e
de seu sonhos que se foram com o mal da violência da falta de sentido e
significado, como que hoje onde enfrentamos Monstros e Escravos sem sentidos e
significados aparentes decorrentes da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995
afetando os conceitos e favorecendo a lavagem cerebral na humanidade e nas
famílias.
Cheer
Down
George
Harrison
Cheer
Down
I
can see by your grin
That
you're trembling within
It's
all over town, cheer down
And
the smile on your face
Is
sometimes out of place
Don't
mind, no frowns, cheer down.
If
your hair should fall
If
your shares should crash
You'll
get by even without getting a rash
There's
no tears to be shed
I'm
gonna love you instead
I
want you around, cheer down.
When
your teeth drop out
You'll
get by even without taking a bite
If
your dog should be dead
I'm
gonna love you instead
The
world loves a clown, cheer down.
I
want you around, cheer down
Acalme-se
Eu posso ver pelo seu sorriso
forçado
Que você está tremendo por dentro
E tudo na cidade está desanimado
E o sorriso em seu rosto
É, por vezes fora do lugar
Não esquente, nem se aborreça,
acalme-se
Se o seu cabelo deve cair
Se suas ações deve falhar
Você vai conseguir, mesmo sem
estourar
Não há lágrimas a derramar
Apesar disto eu vou te amar
Eu quero você por perto, acalme-se
Quando seus dentes caírem
Você vai conseguir, mesmo sem
morder
Se o seu cão morrer
Apesar disso, vou te amar
O mundo ama um palhaço, acalme-se
Eu quero você por perto, acalme-se
Vemos aqui a necessidade na
Trajetória da Vida do nosso Herói de vir se acalmar diante de acontecimentos
incertos e infrutíferos por causa de seus Monstros e Escravos que o atrapalham
a compreender a vida e o mundo, levando-o as incertezas e ao sofrimento
decorridos dos fenômenos das coisas aprendidas na Pulsão Auditiva de Mattanó de
1995, seus significados, sentidos e conceitos, sua nova história de vida e os
diferentes contextos que se chocarão com esta nova análise trazendo-o a
realidade.
Notamos
que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos
Escravos, a história de vida e os contextos através das letras das canções de
George Harrison, confrontando a realidade com a realidade psíquica dividida em
normal e em realidade da lavagem cerebral, nos mostrando o impacto nocivo deste
procedimento, a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, talvez fragmentando a
consciência e a personalidade e até o inconsciente, causando muito sofrimento
psíquico e comportamental para as pessoas e famílias, desarranjando as
sociedades através da lavagem cerebral, que já existia desde o início da nossa
espécie, pois é intrínseca a nossa natureza humana e linguística, pertence a
inteligência linguística do ser humano e ao seu processo comunicacional e assim
a aprendizagem de qualquer língua, ou seja, a alfabetização! Os caminhos do
desejo pela alfabetização são difíceis de serem comentados ou explicados pois
não há relatos, mas já podemos ter passado por isto e outros momentos da
civilização humana e da vida na terra, por isso julgar sem provas é um erro!
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica,
através do exercício da força, da comunhão e da libido.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia principal
do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou
seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às adversidades do meio
ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
É
através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a
partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a
partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso
cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, através do exercício da força, da comunhão e da
libido.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas comportamentais
e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
As
descobertas da vida, inclusive diante das letras das canções de George Harrison,
através do exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas
do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos,
uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente, associadas a liberdade configuram o trabalho
que gera economia, bens e serviços, também globalização do consumo, do
comércio, da tecnologia, da informação, do mercado, da liberdade,
e está nos ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis
segundo eu mesmo, está na configuração, no todo, na forma, na Gestalt, na
morfologia das coisas, depende dos princípios da organização perceptiva e dos
princípios gestaltistas da aprendizagem. Ele, o trabalho depende da adaptação
que gera a economia, bens e serviços como a globalização, depende de como e do que fazemos com as
gestalts das descobertas da vida diante os nossos rituais e as Trajetórias da
Vida, dos Monstros e dos Heróis que aparecem no que percebemos e no que
ocultamos de acordo com a nossa curiosidade associada às necessidades humanas
como as fisiológicas, de garantia e de libertação, de pertinência e de amor e
de realização. As descobertas da vida ligadas a liberdade e os seus rituais
fazem a nossa curiosidade que faz parte
do processo que modela a forma ou a configuração associadas as nossas
necessidades; assim a fome, a sede, e o sexo se transformam como formas, pelo
insight, por exemplo, ou em coisas que nos trazem felicidade como a
religiosidade e a tecnologia. A curiosidade, saber o porquê, está sob efeito da
organização perceptiva e da aprendizagem. A curiosidade pelo insight traz
formas de transcendência que se configuram pela Educação da gestalt pela
memória, ou seja , pela adaptação oriundas das descobertas da vida que promovem
a atividade, o trabalho, a economia, e a globalização, promovem a descoberta e
a imersão em ritos e na Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A
organização perceptiva se dá pela Proximidade,
nossa percepção obedece uma tendência de formar uma unidade entre as partes que
estão próximas; Continuidade, nossa
percepção obedece uma direção vinculando
elementos de modo que eles pareçam contínuos, fluindo numa direção; Semelhança, nossa percepção tende a ver
partes semelhantes como se formassem um grupo; Complementação, nossa percepção tende a completar lacunas e
preencher figuras incompletas; Simplicidade,
nossa percepção tende a ver uma figura tão boa quanto possível, é a ¨boa
forma¨, simétrica, simples e estável, não podendo se tornar mais simples ou
mais ordenada; Figura/Fundo, nossa
percepção tende a organizar o objeto observado (a figura) e se destacar do seu
fundo (o fundo, segundo plano ao qual se destaca).
