domingo, 29 de janeiro de 2017

NOVAS TEORIAS ANÁLISE DAS LETRAS DOS ROLLING STONES (2017) OSNY M JNR.

OSNY MATTANÓ JÚNIOR



PSICOLOGIAS MITOLÓGICAS
NOVAS TEORIAS E EPISTEMOLOGIAS

ANÁLISE DAS LETRAS DOS ROLLING STONES

INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS
ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO...
PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL








28/01/2017
ANÁLISE DAS LETRAS DOS ROLLING STONES: INTELIGÊNCIAS E PROCESSOS SOCIAIS: ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO – PARA MAIS ALÉM NO CICLO UNIVERSAL.


(I Can't Get No) Satisfaction
The Rolling Stones
 
 (I Can't Get No) Satisfaction

I can't get no satisfaction
I can't get no satisfaction

'Cause I try, and I try, and I try, and I try

I can't get no
I can't get no

When I'm drivin' in my car
And that man comes on the radio
He's tellin' me more and more
About some useless information

Supposed to drive my imagination
I can't get no
Oh, no, no, no
Hey, hey, hey
That's what I say

I can't get no satisfaction
I can't get no satisfaction

'Cause I try, and I try, and I try, and I try

I can't get no
I can't get no

When I'm watchin' my TV
And that man comes on to tell me
How white my shirts can be
But he can't be a man, 'cause he doesn't smoke
The same cigarettes as me

I can't get no
Oh, no, no, no
Hey, hey, hey
That's what I say

I can't get no satisfaction
I can't get no girl reaction
'Cause I try, and I try, and I try, and I try

I can't get no
I can't get no

When I'm ridin' round the world
And I'm doin' this and I'm signing that
And I'm tryin' to make some girl
Who tells me, baby, better come back later next week
'Cause you see I'm on losing streak

I can't get no
Oh, no, no, no
Hey, hey, hey
That's what I say
I can't get no
I can't get no

I can't get no satisfaction
No satisfaction
No satisfaction
No satisfaction
I can't get no
Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995:

Ai canta no satisfaction
Causa aí traí, aí trái, aí traí, aí traí
Hei, hei, hei
Eu sei
Ai canta no



(Eu Não Consigo) Me Satisfazer

Eu não consigo me satisfazer
Eu não consigo me satisfazer

Mas eu tento, e eu tento, e eu tento, e eu tento

Eu não consigo
Eu não consigo

Quando estou dirigindo o meu carro
E um homem surge no rádio
Ele me conta mais e mais
Informações sem valor algum

Para controlarem o meu pensamento
Eu não consigo
Ah, não, não, não
Ei, ei, ei
É o que eu digo

Eu não consigo me satisfazer
Eu não consigo me satisfazer

Mas eu tento, e eu tento, e eu tento, e eu tento

Eu não consigo
Eu não consigo

Quando estou vendo a televisão
E aquele homem aparece para me contar
O quanto as minhas camisetas podem ser brancas
Mas ele não é um homem, porque ele não fuma
Os mesmos cigarros que eu

Eu não consigo
Ah, não, não, não
Ei, ei, ei
É o que eu digo

Eu não consigo me satisfazer
Eu não consigo impressionar uma garota
Mas eu tento, e eu tento, e eu tento, e eu tento

Eu não consigo
Eu não consigo

Quando eu estou andando pelo mundo
Eu faço isso e assino aquilo
E eu tento transar com uma garota
Que me diz, querido, é melhor voltar depois
Pois você pode ver que eu estou saindo da raia

Eu não consigo não
Ah, não, não, não
Ei, ei, ei
É o que eu digo
Eu não consigo
Eu não consigo

Eu não consigo me satisfazer
Me satisfazer
Me satisfazer
Me satisfazer
Eu não consigo


         Vemos aqui a Trajetória da Vida de um indivíduo em sua luta Heroica contra seus Monstros e Escravos, mas ele está sem conseguir vencê-la e sem conseguir obter satisfação e sucesso diante de seus contextos e história de vida que lhe roubam a paz e a satisfação com a Pulsão Auditiva de Mattanó que vem lhe atrapalhar com violência e lavagem cerebral.


You Can't Always Get What You Want
The Rolling Stones
 
You Can't Always Get What You Want

I saw her today at the reception
A glass of wine in her hand
I knew she was gonna meet her connection
At her feet was a footloose man

You can't always get what you want
You can't always get what you want
You can't always get what you want
But if you try sometimes, yeah
You just might find you get what you need!

