8.
Psicologia Humanista
Na modernidade líquida os indivíduos não possuem mais
padrões de referência, nem códigos sociais e culturais que lhe deem, ao mesmo
tempo, como construir sua vida e se inserir dentro de condições de classe e
cidadão. Podemos dizer ainda sobre a modernidade líquida de Zygmunt Bauman que
ela é o conjunto de relações e
instituições que vivemos, sua lógica de operações que constituem a
contemporaneidade. Constituída de liquidez, fluidez, volatilidade, incerteza e
insegurança.
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
É
através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a
partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a
partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso
cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente
para tudo que percebemos.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
A
incapacidade de transcender advinda das guerras, crimes e
violências dos eventos
que repercutem falta de paz em nosso interior e em nossas sociedades estão
ligados as deficiências em nossos trabalhos, ofícios e profissões, como no que
geram como a economia e a globalização da economia, da tecnologia, da
informação, do consumo e da liberdade, inclusive através das descobertas oriundas do Zeitgeist
associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta
inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que
também revela-se inteligente, até na
modernidade líquida, à incapacidade de satisfazer nossas necessidades e de nos
adaptarmos, fazendo dos nossos rituais de iniciação e de passagem verdadeiros
fracassos e frustrações que daí nos tornamos destrutivos e auto-destrutivos com
problemas adaptativos em aceitar as diferenças, a liberdade e a capacidade de
criação e independência com privacidade e autonomia, livre-arbítrio,
naturalidade e simplicidade, trabalho e percepção objetiva da realidade
impulsionando as experiências místicas e culminantes, êxtase e deleite
intensos, afeição e empatia para com a humanidade, resistência ao conformismo e
um elevado grau de interesse social numa relação destrutiva com a Trajetória da
Vida e dos Heróis e nos vencendo as capacidades nossos Monstros . Não aceitar e
não saber lidar com o luto no trabalho, com as perdas, com as dívidas e com as
conseqüências pós-morte da globalização, através dos nossos rituais e de nossos
Monstros, como o luto ligado a economia (parar de gastar ou se fechar e
economizar), a tecnologia (se abrir ou se fechar as tecnologias), ao consumo
(se abrir ou se trancar ao consumo) e ao da informação (se isolar ou se abrir
para o mundo de relações e informações) é problema adaptativo oriundo dos
processos do consolo da singular dificuldade em se aceitar e às suas
necessidades, sejam fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), de garantia
(segurança, estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade),
de pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de
auto-realização. A cada necessidade mal elaborada pelo sujeito e pela sociedade
aparece a indecência reorganizada e transformada em decência através da
convivência, da paz e do amor, da naturalidade e simplicidade, do trabalho (como
dos profissionais da saúde, educação, política, artes, etc.), da percepção
objetiva da realidade, da afeição e da empatia por toda a humanidade, a
decência é aqui ritualizada na Trajetória da Vida e dos Heróis. Assim o consolo e o luto vão
sendo organizados e reorganizados através da indecência e da decência que
permite ao sujeito convivência, paz, amor, naturalidade, simplicidade,
trabalho, objetividade, afeição, empatia pela humanidade, ou seja, um retorno a
vida saudável e assim à auto-realização. Assim lidamos com o consolo, o luto,
(a terminalidade) e a adaptação, e agora também com a memória, a economia e a
globalização através de ritos e de nossos Heróis. A adaptação que é memória
pois não existe memória mas sim somente adaptação, isto evoca a transcendência,
trabalho, economia, e globalização. Assim lidamos com o sofrimento das guerras
e buscamos paz e contentamento para superar nossos erros e fracassos humanos e
pessoais, nossas tragédias existenciais para sempre lembradas em processos
adaptativos mas que não sei porque teimamos em alguns períodos da história
esquecer, em começar outras guerras e depois lamentar e começar a chorar e a
pedir desculpas não sei por quê, a história sempre revela que toda guerra
poderia ter sido evitada, a Educação tudo resolve!
Não aceitar as diferenças no trabalho, na
economia, inclusive através das
descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, até na modernidade líquida, não tolerar erros
se necessário, e na globalização ou seja, nossos Monstros é cortar uma das
veias do coração humano e deixar sangrar até o morte das diferenças ou
Monstros, é dar um tiro num animal, seja perigoso ou não, depende de como o
entendemos e de como lidamos em relação a ele e a nós mesmos, com ou sem
segurança e o porquê dessa atitude segura ou destrutiva, amável ou hostil?
Saber lidar com as diferenças ou Monstros é aceitar a liberdade e a individualidade
e sua capacidade de criação e independência com privacidade e autonomia,
livre-arbítrio, agindo com naturalidade e simplicidade, e tendo capacidade para
algum tipo de trabalho com uma percepção objetiva da realidade levando-o a
experiências místicas e culminantes, êxtase e deleite intensos, com afeição e
empatia pela humanidade, apresentando resistência ao conformismo e alto grau de
interesse social. Saber lidar com os nossos Monstros nos ajuda a lidar com a
Trajetória dos Heróis, ela:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
No
final da Trajetória dos Heróis alcançamos nossa Liberdade.
Não aceitar e não saber lidar com as
diferenças ou Monstros, inclusive
através das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e
as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que
percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, até na modernidade líquida,
é não aceitar e não lidar com nossas próprias necessidades e liberdades, sejam
fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança,
estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade), de
pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de
auto-realização.
A auto-realização é a plena Educação. A
auto-realização é saber o que você mesmo pensa, sente, fala, mostra, ouve, vê e
faz, é ser Educado para os rituais e pelos rituais de iniciação e de passagem
para a Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
Quando falamos de auto-atualização também
falamos de adaptação e assim de transcendência e de memória e meios de lidar
com regras e rituais ligados a miséria como a caridade e o trabalho, o lucro, a
exploração, o abuso, a violência, o controle, o mercado, as guerras, os
conflitos, os horrores, as tragédias, as brigas, as perdas, os crimes, etc.,
para evocar a Educação e o Amor Fraterno de Deus e assim nosso sentimento de
renascimento. A Educação prepara o indivíduo para o trabalho e para a economia
e a globalização. A Educação prepara o indivíduo para a Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, pois nascemos num mundo já Educado ou que já existe com
modelos de Educação que serão internalizados.