Os
princípios da aprendizagem segundo os gestaltistas são a Introvisão ou insight, apreensão ou compreensão aparentemente
espontânea e imediata das relações; Pensamento
produtivo, onde não há repetição pois ela leva a um mecanicismo e não a
criatividade e produtividade; Princípio
do isomorfismo, o córtex cerebral é um sistema dinâmico em que elementos
ativos interagem num dado momento, o cérebro é incapaz de organizar ou
modificar ativamente os elementos sensoriais que recebe, e a percepção é
idêntica (iso) em forma (morfo) àquilo que representa.
Somos
incapazes de fugirmos da adaptação, a adaptação influencia nossa liberdade,
influencia o trabalho, a economia, os bens e serviços e a globalização que por
sua vez ligada aos fenômenos dos estímulos configuram descobertas, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison, através do exercício da
força, da comunhão e da libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas
às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente, como os rituais
de iniciação e de passagem, e também a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos
Heróis, pois ela obedece à organização
perceptiva e a aprendizagem de acordo com os gestaltistas, nosso cérebro é
incapaz de modificar ou organizar ativamente os elementos sensoriais que recebe
e responde de acordo com a organização da nossa percepção, ela é a falta e o
querer em meio às necessidades de nossos organismos incompletos, porém
completos pela morfologia ou totalidade da percepção decente ou indecente. A
adaptação produz memória que por sua vez faz parte dos processos da adaptação,
ela, a memória, é adaptação. A adaptação gera gestalts sobre os fenômenos das
descobertas da vida, da Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis e em seus rituais.
Nossos Monstros,
inclusive diante das letras das canções de George Harrison, inclusive os
oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há,
pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, segundo minhas contribuições estão nos rituais
que estão na forma, na configuração ou morfologia das coisas, no como de
configura nossos processos oriundos da liberdade, portanto dependem da
organização perceptiva e da aprendizagem, dependem de nossas descobertas e de
como lidamos com elas, através do exercício da força, da comunhão e da libido.
Os Monstros, inclusive diante das letras das canções de George Harrison,
inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos podem estar no que
percebemos e no que ocultamos no trabalho gerando economia e Monstros
econômicos que ¨são do bem¨ e outros que ¨são do mal¨. Eles nos revelam a nossa
natureza ancestral e primitiva do sofrimento posto como linguagem, Cruz, fardo e demônios persecutórios que se revelam
quanto mais fundo fomos em nós mesmos, em nossas aventuras em nossos oceanos e
cavernas subterrâneas.
A Gestalt dos Monstros, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison, através do exercício da
força, da comunhão e da libido, inclusive os oriundos do Zeitgeist associados
aos do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente, são os Monstros
da curiosidade humana e da liberdade quando pela Gestalt tenta determinar a
totalidade da natureza da configuração do objeto efeito da curiosidade. A
curiosidade está sob efeito da organização perceptiva e dos princípios
gestaltistas da aprendizagem. A curiosidade conduz o ser humano a mergulhar e
ter acesso aos seus Monstros do e no trabalho que gera economia, bens e
serviços, globalização da economia, do consumo, do comércio, da tecnologia, da
informação, da liberdade, produzidos pela nossa deficiência biológica,
psicológica, sociológica, filosófica e/ou espiritual formando formas de
Monstros persecutórios ou não-persecutórios mas que causam aflição, medo,
pavor, pânico, ódio, agressividade, inveja, estresse, depressão, esquizofrenia,
fobias, falsos medos, imaginação desviante, mortes, guerras e horrores,
compulsões, manias, histerias, hipocôndrias, raiva, auto-destruição, destruição
dos outros, destruição de saberes, aquisição e construção de saberes e
sabedorias, ciências, escolas de pensamento, etc.. Nossos Monstros dependem de
nossa memória, de nossa adaptação, dependem de nossas descobertas da vida, da
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis e de seus rituais.