I went down to the demonstration
To get our fair share of abuse
Singing, "We gonna vent our frustration"
If we don't we're gonna blow a fifty amp fuse

You can't always get what you want
You can't always get what you want
You can't always get what you want
But if you try sometimes, yeah
You just might find you get what you need!

So, I went to the Chelsea Drugstore
To get your prescription filled
I was standing in line with my friend, Mr. Jimmy
And man, did he look pretty ill
We decided that we would have a soda
My favorite flavour was cherry red
I sing this song to my friend, Jimmy
And he said one word to me and that was "dead"
And I said to him

You can't always get what you want
You can't always get what you want
You can't always get what you want
But if you try sometimes, yeah
You just might find you get what you need!

I saw her today at the reception
In her glass was a bleeding man
She was practiced at the art of deception
I could tell by her blood-stained hands

You can't always get what you want
You can't always get what you want
You can't always get what you want
But if you try sometimes, yeah
You just might find you get what you need!

You can't always get what you want
You can't always get what you want
You cant always get what you want
But if you try sometimes, yeah
You just might find you get what you need


Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995:

Você canta sempre mata um monte
Você canta sempre mata um monte
Você canta sempre mata um monte



Você Não Pode Ter Sempre o Que Quer

Eu vi ela hoje na recepção
Uma taça de vinho em sua mão
Eu soube que ela encontraria sua conexão
Aos seus pés estava um homem desacreditado

Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Mas se você tentar algumas vezes
Você pode descobrir que consegue o que precisa

Eu desci para a manifestação
Para conseguir nosso quinhão de abuso
Cantando "nós vamos desafogar nossas frustrações"
Se não fizermos isso, nós vamos explodir um fusível de 50.

Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Mas se você tentar algumas vezes
Você pode descobrir que consegue o que precisa

Então, eu fui até a Farmácia Chelsea
Para pegar a sua receita
Eu estava na fila com meu amigo, Sr. Jimmy
E cara, ele parecia muito doente.
Decidimos então ir tomar um refrigerante
Meu sabor favorito era de morango
Eu cantei esta canção para meu amigo, Jimmy
Ele me disse uma palavra e esta era "morto"
E eu disse pra ele

Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Mas se você tentar algumas vezes
Você pode descobrir que consegue o que precisa

Hoje eu vi ela na recepção.
Em seu copo havia um homem sangrando.
Ela era habilidosa na arte da fraude;
Eu posso dizer por suas mãos manchadas de sangue.

Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Mas se você tentar algumas vezes
Você pode descobrir que consegue o que precisa

Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Você não pode ter sempre o que quer
Mas se você tentar algumas vezes
Você pode descobrir que consegue o que precisa

         Vemos aqui a Trajetória de um indivíduo que busca o que quer e consegue quase sempre o que quer e que vem descobrindo que não pode ter sempre o que quer como um Herói em sua missão enfrentando obstáculos e desafios, perigos, Monstros e ajudando a libertar seus Escravos da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 que lhe mostra que justamente, não pode ter tudo o que quer, por causa da violência e da lavagem cerebral.


Start Me Up
The Rolling Stones
 
Start Me Up

If you start me up
If you start me up I'll never stop
If you start me up
If you start me up I'll never stop
I've been running hot
You got me ticking gonna blow my top
If you start me up
If you start me up I'll never stop
(I'll never stop, I'll never stop, I'll never stop)

You make a grown man cry
Spread out the oil, the gasoline
I walk smooth, ride in a mean, mean machine
Start it up

If you start it up
Kick on the starter give it all you got, you got, you got
I can't compete with the riders in the other heats
If you rough it up
If you like it you can slide it up
(Slide it up, slide it up, slide it up)

Don't make a grown man cry
My eyes dilate, my lips go green
My hands are greasy
She's a mean, mean machine
Start it up

If start me up
Give it all you got
You got to never, never, never stop
Slide it up
Give it all, start me up
Never, never, never, never

You make a grown man cry
Ride like the wind at double speed
I'll take you places that you've never, never seen
Start it up
Love the day when we will never stop, never stop
Never stop, never stop
Tough me up
Never stop, never stop, never stop

You, you, you make a grown man cry
You, you make a dead man cum
You, you make a dead man cum

Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995:

Estar me uph
Estar me uph, eu nunca xarope
Estar me uph
Estar me uph, eu nunca xarope.