Então
podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da Adaptação e assim
ao um poder haver o Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos
Saberes e das Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico
Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará
havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros
¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou
mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o
Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também
a si mesmo se afundando e deixando de exercer valor e influência e até mesmo
deixando de existir através desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal
fazem parte do nosso tempo e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser
transformado e/ou mudado, começado, terminado ou re-começado como exemplo, o
Universo, o Apocalipse Universal!
Precisamos
incentivar o processo produtivo de descobrir e se descobrir naturalmente e
socialmente, devemos nos entregar aos processos positivos que nos formaram,
nossa hipercomplexificação cerebral e adaptação morfológica, fisiológica e
comportamental, frutos das descobertas e do trabalho, da economia e até dos
fenômenos associados a globalização de nossos antepassados e de suas relações
sociais que marcaram a História da Humanidade e da Civilização.
Amanhã
seremos os mesmos antepassados que os nossos antepassados são e foram para nós
hoje e agora, se descobrir é preciso! A Evolução não tem pressa! Não precisamos
sonhar com a pobreza e nem com a fartura, pois se descobrir é aprender a viver!
Não precisamos sonhar com a civilização se reconhecermos a nossa civilização!
Eu escrevo: já temos uma civilização, somos uma Humanidade crescente!
O
Homem Trabalha e Economiza para satisfazer suas necessidades, sejam
fisiológicas (comida, água, sexo, sono e ar), de garantia (segurança,
estabilidade, ordem, proteção e libertação do medo e da ansiedade), de
pertinência e de amor, de estima dos outros e de si mesmo, e de auto-realização
através de ritos para sua Educação já pronta e para se fazer durante sua
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
O
Homem busca sua auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver)
satisfazendo suas necessidades anteriores, elas, fisiológicas (a Concepção e o
Herói), de garantia (as Forças se Unem para o Bem-aventurado), de pertinência e
de amor (o Encontro com a Deusa), de estima dos outros e de si mesmo (a
Apoteose), e de auto-realização (a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver) ,
inclusive para podermos desfrutar das
descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, até na modernidade líquida.
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou
estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a
interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades,
até na modernidade líquida.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia,
até na modernidade líquida.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, até na modernidade líquida.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, até na modernidade líquida.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, até na modernidade líquida.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, até na modernidade líquida;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Podemos dizer ainda sobre a modernidade líquida de Zygmunt
Bauman que ela é o conjunto de relações
e instituições que vivemos, sua lógica de operações que constituem a
contemporaneidade. Constituída de liquidez, fluidez, volatilidade, incerteza e
insegurança. É nesta época que a anterior a da modernidade sólida, é subtraída,
para dar espaço para a lógica do hoje, do consumo, gozo e da artificialidade.
A modernidade líquida é o momento em que os referenciais que
nos dão o desenraizamento e o reenraizamento do velho no novo de maneira
liquefeita.
Quando não há mais referenciais, a vida é entendida como um
projeto individual marcado pelo consumo,
pela própria identidade em mercadoria, como um processo de desregulamentação
política, social e econômica que se verifica nos mercados mundiais, no
desengajamento coletivo e esvaziamento do especo público.
Na modernidade líquida os indivíduos não possuem mais
padrões de referência, nem códigos sociais e culturais que lhe deem, ao mesmo
tempo, como construir sua vida e se inserir dentro de condições de classe e
cidadão.
Na esfera do trabalho as relações de trabalho cada vez mais
se desgastam num campo fluido desregulamentado, emergindo o desemprego crônico,
devido as relações de emprego-empregador são constituídas somente pelos dois.
Nas relações pessoas, as conexões predominam. As conexões
são as relações frágeis. As relações frágeis tem como fundamento a
transformação do ser humano em mercadorias que podem ser consumidas e jogadas
no lixo a qualquer momento, podem ser excluídos.
O sexo passa a ser uma força de atomização e não de união,
pois é a satisfação instintiva individual sem qualquer responsabilidade ou
ligação com o outro, sempre visando a acumulação de prazeres.
O líquido é mais do que frágil, nunca é uma escolha entre as
partes que, coincidentemente, a fazem pela dificuldade em firmar lações profundos.
É uma relação que emerge em um conjunto de instituições, regras, lutas e
sistemas simbólico, político e econômica definidos em uma estrutura social
particular.
As elites podem ter a identidade que desejarem, acredito,
também a consciência e a atividade que quiserem. Não se fixam em lugar
qualquer, moram em todos e podem pertencer a todas as culturas. Já a massa precisa se adaptar sozinha a um mundo
sem uma linguagem cultural precisa e segura, em um mundo de insegurança que não
lhes reserva um destino garantido em função do trabalho e da linguagem, da
ciência e da arte, das guerras e conflitos, violências, e em nosso tempo em
função da alfabetização e da lavagem cerebral, onde todos estão lançados em
Arenas em competições loucas e agressivas para o deleite da massa alienada.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
12 de janeiro de 2017.
9.
Psicologia da Personalidade
Na modernidade líquida os indivíduos não possuem mais padrões de
referência, nem códigos sociais e culturais que lhe deem, ao mesmo tempo, como
construir sua vida e se inserir dentro de condições de classe e cidadão. Podemos
dizer ainda sobre a modernidade líquida de Zygmunt Bauman que ela é o conjunto
de relações e instituições que vivemos,
sua lógica de operações que constituem a contemporaneidade. Constituída de
liquidez, fluidez, volatilidade, incerteza e insegurança.