Nossos Monstros, inclusive diante das letras das canções de
George Harrison, através do exercício da força, da comunhão e da libido,
inclusive os oriundos do Zeitgeist associados aos do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, expressam gestalts, configurações ou formas
que estão sob efeito da organização perceptiva e da aprendizagem que se
apresentam também em rituais para o nosso bem se nos aperfeiçoarmos nos valores
humanos e pautados na Educação que vence tudo, vence ódio, guerras, violência,
destruição, medo, humilhação, vergonha, temor, qualquer perigo ou ameaça, a
Educação constrói o homem e o verdadeiro homem constrói a humanidade e a vida,
a sociedade e a paz na Terra, construímos assim a nossa liberdade! A Educação é
feita pela memória, ou seja, pela adaptação, pela liberdade! A Educação se dá
pelas gestalts dos fenômenos das descobertas da vida. Dentre as descobertas da
vida estão o trabalho, a economia, os bens e serviços, o trabalhador, o
mercado, a globalização da economia, do consumo, do comércio, da informação, da
liberdade, do trabalho, da tecnologia.
As descobertas da vida, inclusive diante das letras das
canções de George Harrison, através do exercício da força, da comunhão e da
libido, inclusive as oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do
Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que
percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, podem formar gestalts de
liberdade? A liberdade leva ao trabalho e o trabalho a economia que formam a
Educação, a Educação hoje que leva a adaptação mas não somente a Educação pois
a adaptação é constituída de natureza fisiológica, morfológica e comportamental
(esta implica em forma, configuração ou gestalt), a adaptação permite a
transcendência, a transcendência evocada em rituais de Vida, Monstros e Heróis,
que por sua vez originou-se da miséria, da caridade e do trabalho que renderam
e rendem até hoje abuso, exploração, violências, crimes e guerras, niilismo e
paralisias, holocaustos e catástrofes, a adaptação comportamental ou gestalt
que é a transcendência também leva a Educação, ao Amor Divino e ao sentimento
de renascimento, o eterno retorno, a figura e o fundo! A Educação é construída
a partir da aprendizagem pela adaptação pelos processos da ¨memória¨ ou da
adaptação que nos auxiliarão em nossos meios de gestalt e transcendência para
um mundo mais justo e solidário, igual e humano, seja no âmbito Universal,
Biológico, Psicológico, Sociológico, Químico, Físico, Filosófico e/ou
Espiritual através do Construtivismo Físico Mattanoniano ou do
Desconstrutivismo Físico Mattanoniano, Teorias de Osny Mattanó Júnior sobre a
continuidade e o fim da vida e do Universo. Pelo Construtivismo Físico Mattanoniano
a Vida e o Universo jamais deixarão de existirem. Pelo Descontrutivismo Físico
Mattanoniano a Vida e o Universo deixarão de existirem seja pela Adaptação por
meio de outros ¨big-bangs¨ ou por outros meios como por ação de Deus ou outros
meios ainda não descobertos ou ainda não pensados, existindo no fim somente
Deus e o Reino de Deus e nada mais!
Precisamos incentivar o processo
produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e socialmente, devemos nos
entregar aos processos positivos que nos formaram, nossa hipercomplexificação
cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e comportamental, frutos das
descobertas de nossos antepassados. Precisamos compreender os rituais do
passado para entendermos os do presente e prepararmos os do futuro pautados
indiscutivelmente nas descobertas da vida, da Trajetória da Vida, dos Monstros
e dos Heróis.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
A
Evolução filogenética é um processo crescente e mantenedor da vida; a Evolução
ontogenética é mista e tende mais para ser destrutiva em nossos tempos; a Evolução
cultural é mista e mantenedora da ordem social; a Evolução espiritual também é
um processo crescente e mantenedora da vida e da paz. Assim podemos falar da
Evolução em nossos tempos. A Evolução continua e não há como impedi-la, ela
caminha sem pressa e alcança seus objetivos: a vida; a destrutividade; a ordem
social; e a vida e a paz.
A Evolução não depende do trabalho e nem da economia ou da
globalização mas pode continuar seu caminho com ajuda do trabalho, da economia
e da globalização para crescermos filogeneticamente, ontogeneticamente e
culturalmente, espiritualmente, pela vida e pelo universo, de acordo com o
princípios da Educação!
A Evolução depende e favorece a vida e assim a Trajetória da
Vida, dos Monstros e dos Heróis. Nossos Heróis percorrem um caminho, uma
trajetória:
1. A
concepção e o herói
2. O
chamado pode ser recusado
3. As
forças se unem para o bem-aventurado
4. A
travessia: se consumir
5. Ser
engolido e consumido
6. O
caminho obtuso
7. O
encontro com a deusa
8. A
mulher como tentação
9. A
relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
Depois
da concepção e de toda a Vida e enfrentamento dos Monstros
nosso Herói encontra a
liberdade para se viver e ensinar a viver como numa gestalt da Vida, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison, inclusive para podermos
desfrutar das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do
Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, através
do exercício da força, da comunhão e da libido!
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou
estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a
interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades, inclusive diante das letras das
canções de George Harrison.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia, inclusive diante das letras das canções
de George Harrison.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, inclusive diante das letras das canções de George Harrison.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive
diante das letras das canções de George Harrison.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações
como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te
violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não
existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, inclusive diante das letras das canções de George Harrison;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Osny Mattanó Júnior
Londrina, 08 de janeiro
de 2017.
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