Se Me Ligar

Se você me ligar
Se você me ligar, eu nunca pararei
Se você me ligar
Se você me ligar, eu nunca pararei
Eu estou ficando quente
Por sua causa estou fazendo barulhos
Vou explodir
Se você me ligar
Se você me ligar, eu nunca pararei

Você faz um homem crescido chorar
Espalhe o óleo e a gasolina
Eu ando suavemente, monto uma máquina malvada
Ligue-a

Se você me ligar
Chute o iniciador, dê tudo de si
Eu não posso competir com os cavaleiros nas outras máquinas
Se você tornar difícil,
Se você gostar, você pode passar
(Pode passar, pode passar, pode passar)

Não faça um homem crescido chorar
Meus olhos dilatam, meus lábios ficam verdes
Minhas mãos estão suando
Ela é uma máquina malvada
Ligue-a

Se me ligar,
Dê tudo de si
Você nunca precisa parar, nunca, nunca pare
Nunca, nunca
Pode passar...

Você faz um homem crescido chorar
Passeie como o vento em velocidade máxima
Eu te levarei a lugares que você nunca, nunca viu
Ligue isso
Adoro o dia quando nós nunca pararemos
Nunca pararemos, nunca pararemos
Resista
Nunca pare, nunca pare, nunca pare

Você, você, você faz um homem crescido chorar
Você, você faz um homem morto gozar
Você, você faz um homem morto gozar

         Vemos aqui o indivíduo em sua Trajetória da Vida em um momento e contexto em que se encontra a espera de um contato ou ligação com outra pessoa para então ficar legal e nunca mais parar, entrar em deslumbramento e em êxtase para enfrentar seus Monstros e Escravos, de acordo com sua história de vida que lhe impõe a Teoria da Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995, ao qual talvez ele necessite da ajuda ou do contato de outra pessoa para ficar melhor e se superar.

Jumpin' Jack Flash
The Rolling Stones
 
Jumpin' Jack Flash

I was born in a crossfire hurricane
And I howled at my ma in the driving rain
But it's all right, now, in fact it's a gas
But it's all right, I'm Jumpin' Jack Flash
It's a gas, gas, gas!

I was raised by a toothless, bearded hag
I was schooled with a strap right across my back
But it's all right, now, in fact it's a gas
But it's all right, I'm Jumpin' Jack Flash
It's a gas, gas, gas!

I was drowned, I was washed up and left for dead
I fell down to my feet and I saw they bled
I frowned at the crumbs of a crust of bread
I was crowned with a spike right thru my head
But it's all right, now, in fact it's a gas
But it's all right, I'm Jumpin' Jack Flash
It's a gas, gas, gas!

Jumpin' Jack Flash, it's a gas
Jumpin' Jack Flash, it's a gas
Jumpin' Jack Flash, it's a gas
Jumpin' Jack Flash, it's a gas

Jumpin' Jack Flash, it's a gas
Jumpin' Jack Flash, it's a gas

Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995:
Eu era bom eu morri na cana
Eu chupei o Jack Flash
Isso é pum, pum, pum!
Eu chupei o Jack Flash
Chupei o Jack Flash, isso é pum!


Jumpin' Jack Flash

Eu nasci em um furacão de fogo cruzado
E uivava para minha mãe no meio da chuva
Mas agora está tudo bem, na verdade, está o máximo
Mas está tudo bem, eu sou o Jumpin' Jack Flash e isso é o máximo, máximo, máximo!

Eu fui criado por uma uma velha feia, banguela e barbuda
Fui ensinado por meio de surras de açoite nas minhas costas
Mas agora está tudo bem, na verdade, está o máximo
Mas está tudo bem, eu sou o Jumpin' Jack Flash e isso é o máximo, máximo, máximo!

Eu fui afogado, encharcado e deixado para morrer
Eu caí aos meus pés e vi que eles sangravam
Eu desprezei as migalhas de casca de pão
Eu fui coroado com espinhos bem na minha cabeça
Mas agora está tudo bem, na verdade, está o máximo
Mas está tudo bem, eu sou o Jumpin' Jack Flash e isso é o máximo, máximo, máximo!
Jumpin' Jack Flash e isso é o máximo

         Vemos aqui a Trajetória da Vida de um indivíduo marcado pelo sofrimento e pela dor, pela violência, ao qual ele teve que superar e vencer sempre como um Herói libertando seus Escravos sempre superior aos seus medos e problemas, dos contextos e histórias de vidas, até mesmo agora enfrentando a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 pois suas regras o ensinam a encará-la assim, como mais um castigo ao qual terá que ser maior e melhor superando-o e trazendo uma mensagem para sua comunidade a respeito da violência e da lavagem cerebral.