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar
telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos
possuem a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores
(emissores) ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
É
através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a
partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a
partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso
cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente
para tudo que percebemos.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes,
ou seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Esta
abordagem entende que os rituais de iniciação e de passagem e a
Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis, a adaptação e a transcendência oriundos das relações em
tempos de guerras e de paz e a memória que por sua vez repercute como
adaptação, e atividades de trabalho,
economia e de globalização, inclusive
das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do
Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que
percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, até na modernidade líquida,
podem serem fruto de uma relação mãe e filho se ela, sua mãe, não satisfazer a
necessidade de amor de seu filho pela sua tendência inata para atualizar as
suas capacidades e potencialidades do seu eu, gerando auto-atualização, então
pode gerar sofrimento durante a etapa de adaptação no sofrimento durante as
perdas. Está má relação pode originar conseqüências ruins para a
auto-atualização assim para o seu modo de lidar ritualmente com o luto e com a
formação do próprio luto, com nossa Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, por exemplo em guerras e más
memórias, ou seja, má adaptação fisiológica, morfológica e/ou comportamental no trabalho, nas relações
econômicas e com a economia e na globalização da tecnologia, da economia, da informação,
do consumo e da liberdade. A tendência inata para a auto-atualização deixa o
indivíduo capaz de dominar seu luto em seus relacionamentos gerando paz e um
alto grau de saúde psicológica através de seu pleno funcionamento mental
deixando-o em pleno funcionamento mental para o trabalho, a economia e a
globalização. Esta capacidade permite toda e qualquer experiência seguindo seus
próprios instintos e não pelas opiniões e vontades dos outros com liberdade de
pensamento e um alto grau de criatividade dominando seu sofrimento e luto e
assim sendo adaptado e justo consigo mesmo, oferecendo ao indivíduo o mais alto
grau de saúde psicológica, a auto-atualização. Assim a Educação com seus
rituais de iniciação e de passagem ajuda a levar a auto-atualização pois com
uma boa relação entre mãe e filho tudo fica melhor para o futuro das crianças,
havendo então paz e contentamento, produzindo boa adaptação que é assim também
boa memória já que não existe memória, apenas adaptação fisiológica,
morfológica e/ou comportamental.
Pela nossa tendência inata para atualizar as nossas
capacidades e potencialidades do eu se dá a auto-atualização que pode ser
prejudicada pelas experiências infantis se suas experiências com sua mãe não
satisfazer sua necessidade de amor pela estima positiva entre mãe-filho e pela
aprendizagem oriunda das relações com sua mãe e de outras relações limitando-a
a possíveis Monstros, inclusive através
das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do
Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que
percebemos, inclusive no comportamento gregário que também revela-se
inteligente, até na modernidade líquida,
como o bullying sexual, moral ou psicológico dentre outras formas de violência
e agressão como a física e social no trabalho, nas relações econômicas e na
globalização, assim, favorecendo o desrespeito as incolumidades corporal,
pessoal, patrimonial e da vida pública, e delinqüência podendo se transformar
num criminoso ou ensimesmado.
A tendência inata para a auto-atualização
permite ao sujeito dominar seus Monstros internos e relacionados as relações
sociais, inclusive através das
descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, até na modernidade líquida, conduzindo-o a
paz e equilíbrio num alto grau de saúde psicológica pelo pleno funcionamento de
sua mente no trabalho, na economia e na globalização. Serão assim abertos a
toda e qualquer experiência, viverão plenamente cada momento de suas vidas,
guiar-se-ão pelos seus próprios instintos e não pelas opiniões e vontades dos
outros, terão liberdade de pensamento e a um alto grau de criatividade
assujeitando-os ao domínio dos seus Monstros biológicos, psicológicos, sociológicos,
filosóficos e/ou espirituais com satisfatória adaptação e boa memória.
A tendência inata satisfeita permite a
auto-atualização reforçada pela Educação que deste modo assegura a segurança e
a paz no mundo e nas regiões do mundo, graças a boa relação entre mãe e filho e
a auto-atualização, enfim a Educação que tudo resolve. A Educação nos educa
para o trabalho, para a economia e para a globalização, inclusive para as descobertas oriundas do Zeitgeist
associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta
inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que
também revela-se inteligente, até na
modernidade líquida. A Educação nos educa para a Trajetória da Vida, dos
Monstros e dos Heróis. A Trajetória dos Heróis é a seguinte:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
A auto-atualização só é alcançada com a
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver, ela é fruto da Educação etapa-a-etapa,
desde a Concepção e o Herói até a última já citada anteriormente.
A Educação é assim um conjunto de ritos de iniciação
e de passagem, frutos da adaptação que
evocam transcendência para lidarmos com as misérias com a caridade e o
trabalho, e também com seus desenvolvimentos, o abuso, a exploração, a
violência, os crimes, as guerras, os holocaustos, as barbaridades, as
crueldades, as insanidades, as doenças biológicas, ecológicas, físicas,
químicas, psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais, as tragédias, os
conflitos, as perdas, etc., deste modo abordamos o Amor de Deus e o nosso
sentimento de renascimento que nos faz renascer e enfrentar tudo de novo, cada
problema e superar momento-a-momento problema-a-problema como os sexuais, os
morais, os mentais, os físicos, etc., para alcançarmos a auto-atualização
diante da Trajetória dos Heróis.
Então
podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento da auto-atualização e
da Adaptação e assim ao um poder haver o
Apocalipse Universal com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das
Ciências através do Teoria do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através
do Construtivismo Físico Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida,
as Ciências e ao Saberes pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus
ou do Homem através da Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e
da Física pondo fim ao nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o
Universo e a Vida e aos Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e
deixando de exercer valor e influência e até mesmo deixando de existir através
desses princípios teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo
e da minha vida. Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado,
começado, terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse
Universal! O Amor de Deus salva-nos restando o
Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das
dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! A auto-atualização pode
nos Salvar!
O
Homem Trabalha pois é Educado e é através da Educação que atinge a
auto-atualização e assim o pleno funcionamento mental no Trabalho, na Economia
e na Globalização através dos ritos de sua sociedade.
O
Homem trabalha para garantir sua Educação e sua auto-atualização econômica, ou
seja, permitir que sua tendência inata para a auto-atualização leve-o a
relações sociais de paz e de equilíbrio com um alto grau de saúde psicológica
pelo seu pleno funcionamento mental no trabalho, na economia e na globalização,
ficando abertos a toda e qualquer experiência, a cada momento de suas vidas,
aos seus próprios instintos e não às opiniões e vontades dos outros, terão
liberdade de pensamento e um alto grau de criatividade dominando seus Monstros
a ponto de vencê-los com a força de seus Heróis durante sua Trajetória dos
Heróis a fim de que encontre a Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e viva
assim sua auto-atualização, inclusive
para podermos desfrutar das descobertas oriundas do Zeitgeist associadas
às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta inteligente
para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que também
revela-se inteligente, até na
modernidade líquida.
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou estudar
processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a interioridade
do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades,
até na modernidade líquida.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia,
até na modernidade líquida.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, até na modernidade líquida.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, até na modernidade líquida.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, até na modernidade líquida.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, até na modernidade líquida;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Podemos dizer ainda sobre a modernidade líquida de Zygmunt Bauman que ela
é o conjunto de relações e instituições
que vivemos, sua lógica de operações que constituem a contemporaneidade.
Constituída de liquidez, fluidez, volatilidade, incerteza e insegurança. É
nesta época que a anterior a da modernidade sólida, é subtraída, para dar
espaço para a lógica do hoje, do consumo, gozo e da artificialidade.
A modernidade líquida é o momento em que os referenciais que
nos dão o desenraizamento e o reenraizamento do velho no novo de maneira
liquefeita.
Quando não há mais referenciais, a vida é entendida como um
projeto individual marcado pelo consumo,
pela própria identidade em mercadoria, como um processo de desregulamentação
política, social e econômica que se verifica nos mercados mundiais, no
desengajamento coletivo e esvaziamento do especo público.
Na modernidade líquida os indivíduos não possuem mais
padrões de referência, nem códigos sociais e culturais que lhe deem, ao mesmo
tempo, como construir sua vida e se inserir dentro de condições de classe e
cidadão.
Na esfera do trabalho as relações de trabalho cada vez mais
se desgastam num campo fluido desregulamentado, emergindo o desemprego crônico,
devido as relações de emprego-empregador são constituídas somente pelos dois.
Nas relações pessoas, as conexões predominam. As conexões
são as relações frágeis. As relações frágeis tem como fundamento a
transformação do ser humano em mercadorias que podem ser consumidas e jogadas
no lixo a qualquer momento, podem ser excluídos.
O sexo passa a ser uma força de atomização e não de união,
pois é a satisfação instintiva individual sem qualquer responsabilidade ou
ligação com o outro, sempre visando a acumulação de prazeres.
O líquido é mais do que frágil, nunca é uma escolha entre as
partes que, coincidentemente, a fazem pela dificuldade em firmar lações profundos.
É uma relação que emerge em um conjunto de instituições, regras, lutas e
sistemas simbólico, político e econômica definidos em uma estrutura social
particular.
As elites podem ter a identidade que desejarem, acredito,
também a consciência e a atividade que quiserem. Não se fixam em lugar
qualquer, moram em todos e podem pertencer a todas as culturas. Já a massa precisa se adaptar sozinha a um mundo
sem uma linguagem cultural precisa e segura, em um mundo de insegurança que não
lhes reserva um destino garantido em função do trabalho e da linguagem, da
ciência e da arte, das guerras e conflitos, violências, e em nosso tempo em
função da alfabetização e da lavagem cerebral, onde todos estão lançados em
Arenas em competições loucas e agressivas para o deleite da massa alienada.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
12 de janeiro de 2017.
10.
Cognitivismo
Na modernidade líquida os indivíduos não possuem mais padrões de
referência, nem códigos sociais e culturais que lhe deem, ao mesmo tempo, como
construir sua vida e se inserir dentro de condições de classe e cidadão. Podemos
dizer ainda sobre a modernidade líquida de Zygmunt Bauman que ela é o conjunto
de relações e instituições que vivemos,
sua lógica de operações que constituem a contemporaneidade. Constituída de
liquidez, fluidez, volatilidade, incerteza e insegurança.
A
vida desde a concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo,
a família e a sociedade, e o Zeitgeist que é o clima cultural e intelectual da
época e o Cosmos que é o elo entre o Céu ou o Universo, e o Zeitgeist e o
indivíduo (você) e o Hiperespaço que é o niilismo, o nada onde não podemos ir
ou para onde imaginamos ir e não podemos voltar, um local onde não há regras,
controle, literalidade e nem razões, somente Niilismo, onde é impossível haver
realidade, ou seja, condensamento e deslocamento, isto é, a realidade psiquica.
É através do Hiperespaço que podemos
voltar ao Niilismo e ao início, e portanto, a vida.
Sobre
a energia vital, ela, passa agora a ser o exercício da força, e somente depois a
comunhão e não a libido, a comunhão tem um papel maior do que a libido na
Trajetória da Vida, dos Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de
vida e nos contextos, porém a libido também permanece como catexia.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação às
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução.
A vida teve início a partir das
primeiras reações bioquímicas no Universo e se instalou na Terra devido a
Evolução ou a cultura, ou melhor, com o encontro de ¨pedras do espaço¨ com a
Terra onde veio do espaço a vida que se instalou na Terra e nela Evoluiu,
segundo algumas teorias. Os hominídeos vieram, segundo teorias dos
monofiletistas, polifiletistas ou de várias linhas de descendência. O ser
humano surgiu com as mudanças fisiológicas, morfológicas e comportamentais, ou
seja, na adaptação. E agora podemos estar vivendo outra era evolutiva ou fase
evolutiva com o Homo Sapiens Telepath, aquele que é capaz de se comunicar telepaticamente.
Porém a telepatia pode ter surgido
devido as condições ambientais, ou seja, devido aos instrumentos, equipamentos,
tecnologias e trabalhos do ser humano, pois ela foi confirmada num ambiente de
dominação dos Mass Mídia e só existe, talvez, se faz existir devido as influências e interferências das
tecnologias dos Mass Mídia que interferem no cérebro do Telepath e dos outros
seres humanos, revelando que todos possuem
a capacidade ou a possibilidade de serem Telepath ou como codificadores (emissores)
ou como decodificadores (receptores) das mensagens telepáticas.
Isto nos mostra que o ser humano e suas
tecnologias estão se fundindo e evoluindo cada vez mais num ritmo coordenado e
elaborado, sincronizado.
Notamos que a telepatia nos mostra que
existe um ritmo ou biorritmo associado a telepatia que se conjuga à vida e aos
ritmos e biorritmos dos demais seres humanos e seres vivos sem destruí-los ou
matá-los. A telepatia pode, assim, ser um evento natural e evolutivo do ser
humano e também dos demais seres vivos, inclusive dos seres extra-terrestres.
É
através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada, ao Niilismo e pode a
partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida, sua vida psíquica, a
partir daqui entramos em contato com as inteligências que fazem do nosso
cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma resposta inteligente
para tudo que percebemos.
Nossas inteligências são 19:
1. Espacial
2. Territorial
3. Corporal
4. Lingüística
5. Musical
6. Matemática
7. Interpessoal
8. Intrapessoal
9. Espiritual
10.
Emocional
11.