         Notamos que podemos estudar a Trajetória da Vida, dos Heróis, dos Monstros e dos Escravos, os contextos e as histórias de vidas através das letras das canções dos Rolling Stones em inglês, em Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 e traduzidas, através das 3 leis do inconsciente de Mattanó (niilismo, condensamento e deslocamento), do episódio verbal completo e incompleto, e da Terapia de Pulsão Auditiva ou de Resignificação conduzindo o estudante a um novo alvorecer epistemológico. Notamos que a Pulsão Auditiva de Mattanó de 1995 se espalhou pelo mundo inteiro como arte e cultura e até  mesmo como falso tratamento de saúde mental, nos revelando que o ser humano tem problemas com a linguagem e a inteligência linguística, com a alfabetização e seus processos, com a inteligência intrapessoal e interpessoal, com a inteligência musical, com a inteligência corporal, emocional, moral e com a inteligência naturalística,  quando se relacionam, me parece isto!

         A vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras, controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
         É através do Hiperespaço que podemos voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
         Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
         O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução.
         A vida teve início a partir das primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu, segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar telepaticamente.
         Porém a telepatia pode ter surgido devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos, tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir  devido as influências e interferências das tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros seres humanos,  revelando que todos possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores (emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
         Isto nos mostra que o ser humano e suas tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e elaborado, sincronizado.
         Notamos que a telepatia nos mostra que existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
         Devemos encarar a telepatia através da Trajetória dos Heróis:

A Trajetória dos Heróis começa com:
      1. A concepção e o herói

         A concepção de um mito surge numa atmosfera de grande inquietação e admiração em relação à figura que aparece repentinamente como mestre, marcando um novo momento na história, um novo estágio a seguir, uma nova biografia.
         O mito deve ser enfrentado por ser largamente familiar ao inconsciente, mesmo desconhecido, estranho ou amedrontador para a consciência, e o que antes tinha um significado, sentido e conceito agora passa a ter outro valor, eis aqui o processo de concepção e convocação ao herói para uma missão que já não pode ser recusada.
         O levar-se a aventura significa que o destino convocou o herói e transferiu-lhe o poder, o centro da gravidade ou o eixo do mundo. Esta fatídica região revela-se como uma terra distante, uma floresta, um reino subterrâneo, a parte inferior das ondas, a parte superior do céu, uma ilha secreta, o topo de uma montanha ou um profundo estado de sonhos. Sempre habitado por seres diferentes e bizarros fluidos e  polimorfos, tormentos inimagináveis, coisas sobre-humanas e delícias impossíveis. O herói pode ser cada um de nós por vontade própria, por ser lavado ou enviado por agente benigno ou maligno, por um erro, ou ao esmo de seu caminhar, os exemplos vem de todos os cantos do planeta.


1.     O chamado pode ser recusado

É sempre possível desviar a atenção para outras coisas na
vida real, não com menos frequência em mitos. A recusa transforma o herói em vítima a ser salva, assim seu mundo tronar-se-á um deserto cheio de obstáculos e um sentimento de grande falta de sentido, sua casa será a casa da morte, um labirinto para se esconder, trará problemas para si mesmo e sua gradual desintegração. O recuso se manifesta como a obtenção da proteção da atual realidade de valores, ideias, virtudes, objetivos e vantagens. Essas fixações representam uma impotência de abandonar o passado com sua esfera de relacionamentos e ideias emocionais infantis. São os muros da infância onde pai e mãe são os guardiões do acesso, da alma atemorizada, com medo das sansões, onde não consegue passar pela porta e alcançar o nascimento para o mundo exterior. Algumas das vítimas ficam assim a vida toda enquanto que outras não para sempre, destinadas s serem salvas.



2.     As forças se unem para o bem-aventurado

As forças se unem para fortalecer o herói que aceita sua
viagem, seu chamado, e a ele será entregue amuletos e objetos com forças e poderes que o fazem crer ser e estar preparado para a jornada contra as forças adversárias e contrárias a sua ida aventurada. Surgem eventos e personagens que lhe darão o poder através desses amuletos ou objetos de poder ou transformação. O poder benigno e protetor será seu destino e o próprio destino. Passará por limiares e pelos despertares da vida, o santuário será o seu coração e todas as formas do inconsciente estarão ao seu favor, nenhuma força da humanidade poderá agir contra ele, o herói.