Naturalística
12.
Psicomotora
13.
Lúdica
14.
Narcísica
15.
Computacional
16.
Agrícola
17.
Urbana
18.
Moral
19.
Mortal
A
inteligência urbana é a que nos capacita vivermos e nos
adaptarmos
às cidades diferentemente às zonas rurais ou indígenas, ou mesmo florestais ou
inóspitas. A inteligência moral é que nos revela a nossa capacidade de julgar
moralmente, de saber separar o aceitável e o inaceitável moralmente para cada
vida, grupo e sociedade. E a inteligência mortal é aquela que nos leva a lidar
com a morte e seus fenômenos como a pulsão auditiva de Mattanó de 1995 onde ela
se volta totalmente para a pulsão de morte e assim para a sua autodestruição
com termos voltados para o seu fim e aniquilamento, destruição e sofrimento, ou
morte.
Sabemos que o cérebro é uma
resposta inteligente da Evolução. Ele se faz e funciona como respostas
inteligentes. Então para cada comportamento ou resposta existe uma inteligência
que a produz, seja ela qual for! Assim temos um conjunto de 19 inteligências
que se somam para explicar o nosso cérebro e as nossas respostas
comportamentais e psíquicas.
Diante
e depois de assimiladas e acomodadas ou compreendidas
nossas
respostas comportamentais e psíquicas inteligentes lidaremos com os processos
sociais que são justamente ocasionados devido as consequências das nossas
inteligências que repercutem e suscitam comportamento gregário, nota-se que o
comportamento gregário também está submetido às leis do cérebro, ou seja,
sempre estará associado funcionalmente, a uma ou mais respostas inteligentes, ou
seja, não existe comportamento gregário que não seja inteligente!
Os
ritos do trabalho, da economia e da globalização da economia,
da tecnologia, do
consumo, da informação e da liberdade, inclusive das descobertas oriundas do Zeitgeist
associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta
inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que
também revela-se inteligente, até na
modernidade líquida, que fazem parte dos processos da adaptação e da Trajetória
da Vida, dos Monstros e dos Heróis, segundo o Cognitivismo de Mattanó que
apresenta-se primeiro no período Sensório-Motor (0 a 2 anos) onde a a criança se
integra com ambiente pela imitação das regras e assim, mesmo que compreenda
algumas palavras no final deste período só será capaz da fala imitativa, deste
modo seu comportamento e sua adaptação as conseqüências apresentar-se-ão pela
imitação, seu contentamento poderá ser seu primeiro episódio manifesto de
transcendência, através dos seus Heróis ela adquirirá a fala imitativa. No período
Pré-Operatório (2 a
7 anos) acontece o aparecimento da linguagem e assim modificações nas aspectos
intelectual, afetivo e social da criança, o pensamento se acelera, surgem
sentimentos inter-individuais como o respeito pelos que julga seus superiores,
um misto de amor e temor, a moral da obediência, deste jeito o sofrimento e o
contentamento, o trabalho e a economia e a globalização já fazem significado e
sentido, estará a aprender o seus conceitos que
se modificam através da obediência, a obediência, o respeito e o amor
trazem parte da transcendência que ficarão marcados em sua memória, ou seja, em
sua adaptação, através de seus ritos com a linguagem e intelectualidade,
afetividade e vida social ela experimentará sentimentos inter-individuais e compreenderá a obediência, a obediência é fundamental para
a prática dos ritos e dos Heróis. No período de Operações Concretas (dos 7 aos
11 anos) onde a criança começa a usar a lógica e o raciocínio de modo
elementar, o sofrimento e o contentamento se dão de modo lógico e elementar, a transcendência depende agora do raciocínio
lógico e elementar, haverá aqui não somente significado, sentido mas também conceito de trabalho, economia e globalização
para a criança, seus Heróis adquirem elementos e lógica, raciocínio, seus ritos
também, o domínio completo se dá no último estágio, o de Operações Formais
(após os 12 anos), aqui o sofrimento e o contentamento, o trabalho, a economia
e a globalização tornam-se hipotéticos-dedutivos, a transcendência aplica-se
hipotética-dedutivamente, seus Heróis tornam-se hipóteses e deduções,
abstrações, e seus rituais também. Pode-se dizer que após os 12 anos surge o
pensamento hipotético-dedutivo, que lhe proporciona ser capaz de deduzir as
conclusões de puras hipóteses e não apenas da observação real compreendendo
seus problemas e os dos outros como a indecência sexual, moral, mental, física,
social e/ou pública, coisas objetivas e subjetivas, porém após os 60 anos de
idade o indivíduo poderá começar a apresentar demência e outras doenças que
diminuirão sua capacidade hipotética-dedutiva surgindo novos e velhos problemas
ligados à decadência física, mental, moral, sexual, social e pública, a
transcendência decai cognitivamente, seus Heróis são afetados pela decadência e
pela generosidade, seus rituais também. Assim a indecência liga-se ao fato de o
sujeito descobrir em si à capacidade hipotética-dedutiva e fazer mal uso dela,
por exemplo como bullying ou incentivo de violência como o bullying na escola,
na igreja, no trabalho, na política, na família, nas amizades, etc.. Deste modo
finalizo que pode haver uma nova fase Cognitiva da 3ª Idade onde decaem suas
forças físicas e intelectuais, sendo contudo mais vítima do que agressor por
causa da demência e decadência existencial, aqui o sofrimento e o contentamento, o trabalho, a
economia e a globalização podem reencontrar a demência. Devemos entender ainda
que haja diferenças entre bullying e demência ou alienação mental, no bullying
a pessoa é consciente e na demência e alienação mental a pessoa é incapaz de
lidar com seu mundo adequadamente e por isso deve ser protegida pelo Estado,
pela sociedade e pela família. A demência e alienação mental podem ocorrer em
qualquer fase cognitiva, desde bebê até a morte, devo salientar isto. Assim o
rito onde há sofrimento e o contentamento é imitativo no primeiro período,
depois surgem sentimento inter-individuais e de respeito e de obediência,
depois no terceiro período a criança usa a lógica e o raciocínio para elaborar
o sofrimento e o contentamento e adaptação, depois é capaz de efetuar conclusões de puras
hipóteses que lhe permitam elaborar o luto e finalmente na 3ª Idade na demência
e da decadência e/ou na alienação a pessoa perde ou começa a perder contato com
a realidade objetiva, ou seja, com o mundo real, sua cognição se volta para a
demência, decadência, alienação e confusão mental e morte. Contudo não estamos
a salvo dos Monstros, enfim... Nestas últimas Fases Cognitivas ficarão as
informações marcadas na memória e assim será a sua adaptação de 3 formas:
fisiológica, morfológica e comportamental.
Os Monstros pelo Cognitivismo emergem
durante o desenvolvimento infantil em processos cognitivos apresentados em
estágios:
1º) Inteligência sensório-motora (0 aos 18
meses): pela natureza da sua intelectualidade ser sensorial e motora e a sua
linguagem ser imitativa no final deste estágio, a criança processará seus
Monstros sensorialmente e motoramente pela inteligência que é anterior a
linguagem e independe dela mostrando-se ser imitativa a linguagem e talvez a
inteligência até o final deste estágio, assim ela depende da imitação, da
atenção, da discriminação e das ordens emitidas pelos seus cuidadores a ela,
recurso para lidar com seus Monstros como o egocentrismo e por se desenvolver através
do processo desconhecer-se conhecer-se gradualmente pela inteligência
sensório-motora imitativa. Seus Monstros são a fome, a sede, a higiene, os
cuidados maternos, os sons do ambiente externo e os que emite vocalmente
chorando, balbuciando, gritando, imitando, o calor, o frio, a dor, a sua
afetividade, o seu mundo psíquico e relacional intra-objetalmente e
extra-objetalmente, estes são seus principais Monstros deste estágio. Neste
estágio não existem Monstros ligados ao trabalho, a economia e a globalização,
inclusive em relação ao Zeitgeist e ao Cosmos e ao Hiperespaço onde há, pelo
menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, até na modernidade líquida, pois a criança
depende totalmente dos pais.
2º) Inteligência intuitiva ou
pré-operacional (dos 2 aos 6 anos): aparece neste estágio a capacidade
simbólica (imagens ou palavras) que representam o não-presente, surgindo então
imagens ou palavras que se causarem desiquilíbrio cognitivo serão Monstros.
Outros Monstros estarão associados ao egocentrismo, a centralização, ao
animismo, ao realismo nominal, aos problemas com a classificação, a inclusão de
classe e a seriação apresentando dificuldades e incapacidades que a levarão ao
encontro de outros Monstros como a incapacidade de se colocar noutro ponto de
vista, de relacionar diferentes aspectos de uma situação, de atribuir vida aos
objetos, de pensar que o nome faz parte do objeto, dos problemas de agrupamento
com base no tamanho, forma ou cor, da dificuldade de entender que uma coisa
pode pertencer a outra coisa, e das dificuldades de ordenação e seriação. Cada
problema destes pode ser um Monstro se a criança não se desenvolver
adequadamente até o próximo estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada
pela Adaptação Pré-operacional. Começam a surgir os primeiros Monstros ligados
ao trabalho, a economia e a globalização de modo significado e sentido e não como conceitos, inclusive em
relação ao Zeitgeist e ao Cosmos e ao Hiperespaço onde há, pelo menos, uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente,
até na modernidade líquida.
3º) Operações concretas (dos 7 aos 11
anos): os Monstros tornam-se menores pois a criança consegue usar a lógica e o
raciocínio de modo elementar, mas só a objetos concretos. Compreende
quantidades, inclusão de classe e termos de relação como maior, menor, direita,
esquerda, mais alto, mais largo, etc.. Os Monstros começam a serem dominados
até o último estágio. A memória vai sendo assimilada e acomodada pela Adaptação
Concreta. Os Monstros são menores pois passam a serem conceituados, eles
ligados ao trabalho, a economia e a globalização, inclusive em relação ao
Zeitgeist e ao Cosmos e ao Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta
inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que
também revela-se inteligente, até na
modernidade líquida.
4º) Operações formais (após os 12 anos):
com o pensamento hipotético-dedutivo será capaz de deduzir as conclusões de
puras hipóteses e não apenas e através da observação real compreendendo os seus
Monstros e os dos outros seres humanos e coisas do mundo objetivo e subjetivo
até o fim da vida. A memória já é parte da Adaptação Formal. Seus Monstros
serão suas hipóteses e suas deduções como significados e sentidos até que
encontrem os conceitos e deixem de serem Monstros, inclusive em relação ao
Zeitgeist e ao Cosmos e ao Hiperespaço onde há, pelo menos, uma resposta
inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento gregário que
também revela-se inteligente, até na
modernidade líquida.
5º) Operações finais (após os 60 anos):
que apresentará em casos processos de demência ou outras doenças que tornarão
difícil a vida hipotética-dedutiva onde surgirão velhos e novos Monstros como a
decadência física, mental e social. A memória enfrenta os processos das
Operações Finais com decadência e demência afetando a Adaptação Final,
inclusive em relação ao Zeitgeist e ao Cosmos e ao Hiperespaço onde há, pelo
menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no
comportamento gregário que também revela-se inteligente, até na modernidade líquida.
A Educação devemos lembrar tudo resolve,
seja nossos Monstros, seja nossas guerras, sejas nossos problemas cognitivos –
a Educação tudo resolve! A Educação prepara para o Trabalho, para a Economia e
para a Globalização, inclusive para as
descobertas oriundas do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço
onde há, pelo menos, uma resposta inteligente para tudo que percebemos,
inclusive no comportamento gregário que também revela-se inteligente, até na modernidade líquida. A Educação cria e
mantêm e pode modificar nossos rituais de iniciação e de passagem e assim nossa
Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis.
A Trajetória dos Heróis é assim seguida:
1.
A concepção e o herói
2.
O chamado pode ser recusado
3.
As forças se unem para o bem-aventurado
4.
A travessia: se consumir
5.
Ser engolido e consumido
6.
O caminho obtuso
7.
O encontro com a deusa
8.
A mulher como tentação
9.
A relação com o pai
10.
A apoteose
11.
A última graça
12.
A difícil volta
13.
A magia nas decisões
14.
O resgate sobrenatural
15.
Os limites da volta
16.
Agora são dois mundos
17.
E a liberdade para se viver e ensinar a
viver
A
Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver é o objetivo final da evolução
cognitiva, ela só vem através da Educação.