3.     A travessia: se consumir


A vida do herói possui limites e um dia encontrará o
guardião dos limites que aumentará sua força para ir além dos horizontes já explorados com passos na direção do não conhecido, para um oceano sem limites.
         As regiões do desconhecido são lugares para projeção do inconsciente (deserto, selva, fundo do mar, terra estranha, cavernas subterrâneas, inferno, etc.). A energia sexual incestuosa e  a destruição do pai, sereias de beleza nostálgica e sedutora, ogros, mulheres selvagens da floresta. O guardião do limiar ou dos limites é um aspecto que se movimento como proteção, porém somente com a passagem desse limiar que o sujeito passa durante a vida ou a morte para um novo movimento de experiência. A aventura está em todos os ambientes, ela é um movimento pelo véu que separa o conhecido do desconhecido, e as forças que guardam os limites são perigosas e lidar com elas envolvem riscos, porém aqueles que têm talento, competência e coragem verão o perigo se dissipar como a água no mar.



4.     Ser engolido e consumido

Ser engolido e consumido dá a entender que o herói morreu,
contudo é uma passagem do limiar mágico, uma esfera de renascimento que é simbolizada pelo útero ou ventre da baleia, o herói é assim lançado no desconhecido.
         O desaparecimento corresponde à entrada do fiel no templo onde ele será revivificado por regras do tipo quem é e do que é. No interior do templo, no ventre da baleia, na terra celeste todos são uma coisa só. Nas proximidades e nas entradas dos templos existem guardiões: dragões, leões, matadores de demônios com espadas desembainhadas, anões rancorosos e touros alados. Eles são guardiões do limiar, eles estão incumbidos de afastar todos aqueles que forem incapazes de achar os silêncios mais elevados no interior do templo. São encarnações preliminares que representam ogros mitológicos que marcam os limites do mundo convencional ou as fileiras de dentes da baleia. Demonstram uma metamorfose ao entrar no templo, como a cobra troca de pele o fiel deixa para fora seu lado secular. Ao entrar num templo ou mergulhar nas mandíbulas da baleia o herói encontra a concentração e a renovação da vida.
         Não pode alcançar o apogeu da vida sem cessar de existir. O herói cujo apogeu ao ego foi destruído volta pelos horizontes do mundo, tem o poder de salvar e nada teme. Ser engolido e consumido trás poder ao que aceita seu caminho que servirá para ajudar a salvar o mundo dos perigos mais indesejáveis como o desconhecido.



5.     O caminho obtuso

Este caminho cheio de pedras e obstáculos vem logo após o
herói cruzar o limiar e com este evento ele deve sobreviver a uma sucessão de provas. O herói é auxiliado encobertamente por conselhos, amuletos e agentes secretos de auxílio sobrenatural que já havia encontrado antes. Existe um poder benigno que o sustenta em sua passagem sobre-humana.
         Em seu caminho o herói encontra obstáculos que nem sempre trazem felicidade, percorre ele densas florestas, maciças cadeias montanhosas onde se depara com ossos de outros que sucumbiram à aventura e acaba encontrando uma abertura na terra, as profundezas do mundo inferior e suas notáveis manifestações se abrem diante de seus olhos e depois de numerosos perigos superados chega ao Senhor do Mundo Subterrâneo, e esse se lança sobre ele com gritos horríveis, mas a habilidade do herói pode fazer o monstro recuar com promessas de luxuosas oferendas, esse diálogo é o ápice da cerimônia e o herói entre em êxtase.
         O herói é um líder de um jogo infantil, é um iluminado condutor da ansiedade comum. Combate demônios para que outros prossigam adiante na sua luta contra a realidade.
         O segundo estágio do Caminho é o estágio da purificação do eu onde os sentidos são purificados e tornados humildes e as forças concentram-se em coisas transcendentais, trata-se do processo de dissolução, transcendência ou transmutação de imagens infantis do nosso passado pessoal.
         Os perigos psicológicos pelos quais passaram gerações anteriores devemos enfrentar sozinhos ou com uma orientação experimental, improvisada e poucas vezes muito efetiva, são eles revivificados em nossos sonhos.
         A terra das maravilhas virá com relances momentâneos, com uma multiplicidade de vitórias preliminares ou êxtase.