A Educação é fruto da adaptação que evoca a
transcendência fase-a-fase cognitiva da vida, para lidarmos com as misérias com
a caridade e o trabalho e suas conseqüências como a exploração e o abuso, a
violência, os crimes e as guerras, os horrores, os holocaustos, as barbáries,
os medos, os temores, as doenças biológicas, ecológicas, físicas, químicas,
psíquicas, sociais, filosóficas e/ou espirituais para evocarmos a religiosidade
e assim Deus e o sentimento de renascimento que nos faz renovar nossas
esperanças e modos de vida e termos fé e um olhar para o futuro ou no amanhã,
um desejo de cuidar de nossos filhos e assim até o fim!
Então
podemos dizer que pela Educação chegamos ao conhecimento, ao saber, a Adaptação
Cognitiva e assim dos Processos Cognitivos da Adaptação e seus Desenvolvimentos
como a fase em que há Liberdade para Se Viver e Ensinar a Viver e deste modo a
uma Nova Teoria Sobre o Apocalipse, ao um poder haver o Apocalipse Universal
com o fim do Universo , da vida e dos Saberes e das Ciências através do Teoria
do Descontrutivismo Físico Mattanoniano, mas através do Construtivismo Físico
Mattanoniano continuará havendo o Universo e a vida, as Ciências e ao Saberes
pois não haverá os outros ¨big-bangs¨ ou ação de Deus ou do Homem através da
Oração e de Deus e da Fé ou mesmo através da Ciência e da Física pondo fim ao
nosso Universo, e até o Demônio poderia arruinar o Universo e a Vida e aos
Saberes e a Ciência e também a si mesmo se afundando e deixando de exercer
valor e influência e até mesmo deixando de existir através desses princípios
teóricos e Bíblicos que por sinal fazem parte do nosso tempo e da minha vida.
Através da Adaptação tudo pode ser transformado e/ou mudado, começado,
terminado ou re-começado como exemplo, o Universo, o Apocalipse Universal! O
Amor de Deus salva-nos restando o
Paraíso e o nosso sentimento de renascimento e de salvação diante das
dificuldades e problemas agora até mesmo Universais! O Apocalipse trata também
do fim da vida pessoal, social e pública
como já sabíamos através da Igreja Católica.
O
Homem trabalha para conceituar seus significados e seus sentidos e encontrar a
solução para suas hipóteses e deduções, não há provação que dure por tanto
tempo, não conseguimos abandonar a nossa Cruz, e assim gerar seus bens,
desenvolvido cognitivamente, o que lhe garante a capacidade de formular e
descobrir conceitos para suas hipóteses e deduções como esperança de um dia
melhor para não desanimar e ter forças para trabalhar. Nosso trabalho obedece a
rituais advindos da Trajetória da Vida, dos Monstros e dos Heróis, sobre esta
última sabemos que começa com A Concepção e o Herói (Inteligência
sensório-motora) – O Herói é concebido e vive, e vai prosseguindo para A
Travessia: Se Consumir (Inteligência pré-operacional) e (Operações Concretas) –
O Herói se descobre e vai se descobrindo, até chegar a Liberdade para Se Viver
e Ensinar a Viver (Operações Formais) e (Operações Finais) – O Herói aprende a
especular, a tirar conclusões de puras hipóteses e no fim de sua vida torna-se
generoso e depois decai com suas forças físicas e psíquicas, com sua demência e
sua Crise Final, porém pode haver diferenças entre os tipos de pessoas e de
personalidades, resistindo assim o Herói a ação do tempo, inclusive para poder desfrutar das descobertas oriundas
do Zeitgeist associadas às do Cosmos e as do Hiperespaço onde há, pelo menos,
uma resposta inteligente para tudo que percebemos, inclusive no comportamento
gregário que também revela-se inteligente,
até na modernidade líquida.
Sigmund
Freud (1856-1939) alterou radicalmente o modo de pensar a vida mental e ousou
estudar processos psíquicos como os sonhos, fantasias, esquecimentos, a
interioridade do homem que o levaram a Psicanálise.
Contudo temos Osny Mattanó Júnior e sua
Nova Psicanálise que vai além da Psicanálise Espiritualizada que se interessa
pelo normal e pelo anormal, pelo pecado e pelo patológico, se interessando pela
segurança, pela violência e pelo exercício da força a favor e contra o direito,
ensinando também que não há
descontinuidade na vida mental, que existem 3 leis para o inconsciente: o
niilismo, o condensamento e o deslocamento, e que assim a resposta existe,
mesmo que seja niilista e que suas causalidades são provocadas por intenção ou
por desejo da pessoa. A maior parte do funcionamento mental da pessoa se passa
fora da consciência. A atividade mental inconsciente desempenha um papel
fundamental na produção das causalidades,
até na modernidade líquida.
Sobre a energia vital, ela, passa agora
a ser o exercício da força, e somente depois a comunhão e não a libido, a
comunhão tem um papel maior do que a libido na Trajetória da Vida, dos
Monstros, dos Heróis e dos Escravos, na história de vida e nos contextos, porém
a libido também permanece como catexia,
até na modernidade líquida.
O exercício da força torna-se a veia
principal do organismo energético, capaz de regular sua segurança e sua
sobrevivência, ou seja, sua adaptação ao meio ambiente, sua adaptação as
adversidades do meio ambiente superando-as, favorecendo a comunhão e a libido e
a Evolução, até na modernidade líquida.
A quantidade de catexia que se liga ou
se dirige a representação mental da pessoa ou coisa depende do desejo, do
investimento, seja no exercício da força, na comunhão ou na libido, até na modernidade líquida.
Catexizamos lembranças, pensamentos e
fantasias do objeto – após termos pensado pela primeira vez segundo os impulsos
do id teremos lembranças, pensamentos e fantasias como as conhecemos.
O refluxo permite e independência, e a
regressão é o retorno a uma instância de gratificação mais remota, até na modernidade líquida.
O funcionamento psíquico ocorre de duas
maneiras: os processos primários e os processos secundários. Nos processos
primários há a descarga da catexia e nos processos secundários há a capacidade
de retardar a descarga da energia psíquica. A passagem do primário para o
secundário é gradual e assim vai se formando o ego do sujeito para a vida toda.
Falamos aqui de um outro modelo de
energia psíquica, o do exercício da força, necessário para a sobrevivência e
adaptação, e continuamos falando do novo modelo de energia psíquica construído
a partir da comunhão que se torna mais forte do que a libido na vida e na
representação das pessoas, pois existe um sentimento universal de comunhão
partilhado, permanente, diariamente em encontros e estados de consciência e de
solidão, como em cerimônias, hábitos, tradições, discursos, ritos, mitos,
programas de mass mídia, igrejas, fenômenos, celebridades e autoridades que
constantemente fazem alusão à comunhão, a partilha, a acolhida, a paz, a
misericórdia, ao perdão, ao amor e a Deus.
Percebemos que até certa altura da vida
gostamos de falar e de praticar sexo, mas com o tempo as coisas vão mudando e
mudamos, percebemos que gostamos de falar a praticar a comunhão desde o
nascimento e com o tempo muito dificilmente a situação muda, ou seja,
dificilmente deixamos de praticar a comunhão até a morte! Isto acontece, a
comunhão, em todos os ambientes, mas o sexo não flui em todos os ambientes e
situações como em igreja e relações com o crime, ou em locais públicos, a não
ser que te violentam e te forcem cruelmente ou te estuprem! Existe crime no
sexo, mas não existe crime na verdadeira comunhão!
E notamos também que lutamos o tempo
todo contra adversidades ambientais de toda a ordem, fenômenos físicos,
orgânicos, biológicos, espirituais, filosóficos, psicológicos, sociais e
abstratos, conceituais, significados, sentidos e conceitos, a linguagem, etc.,
pois a função básica do organismo é se adaptar! A função básica do organismo é
se adaptar para sobreviver através do exercício da força, da comunhão e da
libido!
(CICLO
UNIVERSAL COMPLETO):
EMBRIOLOGIA
+ NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO = ZEITGEIST + COSMOS + HIPERESPAÇO =
INTELIGÊNCIAS + PROCESSOS SOCIAIS.
A embriologia é a vida desde a
concepção até o nascimento e o desenvolvimento que é o indivíduo, a família e a
sociedade, o Zeitgeist é o clima cultural e intelectual da época e o Cosmos é o
elo entre o Céu ou o Universo, o Zeitgeist e o indivíduo (você) e finalmente, o
Hiperespaço, local para o Niilismo, onde não há realidade psíquica, pois não há
ainda condensamento e nem deslocamento, nem núcleos psíquicos, somente o nada,
o vazio, o Niilismo. É através do Hiperespaço que o ser humano retorna ao nada,
ao Niilismo e pode a partir daí voltar a resignificar ou preencher sua vida,
sua vida psíquica, a partir daqui entramos em contato com as inteligências que
fazem do nosso cérebro uma máquina de respostas inteligentes, onde há uma
resposta inteligente para tudo que percebemos, e é então assim que começam os
processos sociais ou gregários, funcionalmente oriundos das inteligências, a
gregariedade também é uma resposta inteligente, ou seja, os processos sociais
sempre se dão segundo as leis das inteligências, inclusive diante dos processos
básicos do organismo que são se adaptar com o exercício da força, da comunhão e
da libido, até na modernidade líquida;
concluído este processo o ser humano retorna ao Ciclo Universal, retornando,
muitas vezes a família e a criação de seus filhos, vemos que já fora retomada a
EMBRIOLOGIA + NASCIMENTO + DESENVOLVIMENTO..., o Ciclo Universal não se
esgotará e retornará ao seu princípio sempre, mas atualizado, devido ao
ZEITGEIST e as INTELIGÊNCIAS. O Ciclo Universal é inteligente e progressivo,
assim como o Universo e a Vida! A função básica da vida no Universo é se
adaptar!
Podemos dizer ainda sobre a modernidade líquida de Zygmunt Bauman que ela
é o conjunto de relações e instituições
que vivemos, sua lógica de operações que constituem a contemporaneidade.
Constituída de liquidez, fluidez, volatilidade, incerteza e insegurança. É
nesta época que a anterior a da modernidade sólida, é subtraída, para dar
espaço para a lógica do hoje, do consumo, gozo e da artificialidade.
A modernidade líquida é o momento em que os referenciais que
nos dão o desenraizamento e o reenraizamento do velho no novo de maneira
liquefeita.
Quando não há mais referenciais, a vida é entendida como um
projeto individual marcado pelo consumo,
pela própria identidade em mercadoria, como um processo de desregulamentação
política, social e econômica que se verifica nos mercados mundiais, no
desengajamento coletivo e esvaziamento do especo público.
Na modernidade líquida os indivíduos não possuem mais
padrões de referência, nem códigos sociais e culturais que lhe deem, ao mesmo
tempo, como construir sua vida e se inserir dentro de condições de classe e
cidadão.
Na esfera do trabalho as relações de trabalho cada vez mais
se desgastam num campo fluido desregulamentado, emergindo o desemprego crônico,
devido as relações de emprego-empregador são constituídas somente pelos dois.
Nas relações pessoas, as conexões predominam. As conexões
são as relações frágeis. As relações frágeis tem como fundamento a
transformação do ser humano em mercadorias que podem ser consumidas e jogadas
no lixo a qualquer momento, podem ser excluídos.
O sexo passa a ser uma força de atomização e não de união,
pois é a satisfação instintiva individual sem qualquer responsabilidade ou
ligação com o outro, sempre visando a acumulação de prazeres.
O líquido é mais do que frágil, nunca é uma escolha entre as
partes que, coincidentemente, a fazem pela dificuldade em firmar lações profundos.
É uma relação que emerge em um conjunto de instituições, regras, lutas e
sistemas simbólico, político e econômica definidos em uma estrutura social
particular.
As elites podem ter a identidade que desejarem, acredito,
também a consciência e a atividade que quiserem. Não se fixam em lugar
qualquer, moram em todos e podem pertencer a todas as culturas. Já a massa precisa se adaptar sozinha a um mundo
sem uma linguagem cultural precisa e segura, em um mundo de insegurança que não
lhes reserva um destino garantido em função do trabalho e da linguagem, da
ciência e da arte, das guerras e conflitos, violências, e em nosso tempo em
função da alfabetização e da lavagem cerebral, onde todos estão lançados em
Arenas em competições loucas e agressivas para o deleite da massa alienada.
Osny
Mattanó Júnior
Londrina,
12 de janeiro de 2017.
Nenhum comentário:
Postar um comentário