6.     O encontro com a deusa

A aventura do herói continua com o encontro com a Rainha
Deusa do Mundo. A Mãe Universal imputa ao cosmo a presença nutridora e protetora. A fantasia é um primeiro momento espontâneo, já que há uma estreita e evidente correlação entre a atitude da criança com relação à mãe e a do adulto em relação ao mundo material. Mas há também numerosas tradições religiosas conscientemente controladas dessa imagem arquetípica para fins de purgação, manutenção e iniciação da mente na natureza do mundo visível.
         A mulher representa mitologicamente a totalidade do que pode ser conhecido. O herói é aquele que aprende. De acordo com seu progresso, o herói, na lenta iniciação à vida, a forma da deusa passa, e se transforma várias vezes. Ela jamais pode ser maior do que ele, mas pode prometer mais do que ele consegue compreender. Ela o atrai e guia e pede que rompa com as correntes que o prendem. Se ele puder os dois serão libertados de todas as suas limitações. A mulher pode ser vista sob condições inferiores condenada pela ignorância à banalidade e a feiura. Mas pode ser redimida pela sabedoria. O herói que puder considera-la tal como ela é, sem meios afetivos indevidos, com gentileza e segurança traz em si o potencial do rei, do deus encarnado, do seu mundo criado.
         O encontro com a deusa é o teste final do talento para a bênção do amor que é a própria vida aproveitada como o invólucro da eternidade.


7.     A mulher como tentação


Agora com o casamento com a Rainha-Deusa do Mundo o
herói ver-se-á no lugar do pai, ele e seu pai são um só.
         As guerras e as explosões emocionais são paliativos da ignorância. Diante do psicanalista os estágios da vida do herói vêm em sonhos e alucinações. Camada após camada de falta de conhecimento é penetrada e, sempre, passados os primeiros passos da jornada a aventura se desenvolve, seguindo uma trilha de horrores, trevas, desgostos, dores e tremores fantasmagóricos.
         A dificuldade de se entender a vida como ela é e não como a idealizamos em nossas concepções conscientes é a grande dificuldade na análise. Em geral nos esquivamos de assumir dentro de nós a febre que constitui a própria natureza da célula orgânica. Imaginamos que os problemas do mundo e de nós, de cada um de nós, pertencem desagradavelmente à outra pessoa ou outras pessoas. Mas quando percebemos isto, o odor da carne, experimentamos um momento de repugnância e de frustração: a vida e seus fenômenos e a mulher em particular como grande símbolo da vida, tornam-se intoleráveis à alma pura. A mulher é a tentação do herói em sua aventura.



8.     A relação com o pai


A pura Vontade de Deus que protege o pecador da flecha, da
torrente e das chamas é a misericórdia divina,  a poderosa força do Espírito de Deus, por meio em que o coração é transformado, é a graça de Deus. O coração é protegido mantendo o equilíbrio evitando sua destruição. Tudo está nas mãos de Deus, o poder dos amuletos, talismãs primitivos e os auxiliares sobrenaturais dos mitos e dos contos de fada são a garantia para a humanidade de que a flecha, as torrentes e as chamas não são tão violentas quanto se parece.
         É a provação do herói com a garantia de que a figura masculina de auxiliar pela magia o protege de todas as assustadoras provas de iniciação – descobre-se então que o pai e a mãe se refletem um ao outro e é essencialmente a mesma coisa.
         A iniciação combina uma introdução do candidato nas técnicas, obrigações e prerrogativas de sua vocação com radical reajustamento de sua relação emocional com as imagens parentais. O filho assim afasta-se de sua mera condição humana e representam uma força cósmica impessoal. Ele nasceu duas vezes e tornou-se pai agora. Agora tem competência para representar o papel de iniciador, de guia, de porta do sol pela qual devemos passar, das ilusões do bem e do mal, para uma experiência da majestade da lei cósmica, purgada de esperança e de temor, e em paz no entendimento da revelação do ser.
         O problema do herói que vai ao pai está em abrir sua alma par além do terror, num grau que o torne pronto a compreender de que forma as repugnantes e insanas tragédias desse vasto e implacável cosmo são validadas na majestade do ser. O herói transcende a vida, com sua mancha negra peculiar e, por um episódio, ascende a um vislumbre da vida. Ele observa e admira a face do pai e compreende, e assim os dois entram em sintonia.
         Para o filho que cresceu o suficiente é conhecer o pai, as agonias e sofrimentos da provação são prontamente suportadas, o mundo já não é mais um vale de lágrimas, gemidos e dores, mas uma manifestação perpétua e geradora de bênçãos, da Presença.



9.     A apoteose

No momento em que nos libertamos dos preconceitos, do
tribal, eclesiástico, nacional, do mundo, dos arquétipos, compreendermos a suprema iniciação ou a boa nova, que o Redentor do Mundo traz e que tantos se rejubilam para ouvir, pela qual oram, mas que relutam em demonstrar e aceitar esse amor que é Deus. A Cruz do Salvador do Mundo é um símbolo mais democrático que a bandeira.
         Aqueles que sabem que o Eterno vive neles, em todas as coisas, são imortais.



10.                       A última graça

O sofrimento agonizante da ultrapassagem  dos limites
pessoais é a agonia do crescimento pessoal. A arte, a literatura, o mito, o culto, a filosofia e as disciplinas são instrumentos destinados a auxiliar o indivíduo a ultrapassar os horizontes que o rodeiam e a alcançar esferas de percepção em constante crescimento e movimento. Ao cruzar limiar por limiar, dragão após dragão, aumenta a estrutura da divindade que ele convoca em seu desejo exaltado, até subsumir todo o cosmo. A mente quebra a esfera limitadora do cosmo e alcança uma percepção que transcende as experiências da forma – todos os simbolismos, todas as divindades, a percepção do vazio inelutável. Tanto o pai quanto o herói são aniquilados, são crucificados, e as forças refletirão a forma universal de um único mistério inescrutável: a força que constrói o átomo e controla a órbita das estrelas.



11.                       A difícil volta


Ao fim da busca do herói ele terá que retornar por meio da
penetração da fonte retornando com seu troféu transmutador da vida, mesmo que seja objeto de recuso de sua saga e transformação. Por intermédio da graça de alguma personificação masculina ou feminina, humana ou animal, o herói deve retornar para a renovação da comunidade, da nação, do planeta ou do cosmos.


12.                       A magia nas decisões


Se o herói em seu triunfo retornar ao mundo com algum
elixir destinado à restauração da sociedade sua aventura será aprovada por todos os poderes do seu patrono sobrenatural, contudo se retornar ao mundo com a oposição do seu guardião não obtendo agrado dos deuses e demônios o último estágio será a perseguição. A aceitação ou a não aceitação e fuga é encarada através da magia.



13.                       O resgate sobrenatural


O herói pode ser resgatado em sua aventura com o auxílio
sobrenatural, o mundo, que vai ao seu encontro para recupera-lo. A sociedade tem ciúme daqueles que dela se afastam, ela voltará para bater na sua porta. Duas coisas podem acontecer: o recuso e o choque ou a aceitação e o resgate. Isso leva a crise final do percurso, o limiar do retorno que conduz ao reino místico ou à terra cotidiana. Se resgatado com ajuda externa será cuidado com carinho pelas divindades orientadoras, o herói tem que penetrar novamente trazendo a bênção obtida, onde os homens imaginam-se completos, mas que na realidade não passam de frações.



14.                       Os limites da volta


Os mundos, divino e humano, são diferentes como a vida e a
morte, o dia e a noite. As aventuras do herói se passam fora da terra nossa conhecida, na região das trevas, aqui ele completa sua viagem aprisionado ou em perigo. Seu retorno é um retorno do além. A alma do herói avança impetuosamente e descobre as bruxas convertidas em deusas e os dragões em guardiões de deuses. A existência humana tem uma inconsistência enigmática entre a sabedoria trazida das trevas e a prudência que costuma ser eficaz no mundo da luz. O martírio é para os santos e as instituições para as pessoas comuns.



15.                       Agora são dois mundos

A liberdade de ir e vir pela linha que divide os mundos. Os
mitos não frequentemente apresenta numa única imagem todo o mistério do livre trânsito. Quando o fazem são um tesouro a ser contemplado como a Transfiguração de Jesus Cristo.
         Por vezes um tolo, noutras um sábio, por vezes um esplendor magnificente, noutras vagante, por vezes benigno, noutras maligno, por vezes honrado, noutras insultado – assim é a vida daqueles de suprema beatitude.



16.                       E a liberdade para se viver e ensinar a viver


O campo de batalha simboliza a vida, no qual toda criatura
vive da morte de outra. Somos passageiros dos fenômenos do tempo e da vida que vive e morre em qualquer coisa. O herói é o patrono das coisas que estão se tornando e não das coisas que se tornaram.


         Nossos Heróis, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico nos mostram que a telepatia pode nos fortalecer e aumentar nossas defesas e forças ou poderes como que verdadeiros Super-Heróis, fazendo de nós super-humanos capazes de realizar grandes obras e grandes planos, capazes de sermos pessoas de paz e de bem se nos ajudarmos e entendermos nossas inteligências e nos adaptarmos ao meio ambiente.
         Nossas inteligências são 19:
1.     Espacial
2.     Territorial
3.     Corporal
4.     Lingüística
5.     Musical
6.     Matemática
7.     Interpessoal
8.     Intrapessoal
9.     Espiritual
10.           Emocional
11.           Naturalística
12.           Psicomotora
13.           Lúdica
14.           Narcísica
15.           Computacional
16.           Agrícola
17.           Urbana
18.           Moral
19.           Mortal

A inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou morte.
                   Sabemos que o cérebro é uma resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas comportamentais e psíquicas.
Diante e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja, sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes, ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Nossos monstros, inclusive diante das letras das canções dos Rolling
Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico nos revelam que a telepatia pode nos fazer de tudo e da vida, da nossa missão, dos planos de Deus, daqueles que amamos para nos amarmos, assim podemos cair em abismos e ter que viver como monstros que assustam e assombram as pessoas botando-lhe medo e pavor, não sobrando mais paz nem felicidade, nem mesmo mais uma família ou amizades, levando-o a autodestruição  e a destruição do outro e do seu mundo.    
         Nossos escravos, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico nos mostram que a telepatia pode nos fazer escravos ou dependentes e prisioneiros de nossa própria  vida e da telepatia, levando-nos a alienação e a loucura onde se perde a noção de realidade e não há mais nada para se completar na vida, a não ser viver acorrentado e aprisionado, escravo e revoltado ou alienado.
         Diante destes fenômenos podemos ainda falar que o ser humano tem problemas com a Terra e com o meio ambiente, que ele não sabe ou não conhece como amar a Terra, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico.
         Exemplo disto são as guerras e violências, os crimes e horrores, as indústrias e o consumismo que contaminam a terra, a água e o ar, os carros que contaminam o ar, os cigarros e as queimadas que contaminam o ar e destroem as matas, os desmatamentos ilegais que destroem o meio ambiente, os indivíduos que sujam as cidades, os pescadores e os caçadores que não respeitas as leis, os agricultores que não respeitam as leis, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico, etc..
         Podemos discutir um pouco mais sobre o gás carbônico... porquê isto está acontecendo? Porque o ser humano não ama a Terra ou não sabe amar a Terra! E em virtude disto tem dificuldade de mudar sua atitude, consciência, identidade, afetividade e alienação, alegando que é caro o controle do gás carbônico, que não existem meios ou utensílios domésticos que o ajudem nessa tarefa, que assim é difícil se sensibilizar pois no mundo tudo é prático e fácil e isso não é, pois envolve sofrimento, educação e amor, é mais fácil transmitir ódio do que amor hoje em dia,  vivemos mais tempos conosco do que com os outros hoje em dia em todos os ambientes.
         A Cruz é pesada mas liberta quem a ama, é um fardo para aquele quem não a aceita, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico. Os pecados do mundo podem libertar através do Zeitgeist e do Cosmos.

         Sigmund Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
         Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito, ensinando também  que não há descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe, mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel fundamental na produção das causalidades, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico.
         Sobre a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico.
         O exercício da força torna-se a veia principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e a Evolução, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico.
         A quantidade de catexia que se liga ou se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico.
         Catexizamos lembranças, pensamentos e fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
         O refluxo permite e independência, e a regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico.
         O funcionamento psíquico ocorre de duas maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
         Falamos aqui de um outro modelo de energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos, programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
         Percebemos que até certa altura da vida gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja, dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
         E notamos também que lutamos o tempo todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos, orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc., pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da libido!

(CICLO UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO = INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.

         A embriologia é a vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada, o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e da libido, inclusive diante das letras das canções dos Rolling Stones que nos revelam um novo alvorecer epistemológico; concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando, muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo, assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se adaptar!


Osny Mattanó Júnior

Londrina, 29 de janeiro de 2017.

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